Posts filed under ‘Desporto’

Taça UEFA – 1/8 Final

Anderlecht – Bayern Munich – 0-5
Fiorentina – Everton – 2-0
Marseille – Zenit St.-Petersburg – 3-1
Bolton – Sporting – 1-1
Glasgow Rangers – Werder Bremen – 2-0
Bayer Leverkusen – Hamburger – 1-0
Tottenham – PSV Eindhoven – 0-1
Benfica – Getafe – 1-2

BenficaBenfica – Quim, Nélson, Luisão (29m – Zoro), Edcarlos, Léo, Katsouranis, Cristián Rodríguez, Di María (62m – Mantorras), Rui Costa, Sepsi e Óscar Cardozo

GetafeGetafe – Óscar Ustari, Cosmin Contra, Belenguer, Cata Díaz, Lucas Licht, Albín, Casquero, Pablo Hernández, Esteban Granero (45m – Mario Cotelo), De la Red (73m – Celestini) e Braulio (61m – Manu)

0-1 – De la Red – 25m
0-2 – Pablo Hernández – 67m
1-2 – Mantorras – 76m

Cartões amarelos – Braulio (21m), De la Red (35m), Lucas Licht (82m), Casquero (85m) e Pablo Hernández (90m)

Cartão vermelho – Óscar Cardozo (9m)

Árbitro – Grzegorz Gilewski (Polónia)

Numa partida em que parecia querer demonstrar uma coesão e um futebol colectivo que tem estado arredado do clube nesta época, o Benfica, por culpas próprias, conjugadas com alguma infelicidade, cedo ofertou vantagem ao seu oponente.

Quando – logo aos 9 minutos – o seu único avançado, Óscar Cardozo, repetindo um gesto que já esboçara no último jogo contra o Sporting (face a Tonel), agrediu com uma cotovelada um jogador adversário, sendo expulso com cartão vermelho directo, o Benfica tomou consciência que este seria um desafio difícil, perante uma equipa (estreante nas provas europeias) que, em 8 jogos na edição desta época na Taça UEFA, sempre marcara (sendo o seu resultado típico o… 2-1).

O aviso chegaria logo aos 17 minutos, com Quim a responder com uma excelente defesa, adiando o golo… até aos 25 minutos, em que uma desatenção de Léo, perdendo a bola em zona proibida, e um ressalto (in)feliz do remate de De la Red em Edcarlos trairia inapelavelmente o guardião benfiquista.

E, quando, decorridos apenas mais 4 minutos, Luisão teve de abandonar o relvado, ressentindo-se de uma lesão, receou-se o pior. Nessa fase, o que se pedia era que o Benfica procurasse manter a serenidade, não se entregando.

Beneficiando do facto de o Getafe – especializado num sistema de jogo que explora velozes contra-ataques – não assumir deliberadamente uma toada ofensiva, a equipa benfiquista conseguiria controlar o jogo, dispondo mesmo de uma soberana ocasião para empatar a partida, ainda na fase inicial da segunda parte.

Como que adormecendo o jogo, sem criar oportunidades de perigo, o Getafe acabaria por – pouco depois de, com a entrada de Mantorras, o Benfica parecer querer assumir, não obstante a inferioridade numérica, uma toada ofensiva -, em nova jogada rápida, chegar ao segundo golo, iam decorridos 66 minutos, colocando alguma injustiça no marcador.

Para, no minuto seguinte, Edcarlos, a um metro da linha de golo, colocar o pé por baixo da bola, fazendo-a subir e embater no poste, em mais um momento de grande infelicidade… e imperícia.

O sinal de inconformismo perante a adversidade sairia dos pés de Mantorras, num remate potente, de meia-distância, com o Benfica finalmente a chegar ao golo.

Com o golo e com o apoio do (escasso) público, a equipa animar-se-ia, à entrada dos dez minutos finais, superando-se em termos de atitude e entrega ao jogo, acreditando, indo em busca do golo do empate.

Teria ainda uma oportunidade para tal, num livre marcado por Rui Costa, com a bola a ser desviada para canto, numa fase de grande confusão nas imediações da área da equipa espanhola, então algo desconcentrada e perdendo o controlo do jogo. Contudo, nos derradeiros cinco minutos, o Benfica acusaria o desgaste de um encontro pratcamente disputado na íntegra com um jogador a menos.

Numa das melhores e mais esforçadas exibições dos últimos meses – a par do jogo em Guimarães – o Benfica acaba por averbar uma derrota com algum travo de injustiça, tornando muito complexas as possibilidades de apuramento nesta eliminatória.

Em Inglaterra, o Sporting conseguiu alcançar um promissor empate a um golo (mais uma vez com Vukcevic a resolver), partindo para a 2ª mão em vantagem na eliminatória, em busca do almejado apuramento para os 1/4 Final da Taça UEFA.

6 Março, 2008 at 10:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – act.

Barcelona – Celtic – 1-0 / 3-2 (4-2)
Manchester United – Lyon – 1-0 / 1-1 (2-1)
FC Porto – Schalke – 1-0 / 0-1 (1-1) – 1-4 g.p.
Inter – Liverpool – 0-1 / 0-2 (0-3)
Real Madrid – Roma – 1-2 / 1-2 (2-4)
AC Milan – Arsenal – 0-2 / 0-0 (0-2)
Chelsea – Olympiakos – 3-0 / 0-0 (3-0)
Sevilla – Fenerbahce – 3-2 / 2-3 (5-5) – 2-3 g.p.

Numa partida intensa de emoção, jogando cerca de 40 minutos em inferioridade (por expulsão de Fucile, aos 82 minutos), o FC Porto conseguiria – já com um jogador a menos, e a apenas cerca de 5 minutos do termo da partida – escapar ao espartilho que constituía a necessidade imperiosa de marcar… sem sofrer. A equipa portuguesa, então com alguma felicidade (não obstante as oportunidades de golo antes desperdiçadas ou anuladas pelo guarda-redes alemão), anulava a desvantagem, forçando o prolongamento.

Não havendo alteração do marcador nesse período extra de 30 minutos – com mais uma incrível perdida de Quaresma -, tornou-se inevitável o recurso ao desempate por pontapés da marca de grande penalidade… no qual o FC Porto acabaria por não ser feliz, muito por mérito de Manuel Neuer, com duas excelentes defesas (a segunda delas estupenda) opondo-se aos remates de Bruno Alves e Lisandro López.

Depois das eliminações de equipas como o AC Milan (Campeão Europeu em título), Real Madrid e Sevilla, ou o Lyon, subsistem em prova 3 equipas inglesas (Manchester United, Chelsea e Arsenal… com o Liverpool bem colocado para se formar um quarteto), Barcelona, Roma, Schalke e o surpreendente Fenerbahce.

P. S. Actualização a 11.03.2008 – O Liverpool, vencendo novamente, desta vez em Itália, completa o fabuloso quarteto inglês nos 1/4 Final da Liga dos Campeões, ao mesmo tempo que dita a eliminação da segunda das equipas de Milão a quedar-se pelos 1/8 Final da prova.

5 Março, 2008 at 10:35 pm Deixe um comentário

Benfica, Porto e Sporting nas 1/2 Finais da Taça de Portugal

Pela primeira vez desde 1996/97 – ou seja, após 10 anos de interregno – Benfica, Porto e Sporting marcam presença simultânea nas 1/2 Finais da Taça de Portugal, depois de terem eliminado hoje, respectivamente o Moreirense (2-0), Gil Vicente (1-0) e E. Amadora (1-0). O outro semi-finalista deste ano será o V. Setúbal (vencedor, na Figueira da Foz, frente à Naval, por 2-1).

Em 1996/97, o quarto semi-finalista fora o Boavista, que – depois de eliminar o Sporting nas 1/2 Finais – venceria a final frente ao Benfica (que eliminara o FC Porto por 2-0), com vitórias por 3-2 em ambas as partidas. Os três grandes atingiram também (em conjunto) as 1/2 Finais da Taça de Portugal nas épocas de 1995/96, 1986/87, 1973/74, 1971/72, 1959/60, 1958/59, 1951/52, 1942/43 e 1938/39.

27 Fevereiro, 2008 at 10:40 pm Deixe um comentário

Taça UEFA – 1/16 Final

Bayern – Aberdeen – 5-1 / 2-2 (7-3)
Getafe – AEK – 3-0 / 1-1 (4-1)
At. Madrid – Bolton – 0-0 / 0-1 (0-1)
Villarreal – Zenit – 2-1 / 0-1 (2-2)
B. Leverkusen – Galatasaray – 5-1 / 0-0 (5-1)
Bordeaux – Anderlecht – 1-1 / 1-2 (2-3)
Everton – Brann – 6-1 / 2-0 (8-1)
Hamburgo – Zurich – 0-0 / 3-1 (3-1)
Panathinaikos – Gl. Rangers – 1-1 / 0-0 (1-1)
Helsingborg – PSV – 1-2 / 0-2 (1-4)
Tottenham – Slavia Praga – 1-1 / 2-1 (3-2)
Fiorentina – Rosenborg – 2-1 / 1-0 (3-1)
Basileia – Sporting – 0-3 / 0-2 (0-5)
Braga – Werder Bremen – 0-1 / 0-3 (0-4)
Nuremberga – Benfica – 2-2 / 0-1 (2-3)
Spartak Moscovo – Marseille – 2-0 / 0-3 (2-3)

Nuremberga – Jaromír Blazek, Dominik Reinhardt, Andreas Wolf, Berti Glauber, Javier Pinola, Tomás Galásek, Jawhar Mnari (87m – Abardonado), Marco Engelhardt, Angelos Charisteas, Ivan Saenko e Jan Koller

BenficaBenfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos (70m – Óscar Cardozo), Léo, Petit, Katsouranis, Maxi Pereira (70m – Sepsi), Rui Costa, Nuno Assis (81m – Di María) e Makukula

1-0 – Charisteas – 59m
2-0 – Saenko – 66m
2-1 – Cardozo – 89m
2-2 – Di María – 90m

Cartões amarelos – Pinola (89m); Léo (28m), Nuno Assis (45m), Luís Filipe (56m), Makukula (67m) e Petit (77m)

Árbitro – Ivan Bebek (Croácia)

Em mais uma (muito) pobre exibição, frente a uma equipa alemã sem nível europeu (6º classificado no campeonato da época passada, mas que luta agora para evitar a despromoção), o Benfica acabou por ser bafejado pela sorte, conseguindo, in extremis, um lisonjeiro empate, que lhe permitiu prosseguir para os 1/8 Final da Taça UEFA, onde enfrentará o Getafe, de Espanha.

Voltando a optar por um modelo de um único avançado, Camacho apostaria em Makukula, em detrimento de Cardozo, porventura mais desgastado nesta fase da época.

Não obstante, a equipa do Benfica entraria no jogo com boa atitude, beneficiando do retraimento voluntário do seu adversário, que parecia querer jogar na expectativa. De tal forma que, assumindo o controlo da partida, ainda antes dos 10 minutos, já a equipa portuguesa criara três situações de perigo na área do Nuremberga, contudo sem aproveitamento.

À medida que o tempo ia passando, o Benfica foi perdendo o fulgor inicial, enquanto, qual sistema de vasos comunicantes, o Nuremberga ia-se soltando e tornando mais afoito, com Charisteas, já próximo do intervalo, a desperdiçar a maior oportunidade de golo do primeiro tempo.

Na etapa complementar, a equipa benfiquista pareceu desaparecer do jogo, recuando no terreno, atravessando mesmo um período de 10 minutos de descontrolo total, com uma extrema apatia da defesa, permitindo aos alemães marcar dois golos e colocar-se em vantagem na eliminatória… até ao último minuto.

Até aí demasiado passivo, Camacho faria então, aos 70 minutos, uma dupla substituição, arriscando – já sem nada a perder – ao trocar um defesa central (Edcarlos) por um avançado (Cardozo), com Katsouranis a recuar no terreno.

Bastaram três minutos para Cardozo, numa excelente desmarcação, em diagonal, surgir isolado frente ao guarda-redes adversário, embora do seu lado menos forte, rematando cruzado, ligeiramente ao lado, na que era a melhor oportunidade de golo do Benfica.

Já sem grande convicção, e sempre “mais com o coração do que com a cabeça”, seria ainda Cardozo, em cima do nonagésimo minuto, num remate enrolado, a fazer ressaltar a bola no chão, para se anichar nas redes contrárias, junto ao poste, sem hipóteses de defesa. O Benfica salvava a eliminatória.

Haveria ainda tempo para momentos de apuro, com a bola a sofrer vários ressaltos na área benfiquista, terminando com um canto. Na sequência, num rápido contra-ataque, ultrapassando a defesa alemã que – balanceada para a frente – não recuperara, Di María beneficiaria de uma situação de “um para zero”, rodeando o guarda-redes e praticamente entrando pela baliza dentro, fazendo o golo do empate.

Numa partida muito sofrida – e quando talvez já não acreditasse – o Benfica conseguia eliminar o Nuremberga, única das 5 equipas alemãs ainda em prova a ser afastada.

O Sporting, defrontando também uma débil equipa do Basileia, conseguiu alcançar, não obstante, uma excelente e clara vitória, por 3-0, num dos melhores resultados da equipa em jogos europeus fora de casa. E pode não ficar por aqui, já que defrontará o Bolton (vencedor do Atlético de Madrid) na próxima eliminatória.

O sorteio dos 1/8 Final (antecipadamente realizado) ditou os seguintes confrontos:

Anderlecht – Bayern
Gl. Rangers – Werder Bremen
Bolton – Sporting
B. Leverkusen – Hamburgo
Getafe – Benfica
Fiorentina – Everton
Tottenham – PSV
Marseille – Zenit

21 Fevereiro, 2008 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (act.)

Celtic – Barcelona – 2-3
Lyon – Manchester United – 1-1
Schalke – FC Porto – 1-0
Liverpool – Inter – 2-0
Roma – Real Madrid – 2-1
Arsenal – AC Milan – 0-0
Olympiakos – Chelsea – 0-0
Fenerbahce – Sevilla – 3-2

Um golo sofrido logo aos 3 minutos de jogo – ditando o resultado final da partida – como que tolheria a equipa portista que, durante cerca de meia hora pareceu perdida em campo, podendo inclusivamente ter visto a desvantagem aumentada. Na segunda parte, com outra disposição, o FC Porto procurou controlar o jogo e ir em busca de um golo que seria muito importante no contexto da eliminatória. Não o tendo conseguido (dispôs basicamente de uma forte oportunidade), transporta para a 2ª mão uma tarefa árdua, nomeadamente pelo facto de, necessitando marcar, dever, adicionalmente, procurar assegurar a manutenção da inviolabilidade da sua baliza.

20 Fevereiro, 2008 at 9:33 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final

Celtic – Barcelona (20.02.2008)
Lyon – Manchester United (20.02.2008)
Schalke – FC Porto – 1-0
Liverpool – Inter – 2-0
Roma – Real Madrid – 2-1
Arsenal – AC Milan (20.02.2008)
Olympiakos – Chelsea – 0-0
Fenerbahce – Sevilla (20.02.2008)

Um golo sofrido logo aos 3 minutos de jogo – ditando o resultado final da partida – como que tolheria a equipa portista que, durante cerca de meia hora pareceu perdida em campo, podendo inclusivamente ter visto a desvantagem aumentada. Na segunda parte, com outra disposição, o FC Porto procurou controlar o jogo e ir em busca de um golo que seria muito importante no contexto da eliminatória. Não o tendo conseguido (dispôs basicamente de uma forte oportunidade), transporta para a 2ª mão uma tarefa árdua, nomeadamente pelo facto de, necessitando marcar, dever, adicionalmente, procurar assegurar a manutenção da inviolabilidade da sua baliza.

19 Fevereiro, 2008 at 9:37 pm 1 comentário

Benfica – 100 vitórias europeias em casa

O Benfica atingiu ontem, no jogo com o Nuremberga, a marca de 100 vitórias em jogos das provas europeias disputados “em casa”:

10-0 (1) – Dudelange (1965-66)

8-1 (2) – Valur (1968-69); Olimpija Ljubliana (1970-71)

7-0 (2) – Fenerbahce (1975-76); Honved (1989-90)

6-0 (2) – Nuremberg (1961-62) ; Beitar Jerusalém (1998-99)

5-0 (3) – Distillery (1963-64); La Chaux Fonds (1964-65); D. Kiev (1991-92)

6-2 (1) – Ujpest Dosza (1960-61)

5-1 (7) – Austria Wien (1961-62); Norrkoping (1962-63); Aris Bonnevoie e Real Madrid (1964-65); Feyenoord (1971-72); Vac Izzo (1992-93); Ruch Chorzow (1996-97)

4-0 (7) – Vasas Gyor (1964-65); Vanlose (1974-75); Altay Izmir (1980-81); Zurich (1982-83); Partizan Tirana (1987-88); Derry City (1989-90); Hamrun (1991-92)

5-2 (1) – Ujpest Dosza (1975-76)

4-1 (1) – Malmoe (1972-73)

3-0 (11) – Hearts e Rapid Wien (1960-61); Spartak Plovdiv (1966-67); Vasas Budapest (1967-68); Celtic (1969-70); Omonia Nicósia (1981-82); Linfield e Olympiakos (1983-84); Belvedur Izola (1992-93); Austria Wien e Celtic (2006-07)

4-2 (1) – Heerenveen (2004-05)

3-1 (10) – Aahrus (1960-61); Tottenham (1961-62); Feyenoord (1962-63); Tirol (1971-72); Montpellier (1988-89); CSKA Sofia (1993-94); Anderlecht (1994-95); Molde (2003-04); Copenhaga e P. St.-Germain (2006-07)

2-0 (15) – Saint-Etienne e Juventus (1967-68); BK Kopenhague (1969-70); Vorwaerts (1970-71); D. Zagreb e Malmoe (1980-81); Lokeren (1982-83); Crvena Zvezda (1984-85); Sampdoria (1985-86); Lillestroem (1986-87); Anderlecht e Steaua Bucuresti (1987-88); D. Moscovo (1992-93); Banska Bystrica e D. Zagreb (2004-05)

3-2 (1) – Levski Sofia (1965-66)

2-1 (16) – Dukla Praha (1962-63); B. Dortmund (1963-64); Lok. Leipzig (1966-67) ; CSKA Sofia (1971-72); Aris Salonica (1979-80); Betis (1982-83); Dukla Praha (1985-86); Juventus (1992-93); Parma (1993-94); Hajduk Split e Steaua Bucuresti (1994-95); Lierse (1995-96); Kaiserslautern e PSV Eindhoven (1998-99); Manchester Utd. (2005-06); Copenhaga (2007-08)

1-0 (19) – Olympiakos (1973-74); BK 1903 (1977-78); F. Dusseldorf e Carl Zeiss Jena (1980-81); Liverpool (1984-85); Aahrus (1987-88); Dniepr e Marseille (1989-90); Katowice (1993-94); Roda (1995-96); Lok. Moscovo (1996-97); La Louvière e Rosenborg (2003-04); Anderlecht (2004-05); Lille e Liverpool (2005-06); D. Bucuresti (2006-07); Celtic e Nuremberg (2007-08)

Pode consultar aqui todos os resultados do Benfica nas provas europeias. E, aqui, as fichas dos jogos disputados nas últimas 3 épocas.

15 Fevereiro, 2008 at 3:35 pm 3 comentários

Benfica – Nuremberga – Taça UEFA – 1/16 Final

BenficaNuremberga

Benfica – Quim, Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Petit, Nuno Assis (85m – Freddy Adu), Rui Costa, Cristián Rodríguez (85m – David Luiz), Makukula e Óscar Cardozo (59m – Di María)

Nuremberga – Jaromír Blazek, Dominik Reinhardt, Andreas Wolf, Berti Glauber, Javier Pinola, Nicky Adler (46m – Jan Kristiansen), Peer Kluge, Tomás Galásek, Marco Engelhardt, Ivan Saenko e Jan Koller

1-0 – Makukula – 43m

Cartões amarelos – Nélson (22m) e Petit (86m); Wolf (66m) e Pinola (87m)

Árbitro – Alexandru Dan Tudor (Roménia)

Com uma exibição pouco convincente – e, sobretudo, pouco consistente -, o Benfica obteve hoje uma importante vitória (a 100ª em casa em jogos das provas europeias), não obstante a margem mínima, mas sem sofrer golos, o que lhe poderá permitir alcançar o apuramento para os 1/8 Final.

Satisfazendo a “vontade dos adeptos”, Camacho colocou em campo a dupla de avançados formada por Makukuka (fazendo a sua estreia em jogos europeus pelo Benfica) e Cardozo.

Não obstante, na fase inicial da partida, a boa organização da equipa do Nuremberga – aliada à falta de dinamismo benfiquista – dificultou as acções ofensivas do Benfica, que não conseguia criar qualquer oportunidade de perigo… nem sequer, remates à baliza.

Seria o maestro Rui Costa, já muito perto do intervalo, a tomar a iniciativa, solicitando Makukula que, com um remate potente – contando com alguma colaboração do guarda-redes adversário – marcaria o único golo do encontro.

Apenas na segunda parte, e pelo que jogou nos primeiros 20 minutos, o Benfica acabaria por justificar a vantagem e a vitória na partida; nessa fase, a equipa portuguesa, assegurando o domínio a nível do meio-campo, controlaria o jogo e procuraria construir novos lances de perigo para a baliza alemã, embora sem concretização.

A partir dos 70 minutos, beneficiando da perda de ritmo do Benfica, o Nuremberga – que, até aí, praticamente não denotara intenções ofensivas – começou a subir no terreno, ameaçando a baliza, e colocando Quim à prova, o qual, aplicando-se a fundo, daria excelente resposta, numa oportuna intervenção.

Até ao termo do jogo, seriam os alemães a estar mais próximos do empate, sem que o Benfica conseguisse retomar o controlo da partida.

O resultado final, apesar de tangencial – muito distante dos 6-0 com que o Benfica, na senda da conquista da sua segunda Taça dos Campeões Europeus (na época de 1961-62), esmagara os então campeões alemães -, acaba por ser melhor que a exibição conseguida. Resta aguardar que, na Alemanha, o Benfica consiga marcar, e garantir assim a continuidade na prova.

14 Fevereiro, 2008 at 10:32 pm 1 comentário

Egipto Campeão de África

EgiptoO Egipto revalidou hoje o título de Campeão Africano – que conquista pela sexta vez em 26 edições da competição – ao vencer, na Final da Taça de África das Nações, os Camarões, por 1-0.

No jogo de atribuição do 3º e 4º lugares, a selecção da casa, o Gana, venceu ontem a Costa do Marfim por 4-2.

A 27ª edição da Taça de África das Nações será disputada em 2010, com a Fase Final a realizar-se em Angola.

Palmarés da Taça de África das Nações

      Ano            Vencedor     Finalista       
1957 (Sudão)         Egipto       Etiópia      Sudão
1959 (Egipto)        Egipto       Sudão        Etiópia
1962 (Etiópia)       Etiópia      Egipto       Tunísia
1963 (Gana)          Gana         Sudão        Egipto
1965 (Tunísia)       Gana         Tunísia      C. Marfim
1968 (Etiópia)       Zaire        Gana         C. Marfim
1970 (Sudão)         Sudão        Gana         Egipto
1972 (Camarões)      Congo        Mali         Camarões
1974 (Egipto)        Zaire        Zâmbia       Egipto
1976 (Etiópia)       Marrocos     Guiné        Nigéria
1978 (Gana)          Gana         Uganda       Nigéria
1980 (Nigéria)       Nigéria      Argélia      Marrocos
1982 (Líbia)         Gana         Líbia        Zâmbia
1984 (C. Marfim)     Camarões     Nigéria      Argélia
1986 (Egipto)        Egipto       Camarões     C. Marfim
1988 (Marrocos)      Camarões     Nigéria      Argélia
1990 (Argélia)       Argélia      Nigéria      Zâmbia
1992 (Senegal)       C. Marfim    Gana         Nigéria
1994 (Tunísia)       Nigéria      Zâmbia       C. Marfim
1996 (África Sul)    África Sul   Tunísia      Zâmbia
1998 (Burkina Faso)  Egipto       África Sul   RD Congo
2000 (Nigéria/Gana)  Camarões     Nigéria      África Sul
2002 (Mali)          Camarões     Senegal      Nigéria
2004 (Tunísia)       Tunísia      Marrocos     Nigéria
2006 (Egipto)        Egipto       C. Marfim    Nigéria
2008 (Gana)          Egipto       Camarões     Gana

Títulos – Egipto (6); Gana e Camarões (4); RD Congo e Nigéria (2); Etiópia, Sudão, Congo, Marrocos, Argélia, C. Marfim, África Sul e Tunísia (1)

10 Fevereiro, 2008 at 7:11 pm Deixe um comentário

Taça de África das Nações – 1/2 Finais (Act.)

Gana – Camarões – 0-1
C. Marfim – Egipto – 1-4

A selecção dos Camarões é a primeira a garantir a presença na Final da Taça de África das Nações (a disputar no próximo Domingo), ao vencer nas 1/2 Finais da prova a equipa do país organizador (Gana).

De forma talvez algo surpreendente, o Egipto – actual detentor do troféu – eliminou, com um triunfo categórico, a favorita selecção da Costa do Marfim, assim alcançando novamente a Final da prova.

7 Fevereiro, 2008 at 10:23 pm Deixe um comentário

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