Posts filed under ‘Sociedade’

Mail – «A sua melhor empresa da vida»

«Apenas bem organizadas companhias tem um bom sucesso e ficam em frente das outras companhias no Mercado mundial. A —————- e uma das primeiras no Mercado internacional que tem os escritorios no mundo todo. Apresenta-lhe os servicos da consultorio financeiro por causa de interesse dos mercados e clientes em Portugal para o nosso escritorio que fica em Nova Yorke (New York,USA). Nos precisamos das pessoas para abrir um escritorio novo que vai custar a atencao dos clientes que ja temos.

A nossa companha e uma companha que mereceu uma reputacao otima e o pespeito em todo mundo.

Nunca estamos parados. Sempre procuramos e encontramos os mercados novos para investimento.

Nos muitos mercados ha sempre algum risco em abertura das “novas portas” para os nossos clientes ganharem mais dinheiro. Por isso, nos estamos a procura do pessoal que pode e vai dirigir a notacao de registro (desconto) dos nossos clientes locais.

O gerente de suporte estrategico e um mestre-online que realiza as operacoes necessarias para os nossos clientes em Portugal com os outros paises (transferencias, pagamentos etc).

Voce responder a por direccao das contas dos fundos.

E o primeiro passo.

O seu salario seja 700 euros ( mais bonuses cada dia). Teja tambem a lei.

Voce deve de fazer o periodo experimental que dura 15 dias. Neste periodo Voce vai receber os instrucoes sobre como fazer pelo gerente que estara durante este period todo.

Voce tambem pode facer as suas tarefas com 4 ou 5 horas/dia.

Requisitos obrigatorios:

CV

Tem que abrir uma conta e mandar IBAN. Nesta conta atribuirmos os fundos necessaries para as suas atividades no periodo do teste, e tambem os seus pagamentos (os bonuses, os salaries).»

Uma curiosidade pessoal: haverá mesmo quem caia neste tipo de mensagens, com este conteúdo e qualidade de escrita?

18 Junho, 2011 at 6:27 pm Deixe um comentário

“Grèce : le graphique qui condamne l’Europe, Merkel et Sarkozy”

Je dois à un des commentateurs de ce blog d’avoir trouvé sur Bloomberg un graphique qui, pour moi résume d’une manière frappante la manière irresponsable dont la Commission Européenne, la Banque Centrale Européenne et le Fonds Monétaire International ont gère la crise grecque. Il y a un an, les obligations à trois ans de la Grèce avaient un rendement de 8%. Ce rendement est maintenant de 30%. Le cout théorique de cette hausse dépasse 100 milliards d’euros.

Nous voici maintenant acculés à des solutions qui proviendront de la poche des contribuables de l’Eurozone. Tout cela aurait pu être évité si nous avions à la tête des Etats Europeens et des autorités internationales de vrais dirigeants qui assument leurs responsabilités.

(via Démystifier la Finance – Le Monde)

Ou, por cá, na mesma linha, Helena Garrido, dizendo que «Ainda não é tarde para salvar o euro»:

Porque é que a crise da Grécia não se resolve? Porque há países do euro que não querem que o problema se resolva.

Nem sabem a caixa de Pandora que estão a abrir. Hoje é a Grécia, amanhã podem ser, eles, os tais que hoje abandonam os gregos. Entretanto podem ter destruído o sonho de paz e prosperidade na Europa.

A Grécia enganou as autoridades europeias? Há quanto tempo se sabia isso, há quanto tempo se era cúmplice disso? A Grécia não cumpriu o plano que viabilizou o empréstimo? Sim, algumas medidas que estavam nas suas mão não cumpriu, como por exemplo, as privatizações entre as quais estão a tão popular venda de ilhas. Mas há medidas que seria manifestamente impossível cumprir: quem impôs as medidas tinha a obrigação de saber, quer pelo que sabe de economia, como pelo que conhece do funcionamento da sociedade grega, que se estava perante um elevado risco de se entrar no círculo vicioso de austeridade, recessão e maior peso da dívida. A Grécia vai entrar no seu quinto plano de austeridade e as autoridades europeias continuam a insistir que terá de ter um défice público de 2,6% do PIB em 2014, a partir dos 7,5% projectados para este ano.

Alguns países do euro estão, há muito, a condenar a Grécia ao incumprimento que está agora à vista de todos. Aquilo que as agências de “rating” estão a fazer, ao colocar um país europeu da União Monetária como se fosse um dos mais arriscados do mundo, é apenas o reflexo do que se adivinha ser o futuro da Grécia ditado pelos seus parceiros do euro. […]

A crise da dívida no euro não é uma crise da Grécia, de Portugal, da Irlanda. É um problema no euro gerado pela desregulação financeira com epicentro nos Estados Unidos e agravado com a terapia de salvação de todos os bancos com políticas expansionistas aceleradas, a seguir ao colapso da Lehman Brother’s, em 2008.

Ou, noutro registo, citando o Professor Adriano Moreira:

Não recordo, e por isso não usarei certamente com rigor as palavras usadas algures por Soros, quando avisou sobre a fragilidade dos sistemas financeiros em que vivíamos, e a facilidade com que um especulador experimentado, como é comprovadamente o seu caso que não esconde, poderia desequilibrar o sistema de qualquer país. É possível que tenha exagerado no comentário, mas os factos estão a demonstrar que a fragilidade frequenta muitos dos Estados, incluindo o nosso, e que, sem que a identidade de cada um dos povos europeus seja afectada, a crise do Estado é evidente, e que a relação entre ambas as realidades tem graves debilidades no que toca à confiança.

E, ainda:

Parece de insistir sobre a necessidade de uma diplomacia consistente, apoiada em recursos suficientes, para enfrentar um mundo em mudança, em nome de um Estado que se deixou resvalar para a exiguidade ao somar os efeitos da crise mundial com as insuficiências internas de governo e administração. […]

Para a situação portuguesa, aquilo que, por exemplo, Boris Biancheri chamou a necessidade de conciliar o mundo, tem, entre outras exigências, a de conciliar a Europa rica com a Europa pobre, fortalecendo a confiabilidade do projecto europeu, quer para cumprir obrigações assumidas, quer para recuperar das crises, quer para contribuir com imaginação criadora para a reorganização da governança mundial em paz. As divergências que ameaçam o processo europeu apenas tornam mais imperativo o esforço diplomático.

17 Junho, 2011 at 8:10 pm 3 comentários

XIX Governo Constitucional

Acaba de ser oficialmente anunciada a composição do XIX Governo Constitucional, que tomará posse na próxima terça-feira, em que se destacam a concentração de diversas pastas num mesmo responsável, reduzindo assim o número total de Ministros a 11 (para além do Primeiro-Ministro) – face aos 16 do anterior Governo; a distribuição dos cargos por 4 elementos do PSD, 3 do CDS e 4 independentes (Vítor Gaspar, Álvaro Santos Pereira, Paulo Macedo e Nuno Crato); e a juventude de alguns dos designados:

  • Primeiro-Ministro – Pedro Passos Coelho
  • Ministro de Estado e das Finanças – Vítor Gaspar
  • Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros – Paulo Portas
  • Ministro da Defesa Nacional – José Pedro Aguiar-Branco
  • Ministro da Administração Interna – Miguel Macedo
  • Ministra da Justiça – Paula Teixeira da Cruz
  • Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares – Miguel Relvas
  • Ministro da Economia e do Emprego – Álvaro Santos Pereira
  • Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território – Assunção Cristas
  • Ministro da Saúde – Paulo Macedo
  • Ministro da Educação, do Ensino Superior e da Ciência – Nuno Crato
  • Ministro da Solidariedade e da Segurança Social – Pedro Mota Soares

Para além da surpreendente afectação de algumas pastas (em particular nos casos de Assunção Cristas, Paulo Macedo e Pedro Mota Soares), e da inesperada atribuição do principal cargo (Ministério das Finanças) a Vítor Gaspar, é de notar também a ausência de muitos dos “nomes fortes” que foram sendo repetidamente anunciados na comunicação social ao longo das últimas duas semanas, nomeadamente Eduardo Catroga (autor do programa eleitoral do PSD), Vítor Bento, Fernando Nogueira, António Bagão Félix, António Lobo Xavier, António Carrapatoso, Sevinate Pinto, João Duque, Daniel Bessa, Carlos Costa, Fernando Nobre, Jorge Moreira da Silva, Rui Ramos, ou Fernando Negrão.

«A acção do novo Governo, ao contrário do que por vezes se diz, não vai estar limitada ao cumprimento do memorando de entendimento que foi acordado com as instituições internacionais.

O novo Governo terá muito mais para decidir e fazer, de modo a garantir a justiça social, o crescimento da economia e o combate ao desemprego.»

(Mensagem do Presidente da República a propósito das Eleições Legislativas, 4 de Junho de 2011)

17 Junho, 2011 at 6:39 pm Deixe um comentário

The timeline of modern music – The Guardian

17 Junho, 2011 at 11:44 am Deixe um comentário

Resultados finais das Eleições Legislativas

(clique na imagem para ampliar – via http://www.legislativas2011.mj.pt/index.html)

Pode consultar a lista completa dos 230 deputados eleitos aqui.

15 Junho, 2011 at 11:45 pm Deixe um comentário

Resultados Eleições Legislativas 2011 – Círculos da Emigração

                           %                         Votos
                PSD   PS  CDS  CDU   BE     PSD   PS  CDS  CDU   BE
França	       26,3 44,0  4,5  3,0  2,3    2406 4025  408  270  212
Alemanha       39,6 43,2  6,4  4,7  2,6    1244 1358  200  146   81
Suíça	       23,5 34,3  5,8  6,6  3,6     528  770  131  147   81
Resto Europa   33,2 30,8  7,5  7,0  6,7    1133 1051  254  240  228
 Europa        29,6 40,2  5,5  4,5  3,4    5311 7204  993  803  602

Brasil         55,1 18,2  2,5  0,4  0,7    4369 1441  197   35   55
EUA	       56,8 18,4  6,5  0,6  1,4     940  304  108   10   23
Canadá	       54,0 24,6  5,3  1,3  1,4    1141  520  111   27   29
África/Amér.   64,2 12,3  5,9  1,1  0,9    1317  253  120   22   19
Ásia/Oceania   40,7 14,4  5,8  2,4  2,9     556  196   79   33   39
 Fora Europa   55,1 18,0  4,1  0,8  1,1    8323 2714  615  127  165

(via http://www.legislativas2011.mj.pt/index.html)

Foram eleitos Deputados:

  • Pelo círculo eleitoral da Europa – Paulo Alexandre de Carvalho Pisco (PS) e Carlos Alberto Silva Gonçalves (PSD)
  • Pelo círculo eleitoral de Fora da Europa – José de Almeida Cesário e Carlos António Páscoa Gonçalves (ambos do PSD)

Do total de 195 109 inscritos, votaram apenas 33 059 eleitores (16,9 %) – 23,9 % na Europa e 12,6 % no círculo de Fora da Europa –, sendo também de registar as elevadas percentagens de votos nulos, respectivamente 12,1 % e 16,8 %.

15 Junho, 2011 at 11:22 pm 1 comentário

Ciclo de cinema Doc_Europa

Numa iniciativa da Comissão Europeia, o Doc_Europa, em terceira edição, a realizar na “Casa das Histórias Paula Rego”, em Cascais, e no Cinema Passos Manuel, no Porto, de 17 a 19 de Junho, apresenta 27 documentários com origem em cada um dos países membros da União Europeia (27 países / 27 filmes), sob o mote “A União Europeia dos Cidadãos”, visando «dar a conhecer a diversidade cultural europeia e convidar a pensar sobre a nossa condição de cidadãos na União Europeia».

A edição deste ano, com entrada livre, conta com a presença de cinco realizadores convidados: Susana de Sousa Dias (representante portuguesa, com o documentário intitulado “48“), Sarah Moon Howe, Fateme Gosheh, Vasia Markides e Panagiotis Karagiorgas. Pode consultar o programa completo aqui.

14 Junho, 2011 at 9:55 pm Deixe um comentário

Kutub al-Filāḥa


Num projecto colaborativo, designado “The Filāḥa Texts Project“, serão disponibilizados online textos provenientes de cerca de 240 manuscritos (digitalizados), originários de 40 cidades, da Europa, África e Médio Oriente, sobre as origens da agricultura, que serão traduzidos para inglês.

O objectivo é o de divulgar os textos conhecidos como Kutub al-Filāḥa (Livros da Agricultura/Pecuária), compilados pelos Árabes, em particular os Andalusi – inventores da agricultura –, essencialmente entre os séculos X e XIV.

(via ReadWriteWeb)

8 Junho, 2011 at 10:27 pm Deixe um comentário

Semprún – “Que signifie pour moi être européen ?”

«Pour mettre de l’ordre dans mes idées sur l’Europe, je souhaite entreprendre trois voyages intellectuels afin de tenter d’aborder sa réalité d’un point de vue culturel et historique.

Prague : “l’héroïsme de la raison” d’Edmund Husserl En mai 1935, à Vienne, un vieux philosophe allemand nommé Edmund Husserl donne une conférence intitulée “La crise de l’humanité européenne et la philosophie”. Il a fui son pays natal parce qu’il est juif. Ses propos sont émaillés de termes abstraits et rigoureux. Il parle de philosophie alors que la crise européenne est en gestation et se pose une question cruciale : que représente l’Europe aujourd’hui ? Sa première réponse est que l’Europe est surtout une entité spirituelle et qu’elle n’est pas liée à un territoire. “J’entends l’Europe non pas géographiquement comme sur les cartes, dit-il. Au sens spirituel, il est manifeste que les dominions britanniques et les Etats-Unis appartiennent à l’Europe.” On comprend immédiatement à quoi Husserl fait allusion lorsqu’il parle de l’identité spirituelle de l’Europe : une longue tradition de pensée, de critique au sens large, qui puise ses racines dans notre histoire culturelle. […]

Weimar et Buchenwald : l’Europe contre l’Europe Empruntons maintenant une autre route pour appréhender ce qui me semble essentiel dans la culture spirituelle de l’Europe. Weimar, une petite ville allemande possédant une longue et importante histoire politique et culturelle, est peut-être l’un des lieux les plus appropriés pour réfléchir sur l’Europe, voire sur le monde. Dans une île située sur la rivière qui jaillit du terre-plein où s’élèvent les murs de la vieille ville se trouvent la résidence d’été et le jardin de Goethe. Là, entourés des souvenirs de cet homme, qui fut un grand Européen et l’un des défenseurs du cosmopolitisme dans son sens le plus profond, nous pouvons méditer sur ce qu’il est advenu de l’Europe.

L’endroit est vraiment extraordinaire. Weimar n’est pas seulement une ville qui a été “capitale culturelle de l’Europe” en 1999 et où l’on peut, après un arrêt à la résidence d’été de Goethe, aller consulter les archives de Schiller ou de Nietzsche ; elle est aussi située à quelques kilomètres de l’ancien camp de concentration nazi de Buchenwald. Une proximité étrange et très instructive à la fois. […]

Londres : Orwell redécouvre la démocratie

Nous devons faire un dernier détour par Londres. George Orwell a combattu en Espagne au sein d’une brigade internationale liée à l’extrême gauche européenne – et aux antipodes du stalinisme -, représentée localement par le Parti ouvrier d’unification marxiste (POUM). Il relate son expérience dans un livre magnifique intituléHommage à la Catalogne. Au milieu des années 40, il commence la rédaction d’un autre ouvrage extraordinaire, Le Lion et la Licorne, qu’il termine en 1941, juste avant l’invasion de l’Union soviétique par les nazis. […]»

(ver artigo completo no Courrier International e a entrevista de Jorge Semprún a Carlos Vaz Marques, no “Pessoal… e Transmissível” – via Shyznogud)

8 Junho, 2011 at 8:31 pm Deixe um comentário

Simulação de eleição da Assembleia da República com 181 Deputados

                    181 deputados               230 deputados
              PSD   PS  CDS  CDU   BE     PSD   PS  CDS  CDU   BE
Lisboa	       14   11    6    4    2      18   14    7    5    3
Porto	       13   11    3    2    1      17   14    4    2    2
Braga	        7    6    2    -    -       9    7    2    1    -
Setúbal	        4    4    2    3    1       5    5    2    4    1
Aveiro	        6    4    2    -    -       8    5    2    -    1
Leiria	        5    2    1    -    -       6    3    1    -    -
Santarém        4    2    1    -    -       5    3    1    1    -
Coimbra	        4    2    1    -    -       5    3    1    -    -
Viseu	        4    2    1    -    -       5    3    1    -    -
Faro	        4    2    1    -    -       4    2    1    1    1
V. Castelo      3    1    1    -    -       3    2    1    -    -
Madeira	        3    1    1    -    -       4    1    1    -    -
Vila Real       3    1    -    -    -       3    2    -    -    -
Açores	        3    1    -    -    -       3    2    -    -    -
C. Branco       2    1    -    -    -       2    2    -    -    -
Guarda	        2    1    -    -    -       3    1    -    -    -
Bragança        2    1    -    -    -       2    1    -    -    -
Évora	        1    1    -    -    -       1    1    -    1    -
Beja	        -    1    -    1    -       1    1    -    1    -
Portalegre      1    1    -    -    -       1    1    -    -    -
Europa          1    1    -    -    -       1    1    -    -    -
F. Europa       2    -    -    -    -       2    -    -    -    -
	       88   57   22   10    4     108   74   24   16    8

A título de curiosidade, apresento acima uma simulação comparativa de repartição de mandatos, caso a proposta apresentada pelo líder do PSD, Pedro Passos Coelho, de redução do número de representantes na Assembleia da República, dos actuais 230, para apenas 181 Deputados – a qual carecerá de ratificação Parlamentar, por maioria qualificada –, estivesse já em vigor nas eleições do passado Domingo (pressupondo, no caso dos círculos da emigração, a manutenção da tendência de resultados registada nas eleições mais recentes).

Com base nos números (virtuais) apurados, facilmente se depreenderá que possa vir a haver forte contestação a tal proposta, desde logo da parte do Bloco de Esquerda e da CDU, proporcionalmente mais afectados pela redução, mas igualmente do PS, que sofreria também um corte importante na sua representação.

Curiosamente, dada a distribuição de votos obtidos pelo CDS nestas eleições, seria o partido menos afectado pela eventual remodelação, perdendo apenas 2 mandatos (em Lisboa e Porto), vendo consequentemente a sua representatividade reforçada.

Neste cenário, com a maioria absoluta a ser garantida com apenas 91 deputados, o PSD teria ficado muito próximo de tal desiderato.

Em conclusão, quando (se) a questão for suscitada, será decerto oportunidade para se debater novamente a reforma da lei eleitoral, sendo expectável que volte a ser colocada “em cima da mesa” a possibilidade de um sistema misto, com um círculo nacional, proporcional à votação global, complementado por outros círculos, coincidentes ou não com os actualmente definidos (eventualidade de agrupamento de alguns dos actuais círculos), ou, de forma mais controversa, a temática dos círculos uninominais.

7 Junho, 2011 at 4:47 pm 3 comentários

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