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ELVIS AARON PRESLEY (III)
Love Me Tender
Love me tender,
love me sweet,
never let me go.
You have made my life complete,
and I love you so.
Love me tender,
love me true,
all my dreams fulfilled.
For my darlin’ I love you,
and I always will.
Love me tender,
love me long,
take me to your heart.
For it’s there that I belong,
and we’ll never part.
Love me tender,
love me dear,
tell me you are mine.
I’ll be yours through all the years,
till the end of time.
(Escrita por Very Matson e Elvis Presley)
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ELVIS AARON PRESLEY (II)
Discografia:
1956 – Elvis Presley e Peace in the Valley
1957 – Loving you, Just for you e Elvis Christmas Album
1958 – Elvis Golden Records e King Creole
1959 – For LP Fans Only e A Date With Elvis
1960 – Elvis is Back! e GI Blues
1961 – His Hand is Mine, Something for Everybody e Blue Hawaii
1962 – Pot Luck e Girls! Girls! Girls!
1963 – It Happened at the World’s Fair
1964 – Fun in Acapulco, Kissin Cousins e Roustabout
1965 – Girl Happy, Elvis for Everyone e Harum Scarum
1966 – Frankie and Johnny, Paradise,Hawaiian Style e Spinout
1967 – How great Thou Art
1968 . Clambake
1969 – From Elvis in Memphis e From Memphis to Vegas / From Vegas to Memphis
1970 – On Stage-February,1970 e Elvis:That’s the Way it is
1971 – Elvis Country (I’m 1 000 years old) e Love letters from Elvis
1972 – Elvis as recorded at Madison Square Garden e Burning Love
1973 – Aloha from Hawaii
1974 – Elvis Recorded Live on Stage in Memphis
1977 – Moody Blue e Elvis in Concert
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ELVIS AARON PRESLEY (I)
Considerado o .rei. do rock’n’roll, Elvis Aaron Presley nasceu no Mississipi, em 1935, tendo acompanhado a família na mudança para Memphis em 1948.
Em 1953, vendo um anúncio no estúdio da Memphis Recording Service, que dizia “faça o seu próprio disco: duas canções por 4 dólares”. Resolveu, então gravar, a título de presente de aniversário para a mãe, “My Happiness”. No ano seguinte, repetiu “a dose”, com”That’s Alright Mama., que viria a tornar-se o primeiro dos seus êxitos.
Em 1955, surge efectivamente o seu primeiro grande sucesso, “Heartbreak Hotel”, recriando música negra, com elementos de country e gospel, nascendo assim o “rockabilly”.
O público jovem encantou-se com o seu vigor e a sua sensualidade.
Nos anos seguintes, sucedem-se os sucessos “Blue Suedes Shoes”, “Hound Dog”, “All Shook up”, “Don’t Be Cruel”, assim como os primeiros filmes – “Love me Tender”, “Loving You”, “Jailhouse Rock”, “King Creole”.
Em 1958, Elvis Presley foi recrutado para o Exército, tendo passado dois anos na Alemanha, onde conheceu Priscilla Beaulieu.
Ao regressar, em 1960, participou nos filmes “Flaming Star”, “Follow That Dream”, “Wild in the Country” e lançou, entre outros sucessos, as canções “His Latest Flame”, “She’s not You”, “Are You Lonesome Tonight?”, “lt’s Now or Never”, introduzindo um estilo bem menos agressivo e mais romântico, a que se associou também uma mudança do seu público, substituindo os jovens por uma audiência “de mais idade”.
Em 1967, casou-se com Priscilla e, no ano seguinte, nasceu a sua filha Lisa Marie.
No início da década de 70, foram lançados os documentários “Elvis: That’s the Way it Is” e “Elvis on Tour”, e o famoso especial de TV, também editado em disco, “Elvis: Aloha from Hawaii via Satelite”.
Em 1973, porém, uma mudança em sua vida pessoal afectaria a sua carreira de forma determinante: a partir do divórcio de Priscilla, Elvis teve vários problemas de saúde e excesso de peso, sendo hospitalizado mais de cinco vezes em quatro anos.
Elvis continuou a gravar e a participar em espectáculos até sua morte, no dia 16 de Agosto de 1977, oficialmente em consequência de um colapso cardíaco (havendo indícios de que abusava de barbitúricos e outras drogas).
O fim de Elvis Presley foi chorado no mundo inteiro, mas os seus inúmeros fan-clubes continuam vivos.
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“NE ME QUITTE PAS”
Jacques Brel, uma das maiores figuras da história cultural belga (país que homenageou em “Le plat pays”), mas, mais que isso, um nome incontornável da música francófona, o homem que se entregava por completo nas suas actuações ao vivo, que viveu depressa e de forma inquieta, deixou-nos há 25 anos, ainda antes de completar o seu meio centenário.
Ao longo de cerca de 20 anos de carreira, editou sucessivamente os seguintes álbuns, agora em edição completa em CD – memórias que o tempo não apaga: Grand Jacques (1954); Quand On N’a Que L’Amour (1957); Au Printemps (1958); La Valse à Mille Temps (1959) – incluindo Ne Me Quitte Pas; Marieke (1960); Enregistrement Public (1962); Le Bourgeois (1962); Les Bonbons (1963); Olympia 64 (1964); Ces Gens Là (1966); Brel 67 (1967); J’Arrive (1968); L’Homme de La Mancha (1968); Ne Me Quitte Pas (1972); Brel (1977).
O Terras do Nunca vem recordando nos últimos dias as suas mais belas letras, pelo que para lá direcciono os leitores. De qualquer forma, é impossível não recordar as palavras escritas em 1959:
“Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s’oublier
Qui s’enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le c.ur du bonheur
Ne me quitte pas
Moi je t’offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu’après ma mort
Pour couvrir ton corps
D’or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l’amour sera roi
Où l’amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
…”
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BETHÂNIA E GIL
Maria Bethânia e Gilberto Gil (agora também Ministro da Cultura do Brasil) actuam hoje e amanhã no Coliseu de Lisboa e, a 6 e 7 de Outubro, no Coliseu do Porto.
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"O MELHOR DO ROCK PORTUGUÊS 1980 – 1984"
Não deixa de não ser também um pouco da nossa “história”.
Foi então uma “bolha” quase explosiva, com grupos a nascer “como cogumelos” (tendo por “pai moral”, Júlio Isidro e a sua “Febre de Sábado de Manhã” (!)); agora, 20 anos depois, é bom relembrar memórias do Chico Fininho (Rui Veloso), Chiclete (Táxi), Portugal na CEE (GNR), Patchouly (Grupo de Baile), Latin’América (Já Fumega) e outras “bandas da época”, os Street Kids, Trabalhadores do Comércio, …
Essencial!
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FATIAS DE CÁ – A FLAUTA MÁGICA
Volto a referir a companhia teatral “Fatias de Cá”, a propósito da teatralização da ópera de Mozart, tendo como pando de fundo o Convento de Cristo em Tomar.
A partir de amanhã (1 de Agosto – e com novas apresentações nos dias 2, 3, 8, 9, 10, 29, 30 e 31 de Agosto e, ainda, nos dias 12 e 14 de Setembro), uma deliciosa interpretação da história do príncipe Tamino, do bizarro Papageno, do malvado e poderoso Sarastro e de Pamina, a bela filha da “Raínha da Noite”.
Como não seria possível contar a história da “Flauta Mágica” sem a música de Mozart, a representação incluirá uma selecção de trechos da referida ópera.
Após o surpreendente final da peça, o público será convidado a partilhar um jantar com os actores.
Pode ouvir um trecho da Ária da Raínha da Noite… aqui (vale a pena experimentar!).
A “Flauta Mágica” foi estreada em 1791, pouco antes da morte de Mozart, convertendo-se num grande êxito, tendo sido mesmo considerada por Beethoven como a melhor ópera de Mozart.
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PABLO CASALS
Com início hoje (e até 13 de Agosto), decorre em Prades (Pirinéus Orientais), o “Festival Pablo Casals”, com obras-primas da música de câmara, de Bach a Bartok, passando por Vivaldi, Schubert e Fauré.
«Um génio e cidadão do mundo, que lutou durante toda sua vida pela paz e pela liberdade. E para muitos, o maior violoncelista de todos os tempos: Pablo Casals.»
Violoncelista, regente e compositor espanhol; foi casado com a violoncelista Guilhermina Suggia. Foi também um lutador apaixonado por valores como a liberdade e a igualdade. Questões políticas (nomeadamente a ditadura de Franco) levaram-no ao isolamento voluntário em Prades, um povoado nos Pirinéus, sede do Festival que hoje se inicia, onde viveu até aos 97 anos.
“Eu estou sempre renascendo. Cada nova manhã é o momento de recomeçar a vida. Há oitenta anos que eu começo o meu dia da mesma maneira – e isso não significa uma rotina mecânica, mas algo essencial para a minha felicidade. Eu acordo, vou para o piano, toco dois prelúdios e uma fuga de Bach. Essas músicas são uma bênção para a minha casa. Mas também é uma maneira de retomar o contacto com o mistério da vida, com o milagre de ser parte da raça humana. Faço isso há anos, mas a música que toco nunca é a mesma – ela sempre me ensina algo novo e inacreditável.”
Pablo Casals (1876-1973)
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CARLA BRUNI
Aos 33 anos, a ex-top model italiana, procedeu a uma inversão radical na carreira, revelando-se numa faceta completamente diferente, agora a escrever e a cantar em francês (das 12 canções do seu primeiro álbum, 11 foram escritas pela própria).
O seu disco “QUELQ’UN M’A DIT” é um dos mais belos que a música de língua francesa produziu nos últimos anos, por via não só de uma encantadora voz, mas também pela qualidade das letras, tendo-se transformado num fenómeno de sucesso.
Temas como “Toi du Moi”, “La Dernière Minute”, “Tout le Monde”, entre outros, irão concerteza deixar também a sua marca em Portugal.
“Obrigatório” ouvir! Para todas as idades e “ouvidos”.
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IVAN LINS E JANE MONHEIT
Um “dueto imprevisto” (ou talvez não), em três partes (actuações a solo de cada um dos participantes e, depois, o tal dueto).
Sobre Jane Monheit – nome menos divulgado em Portugal – trata-se de uma das novas estrelas internacionais do jazz, a conhecer melhor.
Hoje na Aula Magna, às 21.30 horas.
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