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Liga Europa – 1/4 final (1ª mão)
Sp. Braga – Shakhtar Donetsk – 1-2
Villarreal – Sparta Praha – 2-1
Athletic Bilbao – Sevilla – 1-2
Borussia Dortmund – Liverpool – 1-1
Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão)
Wolfsburg – Real Madrid – 2-0
Bayern – Benfica – 1-0
Barcelona – At. Madrid – 2-1
Paris St.-Germain – Manchester City – 2-2
Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão) – Bayern – Benfica
Bayern München – Manuel Neuer, Philipp Lahm, Joshua Kimmich (60m – Javi Martínez), David Alaba, Juan Bernat, Thiago Alcântara, Arturo Vidal, Douglas Costa (70m – Kingsley Coman), Thomas Müller (85m – Mario Götze), Franck Ribéry e Robert Lewandowski
Benfica – Ederson Moraes, André Almeida, Jardel, Victor Lindelöf, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (90m – Andreas Samaris), Nico Gaitán, Jonas (83m – Eduardo Salvio) e Konstantinos Mitroglou (70m – Raúl Jiménez)
1-0 – Arturo Vidal – 2m
Cartões amarelos – Franck Ribéry (22m) e Juan Bernat (42m); Jonas (58m) e Victor Lindelöf (62m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo e já o Bayern “dizia” ao que vinha, dando largura ao seu jogo ofensivo, ameaçando, desde logo, a baliza benfiquista.De imediato, a equipa portuguesa procuraria ainda ripostar, numa primeira jogada ofensiva, como que a querer dar “prova de vida”.
Contudo, ainda antes de completado o segundo minuto, uma falha defensiva da equipa portuguesa, deixando caminho aberto no flanco esquerdo do ataque bávaro, proporcionando o cruzamento, a que Arturo Vidal daria a melhor sequência para as suas cores, colocando o Bayern, desde logo, em vantagem no marcador.
Imprimindo grande intensidade ao seu jogo, a equipa alemã forçou o Benfica a acantonar-se na sua zona defensiva, submetida a enorme pressão, com muita dificuldade em ter bola, e, ainda mais, em esboçar qualquer lance de ataque. Uma fase, de cerca de vinte minutos, em que se receou o pior. Valeria a concentração do guarda-redes Ederson, a opor-se com eficácia às investidas contrárias.
Ainda antes do final do primeiro tempo, a formação portuguesa, passando a acertar as marcações, conseguiria refrear a intensidade do Bayern, começando a conseguir pegar no jogo, faltando-lhe apenas um pouco mais de confiança para ser mais consequente nas saídas para o meio-campo contrário.
O que não obstaria a que, numa dessas saídas, quando Gaitán tentava cruzar para a área, a trajectória da bola tivesse sido interrompida pelo contacto com o braço do defesa alemão, Lahm, em queda, num lance passível de grande penalidade, que o critério do árbitro entendeu não sancionar.
Na segunda parte, ao invés do que sucedera na fase inicial da partida, seria o Bayern a ver-se surpreendido pela personalidade evidenciada pelo Benfica, a ganhar, gradualmente, a tal confiança, colocando um “pauzinho” na engrenagem alemã, que – não obstante ter criado mais alguns lances de perigo – não só não conseguiria manter o ritmo que impusera na fase inicial do encontro, como denotava então dificuldades para desenvolver uma toada atacante.
Mais, seria o Benfica a beneficiar inclusivamente de algumas soberanas oportunidades para marcar, não tendo contudo Jonas conseguido ultrapassar Manuel Neuer, num primeiro lance, enquanto, noutra ocasião, seria Javi Martínez a evitar o golo benfiquista.
Depois de ter colocado como que “em sentido” o adversário, a turma encarnada teria ainda de suportar o assédio final do Bayern, em busca do ampliar de uma (inesperadamente) magra vantagem. E o Benfica continuaria a ser competente, acabando os alemães por se conformar, pensando certamente que seria preferível não sofrer o golo do empate, do que arriscar na procura do segundo tento.
Um resultado tangencial que deixa tudo em aberto para a 2.ª mão, premiando a dignidade e a entrega do Benfica, e a forma concentrada como soube resistir nos períodos de maior dificuldade. Enfrentando uma grande desproporção de meios, a equipa portuguesa terá consciência de que será necessário fazer ainda melhor, superar-se, se quiser continuar a sonhar.
Perante o poderio do adversário, parece difícil perspectivar que o mesmo possa ser contido, de forma a manter a baliza benfiquista inviolada – um golo do Bayern em Lisboa praticamente definiria o desfecho da eliminatória -, em paralelo com a imperiosa necessidade de correr riscos acrescidos, que possam proporcionar o(s) indispensável(is) golo(s) do Benfica… mas sabemos que não há vencedores antecipados, e que o futebol tem uma magia única…
Liga Europa – Sorteio dos 1/4 final
Sp. Braga – Shakhtar Donetsk
Villarreal – Sparta Praha
Athletic Bilbao – Sevilla
Borussia Dortmund – Liverpool
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos próximos dias 7 e 14 de Abril de 2016.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 Final
Wolfsburg – Real Madrid
Bayern – Benfica
Barcelona – At. Madrid
Paris St.-Germain – Manchester City
Os jogos da primeira mão serão disputados nos próximos dias 5 e 6 de Abril de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 12 e 13 de Abril.
Liga Europa – 1/8 final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Anderlecht - Shakhtar Donetsk 0-1 1-3 1-4 Sevilla – Basel 3-0 0-0 3-0 Bayer Leverkusen - Villarreal 0-0 0-2 0-2 Valencia - Athletic Bilbao 2-1 0-1 2-2 Manchester United - Liverpool 1-1 0-2 1-3 Lazio - Sparta Praha 0-3 1-1 1-4 Tottenham - Borussia Dortmund 1-2 0-3 1-5 Sp. Braga - Fenerbahçe 4-1 0-1 4-2
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Wolfsburg - Gent 1-0 3-2 4-2 Real Madrid – Roma 2-0 2-0 4-0 Chelsea - Paris St.-Germain 1-2 1-2 2-4 Barcelona - Arsenal 3-1 2-0 5-1 Bayern - Juventus 2-2 (4-2 a.p.) 2-2 6-4 At. Madrid - PSV 0-0 0-0 (8-7 gp) 0-0 Zenit - Benfica 1-2 0-1 1-3 Manchester City - D. Kyiv 0-0 3-1 3-1
Liga Europa – 1/8 final (1ª mão)
Shakhtar Donetsk – Anderlecht – 3-1
Basel – Sevilla – 0-0
Villarreal – Bayer Leverkusen – 2-0
Athletic Bilbao – Valencia – 1-0
Liverpool – Manchester United – 2-0
Sparta Praha – Lazio – 1-1
Borussia Dortmund – Tottenham – 3-0
Fenerbahçe – Sp. Braga – 1-0
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Zenit – Benfica
Zenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Aleksandr Anyukov (58m – Igor Smolnikov), Nicolas Lombaerts, Luís Neto, Yuri Zhirkov, Axel Witsel, Maurício (82m – Artur Yusupov), Hulk, Danny, Aleksandr Kokorin (58m – Oleg Shatov) e Artem Dzyuba
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Victor Lindelöf, Andreas Samaris, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (73m – Salvio), Nico Gaitán, Jonas (90m – Anderson Talisca) e Konstantinos Mitroglou (67m – Raúl Jiménez)
1-0 – Hulk – 69m
1-1 – Nico Gaitán – 85m
1-2 – Anderson Talisca – 90m
Cartões amarelos – Konstantinos Mitroglou (36m) e Pizzi (49m); Hulk (90m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Chegando à Rússia com uma tão preciosa quão magra vantagem de um único golo, da primeira mão, o Benfica visava replicar o desfecho da eliminatória – em análoga fase da competição – que opôs ambas as equipas há quatro anos (e, assim reverter, a imagem que ficara dos dois desaires da temporada anterior, então ainda na “Fase de Grupos”).
Enfrentando este jogo da 2.ª mão com serenidade, a equipa portuguesa procurou posicionar-se de forma a jogar em todo o campo, encarando o Zenit sem excessivas cautelas defensivas – actuando com uma dupla de centrais improvisada, com o recuo do grego Samaris -, consciente da importância de marcar neste desafio.
Ainda no primeiro quarto de hora já Jonas testara, por duas vezes, o guardião contrário, Lodygin,tendo também a formação russa ameaçado a baliza benfiquista, numa fase em que Samaris se adaptava ainda à nova posição. Até final do primeiro tempo, apenas num livre de Hulk, os visitados conseguiriam criar nova situação de perigo.
Com o decorrer do tempo, e a manutenção do nulo, o Benfica começava a tornar-se mais conservador, ao mesmo tempo que, paralelamente, o Zenit arriscava mais, pressionando sobre o meio-campo português.
À passagem do quarto de hora da segunda metade, a turma benfiquista perdera o controlo do jogo, com os russos então bastante ameaçadores, por duas ou três ocasiões. Pouco depois de Jonas ter desperdiçado uma oportunidade perante Lodygin, Hulk chegaria mesmo ao golo, na sequência de um lance algo controverso, em que o defesa Nélson Semedo foi “abalroado” por um adversário.
Reagindo bem, o Benfica acabaria por ser premiado, já na fase derradeira da partida, com o ambicionado tento, que, praticamente, selava o desfecho da eliminatória, com Nico Gaitán, muito concentrado, a empurrar para a baliza uma bola devolvida pela trave, após excelente remate de Raúl Jiménez.
Tal como no Estádio da Luz, o conjunto português voltaria a ser feliz, chegando mesmo, já em período de compensação, ao golo da vitória. Um resultado que confirma a superioridade benfiquista no conjunto das duas mãos, voltando assim, quatro anos depois, a marcar presença nos 1/4 de final da “Liga dos Campeões”.




