Liga Europa – Sorteio dos 1/16 de Final
Viktoria Plzeň – D. Zagreb
Brugge – RB Salzburg
Rapid Wien – Inter
Slavia Praha – Genk
Krasnodar – Bayer Leverkusen
Zürich – Napoli
Malmö – Chelsea
Shakhtar Donetsk – E. Frankfurt
Celtic – Valencia
Rennes – Betis
Olympiakos – D. Kyiv
Lazio – Sevilla
Fenerbahçe – Zenit
Sporting – Villarreal
BATE Borisov – Arsenal
Galatasaray – Benfica
Os jogos da primeira mão serão disputados a 14 de Fevereiro de 2019, estando a segunda mão agendada para 21 de Fevereiro.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de Final
Schalke 04 – Manchester City
At. Madrid – Juventus
Manchester United – Paris St.-Germain
Tottenham – B. Dortmund
Lyon – Barcelona
Roma – FC Porto
Ajax – Real Madrid
Liverpool – Bayern
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 12, 13, 19 e 20 de Fevereiro de 2019. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 5, 6, 12 e 13 de Março.
O Pulsar do Campeonato – 11ª Jornada

(“O Templário”, 13.12.2018)
Permita-se-me começar hoje com um breve intróito pessoal, assinalando mais um “número redondo”: desta feita, as 200 edições deste “Pulsar do Campeonato”, desde o artigo inaugural desta contínua série, publicado em “O Templário” a 8 de Novembro de 2012, já lá vão seis anos.
A nível da I Divisão Distrital, quem “soma e segue” é o Amiense, que, com o seu quinto triunfo consecutivo, estabeleceu um novo “record” no presente campeonato, tendo aproveitado para se aproximar ainda mais da liderança, agora somente a três pontos.
Destaques – O primeiro destaque vai, não obstante, para o embate de maior cartaz da 11.ª jornada, que colocava frente-a-frente o comandante, Coruchense – que, por seu lado, tinha também em curso uma série de quatro vitórias sucessivas, tendo, paralelamente, vencido todos os cinco desafios até então disputados em terreno alheio –, ao auto-anunciado candidato ao título, Cartaxo, o qual se saldou por uma igualdade a um golo, no que terá constituído a derradeira oportunidade dos cartaxeiros poderem reentrar na disputa do 1.º lugar, de que, por agora, quando nos aproximamos já do final da primeira metade da competição, estão a distantes (e virtualmente inacessíveis) 11 pontos.
E isto, porque, não é apenas a turma do Sorraia que continua “demasiado longe”: também o Amiense (vencedor, por 2-1, na recepção ao Samora Correia) e U. Santarém, com o triunfo averbado ao “cair do pano”, em Marinhais, mercê de um solitário tento, continuam na peugada do líder, ambos com oito pontos a mais que o Cartaxo (apenas 6.º classificado).
Numa ronda que oferecia alguns perigos iminentes para os grupos da frente, também o U. Almeirim – igualmente com um trajecto quase irrepreensível, tendo ganho seis dos últimos sete jogos realizados – se saiu bem, com uma tão difícil quão preciosa vitória (2-1) em Torres Novas, que lhe proporciona poder aspirar a colar-se ao guia, caso vença também a partida que tem ainda em atraso, da 8.ª jornada, na qual lhe cabe receber a visita do At. Ouriense.
Por fim, de realçar ainda o empolgante desafio protagonizado por União de Tomar e Ferreira do Zêzere, com o desfecho final a fixar-se num empate a três bolas, depois de se ter chegado ao final de uma frenética primeira parte já com cinco tentos apontados. A qualidade do futebol praticado poderá não ter sido a melhor, com algumas falhas a assinalar de parte a parte, mas a emoção e incerteza no marcador final foram marca saliente, assim como a intensidade de jogo na primeira metade do encontro.
Os ferreirenses entraram praticamente a ganhar, com o golo inaugural marcado logo aos quatro minutos; não obstante, com uma excelente resposta – em que se destaca a propensão goleadora do novo reforço unionista, Rafael Santana, autor dos três tentos da sua equipa – o União, não só operaria a reviravolta no marcador, como, inclusivamente, chegaria a vantagem de 3-1, em apenas cerca de meia hora. Já a findar o primeiro tempo, o Ferreira do Zêzere reduziria para 2-3, reentrando na discussão do resultado. Na etapa complementar, os tomarenses procuraram controlar o jogo, segurando a vantagem e espreitando a possibilidade de desferir o golpe final. Porém, e já depois de Nuno Ribeiro ter defendido uma grande penalidade, os ferreirenses acabariam mesmo por restabelecer o empate, a menos de dez minutos do final da partida.
Surpresas – Com as formações do fundo da tabela a ter de “fazer pela vida”, procurando somar pontos, em ordem a poderem ainda libertar-se da ameaça de despromoção, assinalam-se duas surpresas, correspondendo a outras tantas igualdades alcançadas em reduto alheio – numa ronda com um total de quatro empates –, perante adversários mais capacitados.
Por um lado, o Alcanenense, na deslocação às Fazendas de Almeirim, chegou mesmo a dispor de vantagem no marcador, tendo acabado por ceder a igualdade a dois golos ao Fazendense.
Mais surpreendente ainda terá sido o empate (1-1), registado pelo grupo da Glória do Ribatejo em Ourém, ante um At. Ouriense a atravessar período menos positivo (obteve uma única vitória nos cinco últimos jogos), porventura ainda algo afectado pela goleada sofrida em Santarém.
Em qualquer caso, e pese embora os positivos sinais de inconformismo revelados, foi magro o pecúlio angariado pelos visitantes, mantendo-se o quarteto da cauda da tabela com um atraso entre cinco e sete pontos em relação ao 10.º classificado (Ferreira do Zêzere).
II Divisão Distrital – A Norte, a principal nota de realce vai para a goleada (4-0) do Riachense no terreno do Aldeiense, como que querendo dar “prova de vida”, após a mudança no comando técnico, ficando (a par do Ortiga, derrotado em Abrantes) a um ponto do 3.º lugar, ocupado, de forma sensacional – quando está já concluída a primeira volta da prova – pela equipa “B” do União de Tomar, vencedora de um velho clássico do futebol distrital, no Tramagal (1-0).
Abrantes e Benfica (que soma triunfos em todos os oito jogos já finalizados) e Pego começam a ter já praticamente “à vista” o apuramento para a fase final, de apuramento de Campeão.
A Sul, com o Rio Maior a folgar, Moçarriense (com vitória caseira, por 2-0, ante o Espinheirense) e Forense (ganhando por 1-0 em Benavente) aproveitaram para se destacar na frente da prova (tendo ainda os riomaiorenses um jogo em atraso). O Pontével (goleando por 3-0 em Salvaterra de Magos) mantém ainda aspirações a poder chegar aos três primeiros.
Campeonato de Portugal – Após mais uma jornada, subsistem os motivos de preocupação: o Fátima, batido em casa pelo B. C. Branco (1-2), depois de ter começado por marcar, baixou ao 10.º lugar, e, pior, viu reduzir-se para curta margem de três pontos a diferença que o separa da “linha de água”; por seu lado, o Mação, que, finalmente, se reencontrou com as vitórias, tendo ido ganhar à Sertã, também por 2-1, mantém a última posição, agora a sete pontos de tal linha.
Antevisão – No principal escalão do futebol distrital, teremos outro aliciante “tira-teimas”, com uma “embalada” equipa do Amiense a receber o guia, Coruchense, podendo, em caso de vitória da turma de Amiais de Baixo, igualar o seu oponente no comando da pauta classificativa. Mas o calendário reservou-nos uma jornada repleta de interesse, com diversos outros “pratos cheios”: U. Almeirim-Cartaxo ou U. Santarém-U. Tomar serão apenas dois dos principais exemplos.
Na II Divisão Distrital, destacam-se o Tramagal-Riachense e o Moçarriense-Rio Maior.
No Campeonato de Portugal, já a completar a sua primeira volta, o Fátima desloca-se a Loures (último clube acima da “linha de água”), cabendo ao Mação receber o Santa Iria (imediatamente abaixo daquela linha, pese embora com o mesmo número de pontos do emblema de Loures).
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 13 de Dezembro de 2018)
Miguel Bastos Araújo – “Prémio Pessoa” 2018
Miguel Bastos Araújo, de 49 anos, geógrafo, foi hoje distinguido com a 32.ª edição do “Prémio Pessoa“, no valor de 60 mil euros.
Nas edições anteriores do “Prémio Pessoa”, foram distinguidos:
2017 – Manuel Aires Mateus (arquitecto)
2016 – Frederico Lourenço (escritor)
2015 – Rui Chafes (escultor)
2014 – Henrique Leitão (investigador)
2013 – Maria Manuel Mota (investigadora)
2012 – Richard Zenith (investigador, escritor e tradutor)
2011 – Eduardo Lourenço (ensaísta e filósofo)
2010 – Maria do Carmo Fonseca (cientista)
2009 – D. Manuel Clemente (bispo)
2008 – Carrilho da Graça (arquitecto)
2007 – Irene Pimentel (historiadora e investigadora)
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)
Benfica / FC Porto / Sporting – Estatísticas nas Competições Europeias
(clicar no quadro para ampliar)
Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Arsenal – Qarabağ – 1-0
Sporting – Vorskla Poltava – 3-0
1º Arsenal, 16; 2º Sporting, 13; 3º Vorskla Poltava,3; 4º Qarabağ, 3
Qualificaram-se para os 1/16 de final as seguintes equipas: Bayer Leverkusen, Zürich, RB Salzburg, Celtic, Zenit, Slavia Praha, D. Zagreb, Fenerbahçe, Arsenal, Sporting, Betis, Olympiakos, Villarreal, Rapid Wien, E. Frankfurt, Lazio, Genk, Malmö, Sevilla, Krasnodar, D. Kyiv, Rennes, Chelsea e BATE Borisov.
Juntam-se ainda os clubes que transitam da Liga dos Campeões: Brugge, Inter, Napoli, Galatasaray, Benfica, Shakhtar Donetsk, Viktoria Plzeň e Valencia.
(mais…)
Taça / Liga dos Campeões – Ranking 1955-2018
No ranking global da Taça dos Campeões Europeus e da Liga dos Campeões, considerando os dados agregados de todos os jogos das 64 edições da principal competição europeia de clubes, o Benfica e o FC Porto ocupam notáveis 7.º e 8.º lugares, respectivamente:
(clicar no quadro para ampliar)
Liga dos Campeões – Ranking 1992-2018
Concluída a fase de grupos da edição de 2018-19 da Liga dos Campeões (27.ª temporada de disputa da prova nesta fórmula), fica assim estabelecido o ranking actualizado da competição (considerando exclusivamente os jogos disputados no decurso das fases de grupos e eliminatórias seguintes – excluindo, portanto, as eliminatórias prévias), tendo em consideração o critério pontual adoptado pela UEFA (2 pontos por vitória e 1 ponto por empate):
(clicar no quadro para ampliar)
É de destacar a excelente posição do FC Porto (7.º), integrando também o Benfica – que acaba de disputar o seu 100.º jogo – o “top 20” deste ranking. O Sporting (46.º posto) é a terceira equipa portuguesa nesta lista dos 50 principais clubes na competição.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Monaco – B. Dortmund – 0-2
Brugge – At. Madrid – 0-0
1º B. Dortmund, 13; 2º At. Madrid, 13; 3º Brugge, 6; 4º Monaco, 1
Grupo B
Inter – PSV – 1-1
Barcelona – Tottenham – 1-1
1º Barcelona, 14; 2º Tottenham, 8; 3º Inter, 8; 4º PSV, 2
Grupo C
Crvena Zvezda – Paris St.-Germain – 1-4
Liverpool – Napoli – 1-0
1º Paris St.-Germain, 11; 2º Liverpool, 9; 3º Napoli, 9; 4º Crvena Zvezda, 4
Grupo D
Schalke 04 – Lokomotiv Moskva – 1-0
Galatasaray – FC Porto – 2-3
1º FC Porto, 16; 2º Schalke 04, 11; 3º Galatasaray, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 3
Grupo E
Benfica – AEK – 1-0
Ajax – Bayern – 3-3
1º Bayern, 14; 2º Ajax, 12; 3º Benfica, 7; 4º AEK, 0
Grupo F
Manchester City – Hoffenheim – 2-1
Shakhtar Donetsk – Lyon – 1-1
1º Manchester City, 13; 2º Lyon, 8; 3º Shakhtar Donetsk, 6; 4º Hoffenheim, 3
Grupo G
Viktoria Plzeň – Roma – 2-1
Real Madrid – CSKA Moskva – 0-3
1º Real Madrid, 12; 2º Roma, 9; 3º Viktoria Plzeň, 7; 4º CSKA Moskva, 7
Grupo H
Valencia – Manchester United – 2-1
Young Boys – Juventus – 2-1
1º Juventus, 12; 2º Manchester United, 10; 3º Valencia, 8; 4º Young Boys, 4
Qualificaram-se para os 1/8 de final da Liga dos Campeões: B. Dortmund, At. Madrid, Barcelona, Tottenham, Paris St.-Germain, Liverpool, FC Porto, Schalke 04, Bayern, Ajax, Manchester City, Lyon, Real Madrid, Roma, Juventus e Manchester United.
Por outro lado, transitam para a Liga Europa: Brugge, Inter, Napoli, Galatasaray, Benfica, Shakhtar Donetsk, Viktoria Plzeň e Valencia.
Liga dos Campeões – 6ª jornada – Benfica – A.E.K.
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva (35m – Andrija Živković), Luís Fernandes “Pizzi” (59m – Franco Cervi), Alfa Semedo, Gedson Fernandes, João Félix (77m – Nicolás Castillo) e Haris Seferović
A.E.K. – Vassilis Barkas, Michalis Bakakis, Marios Oikonomou, Dmytro Chygrynskiy, Niklas Hult, Kostas Galanopoulos, Uroš Ćosić, Erik Morán (77m – Rodrigo Galo), Viktor Klonaridis (61m – Giannis Gianniotas), Lucas Boyé (68m – Petros Mantalos) e Ezequiel Ponce
1-0 – Alejandro “Álex” Grimaldo – 88m
Cartões amarelos – Rúben Dias (37m); Niklas Hult (73m) e Kostas Galanopoulos (82m)
Cartão vermelho – Kostas Galanopoulos (87m)
Árbitro – Robert “Bobby” Madden (Escócia)
É verdade que tudo estava previamente definido em termos de qualificação: o Benfica tinha já garantida a transição para a Liga Europa; o A.E.K. seria sempre, em qualquer caso, último classificado do grupo.
Não obstante, não era pouco o que estava ainda em jogo: desde logo, o prestígio do Benfica, tão abalado pela péssima campanha europeia da época passada, e, de novo, afectado pela goleada sofrida em Munique; depois, a nível desportivo, não era de todo dispiciendo o alcançar do estatuto de cabeça-de-série no sorteio dos 1/16 de final da Liga Europa, o que apenas poderia ser conseguido por via de uma vitória; por fim, a questão financeira, com o triunfo a representar um prémio de 2,7 milhões de euros (face aos 900 mil euros do empate)…
Fosse qual fosse a motivação principal, o Benfica teria uma boa entrada em campo – neste seu 100.º jogo na fase de grupos e eliminatórias seguintes da Liga dos Campeões –, assumindo, logo nos minutos iniciais, a iniciativa do jogo, remetendo a formação grega para a sua zona defensiva. Porém, tal período de domínio seria bastante curto, começando a esvanecer-se logo à passagem do quarto de hora, sem que tivesse criado efectivas ocasiões de golo iminente.
Até final do primeiro tempo, a equipa portuguesa denotaria uma confrangedora falta de ideias, falha de velocidade e de intensidade, facilitando a missão defensiva ao adversário.
Na segunda metade, o grupo benfiquista procurou imprimir maior velocidade ao jogo, o que resultou num assédio mais efectivo à baliza contrária, o qual, todavia, com alguma infelicidade, se saldaria por dois remates de Seferović, com a bola a embater na trave, e em outros dois lances de perigo, desaproveitados por Grimaldo e por Gedson Fernandes, face ao guardião contrário.
Quando já se começava a descrer na possibilidade de o nulo ser desfeito, o Benfica acabaria então por chegar ao golo – que, apesar de tudo, traduzia uma maior justiça no resultado -, na sequência de um livre directo, superiormente apontado por Grimaldo, faltavam somente dois minutos para o “cair do pano”.
Com a segunda vitória assim alcançada, a turma portuguesa evitava mais uma “saída triste” da competição, paralelamente recuperando alguma dignidade.






