Posts filed under ‘Media e Comunicação’
EXPOSIÇÃO 140 ANOS DIÁRIO DE NOTÍCIAS
O Diário de Notícias inaugurou no passado dia 3, na Cordoaria Nacional, uma exposição evocativa dos seus 140 anos.
Sendo o segundo jornal mais antigo de Portugal, logo após o Açoriano Oriental, pelas suas páginas passou a História de Portugal das últimas 14 décadas.
É também um pouco dessa História que podemos acompanhar nesta exposição, “obrigatoriamente” a visitar.
[2356]
JOGOS SEM FRONTEIRAS (V)
A cidade de Tomar foi uma das 2 500 cidades participantes nos Jogos Sem Fronteiras, participando em duas sessões dos Jogos e tendo acolhido também 2 sessões; nas suas duas participações, alcançaria uma vitória e um 3º lugar.
A primeira presença de Tomar nos Jogos Sem Fronteiras decorreu na 1ª sessão de 1982, disputada em Maddalena Caprera, em Itália; a cidade de Tomar terminaria no 3º lugar, numa sessão vencida pela equipa britânica de Charnwood.
Em 15 de Julho de 1989, Tomar organizou pela primeira vez uma sessão dos Jogos Sem Fronteiras, disputada no magnífico cenário do Convento de Cristo, na qual Portugal foi representado pela equipa dos Açores, que alcançaria a vitória, à frente das equipas de Itália, Bélgica, França e S. Marino.
A segunda participação da equipa de Tomar, coincidindo com a segunda sessão disputada em Tomar, decorreu, também no Convento de Cristo, a 12 de Agosto de 1989. A equipa de Tomar seria consagrada com uma brilhante vitória, à frente das equipas representantes de Itália, França, Bélgica e S. Marino.
No ano de 1989, a equipa portuguesa mais pontuada seria a dos Açores (precisamente na primeira sessão disputada em Tomar), pelo que seria esta a representante portuguesa na Final da prova.
A Final foi disputada na Madeira, a 11 de Setembro, com a equipa dos Açores a obter novamente a vitória para Portugal, à frente das equipas de Itália, França, Bélgica e S. Marino.
(Dados com origem em http://www.chez.com/jeuxsansfrontieres)
[2235]
JOGOS SEM FRONTEIRAS (IV)
Vencedores das Finais anuais:
1965 – Ciney (Bélgica) e Saint-Amand (França)
1966 – Eichstätt (Alemanha)
1967 – Duderstadt (Alemanha)
1968 – Siegen (Alemanha)
1969 – Wolfsburg (Alemanha) e Shrewsbury (Grã-Bretanha)
1970 – Como (Itália)
1971 – Blackpool (Grã-Bretanha)
1972 – La Chaux de Fonds (Suíça)
1973 – Ely (Grã-Bretanha)
1974 – Muotathal (Suíça)
1975 – Nancy (França)
1976 – Ettlingen (Alemanha)
1977 – Schliersee (Alemanha)
1978 – Abano Terme (Itália)
1979 – Bar-le-Duc (França)
1980 – Vilamoura (Portugal)
1981 – Dartmouth (Grã-Bretanha) e Lisboa (Portugal)
1982 – Rochefort (Bélgica)
…
1988 – Madeira (Portugal)
1989 – Açores (Portugal)
1990 – Jaca (Espanha)
1991 – Vigevano (Itália)
1992 – Trebic (Checoslováquia)
1993 – Kecskemet (Hungria)
1994 – Ceska Trebova (R. Checa)
1995 – Brno (R. Checa)
1996 – Kecskemet (Hungria)
1997 – Amadora (Portugal)
1998 – Szazhalombatta (Hungria)
1999 – Bolzano Südtirol (Itália)
[2232]
JOGOS SEM FRONTEIRAS (III)
Portugal participou em 15 edições anuais dos Jogos Sem Fronteiras, por via da RTP, nos anos de 1979 a 1982 e 1988 a 1998.
Ao longo de 15 anos, muitos foram os apresentadores nacionais do concurso, iniciando-se em 1979 com os pioneiros Fialho Gouveia, Eládio Clímaco e Maria Margarida.
Seguir-se-iam Alice Cruz (a partir de 1981), Maria João Carreira e Ivone Ferreira (1982), Ana do Carmo e Ana Zanatti (1989), Conceição Cabral (1992), Cristina Lebre (1993), Anabela Mota Ribeiro e Luís de Matos (1995) e Maria João Silveira (1998).
Não participando nos primeiros anos em que os Jogos começaram a ser transmitidos pela televisão portuguesa, a primeira edição organizada por Portugal decorreu na Praça de Touros de Cascais, em 1979, numa altura em que a televisão em Portugal era ainda a preto e branco (as emissões a cores apenas se iniciariam de forma regular em 1980). Terá sido vista por cerca de 40 milhões de europeus.
As equipas portuguesas, com um arranque lento, acabariam por se vir a impor e alcançar alguma predominância a nível de vitórias, em particular nas Finais anuais (com vitórias de apenas 10 dos 18 países concorrentes): a Alemanha foi o país com mais vitórias (6, essencialmente nas primeiras edições), seguindo-se Portugal (5 vitórias), a Grã-Bretanha e a Itália (4 vitórias para cada país), a Checoslováquia/R. Checa, França e Hungria (cada uma com 3 vitórias – com a cidade húngara de Kecskemet a ser a única das 2 500 cidades participantes a conseguir alcançar duas vitórias na prova, em 1993 e 1996), a Bélgica e a Suíça (com 2 vitórias cada) e, por fim, a Espanha (com uma única vitória).
[2229]
JOGOS SEM FRONTEIRAS (II)
Ao longo da sua existência, muitos foram os países que foram aderindo a esta grande manifestação de convívio europeu, fazendo dela um grande sucesso de televisão em todos os países participantes: a Suíça e a Grã-Bretanha a partir de 1967; os Países Baixos em 1970; a Jugoslávia em 1978; Portugal em 1979; a Espanha em 1988; S. Marino em 1989; o País de Gales em 1991; a Tunísia e a Checoslováquia em 1992 (esta última dando lugar à R. Checa a partir de 1993); a Grécia e Hungria em 1993; e, finalmente, Malta e a Eslovénia em 1994.
Cada edição anual era realizada em cerca de 8 a 11 emissões, em geral durante o Verão, nas quais se defrontavam diferentes países (entre 4 a 9), participando em cerca de 10 divertidos e espectaculares jogos.
Cada um dos países participantes organizava anualmente, no seu território, a sua própria sessão, apresentada pelos seus apresentadores nacionais. As cidades mais pontuadas de cada um dos países concorrentes disputavam a grande Final anual.
Não obstante tratar-se de uma co-produção entre várias televisões nacionais, o programa seria suspenso pela primeira vez, em 1982, devido aos elevados custos de produção. Ainda seria tentada uma retoma, em moldes menos dispendiosos e envolvendo novos países participantes, entre 1988 e 1999, mas o esgotamento do modelo, com a natural quebra de audiências televisivas (principalmente nos “países-âncora”, a França e a Itália), numa envolvente de forte concorrência televisiva, ditariam – não obstante algumas tentativas ensaiadas pela RAI3 de Itália, e de televisões da R. Checa, Roménia e de Israel – o seu final.
[2226]
JOGOS SEM FRONTEIRAS (I)
30 edições, 18 países, 265 sessões, 2 500 cidades participantes, 2 700 jogos, 30 000 concorrentes, 65 milhões de telespectadores por emissão, são os números “esmagadores” dos “Jogos Sem Fronteiras”, um programa de televisão mítico que celebrou o convívio entre os povos europeus e que marcou os anos de adolescência da minha geração.
Os Jogos nasceram em 1965 – alegadamente sob os auspícios do antigo Presidente francês, General De Gaulle, visando unir os jovens de toda a Europa –, tendo sido realizadas 30 edições anuais (de 1965 a 1982 e de 1988 a 1999), acompanhando pelo menos duas gerações de telespectadores europeus.
Inspiraram-se no programa de Guy Lux, “Intervilles”, no qual, desde 1962, duas cidades francesas se defrontavam em diversos jogos.
Em 1965, Guy Lux, Pierre Brive, Claude Savarit e Jean-Louis Marest estenderam o conceito ao nível europeu, convidando a França, Bélgica, Itália e Alemanha a participar na primeira edição dos Jogos, então ainda denominados “Jogos Internacionais”.
A 26 de Maio de 1965, o primeiro encontro teria como fundadoras as cidades francesa de Dax e alemã de Warendorf.
[2225]
“2004 EM REVISTA”
Uma referência especial a uma excelente iniciativa do Grupo Impresa, ao editar em suporte multimédia (DVD Rom) uma compilação do ano de 2004, com as principais notícias dia a dia, com imagens da SIC e fotos e artigos em destaque, a partir das publicações do Grupo, nomeadamente o jornal Expresso.
Uma “memória virtual”, obrigatoriamente, para ver, ler e guardar.
Está lá tudo!…
[2125]
ADRIANO CERQUEIRA
No limite, é também um pouco da nossa “existência” que parte, junto com Adriano Cerqueira, uma figura que nos acompanhou (em 35 anos anos de carreira televisiva), no nosso crescimento, desde a infância.
Para além de tudo o que o Adriano Sequeira realizou ao longo da vida (lembro também a sua forte ligação ao mundo automóvel e ao Benfica), a memória que neste momento recordo é a do início das transmissões televisivas de Fórmula 1 em Portugal (era eu “miúdo, de calções”) e dos seus comentários que nos faziam vibrar e sonhar; esta é uma memória do Adriano que permanecerá bem viva.
[2035]
"A BOLA" – 60 ANOS
Outrora conhecido como “A Bíblia” (do desporto!), o jornal “A Bola” – pelo qual muitos milhares portugueses terão aprendido a ler, nos anos 50 e 60 do século XX – contando com grandes figuras do jornalismo português, como Cândido de Oliveira, Vítor Santos, Carlos Pinhão, Carlos Miranda, Homero Serpa, Alfredo Farinha, Aurélio Márcio (só para referir os “consagrados”) – completa hoje o seu 60º aniversário.
Parabéns e votos de longa vida!
[2024]
“OS PEQUENOS VAGABUNDOS” – FÓRUM
Quase 30 anos depois, “Os Pequenos Vagabundos” continuam a dar que falar: têm, desde há dias, um novo fórum.
Entre as iniciativas em projecto destaca-se a preparação de uma visita ao local da acção desta que foi a série televisiva de culto dos adolescentes de uma geração!
[1942]



