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Cazaquistão – Portugal (Euro-2008 – Qualif.)
Um golo “salvador” de Makukula, a cerca de 5 minutos do termo da partida (complementado por um outro de Cristiano Ronaldo, já em período de descontos), abriu o caminho para uma sofrida vitória de Portugal no Cazaquistão – que reduziria ainda o marcador para 1-2… aos 95 minutos! -, mantendo assim intactas as possibilidades de apuramento para a Fase Final do EURO 2008, para o que necessitará de 1 vitória e 1 empate nos jogos a realizar em Novembro (ambos em casa), com a Arménia e a Finlândia.
Nos restantes jogos de hoje, destaque para alguns resultados surpreendentes: a vitória da Rússia frente à Inglaterra (2-1); a vitória da Geórgia perante a Escócia (retirando-lhe a vantagem de que beneficiava num Grupo em que compete com a Itália e a França, respectivamente Campeão e Vice-Campeão do Mundo); a goleada (3-0) conseguida pelo Liechtenstein contra a Islândia (porventura o melhor resultado da história da equipa do principado); o empate (conseguido ao “caír do pano”) da Irlanda com o Chipre; a goleada (0-3) infligida pela R. Checa na Alemanha (que garantira já o apuramento na ronda precedente); o empate imposto pela I. Norte na Suécia; o empate entre a Albânia e a Bulgária (marcando também próximo do termo da partida).
Por fim, menção para a vitória da Grécia no terreno do seu “eterno rival” Turquia (assim garantindo a presença na Fase Final do EURO 2008, na defesa do seu título de Campeã Europeia); para o difícil triunfo da França perante a Lituânia, com Thierry Henry (2 golos em 2 minutos) a ultrapassar Michel Platini como melhor marcador francês de sempre, agora com um total de 43 golos… e para a goleada da Sérvia no Azerbaijão (6-1!).
A duas jornadas do termo desta Fase de Qualificação, estão já apurados: Áustria e Suíça (países organizadores), Alemanha, R. Checa, Grécia e Roménia. Para as 10 vagas restantes, os principais candidatos são:
– Grupo A – Polónia (24 p.) e Portugal (23), com a Sérvia e Finlândia (20) a terem ainda possibilidades de serem 1 dos 2 apurados
– Grupo B – França (25), Escócia (24) e Itália (23 pontos, mas menos um jogo) disputam os 2 lugares de apuramento
– Grupo C – Noruega (20) ou Turquia (18) acompanharão a Grécia
– Grupo D – Já definido, com o apuramento já garantido pela R. Checa e Alemanha
– Grupo E – Croácia (26), quase apurada, com o outro lugar a ser disputado entre Inglaterra (23) e Rússia (21), esta com um jogo a menos
– Grupo F – Suécia e Espanha praticamente apuradas; Dinamarca e I. Norte apenas mantêm esperanças “matemáticas”
– Grupo G – Holanda (23) ou Bulgária (19) acompanharão a Roménia.
Portugal – Ricardo; Miguel, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Paulo Ferreira; Maniche (59m – Nani), Cristiano Ronaldo, Deco, Miguel Veloso e Quaresma (85m – João Moutinho); Hugo Almeida (63m – Makukula)
Cazaquistão – David Loria, Samat Smakov, Maksim Zhalmagambetov, Farkhadbek Irismetov, Aleksandr Kuchma, Sergey Larin (37m – Dmitri Lyapkin), Sergey Skorykh, Andrei Karpovitch (89m – Nurlaudetov), Nurbol Zhumaskaliyev, Sergey Ostapenko, Dmitriy Byakov
0-1 – Makukula – 84m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 90m (+1)
1-2 – Byakov – 90m (+5)
Cartões amarelos – Karpovitch (6m), Irismetov (37m) e Smakov (40m); Maniche (33m)
Árbitro – Jan Wegereef – Holanda
GRUPO A Jg V E D G Pt
1º Polónia12 7 3 2 20-10 24 2º Portugal
12 6 5 1 23-10 23 3º Sérvia
12 5 5 2 19-9 20 4º Finlândia
12 5 5 2 11-6 20 5º Bélgica
12 4 3 5 13-14 15 6º Arménia
10 2 3 5 4-11 9 7º Cazaquistão
12 1 4 7 10-20 7 8º Azerbaijão
10 1 2 7 5-25 5
14ª jornada
17.10.07 – Cazaquistão – Portugal – 0-2
17.10.07 – Bélgica – Arménia – 3-0
17.10.07 – Azerbaijão – Sérvia – 1-6
(mais…)
Mundial de Râguebi – 1/2 Finais (Act.)
13.10.07 – França – Inglaterra – 9-14
14.10.07 – África do Sul – Argentina – 37-13
A favorita selecção da África do Sul defrontou hoje, nas 1/2 Finais do Campeonato do Mundo de Râguebi, a outra equipa que contava por vitórias os jogos até agora disputados, a Argentina, não tendo tido dificuldade em impor a sua superioridade, beneficiando para tal de alguma falta de rotina da selecção sul-americana no que respeita a jogos a este nível.
Aproveitando as falhas argentinas, a África do Sul vencia já claramente ao intervalo, por 24-6, com três ensaios concretizados (aos 7, 32 e 40 minutos).
No início da segunda parte (aos 45 minutos) a Argentina ainda conseguiria reduzir para 24-13 – com um ensaio de decisão difícil para os árbitros -, fazendo renascer a esperança… que podia ter sido reforçada caso tivesse transformado uma penalidade, iam decorridos 53 minutos.
Contudo, dois pontapés bem colocados da África do Sul (aos 71 e 75 minutos), seguidos (aos 76 minutos) de mais um ensaio, fariam desnivelar o resultado, com os jogadores argentinos a perder o controlo das emoções, adoptando alguns comportamentos incorrectos (em resposta a uma falta grosseira de um sul-africano) e o árbitro (benevolentemente) a ter de recorrer aos cartões amarelos; felizmente, tudo acabaria em bem.
Desta forma, na Final do próximo Sábado, a disputar no Stade de France, em Paris, África do Sul e Inglaterra voltarão a defrontar-se, depois da humilhante derrota imposta pelos sul-africanos na fase de Grupos (36-0). No jogo de apuramento do 3º e 4º lugares, também uma “repetição”, com a Argentina e a França a encontrarem-se de novo.
Na partida das 1/2 Finais ontem disputada, a França recebeu no Stade de France a “eterna rival” Inglaterra.
Num jogo sem transmissão televisiva directa – de que vale adquirir os direitos de transmissão do Mundial, se, depois, o râguebi acaba sempre por ser a segunda opção (tal como ocorrera na semana passada com o França – N. Zelândia)? – a Inglaterra entrou “a todo o gás”, convertendo um ensaio logo ao segundo minuto (beneficiando de uma falha incrível de um defesa francês, traído por um ressalto de bola no chão, quase em cima da linha de ensaio), colocando o marcador em 5-0.
A França, surpreendida, conseguiria não obstante reduzir para 3-5 ainda antes dos 10 minutos, na conversão de uma penalidade, para – aos 18 minutos -, passar para a frente no marcador, com 6-5, mercê de nova penalidade. O resultado não sofreria alteração até final do primeiro tempo, muito devido à desinspiração de Wilkinson, com três pontapés falhados (tal como de Beauxis, com apenas duas conversões em cinco tentativas).
Beauxis, que, com nova penalidade, logo aos 4 minutos da segunda parte, ampliaria a vantagem francesa para 9-5… para, 3 minutos volvidos, Wilkinson conseguir finalmente a sua primeira transformação, reduzindo para a diferença mínima, colocando o marcador em 8-9.
Michalak, que substituira Beauxis aos 51 minutos, falharia um pontapé dois minutos depois. Com o jogo pouco fluido, devido a inúmeras substituições, a partida ia-se aproximando do seu termo… quando, a 5 minutos do fim (e já depois de ter falhado novamente aos 59 minutos), Wilkinson “dava a volta ao resultado”, colocando a Inglaterra a vencer por 11-9; para, aos 78 minutos, fixar o resultado final em 14-9, garantindo à Inglaterra (Campeão do Mundo em título) nova presença na Final, para desespero dos adeptos franceses.
Mundial de Râguebi (1/2 Finais)
13.10.07 – França – Inglaterra – 9-14
14.10.07 – África do Sul – Argentina
Na partida das 1/2 Finais do Campeonato do Mundo de Râguebi hoje disputada, a França recebeu no Stade de France a “eterna rival” Inglaterra.
Num jogo sem transmissão televisiva directa – de que vale adquirir os direitos de transmissão do Mundial, se, depois, o râguebi acaba sempre por ser a segunda opção (tal como ocorrera na semana passada com o França – N. Zelândia)? – a Inglaterra entrou “a todo o gás”, convertendo um ensaio logo ao segundo minuto (beneficiando de uma falha incrível de um defesa francês, traído por um ressalto de bola no chão, quase em cima da linha de ensaio), colocando o marcador em 5-0.
A França, surpreendida, conseguiria não obstante reduzir para 3-5 ainda antes dos 10 minutos, na conversão de uma penalidade, para – aos 18 minutos -, passar para a frente no marcador, com 6-5, mercê de nova penalidade. O resultado não sofreria alteração até final do primeiro tempo, muito devido à desinspiração de Wilkinson, com três pontapés falhados (tal como de Beauxis, com apenas duas conversões em cinco tentativas).
Beauxis, que, com nova penalidade, logo aos 4 minutos da segunda parte, ampliaria a vantagem francesa para 9-5… para, 3 minutos volvidos, Wilkinson conseguir finalmente a sua primeira transformação, reduzindo para a diferença mínima, colocando o marcador em 8-9.
Michalak, que substituira Beauxis aos 51 minutos, falharia um pontapé dois minutos depois. Com o jogo pouco fluido, devido a inúmeras substituições, a partida ia-se aproximando do seu termo… quando, a 5 minutos do fim (e já depois de ter falhado novamente aos 59 minutos), Wilkinson “dava a volta ao resultado”, colocando a Inglaterra a vencer por 11-9; para, aos 78 minutos, fixar o resultado final em 14-9, garantindo à Inglaterra (Campeão do Mundo em título) nova presença na Final, para desespero dos adeptos franceses.
Azerbaijão – Portugal (Euro-2008 – Qualif.)
Depois dos sucessivos empates nos últimos jogos disputados no Grupo de qualificação em que Portugal se insere, a equipa portuguesa iniciava hoje uma série de 4 jogos que se afiguram decisivos para o apuramento, e em que a vitória se perfilava como “única opção”.
Enfrentando as adversidades de uma viagem de cerca de 7 000 km e da adptação a um fuso horário com mais 4 horas (e com o seleccionador Luís Filipe Scolari a cumprir o primeiro de três jogos de suspensão, devido à atitude no final do encontro com a Sérvia), a selecção nacional registou o regresso de Ricardo Carvalho (após 5 jogos de ausência por lesão), contando ainda com a particularidade de alinhar com dois jogadores filhos de antigos futebolistas de craveira, os casos de Bruno Alves e do estreante Miguel Veloso… e dois irmãos, Maniche e (entrado na fase final do encontro) Jorge Ribeiro.
Frente a uma equipa que ocupa a última posição na tabela classificativa do Grupo (contando apenas uma vitória, frente à Finlândia), a selecção portuguesa apresentou-se em campo com boa disposição, não obstante sem grande velocidade; apenas já depois dos 10 minutos criaria uma primeira situação de perigo, desaproveitada por Hugo Almeida, para, na sequência de um canto, surgir Bruno Alves a inaugurar o marcador.
O jogo passaria de seguida por uma fase confusa, com muitas faltas e interrupções, culminando com a expulsão de um jogador do Azerbaijão, por cotovelada em Cristiano Ronaldo, situação que provocou algum exaltar de ânimos contra o árbitro.
A inevitável quebra de ritmo provocaria períodos de desconcentração, com o Azerbaijão a beneficiar de uma clara oportunidade para empatar, negada por Ricardo, iam decorridos cerca de 40 minutos… para, no lance imediato, Portugal rematar ao poste.
E, já a fechar a primeira parte, aproveitando o espaço deixado livre pelos defesas centrais do Azerbaijão, Hugo Almeida conseguiria mesmo ampliar a vantagem portuguesa.
Aos 50 minutos, Portugal desperdiçava uma soberana ocasião para “arrumar” definitivamente o encontro, com Hugo Almeida, Miguel Veloso e Cristiano Ronaldo a falharem sucessivamente o remate à baliza. O Azerbaijão, a espaços, ia procurando o contra-ataque, espreitando a possibilidade de chegar ao golo. Para, à passagem dos 60 minutos, ser Deco a falhar o alvo por duas vezes no mesmo lance. E, no minuto imediato, em mais uma flagrante oportunidade, Hugo Almeida chegar ligeiramente atrasado a um cruzamento de Cristiano Ronaldo.
À medida que se aproximava do seu termo, o jogo parecia adormecido, com sucessivas pausas para substituições, até que – com 77 minutos – Cristiano Ronaldo, despertando da “letargia”, remataria ao poste, na sequência de um lance de excelente execução técnica, tirando os adversários da frente.
Sem deslumbrar, a selecção nacional cumpriu, garantindo o objectivo da vitória, procurando consolidar uma posição que lhe confira o apuramento. Com os empates da Sérvia e da Finlândia, Portugal adquire uma posição algo mais “confortável”, necessitando agora de duas vitórias e um empate, nas três partidas que restam nesta fase de qualificação para o EURO-2008 (já na próxima Quarta-feira, no Cazaquistão e, depois, em Novembro, em casa com a Arménia e a Finlândia). Entretanto, a Alemanha – empatando hoje a zero na Irlanda – é a primeira selecção a ter lugar garantido na Fase Final da prova, juntando-se aos organizadores Áustria e Suíça.
Portugal – Ricardo; Miguel (75m – Jorge Ribeiro), Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Paulo Ferreira; Maniche, Cristiano Ronaldo (70m – Nani), Deco, Miguel Veloso e Quaresma; Hugo Almeida
Azerbaijão – Veliyev; E. Aliyev, Abbasov, Kerimov e Yunisoglu; I. Gurbanov (56m – Mamedov), Chertoganov, S. Aliyev (A. Gurbanov – 73m), Guliyev e Imamaliev (7m – Gashimov); Subasic
0-1 – Bruno Alves – 12m
0-2 – Hugo Almeida – 45m
Cartões amarelos – Yunisoglu (65m); Jorge Ribeiro (90m)
Cartão vermelho – Karimov (27m)
Árbitro – Ivan Bebek – Croácia
GRUPO A Jg V E D G Pt
1º Polónia12 7 3 2 20-10 24 2º Portugal
11 5 5 1 21-9 20 3º Finlândia
12 5 5 2 11-6 20 4º Sérvia
11 4 5 2 13-8 17 5º Bélgica
11 3 3 5 10-14 12 6º Arménia
9 2 3 4 4-8 9 7º Cazaquistão
11 1 4 6 9-18 7 8º Azerbaijão
9 1 2 6 4-19 5
13ª jornada
13.10.07 – Arménia – Sérvia – 0-0
13.10.07 – Polónia – Cazaquistão – 3-1
13.10.07 – Bélgica – Finlândia – 0-0
13.10.07 – Azerbaijão – Portugal – 0-2
(mais…)
MUNDIAL DE RÂGUEBI – 1/4 FINAL (ACT.)
06.10.07 – Austrália – Inglaterra – 10-12
06.10.07 – N. Zelândia – França – 18-20
07.10.07 – África do Sul – I. Fiji – 30-20
07.10.07 – Argentina – Escócia – 19-13
Nos jogos dos 1/4 Final do Campeonato do Mundo de Râguebi hoje disputados, contrariamente ao que ontem sucedera, os favoritos acabaram por impor-se, garantindo o apuramento para as 1/2 Finais, que disputarão (África do Sul e Argentina) no próximo Domingo.
Porém, a África do Sul – provavelmente o agora principal favorito à conquista do título mundial – teve de se aplicar “a fundo” para bater uma aguerrida selecção das Ilhas Fiji, que, mesmo reduzida a 14 jogadores numa fase do jogo, conseguiria, com dois magníficos ensaios, recuperar de uma desvantagem de 6-20 até ao empate a 20; na parte final do encontro, os sul-africanos fariam valer o seu poderio, consolidando a sua vitória, fixando o marcador com mais dois ensaios.
Frente à Escócia, a Argentina, não obstante ter comandado o marcador praticamente durante todo o jogo, teve de sofrer até ao último segundo para garantir a vitória.
Quatro exaltantes jogos de râguebi, com incerteza no resultado até quase ao seu termo, com alguns desfechos imprevisíveis, disputados “metro a metro” (em alguns casos, em jogadas decisivas em cima da linha de ensaio, “centímetro a centímetro”), numa magnífica propaganda da modalidade, infelizmente apenas disponível em canal codificado (e com essa dificilmente compreensível opção de programação que foi a de transmitir o épico N. Zelândia – França em diferido…).
Nas partidas ontem realizadas, as selecções do hemisfério Sul – surpreendentemente – não foram capazes de confirmar o predomínio e favoritismo que lhes era quase unanimente atribuído, não obstante defrontarem as duas melhores selecções da Europa (incluindo os actuais detentores do troféu).
No encontro da tarde, numa reedição da Final do Mundial precedente, os Campeões do Mundo em título (Inglaterra), “transfigurados” face ao que já tinham demonstrado na presente competição (nomeadamente na humilhante derrota frente à África do Sul), beneficiando da transformação de 4 pontapés, repetiriam a vitória de há quatro anos, atingindo, para já, as 1/2 Finais da prova, eliminando um dos principais favoritos.
No jogo da noite – disputado em Cardiff – a favoritíssima N. Zelândia chegou a liderar o marcador por 13-0 (à meia-hora de jogo – tendo a diferença sido reduzida para 13-3, coincidindo com o termo da primeira parte), mas, já no segundo tempo, uma também “renascida” selecção da França empataria a 13-13, para, a menos de 10 minutos do final, passar para o comando, colocando o resultado em 20-18, assim obtendo uma sensacional vitória perante a equipa líder do ranking mundial.
Um absolutamente inesperado duplo triunfo das equipas do hemisfério Norte, com estas duas selecções do Pacífico Sul a verem-se arredadas da competição numa fase ainda relativamente prematura. França e Inglaterra decidirão entre si – em jogo a disputar no Stade de France, no próximo Sábado – a presença na Final!
MUNDIAL DE FÓRMULA 1 "AO RUBRO"
Com a (primeira) desistência de Lewis Hamilton, hoje, no Grande Prémio da China, são três os pilotos com possibilidades “matemáticas” de se sagrar Campeão do Mundo de Fórmula 1, na última prova da temporada, a disputar no circuito de S. Paulo, Brasil; na classificação geral, Hamilton lidera com 107 pontos, seguido do bi-Campeão Mundial Fernando Alonso, com 103 pontos, e de Kimmi Raikkonen, com 100 pontos.
Com o abandono de Hamilton na prova de hoje (16ª da época), o português Tiago Monteiro mantém os seus records de provas consecutivas finalizadas por um estreante (16 – hoje igualado pelo finlandês Heikki Kovalainen) e de mais provas concluídas numa temporada (18 – marca que detém em paralelo com Michael Schumacher).
MUNDIAL DE RÂGUEBI – 1/4 FINAL
Nos jogos dos 1/4 Final do Campeonato do Mundo de Râguebi hoje disputados, as selecções do hemisfério Sul – surpreendentemente – não foram capazes de confirmar o predomínio e favoritismo que lhes era quase unanimente atribuído, não obstante defrontarem as duas melhores selecções da Europa (incluindo os actuais detentores do troféu).
No encontro da tarde, numa reedição da Final do Mundial precedente, os Campeões do Mundo em título (Inglaterra), “transfigurados” face ao que já tinham demonstrado na presente competição (nomeadamente na humilhante derrota frente à África do Sul), beneficiando da transformação de 4 pontapés, repetiriam a vitória de há quatro anos, atingindo, para já, as 1/2 Finais da prova, eliminando um dos principais favoritos.
No jogo da noite – disputado em Cardiff – a favoritíssima N. Zelândia chegou a liderar o marcador por 13-0 (à meia-hora de jogo – tendo a diferença sido reduzida para 13-3, coincidindo com o termo da primeira parte), mas, já no segundo tempo, uma também “renascida” selecção da França empataria a 13-13, para, a menos de 10 minutos do final, passar para o comando, colocando o resultado em 20-18, assim obtendo uma sensacional vitória perante a equipa líder do ranking mundial.
Um absolutamente inesperado duplo triunfo das equipas do hemisfério Norte, com estas duas selecções do Pacífico Sul a verem-se arredadas da competição numa fase ainda relativamente prematura. França e Inglaterra decidirão entre si – em jogo a disputar no Stade de France, no próximo Sábado – a presença na Final!
06.10.07 – Austrália – Inglaterra – 10-12
06.10.07 – N. Zelândia – França – 18-20
07.10.07 – África do Sul – I. Fiji
07.10.07 – Argentina – Escócia
TAÇA UEFA – 1ª ELIMINATÓRIA
Na 1ª eliminatória da Taça UEFA, com a participação de quatro equipas portuguesas, apenas o Braga (com uma inequívoca vitória na partida de hoje) conseguiu alcançar o apuramento para a Fase de Grupos desta competição:
Belenenses – Bayern Munique – 0-2 / 0-1 (0-3)
Az Alkmaar – P. Ferreira – 0-0 / 1-0 (1-0)
U. Leiria – Bayer Leverkusen – 3-2 / 1-3 (4-5)
Braga – Hammarby – 4-0 / 1-2 (5-2)
Numa época em que Portugal registou um record de presenças nas provas europeias, com 7 clubes participantes, apenas 4 prosseguem em prova (FC Porto, Sporting e Benfica na Liga dos Campeões; e o Braga na Taça UEFA).
Em termos de resultados – contando para o ranking – depois de 1 empate e 6 derrotas na “1ª mão”, na ronda desta semana as equipas portuguesas obtiveram 4 vitórias, 1 empate e 2 derrotas.
LIGA DOS CAMPEÕES – 2ª JORNADA (ACT.)
Numa partida em que, por largos períodos, pareceu “ausente de campo”, o Benfica acaba por sofrer o castigo da derrota, frente a uma bem arrumada equipa do Shakhtar Donetsk (líder do campeonato ucraniano, com cerca de 10 pontos de vantagem sobre os mais directos perseguidores, Dnepr e D. Kiev), com bom “toque de bola” e bem instruída no anti-jogo.
E, não obstante, a equipa benfiquista parecia ter entrado em campo com boa disposição, com Rodriguez a dar o primeiro sinal, logo aos 2 minutos, a rematar forte, de fora da área, com o guarda-redes ucraniano a ter de aplicar-se a fundo, respondendo eficazmente.
Porém, por volta dos 10 minutos, já o Shakhtar tinha “encaixado” no jogo benfiquista, libertando-se, subindo no terreno, e começando a ameaçar a defesa portuguesa.
Numa fase de jogo em que predominava o equilíbrio, Cardozo – aos 20 minutos – obrigaria Pyatov a nova intervenção de elevado grau de dificuldade. Poucos minutos depois, numa excelente iniciativa individual de Di Maria, internando-se até junto da pequena área, fazia a bola embater com estrondo na trave…
Aos 39 minutos, Fernandinho, num livre, rematava com muito perigo, ligeiramente ao lado da baliza de Quim. Era o aviso do que aconteceria dois minutos depois, com uma muito boa combinação, na sequência de uma rápida jogada de envolvência, aproveitando a superioridade numérica provocada pela lesão de Nélson, surgindo Jadson a dar o toque final, para o único golo do encontro.
A fechar a primeira parte, Katsouranis, com um remate forte à baliza, não seria feliz…
No segundo período, o Benfica parecia não se “encontrar”, com o cúmulo do desnorte a ocorrer aos 67 minutos, com o Shakhtar a fazer “gato-sapato” da equipa portuguesa, com Brandão, primeiro, e Fernandinho, logo de seguida, a desperdiçarem incrivelmente duas oportunidades (numa delas com superioridade numérica de 4 para 1!), levando o treinador romeno, Mircea Lucescu, ao “desespero”.
Na parte final do desafio, o Shakhtar – que até então mostrara saber disputar o “jogo pelo jogo” – adoptaria uma táctica de anti-jogo, com sucessivas substituições e interrupções com lances faltosos, a par da amostragem de cartões amarelos pelo árbitro.
Por seu lado, o Benfica, já com pouco discernimento – então comandado por Binya, o seu jogador “mais esclarecido” – procurava atacar, com Katsouranis a desperdiçar, aos 81 minutos, a que era até então a mais flagrante ocasião para evitar a derrota… até aos 90 minutos, em que Edcarlos falharia de forma incrível. Já em tempo de compensação, Nuno Gomes e Rui Costa rematariam ainda à baliza, mas de forma não consequente.
Uma derrota – num jogo em que, com outra tranquilidade, poderia ter obtido melhor resultado – que coloca o Benfica numa posição difícil no Grupo, considerando também a vitória do Celtic frente ao AC Milan.
Benfica – Quim; Nélson, (44m – Nuno Gomes), Luisão, Edcarlos e Léo; Maxi Pereira, Katsouranis, Cristian Rodriguez, Rui Costa e Di Maria (61m – Binya); Cardozo
Shakhtar Donetsk – Pyatov; Srna, Chygrynskyi, Kucher e Rat; Ilsinho (79m – Duljaj), Lewandowski (87m – Hubschman), Jadson (76m – Castillo) e Fernandinho; Brandão e Lucarelli
0-1 – Jadson – 41m
Cartões amarelos – Katsouranis (57m), Cardozo (67m) e Cristian Rodriguez (79m); Srna (79m), Fernandinho (82m) e Castillo (83m)
Árbitro – Wolfgang Stark – Alemanha
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 Marseille 2 2 - - 3-0 6 2 FC Porto 2 1 1 - 2-1 4 3 Liverpool 2 - 1 1 1-2 1 4 Besiktas 2 - - 2 0-3 - Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ ___ / ___ Marseille-FC Porto____________ ___ / ___
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 Shakhtar 2 2 - - 3-0 6 2 AC Milan 2 1 - 1 3-3 3 3 Celtic 2 1 - 1 2-3 3 4 Benfica 2 - - 2 1-3 - AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ ___ / ___ AC Milan-Shakhtar_____________ ___ / ___
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 2 2 - - 2-0 6 2 Roma 2 1 - 1 2-1 3 3 Sporting 2 1 - 1 2-2 3 4 D. Kiev 2 - - 2 1-4 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ ___ / ___ Roma-Sporting_________________ ___ / ___
Por seu lado, o FC Porto, com uma partida bastante difícil na Turquia, teria a felicidade de chegar à vitória com um golo de Quaresma, já em período de descontos.
Com dois golos construídos a partir de lances de “bola parada”, concretizados pela dupla de defesas centrais (Tonel e Anderson Polga) e resistindo às investidas do D. Kiev, o Sporting alcançou hoje na Ucrânia uma tão sofrida como importante vitória.
LIGA DOS CAMPEÕES – 2ª JORNADA
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 Marseille 1 1 - - 2-0 3 2 Liverpool 1 - 1 - 1-1 1 2 FC Porto 1 - 1 - 1-1 1 4 Besiktas 1 - - 1 0-2 - Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ ___ / ___ Besiktas-FC Porto_____________ ___ / ___ Besiktas-Liverpool____________ ___ / ___ Marseille-FC Porto____________ ___ / ___
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 Shakhtar 1 1 - - 2-0 3 2 AC Milan 1 1 - - 2-1 3 3 Benfica 1 - - 1 1-2 - 4 Celtic 1 - - 1 0-2 - AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ ___ / ___ Benfica-Shakhtar______________ ___ / ___ Benfica-Celtic________________ ___ / ___ AC Milan-Shakhtar_____________ ___ / ___
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 2 2 - - 2-0 6 2 Roma 2 1 - 1 2-1 3 3 Sporting 2 1 - 1 2-2 3 4 D. Kiev 2 - - 2 1-4 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ ___ / ___ Roma-Sporting_________________ ___ / ___
Com dois golos construídos a partir de lances de “bola parada”, concretizados pela dupla de defesas centrais (Tonel e Anderson Polga) e resistindo às investidas do D. Kiev, o Sporting alcançou hoje na Ucrânia uma tão sofrida como importante vitória.



