Prémio Nobel da Física – 2020
O prémio Nobel da Física 2020 foi hoje atribuído aos investigadores Roger Penrose (Reino Unido), pela “descoberta de que a formação de buracos negros é uma previsão robusta da teoria da relatividade geral”; e Reinhard Genzel (Alemanha) e Andrea Ghez (EUA), “pela descoberta de um objecto compacto supermassivo no centro de nossa galáxia”.
Eleições Presidenciais EUA – 2020 (VI)
A 4 semanas das eleições, depois de realizado o primeiro debate entre os candidatos – estando ainda o segundo em dúvida, dada a infecção de Donald Trump pelo “COVID-19” – e sem que as sondagens possam ainda aquilatar da eventual influência de tal contágio na dinâmica de campanha, na sua recta final, parecem ser boas as notícias para Joe Biden, que reforça posições na Pennsylvania e no New Hampshire, assim como volta a ter ligeira vantagem na Florida.
Contando com os Estados em que detém claro favoritismo, e com aqueles em que apresenta, nesta altura, vantagens relevantes, Biden somaria 262 “Grandes Eleitores”, ficando a necessitar apenas mais 8 para garantir a vitória, que poderão provir do Arizona, Wisconsin, Nevada ou, no cenário actual, até da Florida (sendo que, nesse caso, lhe bastaria vencer num destes quatro Estados).
Resume-se no mapa abaixo a actualização das tendências apontadas pelas sondagens, a seguir detalhadas:
- Joe Biden – Claro favoritismo em 16 Estados, num total correspondente a 203 “Grandes eleitores”: California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Virginia (13); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Connecticut (7); Oregon (7); New Mexico (5); Hawaii (4); Rhode Island (4); Delaware (3); Maine (3, do total de 4); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
- Donald Trump – Claro favoritismo em 17 Estados, num total correspondente a 109 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Alabama (9); Carolina do Sul (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); Utah (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); e Wyoming (3).
Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 59 “Grandes eleitores” (Pennsylvania – 20; Michigan – 16; Minnesota – 10; Colorado – 9; e New Hampshire – 4); enquanto Trump alcançaria outros 16 “Grandes eleitores” (Missouri – 10; Alaska – 3; e Montana – 3).
As eleições poderão, assim, decidir-se nos restantes 9 Estados, ainda de tendência algo indefinida, correspondendo a um total de 151 “Grandes eleitores”:
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 4 Estados, num total correspondente a 56 “Grandes eleitores”:
- Florida (29)
- Arizona (11)
- Wisconsin (10)
- Nevada (6)
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 2 Estados, num total correspondente a 44 “Grandes eleitores”:
- Texas (38)
- Iowa (6)
- Actualmente em situação de “empate” – 4 Estados, num total correspondente a 49 “Grandes eleitores” (a que acrescem 2 “Grandes Eleitores” nos Estados de Maine e Nebraska – 1 de cada):
- Ohio (18)
- Georgia (16)
- Carolina do Norte (15)
Prémio Nobel da Medicina – 2020
O prémio Nobel da Medicina 2020 foi hoje atribuído aos investigadores Harvey J. Alter (EUA), Michael Houghton (Reino Unido) e Charles M. Rice (EUA), “pela descoberta do vírus da Hepatite C”.
O Pulsar do Campeonato – Taça de Portugal

(“O Templário”, 01.10.2020)
Depois de uma época abortada – na qual não foi possível concluir a generalidade das competições –, e com algum atraso em relação ao calendário habitual, arrancou a nova temporada futebolística, por agora restringida ao escalão de seniores (não sendo previsível, por precaução, e em função das restrições de saúde pública vigentes, antecipar a oportunidade do recomeço da prática desportiva competitiva ao nível das camadas jovens, de formação).
No passado fim-de semana teve início mais uma edição (a 81.ª) da designada “prova-rainha”, a Taça de Portugal, contando com a participação de cinco clubes do Distrito: Fátima, U. Almeirim e U. Santarém (a militar no Campeonato de Portugal) e Fazendense e U. Tomar (representantes da Associação de Futebol de Santarém, na condição, respectivamente, de 2.º classificado do Distrital e de semi-finalista da Taça do Ribatejo, à data da suspensão de tais competições).
Actuando em cenários ainda despidos de público, impedindo o ambiente de festa que caracteriza este torneio, e numa verdadeira “tarde não”, as equipas que entraram já em campo (sendo que Fazendense e U. Santarém adiaram os seus compromissos, para o próximo dia 7 de Outubro) foram, todas elas, eliminadas logo na ronda de abertura, tendo sofrido, cada uma, nada menos de três golos, com os nabantinos a serem os únicos que deram efectiva réplica ao antagonista.
Destaque – Ainda assim, tendo o União sido derrotado, em Tomar, por tangencial 2-3, ante o Portomosense (3.º classificado no Distrital de Leiria na ocasião da interrupção do campeonato), o jogo viria a traduzir-se na mostra mais cabal dessa “tarde não”, em que tudo saiu mal, no “pontapé de saída” de uma época em que são grandes as expectativas acalentadas pelo clube e seus adeptos, com objectivos ambiciosos, mercê de um atempado trabalho de reforço do plantel.
Frente a um adversário perante o qual os visitados tinham tudo para poder seguir em frente – atendendo às vicissitudes evidenciadas pelo grupo de Porto de Mós, tardiamente (re)constituído e em atrasado processo de preparação – o U. Tomar praticamente “entrou a perder”, vendo-se em inferioridade numérica logo aos 2 minutos de jogo! Em função de uma rigorosa expulsão, contando com os períodos de compensação, foram mais de 90 minutos a jogar 10 contra 11…
Apesar de fortemente condicionados por esse factor, os unionistas começaram por reagir bem a tal contrariedade, assumindo a iniciativa, controlando o jogo, e tendo beneficiado mesmo de uma soberana oportunidade para inaugurar o marcador, na sequência de uma grande penalidade, contudo com o guardião contrário a ter excelente intervenção, na preservação da sua baliza, a dois tempos (tendo a bola desferido um efeito caprichoso após a defesa inicial), a negar o golo.
Com o “vento a soprar” a seu favor, o Portomosense começou a acreditar que poderia obter desfecho positivo, vindo a colocar-se em vantagem, na conversão de outra grande penalidade, a sancionar um sempre controverso contacto com o braço, após remate a curta distância.
E, num frenético final de primeira parte (já expirados os 45 minutos regulamentares), os visitantes ampliariam a contagem, numa rápida transição, com o marcador do golo a “empurrar” a bola praticamente em cima da linha da baliza, num lance que deixou também bastantes dúvidas sobre a regularidade do seu posicionamento; paradoxalmente, haveria ainda tempo, antes do intervalo, para o U. Tomar reduzir a desvantagem, para 1-2, no que se esperava pudesse constituir tónico determinante para a segunda metade.
No regresso das cabinas, a história como que se repetiria, com os nabantinos a desperdiçarem segunda (!) grande penalidade, desta feita por “excesso de pontaria”, com a bola a embater com estrondo na base do poste, já com o guarda-redes fora do lance. E, quase de imediato, em mais um momento de alguma desconcentração, o Portomosense a dilatar o “placard”, para 3-1.
Não desistindo nunca, continuando a porfiar, o União voltaria a restabelecer a diferença mínima, reduzindo para 2-3. Restavam ainda (considerando o tempo de compensação) cerca de 15 minutos, mas, até final, pese embora ter empurrado o adversário para a zona defensiva, jogando-se já mais “com o coração”, faltaria alguma serenidade e uma “pontinha de sorte” para, pelo menos, concretizar uma de entre um par de claras ocasiões de golo de que dispôs (com o guardião de Porto de Mós, com soberba intervenção, “in extremis”, praticamente no derradeiro lance do desafio, a salvar a sua equipa do prolongamento – no qual, a verificar-se, não deixariam de se fazer sentir, ainda com maior acuidade, as dificuldades físicas do seu “onze”).
Em síntese, um desfecho absolutamente inglório para os tomarenses, nesta fase a evidenciar um potencial muito superior ao do adversário, mas que, em função de algumas falhas próprias, a par de uma boa dose de infelicidade – num dia em que os “astros se parecem ter alinhado” em seu desfavor (com a expulsão logo a abrir, as duas grandes penalidades desperdiçadas, para além de alguns lances em que subsistiu a dúvida) – não conseguiram materializar tal ascendente.
Por sua vez, o Fátima (a atravessar gravíssimos problemas, batido em “casa emprestada”, pelo Oleiros) e o U. Almeirim (derrotado em Torres Vedras, pelo Torreense) registaram categóricos desaires (0-3) que ditaram também o consequente afastamento da prova.
Antevisão – Finda esta (curta) passagem pela competição de índole nacional – apesar de tudo, com boa resposta do grupo em termos de atitude perante a adversidade e de que deverão retirar-se alguns ensinamentos – o U. Tomar terá agora de se focar no seu objectivo primordial, desde logo, com as difíceis rondas iniciais do Campeonato Distrital (recepção ao Cartaxo na estreia, no próximo Domingo, deslocações a Mação e à Moçarria, nas semanas imediatas).
Para além do confronto entre dois dos clubes com maiores ambições (U. Tomar e Cartaxo – integrando um lote amplo de candidatos aos lugares cimeiros, que integra também, principalmente, as formações do Fazendense, Coruchense, Mação e Abrantes e Benfica), destacam-se, na jornada inaugural, o Ferreira do Zêzere-Abrantes e Benfica e o Moçarriense-Mação, assim como o encontro entre dois históricos: Torres Novas-Samora Correia.
Coruchense (recebendo o Rio Maior) e Fazendense (em deslocação aos Riachos) são claros favoritos a entrar a ganhar, num campeonato esta época alargado – de forma inédita – a 18 clubes, mas que principiará já “coxo”, dada a entretanto anunciada desistência do Pego.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 1 de Outubro de 2020)
P.S. Já após o fecho da edição de “O Templário”, e dada também a desistência do Pontével, a Associação de Futebol de Santarém procedeu a rearranjo do calendário do campeonato, retomando apenas 16 clubes concorrentes, portanto, com 30 jornadas, tendo, sempre que possível, mantido o alinhamento dos jogos que haviam sido sorteados para a 1.ª jornada (excepto nos casos dos clubes que estava previsto defrontarem o Pego e o Pontével, ou seja, o Entroncamento AC e o Amiense – sendo que a equipa da cidade ferroviária se desloca agora a Mação, enquanto a formação de Amiais de Baixo visita a Moçarria, pelo que o previsto encontro entre Mação e Moçarriense foi reagendado para ronda posterior).
Liga Europa – 2020-21 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Roma Arsenal B. Leverkusen Benfica Young Boys Rapid Wien Slavia Praha Standard Liège CFR Cluj Molde H. Be’er Sheva Rangers CSKA Sofia Dundalk Nice Lech Poznań Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H PSV Napoli Sp. Braga Celtic P.A.O.K. Real Sociedad Leicester City Sparta Praha Granada AZ Alkmaar A.E.K. Athens AC Milan Omonia Rijeka Zorya Luhansk Lille Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Villarreal Tottenham CSKA Moskva Gent Qarabağ Ludogorets D. Zagreb Crvena Zvevda M. Tel-Aviv LASK Feyenoord Hoffenheim Sivasspor Antwerp Wolfsberger Slovan Liberec
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 22 de Outubro, estando agendado para 10 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no “Stadion Energa Gdańsk”, na Polónia, prevista para 26 de Maio de 2021.
Liga dos Campeões – 2020-21 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Bayern Real Madrid FC Porto Liverpool At. Madrid Shakhtar Man. City Ajax Salzburg Inter Olympiakos Atalanta Lok. Moskva B. M’Gladbach Marseille Midtjylland Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Sevilla Zenit Juventus P. St.-Germain Chelsea B. Dortmund Barcelona Man. United Krasnodar Lazio D. Kyiv RB Leipzig Rennes Brugge Ferencváros I. Başakşehir
A primeira jornada está agendada para os próximos dias 20 e 21 de Outubro, estando agendado para 8 e 9 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada deverá disputar-se no “Atatürk Olimpiyat Stadı”, em Istambul, na Turquia, prevista para 29 de Maio de 2021.
Eleições Presidenciais EUA – 2020 (V)
O avançar do tempo, a caminho do “Dia D” – agora a cinco semanas de distância -, não significa necessariamente que a situação se vá clarificando.
Desta vez, temos, por um lado, de alguma forma, como que uma “tendência mista”, com Joe Biden a ceder a vantagem que parecia ter na Florida, onde passa a vigorar uma situação de empate, o mesmo sucedendo no Ohio, aqui com Donald Trump aparentemente a ver enfraquecida a sua posição, num Estado que se tem revelado crucial para as vitórias dos republicanos.
Por outro – e pese embora ainda não tenha sido franqueado o limite de passagem de escalão, nestas simulações de cenários, tendo por base as tendências apontadas pelas sondagens -, Biden tem vindo a ver estreitar-se a margem de que dispõe no Arizona e New Hampshire, Estados que parecem começar também a ameaçar tender para o “empate” – onde se disputarão algumas das “batalhas” decisivas (a par com o Michigan e Wisconsin, e, sobretudo, a Pennsylvania), cuja perda poderia ser fatal para as aspirações do candidato democrata.
Resume-se no mapa abaixo a actualização das tendências apontadas pelas sondagens, a seguir detalhadas:
- Joe Biden – Claro favoritismo em 16 Estados, num total correspondente a 203 “Grandes eleitores”: California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Virginia (13); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Connecticut (7); Oregon (7); New Mexico (5); Hawaii (4); Rhode Island (4); Delaware (3); Maine (3, do total de 4); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
- Donald Trump – Claro favoritismo em 17 Estados, num total correspondente a 109 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Alabama (9); Carolina do Sul (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); Utah (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); e Wyoming (3).
Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 35 “Grandes eleitores” (Michigan – 16; Minnesota – 10; e Colorado – 9); enquanto Trump alcançaria outros 16 “Grandes eleitores” (Missouri – 10; Alaska – 3; e Montana – 3).
As eleições poderão, assim, decidir-se nos restantes 11 Estados, ainda de tendência algo indefinida, correspondendo a um total de 175 “Grandes eleitores”:
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 5 Estados, num total correspondente a 51 “Grandes eleitores”:
- Pennsylvania (20)
- Arizona (11)
- Wisconsin (10)
- Nevada (6)
- New Hampshire (4)
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 2 Estados, num total correspondente a 44 “Grandes eleitores”:
- Texas (38)
- Iowa (6)
- Actualmente em situação de “empate” – 4 Estados, num total correspondente a 78 “Grandes eleitores” (a que acrescem 2 “Grandes Eleitores” nos Estados de Maine e Nebraska – 1 de cada):
- Florida (29)
- Ohio (18)
- Georgia (16)
- Carolina do Norte (15)
Não obstante os números globais continuem a dar uma percepção (porventura ilusória) de ampla vantagem de Biden (289 vs. 169), volta, contudo, a suscitar-se o risco de um cenário de empate na contagem final, caso Trump, para além de confirmar a vitória nos Estados nos quais lidera actualmente, viesse a conquistar os Estados ainda de tendência indefinida… e conseguisse, adicionalmente, “resgatar” para o seu campo a Pennsylvania (isto, apesar de a sondagem mais recente voltar a atribuir maior vantagem a Biden).
Eleições Presidenciais EUA – 2020 (IV)
A seis semanas das eleições, Joe Biden parece começar a deslizar – ainda que, para já, muito ligeiramente –, registando, pela primeira vez, uma evolução desfavorável em relação à posição da semana precedente:
- Por um lado, deixa de se apresentar como forte a sua probabilidade de vitória no Wisconsin (precisamente, o “tipping point State” das eleições precedentes, como assinala José Gomes André);
- Por outro, Donald Trump reforça posições no Estado da Carolina do Sul (no qual deverá vencer) e no Ohio (que deixa de estar em situação de empate, passando agora a ligeira vantagem do candidato republicano).
Resume-se no mapa abaixo a actualização das tendências apontadas pelas sondagens, a seguir detalhadas:
- Joe Biden – Claro favoritismo em 16 Estados, num total correspondente a 203 “Grandes eleitores”: California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Virginia (13); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Connecticut (7); Oregon (7); New Mexico (5); Hawaii (4); Rhode Island (4); Delaware (3); Maine (3, do total de 4); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
- Donald Trump – Claro favoritismo em 17 Estados, num total correspondente a 109 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Alabama (9); Carolina do Sul (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); Utah (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); e Wyoming (3).
Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 35 “Grandes eleitores” (Michigan – 16; Minnesota – 10; e Colorado – 9); enquanto Trump alcançaria outros 16 “Grandes eleitores” (Missouri – 10; Alaska – 3; e Montana – 3).
As eleições poderão, assim, decidir-se nos restantes 11 Estados, ainda de tendência algo indefinida, correspondendo a um total de 175 “Grandes eleitores”:
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 6 Estados, num total correspondente a 80 “Grandes eleitores”:
- Florida (29)
- Pennsylvania (20)
- Arizona (11)
- Wisconsin (10)
- Nevada (6)
- New Hampshire (4)
- Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 3 Estados, num total correspondente a 62 “Grandes eleitores”:
- Texas (38)
- Ohio (18)
- Iowa (6)
- Actualmente em situação de “empate” – 2 Estados, num total correspondente a 31 “Grandes eleitores” (a que acrescem 2 “Grandes Eleitores” nos Estados de Maine e Nebraska – 1 de cada):
- Georgia (16)
- Carolina do Norte (15)
Tadej Pogačar vencedor do “Tour de France”
A 107.ª edição do “Tour de France” voltou a caracterizar-se por grande equilíbrio de forças entre os (dois) primeiros, mas, desta feita, com uma sensacional reviravolta no contra-relógio disputado na véspera do termo da corrida, a qual proporcionou um novo jovem vencedor, o esloveno Tadej Pogačar (que, amanhã mesmo, completa 22 anos), 3.º classificado da “Vuelta” do ano passado (tendo sido, também em 2019, vencedor da Volta ao Algarve), logo na sua estreia na mais importante prova velocipédida mundial – destronando, nessa penúltima etapa, o grande favorito, o também esloveno Primož Roglič, de 30 anos (que vencera a volta à Espanha de 2019, tendo sido 3.º no “Giro” de Itália – também vencedor da Volta ao Algarve em 2017).
A novidade Tadej Pogačar revelou-se como grande triunfador: para além da (mais importante) camisola amarela, e de, consequentemente, ter vencido também a camisola branca (classificação dos “jovens”), sagrou-se ainda, notavelmente, também vencedor do prémio da montanha!
Sem contar com Christopher Froome nem Geraint Thomas, e tendo o vencedor da edição precedente do “Tour”, Egan Bernal, desistido (após se ter visto já distanciado na classificação geral), a equipa Ineos – que tinha tido nas suas fileiras os “camisola amarela” finais nos três últimos anos – foi a grande decepção da prova, com o seu ciclista melhor classificado a ser o equatoriano Richard Carapaz (apenas no 13.º lugar).
O espanhol Mikel Landa Meana (6.º no ano passado) e o colombiano Rigoberto Uran (7.º em 2019) foram os únicos a conseguir repetir a presença nos dez primeiros da classificação geral. Ainda uma nota especial para o espanhol Alejandro Valverde, que, aos 40 anos, terminou no 12.º lugar. O também colombiano Nairo Quintana (17.º na geral final) voltou a desiludir.
Esta edição teve a participação de um único ciclista português, Nélson Oliveira, outra vez com um desempenho muito discreto, pese embora a posição final ligeiramente abaixo dos 50 primeiros (de entre os 146 que concluiram a prova).
Classificação geral final:
1.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates – 87h 20′ 05”
2.º Primož Roglič (Eslovénia) – Team Jumbo – Visma – a 00′ 59”
3.º Richie Porte (Austrália) – Trek – Segafredo – a 03′ 30”
4.º Mikel Landa Meana (Espanha) – Bahrain – McLaren – a 05′ 58”
5.º Enric Mas (Espanha) – Movistar Team – a 06′ 07”
6.º Miguel Ángel López (Colômbia) – Astana Pro Team – a 06′ 47”
7.º Tom Dumoulin (Holanda) – Team Jumbo – Visma – a 07′ 48”
8.º Rigoberto Uran (Colômbia) – EF Pro Cycling – a 08′ 02”
9.º Adam Yates (Reino Unido) – Mitchelton – Scott – a 09′ 25”
10.º Damiano Caruso (Itália) – Bahrain – McLaren – a 14′ 03”
…
55.º Nélson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 3h 01′ 41”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984) e Alberto Contador (2007 e 2009);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018), Egan Bernal (2019) e Tadej Pogačar (2020).
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.

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