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EURO 2012 – Logotipo
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Foi hoje apresentado em Kiev o logotipo do EURO 2012, a realizar na Ucrânia e Polónia, formado por uma bola entre duas tulipas, com as cores das respectivas bandeiras nacionais. Este trabalho é da autoria do português Hélder Pombinho (da agência Brandia Central).
Liga dos Campeões – 6ª Jornada (Act.)
Grupo A
Juventus – Bayern München – 1-4
Maccabi Haifa – Bordeaux – 0-1
1º Bordeaux, 16; 2º Bayern München, 10; 3º Juventus, 8; 4º Maccabi Haifa, 0
Bordeaux e Bayern München apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Juventus transita para a Liga Europa.
Grupo B
Wolfsburg – Manchester United – 1-3
Beşiktaş – CSKA Moscovo – 1-2
1º Manchester United, 13; 2º CSKA Moscovo, 10; 3º Wolfsburg, 7; 4º Beşiktaş, 4
Manchester United e CSKA Moscovo apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Wolfsburg transita para a Liga Europa.
Grupo C
Zürich – AC Milan – 1-1
Olympique de Marseille – Real Madrid – 1-3
1º Real Madrid, 13; 2º AC Milan, 9; 3º Olympique de Marseille, 7; 4º Zürich, 4
Real Madrid e AC Milan apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Olympique de Marseille transita para a Liga Europa.
Grupo D
Chelsea – APOEL – 2-2
Atlético Madrid – FC Porto – 0-3
1º Chelsea, 14; 2º FC Porto, 12; 3º Atlético Madrid, 3; 4º APOEL, 3
Chelsea e FC Porto apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Atlético Madrid transita para a Liga Europa.
Grupo E
Liverpool – Fiorentina – 1-2
Olympique Lyonnais – Debreceni – 4-0
1º Fiorentina, 15; 2º Olympique Lyonnais, 13; 3º Liverpool, 7; 4º Debreceni, 0
Fiorentina e Olympique Lyonnais apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Liverpool transita para a Liga Europa.
Grupo F
Inter – Rubin Kazan – 2-0
Dynamo Kyiv – Barcelona – 1-2
1º Barcelona, 11; 2º Inter, 9; 3º Rubin Kazan, 6; 4º Dynamo Kyiv, 5
Barcelona e Inter apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Rubin Kazan transita para a Liga Europa.
Grupo G
Stuttgart – Unirea Urziceni – 3-1
Sevilla – Glasgow Rangers – 1-0
1º Sevilla, 13; 2º Stuttgart, 9; 3º Unirea Urziceni, 8; 4º Glasgow Rangers, 2
Sevilla e Stuttgart apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Unirea Urziceni transita para a Liga Europa.
Grupo H
Olympiakos – Arsenal – 1-0
Standard Liège – AZ Alkmaar – 1-1
1º Arsenal, 13; 2º Olympiakos, 10; 3º Standard Liège, 5; 4º AZ Alkmaar, 4
Arsenal e Olympiakos apurados para os 1/8 Final da Liga dos Campeões; Standard Liège transita para a Liga Europa.
Sorteio Mundial 2010

Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D África do Sul Argentina Inglaterra Alemanha México Nigéria EUA Austrália Uruguai Coreia Sul Argélia Sérvia França Grécia Eslovénia Ghana Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Holanda Itália Brasil Espanha Dinamarca Paraguai Cor. Norte Suíça Japão N. Zelândia C. Marfim Honduras Camarões Eslováquia Portugal Chile
15.06.2010 (15h00) – Costa Marfim – Portugal (Port Elizabeth)
15.06.2010 (19h30) – Brasil – Coreia Norte (Joanesburgo)
20.06.2010 (19h30) – Brasil – Costa Marfim (Joanesburgo)
21.06.2010 (12h30) – Portugal – Coreia Norte (Cidade do Cabo)
25.06.2010 (15h00) – Portugal – Brasil (Durban)
25.06.2010 (15h00) – Coreia Norte – Costa Marfim (Nelspruit)
Liga Europa – 5ª Jornada
BATE Borisov – Sergei Veremko, Aleksandr Yurevich, Sergei Sosnovski, Aleksandr Volodko, Maksim Bordachov, Dmitri Likhtarovich (61m – Maksim Skavysh), Aleksandr Pavlov (56m – Aleksandr Alumona), Sergei Krivets, Vitali Rodionov (79m – Hovannes Goaryan), Pavel Nekhaychik e Artyom Radkov
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira (90m – Ruben Amorim), David Luiz, Miguel Vítor, César Peixoto, Javi García, Ramires, Felipe Menezes, Fábio Coentrão (79m – Di María), Saviola (67m – Pablo Aimar) e Cardozo
0-1 – Saviola – 46m
0-2 – Fábio Coentrão – 63m
1-2 – Miguel Vítor (p.b.) – 68m
Cartões amarelos – Maksim Bordachov (70m) e Pavel Nekhaychik (80m); David Luiz (23m) e Ramires (84m)
Árbitro – Thomas Einwaller (Áustria)
Numa partida em que o Benfica apenas necessitava de um ponto para garantir matematicamente, e de forma antecipada, o apuramento para a fase seguinte da prova, a primeira parte seria jogada em toada “morna”, sem grandes eventos a registar, não obstante o predomínio benfiquista (com uma oportunidade de Cardozo, à passagem do quarto de hora).
Logo a abrir o segundo tempo, o Benfica chegaria à vantagem, por intermédio de Javier Saviola, com um excelente golo, colocando termo à resistência dos tetra-campeões da Bielorrussia.
A equipa portuguesa, sempre mais dominadora, ampliaria a marca, com um golo de Fábio Coentrão (que tivera já acção determinante no primeiro tento, e combinando novamente com Saviola), pouco antes de Miguel Vítor, num lance infeliz, ter marcado na própria baliza – na sequência de mais uma combinação entre a dupla Krivets e Sosnovski -, fixando o resultado em 2-1.
Daí até final, a equipa do BATE procuraria ainda evitar a derrota, mas sem efectivas ocasiões de perigo; o Benfica confirmava o triunfo, que lhe permite assegurar desde já a vitória no Grupo.
Grupo D
Sporting – Heerenveen – 1-1
Ventspils – Hertha Berlin – 0-1
1º Sporting, 11; 2º Hertha Berlin, 7; 3º Heerenveen, 5; 4º Ventspils, 3
Sporting garantiu já o apuramento para os 1/16 Final.
Grupo I
BATE Borisov – Benfica – 1-2
AEK Athens – Everton – 0-1
1º Benfica, 12; 2º Everton, 9; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 4
Benfica e Everton garantiram já o apuramento para os 1/16 Final.
Grupo L
Austria Wien – Athletic Bilbao – 0-3
Werder Bremen – Nacional – 4-1
1º Werder Bremen, 13; 2º Athletic Bilbao, 10; 3º Nacional e Austria Wien, 2
Werder Bremen e Athletic Bilbao garantiram já o apuramento para os 1/16 Final.
Exposição – “100 anos do futebol em Torres Novas”

“100 anos do futebol em Torres Novas” é o tema de uma exposição que estará patente na sala polivalente da Biblioteca Municipal local, a partir do próximo sábado, dia 28 de Novembro (inauguração pelas 17 horas).
A iniciativa visa assinalar a efeméride do primeiro jogo de futebol realizado em Torres Novas, corria o ano de 1909. Através de suporte documental, com destaque para a fotografia, a exposição ilustra os factos e as fases por que passou o desenvolvimento do futebol em Torres Novas desde o início do século XX, e inclui um conjunto de objectos ligados à história do jogo, como equipamentos e troféus antigos de clubes de Torres Novas, Riachos e Meia Via.
Presente na mostra estará também a camisola envergada por José Torres no jogo Portugal-Rússia do Mundial de 1966, em que o “bom gigante” marcou o golo que deu a vitória e o terceiro lugar aos “magriços”.
Acompanha ainda esta exposição – aberta ao público até 10 de Janeiro de 2010, no horário de funcionamento da biblioteca (até às 19h30 nos dias úteis; até às 17h30 aos sábados) – uma pequena mostra de livros de temática futebolística.
(informação recebida de João Carlos Lopes)
Liga dos Campeões – 5ª Jornada (Act.)
Grupo A
Bordeaux – Juventus – 2-0
Bayern München – Maccabi Haifa – 1-0
1º Bordeaux, 13; 2º Juventus, 8; 3º Bayern München, 7; 4º Maccabi Haifa, 0
Bordeaux garantiu já o apuramento para os 1/8 Final.
Grupo B
CSKA Moscovo – Wolfsburg – 2-1
Manchester United – Beşiktaş – 0-1
1º Manchester United, 10; 2º Wolfsburg e CSKA Moscovo, 7; 4º Beşiktaş, 4
Manchester United garantiu já o apuramento para os 1/8 Final.
Grupo C
Real Madrid – Zürich – 1-0
AC Milan – Olympique de Marseille – 1-1
1º Real Madrid, 10; 2º AC Milan, 8; 3º Olympique de Marseille, 7; 4º Zürich, 3
Grupo D
FC Porto – Chelsea – 0-1
APOEL – Atlético Madrid – 1-1
1º Chelsea, 13; 2º FC Porto, 9; 3º Atlético Madrid, 3; 4º APOEL, 2
Chelsea e FC Porto garantiram já o apuramento para os 1/8 Final.
Grupo E
Debreceni – Liverpool – 0-1
Fiorentina – Olympique Lyonnais – 1-0
1º Fiorentina, 12; 2º Olympique Lyonnais, 10; 3º Liverpool, 7; 4º Debreceni, 0
Fiorentina e Olympique Lyonnais garantiram já o apuramento para os 1/8 Final. O Liverpool transitará para a Liga Europa.
Grupo F
Rubin Kazan – Dynamo Kyiv – 0-0
Barcelona – Inter – 2-0
1º Barcelona, 8; 2º Inter e Rubin Kazan, 6; 4º Dynamo Kyiv, 5
Grupo G
Glasgow Rangers – Stuttgart – 0-2
Unirea Urziceni – Sevilla – 1-0
1º Sevilla, 10; 2º Unirea Urziceni, 8; 3º Stuttgart, 6; 4º Glasgow Rangers, 2
Sevilla garantiu já o apuramento para os 1/8 Final.
Grupo H
AZ Alkmaar – Olympiakos – 0-0
Arsenal – Standard Liège – 2-0
1º Arsenal, 13; 2º Olympiakos, 7; 3º Standard Liège, 4; 4º AZ Alkmaar, 3
Arsenal garantiu já o apuramento para os 1/8 Final.
Bósnia-Herzegovina – Portugal (Mundial 2010 – “Play-off”)
Ancorado numa tão preciosa como frágil vantagem obtida no encontro da 1ª mão, Portugal entrou em campo em Zenica, frente à Bósnia, algo retraído, concedendo a iniciativa (e a posse de bola) ao adversário.
Que, curiosamente, não assumiu a esperada pressão e ataque continuado, procurando ao invés surpreender a equipa portuguesa em lances rápidos, provocando alguns momentos de tensão nas imediações da área, a exigirem cortes / alívios expeditos.
Por seu lado, Portugal apenas a espaços conseguia libertar-se e sair para o ataque, tendo beneficiado da primeira ocasião de perigo à passagem dos 25 minutos, com Raul Meireles a rematar, mas a possibilitar a oposição do guardião adversário.
A partida ia decorrendo numa toada movimentada, não obstante algo morna em termos de jogadas de ataque, com um remate surpresa da equipa bósnia, de meia distância, aos 35 minutos, levando novamente algum perigo à baliza portuguesa, não obstante a bola ter saído bastante por cima.
Cerca dos 40 minutos, outro momento em que Portugal se aproximou da área da Bósnia, mas com passes demasiado curtos, num interminável rendilhado, acabaria por perder a posse de bola.
Para, quase a concluir a primeira parte, a defesa portuguesa ser excessivamente cerimoniosa, permitindo aos avançados bósnios internarem-se até à imediação da pequena área, felizmente sem consequências.
A abrir o segundo tempo, um rasgo de génio de Nani em plena área bósnia, repleto de técnica, a afastar a defesa do lance, mas não conseguindo fazer o “mais fácil”… Na resposta Pjanić remataria com perigo, com a bola quase a rasar o poste.
Mas a equipa portuguesa surgira transfigurada, assumindo o domínio do jogo, instalando-se no meio terreno adversário. O corolário lógico, logo aos 10 minutos, na sequência de uma excelente combinação, a desmarcar Raul Meireles na zona central, à entrada da área, que, com toda a calma (e tempo), começou por controlar a bola, desferindo depois um remate cruzado, ao poste mais distante, sem hipótese de defesa. Estava feito o golo que praticamente garantia a qualificação!
Nos minutos imediatos, como que atordoada pelo rude golpe sofrido (passava a necessitar de marcar três golos… uma autêntica missão impossível), a equipa bósnia sentiu-se algo perdida, dando espaços para a manobra da selecção nacional, que poderia ter ampliado a vantagem por mais de uma ocasião (Raul Meireles poderia ter bisado…).
Já depois de cenas deploráveis, na sequência da expulsão de Salihović – com objectos a serem arremessados para o relvado, atingindo o árbitro assistente -, obrigando a uma interrupção de alguns minutos, Portugal desperdiçaria nova e soberana ocasião de golo.
Aos 80 minutos, numa iniciativa esporádica da Bósnia, Džeko ainda poderia ter igualado o marcador, mas falhou o alvo. Na jogada seguinte, a defesa portuguesa concederia novas facilidades.
Até final, haveria ainda tempo para mais três oportunidades de golo para Portugal: aos 84 minutos, com Edinho a obrigar o guarda-redes a defesa difícil; aos 88 minutos, Bruno Alves a não conseguir desviar eficazmente; e, mesmo a finalizar, já no 94º minuto, a mais escandalosa perdida, novamente por Edinho.
Culminando uma campanha algo titubeante, Portugal garantia – com mais facilidades do que previsto – o apuramento para o Mundial, na sexta presença consecutiva em fases finais de grandes provas internacionais de futebol (todas as edições dos Campeonatos da Europa e do Mundo), desde 2000.
Bósnia-Herzegovina – Kenan Hasagić, Sanel Jahić, Safet Nadarević e Boris Pandža; Senijad Ibričić, Zlatan Bajramović (83m – Džemal Berberović), Haris Medunjanin (45m – Zlatan Muslimović), Miralem Pjanić e Sejad Salihović; Vedad Ibišević e Edin Džeko
Portugal – Eduardo; Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Nani (73m – Edinho), Raul Meireles, Tiago e Simão Sabrosa (80m – Deco); Liedson (90m – Miguel Veloso)
0-1 – Raul Meireles – 56m
Cartões amarelos – Sanel Jahić (25m), Safet Nadarević (37m), Edin Džeko (58m), Sejad Salihović (76m) e Džemal Berberović (90m); Simão Sabrosa (27m)
Cartão vermelho – Sejad Salihović (76m)
Árbitro – Roberto Rosetti (Itália)
Todos os jogos da 2ª mão dos play-off na Europa tiveram como desfecho no final do tempo regulamentar o resultado de 1-0! A Grécia foi vencer à Ucrânia, tendo a Eslovénia vencido e eliminado a Rússia; enquanto a França perdia em casa perante a Irlanda, vendo-se obrigada a prolongamento, em que, beneficiando de um golo bastante “polémico”, alcançou também a qualificação. Na zona africana, no desempate, disputado no Sudão, a Argélia derrotou o Egipto… por 1-0. Por fim, no play-off América do Sul / América do Norte e Central, jogado entre Uruguai e a Costa Rica, o empate a um golo favoreceu a equipa uruguaia, que havia vencido a primeira mão.
Concluída a fase de qualificação, são as seguintes as 32 selecções com apuramento garantido para a Fase Final do Mundial: Brasil, Chile, Paraguai, Argentina, Uruguai; EUA, México, Honduras; Dinamarca, Suíça, Eslováquia, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Sérvia, Itália, Holanda, Portugal, Grécia, Eslovénia, França; Austrália, Japão, Coreia do Sul, Coreia do Norte; Nova Zelândia; Ghana, Costa do Marfim, Nigéria, Camarões, Argélia e África do Sul.
Portugal – Bósnia-Herzegovina (Mundial 2010 – “Play-off”)
Na primeira de duas partidas decisivas para definir o apuramento para a Fase Final do Campeonato do Mundo de Futebol, a disputar no próximo ano na África do Sul, a equipa portuguesa teria uma entrada promissora, com a bola a rondar a baliza da Bósnia por algumas vezes nos primeiros cinco minutos, com Raul Meireles, Simão e Liedson a tentar a sorte.
Aos 6 minutos, o primeiro aviso da Bósnia, com Misimović a demonstrar grande espontaneidade no remate… um pouco por cima da trave. À passagem dos 12 minutos, a Bósnia teria outras duas boas iniciativas de ataque, não obstante inconsequentes.
Para, em cima do quarto de hora, Nani procurar despertar novamente a selecção nacional; pouco depois, com 18 minutos decorridos, não seria contudo expedito no remate, em situação privilegiada, já em plena área. Mais dois minutos decorridos, Bruno Alves não conseguiria também ser efectivo na concretização.
Cada vez mais ameaçadora – depois de um livre directo, na zona frontal, a embater na muralha defensiva bósnia, aos 25 minutos, e de um remate de Raul Meireles, a obrigar o guarda-redes Hasagić a intervenção difícil, à meia hora de jogo – a equipa portuguesa acabaria mesmo por chegar ao golo, no minuto seguinte, num imparável desvio de cabeça de Bruno Alves, a dar a melhor sequência a um cruzamento de Nani.
Aos 38 minutos, seria a vez de Eduardo ser colocado à prova por Salihović, com um remate forte, a obrigar o guarda-redes português a aplicar-se a fundo. Parecendo afrouxar o ritmo de jogo, a equipa portuguesa permitia à bósnia subir no terreno; aos 42 minutos, Ibričić dava novo e sério aviso, surgindo a cabecear, com a bola a embater com estrondo na barra. O intervalo parecia chegar em boa hora para a selecção nacional.
No início da segunda parte, no retomar do jogo, mantinha-se uma toada de domínio repartido, com a Bósnia a procurar – quando tinha possibilidade para tal – instalar-se no meio terreno português.
O encontro apenas animaria já na aproximação à hora de jogo, primeiro com um excelente trabalho de Liedson, “picando” a bola sobre um defesa, para, já isolado, na cara do guardião, rematar ao lado; logo de seguida, com Deco a rematar desastradamente, quando tinha condições para dilatar a vantagem; e, ainda, Raul Meireles, também a não ser eficaz.
Na melhor fase da equipa portuguesa – com dez minutos de intensa pressão – , Simão Sabrosa, numa boa iniciativa sobre o lado esquerdo, já dentro da área, não conseguiria contudo finalizar.
A equipa Bósnia parecia em nítida perda, recuando no terreno, denotando alguma falta de frescura física – ao mesmo tempo que algumas das suas principais figuras iam vendo cartões amarelos, que afastarão Muratović, Rahimić e Spahić do jogo de quarta-feira, em Zenica -, quando, de forma inesperada, Edin Džeko ameaçaria a baliza portuguesa, com um remate quase a embater no poste, estavam decorridos 75 minutos.
Curiosamente, o episódio mais extraordinário deste jogo estava ainda por chegar: aos 88 minutos, com toda a defesa portuguesa paralisada, atónita, a ver o que se estava a passar, os bósnios – na mesma jogada – rematariam consecutivamente, primeiro à trave, de imediato ao poste, num lance que, miraculosamente, não resultou em golo.
A partida encerraria com uma defesa apertada de Hasagić, a negar o golo a Tiago.
Frente a uma equipa que se mostrou desinibida, com a vitória pela margem mínima hoje alcançada (ficando a dever a si própria a obtenção de um resultado mais confortável) – mas com o importante factor de não ter sofrido golos em casa -, a selecção nacional deverá ter de demonstrar capacidade de sofrimento na Bósnia; não obstante, em condições normais, dificilmente deixará de ser apurada.
Portugal – Eduardo; Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles e Deco (84m – Tiago); Nani (68m – Fábio Coentrão), Simão Sabrosa (88m – Hugo Almeida) e Liedson
Bósnia-Herzegovina– Kenan Hasagić, Sanel Jahić, Safet Nadarević e Emir Spahić; Senijad Ibričić, Samir Muratović (86m – Miralem Pjanić), Elvir Rahimić, Zvjezdan Misimović (81m – Zlatan Muslimović) e Sejad Salihović; Vedad Ibišević e Edin Džeko
1-0 – Bruno Alves – 31m
Cartões amarelos – Deco (13m); Vedad Ibišević (15m), Samir Muratović (37m), Elvir Rahimić (48m) e Emir Spahić (71m)
Árbitro – Martin Atkinson (Inglaterra)
Nos outros jogos dos play-off na Europa, a Rússia venceu tangencialmente (2-1) a Eslovénia; a França foi vencer à Irlanda, por 1-0; enquanto a Grécia empatou a zero com a Ucrânia.
Entretanto, garantiram também o apuramento, após os encontros hoje disputados, as selecções da Nova Zelândia, Nigéria e Camarões, assim elevando para 26 o número de equipas já qualificadas, juntando-se a Brasil, Chile, Paraguai, Argentina, EUA, México, Honduras, Dinamarca, Suíça, Eslováquia, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Sérvia, Itália, Holanda, Austrália, Japão, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Ghana, Costa do Marfim e África do Sul.
Para completar o lote de 32 finalistas, subsiste por definir a atribuição de seis vagas: para além das quatro que resultarão dos play-off europeus, uma a disputar entre Costa Rica e Uruguai, e, a derradeira, a decidir entre Argélia e Egipto (que – depois da vitória egípcia por 2-0 no jogo de hoje, colocando em absoluta igualdade de pontos e golos marcados e sofridos ambas as selecções – terão de desempatar na próxima quarta-feira, em jogo a realizar no Sudão).
Liga Europa – 4ª Jornada
Everton – Tim Howard, Tony Hibbert, Joseph Yobo, Sylvain Distin, Leighton Baines, Jack Rodwell, Marouane Fellaini, Dan Gosling (69m – Jô), Tim Cahill, Diniyar Bilyaletdinov e Yakubu Ayegbeni (81m – Kieran Agard)
Benfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Di María, Ramires (45m – Maxi Pereira), Saviola (87m – Felipe Menezes), Fábio Coentrão (61m – Pablo Aimar) e Cardozo
0-1 – Saviola – 63m
0-2 – Cardozo – 76m
Cartões amarelos – Yakubu Ayegbeni (20m), Jack Rodwell (51m) e Tony Hibbert (79m); Júlio César (87m)
Árbitro – Said Ennjimi (França)
Depois da inesperada goleada no Estádio da Luz, o Benfica adoptou no início desta partida, disputada no famoso Goodison Park, em Liverpool (onde Eusébio havia marcado 6 golos, frente ao Brasil e à Coreia do Norte, no Mundial de 1966), uma atitude conservadora, concedendo a iniciativa ao Everton, que foi, ao longo da primeira parte, a equipa a criar mais perigo.
Apenas aos 40 minutos, o Benfica, começando a ganhar confiança, teria uma soberana oportunidade, primeiro com a bola a embater com estrondo no poste, e, logo de seguida, na recarga, uma extraordinária defesa do guarda-redes do Everton.
No segundo tempo, o Benfica entrou mais liberto, começando, em rápidas transições para o ataque, a ameaçar a baliza da equipa inglesa, acabando por alcançar o golo, numa expedita iniciativa de Saviola, aumentando para três a sua conta frente ao Everton…
Óscar Cardozo não quis “ficar atrás” e, pouco depois, ampliando a vantagem do Benfica, marcava também o seu terceiro golo nos dois jogos com a equipa inglesa.
Numa altura em que o Everton se apresentava já derrotado, acabaria por ter o seu “canto do cisne” aos 85 minutos, num bom remate de cabeça, com uma espectacular defesa de Júlio César.
Perante o 5º classificado do último campeonato inglês (apenas superado pelos “big four” Manchester United, Chelsea, Liverpool e Arsenal), o Benfica consegue duas excelentes e categóricas vitórias, que lhe permitem ascender à liderança isolada do Grupo.
Grupo D
Sporting – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Hertha Berlin – 2-3
1º Sporting, 10; 2º Hertha Berlin e Heerenveen, 4; 4º Ventspils, 3
Grupo I
AEK Athens – BATE Borisov – 2-2
Everton – Benfica – 0-2
1º Benfica, 9; 2º Everton, 6; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 4
Grupo L
Werder Bremen – Austria Wien – 2-0
Nacional – Athletic Bilbao – 1-1
1º Werder Bremen, 10; 2º Athletic Bilbao, 7; 3º Nacional e Austria Wien, 2





