Posts filed under ‘Media e Comunicação’
“Unfriend” – Palavra do ano
O New Oxford English Dictionary anunciou a sua palavra do ano de 2009, considerada como tendo um potencial de longevidade e sendo o seu significado claramente compreensível no contexto das redes sociais online:
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unfriend – verb – To remove someone as a ‘friend’ on a social networking site such as Facebook
Pode ler mais sobre a “palavra do ano”, um «não necessariamente fiável, mas fascinante barómetro tecnológico», aqui (com uma análise da sua recente evolução histórica) ou aqui, e, ainda, aqui.
Jornal i recebe prémios de melhor design

O jornal i foi distinguido nos prémios ÑH com o título de “Melhor Design Editorial de Espanha & Portugal”, na categoria dos jornais com 20 mil a 60 mil exemplares.
P. S. O i foi entretanto também premiado como “Best European National Newspaper of the year“.
Changes in Media Over the Past 550 Years
Muro de Berlim – 20 anos
San Francisco Panorama – Homenagem à imprensa escrita

A editora McSweeney’s (EUA) publicará brevemente uma edição especial do “San Francisco Panorama“, em homenagem à imprensa escrita, com cerca de 380 páginas, resultado da participação de mais de 150 colaboradores, visando apontar o caminho para a sobrevivência dos jornais em papel: edições de luxo, com design cuidado e conteúdos de qualidade, incluindo trabalhos de investigação.
(via 233grados.com)
New York Times – Innovation Portfolio

O New York Times apresenta o “Innovation Portfolio“, agregando algumas das suas melhores realizações a nível de infografia e de interactividade.
(via Journalism.co.uk)
diário2.com

Numa iniciativa de Paulo Querido, foi hoje lançado o diário2.com.
Ranking mundial de liberdade de imprensa
«It is disturbing to see European democracies such as France, Italy and Slovakia fall steadily in the rankings year after year» e «Europe should be setting an example as regards civil liberties. How can you condemn human rights violations abroad if you do not behave irreproachably at home?», são referências apontadas por Jean-François Julliard, secretário-geral da “Reporters Without Borders”.
No ranking recentemente publicado, a liderança é repartida por Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Noruega e Suécia, sem qualquer ponto de penalização, seguidos de perto por Estónia, Holanda, Suíça e Islândia.
Nesta tabela, Portugal caíu da 16ª para a 30ª posição (8 pontos), a par da Costa Rica e Mali, mas, ainda assim, à frente de parceiros da União Europeia como a Grécia (35º lugar), Polónia e Eslovénia (37º), França (43º), Eslováquia e Espanha (44º), Itália (49º) ou Roménia (50º). Os EUA ascenderam da 36ª à 20ª posição.
Nos últimos anos, Portugal ocupou o seguinte lugar nesta hierarquia (desde 2002 a 2009), respectivamente: 7º / 28º / 25º / 23º / 10º / 8º / 16º / 30º.
A fechar a tabela de 2009, surgem nas últimas 10 posições (166ª a 175ª): Vietnam, Iémen, China, Laos, Cuba, Myanmar, Irão, Turquemenistão, Coreia do Norte e Eritreia.
Este índice avalia o estado da liberdade de imprensa, reflectindo o grau de liberdade que os jornalistas e meios de comunicação dispõem, assim como os esforços desenvolvidos pelas autoridades para respeitar e assegurar o respeito por essa liberdade.
O questionário de base leva em consideração a moldura legal aplicável aos órgãos de comunicação social (incluindo penalidades por ofensas à imprensa, a existência de monopólios estatais e como os media são regulados), assim como o nível de independência dos meios de comunicação públicos.
Avalia ainda o nível de auto-censura em cada país e a capacidade dos media para investigar e criticar.
Manifesto Internet: como o jornalismo funciona hoje. 17 constatações
Em resposta à “Declaração de Hamburgo”, um grupo de jornalistas alemães preparou o “Manifesto Internet“, rapidamente traduzido para vários idiomas, incluindo o português (trabalho de Pedro Teichgräber e Paulo Querido):
1. A Internet é diferente.
2. A Internet é um império dos media tamanho de bolso.
3. A Internet é a nossa sociedade é a Internet.
4. A liberdade da Internet é inviolável.
5. A Internet é a vitória da informação.
6. A Internet muda melhora o jornalismo.
7. A Internet requer gestão de ligações.
8. Ligações recompensam, citações enfeitam.
9. A Internet é um novo palco para o discurso político.
10. Hoje, liberdade de imprensa significa liberdade de opinião.
11. Mais é mais – não existe algo como demasiada informação.
12. A Tradição não é um modelo de negócio.
13. Os direitos de autor tornam-se um dever cívico na Internet.
14. A Internet tem muitas moedas.
15. O que está na Net fica na Net.
16. A qualidade permanece a mais importante das qualidades.
17. Tudo para todos.
(ver a versão detalhada, aqui)





