Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – P.A.O.K. – Benfica
P.A.O.K. – Živko Živković, José Ángel Crespo, Sverrir Ingason, Fernando Varela, Giannis Michailidis, Dimitris Giannoulis, Christos Tzolis (80m – Anderson Esiti), Stefan Schwab, Omar El Kaddouri, Dimitris Pelkas (66m – Andrija Živković) e Chuba Akpom (70m – Karol Świderski)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jan Vertonghen, Álex Grimaldo, Julian Weigl, Everton, Adel Taarabt (76m – Rafa Silva), Pizzi, Pedrinho (65m – Darwin Núñez) e Haris Seferović (72m – Carlos Vinícius)
1-0 – Dimitris Giannoulis / Jan Vertonghen (p.b.) – 63m
2-0 – Andrija Živković – 75m
2-1 – Rafa Silva – 90m
Cartões amarelos – Dimitris Pelkas (1m), Fernando Varela (29m), Giannis Michailidis (45m), Stefan Schwab (79m) e Anderson Esiti (90m); André Almeida (44m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
No que constitui um péssimo arranque de temporada, tendo sido eliminado por um dos, porventura, menos credenciados adversários que o suplantaram ao longo de seis dezenas de edições das provas europeias (fazendo recordar outra vexatória eliminação, frente ao clube rival da cidade, o Aris, em 1979), o Benfica falha a presença na Liga dos Campeões pela primeira vez desde 2010, após um ciclo de dez participações consecutivas! Mais, é necessário recuar a 2004 para registar a última vez que o clube fora afastado nas eliminatórias prévias desta competição…
É verdade que se tratou do primeiro jogo “a sério” da época (enquanto o PAOK tivera de derrotar já, na eliminatória anterior, a 25 de Agosto, o Besiktas), mas, ainda assim – e, pese embora, no actual contexto anómalo de pandemia – Jorge Jesus teve mais de um mês de pré-temporada para preparar este desafio, cuja importância crucial era sobejamente conhecida.
Como era (ou deveria ser) bem conhecida a forma de actuar da formação grega, orientada pelo português Abel Ferreira, também ele (e o seu perfil e predicados) muito familiares de todos nós.
Mesmo considerando a particularidade de esta eliminatória ser decidida num único encontro, no terreno do adversário (por curiosidade, o Benfica até tinha vencido, frente a este mesmo opositor, em todas as três anteriores visitas a Salónica), tal não deveria constituir, nas circunstâncias presentes – jogos realizados sem assistência – um “handicap”, antes dependendo a forma de abordagem do desafio de uma atitude mental, que, neste caso, deveria ser a de enfrentar esta partida como ela era – decisiva -, como se de uma “final” em campo neutro se tratasse.
E, nesse contexto, o Benfica, com um potencial incomensuravelmente superior ao seu adversário, deveria ter-se imposto, desde início, marcando o ritmo, garantindo uma vantagem que o deixasse a coberto de qualquer imprevisto.
Na realidade, tendo sido o Benfica a assumir a iniciativa do jogo, com um largo predomínio de posse de bola, tal domínio – estrategicamente consentido pelo oponente – revelar-se-ia estéril, ora mercê do desacerto dos seus avançados (em especial, o desastrado Seferović), ora de algumas boas intervenções de Živković (o guarda-redes). E, à medida que o tempo ia avançando, cada vez com menor intensidade, portanto, de mais fácil anulação, começando a adivinhar-se o que poderia vir a suceder (e que acabaria mesmo por se confirmar).
Ao contrário, o PAOK, tendo sabido “esperar” (mesmo que com alguma felicidade na primeira metade, culminando no remate de Pizzi a embater com estrondo no poste, a par de boas oportunidades de Taarabt e de Pedrinho), revelou-se, esta noite, mais competente, quer a defender (onde chegou a forma duas linhas, com nove elementos – tendo, já na etapa complementar, o guardião negado outra vez o golo, agora a Everton), como, sobretudo, na concretização das escassas oportunidades que criou, com um aproveitamento quase integral das (já recorrentes) falhas adversárias.
Pouco depois da hora de jogo, num lance rápido, enleando a defesa contrária, com um passe atrasado para a zona nevrálgica da área, surgindo Dimitris Giannoulis (que iniciara a arrancada) e o central Jan Vertonghen a “dividir” o desvio fatal para a baliza portuguesa; pouco mais de dez minutos volvidos, numa lesta contra-ofensiva conduzida pelo mesmo Giannoulis, após uma perda de bola no ataque benfiquista (Vinícius), o esférico chegou a um desmarcadíssimo Živković (o avançado, que, ainda há pouco mais de uma semana, integrava o plantel do… Benfica), o qual, flectindo da direita para o centro, tirando o adversário mais próximo (Grimaldo) do caminho, desferiu um remate “seco”, sem hipótese de defesa para Vlachodimos, selando o desfecho desta eliminatória (instantaneamente como que “pedindo desculpa” por tal).
O tento de Rafa, ao 95.º minuto (último do período de compensação) – já depois de o outro Živković ter, “miraculosamente”, salvado um remate subtil de Grimaldo, que levada “selo de golo” -, chegaria tarde demais…
De forma triste, falhando rotundamente este fulcral (em termos desportivos e, principalmente, financeiros) compromisso, o Benfica vê-se – logo de entrada, após um único jogo na prova – despromovido à Liga Europa, com um estranhamente conformado Jesus a ter de mostrar muito “mais serviço”, e rapidamente.
Eleições Presidenciais EUA – 2020 (III)
Faltam agora sete semanas para as eleições presidenciais nos EUA, sendo ocasião para nova actualização das tendências apontadas pelas sondagens, tal como resumido no mapa seguinte:
A posição que é possível antecipar neste momento resume-se da seguinte forma:
- Joe Biden – Claro favoritismo em 16 Estados, num total correspondente a 203 “Grandes eleitores”: California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Virginia (13); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Connecticut (7); Oregon (7); New Mexico (5); Hawaii (4); Rhode Island (4); Delaware (3); Maine (3, do total de 4); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
- Donald Trump – Claro favoritismo em 16 Estados, num total correspondente a 100 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Alabama (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); Utah (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); e Wyoming (3).
Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 45 “Grandes eleitores” (Michigan – 16; Minnesota – 10; Wisconsin – 10; e Colorado – 9); enquanto Trump alcançaria outros 25 “Grandes eleitores” (Missouri – 10; Carolina do Sul – 9; Alaska – 3; e Montana – 3).
As eleições poderão, assim, decidir-se nos restantes 10 Estados, ainda de tendência algo indefinida, aos quais corresponde um total de 165 “Grandes eleitores”:
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 5 Estados, num total correspondente a 70 “Grandes eleitores”:
- Florida (29)
- Pennsylvania (20)
- Arizona (11)
- Nevada (6)
- New Hampshire (4)
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 2 Estados, num total correspondente a 44 “Grandes eleitores”:
- Texas (38)
- Iowa (6)
- Actualmente em situação de “empate” – 3 Estados, num total correspondente a 49 “Grandes eleitores” (a que acrescem 2 “Grandes Eleitores” nos Estados de Maine e Nebraska – 1 de cada):
- Ohio (18)
- Georgia (16)
- Carolina do Norte (15)
Em relação à semana passada, volta a registar-se um reforço da posição de Joe Biden, agora favorito em 20 Estados, somando 248 “Grandes Eleitores”, a que acrescem outros 5 Estados (total de 70 “Grandes Eleitores”) em que a tendência lhe é, para já, favorável.
As alterações constatadas foram as seguintes:
- Claro favoritismo vs. Forte probabilidade – Biden consolida posições no Maine e na Virginia, em que se perfila com claro favoritismo;
- Forte probabilidade vs. Ligeira tendência favorável – Biden sobe de “escalão” no Colorado, Michigan, Minnesota e Wisconsin, onde parece ter agora maior probabilidade de ganhar, tendo, portanto, reforçado a sua condição na determinante região dos “Grandes Lagos”;
- Ligeira tendência favorável vs. “Empate” – Trump desce de nível no Ohio, Estado que passou a apresentar tendência indefinida.
Com o primeiro de três debates “Presidenciais” agendado para 29 de Setembro, as projecções actuais deixam ainda em aberto uma curiosa possibilidade – a qual, a concretizar-se, não deixaria de gerar um grande imbróglio -, de um eventual empate (269 “Grandes eleitores” para cada candidato): tal sucederia se, por exemplo, dos actuais 318 “Grandes Eleitores” relativamente aos quais parece ter vantagem, Joe Biden viesse a perder os 49 dos Estados da Florida e da Pennsylvania – o que, em paralelo, significaria que Donald Trump teria, para além de confirmar os 169 “Grandes Eleitores” agora projectados, e de sair igualmente vitorioso nos três Estados actualmente “empatados” (Ohio, Carolina do Norte e Georgia), recuperar, ainda, a desvantagem que terá presentemente na Florida e Pennsylvania.
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 2.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Países Baixos-Itália – 0-1 / Bósnia-Herzegovina-Polónia – 1-2
1.º Itália, 4; 2.º Polónia e Países Baixos, 3; 4.º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 2 – Bélgica-Islândia – 5-1 / Dinamarca-Inglaterra – 0-0
1.º Bélgica, 6; 2º Inglaterra, 4; 3.º Dinamarca, 1; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Suécia-Portugal – 0-2 / França-Croácia – 4-2
1.º Portugal e França, 6; 3.º Suécia e Croácia, 0
Grupo 4 – Espanha-Ucrânia – 4-0 / Suíça-Alemanha – 1-1
1.º Espanha, 4; 2.º Ucrânia, 3; 3.º Alemanha, 2; 4.º Suíça, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Suécia – Portugal (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Suécia – Robin Olsen, Emil Krafth, Filip Helander, Pontus Jansson, Ludwig Augustinsson, Dejan Kulusevski (90m – Albin Ekdal), Kristoffer Olsson, Gustav Svensson, Emil Forsberg (79m – Mattias Svanberg), Alexander Isak (71m – Robin Quaison) e Marcus Berg
Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, Bruno Fernandes, João Moutinho (73m – Rúben Neves), João Félix, Bernardo Silva (22m – Gonçalo Guedes) e Cristiano Ronaldo (81m – Diogo Jota)
0-1 – Cristiano Ronaldo – 45m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 72m
Cartões amarelos – Gustav Svensson (14m) e Jan Andersson (Treinador – 90m); Raphaël Guerreiro (57m) e João Félix (86m)
Cartão vermelho – Gustav Svensson (44m)
Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)
Entrando em campo com apenas uma alteração face à partida anterior (Cristiano Ronaldo por Diogo Jota), a exibição da equipa portuguesa não foi, desta vez, tão fluída como frente à Croácia.
Jogando em terreno alheio – pese embora, como vem sendo regra desde a retoma das competições, sem espectadores -, Portugal começou por denotar grandes dificuldades em contrariar o estilo de jogo da Suécia, apostando em lances de profundidade, sem permitir à selecção nacional apoderar-se da bola, como é seu timbre.
Como que a antecipar esse período de supremacia nórdica, seriam os suecos a criar a primeira ocasião de perigo, logo de entrada, com Marcus Berg a cabecear ligeiramente ao lado da baliza defendida por Anthony Lopes.
Estavam decorridos pouco mais de 20 minutos, quando, por lesão de Bernardo Silva, Fernando Santos teve de alterar o “onze”, fazendo entrar Gonçalo Guedes.
Por curiosidade, tal coincidiria com o final do predomínio dos visitados, com Portugal a começar a equilibrar a contenda. Até final da primeira parte, jogando já mais “a gosto”, surgiria então em acção Cristiano Ronaldo, primeiro com dois fortes remates a serem travados pelo guardião sueco.
Até que, praticamente em cima do intervalo, Svensson fez falta, a qual originou o segundo cartão amarelo e consequente expulsão; na conversão do livre correspondente, Ronaldo, com um excelente remate ao ângulo, sem hipótese de defesa, inaugurava o marcador, colocando Portugal na frente, averbando o seu “mágico” 100.º golo pela selecção portuguesa (em 165 jogos). Um óptimo final de primeiro tempo.
Na segunda metade, com vantagem no “placard” e em superioridade numérica, a equipa portuguesa adoptou uma toada de contenção, jogando “pela certa”, não deixando contudo de criar algumas boas oportunidades para ampliar a contagem: Bruno Fernandes rematou à trave (60 minutos); antes, já o mesmo Bruno Fernandes, assim como João Moutinho e João Félix, tinham tentado visar a baliza, sem sucesso.
Numa fase em que a equipa sueca até ameaçava poder causar algum perigo, Cristiano Ronaldo, dando imediata sequência a uma boa assistência de João Félix (depois de um passe a toda a largura, de Bruno Fernandes), rematou em arco, deixando “pregado” Robin Olsen, aumentando a sua contagem pessoal para 101 golos (agora apenas a oito tentos do record do iraniano Ali Daei)!
Até final, com o jogo decidido, houve ainda ocasião para dilatar a vantagem portuguesa, mas o marcador acabaria por manter-se inalterado.
Pese embora com menor fulgor, esta segunda vitória de Portugal revela uma fórmula de jogo consistente, que continua a dar bons resultados, com a equipa nacional a disputar com o Campeão do Mundo (França) a liderança do grupo.
Eleições Presidenciais EUA – 2020 (II)
Começando a contagem decrescente, agora a oito semanas das eleições presidenciais nos EUA, apresento a primeira actualização das tendências apontadas pelas sondagens, conforme resumido no mapa seguinte :
A posição que é possível antecipar neste momento resume-se da seguinte forma:
- Joe Biden – Claro favoritismo em 14 Estados, num total correspondente a 188 “Grandes eleitores” (incluindo 1 do Maine): California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Connecticut (7); Oregon (7); New Mexico (5); Hawaii (4); Rhode Island (4); Delaware (3); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
- Donald Trump – Claro favoritismo em 16 Estados, num total correspondente a 100 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Alabama (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); Utah (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); e Wyoming (3).
Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 15 “Grandes eleitores” (Maine – 2, do total de 4; e Virginia – 13); enquanto Trump alcançaria outros 25 “Grandes eleitores” (Missouri – 10; Carolina do Sul – 9; Alaska – 3; e Montana – 3).
As eleições poderão, assim, decidir-se nos restantes 14 Estados, ainda de tendência algo indefinida, aos quais corresponde um total de 210 “Grandes eleitores”:
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 9 Estados, num total correspondente a 115 “Grandes eleitores”:
- Florida (29);
- Pennsylvania (20)
- Michigan (16)
- Arizona (11)
- Wisconsin (10)
- Minnesota (10)
- Colorado (9)
- Nevada (6)
- New Hampshire (4)
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 3 Estados, num total correspondente a 62 “Grandes eleitores”:
- Texas (38)
- Ohio (18)
- Iowa (6)
- Actualmente em situação de “empate” – 2 Estados, num total correspondente a 31 “Grandes eleitores” (a que acrescem 2 “Grandes Eleitores” nos Estados de Maine e Nebraska – 1 de cada):
- Georgia (16);
- Carolina do Norte (15)
Em relação à posição da semana passada, regista-se uma evolução favorável a Joe Biden, agora favorito em 16 Estados, somando 203 “Grandes Eleitores”, a que acrescem outros 9 Estados (total de 115 “Grandes Eleitores”) em que a tendência parece correr também a seu favor.
As alterações constatadas foram as seguintes:
- Claro favoritismo vs. Forte probabilidade – Biden baixa de “escalão” no Maine e sobe no New Mexico; Trump sobe no Utah e desce no Alaska, Missouri e Montana
- Forte probabilidade vs. Ligeira tendência favorável – Biden desce de “nível” no Nevada
- Ligeira tendência favorável vs. “Empate” – Biden reforça a posição no Arizona e na Florida
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 1.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Itália-Bósnia-Herzegovina – 1-1 / Países Baixos-Polónia – 1-0
1.º Países Baixos, 3; 2.º Bósnia-Herzegovina e Itália, 1; 4.º Polónia, 0
Grupo 2 – Islândia-Inglaterra – 0-1 / Dinamarca-Bélgica – 0-2
1.º Bélgica e Inglaterra, 3; 3.º Islândia e Dinamarca, 0
Grupo 3 – Suécia-França – 0-1 / Portugal-Croácia – 4-1
1.º Portugal e França, 3; 3.º Suécia e Croácia, 0
Grupo 4 – Ucrânia-Suíça – 2-1 / Alemanha-Espanha – 1-1
1.º Ucrânia, 3; 2.º Alemanha e Espanha, 1; 4.º Suíça, 0
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, de que Portugal conquistou o título da edição inaugural. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Portugal – Croácia (Liga das Nações – 1.ª Jornada)
Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, João Moutinho (81m – Sérgio Oliveira), Bruno Fernandes, Diogo Jota, João Félix (87m – André Silva) e Bernardo Silva (78m – Francisco Trincão)
Croácia – Dominik Livaković, Tin Jedvaj, Dejan Lovren, Domagoj Vida, Borna Barišić, Josip Brekalo (61m – Ivan Perišić), Mario Pašalić (61m – Marcelo Brozović), Nikola Vlašić, Mateo Kovačić, Ante Rebić e Andrej Kramarić (74m – Bruno Petković)
1-0 – João Cancelo – 41m
2-0 – Diogo Jota – 58m
3-0 – João Félix – 70m
3-1 – Bruno Petković – 90m (+1)
4-1 – André Silva – 90m (+5)
Cartões amarelos – Tin Jedvaj (60m) e Borna Barišić (71m)
Árbitro – Davide Massa (Itália)
Portugal iniciou da melhor forma a defesa do título conquistado na edição inaugural da Liga das Nações, no ano passado, ao golear a actual vice-campeão do Mundo, Croácia, por 4-1, com uma das melhores exibições dos últimos anos!
Sem poder contar com Cristiano Ronaldo (impedido por infecção num dedo do pé), frente a um adversário também privado de Modrić e de Rakitić, a selecção nacional – com a surpresa de Anthony Lopes na baliza – desde cedo assumiu a iniciativa (após um primeiro susto, provocado por um remate de Vlašić), tendo criado, antes do primeiro golo, várias ocasiões de perigo (em especial, João Félix, e Pepe, cada um com duas boas oportunidades), a que o guardião contrário, Livaković, ia dando boa resposta, adiando (a par de três bolas nos ferros, de João Félix, Diogo Jota e Raphaël Guerreiro) o tento da equipa portuguesa, até ao remate de João Cancelo, de fora da área, ao ângulo, já quase a findar o primeiro tempo.
Na segunda metade, não obstante a tentativa de reacção da Croácia, o grupo comandado por Fernando Santos manteve a toada de jogo, tendo chegado, com alguma “naturalidade” aos 3-0 (por Diogo Jota e João Félix, este também com um potente remate de fora da área).
Seria já em período de compensação que surgiriam os dois últimos golos: primeiro, os croatas a reduzir a desvantagem, antes de André Silva fixar o marcador em 4-1.
Uma entrada “em grande” da selecção portuguesa na competição, que se espera possa ser confirmada já na próxima terça-feira, na Suécia.
Eleições Presidenciais EUA – 2020 (I)
A cerca de dois meses das eleições presidenciais nos EUA (agendadas para o próximo dia 3 de Novembro), dou início a uma série de simulações – a actualizar semanalmente – tendo por base as tendências indicadas pelas sondagens, resumidas no seguinte mapa:
A posição que é possível antecipar neste momento resume-se da seguinte forma:
- Joe Biden – Claro favoritismo em 14 Estados, num total correspondente a 185 “Grandes eleitores”: California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Connecticut (7); Oregon (7); Hawaii (4); Rhode Island (4); Maine (3, do total de 4); Delaware (3); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
- Donald Trump – Claro favoritismo em 18 Estados, num total correspondente a 110 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Missouri (10); Alabama (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Alaska (3); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); Montana (3); e Wyoming (3).
Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 24 “Grandes eleitores” (Virginia – 13; Nevada – 6; e New Mexico – 5); enquanto Trump alcançaria outros 15 “Grandes eleitores” (Carolina do Sul – 9; e Utah – 6).
As eleições poderão, assim, decidir-se nos restantes 13 Estados, ainda de tendência algo indefinida, aos quais corresponde um total de 204 “Grandes eleitores”:
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 6 Estados, num total correspondente a 69 “Grandes eleitores”:
- Pennsylvania (20)
- Michigan (16)
- Wisconsin (10)
- Minnesota (10)
- Colorado (9)
- New Hampshire (4)
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 3 Estados, num total correspondente a 62 “Grandes eleitores”:
- Texas (38)
- Ohio (18)
- Iowa (6)
- Actualmente em situação de “empate” – 4 Estados, num total correspondente a 71 “Grandes eleitores” (a que acrescem 2 “Grandes Eleitores” nos Estados de Maine e Nebraska – 1 de cada):
- Florida (29);
- Georgia (16);
- Carolina do Norte (15)
- Arizona (11)
Nesta altura Joe Biden parece ter a possibilidade de vitória nas mãos – “bastando-lhe” confirmar a vitória nos 23 Estados em que, presentemente, as sondagens lhe são favoráveis (perfilando-se como determinantes os Estados dos “Grandes Lagos”, nomeadamente os da Pennsylvania, Michigan, Wisconsin e Minnesota) -, dependente da evolução que se vier a verificar durante o período final de campanha, sobretudo em função dos debates televisivos a realizar entre os candidatos.














