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Fernando Pimenta – Campeão do Mundo de Canoagem – K1 1000m e K1 5000m

A Bola - Fernando Pimenta

27 Agosto, 2018 at 10:48 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Play-off (1ª mão) – Benfica – PAOK

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Andrija Živković (65m – Rafa Silva), Pizzi (79m – João Félix), Gedson Fernandes, Franco Cervi (79m – Haris Seferović) e Facundo Ferreyra

PAOKPAOK – Alexandros Paschalakis, Léo Matos, Fernando Varela, José Ángel Crespo, Vieirinha, Léo Jabá (81m – Yevhen Shakhov), Maurício, José Cañas, Dimitris Pelkas, Dimitris Limnios (52m – Amr Warda) e Aleksandar Prijović (87m – Chuba Akpom)

1-0 – Pizzi (pen.) – 45m
1-1 – Amr Warda – 76m

Cartões amarelos – Gedson Fernandes (52m) e André Almeida (83m); Vieirinha (71m), Dimitris Pelkas (84m) e Amr Warda (89m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Na eliminatória derradeira para acesso à fase de Grupos da Liga dos Campeões – o que, em caso de apuramento do Benfica, lhe valeria um “jackpot” superior a 40 milhões de euros -, a equipa portuguesa terá tentado replicar a receita que tivera êxito na ronda precedente.

Mas cedo se perceberia que o PAOK dispõe, no momento presente, de bem maiores recursos que o Fenerbahçe; ao contrário dos turcos que, ao longo dos 180 minutos, praticamente se revelaram inofensivos, os gregos evidenciaram uma agressividade bastante superior, provocando alguns sustos na zona defensiva portuguesa.

Apesar de a turma benfiquista – logo aos cinco minutos – ter começado por colocar a bola no fundo da baliza de Paschalakis, num remate de Gedson Fernandes, o lance seria invalidado, por toque prévio em Ferreyra, assim resultando em posição irregular. À boa entrada do grupo da casa, rapidamente os forasteiros ripostariam, com forte pressão, a provocar algumas perdas de bola ao adversário e os tais “sustos”.

Seria já na segunda metade do primeiro tempo que o Benfica conseguiria voltar a assentar o seu jogo, investindo sobre a meia-defesa contrária, mas, paralelamente, evidenciando sempre muitas dificuldades na finalização. Aos 23 minutos, Pizzi desperdiçaria a primeira soberana ocasião de golo, a cruzamento atrasado de Cervi, com o remate a sair muito próximo da baliza, para, apenas quatro minutos volvidos, alvejar então a barra.

Começava também a dar nas vistas a boa exibição do guardião Paschalakis, que se revelaria praticamente intransponível, com duas boas intervenções, aos 28 e aos 29 minutos, também na sequência de acções de Pizzi. No curto espaço de seis minutos, o Benfica desaproveitava quatro boas possibilidades para marcar!

Por curiosidade, seria o próprio Pizzi a inaugurar o marcador, já em período de compensação, na conversão de uma grande penalidade, a castigar um derrube de Maurício a Gedson, colocando assim alguma justiça no resultado, face ao intenso domínio exibido pelo Benfica. Um golo que surgia precisamente na mesma altura do tento sofrido na semana passada em Istambul…

E, se na primeira metade, o Benfica fora já bastante mais dominador, no segundo tempo, até à passagem dos 65 minutos, acentuou-se a noite desinspirada dos seus atacantes, a desperdiçarem oportunidades sobre oportunidades: logo aos 49 e 50 minutos (por Ferreyra), ambas os lances com Paschalakis a dizer “presente”, tal como negaria outra ocasião de golo a Grimaldo, com uma vistosa intervenção.

Porém, numa fase em que a formação portuguesa começara a denotar uma baixa de rendimento (quebra física?), perdendo (mesmo que momentaneamente) o controlo do jogo, o PAOK voltaria a ameaçar, para, à passagem da meia hora, depois de um remate de cabeça de Varela à barra (na sequência da marcação de um livre), no ressalto, Warda rematar para a baliza, onde um desamparado Vlachodimos – perante a inacção da defesa – nada conseguiu fazer para impedir o tento do empate, alcançado no único remate à baliza da equipa grega em todo o jogo!

Num “tudo por tudo” final, com as entradas de João Félix e Seferović, o Benfica procuraria ainda retomar a posição de vantagem, voltando a estar muito perto do golo, ficando na retina, em especial, uma excelente abertura do jovem (estreante em jogos de competições europeias) João Félix para Ferreyra, que, todavia, não conseguiu desfeitear a mancha do guarda-redes grego. Até ao termo do desafio, ambos os jogadores entrados para os derradeiros dez minutos protagonizariam ainda outras duas ocasiões de perigo (a do jovem, já em tempo de descontos, com um remate cruzado), mas o resultado não se alteraria.

Por agora, um muito perdulário Benfica pagou bem alto o preço de tanto desperdício, numa noite em que podia ter inclusivamente alcançado uma goleada! Assim, de forma bastante ingrata, parte para Salónica em desvantagem na eliminatória. Se, na ronda anterior, marcar fora de casa era “apenas” fortemente “recomendável”, agora converteu-se numa “obrigação” imperiosa…

21 Agosto, 2018 at 9:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória (2ª mão) – Fenerbahçe – Benfica

Fenerbahçe – Volkan Demirel, Mauricio Isla (79m – Şener Özbayraklı), Roman Neustädter, Martin Škrtel, Hasan Ali Kaldırım, ljif Elmas, Mehmet Topal (65m – Barış Alıcı), Mathieu Valbuena (65m – Roberto Soldado), Alper Potuk, Giuliano e André Ayew

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (72m – Alfa Semedo), Pizzi, Gedson Fernandes, Franco Cervi e Nicolás Castillo (34m – Facundo Ferreyra)

0-1 – Gedson Fernandes – 26m
1-1 – Alper Potuk – 45m

Cartões amarelos – ljif Elmas (22m) e Şener Özbayraklı (90m); Odysseas Vlachodimos (53m), Eduardo Salvio (56m), Rúben Dias (63m) e Pizzi (83m)

Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)

Tal como se antevira no final do encontro da 1.ª mão, um golo benfiquista em Istambul seria a chave para a definição da eliminatória.

Curiosamente, o começo do jogo não seria muito distinto do que fora a toada da partida de Lisboa, com o Benfica a entrar em campo de forma positiva, enfrentando o opositor “olhos nos olhos”, enquanto o Fenerbahçe parecia manter-se na expectativa do erro do adversário, nunca importunando a baliza defendida por Vlachodimos, com a equipa portuguesa a dominar a zona de meio-campo, com realce para a exibição do jovem Gedson Fernandes, bem enquadrado por Fejsa e Pizzi.

Seria o próprio Gedson, dando a melhor sequência a uma boa combinação com Salvio e Castillo, antecipando-se a Demirel, a inaugurar o marcador. A partir daí, a eliminatória estava praticamente segura e o Benfica podia ter inclusivamente ampliado a contagem, aos 43 minutos, quando Ferreyra (que entrara a substituir o lesionado Castillo), depois de contornar o guardião, a passe de Salvio, rematou à malha lateral.

Quando tudo parecia controlado, o Fenerbahçe voltaria ainda a “respirar”, ao conseguir empatar o desafio, já em período de compensação da primeira parte, com Topuk a ganhar o lance a Grimaldo, cabeceando para o fundo da baliza. Um golo que, não obstante, até nem terá surgido na “pior altura”, uma vez que possibilitava a Rui Vitória repor o índice de confiança benfiquista, no decurso do intervalo, assim como adoptar a estratégia mais adequada para os 45 minutos finais.

Como seria expectável, a formação turca surgiria então mais aguerrida, procurando intensificar as suas acções ofensivas, em especial a partir dos 65 minutos, com as entradas de Soldado e Alıcı, cabendo então ao Benfica baixar no terreno, resistindo à pressão.

Após cerca de dez minutos de algum sofrimento, a turma portuguesa, reforçando a zona nevrálgica do terreno com a entrada de Alfa Semedo, rapidamente reequilibraria a contenda, voltando aliás a assumir o controlo do jogo, beneficiando também do facto de o tempo começar a correr “demasiado depressa” para as aspirações turcas.

Até final o resultado não se alteraria, confirmando o Benfica um justo apuramento para o “play-off”, em função da superioridade evidenciada, quer em Lisboa, quer em Istambul, face a uma equipa do Fenerbahçe muito passiva, incapaz de assumir a iniciativa, sempre a mostrar muito respeito pela capacidade e qualidade do futebol evidenciado pelo grupo benfiquista.

14 Agosto, 2018 at 11:56 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória (1ª mão) – Benfica – Fenerbahçe

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (75m – Andrija Živković), Pizzi, Gedson Fernandes, Franco Cervi e Facundo Ferreyra (63m – Nicolás Castillo)

Fenerbahçe – Volkan Demirel, Mauricio Isla, Roman Neustädter, Martin Škrtel, Hasan Ali Kaldırım, Nabil Dirar (86m – Barış Alıcı), ljif Elmas, Mehmet Topal, Mathieu Valbuena (61m – Mehmet Ekici), Giuliano e Alper Potuk (74m – Roberto Soldado)

1-0 – Franco Cervi – 69m

Cartões amarelos – Alex Grimaldo (79m); Roberto Soldado (78m), Mehmet Ekici (82m) e ljif Elmas (90m)

Árbitro – Aleksei Kulbakov (Bielorrússia)

Na estreia em jogos oficiais nesta temporada, o Benfica – com Vlachodimos, Gedson Fernandes e Facundo Ferreyra (e depois, ainda, Nicolás Castillo) como estreantes absolutos com a camisola do clube – enfrentava um desafio de importância crucial, numa perspectiva de apuramento para a Fase de Grupos da Liga dos Campeões, dados os avultados benefícios financeiros em liça, recebendo uma experiente equipa do Fenerbahçe, a qual, curiosamente, falhou nas cinco últimas tentativas de acesso a tal fase, que não atinge há dez temporadas.

A formação turca apresentou-se em campo com um posicionamento muito conservador, preocupada exclusivamente – de início a fim -, em preservar a sua zona defensiva, visando manter inviolada a sua baliza, não tendo obrigado Vlachodimos a mais que uma defesa digna desse nome.

Por seu lado, o Benfica assumiu, desde o primeiro minuto, a iniciativa, mas de forma bastante denunciada e a baixo ritmo, sem conseguir penetrar no último terço do terreno, raramente conseguindo importunar a defesa contrária, com excepção para duas situações de perigo, uma pouco depois da meia hora e a segunda mesmo a findar a primeira metade da partida, com um remate fraco de Ferreyra, à figura, que Demirel susteria sem dificldade.

No segundo tempo, a toada do encontro acentuar-se-ia de forma determinante – resultando numa estatística final de 66% de posse de bola para o Benfica e 19-3 em remates -, com a turma portuguesa, bastante mais determinada, aumentando a intensidade e a agressividade na recuperação de bola, a empurrar o conjunto turco para as imediações da sua grande área, mas continuando a aparentar não saber muito bem o que fazer com a bola…

Perante uma muralha defensiva que parecia intransponível, seria Cervi, com um remate cruzado, rasteiro, a bater o algo intranquilo Demirel, inaugurando o marcador, no que, porém, não seria mais que o solitário tento deste desafio.

Castillo teria ainda possibilidade de ampliar a marca, por duas vezes, por volta dos 85 minutos, enquanto o Fenerbahçe assustaria mesmo ao findar do encontro, mas o resultado não se alteraria.

Num balanço final, um resultado excessivamente curto face ao desempenho de ambas as equipas, perante a (estratégica?) atitude dos turcos, praticamente inofensivos, mesmo após o golo sofrido, nunca procurando jogar o jogo pelo jogo. Uma vitória benfiquista que apenas terá utilidade se o Benfica marcar em Istambul; caso contrário, a magra vantagem angariada poderá ser eventualmente de fácil anulação.

7 Agosto, 2018 at 9:51 pm Deixe um comentário

Benfica / FC Porto / Sporting – Títulos

SLB-FCP-SCP-Títulos

4 Agosto, 2018 at 10:48 pm Deixe um comentário

Portugal Campeão da Europa de sub-19

A selecção nacional de Portugal, sob a orientação técnica de Hélio Sousa, sagrou-se hoje, pela primeira vez no seu historial – depois de ter perdido as finais de 2017, 2014 e 2003 -, Campeã da Europa de sub-19 em futebol, ao vencer na Final, disputada na Finlândia, a Itália, por 4-3, após prolongamento, depois de um empate 2-2 no final do tempo regulamentar.

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Este título soma-se aos anteriormente conquistados no escalão de sub-18, em 1994 e 1999. Por seu lado, a actual geração repete, no escalão de sub-19, o título europeu que obtivera há dois anos, então no escalão de sub-17, uma fantástica proeza!

Os jogadores João Filipe (“Jota”) e Francisco Trincão foram os melhores marcadores do Torneio, ambos com cinco golos.

A par de Portugal, garantiram também o apuramento para o Mundial sub-20 as selecções de Itália, França, Ucrânia e Noruega (para além do país organizador, Polónia).

29 Julho, 2018 at 11:25 pm Deixe um comentário

Geraint Thomas vence “Tour de France”

A 105.ª edição do “Tour de France”, ensombrada – ainda antes do seu arranque – pelo regresso dos “fantasmas” do doping, em especial no que respeita às dúvidas que subsistem relativamente ao vencedor da prova nos últimos anos, Christopher Froome, acabou por ter no seu companheiro de equipa, o galês Geraint Thomas, um absolutamente inesperado vencedor.

O antigo Campeão do Mundo e Olímpico (2008) de pista – por curiosidade, vencedor da Volta ao Algarve em 2015 e em 2016, prova em que foi 2.º classificado na edição deste ano) -, vencedor do Paris-Nice em 2016 e do “Dauphiné” em 2018, tinha como melhor resultado na Volta a França o 15.º lugar, averbado em 2015 e em 2016.

Este ano, desde cedo tendo assumido a liderança, envergando a “camisola amarela” – tendo vencido duas etapas consecutivas nos Alpes (11.ª e 12.º), entre elas a do Alpe D’Huez -, conseguiu resistir a todos os ataques adversários, acabando mesmo por manter a superioridade relativamente ao seu “chefe-de-fila”.

Para além de Froome, este ano relegado para o lugar mais baixo do pódio, destaque para Tom Dumoulin, com uma excelente 2.ª posição, assim como, ainda, para os repetentes no “top ten”, relativamente ao ano anterior: Romain Bardet (baixando de 3.º para 6.º lugar), Mikel Landa (de 4.º para 7.º) e Daniel Martin (de 6.º para 8.º). Também abaixo das expectativas ficou Nairo Quintana, apenas 10.º classificado, pese embora ter vencido uma das principais etapas de montanha.

Classificação geral final:

1.º Geraint Thomas (Grã-Bretanha) – Team Sky – 83h 17′ 13”
2.º Tom Dumoulin (Holanda) – Team Sunweb – a 01′ 51”
3.º Christopher Froome (Grã-Bretanha) – Team Sky – a 02′ 24”
4.º Primož Roglič (Eslovénia) – Team Lotto NL – Jumbo – a 03′ 22”
5.º Steven Kruijswijk (Holanda) – Team Lotto NL – Jumbo – a 06′ 08”
6.º Romain Bardet (França) – AG2R La Mondiale – a 06′ 57”
7.º Mikel Landa Meana (Espanha) – Movistar Team – a 07′ 37”
8.º Daniel Martin (Irlanda) – UAE Team Emirates – a 09′ 05”
9.º Ilnur Zakarin (Rússia) – Team Katusha Alpecin – a 12′ 37”
10.º Nairo Quintanta (Colômbia) – Movistar Team – a 14′ 18”

É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:

  • 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
  • 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
  • 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
  • 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984) e Alberto Contador (2007 e 2009);
  • 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon  (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014) e Geraint Thomas (2018).

A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.

29 Julho, 2018 at 10:23 pm Deixe um comentário

Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – Final

Final – Espanha – Portugal – 6-3

3º / 4º lugar – Itália – França – 5-2

5º / 6º lugar – Suíça – Andorra – 5-3

7º / 8º lugar – Alemanha – Inglaterra – 12-6

Apuramento do 9º ao 11º lugar

Holanda – Áustria – 4-5

9º Áustria, 4; 10º Holanda, 3; 11º Bélgica, 1

Na final do Campeonato da Europa, disputada na Corunha, entre Espanha e Portugal, a equipa da casa fez por justificar a vitória, revelando extrema eficácia, ao invés de uma demasiado perdulária selecção portuguesa.

Com uma entrada muito positiva em rinque, Portugal começou por inaugurar o marcador (logo ao terceiro minuto, por intermédio de Gonçalo Alves) e poderia mesmo, nuns vinte minutos iniciais bastante bons, ter aumentado a contagem, caso tivesse conseguido concretizar algumas das várias oportunidades de que dispôs. Por seu lado, a Espanha, actuando mais na expectativa, e aproveitando as falhas contrárias, conseguiria, apenas cinco minutos volvidos, operar a reviravolta no marcador.

O resultado que se registava ao intervalo (3-1 a favor da Espanha, após a obtenção do terceiro tento, aos 22 minutos, era excessivamente penalizador para o desempenho do “cinco” português, podendo mesmo classificar-se como injusto.

As coisas mudariam de figura, no segundo tempo, logo aos sete minutos, quando a Espanha ampliou a marca para 4-1, praticamente sentenciando o desfecho desta final. Com o quinto golo, apontado três minutos depois, seria inevitável o desânimo da equipa portuguesa, ciente de que tinha pela frente, para os quinze minutos finais, uma “missão impossível”.

Não virando a cara à luta, os portugueses apenas conseguiriam atenuar ligeiramente a expressão do desaire, com os dois golos de João Rodrigues, que se sagrou o melhor marcador da prova, com um total de 24 golos apontados.

Em conclusão, uma vitória merecida da equipa que se revelou mais forte, muito eficaz no ataque, e bem organizada na defesa, com um resultado um pouco mais desnivelado do que a exibição protagonizada por cada equipa.

Nas 53 edições do Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – que teve a sua estreia em 1926 em Herne Bay (Inglaterra) – Portugal continua a ser o país que mais vezes se sagrou Campeão (21), seguido pela Espanha (17), Inglaterra (12 – nas doze primeiras edições, até 1939) e Itália (3).

Para além dos 21 títulos conquistados (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973, 1975, 1977, 1987, 1992, 1994, 1996, 1998 e 2016), Portugal foi vice-campeão por 14 vezes (1951, 1953, 1954, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 2000, 2002, 2008, 2010, 2012 e 2018), e 3.º classificado noutras 9 ocasiões (1936, 1937, 1939, 1955, 1985, 1990, 2004, 2006 e 2014); apenas por duas vezes tendo ficado em 4.º lugar (1932 e 1938).

Nas 48 edições em que participou (falhou as quatro primeiras, de 1926 a 1929 – tendo-se estreado em 1930 -, assim como a 8.ª, em 1934), somente em 1930 e 1931 (6.º classificado nas duas ocasiões) Portugal não alcançou um lugar de honra.

               Campeão      2.º      3.º      4.º      Total
Portugal          21         14        9        2        46
Espanha           17         16        6        2        41
Inglaterra        12          1        -        2        15
Itália             3         12       22        8        45
França             -          5        3        6        14
Suíça              -          2        4       12        18
Alemanha           -          2        4       10        16
Bélgica            -          1        1        5         7
Holanda            -          -        4        6        10

22 Julho, 2018 at 8:03 pm Deixe um comentário

Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1/2 finais

1/2 finais

Espanha – França – 8-2
Portugal – Itália – 4-2

Apuramento do 5º ao 8º lugar

Inglaterra – Andorra – 2-8
Suíça – Alemanha – 5-5 (7-6 a.p.)

Apuramento do 9º ao 11º lugar

Bélgica – Holanda – 3-15

9º Holanda, 3; 10º Áustria, 1; 11º Bélgica, 1

21 Julho, 2018 at 10:39 pm Deixe um comentário

Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1/4 de final

1/4 de final

França – Alemanha – 5-2
Itália – Andorra – 6-2
Espanha – Suíça – 10-2
Portugal – Inglaterra – 14-2

Apuramento do 9º ao 11º lugar

Áustria – Bélgica – 4-4 (2-1 g.p.)

9º Áustria, 1; 10º Bélgica, 1; 11º Holanda, 0

As meias-finais, a disputar amanhã, têm o seguinte alinhamento:

Portugal – Itália
Espanha – França

20 Julho, 2018 at 10:27 pm Deixe um comentário

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