Posts filed under ‘Sociedade’
Oh, my God!
As Distritais do PSD de Lisboa, Porto e Faro equacionam a possibilidade de apoiar a eventual candidatura de Alberto João Jardim à presidência do partido…
Pampilhosa da Serra
A Pampilhosa da Serra é uma vila portuguesa no Distrito de Coimbra, com cerca de 1 500 habitantes, sede de município (segundo maior do distrito de Coimbra, cidade de que dista 85 km), contando cerca de 5 000 habitantes. O município é limitado a norte por Arganil, a nordeste pela Covilhã, a leste pelo Fundão, a sul por Oleiros e Sertã, a sudoeste por Pedrógão Grande e a oeste por Góis.
Integra as seguintes freguesias: Cabril, Dornelas do Zêzere, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Pessegueiro, Portela do Fojo, Unhais-o-Velho e Vidual.
Celebra hoje o seu dia feriado, em comemoração de diploma régio de D. João I, que confirmou o seu estatuto de vila autónoma do concelho da Covilhã.
Global Information Technology Report – Portugal em 2º
Portugal é o segundo país em que o Governo atribui maior importância às Tecnologias de Informação, de acordo com estudo publicado hoje pelo World Economic Forum: Global Information Technology. Neste critério de apreciação, Portugal apenas é suplantado por Singapura.
No índice global (“Networked Readiness Index”) – medindo o grau de preparação, participação e de desenvolvimento de um país ou região no aproveitamento que faz dos benefícios das tecnologias de informação e comunicação -, Portugal ocupa a 28ª posição, numa tabela liderada por Dinamarca, Suécia e Suíça.
(com base em artigo do Público)
Acordo ortográfico
Qual “Velho do Restelo”, aqui deixo expresso que não adoptarei de forma voluntária este novo acordo ortográfico. Se, compulsivamente, for obrigado a adoptá-lo, fá-lo-ei sob protesto!
«Consoantes mudas
Quando um dos termos de uma sequência consonântica é proferido na pronúncia culta da língua, como em “pacto” ou ficção”, fica tudo como está. Se é invariavelmente mudo, como acontece nas palavras “acto”, “colecção” ou “director”, o “c” cai sempre. Pela mesma lógica, cai o “p” em “Egipto” ou “peremptório”, sendo que neste último caso o “m” dá lugar a um “n”: perentório.
Acentos
A conjugação na terceira pessoa do plural do presente do indicativo de verbos como ter, vir e ver – têm, vêm e vêem – perde o acento circunflexo. Passa a escrever-se, por exemplo, “reveem”. Já em “dêmos” (presente do conjuntivo), continua a aceitar-se o acento, a título facultativo, para evitar a homografia com “demos” (pretérito perfeito do indicativo). A excepção é a forma verbal “pôde”, que preserva o acento.
Também são banidos os acentos agudos e circunflexos que ainda se mantinham em algumas palavras graves, como em “pára” ou “pêlo”, que passam a não se distinguir graficamente de para e pelo.
Hífen
Os redactores do novo Acordo Ortográfico investiram um especial esforço na regularização do uso do hífen, sobretudo nas palavras formadas por prefixação.
Algumas regras:
Quando o prefixo termina em vogal e a palavra seguinte começa com “r” ou “s”, cai o hífen e dobra-se a consoante: “contrarrelógio”.
Quando o prefixo termina em vogal e a palavra seguinte começa por uma vogal diferente, não se usa o hífen: “antiaéreo”. Quando o prefixo termina com a vogal que inicia o elemento seguinte, usa-se o hífen: “contra-almirante”. A excepção a esta regra é o prefixo “co-“, que se aglutina com o elemento seguinte mesmo que este se inicie com um “o”: “coocupante”. Um dos exemplos que o texto do Acordo avança é “coordenar”, que se torna graficamente indistinguível de “coordenar” no sentido de dirigir ou supervisionar.
Os hífenes caem também em algumas locuções nas quais ainda iam sendo usados, como “fim-de-semana”. Mas abrem-se excepções para outras, nas quais esse uso foi considerado mais generalizado, como “pé-de-meia” ou “cor-de-rosa”.
Uma alteração que será provavelmente mais difícil de interiorizar é a supressão do hífen em todos casos em que uma forma monossilábica do verbo haver se une à prepoisção “de”. Passará a escrever-se, por exemplo, “hei de” e “hão de”.»
(excerto de artigo do jornal Público)
P. S. Outros exemplos de aberrações (via Macacos Sem Galho): ação (em vez de acção); adotar (adoptar); fação (facção); ótimo (óptimo); receção (recepção); ou o culminante úmido (húmido).
Mais uma brecha no muro da última capital europeia dividida
Foi tema de um dos primeiros textos que publiquei neste blogue, há quase cinco anos: a divisão (desde 1974, aquando de invasão da Turquia) do território de Chipre (e da sua capital, Nicósia) em duas partes, uma das quais afecta à auto-denominada República Turca do Norte de Chipre.
Hoje foi dado mais um passo na caminhada para a reunificação, com a abertura de um novo ponto de passagem no centro de Nicósia, por via do derrube de uma vedação em chapa metálica, que impedia o acesso a partir do lado “cipriota-grego” à “zona-tampão” administrada pela ONU, numa cerimónia em que participaram responsáveis de ambas as facções.
A manifestação
ESTÁ NA HORA, ESTÁ NA HORA DE A MINISTRA …
Logo de manhã apresentei-me no posto da PSP para dizer que ia hoje a Lisboa. Agora passei por lá só para confirmar o regresso a casa e descansar as autoridades: parece-me que a polícia tem os manifestantes contados e se amanhã aparece gente a mais podem acabar os pastéis de bacalhau e as chamuças. Sim, porque eu acredito que o Governo só mandou contar os manifestantes para organizar uma recepção bué fixe aos stôres que amanhã vão à manif.
(Waldorf, no Blogue dos Marretas)
«Hooligans em Lisboa»
Diz Emídio Rangel, no Correio da Manhã:
«Confesso que tenho vergonha destes pseudoprofessores que trabalham pouco, ensinam menos, não aceitam avaliações e transformaram-se em soldados do Partido Comunista, para todo o serviço. Maria de Lurdes Rodrigues é uma ministra determinada. Bem haja pela sua coragem. Por ter introduzido um sistema de avaliação dos professores, por ter chamado os pais a intervir, por ter fechado escolas sem alunos, por ter prolongado os horários e criado as aulas de substituição, por ter resolvido o problema da colocação dos professores, por ter introduzido o Inglês, por levar a informática aos lugares mais recônditos do País. Estas entre outras medidas já deram frutos…»
(CAA, no Blasfémias)
"as ondas, mas de longe"
“Corria o Verão de 1996. Durante uma semana, não houve telejornal das TVs privadas – nessa época a RTP ainda mantinha um alinhamento menos tablóide nos noticiários – que não arrancasse com crimes de sangue. Era uma ‘onda’. Fizeram-se debates e anúncios inflamados, interpelações e declarações dramáticas. Portugal “deixara” de ser “um país seguro”. Na altura, ouvi sobre o assunto o sociólogo Nelson Lourenço, então na Universidade Nova, que trabalhava muito o tema da violência. “Quanto menos violenta é uma sociedade, mais percepciona a violência e mais reage a ela”, disse o universitário, hoje reitor da Universidade Atlântica. E explicou-se: o Portugal de há 100 anos era muito mais violento que o da actualidade, mas a ressonância dessa violência era muito menor.
[…]
Quer isto dizer que não devemos preocupar-nos? Que o que sucedeu na última semana não tem importância? Claro que devemos preocupar-nos com o facto de ter havido seis (ou sete, ainda não é certo) mortes violentas em poucos dias. Mas confundir isso com “um aumento da criminalidade” é um pouco como dizer, no dia das enxurradas de 18 de Fevereiro, que 2008 não vai ser um ano seco. As ondas são assim: vistas de perto fazem um grande efeito, mas de longe fundem-se no mar.”
(Fernanda Câncio, no 5dias.net)
"Avante!" clandestino
Em dia de (87º) aniversário, o Partido Comunista Português disponibilizou ontem no seu site, 43 anos de arquivos das edições do seu órgão oficial, o jornal Avante!, no período em que a sua publicação era clandestina, de 1931 até ao 25 de Abril de 1974.
Moeda comemorativa dos 10 anos de União Económica e Monetária
Terminada a votação promovida pela União Europeia, eis a escolha dos cidadãos e residentes da União Europeia: moeda comemorativa de 2 euros, evocando o 10º aniversário do lançamento da União Económica e Monetária (a 1 de Janeiro de 1999) e da criação do euro.



