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AGRADECIMENTOS – AAANUMBERONE – MEMÓRIA VIRTUAL
No primeiro dia na sua “nova casa”, em que o (“velho”) aaanumberone deu lugar ao (“novo”) Memória Virtual, agradecimentos aos “companheiros” que prontamente fizeram referência a esta evolução ou que me enviaram palavras de incentivo:
Rui Branco / Adufe, Paulo Gorjão / Bloguítica Nacional, O Carimbo, Nuno / Janela para o rio – Pt (também novo “vizinho”), Mário Pires / Retorta, João L. Nogueira / Socioblogue e, last but not least, à Catarina / 100nada – Pt.
Bem hajam!
P. S. Mais agradecimentos, pelas referência e palavras de incentivo, ao Dias estranhos, Mata-Mouros, Blogue dos Marretas e Almocreve das Petas.
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Memória Virtual
Memória Virtual… porque é assim mesmo que a vejo (esta página).
Depois de 3 meses e meio no blogger / blogspot, o aaanumberone adquire uma “nova casa” e um “novo nome”; procurarei fazer entretanto a transferência dos textos anteriores.
A orientação continuará a ser a mesma: ter como objectivo prioritário a divulgação do que de melhor for acontecendo em Portugal e no Mundo.
Sejam bem-vindos!
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"NOVA CASA"
O aaanumberone termina aqui!
“Renasce” agora mesmo numa “nova casa”, com um novo nome: “Memória Virtual”.
Aguardo a sua visita.
Obrigado a todos.
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5000! (III)
O aaanumberone é ou foi lido em Portugal, Brasil, Espanha, Inglaterra, Bélgica, EUA, França, Itália, Canadá, Suécia, Japão, R. Dominicana, Argentina, Chipre, Suíça, México, Alemanha, Israel, Holanda, Luxemburgo, Angola, Taiwan, Marrocos, Uruguai, Singapura, Dinamarca, Austrália e Colômbia.
Quero portanto aproveitar esta .comemoração. especial para agradecer a todos, quer sejam visitantes mais ou menos .anónimos., quer sejam mais conhecidos; quer sejam apenas leitores, quer sejam também .colegas escritores..
Claro que me parece oportuna uma referência particular aos .colegas. que me têm indicado maior número de .novos amigos.: obrigado ao Francisco José Viegas / Aviz (como se compreende facilmente, o maior .referrer.); ao João / Terras do Nunca; ao João L. Nogueira / Socio(b)logue; à Catarina Campos / 100nada; ao César Valente / Carta Aberta (Brasil); ao Martin Pawley / Dias estranhos (Galiza); ao Almocreve das Petas; ao Crítico Musical; ao João Carvalho Fernandes / Fumaças.
Obrigado também aos que são talvez os mais assíduos leitores e/ou .comentadores. (pelo menos aqueles que foi possível identificar): Paulo Gorjão / Bloguítica Nacional; O Carimbo; Carlos Vaz Marques / Outro, eu; Mário Pires / Retorta; Rui Branco / Adufe; Nuno / Janela para o Rio; e, finalmente, ao .campeão dos comentários., Ricardo / Rebique. Por falar em comentários, agradeço mais uma vez os da Fábia / Fal (Drops da Fal) e da Cláudia Bia (100sal), assim como os da Catarina Campos (100nada, em mudança para uma “nova casa”), que constituíram enormes incentivos.
Por fim . pedindo desculpa pela falta de capacidade de síntese desta .entrada. (em 3 partes) ., para quem chega de novo, preparei um resumo dos textos que considero mais .marcantes., cujos links podem ser encontrados na coluna da direita (.Retrospectiva.), nomeadamente: .Equador., .Human Development Index., .Blogues Brasil e Portugal., .Debate NTV., .ONU . Iraque . Que futuro?., .Guiné-Bissau . País de futuro., .Vício dos blogues..
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5000! (II)
Só a partir do início de Julho consegui colocar a funcionar o .sitemeter.; quando, no dia 1 de Agosto, atingi os 1 000 visitantes, fiquei muito satisfeito, mas escrevi que não voltaria a referir o assunto nos próximos tempos, para não maçar os leitores…
Ontem à noite, o aaanumberone atingiu os 5 000 visitantes e as 12 500 .pageviews.; é uma .enormidade. que não imaginava sequer alcançar quando comecei.
Da média diária de 20 visitantes nas primeiras semanas, passou a cerca de 75 nas últimas (com um máximo de 93 visitantes no dia 23 de Julho . dia em que apresentei um resumo de um debate televisivo sobre os .blogues., na NTV, com moderação de Francisco José Viegas), oscilando neste mês entre os 60 e 80 visitantes diários (com quebras regulares aos fins-de-semana, .caindo. até aos 40 visitantes).
O aumento do visitas diárias, assim como os cerca de 50 .colegas bloguistas. que incluíram o aaanumberone nas suas listas de .recomendados., fizeram inevitavelmente aumentar a motivação para escrever e, ao mesmo tempo, criaram em mim uma .responsabilidade. de não os .desiludir..
O aaanumberone cresceu, alargou o seu âmbito (sem esquecer o objectivo inicial!) e, até onde me for possível, em função do tempo disponível (que irá escassear drasticamente de Janeiro a Março, devido a compromissos profissionais), procurarei continuar a escrever sobre os assuntos que me .dizem. mais.
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5000! (I)
O aaanumberone começou no dia 28 de Junho.
Até esse dia, basicamente, não sabia nada sobre .blogues., sobre páginas na net, sobre links. não tinha uma ideia concreta sobre para que iria servir esta página; apenas sabia que sempre gostei de escrever, tendo sido levado pelo entusiasmo de, com um formato .prêt-à-porter., poder .divulgar. as coisas .melhores. de Portugal e do Mundo; em concreto, no momento, .tinha que colocar no papel. o fascínio que tinha experimentado com a leitura do livro de Miguel Sousa Tavares (.Equador.) . gostei tanto do livro, que fui logo .a correr. comprar outro para oferecer.
Evidentemente que gosto da sensação de .ser lido., de que alguém se interessa pelas coisas que também me interessam, de ter .feedback..
Nunca pensei (apesar do .truque. do nome do .blogue., que queria principalmente associar a figuras .ímpares., que se destacassem pela positiva . daí o .Number One. . os primeiros textos referiam-se a Miguel Sousa Tavares e a Carlos Queirós.) num objectivo de visitantes a atingir. No máximo, o que eu pretenderia seria que o aaanumberone não ficasse completamente esquecido no anonimato.
Foram poucas as pessoas a quem, na fase inicial, disse que tinha criado um .blogue. (não mais que .meia-dúzia.); fiquei à espera que ele fosse sendo .descoberto..
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AGRADECIMENTOS SEM FRONTEIRAS
Quero aproveitar este meio para fazer alguns agradecimentos públicos às pessoas que, mantendo .blogues. noutros países e línguas (Brasil, Espanha/Galicia, França, Suécia, Itália, Canadá) me têm dado palavras de incentivo, quer por via de comentários / mails, quer colocando o aaanumberone na sua lista de links recomendados.
Se mais nada houvesse para justificar a existência deste .blogue., só pelos comentários da Fábia / Fal (Drops da Fal) já valeria a pena tê-lo criado.
Mas é com grande prazer que agradeço também ao César Valente (Carta Aberta), ao Martin Pawley (Dias estranhos), ao Cristiano Dias (Cris Dias), ao Francis Strand (How to learn Swedish in 1000 difficult lessons), ao Jean-Luc (mediaTic), à Martine (ni vu ni connu) e ao I Love America.
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AMIGOS vs. COLEGAS (II)
Noutro plano, no que respeita à .dicotomia. colega / amigo, qual o seu .modus operandi.? Onde / Como é estabelecida a fronteira?
Se nos ativermos apenas à questão da regularidade / frequência do contacto, os colegas sairão vencedores .de goleada.: enquanto a família (por exemplo, pais / sogros) pode eventualmente ser vista apenas aos fins-de-semana; o marido / mulher e os filhos, diariamente (mas apenas, no máximo, talvez 4/5 horas); os colegas do trabalho, também diariamente, mas, pelo menos, 8 a 10 (ou mais) horas…
Passando ao tipo de encontros, inevitavelmente haverá jantares (quanto mais não seja o .jantar anual de Natal.) e muitos .cafés., eventualmente .saídas à noite.; concerteza, incontáveis almoços.
Os interesses em comum poderão ser em maior ou menor grau, mas algum ponto de contacto, de afinidade social, desportiva, política, cultural, religiosa, sempre acabará por existir.
Em trabalhos em equipa, espera-se que haja alguma empatia ou o resultado final poderá estar irremediavelmente comprometido.
A confiança será naturalmente edificada e solidificada com o passar do tempo.
E, afinal, é com os colegas de trabalho que mais conversamos, que rimos, que nos .aborrecemos. (para não dizer .chateamos.), que apoiamos, que amuamos, que compartilhamos os sucessos, que invejamos; finalmente, com quem competimos nesta espécie de .lei da selva., onde apenas os mais fortes vingam.
Poderá ser esse um factor distintivo no binómio colega / amigo?
Ou será a primeira .qualificação. (.colega.) um estado ou uma etapa na transição para a segunda (.amigo.), por via do reforço da confiança e da cumplicidade?
Ou não será .nada disto, antes pelo contrário.: amigos são amigos; colegas são colegas; vamos mas é “back to work”?.
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AMIGOS vs. COLEGAS (I)
.Poucos mas bons., é uma expressão recorrente quando se fala do tema .Amigos..
Como se define o .conceito.? O que releva para a classificação de amigo?
Será a regularidade ou frequência do contacto (diária, semanal, ocasional, rara)?
O tipo de encontros mantidos (jantares, café, “saídas à noite”)?
Os interesses em comum (sociais, desportivos, afinidades culturais, políticas, religiosas)?
O tipo de conversas (sobre o trabalho, sobre futebol, sobre homens/mulheres, sobre os amigos)?
A empatia (sentir-se bem na companhia do outro)?
A confiança (a quem se empresta o carro, dinheiro, ou põe a casa à disposição)?
A cumplicidade (estar em sintonia nos pensamentos)?
O saber da existência de um .ombro à disposição.?
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CINZENTO
Porque é que, incessantemente, se insiste em dividir o mundo, esteorotipadamente, em “Direita/Esquerda”, “Bom/Mau”, “Branco/Preto”?
Esquecemo-nos que existem milhares de tons de cinzento?
Há quanto tempo não olhamos para um “arco-íris”?
O mundo tem muitas cores à disposição de quem as “queira” ver…
P.S. E agora, uma coisa que não tem nada a ver (ou terá?), duas perguntas naives: “Porque é que continuam a existir guerras?”; “Será que, um dia, vamos conseguir evoluir e deixar de nos orientar por instintos primários, do tempo do homem das cavernas?”.
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