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Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 2ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – França-Holanda – 2-1
1.º França, 4; 2.º Alemanha, 1; 3.º Holanda, 0
Grupo 2 – Islândia-Bélgica – 0-3
1.º Suíça e Bélgica, 3; 3.º Islândia, 0
Grupo 3 – Portugal-Itália – 1-0
1.º Portugal, 3; 2.º Polónia, 1; 3.º Itália, 1
Grupo 4 – Espanha-Croácia – 6-0
1.º Espanha, 6; 2.º Inglaterra e Croácia, 0
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”). O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21).
Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.
Portugal – Itália (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Mário Rui, Pizzi (74m – Renato Sanches), Rúben Neves, William Carvalho (84m – Sérgio Oliveira), Bruma (77m – Gelson Martins), Bernardo Silva e André Silva
Itália – Gianluigi Donnarumma, Manuel Lazzari, Mattia Caldara, Alessio Romagnoli, Domenico Criscito (74m – Emerson Palmieri), Bryan Cristante (79m – Andrea Belotti), Jorginho, Giacomo Bonaventura, Simone Zaza, Federico Chiesa e Ciro Immobile (59m – Domenico Berardi)
1-0 – André Silva – 48m
Cartões amarelos – Rúben Neves (42m) e Pepe (90m); Domenico Criscito (42m) e Federico Chiesa (58m) e Domenico Berardi (70m)
Árbitro – William Collum (Escócia)
Na estreia absoluta da selecção de Portugal na novíssima competição da UEFA, Fernando Santos optou por apresentar uma formação renovada, incluindo como “titulares” quatro jogadores que não haviam integrado a convocatória para o Mundial (João Cancelo, Pizzi, Rúben Neves, Bruma) – sendo que também Rúben Dias e Mário Rui não alinharam em qualquer jogo na Rússia.
Ou seja, os “históricos” resumiam-se a dois elementos de campo (Pepe e William Carvalho), a que acresce o guarda-redes Rui Patrício – para além da jovem dupla que se começa a impor, formada por Bernardo Silva e André Silva.
Ainda assim, uma “revolução” não tão grande como a adoptada por Roberto Mancini que, dos “habituais” seleccionados da Itália – que, recorde-se, falhara o apuramento para a fase final do Mundial -, apenas reteve Simone Zaza e Ciro Immobile, tendo, por outro lado, feito “rodar” nada menos de nove dos jogadores que, há apenas três dias, tinham empatado com a Polónia, na jornada inaugural desta prova.
A “Liga das Nações” – com algo de misto de jogos de competição/”amigáveis” (terá relevância, quando mais não seja, pela oportunidade que proporciona de “repescagem” para o EURO, para as selecções às quais a qualificação corra mal) – parece surgir assim como um espaço privilegiado para o lançamento de novos valores.
Esta partida em concreto tinha inerente um outro aliciante: o facto de Portugal não conseguir ganhar um jogo oficial frente à Itália, no escalão de seniores, há mais de 60 anos (em Dezembro de 1957, em partida de qualificação para o Mundial de 1958, então com triunfo por 3-0, no que era, até à data, o único triunfo português)!
Pois, sem a “estrela” maior do firmamento do futebol lusitano, Cristiano Ronaldo, os jovens deram muito boa conta de si, tendo conseguido – enfim – “matar o borrego”…
Com um primeiro tempo de bom nível, a equipa portuguesa desaproveitou algumas boas ocasiões para se colocar em vantagem, com dois remates de William Carvalho a passarem perto do poste da baliza italiana, uma boa intervenção de Bonaventura, a “salvar” o golo em cima da linha, após de remate de Bernardo Silva, para além de uma bola na trave, na sequência de tentativa de desvio de Cristante.
Logo a abrir a segunda metade, surgiria então o golo, escasso para tanto labor ofensivo, mas o suficiente para alcançar a desejada vitória: Bruma recuperou a bola, avançou no terreno, acabando a bola por sobrar para André Silva, que remataria sem hipótese de defesa para o seu antigo colega do AC Milan, o jovem guardião Donnarumma.
O guarda-redes italiano evitaria ainda que Portugal tivesse ampliado a vantagem, numa excelente defesa a remate de Bernardo Silva, assim como, próximo do final, se arrojou ao chão, para impedir que Renato Sanches pudesse concretizar com êxito.
Perante uma selecção italiana ainda em processo “experimental” de construção, que quase nunca foi uma ameaça efectiva, Portugal, foi um justíssimo vencedor, não traduzindo o marcador a superioridade evidenciada.
Novak Djokovic – Títulos por Torneio / ano

Clicar na imagem para visualizar um gráfico interactivo, com a lista de torneios ATP conquistados por Novak Djokovic, por local e por ano (clicando em cada um dos círculos no mapa, visualizam-se os anos em que venceu esse torneio; clicando em cada um dos anos na linha do gráfico, surgem indicados no mapa os torneios vencidos).
Rafael Nadal – Títulos por Torneio / ano

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Roger Federer – Títulos por Torneio / ano

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Federer / Nadal / Djokovic – Títulos
Repartindo o domínio do ténis mundial nos últimos 15 anos – venceram, entre os três, 51 dos últimos 62 torneios do “Grand Slam” (mais de 80% do total), de que, aliás, são “recordistas” -, Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic (que acaba de vencer o US Open, depois de ter triunfado já em Wimbledon) marcam uma era da história do ténis, consubstanciada, notavelmente, no seguinte palmarés a nível de títulos conquistados:
Torneios Federer Nadal Djokovic Total Grand Slam Austrália 6 1 6 13 Roland Garros 1 11 1 13 Wimbledon 8 2 4 14 US Open 5 3 3 11 20 17 14 51 ATP Masters 1000 Cincinnati 7 1 1 9 Hamburgo (até 2008) 4 1 - 5 Indian Wells 5 3 5 13 Madrid 3 5 2 10 Miami 3 - 6 9 Monte Carlo - 11 2 13 Paris 1 - 4 5 Roma - 8 4 12 Toronto 2 4 4 10 Xangai 2 - 3 _5 27 33 31 91 ATP Tour 500 20 20 12 52 ATP Tour 250 25 9 9 43 ATP World Tour Final 6 - 5 11 Jogos Olímpicos - 1 - 1 Total 98 80 71 249
De entre os torneios do “ATP Tour 500”, destacam-se os 11 triunfos de Nadal em Barcelona, os 7 de Federer no Dubai (para além de 5 em Basileia) e os 6 de Djokovic em Pequim (que venceu também no Dubai por 4 vezes).
Nos torneios do “ATP Tour 250”, realce para os 7 triunfos de Federer em Halle (assim como 3 outras vitórias em Basileia).
Rafael Nadal sagrou-se Campeão Olímpico em Pequim, em 2008 (tendo Novak Djokovic obtido a medalha de bronze). Roger Federer foi medalha de prata em Londres, em 2012.
Em pares, Roger Federer foi também Campeão Olímpico em Pequim, em 2008, fazendo dupla com Stanislas Wawrinka; por seu lado, Rafael Nadal foi igualmente Campeão Olímpico em 2016, no Rio de Janeiro, em parceria com Marc López.
Rafael Nadal conquistou ainda, por 4 vezes, a Taça Davis, pela selecção de Espanha (em 2004, 2008, 2009 e 2011), tendo Novak Djokovic vencido a prova, pela Sérvia, em 2010, enquanto Federer liderou a equipa suíça na vitória averbada em 2014.
No que respeita especificamente a torneios do “Grand Slam”, são os seguintes os números mais significativos de cada um destes três “grandes”:
Grand Slam Federer Nadal Djokovic Total Total de encontros Ganhos 343* 247 260*** 850 Perdidos 54 37** 41 132 397 284 301 982 Total de "sets" Ganhos 1056 760 791 2607 Perdidos 278 191 228 697 1334 951 1019 3304 Total de "tie-breaks" Ganhos 136 78 96 310 Perdidos 65 48 54 167 201 126 150 477 Total de finais Vitórias 20 17 14 51 Derrotas 10 7 9 26 30 24 23 77 Total de 1/2 finais Vitórias 30 24 23 77 Derrotas 13 5 10 28 43 29 33 105
* Federer – 4 vitórias por “falta de comparência” de adversários
** Nadal – 1 derrota por “falta de comparência”
*** Djokovic – 2 vitórias por “falta de comparência” de adversários
Os vencedores dos outros 11 torneios do “Grand Slam” (desde a primeira vitória de Roger Federer, em Wimbledon, em 2003) foram: Andy Murray (3 – US Open 2012 e Wimbledon 2013 e 2016); Stanislas Wawrinka (3 – Austrália 2014, Roland Garros 2015 e US Open 2016); Andy Roddick (US Open 2003); Gastón Gaudio (Roland Garros 2004); Marat Safin (Austrália 2005); Juan Martín del Potro (US Open 2009); e Marin Čilić (US Open 2014).
Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 1ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Alemanha-França – 0-0
1.º Alemanha e França, 1; 3.º Holanda, 0
Grupo 2 – Suíça-Islândia – 6-0
1.º Suíça, 3; 2.º Bélgica, 0; 3.º Islândia, 0
Grupo 3 – Itália-Polónia – 1-1
1.º Itália e Polónia, 1; 3.º Portugal, 0
Grupo 4 – Inglaterra-Espanha – 1-2
1.º Espanha, 3; 2.º Croácia, 0; 3.º Inglaterra, 0
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”). O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21).
Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.
Liga Europa – 2018-19 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D B. Leverkusen RB Salzburg Zenit Anderlecht Ludogorets Celtic København Fenerbahçe Zürich RB Leipzig Bordeaux D. Zagreb AEK Larnaca Rosenborg Slavia Praha Spartak Trnava Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Arsenal Olympiakos Villarreal Lazio Sporting AC Milan Rapid Wien Marseille Qarabağ Betis Spartak Moskva E. Frankfurt Vorskla Poltava Dudelange Rangers Apollon Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Beşiktaş Sevilla D. Kyiv Chelsea Genk Krasnodar Astana PAOK Malmö Standard Liège Rennes BATE Borisov Sarpsborg Akhisar Jablonec MOL Vidi
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 20 de Setembro, estando agendado para 13 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no Estádio Olímpico de Baku, no Azerbaijão, a 29 de Maio de 2019.
Liga dos Campeões – 2018-19 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D At. Madrid Barcelona P. St.-Germain Lok. Moskva B. Dortmund Tottenham Napoli FC Porto Monaco PSV Liverpool Schalke 04 Brugge Inter Crvena Zvezda Galatasaray Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Bayern Man. City Real Madrid Juventus Benfica Shakhtar Roma M. United Ajax Lyon CSKA Moskva Valencia AEK Hoffenheim V. Plzeň Young Boys
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 18 e 19 de Setembro, estando agendado para 11 e 12 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no Estádio “Wanda Metropolitano”, em Madrid, a 1 de Junho de 2019.
Liga dos Campeões – Play-off (2ª mão) – PAOK – Benfica
PAOK – Alexandros Paschalakis, Léo Matos, Fernando Varela, José Ángel Crespo, Vieirinha, Maurício, José Cañas (63m – Yevhen Shakhov), Dimitris Pelkas, Dimitris Limnios (45m – Amr Warda), Omar El Kaddouri (76m – Chuba Akpom) e Aleksandar Prijović
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (63m – Alfa Semedo), Pizzi (76m – Andrija Živković), Gedson Fernandes, Franco Cervi e Haris Seferović (85m – João Félix)
1-0 – Aleksandar Prijović – 13m
1-1 – Jardel – 20m
1-2 – Eduardo Salvio (pen.) – 26m
1-3 – Pizzi – 39m
1-4 – Eduardo Salvio (pen.) – 50m
Cartões amarelos – Léo Matos (8m), Maurício (33m), Fernando Varela (49m), Dimitris Pelkas (75m) e Yevhen Shakhov (84m); André Almeida (1m) e Jardel (34m)
Cartão vermelho – Léo Matos (76m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
Os desafios a eliminar, disputados a duas mãos e com a particularidade do efeito dos golos marcados fora de casa assumem características muito próprias. É assim que, por exemplo, um empate a zero em casa não pode, hoje em dia, ser considerado um mau resultado; assim como, no caso presente, o empate a um registado na 1.ª mão, conferindo teórica vantagem ao PAOK, forçava o Benfica a ter de marcar em Salónica, o que, necessariamente, tem reflexos a nível da abordagem do jogo.
Todavia, o Benfica teria, desde o minuto “zero”, uma péssima entrada, parecendo perdido dentro de campo, desconcentrado e desposicionado, não acertando nas marcações aos adversários, o que originaria, logo nos instantes iniciais um cartão amarelo para André Almeida, que não teve outra alternativa senão parar em falta um lance perigoso, a que se seguiram outros momentos de aflição na zona defensiva benfiquista, com o PAOK a levar o perigo à área contrária pelo menos por três vezes no decurso dos dez primeiros dez minutos, em especial por via de um remate de Limnios.
Assim, não seria de todo surpreendente que a formação grega se colocasse em vantagem logo ao 13.º minuto, na sequência de um outro livre, com uma jogada de “laboratório” de excelente execução, com vários toques enleantes, “adormecendo” a defesa portuguesa, sem capacidade de reacção.
Um tento que, paradoxalmente – não alterando substancialmente a situação em que o Benfica se encontrava, que continuava a necessitar marcar, podendo tal, aliás, vir teoricamente a proporcionar condições para um eventual empate com mais golos, o que já serviria aos portugueses – como que afectaria a condição mental dos visitados, que, empolgados, não conseguindo refrear os ânimos, prosseguiriam uma toada de jogo intenso e aberto, tendo associado o correr de alguns inevitáveis riscos…
Já depois de uma nova ocasião para o PAOK, desta feita resultante de um contra-ataque rápido, surgiria então o lance capital da partida: aos 20 minutos, no segundo canto a seu favor, com alguma felicidade (contra a “corrente do jogo”), o Benfica chegava ao golo, por intermédio de uma boa execução de Jardel, de cabeça. Este golo significava não só o empatar o encontro – e a eliminatória -, como, paralelamente, traduziria um ponto de viragem, uma vez que, jogando fora de casa, um novo tento benfiquista passava a poder significar uma relevante vantagem na eliminatória.
Foi notória a forma como a equipa grega ficou afectada por este tento sofrido; a perturbação seria bem visível na forma atabalhoada como, poucos minutos volvidos, Paschalakis, procurando, “in extremis”, evitar um canto, cometeria um erro crasso: ao sacudir, com uma palmada, a bola para dentro do campo, colocou-a, inadvertidamente, no raio de acção de Cervi, tendo sido o instinto imediato de preservação do guardião grego o de derrubar o extremo benfiquista, originando assim uma grande penalidade…
Outra vez feliz – no remate de Salvio a bola embateria ainda na face interior do poste, antes de se anichar no fundo das redes -, o Benfica completava a reviravolta no marcador, passando a ganhar por 2-1, o que, simultaneamente, lhe conferia uma boa margem de segurança: num ápice, era o PAOK que passava a necessitar marcar dois golos para recuperar a vantagem na eliminatória!
Os donos da casa teriam ainda uma soberana oportunidade de restabelecer a igualdade, com Léo Matos, num cabeceamento quase à “queima-roupa”, a proporcionar a um muito atento Vlachodimos, com excelentes reflexos, a defesa da noite, numa magnífica estirada. Seria como que o “canto do cisne”.
Agora já numa fase de grande confiança – em contraponto com uma equipa grega que se ia “afundando” animicamente, rapidamente se apoderando dela a descrença -, o Benfica “abriu o livro”, começando a explanar o seu melhor futebol e, apenas mais quatro minutos decorridos, sentenciou definitivamente o desfecho da eliminatória, com um golo de Pizzi, de excelente execução, culminando uma boa combinação entre Grimaldo e Cervi, com este a fazer um cruzamento atrasado, com a bola ligeiramente acima do solo, proporcionando ao português, sobre a marca de grande penalidade, rematar, liberto de marcação, para o fundo da baliza, sem hipótese de defesa para Paschalakis.
A perder por 1-3 ao intervalo, qualquer veleidade que o PAOK pudesse ainda ter para a segunda parte seria prontamente eliminada, logo aos cinco minutos, desta feita com Varela a agarrar Jardel na área de rigor, e Felix Brych a sancionar os gregos, pela segunda vez, com um “penalty”. Chamado novamente à conversão, Salvio como que ensaiaria uma espécie de “Panenka”, com a bola a sair com pouca força, na zona central da baliza, e o guardião grego, que se atirara para um lado, ainda a tocar com a ponta do pé, mas a não evitar o quarto golo benfiquista.
A partir daí, até final – e à parte um cabeceamento de Prijović à trave, logo no minuto imediato -, pouco mais se jogou: o Benfica limitou-se a gerir o tempo, perante uma equipa grega já desmoralizada, que se veria ainda reduzida a dez elementos para o derradeiro quarto de hora de jogo.
Com grande eficácia ofensiva – em flagrante constraste com o que se verificara em Lisboa – e aproveitando o nervosismo evidenciado por Paschalakis (que, na Luz, fizera uma exibição soberba, negando qualquer hipótese de golo à turma portuguesa, que só marcara também de “penalty”), o Benfica mostrou, no cômputo das duas mãos, ser claramente superior ao PAOK, apurando-se com toda a justiça – pese embora as falhas apresentadas e os evitáveis sustos que sofreu – para a fase de Grupos da Liga dos Campeões, na qual marca presença pela nona época consecutiva, registo apenas igualado por Real Madrid, Barcelona e Bayern!



