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Liga dos Campeões – 4ª Jornada
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 FC Porto 4 2 2 - 5-3 8 2 Marseille 4 2 1 1 5-3 7 3 Liverpool 4 1 1 2 10-4 4 4 Besiktas 4 1 - 3 2-12 3 Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / 0-8 Marseille-FC Porto____________ 1-1 / 1-2
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 AC Milan 4 3 - 1 10-4 9 2 Celtic 4 2 - 2 3-4 6 3 Shakhtar 4 2 - 2 4-7 6 4 Benfica 4 1 - 3 2-4 3 AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1 AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 3 3 - - 6-2 9 2 Roma 3 2 - 1 4-2 6 3 Sporting 3 1 - 2 3-4 3 4 D. Kiev 3 - - 3 3-8 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / ___ Roma-Sporting_________________ 2-1 / ___
O Benfica, parecendo revelar alguma tranquilidade logo desde o início da partida, beneficiando da ausência de pressão do Celtic, ameaçaria a baliza escocesa logo aos 5 minutos, numa boa execução de Cardozo, a que o guarda-redes deu boa resposta.
Apenas aos 9 minutos, o Celtic chegaria com perigo à baliza benfiquista, com um cabeceamento ligeiramente ao lado. Para, dois minutos decorridos, Cardozo dispor de nova oportunidade; contudo, apanhando a bola a meia-altura, o remate sairia algo alto, ainda com Boruc a desviar.
Com o jogo a começar a animar, aos 16 minutos, seria Brown a obrigar Quim a uma excelente intervenção, numa defesa de um potente e colocado remate. Até aos 20 minutos, ainda mais três lances de perigo: dois para o Celtic, entremeados por um a favor do Benfica. E ainda, aos 22 minutos, com o Benfica a recuar, o Celtic, agora intensificando a pressão, criava nova ocasião de perigo, obrigando a nova defesa de Quim.
No quarto de hora final do primeiro tempo o ritmo de jogo cairia naturalmente; porém, aos 45 minutos, num remate feliz de McGeady (com a bola a tabelar em Luisão, traindo Quim), o Celtic chegaria finalmente ao golo.
Na segunda metade da partida, com o jogo mais confuso, o Benfica raramente denotou capacidade para organizar o ataque, faltando-lhe a velocidade necessária para criar perigo; as substituições operadas por Camacho não trariam nada de novo à equipa.
As melhores oportunidades surgiriam ainda para a equipa escocesa, nomeadamente à passagem dos 70 minutos, por duas vezes e, de novo, aos 90 minutos, assim acabando por justificar a vitória.
Benfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos, Léo, Katsouranis, Binya, Maxi Pereira (61m – Di Maria), Rui Costa (77m – Bergessio), Cristian Rodriguez e Cardozo (77m – Nuno Gomes)
Celtic – Boruc, G. Caldwell, Kennedy, McManus, Naylor, Hartley, McGeady, S. Brown (89m – Sno), Jarosik (66m – Donati), Jan Vennegoor Hesselink (66m – Killen) e McDonald
1-0 – McGeady – 45m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (42m)
Cartão vermelho – Binya (85m)
Árbitro – Martin Hansson (Suécia)
O FC Porto – com um excelente golo de Tarik Sektioui, na sequência de uma magnífica iniciativa individual, complementado por outro de Lisandro López – obteve uma importante vitória, que lhe permitiu ascender à liderança do seu grupo de apuramento, podendo garantir a qualificação na próxima jornada, recebendo a equipa turca do Besiktas, hoje vítima da maior goleada da história da Liga dos Campeões, derrotada em Liverpool por 8-0.
Taça da Liga – 1/4 Final (2ª mão)
Fátima – Sporting – 2-3 / 2-1 (4-4)
Setúbal – Benfica – 2-1 / 1-1 (3-2)
U. Leiria – Penafiel – 1-0 / 1-3 (2-3)
Beira-Mar – Portimonense – 3-1 /0-1 (3-2)
Sporting, Setúbal, Penafiel e Beira-Mar são as 4 equipas apuradas para a Fase de Grupo da I edição da Taça da Liga.
Perdendo hoje em casa, o Fátima encerra uma brilhante participação na prova, da qual sai com honra: depois da vitória na 1ª mão, no Estádio do Restelo, hoje esteve novamente a vencer por 1-0 e por 2-1; teria ainda a possibilidade de, a cerca de escassos 10 minutos do fim, se colocar novamente em vantagem (quando o resultado registava um empate a 2-2, o que lhe proporcionava então o apuramento)… contudo, seria o Sporting, poucos minutos depois, a chegar ao 3-2, colocando-se pela primeira vez em vantagem ao fim de mais de 170 minutos de eliminatória.
Ao invés, o Benfica, terminando a primeira parte em vantagem (com novo golo de Freddy Adu, em cima dos 45 minutos, na conversão de uma grande penalidade), concederia ao Setúbal a possibilidade de inverter o resultado, sendo assim afastado da competição.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada (Act.)
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 Marseille 3 2 1 - 4-1 7 2 FC Porto 3 1 2 - 3-2 5 3 Besiktas 3 1 - 2 2-4 3 4 Liverpool 3 - 1 2 2-4 1 Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / ___ Marseille-FC Porto____________ 1-1 / ___
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 AC Milan 3 2 - 1 7-4 6 2 Shakhtar 3 2 - 1 4-4 6 3 Benfica 3 1 - 2 2-3 3 4 Celtic 3 1 - 2 2-4 3 AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ 1-0 / ___ AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / ___
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 3 3 - - 6-2 9 2 Roma 3 2 - 1 4-2 6 3 Sporting 3 1 - 2 3-4 3 4 D. Kiev 3 - - 3 3-8 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / ___ Roma-Sporting_________________ 2-1 / ___
Perante um Celtic a jogar “pelo seguro”, na expectativa de poder lançar o contra-ataque, concedendo a iniciativa ao adversário, o Benfica surgiu em campo algo intranquilo e precipitado, sem a calma necessária para explanar o seu jogo.
Assim, apenas aos 23 minutos criaria a primeira jogada de perigo, com Cardozo, próximo da pequena área, a não conseguir chegar à bola, para – fazendo o desvio – dar o melhor seguimento ao cruzamento. Por seu lado, os escoceses só aos 33 minutos ameaçariam a baliza benfiquista, com Quim a corresponder. Numa primeira parte relativamente “morna”, o Benfica teria nova ocasião para inaugurar o marcador praticamente em cima da hora, por intermédio de Katsouranis, para a “defesa da noite” de Boruc.
No segundo período da partida, a toada não se alterou significativamente, o que levou Camacho a proceder – relativamente cedo – a duas substituições simultâneas. E, apenas dois minutos volvidos – e num espaço de outros 2 minutos -, o Benfica, infeliz, desperdiçaria duas excelentes oportunidades, ambas por Cardozo, primeiro (63m), rematando com tal potência que a bola embateu estrondosamente na barra; logo de seguida (65m), um remate cruzado… a embater na base do poste.
E, ainda, mais uma ocasião desaproveitada por Cardozo, aos 73 minutos, com um remate “enrolado”, a saír ligeiramente ao lado. Para, aos 76 minutos – sempre Cardozo – a cabecear fraco… para as mãos de Boruc. Só aos 79 minutos o Celtic chegaria a área benfiquista, com Sno a rematar, para uma defesa sem dificuldade de Quim.
Até que, ao 87º minuto, numa excelente abertura de Di Maria, a solicitar a desmarcação, Cardozo finalmente – numa perfeita execução técnica, parando a bola no peito, para depois a desviar do alcance de Boruc – conseguiria o tão ansiado (e já há muito merecido) golo.
Num jogo em que apenas uma das equipas procurou o golo e a vitória, esta assenta perfeitamente ao Benfica, bastante esforçado, não obstante deixasse transparecer sintomas de intranquilidade, criando várias oportunidades (com mais de 20 remates à baliza), com grandes dificuldades na concretização.
Benfica – Quim, Maxi Pereira, Luisão, Katsouranis, Léo, Nuno Assis (61m – Di Maria), Binya, Rui Costa, Cristian Rodriguez (84m – Luís Filipe), Bergessio (61m – Freddy Adu), Cardozo
Celtic – Boruc, G. Caldwell, Kennedy, McManus, Naylor, Hartley, Jarosik, S. Brown, Donati (63m – Sno), McGeady, Killen (74m – Scott McDonald)
1-0 – Cardozo – 87m
Cartões amarelos – Di Maria (89m); McGeady (28m), Killen (55m), Hartley (72m)
Árbitro – Massimo Busacca (Suíça)
O Sporting deslocou-se a Roma para uma partida em que não teve capacidade para suster a pressão da equipa italiana, não obstante Tiago ter ainda defendido uma grande penalidade no início da segunda parte. Com o resultado então em 1-1, parecia que a equipa portuguesa se poderia galvanizar, mas, após o segundo golo dos italianos, a qualidade de jogo sportinguista decairia notoriamente.
O FC Porto registou um empate a um golo em Marselha, num encontro em que podia até ter conseguido melhor resultado (também com 2 remates ao poste), não obstante ter sofrido um golo cerca dos 70 minutos e apenas ter empatado – na transformação de uma grande penalidade , por Lucho González – aos 79 minutos.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 Marseille 2 2 - - 3-0 6 2 FC Porto 2 1 1 - 2-1 4 3 Liverpool 2 - 1 1 1-2 1 4 Besiktas 2 - - 2 0-3 - Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ ___ / ___ Marseille-FC Porto____________ ___ / ___
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 Shakhtar 2 2 - - 3-0 6 2 AC Milan 2 1 - 1 3-3 3 3 Celtic 2 1 - 1 2-3 3 4 Benfica 2 - - 2 1-3 - AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ ___ / ___ AC Milan-Shakhtar_____________ ___ / ___
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 3 3 - - 6-2 9 2 Roma 3 2 - 1 4-2 6 3 Sporting 3 1 - 2 3-4 3 4 D. Kiev 3 - - 3 3-8 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / ___ Roma-Sporting_________________ 2-1 / ___
O Sporting deslocou-se a Roma para uma partida em que não teve capacidade para suster a pressão da equipa italiana, não obstante Tiago ter ainda defendido uma grande penalidade no início da segunda parte. Com o resultado então em 1-1, parecia que a equipa portuguesa se poderia galvanizar, mas, após o segundo golo dos italianos, a qualidade de jogo sportinguista decairia notoriamente.
Título Mundial de Raikonnen confirmado pela FIA
Na sequência da abertura de processo de inquérito, a FIA decidiu não desqualificar os pilotos da BMW e da Williams, confirmando a homologação da classificação do Grande Prémio do Brasil e, consequentemente, a atribuição do título de Campeão do Mundo de Fórmula 1 a Kimi Raikkonen.
Título Mundial de Raikonnen suspenso pela FIA
A Federação Internacional Automóvel (FIA) acaba de anunciar a suspensão da classificação final do Campeonato do Mundo de Fórmula 1, devido a processo de inquérito a que serão submetidas as equipas BMW e Williams – por eventuais irregularidades relacionadas com a temperatura do combustível -, o qual poderá condicionar os resultados do Grande Prémio do Brasil e, consequentemente, a atribuição do título mundial (considerando que os 3 primeiros classificados concluiram o Campeonato separados por apenas 1 ponto!).
Caso a FIA viesse a penalizar as equipas referidas (ou, pelo menos, a BMW), desclassificando Nico Rosberg (Williams), Robert Kubica e Nick Heidfeld (ambos da BMW) – respectivamente 4º, 5º e 6º classificados na prova de hoje – Lewis Hamilton subiria ao 4º (ou 5º) lugar, o suficiente para que o título de Campeão Mundial lhe fosse atribuído…
Kimi Raikkonen Campeão do Mundo de Fórmula 1 – 2007
De forma absolutamente imprevista, o finlandês Kimi Raikkonen, ao volante de um Ferrari, acaba de sagrar-se Campeão do Mundo de Fórmula 1, ao vencer a última prova da época, o Grande Prémio do Brasil, superando os concorrentes da McLaren, o espanhol Fernando Alonso (3º na prova) e o inglês Lewis Hamilton (apenas 7º classificado, a 1 volta do vencedor!).
Na classificação geral final, Kimmi Raikkonen somou 110 pontos, contra 109 de Lewis Hamilton e Fernando Alonso!
Na partida, Felipe Massa (que conquistara a pole) manteve a liderança, enquanto Raikonnen e Alonso ultrapassavam Hamilton logo na primeira curva; o inglês, procurando ripostar de imediato, acabaria por sair largo, sendo ultrapassado por vários pilotos, vendo-se então relegado para a 8ª posição, tendo conseguido ainda recuperar uma posição após a primeira curva.
Na 4ª volta, Hamilton cometeria novo erro, saindo largo novamente, ao pressionar Heidfeld na disputa do 6º lugar… que alcançaria na 7ª volta. Até que, na volta seguinte, abrandando subitamente (com problemas de transmissão numa passagem de caixa), seria ultrapassado por inúmeros concorrentes, caindo para a 18ª posição!
Numa corrida desesperada, em busca do 5º lugar, Hamilton apenas conseguiria subir uma posição à 11ª volta, passando para 16º na volta 13; 15º na volta 15; 12º na volta 16; 11º na volta 18; chegando a 10º à 23ª volta. Apenas conseguiria atingir o 9º lugar na 34ª volta.
Entretanto, numa prova em que a Ferrari patenteava uma clara superioridade, com Felipe Massa a liderar, à frente de Raikonnen, era Alonso (3º) que se perfilava como candidato a tri-Campeão Mundial… até à 50ª volta, em que, na sequência das paragens nas boxes, Raikkonen, assumindo a liderança da prova, assumia também o comando do Campeonato.
Numa fase em que as esperanças eram já remotas, Hamilton entraria nos pontos à volta 59, a 12 do termo da corrida, para, finalmente, se posicionar em 7º lugar a partir da 64ª volta.
Raikkonen, com 6 vitórias durante a época acaba por conquistar meritoriamente o título, face a apenas 4 vitórias de Hamilton e de Alonso (tendo Felipe Massa triunfado nas restantes 3 provas).
Outro finlandês, Heikki Kovalainen, abandonando na última prova do seu ano de estreia, não conseguiu superar o record de Tiago Monteiro (16 provas consecutivas finalizadas por um estreante) que igualara no Grande Prémio da China; o português é também titular de outro record, em parceria com Michael Schumacher, o de mais provas concluídas numa temporada (18).
Lista dos pilotos Campeões Mundiais: Nino Farina (1950), Juan Manuel Fangio (1951, 1954, 1955, 1956 e 1957), Alberto Ascari (1952 e 1953), Mike Hawthorn (1958), Jack Brabham (1959, 1960 e 1966), Phil Hill (1961), Graham Hill (1962 e 1968), Jim Clark (1963 e 1965), John Surtees (1964), Denny Hulme (1967), Jackie Stewart (1969, 1971 e 1973), Jochen Rindt (1970), Emerson Fittipaldi (1972 e 1974), Niki Lauda (1975, 1977 e 1984), James Hunt (1976), Mario Andretti (1978), Jody Scheckter (1979), Alan Jones (1980), Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987), Keke Rosberg (1982), Alain Prost (1985, 1986, 1989 e 1993), Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991), Nigel Mansell (1992), Michael Schumacher (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004), Damon Hill (1996), Jacques Villeneuve (1997), Mika Hakinnen (1998 e 1999), Fernando Alonso (2005 e 2006) e Kimi Raikonnen (2007).
Classificação Final do Mundial de Pilotos
(mais…)
Taça da Liga – 1/4 Final (1ª mão)
21.10.07 – Sporting – Fátima – 1-2
21.10.07 – Benfica – Setúbal – 1-1
21.10.07 – Penafiel – U. Leiria – 3-1
21.10.07 – Portimonense – Beira-Mar – 1-0
África do Sul Campeã do Mundo de Râguebi
A favorita África do Sul e a Inglaterra, na defesa do seu título de Campeã Mundial (conquistado na Austrália em 2003), encontraram-se hoje em Paris para disputa da Final da VI edição do Campeonato do Mundo de Râguebi.
A equipa da África do Sul abriria a contagem à passagem dos 7 minutos, por intermédio de Montgomery, convertendo um pontapé de penalidade; 5 minutos decorridos, seria o inglês Jonny Wilkinson (o qual passou – na sua segunda presença em Fases Finais de Mundiais – a ser o melhor marcador de sempre nesta competição) a igualar o marcador… para, aos 15 minutos, os sul-africanos retomarem a liderança, por 6-3. E, não obstante o tempo remanescente da primeira parte ter sido animado, apenas no seu termo o resultado se alteraria de novo, com a África do Sul a ampliar a vantagem para 9-3.
Logo a abrir o segundo tempo, na sequência de uma jogada duvidosa, em que os ingleses reclamavam ensaio, o árbitro (depois do recurso ao auxiliar, com a visão das imagens da jogada) decidiu-se por uma penalidade, que Wilkinson aproveitaria para reduzir a desvantagem para 6-9 (com 44 minutos de jogo). Só que, aos 50 minutos, Montgomery conseguia o 4º pontapé bem sucedido, ampliando a diferença para 12-6.
Numa segunda parte mais monótona – com a Inglaterra impotente para contrariar a bem organizada defesa da equipa sul-africana e com esta gerindo a vantagem, jogando na expectativa do erro do adversário -, quando Steyn, aos 62 minutos, colocou o marcador em 15-6, estava traçado o destino desta Final, uma partida menos entusiasmante que esperado, sem qualquer ensaio… A África do Sul, confirmando a sua superioridade, sagrava-se Campeã do Mundo pela segunda vez, depois do título conquistado em “casa” em 1995, igualando assim a proeza da Austrália.
Finais do Campeonato do Mundo de Râguebi
VI – 2007 (França) – Inglaterra – África do Sul – 6-15
V – 2003 (Austrália) – Austrália – Inglaterra – 17-20
IV – 1999 (P. Gales) – Austrália – França – 35-12
III – 1995 (África do Sul) – África do Sul – N. Zelândia – 15-12
II – 1991 (Inglaterra) – Inglaterra – Austrália – 6-12
I – 1987 (N. Zelândia) – N. Zelândia – França – 29-9
Mundial de Râguebi – 3º / 4º lugar
Uma impotente equipa da França foi esta noite de novo batida, e de forma categórica (10-34, depois de 12-17 no jogo de abertura do Mundial) – em pleno Stade de France – pela poderosa e eficaz selecção da Argentina, que, demonstrando a sua superioridade face aos vencedores do Torneio das 6 Nações, garantiu desta forma o 3º lugar na classificação final do Campeonato do Mundo, relegando a equipa anfitriã para a 4ª posição.
Amanhã conclui-se esta “maratona”, com uma prometedora Final entre a África do Sul e a Inglaterra, que deverá ser bastante mais equilibrada que o jogo da Fase Grupos, em que os sul-africanos impuseram uma estrondosa derrota aos Campeões do Mundo em título, por 36-0.



