Posts filed under ‘Tomar’
QUINTA DO BILL – BEST OF
– Se te amo
– Os Filhos da Nação
– No Trilho do Sol
– Voa (voa)
– Menino
– A única das amantes
– Prece (uma canção)
– Reunir aos meus amigos
– Srª Maria do Olival
– De 2ª a 6ª feira
– Aljubarrota
– Sem rumo
– (Que será de ti) Lisboa
– Dias de cumplicidade
– Chamar-te a mim
– Ter alguém (ter fé)
– Ao pé de mim
– O Fim do Mundo
QUINTA DO BILL – NÓMADAS
Gravado e produzido por Mário Barreiros nos estúdios MB no Porto entre Maio, Junho e Julho de 2001.
Misturado por Tony Harris.
Masterizado por Chris Blair no Abbey Road Studios em Londres.
– Diz-me lá (diz-me lá)
– Pudesse eu (não ter limites)
– Mil e uma lendas
– Todo o fogo que me ateias
– Angola (gosto de ti, liberta)
– Assim não queres
– Anoitecer no Mouchão
– Vaguear pelo mundo
– Mais um dia em que nada se faz
– Ondas de paixão
– Será fado
QUINTA DO BILL – DIAS DE CUMPLICIDADE
Gravado e misturado nos estúdios Trak (Madrid) Nov/Dez 97 por Juan Ignácio Cuadrado, Francisco Gude e José Peña.
Produção de Carlos Moisés/ Juan Ignácio Cuadrado.
Capa de Paradigma
– Voa (voa)
– Chamar-te a mim
– Dias de cumplicidade
– Calypso
– Dizer A-Deus
– Ter alguém (ter fé)
– Se és branco ou negro
– Dá-me a verdade
– Por ti, eu espero
– Assim no mar
– De 2ª a 6ª feira
– Falta de educação
– Diário de um não
– Tempo de partir
QUINTA DO BILL – NO TRILHO DO SOL
– Parar o Tempo
– Gerónimo
– Se Te Amo
– Índios na Reserva
– (Que Será de Ti) Lisboa
– Mão na Consciência
– O Fogo Posto
– Quanto + Me Olho ao Espelho
– A Festa dos Vencidos
– Reunir aos Meus Amigos
– A Única das Amantes
– Donas de Bem
– Eles Ignoram
– Prece (Uma Canção)
QUINTA DO BILL – OS FILHOS DA NAÇÃO
– Gualdim Pais, Umas Vezes a Trote…
– Senhora Maria do Olival
– A Libertação
– Onde Sei Viver
– Basta
– Menino
– Mãe (Que Saudade)
– Por Quem Morres Maubere
– Um Barco ao Longe
– Goa, Damão e Diu
– Aljubarrota
QUINTA DO BILL – SEM RUMO
Produção de Carlos Moisés
Arranjos: Qbill
Gravado nos estúdios Tcha-Tcha-Tcha entre Março e Junho 91 por Rui Dias, Paulo Jorge e Vasco
Misturado por Rui Dias e Carlos Moisés
Capa de Gil Sampaio
Fotografia da capa de Maurício Abreu/The image bank
– Aljubarrota
– Até quando
– Solidão a dois
– Passo a passo
– Sonho
– Alcácer quibir
– Verdes anos de mentira
– Sem rumo
– Besanas bar
– Rua da Rosa
QUINTA DO BILL
Os Quinta do Bill “nasceram” em Setembro de 1987, na sequência de uma ideia de um grupo de amigos de Tomar, tendo como ponto de encontro e, ao mesmo tempo, “sala de ensaios”, a Quinta do Sr. Guilherme (Bill).
A formação inicial era composta por Carlos Moisés (voz, guitarra, flauta e composição), Rui Dias (guitarra) e Paulo Bizarro (baixo), a que se juntaram, de seguida, João Coelho (bateria), Pedro Ferreira (teclas) e Fernando Paulo (guitarra) – que viria a abandonar o grupo poucos meses depois.
Em 1989, João Portela passa a assinar as letras do grupo, começando a afirmar-se a identidade musical da banda, na tradição folk-rock. Em 1990, Pedro Ferreira é substituído nas teclas por Alfredo Fonseca.
Depois de terem atingido as “meias-finais” do 5º Concurso do “Rock Rendez Vous” (e tendo atingido igual fase no concurso Rock Pepsi-RFM), venceriam o concurso Aqui D’el Rock, promovido pela RTP, que lhes “abriria as portas” à gravação do primeiro disco: “Sem Rumo”, editado em 1992.
Rui Dias abandonaria o grupo, sendo substituído por Paulo Jorge que, para além de tocar guitarra, também tocava banjo, instrumento que viria a tornar-se fulcral na sonoridade folk da banda. Nuno Flores (violino e viola d’arco) e Pedro Pimentel (teclas e acordeão) entrariam para o grupo em 1993.
Em 1994, é editado o álbum “Os Filhos de Nação” – que viria a ser disco de ouro – incluindo temas como “Os Filhos da Nação” (agora adaptado pelo FC Porto nos jogos no seu Estádio, como “Os Filhos do Dragão”!…), “Menino” e “Senhora Maria do Olival”, com o qual atingem a consagração nacional, realizando concertos por todo o país, incluindo a primeira parte do concerto de Bryan Adams no Estádio de Alvalade.
Em 1995, Carlos Calado (ex-Mártir) entrava, para o lugar de Paulo Jorge (na guitarra e banjo).
Em 1996, era editado o álbum “No Trilho do Sol”, com os grandes sucessos “No Trilho do Sol” e “Se Te Amo”. Actuam na “Festa do Avante”, como cabeça de cartaz, para cerca de 40 000 pessoas.
Em 1997, Pedro Pimentel foi substituído por Miguel Urbano, nas teclas e acordeão, reforçando as sonoridades “pop” da banda.
No ano de 1998, foi editado o álbum “Dias de Cumplicidade”, com destaque para o primeiro “single”, “Voa”.
Em 1999, os Quinta do Bill participam na compilação de homenagem aos Xutos & Pontapés com uma versão do tema “Homem do Leme”.
Em 2000, seria editada a compilação “Best of”, a qual, para além dos maiores êxitos da banda, incluía os inéditos “Ao Pé de Mim (Vem Repousar)” e “Fim do Mundo”.
De seguida, entrou para a banda o baterista Jorge Costa.
Em Outubro de 2001, foi editado “Nómadas”, disco que reflecte novas sonoridades, do Norte de África, música étnica de inspiração indo-muçulmana, com a colaboração, nos temas “Diz-me Lá” e “Poeta sem Paz”, da cantora marroquina Amina Alaoui, para além de Bijan Chemirani.
(com base na página do grupo na net, assim como na página da Rádio Cidade de Tomar)
P. S. A visitar também o “fotolog” dos Quinta do Bill!
DISCOGRAFIA
– Sem Rumo (CD, Dansa do Som,1992)
– Os Filhos da Nação (CD, Polygram, 1994)
– No Trilho do Sol (CD, Polygram, 1996)
– Dias de Cumplicidade (CD, Polygram, 1998)
– Best Of: O Melhor da Quinta do Bill (CD, Universal, 2000)
– Nómadas (CD, Universal, 2001)
UNIÃO DE TOMAR – PALMARÉS
– 6 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão (1968/69, 1969/70, 1971/72, 1972/73, 1974/75 e 1975/76: 10º / 14º / 12º / 16º / 12º / 14º)
– 34 presenças na Taça de Portugal (5 vezes nos 1/4 final; 1 vez nos 1/8 final; 1 vez nos 1/16 final; 11 vezes nos 1/32 final)

– Campeão Nacional de Futebol da II Divisão – 1973-74
– 16 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da II Divisão
– Campeão Nacional de Futebol da III Divisão – 1964-65
– 19 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da III Divisão
– Campeão Distrital de Futebol da A. F. Santarém – 1940-41, 1941-42, 1955-56, 1987-88 e 1997-98
– Campeão Distrital de Juniores – 1978-79, 1982-83, 1994-95 e 1998-99
– Campeão Distrital de Juvenis – 1978-79 e 1987-88
– Campeão Distrital de Iniciados – 1995-96 e 1998-99
TOMAR NA PÁGINA DO GOVERNO CIVIL DE SANTARÉM
“O concelho de Tomar está situado no centro do país, na região do Vale do Tejo, integrando a sub-região do Médio Tejo. Em termos de actividade turística pertence à Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeiras, cuja sede se encontra instalada na cidade de Tomar.
O território tem por limites a norte os concelhos de Ferreira do Zêzere e Ourém, a poente de novo Ourém e o concelho de Torres Novas, a sul os concelhos de Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, e a nascente o concelho de Abrantes.
Quanto a acessos, o concelho dispõe de trajectos fáceis a todas as regiões do país. É servido pelo IC 3, pelo IC 9, pelo IP 6 e pelas EN 110, EN 243, EN 113, EN 349-3, EN 358 e EN 358-1. Para além destas vias, o concelho é atravessado ainda em todos os sentidos por uma diversificada rede de estradas municipais com 460 km, que serve todas as suas freguesias e polos urbanos limítrofes. Possui, também, um ramal ferroviário que liga Tomar ao importante nó ferroviário do Entroncamento.
Os estabelecimentos escolares existentes no concelho cobrem os diversos níveis de ensino, desde o pré-escolar ao superior (Tecnológico e Gestão).
Quanto ao sistema de saúde, este município está munido de um Hospital distrital, um Centro de Saúde e 31 extensões do Centro de Saúde.
Em termos económicos, o território do concelho de Tomar integra um dos vértices da principal zona industrial da região, tradicionalmente conhecida como o triângulo de Tomar, Torres Novas e Abrantes. A boa localização geográfica permitindo boas acessibilidades, a existência de um bom sistema escolar e de habitação, a oferta de uma mão de obra qualificada e a existência de bons equipamentos turísticos, têm constituído factores positivos e dinamizadores do desenvolvimento do concelho. Assim, apesar da estrutura económica ser dominada por actividades não agrícolas e da dimensão urbana da cidade de Tomar, o território do concelho apresenta características tipicamente rurais, com um povoamento assente em pequenos aglomerados. Contudo, é no sector industrial, sobretudo nas indústrias de papel e artes gráficas, de madeira e mobiliário e de produtos minerais não metálicos, que o concelho é tradicional e ancestralmente conhecido, apesar de o sector terciário empregar igualmente mais de metade dos activos da cidade de Tomar. Para tudo isso contribuiram, essencialmente, três factores: o desenvolvimento urbano e industrial; a inserção de Tomar numa rota de turismo religioso e monumental; e, por último, os inegáveis efeitos induzidos da desconcentração, a favor de Tomar, de alguns serviços de âmbito regional e nacional.”
Câmara Municipal
Presidente: António Paulino da Silva Paiva
Paços do Concelho: Praça da República 2300-550 Tomar
Tel: 249 329 800 Fax: 249 329 809
E-Mail: cmtomar@mail.telepac.pt
TEMPLÁRIOS (V)
“Do mesmo modo, foi criada em Portugal a Ordem Militar da Milícia de Cristo e os cavaleiros conservaram até o manto branco e a cruz vermelha do Templo. em 1321, a Ordem de Cristo contava mais de cento e sessenta comendas e todos os seus membros eram Templários portugueses ou franceses. Trinta e cinco anos mais tarde, a sede da nova ordem, primeiro fixada em Castro Marim, foi transferida para Tomar, na antiga comenda provincial portuguesa da Ordem do Templo.
[…]
Outros herdeiros oficiais: as ordens da Península Ibérica. Em Portugal, os Templários foram absolvidos e o rei D. Dinis, o Lavrador, enviou ao papa João XXII, sucessor de Clemente V, dois emissários para negociarem o renascimento da Ordem do Templo. Obteve ganho de causa e a Ordem ressuscitou ou, pelo menos, os Templários puderam entrar para uma nova ordem criada para eles, a dos cavaleiros de Cristo. Recuperaram todos os seus bens e, daí em diante, obedeceram à mesma regra monástica que os cavaleiros da Ordem de Calatrava. Continuaram a usar o manto branco com uma cruz vermelha.
[…]
Retomaram a luta contra os Mouros e, nessa actividade, conquistaram importantes territórios em África. Em breve dominaram as águas de Portugal e até mais além. Não esqueçamos que foi sob o seu pavilhão que D. Henrique, o Navegador, iniciou os Descobrimentos.”
“Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos”, Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 248 e 262
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Nómadas
No Trilho do Sol
Os Filhos da Nação



