Posts filed under ‘Desporto’
Liga Europa – 1ª jornada – Lech Poznań – Benfica
Lech Poznań – Filip Bednarek, Alan Czerwiński, Tomasz Dejewski, Đorđe Crnomarković, Tymoteusz Puchacz (74m – Vasyl Kravets), Michał Skóraś (90m – Mohammad Awaed), Pedro Tiba, Jakub Moder, Jakub Kamiński (67m – Filip Marchwiński), Daniel Ramirez (67m – Karlo Muhar) e Mikael Ishak (74m – Nikoloz “Nika” Kacharava)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo (67m – Nuno Tavares), Adel Taarabt (62m – Julian Weigl), Gabriel Pires, Luís Fernandes “Pizzi” (45m – Rafael “Rafa” Silva), Everton Soares (87m – Jardel Vieira), Gian-Luca Waldschmidt (62m – Pedro “Pedrinho” da Silva) e Darwin Núñez
0-1 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 9m
1-1 – Mikael Ishak – 15m
1-2 – Darwin Núñez – 42m
2-2 – Mikael Ishak – 48m
2-3 – Darwin Núñez – 60m
2-4 – Darwin Núñez – 90m
Cartões amarelos – Đorđe Crnomarković (17m) e Karlo Muhar (90m)
Árbitro – Nikola Dabanović (Montenegro)
Depois da ainda não “digerida” eliminação da Liga dos Campeões, o Benfica estreava-se na Liga Europa, defrontando um adversário modesto (vice-campeão da Polónia, todavia, presentemente, no 9.º lugar do seu campeonato), que apresentou um futebol pouco evoluído, mas que, ainda assim, causou alguns calafrios, mantendo a incerteza sobre o desfecho da partida até final.
Não obstante a vitória, fruto da eficácia na concretização – com destaque para o “hat-trick” de Darwin Núñez -, o comportamento “europeu” do Benfica continua a suscitar muitas interrogações.
E, assumindo o favoritismo, a turma encarnada até entrou praticamente a ganhar no jogo, mercê de uma grande penalidade conquistada por Waldschmidt, em função de intercepção do defesa com a mão, a qual Pizzi converteu, pese embora sem grande convicção.
Ao contrário do que seria de esperar, em vez de ganhar confiança e embalar para uma boa exibição, o golo tão cedo alcançado pareceu ter feito mal à equipa portuguesa…
Que começara, desde logo, a denotar inquietante desacerto na sua zona defensiva, pelo que acabaria por não surpreender o tento do empate da formação polaca. O Lech Poznań voltaria a assustar, com uma bola na trave.
Até que começaria o “festival” Darwin Núñez, a recolocar o Benfica em vantagem pouco antes do intervalo, num lance de classe superior, culminando o cruzamento do lateral direito, Gilberto – a substituir o lesionado André Almeida, com paragem para mais de seis meses -, com uma potente cabeçada, depois de uma extraordinária impulsão, num remate inapelável para o guardião polaco.
No recomeço, a turma benfiquista poderia beneficiar novamente de mais esse tónico de confiança, mas as coisas logo começariam a correr mal; no lance imediato a uma ocasião soberana, desperdiçada – com um defesa contrário a salvar sobre a linha de baliza – o conjunto polaco restabeleceria, outra vez, o empate, expondo uma vez mais as notórias fragilidades da organização defensiva do Benfica, é verdade, com um quarteto muito pouco “rodado”nesse sector.
Passando por uma fase de alguma oscilação, com o jogo “partido”, podendo o golo cair para qualquer dos lados, acabaria por ser Darwin a bisar, de novo, num lance de grande categoria. Não obstante pela terceira vez estar em vantagem, o Benfica nunca deu mostra de ter o jogo “fechado”, ou, se quisermos, o Lech Poznań nunca deixou de manter em sobressalto a defesa benfiquista, apesar de, com alguma naturalidade, ir baixando de rendimento.
O quarto golo do Benfica, terceiro do jovem uruguaio, que se estreou a marcar neste desafio – já depois de Jorge Jesus ter “dado ordem” de salvaguardar o resultado, com a entrada de um terceiro defesa central, Jardel -, veio dar ao marcador uma expressão ilusória de superioridade da equipa portuguesa, a qual, contudo, ficou por demonstrar de forma categórica, pelo menos ao nível do que é a (grande) diferença de potecial entre ambos os plantéis.
Em qualquer caso, ficam sinais positivos a nível ofensivo, e, principalmente, os primeiros três pontos, somados, em terreno alheio, um estímulo para novos triunfos, preferencialmente mais convincentes.
Para a história fica igualmente o registo da 200.ª vitória do Benfica em provas da UEFA (excluindo-se desta contagem a “Taça das Cidades com Feiras”) e o atingir dos 500 pontos (dado contar igualmente com 100 empates) – marca apenas superada pelos “colossos” Real Madrid, Barcelona, Bayern München, Juventus e Liverpool!
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
RB Salzburg – Lokomotiv Moskva – 2-2
Bayern – At. Madrid – 4-0
1º Bayern, 3; 2º Lokomotiv Moskva e RB Salzburg, 1; 4º At. Madrid, 0
Grupo B
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 2-3
Inter – B. M’Gladbach – 2-2
1º Shakhtar Donetsk, 3; 2º B. M’Gladbach e Inter, 1; 4º Real Madrid, 0
Grupo C
Manchester City – FC Porto – 3-1
Olympiakos – Marseille – 1-0
1º Manchester City e Olympiakos, 3; 3º Marseille e FC Porto, 0
Grupo D
Midtjylland – Atalanta – 0-4
Ajax – Liverpool – 0-1
1º Atalanta e Liverpool, 3; 3º Ajax e Midtjylland, 0
Grupo E
Chelsea – Sevilla – 0-0
Rennes – Krasnodar – 1-1
1º Krasnodar, Rennes, Chelsea e Sevilla, 1
Grupo F
Zenit – Brugge – 1-2
Lazio – B. Dortmund – 3-1
1º Lazio e Brugge, 3; 3º Zenit e B. Dortmund, 0
Grupo G
Barcelona – Ferencváros – 5-1
D. Kyiv – Juventus – 0-2
1º Barcelona e Juventus, 3; 3º D. Kyiv e Ferencváros, 0
Grupo H
RB Leipzig – Istanbul Başakşehir – 2-0
Paris St.-Germain – Manchester United – 1-2
1º RB Leipzig e Manchester United, 3; 3º Paris St.-Germain e Istanbul Başakşehir, 0
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Polónia-Bósnia-Herzegovina – 3-0 / Itália-Países Baixos – 1-1
1.º Polónia, 7; 2.º Itália, 6; 3º Países Baixos, 5; 4.º Bósnia-Herzegovina, 2
Grupo 2 – Inglaterra-Dinamarca – 0-1 / Islândia-Bélgica – 1-2
1.º Bélgica, 9; 2º Dinamarca e Inglaterra, 7; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Croácia-França – 1-2 / Portugal-Suécia – 3-0
1.º Portugal e França, 10; 3.º Croácia, 3; 4º Suécia, 0
Grupo 4 – Ucrânia-Espanha – 1-0 / Alemanha-Suíça – 3-3
1.º Espanha, 7; 2.º Alemanha e Ucrânia, 6; 4.º Suíça, 2
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Portugal – Suécia (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho (80m – João Moutinho), Danilo Pereira, Bruno Fernandes (88m – Renato Sanches), Diogo Jota (88m – Rafa Silva), Bernardo Silva (75m – André Silva) e João Félix (75m – Daniel Podence)
Suécia – Robin Olsen, Mikael Lustig (54m – Mattias Johansson), Pontus Jansson, Victor Lindelöf, Pierre Bengtsson, Dejan Kulusevski (88m – Sebastian Larsson), Kristoffer Olsson, Albin Ekdal, Viktor Claesson, Marcus Berg (88m – Martin Olsson) e Robin Quaison (62m – Alexander Isak)
1-0 – Bernardo Silva – 21m
2-0 – Diogo Jota – 44m
3-0 – Diogo Jota – 72m
Cartões amarelos – Diogo Jota (52m) e Bruno Fernandes (85m); Albin Ekdal (36m), Kristoffer Olsson (57m), Pontus Jansson (62m), Jan Andersson (Treinador – 72m) e Marcus Berg (79m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Depois do animador resultado obtido em França, a selecção nacional recebia a Suécia, actual último classificado do grupo, com a responsabilidade de ser favorita. E, assumindo-se, não enjeitou tal responsabilidade.
Mesmo privada de Cristiano Ronaldo, em isolamento, após ter acusado positivo em teste relativo ao COVID-19, a equipa portuguesa teve sempre mais iniciativa e domínio do jogo, pese embora os suecos se terem também apresentado de forma desinibida, sem excessivas cautelas defensivas, e provocando mesmo alguns calafrios no último reduto português, sobretudo na fase final do primeiro tempo, com a bola, caprichosamente, a bater nos ferros da baliza de Rui Patrício.
Já depois de não ter dado a melhor sequência a um par de oportunidades, Portugal chegaria mesmo ao golo, por Bernardo Silva, após boa assistência de Diogo Jota. Estava dado o mote para o que seria a grande figura desta partida, com um jogo memorável: o “substituto” de Cristiano Ronaldo, precisamente Diogo Jota, que viria ainda a ser o autor dos outros dois golos de Portugal.
Em função dos perigosos contra-ataques da Suécia, o segundo tento da selecção portuguesa, obtido mesmo a findar os primeiros 45 minutos, revelar-se-ia determinante em termos da evolução do encontro.
Ainda assim, a formação sueca voltou para a segunda parte mantendo em mira, em primeira instância, a possibilidade de reduzir a desvantagem, forçando a equipa nacional a agrupar-se no seu meio campo, com Rui Patrício, outra vez, a grande nível. Até que, aproveitando também os espaços, num lance de grande talento de Diogo Jota, desenvencilhando-se dos adversários que lhe surgiram no caminho, marcou um golo de belo efeito, selando a convincente vitória portuguesa.
Em paralelo, da Croácia até chegaram a ser positivas as notícias, quando os croatas empataram a um golo; todavia, a França acabaria por vencer por 2-1, mantendo-se, pois, a liderança partilhada do grupo, antes do derradeiro ciclo de dois jogos, primeiro com Portugal a receber os Campeões do Mundo em título – num desafio que poderá revestir-se de cariz decisivo (em caso de vitória de uma das equipas, a que ganhar garante automaticamente o apuramento para a fase final) -, antes de se deslocar ao terreno dos… vice-campeões do Mundo.
Não obstante mantenha um excelente desempenho nesta fase de qualificação da Liga das Nações, a missão que Portugal tem pela frente continua a ser tudo menos fácil…
Lewis Hamilton iguala record de Michael Schumacher
Ao vencer o Grande Prémio de “Eifel” (cadeia montanhosa), em Nürburgring (Alemanha), o britânico Lewis Hamilton igualou o extraordinário record de 91 vitórias em Grandes Prémios de Fórmula 1 do alemão Michael Schumacher:
91 vitórias de Lewis Hamilton:
- Abu Dhabi (5) – 2011, 2014, 2016, 2018, 2019
- Alemanha (4) – 2008, 2011, 2016, 2018
- Eifel – Alemanha (1) – 2020
- Austrália (2) – 2008, 2015
- Áustria (1) – 2016
- Estíria – Áustria (1) – 2020
- Azerbaijão (1) – 2018
- Bahrain (3) – 2014, 2015, 2019
- Bélgica (4) – 2010, 2015, 2017, 2020
- Brasil (2) – 2016, 2018
- Canadá (7) – 2007, 2010, 2012, 2015, 2016, 2017, 2019
- China (6) – 2008, 2011, 2014, 2015, 2017, 2019
- Espanha (5) – 2014, 2017, 2018, 2019, 2020
- EUA (6) – 2007, 2012, 2014, 2015, 2016, 2017
- França (2) – 2018, 2019
- Grã-Bretanha (7) – 2008, 2014, 2015, 2016, 2017, 2019, 2020
- Hungria (8) – 2007, 2009, 2012, 2013, 2016, 2018, 2019, 2020
- Itália (5) – 2012, 2014, 2015, 2017, 2018
- Toscânia – Itália (1) – 2020
- Japão (5) – 2007, 2014, 2015, 2017, 2018
- Malásia (1) – 2014
- México (2) – 2016, 2019
- Mónaco (3) – 2008, 2016, 2019
- Rússia (4) – 2014, 2015, 2018, 2019
- Singapura (4) – 2009, 2014, 2017, 2018
- Turquia (1) – 2010
91 vitórias de Michael Schumacher:
- Alemanha (4) – 1995, 2002, 2004, 2006
- Europa – Alemanha (5) – 1995, 2000, 2001, 2004, 2006
- Argentina (1) – 1998
- Austrália (4) – 2000, 2001, 2002, 2004
- Áustria (2) – 2002, 2003
- Bahrain (1) – 2004
- Bélgica (6) – 1992, 1995, 1996, 1997, 2001, 2002
- Brasil (4) – 1994, 1995, 2000, 2002
- Canadá (7) – 1994, 1997, 1998, 2000, 2002, 2003, 2004
- China (1) – 2006
- Espanha (6) – 1995, 1996, 2001, 2002, 2003, 2004
- Europa – Espanha (1) – 1994
- EUA (5) – 2000, 2003, 2004, 2005, 2006
- França (8) – 1994, 1995, 1997, 1998, 2001, 2002, 2004, 2006
- Grã-Bretanha (3) – 1998, 2002, 2004
- Hungria (4) – 1994, 1998, 2001, 2004
- Itália (5) – 1996, 1998, 2000, 2003, 2006
- Japão (6) – 1995, 1997, 2000, 2001, 2002, 2004
- Pacífico – Japão (2) – 1994, 1995
- Malásia (3) – 2000, 2001, 2004
- Mónaco (5) – 1994, 1995, 1997, 1999, 2001
- Portugal (1) – 1993
- S. Marino (7) – 1994, 1999, 2000, 2002, 2003, 2004, 2006
Na corrida de hoje o finlandês Kimi Raikkonen fixou o record de maior número de Grandes Prémios disputados (323), superando o registo do brasileiro Rubens Barrichello (322), tendo Fernando Alonso 311. Michael Schumacher participou em 306 provas, enquanto que Lewis Hamilton disputou já 261 Grandes Prémios.
Rafael Nadal iguala record de Roger Federer

(ver quadro completo de (270) títulos ATP conquistados por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic)
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Bósnia-Herzegovina-Países Baixos – 0-0 / Polónia-Itália – 0-0
1.º Itália, 5; 2.º Polónia e Países Baixos, 4; 4.º Bósnia-Herzegovina, 2
Grupo 2 – Inglaterra-Bélgica – 2-1 / Islândia-Dinamarca – 0-3
1.º Inglaterra, 7; 2º Bélgica, 6; 3.º Dinamarca, 4; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Croácia-Suécia – 2-1 / França-Portugal – 0-0
1.º Portugal e França, 7; 3.º Croácia, 3; 4º Suécia, 0
Grupo 4 – Ucrânia-Alemanha – 1-2 / Espanha-Suíça – 1-0
1.º Espanha, 7; 2.º Alemanha, 5; 3º Ucrânia, 3; 4.º Suíça, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
França – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
França – Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Presnel Kimpembe, Lucas Hernández, N’Golo Kanté, Adrien Rabiot, Paul Pogba, Kylian Mbappé (84m – Kingsley Coman), Antoine Griezmann e Olivier Giroud (74m – Anthony Martial)
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, Pepe, Raphaël Guerreiro (89m – João Cancelo), Danilo Pereira, Bruno Fernandes (80m – Renato Sanches), William Carvalho (88m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva (61m – Diogo Jota) e João Félix (89m – Francisco Trincão)
Cartões amarelos – Rúben Dias (2m)
Árbitro – Carlos del Cerro Grande (Espanha)
Numa cimeira ao mais alto nível, entre o Campeão do Mundo e o Campeão da Europa em título, Portugal regressou ao Stade de France em defesa do 1.º lugar no grupo, sendo que as duas selecções vinham de resultados díspares nos “amigáveis” disputados a meio da semana: a França, tendo imposto uma retumbante goleada de 7-1, frente à Ucrânia; Portugal, com um nulo ante a credenciada Espanha (tendo, aliás, interrompido uma fantástica série da equipa espanhola, de 42 jogos consecutivos sempre a marcar, desde Março de 2016).
Não obstante, a selecção nacional enfrentou este desafio evidenciando grande personalidade, surpreendendo a equipa gaulesa, pela forma como, desde cedo, assumiu a iniciativa e o controlo do jogo; porém, sem efeitos práticos para a baliza de Lloris, salvaguardado por um bem organizado sector defensivo, destacando-se a intercepção de Lucas Hernández a remate de Cristiano Ronaldo. Do outro lado, com a França também muito condicionada na sua manobra, Rui Patrício teve igualmente uma primeira parte “descansada”.
Na segunda metade, a selecção da casa surgiu mais determinada, começando então a colocar em desassossego o equilíbrio da equipa portuguesa, com o guardião luso a ser chamado a excelente intervenção, a salvar lance de Mbappé que levava “selo de golo”, numa altura em que se adivinhava que a resistência de Portugal poderia ser quebrada.
Pese embora alguns sustos, Portugal acabaria, em paralelo, por dispor até de mais oportunidades de perigo a seu favor do que tivera nos primeiros 45 minutos, contudo com Cristiano Ronaldo a não ser eficaz – sendo que a ocasião mais flagrante, mesmo já a findar o desafio, esteve nos pés de Trincão, em “slalom” sobre a linha da grande área, procurando enquadrar-se com a baliza, mas que, hesitando, acabaria por perder o tempo de remate, oferecendo ainda a bola a Ronaldo, que, de ângulo menos favorável, rematou para defesa apertada de Lloris.
Perante dois seleccionadores – vencedores – que privilegiam a solidez defensiva como base do sucesso, a fantástica qualidade dos respectivos trios ofensivos foi neutralizada pelos sectores recuados contrários, num nulo que, no final, satisfez mais a selecção de Portugal, a manter a liderança, depois de superado este desafio do mais elevado grau de dificuldade. Mas tudo subsiste ainda por jogar – envolvendo também a vice-campeão mundial Croácia -, na segunda volta desta fase da Liga das Nações.
“EURO 2020” – Qualificação – Play-off
Islândia – Roménia – 2-1
Bulgária-Hungria – 1-3
Bósnia-Herzegovina – I. Norte – 1-1 (3-4 g.p.)
Eslováquia – Irlanda – 0-0 (4-2 g.p.)
Escócia – Israel – 0-0 (5-3 g.p.)
Noruega – Sérvia – 1-1 (1-2 a.p.)
Geórgia – Bielorrússia – 1-0
Macedónia do Norte – Kosovo – 2-1
As finais, a disputar a 12.11.2020, terão o seguinte alinhamento:
Play-off A – Hungria – Islândia
Play-off B – I. Norte – Eslováquia
Play-off C – Sérvia – Escócia
Play-off D – Geórgia – Macedónia do Norte




