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Liga Europa – 2ª Jornada

A.E.K. – Diego Sebastian Saja, Nikos Georgeas, Daniel Majstorovic, Nicolas Bianchi Arce, Juanfran, Sanel Jahic, Youssouf Hersi (78m – Leonardo), Pantelis Kafes (69m – Savvas Gentzoglou), Manduca, Ignacio Martin Scocco (89m – Nikos Karabelas) e Ismael Blanco

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (59m – Fábio Coentrão), Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Aimar (80m – Nuno Gomes), Saviola (59m – Weldon), Di María e Cardozo

1-0 – Majstorovic – 43m

Cartões amarelos – Georgeas (9m), Jahic (66m) e Gentzoglou (87m); Maxi Pereira (48m), Ramires (74m) e Cardozo (87m)

Cartão vermelho – Georgeas (86m)

Árbitro – Stefan Johannesson (Suécia)

Perante uma equipa a atravessar um período de alguma quebra de confiança e descrença (duas derrotas consecutivas em casa, frente aos grandes rivais Olympiakos e Panathinaikos – a par da goleada sofrida em Liverpool, frente ao Everton, na jornada inaugural desta competição), o Benfica não quis ou não soube aproveitar a retracção inicial do A.E.K., algo receoso do poder ofensivo demonstrado no Benfica nesta fase de arranque da época.

Ao longo da primeira parte, a maior ocasião do Benfica seria o remate ao poste de Di María. Em paralelo, o A.E.K. foi-se soltando, subindo no terreno, começando a empurrar a equipa portuguesa para a sua zona defensiva, ameaçando uma, duas, três vezes, até que, peranta a apatia adversária, acabaria mesmo por chegar ao golo, já prestes a findar o primeiro tempo.

No início da etapa complementar, o Benfica parecia denotar uma nova atitude, obrigando o guarda-redes Saja – num intervalo de apenas dois minutos – a duas extraordinárias intervenções, a evitar o golo, na sequência de remates de Di María e Saviola.

Contudo, o A.E.K. recompôs-se, e voltaria a sair do seu meio-campo, com algum perigo, numa fase em que a partida se apresentou mais dividida, com Saja a nova defesa de elevado grau de dificuldade, à passagem dos 65 minutos, numa altura em que Jorge Jesus pretendera já transmitir um claro sinal de inconformismo, fazendo entrar Fábio Coentrão e Weldon.

Nos derradeiros minutos do encontro, encontro cartões amarelos e vermelho, e substituições, pouco se jogou efectivamente. O Benfica acabaria por não dispor de novas oportunidades para evitar a derrota, numa das suas mais cinzentas exibições da temporada.

Grupo D
Ventspils – Heerenveen – 0-0
Sporting – Hertha Berlin – 1-0

1º Sporting, 6; 2º Ventspils, 2; 3º Heerenveen e Hertha Berlin, 1

Grupo I
BATE Borisov – Everton – 1-2
AEK Athens – Benfica – 1-0

1º Everton, 6; 2º AEK Athens e Benfica, 3; 4º BATE Borisov, 0

Grupo L
Austria Wien – Nacional – 1-1
Werder Bremen – Athletic Bilbao – 3-1

1º Werder Bremen, 6; 2º Athletic Bilbao, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 1

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1 Outubro, 2009 at 7:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada

Grupo A
Bordeaux – Maccabi Haifa – 1-0
Bayern München – Juventus – 0-0

1º Bayern München e Bordeaux, 4; 3º Juventus, 2; 4º Maccabi Haifa, 0

Grupo B
CSKA Moscovo – Beşiktaş – 2-1
Manchester United – Wolfsburg – 2-1

1º Manchester United, 6; 2º Wolfsburg e CSKA Moscovo, 3; 4º Beşiktaş, 0

Grupo C
Real Madrid – Olympique de Marseille – 3-0
AC Milan – Zürich – 0-1

1º Real Madrid, 6; 2º AC Milan e Zürich, 3; 4º Olympique de Marseille, 0

Grupo D
FC Porto – Atlético Madrid – 2-0
APOEL – Chelsea – 0-1

1º Chelsea, 6; 2º FC Porto, 3; 3º Atlético Madrid e APOEL, 1

Grupo E
Debreceni – Olympique Lyonnais – 0-4
Fiorentina – Liverpool – 2-0

1º Olympique Lyonnais, 6; 2º Fiorentina e Liverpool, 3; 4º Debreceni, 0

Grupo F
Barcelona – Dynamo Kyiv – 2-0
Rubin Kazan – Inter – 1-1

1º Barcelona, 4; 2º Dynamo Kyiv, 3; 3º Inter, 2; 4º Rubin Kazan, 1

Grupo G
Glasgow Rangers – Sevilla – 1-4
Unirea Urziceni – Stuttgart – 1-1

1º Sevilla, 6; 2º Stuttgart, 2; 3º Unirea Urziceni e Glasgow Rangers, 1

Grupo H
AZ Alkmaar – Standard Liège – 1-1
Arsenal – Olympiakos – 2-0

1º Arsenal, 6; 2º Olympiakos, 3; 3º Standard Liège e AZ Alkmaar, 1

30 Setembro, 2009 at 10:34 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1ª Jornada

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Di María (77m – Ruben Amorim), Felipe Menezes (59m – Fábio Coentrão), Cardozo e Nuno Gomes (65m – Saviola)

BATE Borisov – Veremko, Yurevich, Rzhevski, Sosnovski, Bordachov, Likhtarovich (63m – Volodko), Pavlov, Krivets, Rodionov (81m – Alumona), Nekhaychik e Skavysh (55m – Goaryan)

1-0 – Nuno Gomes – 36m
2-0 – Óscar Cardozo – 41m

Cartões amarelos – Yurevich (32m) e Volodko (90m)

Árbitro – Knut Kircher (Alemanha)

Na estreia da Fase Grupos da nova Liga Europa, o Benfica recebia o BATE Borisov, prestes a sagrar-se tetra-campeão da Bielorússia, e que, na época passada, somara três empates na Liga dos Campeões (dois com a Juventus e em S. Petersburgo, frente ao Zenit)

Não obstante uma primeira meia hora de jogo em que a equipa bielorrussa menteve o nulo, sem que tivessem sido criadas efectivas ocasiões de perigo junto à grande área, o Benfica conseguiria tranquilizar-se, obtendo dois golos em apenas 5 minutos, expondo as fragilidades do adversário.

Na segunda parte, o Benfica, mantendo o controlo do jogo, optaria por uma toada de contenção, fazendo a “gestão de esforço”, poupando alguns jogadores. Não obstante, Nuno Gomes desperdiçaria ainda uma clara oportunidade para ampliar o marcador, enquanto a equipa adversária apenas cerca dos 70 minutos, por duas vezes, chegou à área defensiva do Benfica com maior acuidade, porém sem constituir uma real ameaça.

Grupo D
Hertha Berlin – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Sporting – 2-3

1º Sporting, 3; 2º Hertha Berlin e Ventspils, 1; 4º Heerenveen, 0

Grupo I
Benfica – BATE Borisov – 2-0
Everton – AEK Athens – 4-0

1º Everton e Benfica, 3; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 0

Grupo L
Athletic Bilbao – Austria Wien – 3-0
Nacional – Werder Bremen – 2-3

1º Athletic Bilbao e Werder Bremen, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 0

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17 Setembro, 2009 at 10:15 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada

Grupo A
Juventus – Bordeaux – 1-1
Maccabi Haifa – Bayern München – 0-3

1º Bayern München, 3; 2º Juventus e Bordeaux, 1; 4º Maccabi Haifa, 0

Grupo B
Wolfsburg – CSKA Moscovo – 3-1
Beşiktaş – Manchester United – 0-1

1º Wolfsburg e Manchester United, 3; 3º Beşiktaş e CSKA Moscovo, 0

Grupo C
Zürich – Real Madrid – 2-5
Olympique de Marseille – AC Milan – 1-2

1º Real Madrid e AC Milan, 3; 3º Olympique de Marseille e Zürich, 0

Grupo D
Chelsea – FC Porto – 1-0
Atlético Madrid – APOEL –  0-0

1º Chelsea, 3; 2º Atlético Madrid e APOEL, 1; 4º FC Porto, 0

Grupo E
Liverpool – Debreceni – 1-0
Olympique Lyonnais – Fiorentina – 1-0

1º Liverpool e Olympique Lyonnais, 3; 3º Debreceni e Fiorentina, 0

Grupo F
Inter – Barcelona – 0-0
Dynamo Kyiv – Rubin Kazan – 3-1

1º Dynamo Kyiv, 3; 2º Inter e Barcelona, 1; 4º Rubin Kazan, 0

Grupo G
Stuttgart – Glasgow Rangers – 1-1
Sevilla – Unirea Urziceni – 2-0

1º Sevilla, 3; 2º Stuttgart e Glasgow Rangers, 1; 4º Unirea Urziceni, 0

Grupo H
Olympiakos – AZ Alkmaar – 1-0
Standard Liège – Arsenal – 2-3

1º Arsenal e Olympiakos, 3; 3º Standard Liège e AZ Alkmaar, 0

16 Setembro, 2009 at 9:35 pm Deixe um comentário

Hungria – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)

Conhecendo já – aquando do início do encontro – o resultado do jogo hoje disputado em Malta, com vitória da Suécia, às selecções de Portugal e da Hungria apenas a vitória interessava nesta crucial partida.

Não obstante, frente a uma equipa húngara que se apresentou com uma atitude de contenção, na expectativa, revelando aqui e ali alguma dureza, o jogo seria bastante disputado na zona central do terreno, com a selecção nacional a não conseguir evidenciar a fluidez e o domínio que exercera em Copenhaga, frente à Dinamarca… com a significativa diferença de ter marcado cedo, no primeiro lance ofensivo que criou.

O mais difícil parecia estar feito. Porém, tal não libertaria a equipa portuguesa da tensão a que se encontra sujeita, com os jogadores a denotarem alguma tendência para o individualismo. Até final da primeira parte, apenas Cristiano Ronaldo, à passagem da meia hora de jogo, disporia de nova ocasião de perigo.

O tempo parecia decorrer placidamente, sem que Portugal e Hungria revelassem capacidade para alterar o marcador, sem qualquer incidência particular até à entrada do último de quarto de hora da partida. A equipa portuguesa desperdiçaria então uma nova oportunidade, estavam decorridos 75 minutos, enquanto os húngaros davam dois sérios avisos, aos 74 e 77 minutos.

Até ao minuto 94, Portugal teria ainda que sofrer bastante para evitar que algum ressalto traiçoeiro lhe retirasse a vitóriafundamental para que a equipa prossiga na senda da qualificação para a fase final a disputar na África do Sul.

Outras boas notícias da jornada: o empate da Dinamarca na Albânia, que faz com que o 1º lugar continue em aberto, com um duplo confronto da maior importância agendado para o próximo dia 10 de Outubro (antes da derradeira ronda), entre Dinamarca-Suécia e Portugal-Hungria; a derrota da Escócia frente à Holanda, que deverá garantir que os 2º classificados dos restantes 8 grupos disputarão o play-off.

Nas classificações de outros grupos, destaque para a Espanha e Inglaterra, que se juntam à Holanda como países já com o apuramento confirmado, assim como para a Eslováquia, que – tal como a Alemanha, Rússia, Sérvia e Itália – garantiram já, pelo menos, a presença no play-off.

Hungria – Gabor Babos, Laszlo Bodnar, Gabor Gyepes, Roland Juhasz, Balazs Toth (83m – Akos Buzsaky), Peter Halmosi, Balazs Dzsudzsa, Pal Dardai (65m – Tamas Priskin), Sandor Torghell, Krisztian Vadocz e Szabolcs Huszti (65m – Tamas Hajnal)

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles, Tiago (90m – Rolando) e Deco (48m – Simão Sabrosa); Cristiano Ronaldo e Liedson (82m – Nani)

0-1 – Pepe – 9m

Cartões amarelos – Balazs Toth (50m); Pepe (69m) e Duda (77m)

Árbitro – Stephane Lannoy (França)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt
1º Dinamarca        8    5    3    -    15 - 4    18
2º Suécia           8    4    3    1     9 - 3    15
3º Portugal         8    3    4    1    10 - 5    13
4º Hungria          8    4    1    3     9 - 5    13
5º Albânia          9    1    4    4     5 - 9     7
6º Malta            9    -    1    8     0 - 22    1

9ª jornada

09.09.09 – Malta – Suécia – 0-1
09.09.09 – Albânia – Dinamarca – 1-1
09.09.09 – Hungria – Portugal – 0-1

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9 Setembro, 2009 at 9:40 pm Deixe um comentário

Armindo Araújo Campeão do Mundo de Ralis (Produção)

O piloto português Armindo Araújo conquistou hoje o título de Campeão Mundial de Ralis (agrupamento de Produção), ao concluir o Rali da Austrália na 4ª posição, ao volante de um Mitsubishi, e tendo como co-piloto Miguel Ramalho.

A atribuição do título encontra-se contudo ainda condicionada da decisão definitiva quanto à desclassificação do piloto Nasser Al-Attiyah (Emirados Árabes Unidos) no Rali da Acrópole, apenas devendo ser oficialmente anunciada a 6 de Outubro.


(via http://www.wrc.com/jsp/index.jsp?lnk=a40)

6 Setembro, 2009 at 8:15 pm Deixe um comentário

Dinamarca – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)

Numa partida em que a vitória poderia ser crucial para a obtenção do apuramento para a Fase Final do Campeonato do Mundo, a equipa portuguesa entrou em campo sem qualquer avançado, apostando no controlo do meio-campo, que lhe permitiria, ao longo de cerca de meia hora – entre os 10 e os 40 minutos – um notório domínio do encontro, contudo sem materialização em golos.

Depois de uma fase inicial, nos primeiros 5 minutos, em que os jogadores da selecção nacional tiveram dificuldade em “encaixar-se” na forma como a equipa dinamarquesa se movimentava, fazendo circular a bola, com duas ou três acções de desequilíbrio no flanco direito do ataque, Portugal “pegou na bola”, avançando no terreno, empurrando os adversários para as imediações da sua área de baliza.

Teve, nesse período, pelo menos três oportunidades de golo, com Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa (por duas vezes) a não conseguirem ser eficazes. Procurando, muito a espaços, o contra-ataque, a Dinamarca apenas disporia de uma ocasião de perigo.

Porém, prestes a findar a primeira parte, sem que o guarda-redes português tivesse efectuado qualquer defesa, no primeiro remate à baliza, a Dinamarca inaugurou o marcador.

No início da segunda parte, com a entrada de Liedson para o lugar de Tiago, a equipa nacional alterou o seu esquema táctico em campo, o que acabaria por permitir à Dinamarca recuperar o controlo do jogo, sem que Portugal tivesse conseguido construído qualquer jogada ofensiva no primeiro quarto de hora.

Depois de, num lance algo fortuito, com o guarda-redes dinamarquês  a não segurar a bola, ter desperdiçado mais uma soberana oportunidade de golo, o jogo como que ficou “partido”, jogando-se aos repelões e de forma algo precipitada. Não obstante, Portugal criaria ainda nova ocasião de perigo antes de, a quatro minutos do fim, Liedson conseguir finalmente o golo – no seu jogo de estreia na selecção nacional -, empatando o jogo.

Até final, a equipa portuguesa empurrou novamente a Dinamarca para a defesa, com Nuno Gomes e Liedson, já em período de descontos, a obrigarem Andersen a intervir para salvaguardar a sua baliza, mas o resultado não se alteraria.

Continuamos de “calculadora na mão”…

Dinamarca – Stephan Andersen, Christian Poulsen, Simon Kjaer, Anders Moller-Christensen, Michael Silberbauer (66m – William Kvist), Lars Jacobsen, Jakob Poulsen (90m – Jesper Gronkjaer), Dennis Rommedahl, Jon Dahl Tomasson, Martin Jorgensen (61m – Hjalte Norregaard) e Nicklas Bendtner

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles (81m – Nuno Gomes), Tiago (45m – Liedson) e Deco; Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa (71m – Nani)

1-0 – Nicklas Bendtner – 43m
1-1 – Liedson – 86m

Cartões amarelos – Simon Kjaer (60m) e Stephan Andersen (87m); Liedson (48m)

Árbitro – Massimo Busacca (Suíça)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt
1º Dinamarca        7    5    2    -    14 - 3    17
2º Hungria          7    4    1    2     9 - 4    13
3º Suécia           7    3    3    1     8 - 3    12
4º Portugal         7    2    4    1     9 - 5    10
5º Albânia          8    1    3    4     4 - 8     6
6º Malta            8    -    1    7     0 - 21    1

8ª jornada

05.09.09 – Dinamarca – Portugal – 1-1
05.09.09 – Hungria – Suécia – 1-2

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5 Setembro, 2009 at 8:53 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Benfica – Vorskla Poltava

Vorskla Poltava – Benfica – 2-1

27.08.2009 – Liga Europa – Play-off (2ª mão)

Vorskla PoltavaVorskla Poltava – Serhiy Dolganskyy, Filip Despotvski, Armend Dallku, Oleg Krasnoporov, Jovan Markoski (88m – Volodymyr Chesnakov), Denys Kulakov, Vasyl Sachko (72m – Olexiy Chychykov), Debatik Curri, Gennadiy Medvediev, Grigoriy Yarmash (45m – Roman Bezus) e D. Esin

BenficaBenfica – Moreira, Luís Filipe, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Fábio Coentrão (63m – Angel Di María), Keirrison, César Peixoto, Ramires (71m – Ruben Amorim) e Nuno Gomes (45m – Javier Saviola)

1-0 – Vasyl Sachko – 48m
1-1 – Javier Saviola – 59m
2-1 – Dmitry Esin – 74m

Cartões amarelos – Grigoriy Yarmash (22m), Debatik Curri (47m) e Roman Bezus (86m); Nuno Gomes (10m), Javier Saviola (68m) e Javi García (75m)

Árbitro – Claudio Circhetta (Suíça)

Com a eliminatória praticamente resolvida a seu favor, o Benfica aproveitou para fazer rodar alguns elementos com menos tempo de jogo.

Conforme referiu o treinador, um “risco calculado”, mas em que a derrota poderia ter sido naturalmente evitada, não fora a fragilidade defensiva evidenciada, frente a uma equipa que nunca revelou capacidade para assumir um claro domínio do jogo, nem, por maioria de razão, para buscar a anulação da desvantagem da 1ª mão.

De facto, após o tento do Vorskla Poltava, a abrir a segunda parte, o golo de Saviola, rapidamente repondo o empate, anulou qualquer veleidade nesse sentido, o que fez com que o Benfica “desligasse” por completo do jogo, acabando por, já em fase de alguma desconcentração, conceder novo golo, que resultaria no triunfo do adversário.

Até final da partida, nem uma nem outra equipa demonstraram capacidade anímica ou de reacção para alterar o marcador.


Benfica – Vorskla Poltava – 4-0

20.08.2009 – Liga Europa – Play-off (1ª mão)

BenficaBenfica – Quim, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Shaffer, Javi García, Angel Di María, Pablo Aimar, Fábio Coentrão (62m – Ramires), Javier Saviola (80m – César Peixoto) e Óscar Cardozo (75m – Weldon)

Vorskla PoltavaVorskla Poltava – Serhiy Dolganskyy, Filip Despotvski, Armend Dallku, Oleg Krasnoporov, Jovan Markoski (87m – Olexiy Chychykov), Denys Kulakov, Vasyl Sachko (45m – Ahmed Januzi), Debatik Curri, Gennadiy Medvediev, Grigoriy Yarmash (60m – Roman Bezus) e Dmitry Esin

1-0 – Angel Di María – 31m
2-0 – Óscar Cardozo – 55m (pen.)
3-0 – Javier Saviola – 57m
4-0 – Weldon – 77m

Cartões amarelos – Shaffer (30m) e Ramires(84m); Grigoriy Yarmash (37m), Denys Kulakov (44m), Armend Dallku (51m) e Ahmed Januzi (74m)

Árbitro – Darko Ceferin (Eslovénia)

Embalada pelos bons resultados da pré-época, em que, agora sob o comando de Jorge Jesus, a equipa do Benfica se viu restituída da (auto-)confiança que lhe tem faltado noutras ocasiões, e frente a uma equipa jovem, inexperiente a nível de provas europeias – não obstante, vencedora da Taça da Ucrânia, superando clubes conceituados como o D. Kiev ou o Shakhtar Donetsk – a vitória no jogo da 1ª mão, praticamente definindo o desfecho da eliminatória, acabou por surgir com naturalidade.

Quebrando a resistência ucraniana à passagem da meia hora de jogo, o Benfica confirmaria o triunfo com dois golos no espaço de dois minutos, rapidamente dilatando a vantagem para um inequívoco 3-0, que viria a ser ainda ampliada no quarto de hora fnal da partida.

27 Agosto, 2009 at 11:32 pm Deixe um comentário

Mundial de Atletismo


(imagem via New York Times)

Do período de férias tinham ficado por assinalar novas fantásticas proezas de dois dos maiores atletas da actualidade, e também, de todos os tempos: os assombrosos records do jamaicano Usain Bolt, com 9.58 nos 100 metros (vídeo) e 19.19 segundos nos 200 metros (vídeo), assim como a extraordinária dupla vitória do etíope Kenenisa Bekele, nos 5 000 e 10 000 metros (repetindo o feito dos Jogos Olímpicos de Pequim).

Para Portugal, entre alguns novos valores que despontam, o destaque vai novamente para o campeão olímpico Nélson Évora, agora vice-campeão mundial no triplo-salto.

25 Agosto, 2009 at 11:10 pm Deixe um comentário

Alberto Contador vence “Tour de France” pela segunda vez

Depois da vitória de 2007 – e de se ter visto impedido de correr a prova em 2008, dada a não admissão da sua equipa, o jovem ciclista espanhol Alberto Contador (de 26 anos) somou hoje a sua segunda vitória no “Tour de France” (em três presenças na competição), alcançada de forma categórica, título que junta aos triunfos obtidos no ano passado no “Giro” de Itália e na “Vuelta” a Espanha, culminando uma época em cujo início de preparação começara por alcançar o primeiro lugar na Volta ao Algarve.

Contador viu surgir este ano um “delfim”, vencedor da prova na categoria de jovens, o luxemburguês Andy Schleck (de 24 anos), mais novo dos irmãos Schleck, com Frank a alcançar também um bom 5º lugar.

Uma palavra também para a excelente prova de Lance Armstrong – hepta-vencedor da competição, de 1999 a 2005 -, garantindo (prestes a completar 38 anos) um lugar no pódio em Paris, após três anos de “sabática”, sem competir, prometendo insistir no próximo ano.

A vitória de Contador decidiu-se essencialmente nos contra-relógios (em que ganhou 3.07 minutos a Andy Schleck: 42 segundos na 1ª etapa, no Mónaco; 40 segundos no contra-relógio por equipas de Montpellier; e 1.45m na 18ª etapa, em Annecy). Nas etapas de montanha, o espanhol apenas superou Schleck nas etapas com final em Andorra (21 segundos) e em Verbier (43 segundos), ou seja, um ganho total de 1.04 minutos.

Já em relação a Armstrong, ganhou 1.52 minutos em contra-relógios (22 segundos no Mónaco e 1.30m em Annecy), tendo conquistado mais tempo nas etapas de montanha (um total de 4.17 minutos: 21 segundos em Andorra; 1.35m em Verbier; 2.18m no Grand Bornand; e 3 segundos no Mont Ventoux). O estado-unidense tinha, por outro lado, ganho 41 segundos na 3ª etapa, e 4 segundos na 19ª etapa.

Apesar de se apresentar bastante dividida – com 2 “chefes-de-fila” e com as polémicas entre eles surgidas, com Contador a sentir-se na obrigação de demonstrar que é de facto o melhor ciclista da actualidade, enquanto Armstrong esperava poder retomar o seu reinado, neste regresso ao mais alto nível – a Astana conseguiria atingir os objectivos, com a vitória na prova, para além do 3º lugar de Armstrong e do 6º de Kloden… que talvez pudesse ter ficado uns furos acima na classificação não fora as imposições tácticas de apoio aos “chefes-de-fila”.

A grande surpresa da prova seria o britânico Bradley Wiggins, especialista em provas de pista, que mostrou uma extraordinária evolução, subindo as montanhas dos Pirinéus e dos Alpes entre os melhores.

Pela negativa, referência para o sofrível desempenho do vencedor do ano anterior, o espanhol Carlos Sastre, agora a quedar-se por um cinzento 17º lugar, a mais de 26 minutos do primeiro.

Sérgio Paulinho, tendo como principal missão apoiar os seus chefes-de-fila na Astana, conclui a prova num razoável 35º lugar, a precisamente 54 minutos de Contador.

1. Alberto Contador (Espanha) – Astana – 85h 48′ 35″
2. Andy Schleck (Luxemburgo) – Saxo Bank – a 04′ 11″
3. Lance Armstrong (EUA) – Astana – a 05′ 24″
4. Bradley Wiggins (Grã-Bretanha) – Garmin – a 06′ 01″
5. Frank Schleck (Luxemburgo) – Saxo Bank – a 06′ 04″
6. Andréas Kloden (Alemanha) – Astana – a 06′ 42″
7. Vincenzo Nibali (Itália) – Liquigas – a 07′ 35″
8. Christian Vande Velde (EUA) – Garmin – a 12′ 04″
9. Roman Kreuziger (R. Checa) – Liquigas – a 14′ 16″
10. Christophe Le Mevel (França) – Française des Jeux – a 14′ 25″

35. Sérgio Paulinho (Portugal) – Astana – a 54′ 00″

P. S. Obrigatoriamente a ver as fotos do “Tour” no “The Big Picture“, do Boston Globe.

26 Julho, 2009 at 8:44 pm Deixe um comentário

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