Randy Paush, professor de informática na Universidade de Carnegie-Mellon, do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a quem foi diagnosticado um cancro em fase terminal, ministrou a sua última aula, disponibilizada online em vídeo, tendo também passado a livro o testemunho da sua experiência pessoal.
Foi entregue hoje na Assembleia da República – véspera do debate sobre o Acordo ortográfico – a Petição contra o acordo ortográfico, subscrita por mais de 33 000 signatários (conta já, neste momento, com mais de 34 500), um número de uma ordem de grandeza incomum, o qual não poderá deixar de suscitar a devida reflexão.
“O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.
É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes “mudas” – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão. […]”
É lançada hoje uma nova publicação, a revista Visão História, orientada para temas históricos ou de memória, com uma periodicidade tendencialmente trimestral, “ajustada aos ritmos da própria história”.
Esta revista tem direcção editorial de Cláudia Lobo, sendo o seu primeiro número inteiramente dedicado ao ano de 1968, em especial ao “Maio de 68”.
Nos 40 anos do “Maio de 68”, o projecto “68bis” (da arte.tv) oferece-nos, dia a dia, os despachos originais da Agência France-Presse, de há 4 décadas, que – a partir de hoje – desfilarão também pela barra lateral do Memória Virtual.
Está já disponível para consulta online o documento “Os Jovens e a Política“, um estudo do Centro de Sondagens e Estudos de Opinião da Universidade Católica Portuguesa, ontem citado pelo Presidente da República, Cavaco Silva, no discurso efectuado na sessão comemorativa do 34º aniversário do 25 de Abril.
Algumas das principais conclusões:
“Quer de um ponto de vista quer absoluto quer comparativo, é notória a insatisfação dos portugueses com o funcionamento da democracia, assim como a existência de atitudes favoráveis a reformas profundas ou mesmo radicais na sociedade portuguesa.
De um ponto de vista quer absoluto quer comparativo, os portugueses evidenciam atitudes de baixo envolvimento com a política.
Os jovens encontram-se menos expostos à informação política pelos meios de comunicação convencional do que o resto da população. E em geral − e não apenas aqueles que ainda não chegaram à idade do voto − os jovens tendem a exibir menores níveis de conhecimentos políticos.”
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