Posts filed under ‘Desporto’

Benfica no Wall Street Journal

29 Março, 2010 at 10:16 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)

                                        2ª mão 1ª mão Total

Anderlecht - Hamburg                      4-3    1-3   (5-6)
Wolfsburg - Rubin Kazan              a.p. 2-1    1-1   (3-2)
Sporting - At. Madrid                     2-2    0-0   (2-2)
Marseille - Benfica                       1-2    1-1   (2-3)
Standard Liège - Panathinaikos            1-0    3-1   (4-1)
Liverpool - Lille                         3-0    0-1   (3-1)
Fulham - Juventus                         4-1    1-3   (5-4)
Werder Bremen - Valencia                  4-4    1-1   (5-5)

Marseille – Steve Mandanda, Laurent Bonnart, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia, Taye Taiwo, Fabrice Abriel (44m – Bakari Koné – 90m – Hatem Ben Arfa), Lucho González, Édouard Cissé, Benoît Cheyrou (76m – Charles Kaboré), Mamadou Niang e Brandão

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (90m – Miguel Vítor), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ramires, Carlos Martins (86m – Alan Kardec), Di María, Saviola (77m – Pablo Aimar) e Óscar Cardozo

1-0 – Mamadou Niang – 70m
1-1 – Maxi Pereira – 75m
1-2 – Alan Kardec – 90m

Cartões amarelos – Bakari Koné (55m), Taye Taiwo (83m) e Stéphane Mbia (90m); Óscar Cardozo (33m), Di María (54m), Luisão (81m), Javi García (83m), Alan Kardec (90m) e Pablo Aimar (90m)

Cartão vermelho – Hatem Ben Arfa (90m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

Iniciando a partida com uma boa disposição – sabendo que necessitava imperiosamente de marcar (o golo sofrido no último minuto da partida da 1ª mão, no Estádio da Luz, pode ter sido, nessa perspectiva, virtuoso) – o Benfica assumiu a iniciativa do jogo, dispondo de uma soberana oportunidade logo depois dos 20 minutos, com Cardozo a rematar ao poste.

A partir da meia hora de jogo, a equipa de Marselha começou a equilibrar a partida, não deixando de procurar o ataque, embora sabendo que o tempo jogava a seu favor, dado o nulo no marcador, e considerando o resultado registado na semana passada.

No segundo tempo, o jogo começaria por ter uma toada mais morna, para acelerar definivamente nos últimos 20 minutos. Perante uma arbitragem tendenciosa (caseira), o Benfica não veria sancionada uma grande penalidade a seu favor, assistindo-se, por outro lado, a um verdadeiro festival de cartões amarelos, num jogo que, à excepção do tempo de descontos, o não justificaria.

Um pouco contra a corrente do jogo, o Marselha acabaria mesmo por marcar, iam decorridos 70 minutos. De imediato, não mudava grande coisa: o Benfica continuava a ter de marcar se pretendia continuar a ter aspirações a prosseguir na prova.

E, embora se pudesse recear que a equipa oscilasse um pouco, depois de não ter estado bem na concretização de jogadas ofensivas, acabaria por beneficiar da inspiração de Maxi Pereira, que, num remate de longe, com um efeito algo caprichoso, a trair o guarda-redes adversário,  fazia o seu segundo golo nesta eliminatória, igualando o encontro, anulando a vantagem que o Marselha levara de Lisboa.

Até final, seria o Benfica a mostrar-se mais afoito, vindo a ser recompensado – quando se esperava já o prolongamento – com o primeiro golo de Alan Kardec ao serviço da equipa portuguesa, surgindo no melhor momento, no último minuto, sentenciando a eliminatória.

De cabeça perdida, num tempo de compensação extremamente agitado, para além de 3 cartões amarelos, haveria ainda lugar a uma expulsão, precisamente do autor do golo do Marselha em Lisboa, Hatem Ben Arfa, que entrara em campo no minuto anterior!

Com uma boa exibição, afirmativa da sua actual capacidade, a equipa do Benfica garantia uma importante vitória, e consequente apuramento para os 1/4 Final da novel Liga Europa, no seu ano de estreia, repetindo o desfecho de há duas décadas.

18 Março, 2010 at 7:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Act.

                                        2ª mão 1ª mão Total

09.03.10 - Arsenal - FC Porto             5-0    1-2   (6-2)
09.03.10 - Fiorentina - Bayern            3-2    1-2   (4-4)
10.03.10 - Manchester United - AC Milan   4-0    3-2   (7-2)
10.03.10 - Real Madrid - Lyon             1-1    0-1   (1-2)
16.03.10 - Chelsea - Inter                0-1    1-2   (1-3)
16.03.10 - Sevilla - CSKA Moskva          1-2    1-1   (2-3)
17.03.10 - Barcelona - Stuttgart          4-0    1-1   (5-1)
17.03.10 - Bordeaux - Olympiakos          2-1    1-0   (3-1)

No “regresso a casa”, José Mourinho apresentou hoje um Inter demasiado poderoso para o Chelsea, conseguindo uma vitória pela margem mínima, resultado lisonjeiro para a equipa inglesa, tal o número de oportunidades desperdiçadas pela equipa de Milão, que assim avança para os 1/4 Final da Liga dos Campeões.

17 Março, 2010 at 10:35 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto (77m – Fábio Coentrão), Javi García, Ramires, Pablo Aimar (65m – Carlos Martins), Di María, Saviola (88m – Eder Luís) e Óscar Cardozo

Marseille – Steve Mandanda, Laurent Bonnart, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia, Taye Taiwo, Fabrice Abriel (70m – Mathieu Valbuena), Lucho González, Édouard Cissé, Benoît Cheyrou, Mamadou Niang (75m – Hatem Ben Arfa) e Brandão  

1-0 – Maxi Pereira – 76m
1-1 – Hatem Ben Arfa – 90m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (66m); Lucho González (48m) e Brandão (72m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Frente a uma equipa consistente, o Benfica sentiu esta noite inusitadas dificuldades para exercer o domínio que tem caracterizado o seu jogo ao longo da presente época, com o habitual “empurrar” dos adversários para a sua zona defensiva.

Desde cedo o encontro seria bastante repartido, sem um claro controlo de nenhuma das equipas, sem uma superioridade de um meio-campo sobre o outro. O Benfica parecia aliás não conseguir assentar o seu jogo, com passes transviados, permitindo muitos espaços ao adversário, que, ainda no quarto de hora inicial, teve duas ocasiões de grande perigo junto da baliza benfiquista.

Gradualmente, o Benfica iria assumindo a iniciativa do jogo, criando também uma ou outra oportunidade, com uma soberana possibilidade de marcar à passagem dos 40 minutos, que contudo não aproveitaria.

No segundo período, o Marselha parecia satisfeito com o nulo (não me recordo de assistir a uma cena algo caricata, que sucedeu hoje pelo menos duas vezes: um livre e um canto a favor do Marselha, sem que, num primeiro momento, ninguém fizesse menção de se aproximar da bola para dar seguimento ao lance).

Como que num sistema de vasos comunicantes, à medida que a equipa francesa adoptava uma toada de maior contenção, o Benfica foi-se soltando e avançando no terreno.

Imprimindo alta velocidade ao seu jogo, o Benfica acabaria por conseguir chegar ao golo já no quarto de hora final, na sequência de uma jogada algo confusa, com Maxi Pereira a aproveitar da melhor forma uma perda de bola do guarda-redes, empurrando para a baliza; com a confiança reforçada, teria então a sua melhor fase no encontro, culminando com um potente remate de Ramires a esbarrar com estrondo na trave, um lance que poderia ter praticamente ditado o desfecho da eliminatória.

Algo temeroso durante a primeira parte – perante os “avisos” transmitidos pelas iniciativas adversárias – , o Benfica terá exagerado na auto-confiança, entusiasmado em busca do segundo golo, quando seria talvez altura de jogar mais pelo seguro.

Em contra-ciclo, o Marselha viria – com alguma dose de felicidade, já com o nonagésimo minuto a findar -, na sequência de mais um venenoso contra-ataque, a chegar ao golo, empatando o jogo, e colocando-se em vantagem na eliminatória… um final de partida com um “amargo de boca” que o Benfica poderá inverter em França, sabendo logo de entrada que terá necessidade de marcar.

Hamburg – Anderlecht – 3-1
Rubin Kazan – Wolfsburg – 1-1
At. Madrid – Sporting – 0-0
Benfica – Marseille – 1-1
Panathinaikos – Standard Liège – 1-3
Lille – Liverpool – 1-0
Juventus – Fulham – 3-1
Valencia – Werder Bremen – 1-1

Em Madrid, o Sporting, jogando uma hora com um jogador a menos – e os 3 minutos de descontos, no final da partida, com menos 2 elementos – devido a duas expulsões, arrancou um nulo. Um tão bom como perigoso resultado na perspectiva da 2ª mão, a disputar na próxima semana em Alvalade.

P. S. O meu agradecimento à Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa e à Feel Green.

11 Março, 2010 at 10:25 pm 1 comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Act.

                                        2ª mão 1ª mão Total

09.03.10 - Arsenal - FC Porto             5-0    1-2   (6-2)
09.03.10 - Fiorentina - Bayern            3-2    1-2   (4-4)
10.03.10 - Manchester United - AC Milan   4-0    3-2   (7-2)
10.03.10 - Real Madrid - Lyon             1-1    0-1   (1-2)
16.03.10 - Chelsea - Inter                ---    1-2   (---)
16.03.10 - Sevilla - CSKA Moskva          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Barcelona - Stuttgart          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Bordeaux - Olympiakos          ---    1-0   (---)

Um FC Porto de “fim de estação”, mesmo em fim de ciclo, foi impotente para travar o “rolo compressor” que foi esta noite a equipa do Arsenal, sendo severamente castigado com uma goleada de 5-0 (igualando os seus piores resultados nas provas europeias, frente ao Hannover, em 1965-66, e PSV, em 1988-89, perdendo também por 5-0, e com o AEK Atenas, em 1978-79, em que foi derrotado por 6-1), saindo assim sem glória da Liga dos Campeões, nos 1/8 Final da prova.

O “todo poderoso” Real Madrid, com investimentos de cerca de 150 milhões de euros em apenas dois jogadores (Cristiano Ronaldo e Kaká) vê-se fora da Liga dos Campeões, quedando-se, uma vez mais (pelo 6º ano consecutivo), nos 1/8 Final… numa época em que a Final da competição será disputada no seu Estádio.

O Manchester United quase repetiu o resultado do Arsenal, goleando o AC Milan, superando mesmo a marca da equipa londrina no conjunto das duas mãos da eliminatória.

10 Março, 2010 at 10:39 pm Deixe um comentário

Pictogramas Olímpicos ao longo dos tempos


(The New York Times)

26 Fevereiro, 2010 at 11:58 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

                                      2ª mão  1ª mão   Total

Happoel Tel-Aviv - Rubin Kazan          0-0     0-3    (0-3)
Anderlecht - Athletic Bilbao            4-0     1-1    (5-1)
Marseille - Kobenhavn                   3-1     3-1    (6-2)
Roma - Panathinaikos                    2-3     2-3    (4-6)
Galatasaray - At. Madrid                1-2     1-1    (2-3)
Juventus - Ajax                         0-0     2-1    (2-1)
Valencia - Brugge                  a.p. 3-0     0-1    (3-1)
Shakhtar Donestsk - Fulham              1-1     1-2    (2-3)
Unirea Urziceni - Liverpool             1-3     0-1    (1-4)
PSV Eindhoven - Hamburg                 3-2     0-1    (3-3)
Wolfsburg - Villarreal                  4-1     2-2    (6-3)
Salzburg - Standard Liège               0-0     2-3    (2-3)
Werder Bremen - Twente                  4-1     0-1    (4-2)
Fenerbahce - Lille                      1-1     1-2    (2-3)
Sporting - Everton                      3-0     1-2    (4-2) 
Benfica - Hertha Berlin (23.02.2010)    4-0     1-1    (5-1)

Com uma boa exibição, o Sporting conseguiu regressar às vitórias no momento certo, goleando o Everton (também já goleado pelo Benfica na Fase de Grupos), com ambas as equipas de Lisboa a avançar para os 1/8 Final desta primeira edição da Liga Europa. 

Destacam-se as eliminações de Roma, Ajax, PSV Eindhoven, Twente, Galatasaray e Fenerbahce. Na fase seguinte da competição, a Alemanha mantém 3 equipas; Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Bélgica têm 2 representantes; com a Itália, Rússia e Grécia com apenas uma equipa ainda em prova.

O alinhamento dos jogos dos 1/8 Final – partidas a disputar nos próximos dias 11 e 18 de Março -, já previamente sorteado, é o seguinte:

Hamburg – Anderlecht
Rubin Kazan – Wolfsburg
At. Madrid – Sporting
Benfica – Marseille
Panathinaikos – Standard Liège
Lille – Liverpool
Juventus – Fulham
Valencia – Werder Bremen

25 Fevereiro, 2010 at 9:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

23.02.2010 – Stuttgart – Barcelona – 1-1
23.02.2010 – Olympiakos – Girondins Bordeaux – 0-1
24.02.2010 – Inter – Chelsea – 2-1
17.02.2010 – Bayern – Fiorentina – 2-1
24.02.2010 – CSKA Moskva – Sevilla – 1-1
16.02.2010 – Lyon – Real Madrid – 1-0
17.02.2010 – FC Porto – Arsenal – 2-1
16.02.2010 – AC Milan – Manchester United – 2-3

24 Fevereiro, 2010 at 9:37 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ruben Amorim, Pablo Aimar (66m – Carlos Martins), Di María (74m – Nuno Gomes), Saviola (69m – César Peixoto) e Óscar Cardozo

Hertha Berlin – Jaroslav Drobný, Łukasz Piszczek (72m – Nemanja Pejčinović), Arne Friedrich, Steve Von Bergen, Florian Kringe, Patrick Ebert, Christoph Janker, Cícero, Maximilian Nicu, Raffael (63m – Artur Wichniarek) e Adrián Ramos (63m – Theofanis Gekas)

1-0 – Pablo Aimar – 25m
2-0 – Óscar Cardozo – 48m
3-0 – Javi García – 59m
4-0 – Óscar Cardozo – 62m

Cartões amarelos – Arne Friedrich (14m) e Steve Von Bergen (75m)

Árbitro – Pieter Vink (Holanda)

Depois de uma 1ª mão em que o Benfica ficara a dever a si próprio ter antecipadamente decidido a eliminatória, a equipa portuguesa adoptou desde início uma toada determinada, em busca da vitória, desfrutando de vários lances de ataque com algum perigo; a vantagem mínima ao intervalo era lisonjeira para o conjunto alemão.

No segundo tempo, marcando cedo, o Benfica praticamente sentenciou o desfecho da eliminatória; em pouco mais de um quarto de hora, o marcador subiria com naturalidade – dada a débil oposição do Hertha de Berlin – até aos 4-0, possibilitando assinalar da melhor forma a 150ª vitória benfiquista nas provas da UEFA.

Na meia hora final, ambas as equipas se revelaram conformadas com o resultado, tendo aproveitado para poupar alguns jogadores.

23 Fevereiro, 2010 at 9:10 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão)

Hertha Berlin – Jaroslav Drobný, Łukasz Piszczek, Arne Friedrich, Steve Von Bergen, Levan Kobiashvili, Patrick Ebert, Christoph Janker, Cícero, Maximilian Nicu (61m – Florian Kringe), Raffael (88m – Theofanis Gekas) e Adrián Ramos

BenficaBenfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Ramires (63m – Felipe Menezes), Carlos Martins (63m – Pablo Aimar), Javi García, Di María, Saviola (83m – Miguel Vítor) e Óscar Cardozo

0-1 – Di María – 4m
1-1 – Javi García (p.b.) – 33m

Cartões amarelos – César Peixoto (24m), Ramires (43m) e Júlio César (75m)

Árbitro – Terje Hauge (Noruega)

Afrontando o fantasma de não ter conseguido nunca uma vitória na Alemanha, em paralelo com a circunstância de defrontar o último classificado do campeonato germânico, a felicidade de ter marcado um golo praticamente a abrir o jogo – com Di María, com uma execução perfeita, a dar a melhor sequência a um excelente lançamento em profundidade, para as costas da defensiva contrária – não terá sido, porventura, o que melhor poderia ter acontecido ao Benfica. 

A equipa portuguesa terá interiorizado algumas facilidades para o restante da partida, relaxou em demasia, não aproveitando a dinâmica que aquele golo poderia potenciar.

Ao contrário, o Hertha foi-se tranquilizando, começando a ganhar confiança, que aumentaria substancialmente no decurso da segunda parte, já depois da infelicidade de um auto-golo de Javi García (desviando a bola na direcção da sua baliza, para onde estava virado, na sequência de um cruzamento), chegando mesmo, à passagem da hora de jogo, em dois lances consecutivos – perante a passividade benfiquista -, a rematar ao poste e, quase de imediato, a obrigar Júlio César a intervenção difícil.

Algo paradoxalmente, quando o Benfica, já no último quarto de hora, parecia voltar a assumir o controlo do jogo, e eventualmente procurar a vitória, Jorge Jesus daria, com a substituição de Saviola por Miguel Vítor, um sinal contrário, privilegiando a segurança do empate (com golos) – que confere ao Benfica a vantagem mínima para a 2ª mão; mas que,  conjugado com o sinal de sentido oposto dado pelo treinador da equipa alemã, ao fazer entrar Gekas a dois minutos do termo do tempo regulamentar, culminaria num final algo sufocante para a equipa portuguesa, com a bola a rondar com perigo a sua baliza.

Rubin Kazan – Happoel Tel-Aviv – 3-0
Athletic Bilbao – Anderlecht – 1-1
Kobenhavn – Marseille – 1-3
Panathinaikos – Roma – 3-2
At. Madrid – Galatasaray – 1-1
Ajax – Juventus – 1-2
Brugge – Valencia – 1-0
Fulham – Shakhtar Donestsk – 2-1
Liverpool – Unirea Urziceni – 1-0
Hamburg – PSV Eindhoven – 1-0
Villarreal – Wolfsburg – 2-2
Standard Liège – Salzburg – 3-2
Twente – Werder Bremen – 1-0
Lille – Fenerbahce – 2-1
Everton – Sporting – 2-1 (16.02.2010)
Hertha Berlin – Benfica – 1-1

18 Fevereiro, 2010 at 9:55 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Setembro 2026
S T Q Q S S D
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.