Mundial 2018 – 1/8 de final – Brasil – México

Brasil México 2-0

Brasil Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda, Filipe Luís, Willian (90m – Marquinhos), Paulinho (80m – Fernandinho), Philippe Coutinho (86m – Firmino), Casemiro, Neymar e Gabriel Jesus

México Guillermo Ochoa, Edson Álvarez (55m – Jonathan dos Santos), Hugo Ayala, Carlos Salcedo, Jesus Gallardo, Hector Herrera, Rafael Marquez (45m – Miguel Layún), Andrés Guardado, Carlos Vela, Hirving Lozano e Javier Hernández (60m – Raúl Jiménez )

1-0 – Neymar – 51m
2-0 – Firmino – 88m

Cartões amarelos – Filipe Luís (43m) e Casemiro (59m); Edson Álvarez (38m), Hector Herrera (55m), Carlos Salcedo (77m) e Andrés Guardado (90m)

Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)

Samara Arena – Samara (15h00)

A equipa do México, procurando surpreender o Brasil – tal como fizer já, antes, na fase de Grupos, frente à Alemanha – teve uma boa entrada em jogo, com uns vinte minutos iniciais em que teve alguma preponderância.

Não obstante, a formação brasileira, tendo conseguido assentar o seu jogo – com Willian e Neymar a notabilizarem-se -, assumiria a iniciativa, que não mais perderia até final, vindo, já no segundo tempo, a chegar aos golos que lhe proporcionaram uma vitória segura.

Numa série absolutamente incrível, pela sétima vez consecutiva em Campeonatos do Mundo (desde a edição de 1994, nos EUA) o México é eliminado nos 1/8 de final da prova (sendo que, curiosamente, em todas as ocasiões anteriores, nunca a selecção vencedora atingiu a final do torneio)!

2 Julho, 2018 at 4:52 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – 1/8 de final – Croácia – Dinamarca

Croácia Dinamarca 1-1 (3-2 g.p.)

Croácia Danijel Subašić, Šime Vrsaljko, Dejan Lovren, Domagoj Vida, Ivan Strinić (81m – Josip Pivarić), Ante Rebić, Ivan Rakitić, Marcelo Brozović (71m – Mateo Kovačić), Ivan Perišić (97m – Andrej Kramarić), Luka Modrić e Mario Mandžukić (108m – Milan Badelj)

Dinamarca Kasper Schmeichel, Jonas Knudsen, Simon Kjær, Mathias Jørgensen, Henrik Dalsgaard, Andreas Christensen (45m – Lasse Schöne), Thomas Delaney (98m – Michael Krohn-Dehli), Christian Eriksen, Yussuf Poulsen, Andreas Cornelius (66m – Nicolai Jørgensen) e Martin Braithwaite (106m – Pione Sisto)

0-1 – Mathias Jørgensen – 1m
1-1 – Mario Mandžukić – 4m

Desempate da marca de grande penalidade:

Christian Eriksen permitiu a defesa a Danijel Subašić
Milan Badelj permitiu a defesa a Kasper Schmeichel
0-1 – Simon Kjær
1-1 – Andrej Kramarić
1-2 – Michael Krohn-Dehli
2-2 – Luka Modrić
Lasse Schöne permitiu a defesa a Danijel Subašić
Josip Pivarić permitiu a defesa a Kasper Schmeichel
Nicolai Jørgensen permitiu a defesa a Danijel Subašić
3-2 – Ivan Rakitić

Cartões amarelos – Mathias Jørgensen (115m)

Árbitro – Néstor Pitana (Argentina)

Nizhny Novgorod Stadium – Nizhny Novgorod (19h00)

Um jogo em que se marcam dois golos nos quatro minutos iniciais deixava a expectativa de se poder assistir a um belo espectáculo, até por envolver uma das mais promissoras selecções em presença neste Mundial, a da Croácia.

Porém, a Dinamarca – que não hesitara já em fazer “anti-jogo”, perdendo tempo, na última partida da fase de grupos, ante a França (sem qualquer ambição de, vencendo esse encontro, alcançar o 1.º lugar) – acabaria, pelo tempo fora, por demonstrar que não é apenas nos jogos de Portugal que se joga muitas vezes para o empate, à espera de prolongamentos e desempates da marca de grande penalidade.

Num desafio menos exuberante dos croatas, teriam ainda a oportunidade de vencer o jogo no prolongamento, tendo, todavia, Modrić possibilitado a Kasper Schmeichel a defesa de uma grande penalidade, quando restavam apenas cerca de cinco minutos para jogar.

Assim, o ponto alto deste desafio seria mesmo a exibição protagonizada por ambos os guardiões, com soberbas defesas (fruto de grande concentração e excelentes gestos técnicos), a impedir o golo; no total, cada um deles (Schmeichel e Subašić) defendeu três remates da marca de grande penalidade (seis em onze tentativas!), com a diferença de os três do croata terem sido no desempate final, o que proporcionou à Croácia – após Modrić se ter também conseguido “redimir” da falha anterior – uma justa qualificação para a fase seguinte da competição.

1 Julho, 2018 at 9:46 pm 1 comentário

Mundial 2018 – 1/8 de final – Espanha – Rússia

Espanha Rússia 1-1 (3-4 g.p.)

Espanha David de Gea, Nacho (70m – Dani Carvajal), Gerard Piqué, Sergio Ramos, Jordi Alba, Koke, Isco, Sergio Busquets, Marco Asensio (104m – Rodrigo), David Silva (67m – Andrés Iniesta) e Diego Costa (80m – Iago Aspas)

Rússia Igor Akinfeev, Mário Fernandes, Ilya Kutepov, Sergey Ignashevich, Fedor Kudriashov, Yury Zhirkov (45m – Vladimir Granat), Alexander Samedov (61m – Denis Cheryshev), Roman Zobnin, Daler Kuziaev (97m – Aleksandr Erokhin), Aleksandr Golovin e Artem Dzyuba (65m – Fedor Smolov)

1-0 – Sergey Ignashevich (p.b.) – 12m
1-1 – Artem Dzyuba (pen.) – 41m

Desempate da marca de grande penalidade:

1-0 – Andrés Iniesta
1-1 – Fedor Smolov
2-1 – Gerard Piqué
2-2 – Sergey Ignashevich
Koke permitiu a defesa a Igor Akinfeev
2-3 – Aleksandr Golovin
3-3 – Sergio Ramos
3-4 – Denis Cheryshev
Iago Aspas permitiu a defesa a Igor Akinfeev

Cartões amarelos – Gerard Piqué (40m); Ilya Kutepov (54m) e Roman Zobnin (71m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Luzhniki Stadium – Moskva (15h00)

Este encontro seria quase como que uma réplica do que sucedera na derradeira meia hora do Uruguai-Portugal, mas, neste caso, ao longo de 120 minutos, nos quais a notória diferença de potencial entre ambos os conjuntos fez com que a Espanha dominasse durante todo o tempo, perante uma equipa russa que se limitou a procurar defender, tendo obtido um golo “feliz”, numa grande penalidade bastante polémica (remate ao braço de Piqué, que, de costas para o lance, saltara com os braços no ar…).

Mas, a verdade é que, também neste caso, a prolixa troca de bola entre os espanhóis, acabaria por se revelar absolutamente improdutiva, ineficaz no que ao objectivo de procurar chegar ao golo respeita.

Tendo conseguido arrastar a definição da eliminatória para o desempate da marca de grande penalidade, a equipa da casa veria então um algo “mal-amado” Akinfeev a ser o “herói” da noite, com duas defesas, a garantir um completamente inesperado apuramento para os 1/4 de final, ao mesmo tempo que – ainda prematuramente – remetia para casa uma das principais favoritas ao título…

1 Julho, 2018 at 5:43 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – 1/8 de final – Uruguai – Portugal

Uruguai Portugal 2-1

Uruguai Fernando Muslera; Martín Cáceres, José María Giménez, Diego Godín (c.) e Diego Laxalt; Nahitan Nández (81m – Carlos Andrés Sánchez), Lucas Torreira, Matías Vecino e Rodrigo Bentancur (63m – Cristian Rodríguez); Luis Suárez e Edinson Cavani (74m – Cristhian Stuani)

Portugal Rui Patrício; Ricardo Pereira, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, Bernardo Silva, Adrien Silva (65m – Ricardo Quaresma), João Mário (84m – Manuel Fernandes) e Gonçalo Guedes (74m – André Silva); Cristiano Ronaldo (c.)

1-0 – Edinson Cavani – 7m
1-1 – Pepe – 55m
2-1 – Edinson Cavani – 62m

Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (90m)

Árbitro – César Ramos (México)

Fisht Olympic Stadium – Sochi (19h00)

Depois de se ter experimentado o doce sabor do triunfo num Campeonato da Europa, é bastante mais difícil “contentar-nos” com um desfecho menos “glorioso”.

As expectativas tinham, porventura (mesmo que apenas em termos de subconsciente), sido colocadas a um nível excessivamente elevado – embora, sem excepção, todos os elementos afectos à selecção tivessem procurado “baixar a fasquia”, enfatizando sempre que Portugal não era favorito (de facto, não era…) -, e, não tanto a nível de fase a atingir nesta competição, mas, principalmente, do nível exibicional que se “requeria”.

Em retrospectiva, o comportamento da equipa portuguesa na fase de Grupos deixara já patente que o conjunto luso se apresentava abaixo do padrão de forma que revelara há dois anos, no Europeu; sobretudo, denotando uma aflitiva incapacidade de “ter bola”, de controlar o jogo, assim como de explorar os espaços facultados pelos adversários (situação bem evidente na partida frente a Marrocos).

Na teoria, esta eliminatória era bem repartida, num daqueles casos em que o chavão dos “50/50” parecia encaixar na perfeição. Isto, sem prejuízo de se saber que o Uruguai tinha dois esteios na defesa (a dupla de centrais do At. Madrid, formada por Giménez e Godín), a par de duas “lanças” potencialmente letais apontadas na frente (Cavani e Suárez).

Esperava-se (desejava-se) que Portugal conseguisse estar ao seu melhor nível, especialmente que Cristiano Ronaldo sobressaísse e que o meio-campo alcançasse a solidez que ainda não evidenciara neste Mundial. E, já agora, que a defesa tivesse um rigoroso nível de concentração, que lhe permitisse antecipar as investidas contrárias.

A turma nacional até começou por ter uma aparente boa entrada em campo, com atitude positiva, procurando assumir a iniciativa. Porém, o golo sofrido logo à passagem do sétimo minuto, numa primeira falha defensiva – num lance fantástico de entendimento entre os dois homens mais ofensivos da formação sul-americana, com os portugueses “a ver jogar” -, viria condicionar todo o desenrolar do jogo.

Agora, após o termo do desafio, podemos já concluir que o Uruguai foi bem mais competente “a fazer de Portugal” que a nossa própria selecção: “sólido como uma rocha” na missão defensiva (com uma muralha que se foi gradualmente reforçando à medida que o tempo avançava); com eficácia quase absoluta nos (escassos) movimentos de ataque (para além dos golos, ficou apenas na retina um outro remate, bem defendido por Rui Patrício), não perdoando qualquer desatenção.

Ao invés, Portugal ficou aquém em quase todos os parâmetros, em relação ao que se ansiava. Depois do tento inaugural, e até final do primeiro tempo, o “onze” português – com notórios equívocos de posicionamento, jogando na largura do campo, mas sem profundidade, com Cristiano Ronaldo encostado à linha, a procurar “pegar no jogo”, mas sem ninguém na zona de finalização – embora procurasse, desta feita, assumir o controlo do jogo, não conseguiu nunca criar uma jogada com “cabeça, tronco e membros”, que se pudesse dizer que tivesse constituído uma efectiva oportunidade de golo.

A configuração do jogo alterar-se-ia na metade complementar da partida – necessariamente, para melhor – com a equipa portuguesa a conseguir, fruto da insistência que registara desde a fase inicial da segunda parte, igualar o marcador, na sequência de um canto curto, com Raphaël Guerreiro a cruzar atrasado, surgindo Pepe, no centro da área, a elevar-se mais alto que toda a defesa contrária, cabeceando inapelavelmente para a baliza.

Portugal estava, então, “por cima” e pensou-se que poderia seguir numa dinâmica de vitória. Porém, por ironia do destino – apenas sete minutos volvidos -, seria o mesmo Pepe a ter uma comprometedora perda de bola, potenciando um rápido contra-ataque uruguaio, com a bola a chegar ao flanco esquerdo, onde Cavani, ligeiramente descaído, liberto de marcação (Ricardo Pereira estava “demasiado longe”, numa zona mais interior), num gesto técnico de excelência, de primeira, rematou subtilmente, com a bola a desferir um arco e a ir anichar-se junto ao poste mais distante (quando Rui Patrício procurava cobrir o lado direito da sua baliza).

Na meia hora que restava para jogar, a selecção portuguesa teria então a sua “melhor” fase no torneio, intensificando a pressão ofensiva, com o Uruguai, deliberadamente, a remeter-se à  defesa – no tal reforço de uma muralha que acabaria por se vir a revelar efectivamente intransponível. Foram cerca de trinta minutos em que os portugueses estiveram instalados no meio-campo contrário, mas com jogadas sempre inconsequentes, deixando transparecer uma sensação de impotência para contrariar o rumo dos acontecimentos, sempre a “correr atrás do prejuízo” e de um “relógio em marcha acelerada”.

No final, “reclamava-se” que o resultado era “injusto” em função do que ambas as formação tinham exibido dentro de campo, em especial atendendo à forma como Portugal porfiou no ataque, em contraponto ao comportamento de “equipa pequena” do Uruguai, que, durante largo tempo, “apenas” se preocupou em preservar a vantagem.

Mas, a “justiça” do marcador final pode ser interpretada de outra forma: os uruguaios executaram muito melhor as tarefas que lhe eram cometidas – em ambas as vertentes, quer no ataque (a tal eficácia quase total), como da defesa (praticamente impenetrável) – do que os portugueses (lentos a reagir na defesa, atabalhoados e sem profundidade na organização ofensiva, esbarrando sempre na barreira contrária).

Num balanço final, Portugal – eliminado nos 1/8 de final, tal como sucedera há oito anos, no Mundial da África do Sul, então frente à Espanha, equipa que se viria a sagrar Campeã Mundial – sai da competição na mesma fase que a Argentina (e, saber-se-ia pouco depois, que a própria Espanha), tendo, pela primeira vez na sua história, superado a Alemanha.

Um desempenho que, inevitavelmente, “sabe a pouco” (a fronteira entre um resultado sofrível e um “sucesso” ficaria um pouco mais adiante, pelo menos pelos 1/4 de final), e que terá de ter associada uma renovação da selecção portuguesa (são vários os jogadores que terão tido a sua última presença em Mundiais – nove dos seleccionados com 30 ou mais anos, como são os casos de Bruno Alves, Beto, Pepe, Quaresma, José Fonte, Manuel Fernandes e João Moutinho, para além do guardião Rui Patrício e da “incógnita” Cristiano Ronaldo, o qual, em 2022, se aproximará dos 37 anos e meio…).

Mas, fundamentalmente, uma nova “visão” de jogo, mais afirmativa e construtiva, baseada no talento de jovens que despontam – e que se deseja venham a confirmar o seu valor, em idade mais “madura” – como Rúben Dias, Gonçalo Guedes, André Silva, Gelson Martins, Bruno Fernandes ou, porventura o seu expoente maior, Bernardo Silva (para além dos já “consagrados” Raphaël Guerreiro, João Mário e Wiliam Carvalho, assim como de alguns outros nomes que não integraram o presente lote de convocados).

30 Junho, 2018 at 8:55 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – 1/8 de final – França – Argentina

França Argentina 4-3

França Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Samuel Umtiti, Lucas Hernández, Kylian Mbappé (89m – Florian Thauvin), N’Golo Kanté, Paul Pogba, Blaise Matuidi (75m – Corentin Tolisso), Antoine Griezmann (83m – Nabil Fekir) e Olivier Giroud

Argentina Franco Armani, Gabriel Mercado, Nicolás Otamendi, Marcos Rojo (45m – Federico Fazio), Nicolás Tagliafico, Enzo Pérez (66m – Sergio Agüero), Javier Mascherano, Éver Banega, Cristian Pavón (75m – Maximiliano Meza), Ángel Di María e Lionel Messi

1-0 – Antoine Griezmann (pen.) – 13m
1-1 – Ángel Di María – 41m
1-2 – Gabriel Mercado – 48m
2-2 – Benjamin Pavard – 57m
3-2 – Kylian Mbappé – 64m
4-2 – Kylian Mbappé – 68m
4-3 – Sergio Agüero – 90m

Cartões amarelos – Blaise Matuidi (72m), Benjamin Pavard (73m) e Olivier Giroud (90m); Marcos Rojo (11m), Nicolás Tagliafico (19m), Javier Mascherano (43m), Éver Banega (50m) e Nicolás Otamendi (90m)

Árbitro – Alireza Faghani (Irão)

Kazan Arena – Kazan (15h00)

Num jogo quase de “sentido único”, com a Argentina – confirmando as grandes dificuldades que evidenciara para alcançar o apuramento, obtido praticamente “in extremis”, no desafio frente à Nigéria – sempre a aparentar estar “perdida dentro de campo”, não surpreendeu que a França tivesse chegado cedo à vantagem. O que surpreenderia – e muito – foi a forma como os franceses se viram a perder, com um primeiro tento de Di María, a findar a primeira parte e um outro, de Mercado, logo a abrir o segundo tempo.

Mas, muito mais equipa, a selecção francesa não se “descompôs” e, num intervalo de apenas onze minutos, reverteu um marcador de 1-2 para uns categóricos 4-2, com Mbappé a exibir-se ao mais alto nível (construíra já o lance que originara a grande penalidade que resultou no tento inaugural, vindo ainda a marcar dois golos).

O terceiro golo da Argentina, apontado já em tempo de compensação, apenas viria a dar ao “placard” final uma ilusória sensação de equilíbrio.

30 Junho, 2018 at 4:53 pm Deixe um comentário

Diário de Notícias – O fim de uma era

DN-30-06-2018

Capa da última edição diária impressa do Diário de Notícias que, a partir de amanhã – ao fim de 154 anos de publicação -, passa a semanário, com edição quotidiana apenas online.

30 Junho, 2018 at 10:05 am Deixe um comentário

Mundial 2018 – 1/8 final

    1/8 FINAL              1/4 FINAL         1/2 FINAIS             FINAL

UruguaiPortugal--- Vencedor do Uruguai vs. PortugalVencedor do França vs. Argentina--- FrançaArgentina--- ......---

BrasilMéxico--- ...- Vencedor do Brasil vs. MéxicoVencedor do Bélgica vs. Japão--- BélgicaJapão---


EspanhaRússia--- Vencedor Espanha vs. RússiaVencedor Croácia vs. Dinamarca--- CroáciaDinamarca--- ...-

SuéciaSuíça--- ......--- Vencedor Suécia vs. SuíçaVencedor Colômbia vs. Inglaterra--- ColômbiaInglaterra---

28 Junho, 2018 at 8:56 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Resultados e Classificações – 3ª jornada

GRUPO A        Jg  V  E  D   G  Pt  Rússia-A. Saudita.....5-0
Uruguai    Uruguai  3  3  -  -  5-0  9  Egipto-Uruguai........0-1
Rússia     Rússia  3  2  -  1  8-4  6  Rússia-Egipto.........3-1
A. Saudita A. Saudita  3  1  -  2  2-7  3  Uruguai-A. Saudita....1-0
Egipto     Egipto  3  -  -  3  2-6  -  Uruguai-Rússia........3-0
                                    A. Saudita-Egipto.....2-1

GRUPO B        Jg  V  E  D   G  Pt  Marrocos-Irão.........0-1
Espanha    Espanha  3  1  2  -  6-5  5  Portugal-Espanha......3-3
Portugal   Portugal  3  1  2  -  5-4  5  Portugal-Marrocos.....1-0
Irão       Irão  3  1  1  1  2-2  4  Irão-Espanha..........0-1
Marrocos   Marrocos  3  -  1  2  2-4  1  Espanha-Marrocos......2-2
                                    Irão-Portugal.........1-1

GRUPO C        Jg  V  E  D   G  Pt  França-Austrália......2-1
França     França  3  2  1  -  3-1  7  Peru-Dinamarca........0-1
Dinamarca  Dinamarca  3  1  2  -  2-1  5  Dinamarca-Austrália...1-1
Peru       Peru  3  1  -  2  2-2  3  França-Peru...........1-0
Austrália  Austrália  3  -  1  2  2-5  1  Austrália-Peru........0-2
                                    Dinamarca-França......0-0

GRUPO D        Jg  V  E  D   G  Pt  Argentina-Islândia....1-1
Croácia    Croácia  3  3  -  -  7-1  9  Croácia-Nigéria.......2-0
Argentina  Argentina  3  1  1  1  3-5  4  Argentina-Croácia.....0-3
Nigéria    Nigéria  3  1  -  2  3-4  3  Nigéria-Islândia......2-0
Islândia   Islândia  3  -  1  2  2-5  1  Nigéria-Argentina.....1-2
                                    Islândia-Croácia......1-2

GRUPO E        Jg  V  E  D   G  Pt  Costa Rica-Sérvia.....0-1
Brasil     Brasil  3  2  1  -  5-1  7  Brasil-Suíça..........1-1
Suíça      Suíça  3  1  2  -  5-4  5  Brasil-Costa Rica.....2-0
Sérvia     Sérvia  3  1  -  2  2-4  3  Sérvia-Suíça..........1-2
Costa Rica Costa Rica  3  -  1  2  2-5  1  Sérvia-Brasil.........0-2
                                    Suíça-Costa Rica......2-2

GRUPO F        Jg  V  E  D   G  Pt  Alemanha-México.......0-1
Suécia     Suécia  3  2  -  1  5-2  6  Suécia-Coreia Sul.....1-0
México     México  3  2  -  1  3-4  6  Coreia Sul-México.....1-2
Coreia Sul Coreia do Sul  3  1  -  2  3-3  3  Alemanha-Suécia.......2-1
Alemanha   Alemanha  3  1  -  2  2-4  3  Coreia Sul-Alemanha...2-0
                                    México-Suécia.........0-3

GRUPO G        Jg  V  E  D   G  Pt  Bélgica-Panamá........3-0
Bélgica    Bélgica  3  3  -  -  9-2  9  Tunísia-Inglaterra....1-2
Inglaterra Inglaterra  2  2  -  1  8-3  6  Bélgica-Tunísia.......5-2
Tunísia    Tunísia  3  1  -  2  5-8  3  Inglaterra-Panamá.....6-1
Panamá     Panamá  3  -  -  3  2-11 -  Panamá-Tunísia........1-2
                                    Inglaterra-Bélgica....0-1

GRUPO H        Jg  V  E  D   G  Pt  Colômbia-Japão........1-2
Colômbia   Colômbia  3  2  -  1  5-2  6  Polónia-Senegal.......1-2
Japão      Japão  3  1  1  1  4-4  4  Japão-Senegal.........2-2
Senegal    Senegal  3  1  1  1  4-4  4  Polónia-Colômbia......0-3
Polónia    Polónia  3  1  -  2  2-5  3  Japão-Polónia.........0-1
                                    Senegal-Colômbia......0-1

5 golos – Harry Kane (Inglaterra)

4 golos – Cristiano Ronaldo (Portugal) e Romelu Lukaku (Bélgica)

3 golos – Denis Cheryshev (Rússia) e Diego Costa (Espanha)

2 golos – Artem Dzyuba (Rússia), Mile Jedinak (Austrália), Luka Modrić (Croácia), Philippe Coutinho (Brasil), Ahmed Musa (Nigéria), Eden Hazard (Bélgica), John Stones (Inglaterra), Luis Suárez (Uruguai), Mohamed Salah (Egipto), Andreas Granqvist (Suécia), Heung-Min Son (Coreia Sul), Yerry Mina (Colômbia) e Wahbi Khazri (Tunísia)

1 golo – Yury Gazinskiy e Aleksandr Golovin (Rússia); José Maria Giménez (Uruguai); Aziz Bouhaddouz (Marrocos – p.b. – Irão); Nacho (Espanha); Antoine Griezmann (França); Aziz Behich (Austrália – p.b. – França); Sergio Agüero (Argentina); Alfreð Finnbogason (Islândia); Yussuf Poulsen (Dinamarca); Oghenekaro Etebo (Nigéria – p.b. – Croácia); Aleksandar Kolarov (Sérvia); Hirving Lozano (México); Steven Zuber (Suíça); Dries Mertens (Bélgica); Ferjani Sassi (Tunísia); Shinji Kagawa e Yuya Osako (Japão); Juan Quintero (Colômbia); Thiago Cionek (Polónia – p.b. – Senegal); M’Baye Niang (Senegal); Grzegorz Krychowiak (Polónia); Ahmed Fathy (Egipto – p.b. – Rússia); Christian Eriksen (Dinamarca); Kylian Mbappé (França); Ante Rebić e Ivan Rakitić (Croácia); Neymar (Brasil); Aleksandar Mitrović (Sérvia); Granit Xhaka e Xherdan Shaqiri (Suíça); Dylan Bronn (Tunísia); Michy Batshuayi (Bélgica); Carlos Vela e Javier Hernández (México); Ola Toivonen (Suécia); Marco Reus e Toni Kroos (Alemanha); Jesse Lingard (Inglaterra); Felipe Baloy (Panamá); Sadio Mané (Senegal); Takashi Inui (Japão); Moussa Wagué (Senegal); Keisuke Honda (Japão); Radamel Falcao e Juan Cuadrado (Colômbia); Denis Cheryshev (Rússia – p.b. – Uruguai); Salman Al Faraj (A. Saudita); Edinson Cavani (Uruguai); Salem Al Dawsari (A. Saudita); Khalid Boutaib (Marrocos); Isco (Espanha); Ricardo Quaresma (Portugal); Youssef En Nesyri (Marrocos); Iago Aspas (Espanha); Karim Ansarifard (Irão); André Carrillo e Paolo Guerrero (Peru); Lionel Messi (Argentina); Victor Moses (Nigéria); Milan Badelj (Croácia); Gylfi Sigurðsson (Islândia); Marcos Rojo (Argentina); Ivan Perišić (Croácia); Ludwig Augustinsson (Suécia); Edson Álvarez (México – p.b. – Suécia); Young-Gwon Kim (Coreia Sul); Blerim Džemaili (Suíça); Paulinho (Brasil); Kendall Waston (Costa Rica); Thiago Silva (Brasil); Josip Drmić (Suíça); Yann Sommer (Suíça – p.b. – Costa Rica); Jan Bednarek (Polónia); Yassine Meriah (Tunísia – p.b. – Panamá); Adnan Januzaj (Bélgica); Fakhreddine Ben Youssef (Tunísia)

28 Junho, 2018 at 8:55 pm Deixe um comentário

Memória Virtual – 15 anos

15-Year
MV-header
Há quinze anos nascia este blogue…

28 Junho, 2018 at 10:00 am Deixe um comentário

Mundial 2018 – Irão – Portugal

Irão Portugal 1-1

Irão Ali Beiranvand; Ramin Rezaeian, Majid Hosseini, Morteza Pouraliganji e Ehsan Haji Safi (c.) (56m – Milad Mohammadi); Mehdi Taremi, Alireza Jahanbakhsh (70m – Saman Ghoddos), Saeid Ezatolahi (76m – Karim Ansarifard), Omid Ebrahimi e Vahid Amiri; Sardar Azmoun

Portugal Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, Adrien Silva, João Mário (84m – João Moutinho) e Ricardo Quaresma (70m – Bernardo Silva); Cristiano Ronaldo (c.) e André Silva (90m – Gonçalo Guedes)

0-1 – Ricardo Quaresma – 45m
1-1 – Karim Ansarifard (pen.) – 90m

Cartões amarelos – Raphaël Guerreiro (33m), Ricardo Quaresma (64m), Cristiano Ronaldo (83m) e Cédric Soares (90m); Ehsan Haji Safi (52m) e Sardar Azmoun (54m)

Árbitro – Enrique Cáceres (Paraguai)

Mordovia Arena – Saransk (19h00)

Num desafio final da fase de grupos em que o empate bastava para garantir o apuramento para os 1/8 de final, a selecção portuguesa mostrou-se bem consciente de que o melhor caminho para alcançar o objectivo era o de buscar a vitória, sabendo, não obstante, das dificuldades que a esperavam, atendendo ao desempenho do Irão nos encontros anteriores.

A equipa nacional teve a melhor entrada em jogo de todas as três partidas – pese embora tenha sido esta a única em que não marcou logo de início -, assumindo decididamente a iniciativa, não dando tempo à formação iraniana de se organizar defensivamente, a qual, de forma algo surpreendente, começou por denotar sinais de intranquilidade, com o guarda-redes muito nervoso, a falhar a intercepção de bolas e a desentender-se com os seus colegas da defesa.

Nesse período inicial de cerca de 20 minutos, Portugal criaria algumas situações de apuro na defensiva contrária, as quais, contudo, não conseguiu materializar em golo, nomeadamente com Cristiano Ronaldo e João Mário perdulários.

Também desde cedo os jogadores do Irão começaram a evidenciar uma toada de forte agressividade, que se intensificaria com o decorrer do jogo, com entradas à margem das regras, a par da sistemática pressão que, do lado de fora das quatro linhas, ia sendo feita pelos elementos que se encontravam no banco, sobre a equipa de arbitragem e, também sobre os jogadores portugueses.

Com o decorrer do tempo, sem que o Irão tivesse criado qualquer situação relevante de perigo, o ritmo da partida começou a decair, com o grupo português, porventura, a começar a crer em ilusórias facilidades, na expectativa de que o golo acabaria por surgir.

E, curiosamente, o golo chegaria, mesmo ao findar no primeiro tempo, numa soberba “trivela” de Quaresma, num remate ainda de longe, cruzado, com a bola a desferir uma trajectória caprichosa, a fugir do guardião contrário, para, inapelavelmente, se anichar no fundo das redes. Um golo que aparecia na melhor altura, a dar maior confiança e serenidade à turma lusa, para o segundo tempo.

Pouco mais de cinco minutos decorridos na metade complementar, Portugal poderia ter alcançado a tranquilidade: Cristiano Ronaldo foi derrubado na área, não tendo o árbitro assinalado a correspondente sanção, lapso que seria corrigido pela intervenção do “VAR” (primeira de três, neste jogo); porém, na conversão da grande penalidade, o mesmo Ronaldo, com um remate não muito colocado (a bola dirigiu-se a meio entre o centro da linha de baliza e o poste), permitiu uma boa defesa a Ali Beiranvand.

Estávamos no minuto 53 e este seria um lance capital; em função da oportuna intervenção do seu guarda-redes, a partir daí, os iranianos galvanizar-se-iam, em contraponto a um conjunto português que se intranquilizaria, começando a “embarcar” no jogo duro e nas provocações dos jogadores do Irão, com Quaresma a “responder” a uma sucessão de entradas em falta, acabando por ver o cartão amarelo e “forçando” Fernando Santos a “preservá-lo”.

O mesmo sucederia com Cristiano Ronaldo, num lance duvidoso, aparentemente a procurar desforço, o que resultaria na segunda intervenção do “VAR”, com o árbitro a decidir-se por lhe “poupar” a expulsão, admoestando-o também com o cartão amarelo.

Na fase final do encontro, com o clima de tensão elevado ao máximo, então com o Irão a correr todos os riscos para procurar chegar ao golo – e, quando, tendo-se esgotado o tempo regulamentar, se julgaria que o “trabalho estava feito”, – o “VAR” teria a sua última intervenção no jogo, desta feita com o árbitro a julgar contra Portugal, interpretando erroneamente um cabeceamento de um iraniano (de cima para baixo), que embateu no braço de Cédric Soares, em plena grande área, apontando a marca da grande penalidade.

Quando, já em período de compensação – com Portugal então a ganhar e a Espanha a perder (frente a Marrocos) -, a selecção nacional parecia ter tudo para garantir o 1.º lugar do grupo, num ápice tudo se inverteria: os espanhóis marcavam o seu segundo tento, restabelecendo a igualdade, para, de imediato (já no minuto 93), os iranianos empatarem também.

Tendo o árbitro fixado o tempo de descontos em seis minutos (acabariam por ser um pouco mais de sete), o Irão acreditou que tudo era ainda possível, lançando bolas em profundidade para a área portuguesa; logo no minuto 94, num desses lances, na sequência de um ressalto, a bola sobrou para Mehdi Taremi que, ligeiramente descaído sobre o lado esquerdo, só frente a Rui Patrício – o qual apenas teve possibilidade de esboçar a “mancha”, procurando cobrir o ângulo da sua baliza -, remataria à malha lateral das redes, num instante em que o coração dos portugueses teve uma “paragem”.

Foi por “um cabelo” que Portugal não sofria o segundo golo (uma espécie de “matchpoint” desperdiçado), que, irremediavelmente, o teria afastado da fase seguinte!

No termo de um jogo com fases electrizantes, de elevadíssima tensão – em que Portugal acabou por passar por um enorme (e evitável) sofrimento, a par de um colossal susto -, tem de lastimar-se a atitude genericamente evidenciada pelo conjunto iraniano, pautada por excessiva agressividade, assim como pela “azia” revelada por Carlos Queiroz, a queixar-se abusivamente da arbitragem, quando nem se poderá considerar que a sua equipa tenha sido mais prejudicada.

Do mal o menos, embora baixando ao 2.º posto, a selecção nacional passava a ter encontro marcado, para Sábado, com o Uruguai (ao invés de defrontar a equipa da casa, Rússia). Um teste que se afigura ainda de maior grau de dificuldade, tendo em consideração o elevado potencial futebolístico do adversário, no qual será necessário que Portugal melhore ainda, substancialmente, a sua exibição, concentração e efectividade.

25 Junho, 2018 at 8:57 pm Deixe um comentário

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