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Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Basel – Benfica
Basel – Tomáš Vaclík, Marek Suchý, Manuel Akanji, Éder Balanta (80m – Serey Die), Michael Lang, Taulant Xhaka, Luca Zuffi, Raoul Petretta (68m – Blás Riveros), Renato Steffen, Ricky van Wolfswinkel e Dimitri Oberlin (74m – Mohamed Elyounoussi)
Benfica – Júlio César, André Almeida, Luisão, Jardel, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Andrija Živković (74m – Andreas Samaris), Pizzi, Franco Cervi (45m – Eduardo Salvio), Jonas (67m – Haris Seferović) e Raúl Jiménez
1-0 – Michael Lang – 2m
2-0 – Dimitri Oberlin – 20m
3-0 – Ricky van Wolfswinkel (pen.) – 60m
4-0 – Dimitri Oberlin – 69m
5-0 – Blás Riveros – 76m
Cartões amarelos – Manuel Akanji (45m), Raoul Petretta (50m) e Taulant Xhaka (55m); Andrija Živković (55m), Eduardo Salvio (59m)
Cartão vermelho – André Almeida (63m)
Árbitro – Craig Thomson (Escócia)
Uma noite negra… O pior resultado de sempre do Benfica na Taça/Liga dos Campeões (igualando a marca que sofrera, na temporada de 1963-64, então face ao Borussia Dortmund).
Uma equipa desinspirada, a denotar crescente falha de confiança, praticamente entrou a perder em Basileia, o que acabaria por condicionar todo o desenrolar do jogo.
Frente a um adversário agressivo, rápido nos movimentos de ataque, a defesa benfiquista – pese embora a aposta de Rui Vitória na experiência da dupla de centrais, assim como do guarda-redes – teve uma actuação desastrada, sofrendo dois golos nos vinte minutos iniciais da partida, em outros tantos remates à baliza de Júlio César.
O melhor reflexo do péssimo posicionamento da equipa portuguesa seria precisamente o lance do segundo golo da turma suíça, nascido de um canto a favor do Benfica, de que resultou uma correria louca de dezenas de metros, por terreno completamente desguarnecido.
Denotando grande dificuldade em “pegar no jogo”, a formação portuguesa só mesmo ao findar do primeiro tempo provocaria perigo na zona defensiva contrária, mas sem a melhor concretização. Por seu lado, também o conjunto suíço desperdiçara já outra soberana ocasião de golo.
No recomeço, o guardião brasileiro ainda procurou suster o descalabro… mas mais não conseguiria que adiar – por pouco tempo – o inadiável.
Depois de ter chegado ao 3-0, na conversão de uma grande penalidade, o Basel beneficiaria ainda do descontrolo emocional de André Almeida, que se fez expulsar “gratuitamente”, para ampliar a marca até um escandaloso 5-0…
Números que poderiam ter sido ainda mais dilatados, não fossem as duas bolas que embateram nos postes da baliza do Benfica, assim como mais um par de intervenções de Júlio César.
Mau demais para ser verdade. Costuma dizer-se em ocasiões análogas que foi um jogo “para esquecer”… Não, é um jogo para recordar e não repetir. Mas, para tal, nesta altura, tudo parece por fazer, no sentido de reconstruir uma muito abalada equipa do Benfica, que – apenas com duas jornadas disputadas – praticamente hipotecou já as suas aspirações europeias nesta época.
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo C
Hoffenheim – Sp. Braga – 1-2
Başakşehir – Ludogorets – 0-0
1º Sp. Braga, 3; 2º Başakşehir e Ludogorets, 1; 4º Hoffenheim, 0
Grupo I
Olympique Marseille – Konyaspor – 1-0
V. Guimarães – Salzburg – 1-1
1º Marseille, 3; 2º Salzburg e V. Guimarães, 1; 4º Konyaspor, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Benfica – CSKA Moskva – 1-2
Manchester United – Basel – 3-0
1º Manchester United e CSKA Moskva, 3; 3º Benfica e Basel, 0
Grupo B
Bayern – Anderlecht – 3-0
Celtic – Paris St.-Germain – 0-5
1º Paris St.-Germain e Bayern, 3; 3º Anderlecht e Celtic, 0
Grupo C
Chelsea – Qarabağ – 6-0
Roma – At. Madrid – 0-0
1º Chelsea, 3; 2º At. Madrid e Roma, 1; 4º Qarabağ, 0
Grupo D
Barcelona – Juventus – 3-0
Olympiakos – Sporting – 2-3
1º Barcelona e Sporting, 3; 3º Olympiakos e Juventus, 0
Grupo E
Maribor – Spartak Moskva – 1-1
Liverpool – Sevilla – 2-2
1º Liverpool, Sevilla, Maribor e Spartak Moskva, 1
Grupo F
Feyenoord – Manchester City – 0-4
Shakhtar Donetsk – Napoli – 2-1
1º Manchester City e Shakhtar Donetsk, 3; 3º Napoli e Feyenoord, 0
Grupo G
RB Leipzig – Monaco – 1-1
FC Porto – Beşiktaş – 1-3
1º Beşiktaş, 3; 2º Monaco e e RB Leipzig, 1; 4º FC Porto, 0
Grupo H
Real Madrid – APOEL – 3-0
Tottenham – B. Dortmund – 3-1
1º Real Madrid e Tottenham, 3; 3º B. Dortmund e APOEL, 0
Duas derrotas caseiras, face a adversários teoricamente ao alcance das equipas portuguesas constituem – não obstante o triunfo em terreno alheio do Sporting (que, inclusivamente, chegou até ao minuto 90 com uma vantagem de 3-0, que mantinha já desde o primeiro tempo, não tendo evitado um pequeno susto no período de compensação) – um bastante mau arranque na edição deste ano da Liga dos Campeões.
Pese embora se tenha tratado apenas da ronda inaugural, os objectivos de Benfica e FC Porto poderão, de alguma forma, começar a ficar desde já comprometidos, salvo a cabal “rectificação” nos jogos de ida, respectivamente à Rússia e à Turquia, o que, contudo, não se afigura fácil.
Nos restantes desafios desta primeira jornada, destaque para as goleadas impostas pelo Paris St.-Germain em Glasgow, do Manchester City, em Roterdão, assim como do Chelsea, em casa, fazendo antecipar desde já fortes disparidades entre os vários clubes concorrentes.
A outro nível, merecem ainda referência os categóricos triunfos do Barcelona frente à Juventus, assim como do Bayern, ante o Anderlecht.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – CSKA Moskva
Benfica – Bruno Varela, André Almeida, Luisão, Lisandro López (89m – Rafa Silva), Alex Grimaldo (77m – Gabriel Barbosa), Filipe Augusto, Eduardo Salvio, Pizzi, Andrija Živković, Jonas (70m – Raúl Jiménez) e Haris Seferović
CSKA Moskva – Igor Akinfeev, Mário Fernandes, Viktor Vasin, Vasili Berezutski, Aleksei Berezutski, Georgi Shchennikov, Aleksandr Golovin (87m – Konstantin Kuchaev), Pontus Wernbloom, Alan Dzagoev (77m – Bibras Natcho), Vitinho e Aaron Olanare (68m – Timur Zhamaletdinov)
1-0 – Haris Seferović – 50m
1-1 – Vitinho (pen.) – 63m
1-2 – Timur Zhamaletdinov – 71m
Cartões amarelos – André Almeida (62m) e Haris Seferović (80m); Aleksandr Golovin (43m), Alan Dzagoev (73m) e Pontus Wernbloom (75m)
Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)
A atravessar uma fase em que vem denotando algumas carências, o Benfica estreou-se na edição deste ano da Liga dos Campeões com uma exibição sombria, e, pior que isso, com um algo imprevisto revés – e, logo, frente a um “rival directo” -, principalmente depois de ter, inclusivamente, começado por chegar à vantagem, logo no início da segunda metade do encontro.
Com uma equipa que ainda não conseguiu provar ser um efectivo conjunto, revelando falta de ligação entre os sectores, com a defesa pouco consistente, a equipa portuguesa não aproveitaria as “facilidades” concedidas por uma também sofrível defesa russa em algumas fases do jogo. A primeira parte seria quase que um “deserto” a nível de efectivas ocasiões de golo, se exceptuarmos um ensaio de Grimaldo, rematando ao poste.
No reinício, o Benfica acabaria por chegar ao golo, numa das primeiras jogadas com sequência, com Živković a cruzar para a eficaz conclusão de Seferović. Porém, ao contrário do que se poderia supor, este tento, em vez de dar ânimo aos benfiquistas, viria a provocar uma reacção da equipa russa, que colocaria então a defensiva contrária em apuros, por mais de uma vez, obrigando Bruno Varela a aturado trabalho.
Numa decisão controversa do árbitro (assinalando grande penalidade, na sequência de um remate em que a bola embateria no braço de André Almeida), o CSKA restabeleceria a igualdade.
Para, menos de dez minutos volvidos, os russos, sem muito terem feito para tal, consumarem a reviravolta no marcador, surpreendendo um Benfica como que aturdido pela evolução que o jogo estava a ter.
Nos cerca de vinte minutos que faltava ainda jogar, Rui Vitória arriscou tudo, primeiro, substituindo o regressado Grimaldo pelo estreante Gabriel Barbosa, para, já nos derradeiros instantes, fazer sair um defesa central, para a entrada de Rafa.
Mas, nesse período, faltava já a serenidade e “cabeça” aos jogadores benfiquistas, a jogar de forma precipitada, facilitando a tarefa defensiva da formação russa, novamente reagrupada junto à sua área (tal como iniciara o jogo).
Numa partida em que o Benfica esteve muito abaixo do que seria expectável, fica ainda a nota das queixas de uma infeliz arbitragem, que não sancionou dois lances passíveis de grande penalidade, por faltas sobre Seferović (ainda no primeiro tempo) e Gabriel (já a menos de dez minutos do termo do desafio). Porém, aqui terá estado apenas uma parte da justificação para o desaire sofrido…
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – Final
Final – Espanha – Portugal – 3-3 (3-3 a.p.) (2-1 g.p.)
3.º / 4.º lugar – Argentina – Itália – 4-2
5.º / 6.º lugar – Angola – Colômbia – 5-1
7.º / 8.º lugar – Chile – Moçambique – 5-5 (9-7 a.p.)
9.º / 10.º lugar – França – Alemanha – 6-4
11.º / 12.º lugar – Holanda – Áustria – 5-3
13.º / 14.º lugar – África do Sul – Macau – 7-2
15.º / 16.º lugar – EUA – Egipto – 6-1
Foi uma final de contornos verdadeiramente dramáticos a que opôs Portugal e Espanha, com o conjunto português a não ter aquela pequena dose de felicidade que lhe poderia ter proporcionado a reconquista do título de Campeão do Mundo.
O encontro começou com algumas similitudes face ao de ontem, frente à Argentina, com o nulo a manter-se praticamente até aos 20 minutos – também com Portugal a procurar jogar em ataque organizado, e os espanhóis sempre mais perigosos no contra-ataque -, altura em que uma desconcentração defensiva permitiu à Espanha inaugurar o marcador, por Albert Casanovas.
Os espanhóis viriam a ampliar a marca ainda antes do termo da primeira parte, com Jordi Adroher a aproveitar da melhor forma outra falha da defesa portuguesa, saindo para o intervalo com uma importante vantagem, que acabaria por condicionar toda o tempo restante.
De facto, apesar de Portugal ter revelado excelente capacidade de reacção, restabelecendo a igualdade a dois golos, ainda antes de estarem decorridos os cinco primeiros minutos do segundo tempo, graças a tentos apontados por Hélder Nunes e Gonçalo Alves, a verdade é que a turma portuguesa teria de andar sempre a “correr atrás do prejuízo”…
A expectativa seria então a de que a formação lusa, na “mó de cima” em termos de ascendente motivacional, concretizasse a reviravolta no marcador. Mas a Espanha recompor-se-ia, sempre a procurar impor uma toada lenta, mais de contenção, mantendo o empate durante mais dez minutos, até que viria mesmo a recolocar-se em vantagem, por Eduard Lamas.
Faltavam então dez minutos para o termo da contenda e Portugal teria então de porfiar muito, numa “luta contra o tempo” que começava, rapidamente, a esgotar-se. Até que, a dez segundos do fim, o guardião português, Ângelo Girão, procurando recuperar de forma algo precipitada a bola, numa disputa fora da área, já atrás da baliza, se envolveria com um contrário, fazendo falta, que seria sancionada com cartão azul e consequente livre directo.
Tudo parecia perdido. Só que, nesse momento, a Espanha não tomou a opção que seria mais inteligente nas circunstâncias e que lhe garantiria de imediato o triunfo, de rematar à tabela final e recuperar a bola para a conter nos segundos derradeiros. Falhando a conversão de tal livre directo, tal viria a suscitar novo choque junto à tabela de fundo, que originaria, desta feita, a punição com livre directo contra a Espanha, faltavam apenas quatro segundos para acabar o desafio!
Assumindo a responsabilidade por este momento crucial, Hélder Nunes não vacilaria; depois de permitir a defesa ao guarda-redes a um primeiro remate, recuperaria a bola, para o desfeitear, empatando o jogo a três, somente a dois segundos do final do tempo regulamentar. Portugal parecia ter conseguido o “milagre”: a final ia para prolongamento.
Só que aí, tendo de enfrentar ainda 1m50s em situação de inferioridade numérica (pela exclusão de Ângelo Girão, sendo que a Espanha, tendo sofrido o golo, voltava a estar completa), a equipa portuguesa viu-se condicionada, acabando por adoptar uma táctica de risco mínimo, que se prolongaria até final destes dez minutos suplementares, sem que tivesse sido obtido qualquer golo… tendo falhado então a sorte a Portugal, num remate de longe de Diogo Rafael, a embater no poste, no último segundo!
Chegava-se assim ao desempate da marca de grande penalidade. Depois de quatro tentativas falhadas (duas para cada lado), João Rodrigues colocaria Portugal, pela primeira vez nesta final, em vantagem. Porém, nas duas últimas tentativas, os portugueses não conseguiriam desfeitear o guardião contrário (Xavi Malian), tendo, ao invés, a Espanha marcado por duas vezes (por Lamas e Casanovas, os “carrascos”, que tinham já apontado dois dos três golos), assim se sagrando Campeã do Mundo de Hóquei em Patins, reconquistando o título que havia perdido para a Argentina há dois anos…
No palmarés da prova, a Espanha reforçou a liderança, agora com 17 títulos (1951, 1954, 1955, 1964, 1966, 1970, 1972, 1976, 1980, 1990, 2001, 2005, 2007, 2009, 2011, 2013 e 2017), seguida de perto por Portugal, com 15 campeonatos ganhos (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1960, 1962, 1968, 1974, 1982, 1991, 1993 e 2003), a Argentina conquistou a prova por 5 vezes (1978, 1984, 1995, 1999 e 2015); a Itália obteve 4 títulos (1953, 1986, 1988 e 1997); e, por fim, a Inglaterra foi 2 vezes Campeã Mundial, nas duas edições inaugurais da competição (1936 e 1939).
A selecção de Portugal, pela décima vez no seu historial vice-campeã do Mundo, soma agora 42 lugares de honra (em todas as edições, à excepção da de 2007, em que se quedou na 6.ª posição):
Campeão 2.º 3.º 4.º Total Portugal 15 10 15 2 42 Espanha 17 12 7 4 40 Itália 4 9 10 8 31 Argentina 5 8 10 4 27 Suíça - 1 1 4 6 Bélgica - 1 - 5 6 Alemanha - - - 6 6 Chile - - - 4 4 Inglaterra 2 1 - - 3 Holanda - 1 - 2 3 Brasil - - - 3 3 Moçambique - - - 1 1
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/2 Finais
CAMPEONATO DO MUNDO
Espanha – Itália – 4-0
Portugal – Argentina – 5-0
14 anos depois, Portugal regressa a uma final do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, na qual defrontará – apenas pela segunda vez, em finais, depois de 1989 – a Espanha.
Uma excelente exibição, de um grupo muito coeso e solidário, que soube dar a melhor resposta nas diferentes fases e vertentes do jogo, goleou o Campeão do Mundo em título, Argentina, por soberba marca de 5-0, assim se desforrando das três eliminações sofridas perante este mesmo adversário, nas últimas três edições do Mundial (assim como da derrota sofrida na partida inaugural desta competição, na fase de grupos).
Depois do nulo registado ao intervalo, marcaram os golos de Portugal: Reinaldo Ventura, aos 6 (de “penalty”) e 23 minutos, e Hélder Nunes, aos 14, 21 (de livre directo) e 25 minutos (a menos de cinco segundos do final).
No primeiro tempo, a selecção portuguesa procurou assumir o controlo do jogo, numa toada de ataque organizado, mas abusando dos remates de meia-distância, infrutíferos, enquanto os argentinos, aproveitando lances de contra-ataque rápido, iam levando o perigo até à baliza lusa, também sem concretização prática.
Na sequência da abertura no marcador, Portugal manteve a serenidade, enfrentando bem a forte “pressão alta” da Argentina, que se intensificaria a partir do 2-0, quando faltavam onze minutos para o final.
Nesse período, brilhou o guardião português, Ângelo Girão, que se revelaria então um obstáculo intransponível.
Após o 3-0, obtido a quatro minutos do termo da partida, Portugal “respirou” então, permitindo-se alguns momentos de menor concentração, que proporcionaram à Argentina beneficiar de dois lances de bola parada, que desperdiçaria, novamente com Girão imparável.
Apuramento do 5.º ao 8.º lugar:
Colômbia – Chile – 2-2 (3-2 a.p.)
Moçambique – Angola – 3-6
Apuramento do 9.º ao 12.º lugar:
Alemanha – Áustria – 8-1
Holanda – França – 2-9
Apuramento do 13.º ao 16.º lugar:
Macau – Egipto – 8-8 (10-9 a.p.)
África do Sul – EUA – 6-3
(mais…)
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/4 Final
CAMPEONATO DO MUNDO
Espanha – Colômbia – 5-1
Moçambique – Portugal – 2-6
Chile – Itália – 3-3 (3-3 a.p.) (3-6 g.p.)
Angola – Argentina – 3-3 (3-4 a.p.)
Nas 1/2 Finais, a disputar amanhã, sexta-feira, Portugal defrontará a Argentina. Por seu lado, a Espanha joga com a Itália.
Resultados dos jogos de apuramento do 9.º ao 16.º lugar:
Alemanha – Macau – 29-1
Holanda – África do Sul – 5-2
Egipto – Áustria – 5-7
EUA – França – 6-12
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 3ª jornada
CAMPEONATO DO MUNDO
Grupo A
03.09.17 – França – Itália – 2-6
03.09.17 – Portugal – Argentina – 2-5
04.09.17 – Argentina – França – 5-2
04.09.17 – Itália – Portugal – 4-2
05.09.17 – Argentina – Itália – 6-1
05.09.17 – Portugal – França – 6-5
1.º Argentina, 9; 2.º Itália, 6; 3.º Portugal, 3; 4.º França, 0
Grupo B
03.09.17 – Chile – Moçambique – 3-5
03.09.17 – Alemanha – Espanha – 2-8
04.09.17 – Moçambique – Alemanha – 7-3
04.09.17 – Espanha – Chile – 4-3
05.09.17 – Chile – Alemanha – 7-3
05.09.17 – Espanha – Moçambique – 3-2
1.º Espanha, 9; 2.º Moçambique, 6; 3.º Chile, 3; 4.º Alemanha, 0
É o seguinte o alinhamento dos 1/4 de final do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins:
Espanha – Colômbia
Moçambique – Portugal
Chile – Itália
Angola – Argentina
“FIRS CUP”
Grupo A
03.09.17 – Macau – Colômbia – 0-15
03.09.17 – Áustria – África do Sul – 5-3
04.09.17 – Colômbia – Áustria – 6-1
04.09.17 – África do Sul – Macau – 8-8
05.09.17 – Colômbia – África do Sul – 19-0
05.09.17 – Macau – Áustria – 3-13
1.º Colômbia, 9; 2.º Áustria, 6; 3.º África do Sul, 1; 4.º Macau, 1
Grupo B
03.09.17 – Egipto – EUA – 4-2
03.09.17 – Angola – Holanda – 18-1
04.09.17 – Holanda – Egipto – 8-0
04.09.17 – EUA – Angola – 1-32
05.09.17 – EUA – Holanda – 4-8
05.09.17 – Angola – Egipto – 24-1
1.º Angola, 9; 2.º Holanda, 6; 3.º Egipto, 3; 4.º EUA, 0
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 2ª jornada
CAMPEONATO DO MUNDO
Grupo A
03.09.17 – França – Itália – 2-6
03.09.17 – Portugal – Argentina – 2-5
04.09.17 – Argentina – França – 5-2
04.09.17 – Itália – Portugal – 4-2
05.09.17 – Argentina – Itália –
05.09.17 – Portugal – França –
1.º Argentina e Itália, 6; 3.º Portugal e França, 0
Grupo B
03.09.17 – Chile – Moçambique – 3-5
03.09.17 – Alemanha – Espanha – 2-8
04.09.17 – Moçambique – Alemanha – 7-3
04.09.17 – Espanha – Chile – 4-3
05.09.17 – Chile – Alemanha –
05.09.17 – Espanha – Moçambique –
1.º Espanha e Moçambique, 6; 3.º Chile e Alemanha, 0
Hungria – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)
Hungria – Péter Gulácsi, Attila Fiola, Richárd Guzmics, Tamás Kádár, Mihály Korhut, Gergő Lovrencsics (78m – Roland Varga), Máté Pátkai, Ákos Elek (67m – Ádám Pintér), Balázs Dzsudzsák, Tamás Priskin e Márton Eppel (61m – Dániel Böde)
Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão (28m – Eliseu), Danilo Pereira, João Moutinho, Gelson Martins (63m – Bernardo Silva), João Mário, Cristiano Ronaldo e André Silva (86m – Ricardo Quaresma)
0-1 – André Silva – 48m
Cartões amarelos – Máté Pátkai (20m), Ákos Elek (45m), Balázs Dzsudzsák (82m) e Attila Fiola (89m); Cristiano Ronaldo (89m)
Cartão vermelho – Tamás Priskin (30m)
Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)
Num grupo que se revela bastante desequilibrado, com Suíça e Portugal a derrotarem todos os restantes adversários, a equipa portuguesa tinha esta noite (mais) um jogo crucial para as suas aspirações de qualificação directa.
Com a formação helvética, desde cedo a colocar-se em vantagem na Letónia, confirmava-se o que se antecipava já: a vitória portuguesa na Hungria era absolutamente imprescindível para manter o líder sob “mira”, à distância de três pontos, que poderão ser anulados no confronto directo.
Independentemente disso, a selecção nacional entrou em campo com boa atitude, de forma personalizada, assumindo o favoritismo que o seu estatuto de Campeão Europeu lhe confere, mas consciente dos riscos que esta deslocação acarretava.
Curiosamente, a uma meia hora inicial de supremacia lusa, seguir-se-ia, até final do primeiro tempo, e na sequência da expulsão de um jogador húngaro (cotovelada a Pepe), uma fase de grande dureza no jogo, sucessivamente interrompido, em consequência da elevada quantidade de faltas.
A jogar em superioridade numérica – mas, tendo sido expulso um avançado da Hungria, com a equipa da casa a manter a sua organização defensiva, acantonando-se -, Portugal necessitava manter “cabeça fria”, para não entrar numa toada de jogo precipitada, que só favoreceria o adversário.
Para o segundo tempo, a equipa vinha com essa orientação, de assentar o jogo, beneficiando do largo tempo que dispunha ainda; teria então a felicidade de chegar ao golo logo no terceiro minuto.
A partir daí, e até final, a equipa portuguesa oscilou sempre entre a ideia “racional” de prosseguir uma toada de jogo que lhe permitisse marcar novo golo e, assim, solidificar tão importante triunfo, e a pulsão mais “emocional”, de conservar a preciosa vantagem, minimizando o risco.
Tal dificultaria a fluidez do jogo português, para o que contribuía também o posicionamento da selecção húngara, sempre “especulativo”, na expectativa de um eventual erro para poder restabelecer o empate.
O conjunto português começaria então a gerir o tempo de jogo, trocando a bola à entrada do meio campo contrário, mas, paralelamente, deixando correr o tempo, subsistindo à mercê de um lance de contra-ataque rápido, ou de bola parada.
O maior “calafrio” chegaria mesmo já em tempo de compensação, com um desvio de cabeça, na área portuguesa, que Rui Patrício, com segurança, deteria, beneficiando também da sua imperfeita execução técnica.
Em síntese, com uma vitória justa, embora pudesse ter sido mais afirmativa, valeu o ultrapassar de mais um obstáculo de monta nesta caminhada para a fase final.
Somando o 7.º triunfo consecutivo, a selecção nacional necessitará, muito provavelmente, de chegar às nove vitórias, para confirmar o apuramento directo para o Mundial. Falta apenas a derradeira jornada dupla, em Outubro, com a deslocação a Andorra e a recepção à Suíça…
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Suíça 8 8 - - 18 - 3 24 2º Portugal 8 7 - 1 28 - 4 21 3º Hungria 8 3 1 4 11 - 9 10 4º I. Faroé 8 2 2 4 4 -15 8 5º Andorra 8 1 1 6 2 -17 4 6º Letónia 8 1 - 7 3 -18 3
8ª jornada
03.09.2017 – I. Faroé – Andorra – 1-0
03.09.2017 – Hungria – Portugal – 0-1
03.09.2017 – Letónia – Suíça – 0-3



