Posts filed under ‘Música’
CESÁRIA ÉVORA
Hoje, no Anfiteatro Keil do Amaral, às 22 horas. Grátis!!!
Para matar a “Sôdade”.
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JACINTA
10 000 discos vendidos (“Disco de Prata”) de “A Tribute to Bessie Smith”!
O jazz na voz (portuguesa) de um novo talento que se começa a afirmar.
Jacinta estará hoje na FNAC Norte Shopping.
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MARIA ANA BOBONE
Só para dizer que, mais uma vez, fiquei muito satisfeito com o meu “blogue”, porque cá chegou alguém pesquisando “Maria” + “Ana” + “Bobone”. Pois fiquem a saber que é uma “menina” adorável e uma artista do maior talento.
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GAROTA DE IPANEMA
Ai, Ai!
Eu sabia …
Em tempo: António Carlos Jobim e Vinicius de Moraes.
(Imperdoável!).
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CRISTINA BRANCO
(Mais uma) referência repetida, mas merecida. Antes tinha deixado expressa a minha preferência pela Maria Ana Bobone e isso permanece imutável; não obstante, acho que é de assinalar que o disco de Cristina Branco, “Corpo Iluminado”, é já “disco de ouro” na Holanda.
Este disco inclui temas como: “Corpo Iluminado”, de David Mourão-Ferreira (musicado por Custódio Castelo) – que dá título ao CD – mas também, “Meu amor, meu amor (Meu limão de amargura)”, de José Carlos Ary dos Santos e “Meu amor é marinheiro”, de Manuel Alegre (ambas com música de Alain Oulman – temas criados por Amália Rodrigues).
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DAVID FONSECA na NET
Já tinha deixado antes uma (muito breve) referência ao último disco do David Fonseca.
Agora, o objectivo é apenas o de chamar a atenção para a sua belíssima página na net (ainda em fase de “construção”). Se acham que estou a ser exagerado, confirmem por vocês próprios (não se vão arrepender); vejam agora a página do David Fonseca ! Ah, já agora, aproveitem para o ouvir também … (mas voltem!).
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PEDRO BURMESTER vs. CASA DA MÚSICA
Tudo está bem quando acaba bem?
Depois das polémicas, terá conseguido salvar-se o essencial: Pedro Burmester foi convidado pela nova Administração para consultor de programação da “Casa da Música”. Como dizia Mega Ferreira, “Pedro Burmester não é o problema: ele faz parte da solução para a Casa da Música. Por uma singular coincidência de competências, o artista é também um notável programador …”.
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MARIZA E “AS OUTRAS”
Não seremos já o país dos 3 “F’s” de outrora (FADO, FÁTIMA E FUTEBOL), mas acho que não devemos envergonhar-nos do que de bom temos, seja no Fado, seja no Futebol, seja Fátima (uma das devoções de S. S. o Papa João Paulo II).
Inevitavelmente, o género de música associado a Portugal continua(rá) a ser o Fado (Amália Rodrigues é a portuguesa de maior notoriedade mundial), tal como o Flamenco é associado à Espanha ou os gaiteiros (de foles) são associados à Escócia; faz parte da nossa identidade cultural.
Recentemente, surgiu com grande “fulgor” a nova “diva” Mariza (justamente premiada a nível internacional); mas, na “nova geração do fado”, há um vasto leque de figuras de grande qualidade, de que só temos que nos orgulhar (já antes tinha referido o caso do Camané); restringindo-nos então às vozes femininas, vejam só esta lista “complementar” à Mariza: Ana Moura, Cristina Branco, Filipa Pais, Mafalda Arnauth, Maria Ana Bobone e Mísia (um septeto “de luxo”).
Puxando a “brasa à minha sardinha” (que não deixa de ser um bom complemento do Fado, convenhamos), permito-me fazer um destaque muito especial à Maria Ana Bobone; já que não posso colocar um mega-cartaz na rua, aproveito esta oportunidade para deixar um apelo para que “ouçam” esta artista sublime; são estas “pequenas-grandes” coisas (maravilhas) que dão sentido à vida!
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O IRMÃO DO MEIO – PARTE II
As ideias surgem numa torrente que a velocidade de escrita não consegue acompanhar… vem isto a propósito ainda do disco do Sérgio Godinho.
É claro que seria imperdoável esquecer a referência a: Vitorino, Milton Nascimento, David Fonseca (também com uma música excepcional no seu próprio disco, recentemente editado), Tito Paris e Clã (ainda vão faltar alguns outros…).
Reforça-se portanto a ideia da imperiosa necessidade de comprar o disco; vale mesmo a pena !
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ALVALADE XXI vs. SÉRGIO GODINHO
Decorreu ontem o último evento no “velhinho” Estádio de Alvalade. Não pude estar presente e ainda não tive ecos sobre o espectáculo. Também é verdade que a melhor recordação que tenho do dito Estádio (não levem a mal…) é a de um épico 3-6 (com um “João Pinto, nota 10”).
Vem isto a propósito de uma outra coisa bastante boa que é o disco (“tributo a”) de Sérgio Godinho, “O Irmão do Meio”. Muito bom! Parcerias com Teresa Salgueiro, Rui Veloso, Jorge Palma, Xutos e Pontapés, Carlos do Carmo e Camané… mas o mais extraordinário é mesmo o dueto com Caetano Veloso (ontem, lá estiveram os dois, ao vivo…). Depois, há uma faixa espectacular com José Mário Branco (a lembrar os tempos “pré-revolução”).
Então, aqui fica mais um apelo ao “consumo”: vale a pena comprar o disco (é um pouco da nossa história dos últimos 30 anos).
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