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TOMAR – INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (I)

Cidade de Tomar

FotoTomar“ESTRUTURA URBANA:

Núcleo antigo – planta ortogonal, com os eixos viários dispostos paralelamente às 2 vias principais perpendiculares, a R. Serpa Pinto (antiga Corredoura) e as R. Silva Magalhães e Infantaria 15 (antiga R. Direita).

Núcleo moderno – o mesmo tipo de planta com os eixos viários paralelos às 2 principais ruas que se cruzam na perpendicular – R. Marquês de Pombal e Av. Ângela Tamagnini.

TECIDO CONSTRUÍDO: como núcleo polarizador no desenvolvimento da estrutura urbana da povoação o edifício dos Paços do Concelho e a Igreja de São João Baptista, dos 2 lados da Pç. da República, onde se unem as 2 principais vias – R. Serpa Pinto e antiga R. Direita (Silva Magalhães e Infantaria 15). – A O. da Pç da República e implantados no morro o Convento de Cristo e o Castelo; um pouco mais abaixo, na mesma colina, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição; no prolongamento da R. Infantaria 15, do lado S., na extremidade da Várzea Grande, o Convento de São Francisco; mais para S., junto à saída da povoação desse lado, a Capela de São Lourenço; do lado oposto, no prolongamento da R. Silva Magalhães, do lado N., junto à Várzea Pequena, o antigo Convento da Anunciada Nova; nas imediações, à saída da povoação, a Capela de São Gregório e no topo do morro, a NE., a Ermida de Nossa Senhora da Piedade. Na margem esquerda do rio Nabão, no início da R. Marquês de Tomar, a Igreja e o antigo Convento de Santa Iria; não muito distante do rio, a O., a Igreja de Santa Maria do Olival. No núcleo antigo da povoação assinala-se ainda a Igreja da Misericórdia, na Av. Dr. Cândido Madureira; as imponente arcarias do alpendre dos Estaus, a antiga albergaria medieval, junto ao curso do rio, no final deste avenida; a Sinagoga, no coração da judiaria, na R. Dr. Joaquim Jacinto; vários edifícios solarengos e habitações de carácter burguês dispersos pela malha urbana.

Cronologia:

1159 – Doação de Tomar aos Templários por D. Afonso Henriques;

1162 – construção do castelo por Gualdim Pais e doação de carta de foral à vila; a povoação desenvolve-se inicialmente na Cerca ou Almedina, intramuros, à sombra de uma 2ª cinta de muralhas entretanto construída, na paróquia de Santa Maria do Castelom, do lado de fora da muralha, na vila de Baixo, na paróquia de Santa Maria do Olival, entre a actual R. da Graça e a Corredoura e ainda a N. do castelo, no arrabalde de São Martinho; com a regularização do curso do rio, a vila cresce para S., para a zona da Ribeira, onde a Ordem tinha já os seus moínhos; aí surgiram os edifícios públicos, no Chão do Pombal;

séc. 13 – construção da Igreja de Santa Maria do Olival;

1314 – extinção da Ordem dos Templários;

1319, 14 de Março – instituição da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo, integrando os bens da extinta Ordem do Templo; a nova ordem é instalada em Castro Marim;

1357 – transferência da sede da Ordem de Cristo para Tomar;

séc. 14 – construção da ermida de Nossa Senhora da Piedade;

1417 – o Infante D. Henrique é nomeado Governador e Administrador da Ordem de Cristo;

séc. 15, 1ª metade – construção dos Estaus, junto ao Chão do Pombal, onde existiam os antigos Paços do Concelho, construíndo-se então também, nas imediações, as saboarias e o Hospital de Nossa Senhora da Graça; obras no antigo oratório templário, a Charola, construção dos claustro do Cemitério e da Lavagem, da capela de São Jorge e do Paço;

séc. 15, meados – construção da Sinagoga;

1467 – início da reconstrução da Igreja de São João Baptista;

1499 – a população que vivia dentro do castelo é forçada a abandoná-lo por determinação régia;

1510 – criação da Misericórdia de Tomar;

1510, 1 de Maio – D. Manuel concede a Tomar foral novo;

séc. 15, finais / séc. 16 – 1º quartel – construção da nave adossada à Charola henriquina;

séc. 16, 1º quartel – construção da Capela de São Gregório e da Capela de São Lourenço; construção das Casas da Câmara;

1530, 24 de Junho – reforma da Ordem de Cristo por frei António de Lisboa, transformando-a numa ordem de clausura;

1532 – início das obras de alargamento do Convento;

1535 – início da construção da Capela de Nossa Senhora da Conceição, que parece ter sido pensada como capela sepulcral para D. João III;

1536 – início da construção da Igreja de Santa Iria;

1557 – início da reconstrução do claustro principal do convento de Cristo, interrompida em 1565;

1567 – início das obras da Igreja da Misericórdia;

1567, 22 de Abril – o cardeal D. Henrique concede a Tomar o título de “Notável Vila”;

1573 – conclusão da Capela de Nossa Senhora da Conceição;

1591 – conclusão do claustro principal do convento de Cristo, obras de remodelação da Charola;

1613 – reconstrução da ermida de Nossa Senhora da Piedade;

1618 – construção da Portaria real, casa da escada e sala dos reis;

1625, 7 de Setembro – início da construção do Convento de São Francisco;

1645 – início da construção do Convento da Anunciada Nova;

1672 – construção do hospital da Misericórdia;

1740 – remodelação das Casas da Câmara;

1789 / 1792 – reforma dos Estatutos da Ordem;

1834 – extinção das ordens religiosas;

1844, 13 de Fevereiro – Tomar é elevada a cidade.”

(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)

3 Abril, 2006 at 8:34 am 1 comentário

QUINTA DO BILL – BEST OF

Best Of Best of

– Se te amo

– Os Filhos da Nação

– No Trilho do Sol

– Voa (voa)

– Menino

– A única das amantes

– Prece (uma canção)

– Reunir aos meus amigos

– Srª Maria do Olival

– De 2ª a 6ª feira

– Aljubarrota

– Sem rumo

– (Que será de ti) Lisboa

– Dias de cumplicidade

– Chamar-te a mim

– Ter alguém (ter fé)

– Ao pé de mim

– O Fim do Mundo

2 Abril, 2006 at 10:31 am Deixe um comentário

QUINTA DO BILL – NÓMADAS

nomadas.gif Nómadas

Gravado e produzido por Mário Barreiros nos estúdios MB no Porto entre Maio, Junho e Julho de 2001.

Misturado por Tony Harris.

Masterizado por Chris Blair no Abbey Road Studios em Londres.

– Diz-me lá (diz-me lá)

– Pudesse eu (não ter limites)

– Mil e uma lendas

– Todo o fogo que me ateias

– Angola (gosto de ti, liberta)

– Assim não queres

– Anoitecer no Mouchão

– Vaguear pelo mundo

– Mais um dia em que nada se faz

– Ondas de paixão

– Será fado

1 Abril, 2006 at 10:42 am Deixe um comentário

QUINTA DO BILL – DIAS DE CUMPLICIDADE

Dias Cumplicidade Dias de Cumplicidade

Gravado e misturado nos estúdios Trak (Madrid) Nov/Dez 97 por Juan Ignácio Cuadrado, Francisco Gude e José Peña.

Produção de Carlos Moisés/ Juan Ignácio Cuadrado.

Capa de Paradigma


– Voa (voa)

– Chamar-te a mim

– Dias de cumplicidade

– Calypso

– Dizer A-Deus

– Ter alguém (ter fé)

– Se és branco ou negro

– Dá-me a verdade

– Por ti, eu espero

– Assim no mar

– De 2ª a 6ª feira

– Falta de educação

– Diário de um não

– Tempo de partir

31 Março, 2006 at 8:30 am Deixe um comentário

QUINTA DO BILL – NO TRILHO DO SOL

Trilho do Sol No Trilho do Sol

– Parar o Tempo

– Gerónimo

– Se Te Amo

– Índios na Reserva

– (Que Será de Ti) Lisboa

– Mão na Consciência

– O Fogo Posto

– Quanto + Me Olho ao Espelho

– A Festa dos Vencidos

– Reunir aos Meus Amigos

– A Única das Amantes

– Donas de Bem

– Eles Ignoram

– Prece (Uma Canção)

30 Março, 2006 at 8:29 am Deixe um comentário

QUINTA DO BILL – OS FILHOS DA NAÇÃO

Filhos da Nação Os Filhos da Nação

– Gualdim Pais, Umas Vezes a Trote…

– Senhora Maria do Olival

– A Libertação

– Onde Sei Viver

– Basta

– Menino

– Mãe (Que Saudade)

– Por Quem Morres Maubere

– Um Barco ao Longe

– Goa, Damão e Diu

– Aljubarrota

29 Março, 2006 at 8:38 am Deixe um comentário

QUINTA DO BILL – SEM RUMO

Sem Rumo Sem Rumo

Produção de Carlos Moisés

Arranjos: Qbill

Gravado nos estúdios Tcha-Tcha-Tcha entre Março e Junho 91 por Rui Dias, Paulo Jorge e Vasco

Misturado por Rui Dias e Carlos Moisés

Capa de Gil Sampaio

Fotografia da capa de Maurício Abreu/The image bank


– Aljubarrota

– Até quando

– Solidão a dois

– Passo a passo

– Sonho

– Alcácer quibir

– Verdes anos de mentira

– Sem rumo

– Besanas bar

– Rua da Rosa

28 Março, 2006 at 8:27 am Deixe um comentário

QUINTA DO BILL

Os Quinta do Bill “nasceram” em Setembro de 1987, na sequência de uma ideia de um grupo de amigos de Tomar, tendo como ponto de encontro e, ao mesmo tempo, “sala de ensaios”, a Quinta do Sr. Guilherme (Bill).

A formação inicial era composta por Carlos Moisés (voz, guitarra, flauta e composição), Rui Dias (guitarra) e Paulo Bizarro (baixo), a que se juntaram, de seguida, João Coelho (bateria), Pedro Ferreira (teclas) e Fernando Paulo (guitarra) – que viria a abandonar o grupo poucos meses depois.

Em 1989, João Portela passa a assinar as letras do grupo, começando a afirmar-se a identidade musical da banda, na tradição folk-rock. Em 1990, Pedro Ferreira é substituído nas teclas por Alfredo Fonseca.

Depois de terem atingido as “meias-finais” do 5º Concurso do “Rock Rendez Vous” (e tendo atingido igual fase no concurso Rock Pepsi-RFM), venceriam o concurso Aqui D’el Rock, promovido pela RTP, que lhes “abriria as portas” à gravação do primeiro disco: “Sem Rumo”, editado em 1992.

Rui Dias abandonaria o grupo, sendo substituído por Paulo Jorge que, para além de tocar guitarra, também tocava banjo, instrumento que viria a tornar-se fulcral na sonoridade folk da banda. Nuno Flores (violino e viola d’arco) e Pedro Pimentel (teclas e acordeão) entrariam para o grupo em 1993.

Em 1994, é editado o álbum “Os Filhos de Nação” – que viria a ser disco de ouro – incluindo temas como “Os Filhos da Nação” (agora adaptado pelo FC Porto nos jogos no seu Estádio, como “Os Filhos do Dragão”!…), “Menino” e “Senhora Maria do Olival”, com o qual atingem a consagração nacional, realizando concertos por todo o país, incluindo a primeira parte do concerto de Bryan Adams no Estádio de Alvalade.

Em 1995, Carlos Calado (ex-Mártir) entrava, para o lugar de Paulo Jorge (na guitarra e banjo).

Em 1996, era editado o álbum “No Trilho do Sol”, com os grandes sucessos “No Trilho do Sol” e “Se Te Amo”. Actuam na “Festa do Avante”, como cabeça de cartaz, para cerca de 40 000 pessoas.

Em 1997, Pedro Pimentel foi substituído por Miguel Urbano, nas teclas e acordeão, reforçando as sonoridades “pop” da banda.

No ano de 1998, foi editado o álbum “Dias de Cumplicidade”, com destaque para o primeiro “single”, “Voa”.

Em 1999, os Quinta do Bill participam na compilação de homenagem aos Xutos & Pontapés com uma versão do tema “Homem do Leme”.

Em 2000, seria editada a compilação “Best of”, a qual, para além dos maiores êxitos da banda, incluía os inéditos “Ao Pé de Mim (Vem Repousar)” e “Fim do Mundo”.

De seguida, entrou para a banda o baterista Jorge Costa.

Em Outubro de 2001, foi editado “Nómadas”, disco que reflecte novas sonoridades, do Norte de África, música étnica de inspiração indo-muçulmana, com a colaboração, nos temas “Diz-me Lá” e “Poeta sem Paz”, da cantora marroquina Amina Alaoui, para além de Bijan Chemirani.

(com base na página do grupo na net, assim como na página da Rádio Cidade de Tomar)

P. S. A visitar também o “fotolog” dos Quinta do Bill!

DISCOGRAFIA

– Sem Rumo (CD, Dansa do Som,1992)

– Os Filhos da Nação (CD, Polygram, 1994)

– No Trilho do Sol (CD, Polygram, 1996)

– Dias de Cumplicidade (CD, Polygram, 1998)

– Best Of: O Melhor da Quinta do Bill (CD, Universal, 2000)

– Nómadas (CD, Universal, 2001)

27 Março, 2006 at 12:35 pm Deixe um comentário

UNIÃO DE TOMAR – PALMARÉS

– 6 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão (1968/69, 1969/70, 1971/72, 1972/73, 1974/75 e 1975/76: 10º / 14º / 12º / 16º / 12º / 14º)

– 34 presenças na Taça de Portugal (5 vezes nos 1/4 final; 1 vez nos 1/8 final; 1 vez nos 1/16 final; 11 vezes nos 1/32 final)

UTomar.jpg

– Campeão Nacional de Futebol da II Divisão – 1973-74

– 16 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da II Divisão

– Campeão Nacional de Futebol da III Divisão – 1964-65

– 19 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da III Divisão

– Campeão Distrital de Futebol da A. F. Santarém – 1940-41, 1941-42, 1955-56, 1987-88 e 1997-98

– Campeão Distrital de Juniores – 1978-79, 1982-83, 1994-95 e 1998-99

– Campeão Distrital de Juvenis – 1978-79 e 1987-88

– Campeão Distrital de Iniciados – 1995-96 e 1998-99

26 Março, 2006 at 10:41 am Deixe um comentário

TOMAR NA PÁGINA DO GOVERNO CIVIL DE SANTARÉM

“O concelho de Tomar está situado no centro do país, na região do Vale do Tejo, integrando a sub-região do Médio Tejo. Em termos de actividade turística pertence à Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeiras, cuja sede se encontra instalada na cidade de Tomar.

O território tem por limites a norte os concelhos de Ferreira do Zêzere e Ourém, a poente de novo Ourém e o concelho de Torres Novas, a sul os concelhos de Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, e a nascente o concelho de Abrantes.

Quanto a acessos, o concelho dispõe de trajectos fáceis a todas as regiões do país. É servido pelo IC 3, pelo IC 9, pelo IP 6 e pelas EN 110, EN 243, EN 113, EN 349-3, EN 358 e EN 358-1. Para além destas vias, o concelho é atravessado ainda em todos os sentidos por uma diversificada rede de estradas municipais com 460 km, que serve todas as suas freguesias e polos urbanos limítrofes. Possui, também, um ramal ferroviário que liga Tomar ao importante nó ferroviário do Entroncamento.

Os estabelecimentos escolares existentes no concelho cobrem os diversos níveis de ensino, desde o pré-escolar ao superior (Tecnológico e Gestão).

Quanto ao sistema de saúde, este município está munido de um Hospital distrital, um Centro de Saúde e 31 extensões do Centro de Saúde.

Em termos económicos, o território do concelho de Tomar integra um dos vértices da principal zona industrial da região, tradicionalmente conhecida como o triângulo de Tomar, Torres Novas e Abrantes. A boa localização geográfica permitindo boas acessibilidades, a existência de um bom sistema escolar e de habitação, a oferta de uma mão de obra qualificada e a existência de bons equipamentos turísticos, têm constituído factores positivos e dinamizadores do desenvolvimento do concelho. Assim, apesar da estrutura económica ser dominada por actividades não agrícolas e da dimensão urbana da cidade de Tomar, o território do concelho apresenta características tipicamente rurais, com um povoamento assente em pequenos aglomerados. Contudo, é no sector industrial, sobretudo nas indústrias de papel e artes gráficas, de madeira e mobiliário e de produtos minerais não metálicos, que o concelho é tradicional e ancestralmente conhecido, apesar de o sector terciário empregar igualmente mais de metade dos activos da cidade de Tomar. Para tudo isso contribuiram, essencialmente, três factores: o desenvolvimento urbano e industrial; a inserção de Tomar numa rota de turismo religioso e monumental; e, por último, os inegáveis efeitos induzidos da desconcentração, a favor de Tomar, de alguns serviços de âmbito regional e nacional.”

Câmara Municipal

Presidente: António Paulino da Silva Paiva

Paços do Concelho: Praça da República 2300-550 Tomar

Tel: 249 329 800 Fax: 249 329 809

E-Mail: cmtomar@mail.telepac.pt

(Tomar na página do Governo Civil de Santarém)

25 Março, 2006 at 10:38 am Deixe um comentário

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