Posts filed under ‘Desporto’
Liga dos Campeões – 4ª Jornada
Grupo A
Bayern München – Bordeaux – 0-2
Maccabi Haifa – Juventus – 0-1
1º Bordeaux, 10; 2º Juventus, 8; 3º Bayern München, 4; 4º Maccabi Haifa, 0
Grupo B
Manchester United – CSKA Moscovo – 3-3
Beşiktaş – Wolfsburg – 0-3
1º Manchester United, 10; 2º Wolfsburg, 7; 3º CSKA Moscovo, 4; 4º Beşiktaş, 1
Grupo C
AC Milan – Real Madrid – 1-1
Olympique de Marseille – Zürich – 6-1
1º AC Milan e Real Madrid, 7; 3º Olympique de Marseille, 6; 4º Zürich, 3
Grupo D
APOEL – FC Porto – 0-1
Atlético Madrid – Chelsea – 2-2
1º Chelsea, 10; 2º FC Porto, 9; 3º Atlético Madrid, 2; 4º APOEL, 1
Chelsea e FC Porto garantiram já o apuramento para os 1/8 Final.
Grupo E
Fiorentina – Debreceni – 5-2
Olympique Lyonnais – Liverpool – 1-1
1º Olympique Lyonnais, 10; 2º Fiorentina, 9; 3º Liverpool, 4; 4º Debreceni, 0
Grupo F
Rubin Kazan – Barcelona – 0-0
Dynamo Kyiv – Inter – 1-2
1º Inter, 6; 2º Rubin Kazan e Barcelona, 5; 4º Dynamo Kyiv, 4
Grupo G
Unirea Urziceni – Glasgow Rangers – 1-1
Sevilla – Stuttgart – 1-1
1º Sevilla, 10; 2º Unirea Urziceni, 5; 3º Stuttgart, 3; 4º Glasgow Rangers, 2
Grupo H
Arsenal – AZ Alkmaar – 4-1
Standard Liège – Olympiakos – 2-0
1º Arsenal, 10; 2º Olympiakos, 6; 3º Standard Liège, 4; 4º AZ Alkmaar, 2
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – 2009
No termo de uma atípica temporada, com um surpreendentemente esmagador domínio de uma nova escuderia, Brawn, no seu ano de estreia (sucedendo à Honda), na primeira metade do campeonato, o inglês Jenson Button – o qual, por coincidência, fora último classificado no Mundial anterior – sagrou-se Campeão do Mundo de Fórmula 1, depois de ter vencido seis Grandes Prémios (todos eles nas sete provas iniciais).
As outras corridas tiveram por vencedores: Sebastian Vettel (quatro triunfos), Mark Webber, Lewis Hamilton e Rubens Barrichello (duas vitórias cada) e
Classificação final do Mundial de Pilotos
1º Jenson Button (Reino Unido) – Brawn Mercedes – 95
2º Sebastian Vettel (Alemanha) – Red Bull Renault – 84
3º Rubens Barrichello (Brasil) – Brawn Mercedes – 77
4º Mark Webber (Austrália) – Red Bull Renault – 69,5
5º Lewis Hamilton (Reino Unido) – McLaren Mercedes – 49
6º Kimi Räikkönen (Finlândia) – Ferrari – 48
7º Nico Rosberg (Alemanha) – Williams Toyota – 34,5
8º Jarno Trulli (Itália) – Toyota – 32,5
9º Fernando Alonso (Espanha) – Renault – 26
10º Timo Glock (Alemanha) – Toyota – 24
11º Felipe Massa (Brasil) – Ferrari – 22
12º Heikki Kovalainen (Finlândia) – McLaren Mercedes – 22
13º Nick Heidfeld (Alemanha) – BMW Sauber – 19
14º Robert Kubica (Polónia) – BMW Sauber – 17
15º Giancarlo Fisichella (Itália) – Force India Mercedes / Ferrari – 8
16º Sébastien Buemi (Suíça) – Toro Rosso Ferrari – 6
17º Adrian Sutil (Alemanha) – Force India Mercedes – 5
18º Kamui Kobayashi (Japão) – Toyota – 3
19º Sébastien Bourdais (França) – Toro Rosso Ferrari – 2
Classificação final do Mundial de Construtores
1º Brawn-Mercedes – 172
2º Red Bull-Renault – 153,5
3º McLaren-Mercedes – 71
4º Ferrari – 70
5º Toyota – 59,5
6º BMW Sauber – 36
7º Williams-Toyota – 34.5
8º Renault – 26
9º Force India-Mercedes – 13
10º Toro Rosso-Ferrari – 8
Liga Europa – 3ª Jornada
Benfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Aimar (69m – Carlos Martins), Saviola (84m – Weldon), Di María e Cardozo (77m – Fábio Coentrão)
Everton – Tim Howard, Dan Gosling, Tony Hibbert, Sylvain Distin, Seamus Coleman, Marouane Fellaini, Tim Cahill, Jack Rodwell, Diniyar Bilyaletdinov (60m – Louis Saha), Jô e Yakubu Ayegbeni (71m – Jose Baxter)
1-0 – Saviola – 14m
2-0 – Cardozo – 47m
3-0 – Cardozo – 48m
4-0 – Luisão – 52m
5-0 – Saviola – 83m
Cartões amarelos – Gosling (32m) e Louis Saha (76m)
Árbitro – Nikolay Ivanov (Rússia)
Há dias assim: em que tudo (ou quase tudo) “sai bem”!
Desde cedo o Benfica revelou uma atitude determinada, procurando o golo e a vitória, com a primeira ocasião de perigo a surgir por intermédio de Luisão, logo a abrir o encontro. Nos primeiros minutos, o Everton parecia ser capaz de responder à altura, enfrentando a equipa portuguesa de “olhos nos olhos”.
Até ao minuto 14, em que, na segunda oportunidade, o Benfica não desperdiçou, com Saviola a inaugurar o marcador. Até final da primeira parte, o ritmo de jogo seria mais pausado, sem grandes ocasiões de golo a assinalar.
Até que, subitamente, no recomeço, passado apenas 1 minuto e meio, Cardozo ampliava para 2-0… para, no minuto imediato, dilatar para 3-0. De forma fulminante, perante uma atónita e completamente sem reacção equipa do Everton, o Benfica chegaria ainda, decorridos mais 5 minutos, ao quarto golo!
E não parecia ir ficar por aí, dado que, pouco depois, remataria ainda à trave, criando nova situação de perigo ainda antes do quarto de hora.
Passada a hora de jogo, Jorge Jesus começaria a gerir o jogo, substituindo alguns dos elementos que têm registado maior carga de esforço nesta fase inicial da época, dando oportunidade a jogadores menos “rodados”.
Apenas aos 78 minutos, já com Saha em campo, o Everton daria finalmente “sinal de si”, com o francês a rematar, de forma acrobática, ao poste.
E, quando se pensaria que o resultado estava feito, Saviola, bisando (tal como Cardozo), fixaria a goleada nuns absolutamente imprevisíveis 5-0, resultado mais dilatado do Benfica a nível europeu dos últimos 11 anos, desde a vitória de 6-0 ao Beitar de Jerusalém, em Agosto de 1998!
Grupo D
Ventspils – Sporting – 1-2
Hertha Berlin – Heerenveen – 0-1
1º Sporting, 9; 2º Heerenveen, 4; 3º Ventspils, 2; 4º Hertha Berlin, 1
Grupo I
BATE Borisov – AEK Athens – 2-1
Benfica – Everton – 5-0
1º Benfica e Everton, 6; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 3
Grupo L
Austria Wien – Werder Bremen – 2-2
Athletic Bilbao – Nacional – 2-1
1º Werder Bremen, 7; 2º Athletic Bilbao, 6; 3º Austria Wien, 2; 4º Nacional, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada
Grupo A
Bordeaux – Bayern München – 2-1
Juventus – Maccabi Haifa – 1-0
1º Bordeaux, 7; 2º Juventus, 5; 3º Bayern München, 4; 4º Maccabi Haifa, 0
Grupo B
CSKA Moscovo – Manchester United – 0-1
Wolfsburg – Beşiktaş – 0-0
1º Manchester United, 9; 2º Wolfsburg, 4; 3º CSKA Moscovo, 3; 4º Beşiktaş, 1
Grupo C
Real Madrid – AC Milan – 2-3
Zürich – Olympique de Marseille – 0-1
1º AC Milan e Real Madrid, 6; 3º Olympique de Marseille e Zürich, 3
Grupo D
FC Porto – APOEL – 2-1
Chelsea – Atlético Madrid – 4-0
1º Chelsea, 9; 2º FC Porto, 6; 3º APOEL e Atlético Madrid, 1
Grupo E
Debreceni – Fiorentina – 3-4
Liverpool – Olympique Lyonnais – 1-2
1º Olympique Lyonnais, 9; 2º Fiorentina, 6; 3º Liverpool, 3; 4º Debreceni, 0
Grupo F
Barcelona – Rubin Kazan – 1-2
Inter – Dynamo Kyiv – 2-2
1º Barcelona, Dynamo Kyiv e Rubin Kazan, 4; 4º Inter, 3
Grupo G
Glasgow Rangers – Unirea Urziceni – 1-4
Stuttgart – Sevilla – 1-3
1º Sevilla, 9; 2º Unirea Urziceni, 4; 3º Stuttgart, 2; 4º Glasgow Rangers, 1
Grupo H
AZ Alkmaar – Arsenal – 1-1
Olympiakos – Standard Liège – 2-1
1º Arsenal, 7; 2º Olympiakos, 6; 3º AZ Alkmaar, 2; 4º Standard Liège, 1
Sorteio dos “play-off” – Mundial 2010
Realizou-se hoje o sorteio dos jogos de “play-off” de apuramento para a Fase Final do Campeonato de Futebol de 2010, a realizar na África do Sul, compreendendo os seguintes alinhamentos (partidas a disputar em duas mãos, a 14 e 18 de Novembro):
Irlanda – França
Portugal – Bósnia-Herzegovina
Grécia – Ucrânia
Rússia – Eslovénia
O adversário de Portugal, a Bósnia-Herzegovina, classificou-se em 2º lugar no seu Grupo de apuramento, após a Espanha (vitoriosa em todos os 10 jogos disputados), tendo obtido os seguintes resultados (6 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, somando – tal como a selecção portuguesa – 19 pontos, com 25-13 em termos de golos marcados e sofridos):
-
vitórias frente à Bélgica (2-1 em casa e 4-2 na Bélgica!), Estónia (7-0 em casa e 2-0 na Estónia) e Arménia (4-1 em casa e 2-0 na Arménia);
-
empate com a Turquia em casa (1-1);
-
derrotas na Turquia (1-2) e nos dois encontros com a Espanha (0-1 em Espanha e, na derradeira partida em casa, já com o play-off garantido, 2-5… com os seus dois golos a serem marcados já em período de descontos!).
Portugal – Malta (Mundial 2010 – Qualif.)
Num jogo em que só um resultado era possível – a vitória! – Portugal teve o grande mérito de não se deixar possuir pela ansiedade, não complicando o que seria naturalmente fácil.
Assim, numa partida de “sentido único”, a equipa portuguesa começou a “carimbar” a passagem ao play-off logo no primeiro quarto de hora, com um golo de Nani, culminando uma excelente execução técnica.
A selecção de Malta porfiou e conseguiria resistir ainda com o resultado na margem mínima até ao derradeiro minuto da primeira parte, momento em que Simão Sabrosa tranquilizou definitivamente a grande massa adepta portuguesa que marcou presença em Guimarães nesta noite.
Quando, pouco depois do recomeço, Miguel Veloso ampliou para 3-0, pensou-se que o resultado iria naturalmente continuar a dilatar-se. Curiosamente o encontro entraria então numa toada quezilenta, com alguns cartões amarelos a serem exibidos (depois de Carlos Queirós ter já salvaguardado os jogadores em risco de exclusão para o play-off, precisamente Raul Meireles, Liedson e Nani, substituídos “a tempo”) e o marcador acabaria por apenas se alterar, tal como na etapa inicial da partida – numa demora também fruto de duas boas intervenções do guarda-redes de Malta -, no último minuto, repetindo-se o 4-0 da primeira volta.
Está assim concluída a primeira fase desta difícil empreitada, com o apuramento para o decisivo play-off “arrancado a ferros”, para cujo sorteio Portugal deverá partir em posição de cabeça-de-série, em conjunto com a França, Rússia e Grécia, enfrentando portanto uma das seguintes selecções: Eslovénia; Bósnia-Herzegovina, Ucrânia ou Irlanda.
Estão já apuradas para a Fase Final do “Mundial 2010” as selecções vencedoras de cada um dos nove Grupos de qualificação: Dinamarca, Suíça, Eslováquia, Alemanha, Espanha (com o Campeão da Europa a fazer o pleno, com dez vitórias em dez jogos!), Inglaterra, Sérvia, Itália e Holanda.
Entre os 36 países da zona europeia que hoje se despediram da principal competição mundial, contam-se alguns com tradições no futebol, como são os casos nomeadamente da Suécia, Hungria, R. Checa, Polónia, Turquia, Bélgica, Croácia, Áustria, Roménia, Bulgária, Noruega e Escócia.
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Pepe e Miguel Veloso; Pedro Mendes, Simão Sabrosa, Deco e Raul Meireles (62m – Nuno Assis); Nani (73m – João Moutinho) e Liedson (62m – Edinho)
Malta – Andrew Hogg, Emanuel Muscat, Ian Azzopardi, Brian Said, John Hutchenson, Shaun Bajada (73m – Ryan Fenech), Roderick Briffa (88m – Kevin Sammut), Michael Mifsud, Andrew Cohen (23m – Clayton Failla), Kenneth Scicluna e Jamie Pace
1-0 – Nani – 14m
2-0 – Simão Sabrosa – 45m
3-0 – Miguel Veloso – 52m
4-0 – Edinho – 90m
Cartões amarelos – Bosingwa (78m) e Pepe (84m); Kenneth Scicluna (43m) e Clayton Failla (75m)
Árbitro – Alan Kelly (Irlanda)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 10 6 3 1 16 - 5 21 2º Portugal 10 5 4 1 17 - 5 19 3º Suécia 10 5 3 2 13 - 5 18 4º Hungria 10 5 1 4 10 - 8 16 5º Albânia 10 1 4 5 6 - 13 7 6º Malta 10 - 1 9 0 - 26 1
11ª jornada
14.10.09 – Dinamarca – Hungria- 0-1
14.10.09 – Portugal – Malta – 3-0
14.10.09 – Suécia – Albânia – 4-1
Portugal – Hungria (Mundial 2010 – Qualif.)
O jogo desta noite no Estádio da Luz – que abre à equipa de Portugal, “de par em par”, as portas de acesso ao play-off – espelha de forma cabal o que tem sido o percurso da selecção nacional nesta fase de Qualificação para o Mundial.
Sabendo, imediatamente após o início da partida, o resultado do Dinamarca-Suécia, com os dinamarqueses a garantirem desde já, com a vitória, o primeiro lugar do Grupo e consequente apuramento para a Fase Final, Portugal e Hungria passavam a depender de si próprios para alcançar a segunda posição.
Paradoxalmente, ou talvez não, a equipa portuguesa denotou – logo de entrada – uma grande ansiedade, procurando de forma algo precipitada chegar à baliza adversária, não conseguindo organizar o seu jogo, exibindo-se de forma algo desgarrada, sem ligação entre os sectores, com primazia do individual (nomeadamente Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa) em detrimento do colectivo.
Frente a uma selecção húngara, com algumas limitações técnicas, mas com forte presença física – uma equipa “chata”, qual “carraça”, com marcações impiedosas, não dando espaços, e que, aqui e ali, procurava ameaçar, chegando mesmo a dar alguns sinais de aviso (teria, já em desvantagem por 1-0, uma bola na trave da baliza de Eduardo, prestes a findar a primeira parte) – Portugal ia revelando alguma intranquilidade.
Até que, numa iniciativa de Cristiano Ronaldo – que, lesionado no lance, sairia pouco depois, sendo substituído por Nani -, obrigando o guarda-redes húngaro a uma defesa apertada, soltando a bola para a frente, surgiria Simão Sabrosa, muito oportuno, a inaugurar o marcador.
Pensava-se que, estando o mais difícil atingido, o conjunto português se poderia tranquilizar, assentando o jogo, e explanando a sua superior qualidade técnica. O que, todavia, não aconteceria, nem até final do primeiro tempo, nem nos vinte minutos iniciais da segunda metade, com a bola a ser jogada muitas vezes pelo ar (com vantagem para a Hungria), ao invés de ser jogada rente à relva; em lugar de imprimir a necessária velocidade, o jogo da equipa nacional era lento e denunciado, facilitando o papel da equipa adversária, a qual, nem assim, se mostraria mais afoita…
Só a partir dos 65 minutos a selecção portuguesa pareceu despertar de alguma letargia, com um conjunto de iniciativas e vários cantos ganhos (quase sempre inconsequentes, esbarrando na altura da defesa adversária), até que, finalmente, conseguiria, no espaço de cinco minutos, ampliar a vantagem para uns confortáveis 3 golos: primeiro, com Liedson a dar a melhor sequência a um bom centro; depois, novamente Simão Sabrosa, de primeira, a “encher o pé”, rematando para o fundo da baliza.
Conseguia assim, por fim, reconciliar-se com os espectadores, que acorreram em bom número (50 000), ávidos de ver a sua selecção jogar bem… e ganhar, procurando manifestar o seu apoio, mas com a equipa apenas a conseguir gerar essa vaga de apoio – de dentro para fora do relvado – quando dela já não necessitava…
A primeira fase desta difícil empreitada deverá ser concretizada na próxima quarta-feira, se a normalidade da vitória portuguesa imperar. A que se seguirá, em Novembro, o decisivo play-off, para cujo sorteio se espera que Portugal parta em posição de cabeça-de-série, provavelmente em conjunto com a França, Grécia (se confirmar a segunda posição no seu Grupo) e Rússia, enfrentando possivelmente uma das seguintes selecções: Eslováquia, Eslovénia ou R. Checa; Bósnia-Herzegovina, Ucrânia e Irlanda. Apenas assim não seria se a Ucrânia viesse a perder o segundo lugar para a Croácia, caso em que Portugal deixaria de constar na lista de “cabeças-de-série”.
Depois da jornada desta noite, estão já apuradas para a Fase Final as selecções da Dinamarca, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Sérvia, Itália e Holanda. Subsistem por apurar apenas dois vencedores de Grupo: Suíça ou Grécia (Grupo 2); e Eslováquia ou Eslovénia (Grupo 3). Com presença certa no play-off estão já: Rússia, Bósnia-Herzegovina, França e Irlanda.
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pedro Mendes, Simão Sabrosa (80m – Miguel Veloso), Deco e Raul Meireles; Cristiano Ronaldo (27m – Nani) e Liedson (83m – Nuno Gomes)
Hungria – Gábor Babos, Lászlo Bodnár, Gábor Gyepes, Roland Juhász, Vilmos Vanczák, Balázs Tóth, Krisztián Vadócz (56m – Tamas Priskin), Zoltán Gera, Balazs Dzsudzsák (84m – József Varga), Szabolcs Huszti (67m – Akos Buzsaky) e Sándor Torghell
1-0 – Simão Sabrosa – 18m
2-0 – Liedson – 74m
3-0 – Simão Sabrosa – 79m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Alain Hamer (Luxemburgo)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 9 6 3 - 16 - 4 21 2º Portugal 9 4 4 1 13 - 5 16 3º Suécia 9 4 3 2 9 - 4 15 4º Hungria 9 4 1 4 9 - 8 13 5º Albânia 9 1 4 4 5 - 9 7 6º Malta 9 - 1 8 0 - 22 1
10ª jornada
10.10.09 – Dinamarca – Suécia – 1-0
10.10.09 – Portugal – Hungria – 3-0
Jogos Olímpicos de 2016 – Dia de decisão
Actualização – E o vencedor é: Rio de Janeiro!








