Posts filed under ‘Desporto’

Mundial Clubes – 2025 – Palmeiras – FC Porto

Palmeiras FC Porto 0-0

PalmeirasPalmeiras – Weverton da Silva, Agustín Giay, Gustavo Gómez, Murilo Paim, Felipe Anderson (64m – Paulo “Paulinho” Filho), Richard Ríos (87m – Lucas Evangelista), Aníbal Moreno, Joaquín Piquerez, Estêvão Gonçalves (65m – Allan Elias), Maurício Prado (65m – Raphael Veiga) e Vítor Roque (77m – José Manuel López)

FC Porto FC Porto – Cláudio Ramos, Martim Fernandes, José “Zé” Pedro Freitas, Iván Marcano, João Mário (77m – Patricio Nehuén Pérez), Alan Varela (81m – Tomás Pérez), Gabriel “Gabri” Veiga (67m – Eduardo Cossa “Pepê”), Francisco Moura, Fábio Vieira (82m – André Franco), Rodrigo Mora (77m  – Stephen Eustáquio) e Samuel “Samu” Omorodion

Cartões amarelos – Felipe Anderson (9m), Gustavo Gómez (62m) e Abel Ferreira (Treinador – 63m); Martim Fernandes (15m) e Patricio Nehuén Pérez (90m)

Árbitro – Héctor Saíd Martínez (Honduras)

MetLife Stadium – East Rutherford (18h00 / 23h00)

16 Junho, 2025 at 2:00 am Deixe um comentário

Portugal – Espanha – Liga das Nações da UEFA – Final

PortugalEspanha2-2

Portugal Diogo Costa, João Neves (45m – Nélson Semedo), Rúben Dias, Gonçalo Inácio (74m – Renato Veiga), Nuno Mendes, Bernardo Silva (74m – Rafael Leão), Vítor Ferreira “Vitinha”, Pedro Neto (105m – Diogo José “Jota”), Bruno Fernandes, Francisco Conceição (45m – Rúben Neves) e Cristiano Ronaldo (88m – Gonçalo Ramos)

Espanha Espanha – Unai Simón, Óscar Mingueza (92m – Pedro Porro), Robin Le Normand, Dean Huijsen, Marc Cucurella, Pedro “Pedri” González (74m  – Francisco “Isco” Alarcón), Martín Zubimendi, Fabián Ruiz (74m – Mikel Merino), Lamine Yamal (105m – Yeremi Pino), Mikel Oyarzabal (111m – Álvaro Morata) e Nicholas “Nico” Williams (92m – Alejandro “Álex” Baena)

0-1 – Martín Zubimendi – 21m
1-1 – Nuno Mendes – 26m
1-2 – Mikel Oyarzabal – 45m
2-2 – Cristiano Ronaldo – 61m

Cartões amarelos – Gonçalo Inácio (19m), Pedro Neto (82m), Nuno Mendes (100m) e Roberto Martínez (Treinador – 110m); Fabián Ruiz (33m), Robin Le Normand (90m), Alejandro “Álex” Baena (100m) e Pedro Porro (110m)

Desempate da marca de grande penalidade:
1-0 – Gonçalo Ramos
1-1 – Mikel Merino
2-1 – Vítor Ferreira “Vitinha”
2-2 – Alejandro “Álex” Baena
3-2 – Bruno Fernandes
3-3 – Francisco “Isco” Alarcón
4-3 – Nuno Mendes
Álvaro Morata permitiu a defesa a Diogo Costa
5-3 – Rúben Neves

Árbitro – Sandro Schärer (Suíça)

Allianz Arena, Munique – Alemanha

Portugal sagra-se vencedor da 4.ª edição da Liga das Nações, conquistando o troféu pela segunda vez!

Defrontando a que será, porventura, melhor selecção mundial da actualidade, por duas vezes a equipa portuguesa esteve em desvantagem no marcador, por duas vezes teve a coragem necessária para repor a igualdade.

Entrando em campo com um desenho táctico pouco ortodoxo, com a novidade de mais um lateral direito improvisado (João Neves!), procurando tirar partido da aposta na irreverência de Francisco Conceição, a selecção nacional tinha um tesouro que brilharia com maior fulgor nesta Final, numa sensacional exibição de Nuno Mendes.

A turma portuguesa, atrevida, logo de entrada procurou apropriar-se do jogo, mas rapidamente a Espanha assumiria as rédeas, dominando na zona nevrálgica, e instalando-se no meio campo contrário, começando a dar a ideia que poderia chegar ao golo, o que sucederia cumpridos os primeiros vinte minutos, beneficiando de uma sucessão de ressaltos.

A equipa nacional teria, então, a felicidade de, antes de poder reequilibrar a contenda em termos de futebol jogado, chegar, de pronto, ao empate, num raid fulminante de Nuno Mendes, que marcou pela primeira vez ao serviço da selecção.

A Espanha não desarmou, e Nico Williams, com várias investidas pelo flanco esquerdo, ia colocando a “cabeça em água” a João Neves, sem as rotinas posicionais necessárias a um bom desempenho, de forma a travar um extremo tão versátil.

Mas seria até pelo lado direito que, mesmo à beira do intervalo, a formação espanhola se recolocaria em vantagem, aproveitando alguma desconcentração portuguesa, reclamando uma falta sobre Bernardo Silva. O resultado ao intervalo ajustava-se ao rendimento apresentado pelas duas equipas.

No reatar da partida Roberto Martínez rectificou posições, sacrificando João Neves, dando lugar a Nélson Semedo, ao mesmo tempo que procurava reforçar o meio-campo, com a entrada de Rúben Neves. As alterações promovidas pareciam fazer sentido, mas, em termos práticos, não davam resultados, no que respeita a uma tomada de controlo pela equipa portuguesa, que continuava muito pressionada.

Até que, ao passar da hora de jogo, libertou-se (de novo) o génio de Nuno Mendes – que, tendo tido de lidar, face a face, com a grande promessa (já certeza) espanhola, Lamine Yamal, ia levando claramente a melhor, em termos defensivos –, conseguindo esquivar-se ao rival directo, e “ligando o turbo”, em direcção à área, com a bola a chegar a Cristiano Ronaldo, que, com frieza, não perdoaria, fazendo o 2-2.

Até final do tempo regulamentar, a Espanha, forçada a mostrar respeito pelo adversário, refreou a tomada de risco, em contraponto à tentativa portuguesa de explorar também o “diabo à solta”, Rafael Leão, mas o resultado estava feito e não se alteraria.

Numa boa exibição da equipa nacional, este era já o sexto empate entre as duas selecções, nos últimos sete encontros!

Portugal parecia denotar maior frescura e superioridade anímica para o prolongamento, agora com Nuno Mendes e Rafael Leão a constituírem ameaças que a Espanha não podia menorizar. Faltaria, então, eficácia – sobretudo na primeira parte do prolongamento – para que a selecção portuguesa tivesse marcado e pudesse ganhar o jogo.

Na segunda metade desse tempo extra, a conjugação da fadiga que se ia avolumando, de parte a parte, com o receio de perder, fez com que não houvesse soberanas ocasiões de golo para qualquer lado.

O desempate da marca de grande penalidade tornara-se uma inevitabilidade, e, sendo sempre de desfecho contingente, prometia favorecer a equipa portuguesa. E assim seria: com todas as sete primeiras tentativas concretizadas com sucesso, bastaria a decisiva defesa de Diogo Costa, a remate de Morata, para proporcionar a Rúben Neves a oportunidade de materializar a festa, o que, com grande serenidade, confirmaria, completando o pleno de (cinco) golos de Portugal.

Depois do Campeonato da Europa de 2016, e da Liga das Nações de 2019, a selecção de Portugal conquista o seu terceiro grande troféu a nível internacional. Nuno Mendes ( o “homem do jogo”), João Neves, Vitinha e Gonçalo Ramos viveram a melhor semana das suas vidas a nível desportivo: depois de, no passado Sábado, se terem sagrado Campeões Europeus de clubes, conquistaram, este Domingo – por curiosidade, no mesmo mítico Estádio, em Munique –, a Liga das Nações.

8 Junho, 2025 at 10:32 pm Deixe um comentário

Alemanha – França – Liga das Nações da UEFA – 3.º/4.º lugar

AlemanhaFrança0-2

Alemanha Marc-André ter Stegen, Joshua Kimmich, Jonathan Tah, Robin Koch, David Raum (65m – Maximilian Mittelstädt), Pascal Groß (73m – Thilo Kehrer), Leon Goretzka (65m – Tom Bischof), Nick Woltemade (45m – Deniz Undav), Florian Wirtz, Karim-David Adeyemi (78m – Serge Gnabry) e Niclas Füllkrug

França França – Mike Maignan, Malo Gusto, Loïc Badé, Lucas Hernández, Lucas Digne, Aurélien Tchouaméni (68m – Emmanuel “Manu” Koné), Adrien Rabiot, Randal Kolo Muani (68m – Désiré Doué), Rayan Cherki (68m – Michael Olise), Marcus Thuram (90m – Mattéo Guendouzi) e Kylian Mbappé

0-1 – Kylian Mbappé – 45m
0-2 – Michael Olise – 84m

Cartões amarelos – David Raum (29m), Karim-David Adeyemi (35m) e Jonathan Tah (61m); Lucas Digne (12m) e Lucas Hernández (61m)

Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)

Stuttgart Arena, Stuttgart – Alemanha

8 Junho, 2025 at 4:38 pm Deixe um comentário

Espanha – França – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais

EspanhaFrança5-4

Espanha Espanha – Unai Simón, Pedro Porro, Robin Le Normand (77m – Daniel Vivian), Dean Huijsen, Marc Cucurella, Mikel Merino (90m – Pablo Gavira “Gavi”), Martín Zubimendi, Pedro “Pedri” González (64m – Fabián Ruiz), Lamine Yamal, Mikel Oyarzabal (77m – Samuel “Samu” Omorodion) e Nicholas “Nico” Williams (64m – Dani Olmo)

França França – Mike Maignan, Pierre Kalulu (63m – Malo Gusto), Ibrahima Konaté, Clément Lenglet (72m – Lucas Hernández), Theo Hernández, Emmanuel “Manu” Koné, Adrien Rabiot, Ousmane Dembélé (76m – Randal Kolo Muani), Michael Olise (63m – Rayan Cherki), Désiré Doué (63m – Bradley Barcola) e Kylian Mbappé

1-0 – Nicholas “Nico” Williams – 22m
2-0 – Mikel Merino – 25m
3-0 – Lamine Yamal (pen.) – 54m
4-0 – Pedro “Pedri” González – 55m
4-1 – Kylian Mbappé (pen.) – 59m
5-1 – Lamine Yamal – 67m
5-2 – Rayan Cherki – 79m
5-3 – Daniel Vivian (p.b.) – 84m
5-4 – Randal Kolo Muani – 90m

Cartões amarelos – Lamine Yamal (33m) e Pablo Gavira “Gavi” (90m); Adrien Rabiot (51m), Theo Hernández (82m), Randal Kolo Muani (90m) e Emmanuel “Manu” Koné (90m)

Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)

Stuttgart Arena, Stuttgart – Alemanha

Um resultado de 4-0 aos dez minutos da segunda parte pode induzir em erro, levando a pensar que “os números dizem tudo”, isto é, que o desafio teria sido um passeio para a Espanha, num jogo de “sentido único”.

Mas não foi bem assim, desde logo porque a França até teve uma melhor entrada, assumindo a iniciativa; porém, a eficácia espanhola foi tremenda, marcando dois golos num curto intervalo de três minutos, entre os 22 e os 25. O que repetiria, no tal arranque de segunda parte, com mais outros dois tentos, desta feita em minutos consecutivos.

Quando Mbappé, logo de seguida, reduziu para 1-4, o mais normal seria pensar-se que a França tinha obtido o seu “ponto de honra”. Até porque, pouco tempo decorrido, a Espanha voltava a colocar o marcador numa diferença de quatro golos a seu favor.

A partir daí, é difícil perceber se foi a Espanha que relaxou – desde logo com as saídas de Pedri e Nico Williams, porventura já uma gestão para a Final – ou se não conseguiu então encontrar antídoto para suster a “louca cavalgada” francesa, que, depois de chegar ao 3-5, terá acreditado, o que reforçou com o 4-5, que, contudo, chegaria já tarde demais.

Num jogo frenético – em que houve de tudo, com um penalty para cada lado, um auto-golo e evolução completamente atípica do marcador –, e depois de ter ficado a sensação de que a Espanha dominara a seu bel-prazer, a ideia final que perdura foi a de que, com mais alguns minutos, a França teria conseguido mesmo completar o que seria, a todos os níveis, uma recuperação verdadeiramente épica.

Que os ataques se superiorizaram claramente às defesas não restam dúvidas; o que ficou por esclarecer foi se as fragilidades defensivas evidenciadas de parte a parte serão sistémicas – no caso da equipa espanhola, como que emulando a forma de jogar do Barcelona nesta temporada –, ou de índole pontual/casual.

Em qualquer caso, Portugal terá perfeita noção de que não encontrará facilidades no Domingo, numa aliciante Final ibérica…

5 Junho, 2025 at 10:04 pm Deixe um comentário

Alemanha – Portugal – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais

AlemanhaPortugal1-2

Alemanha Marc-André ter Stegen, Jonathan Tah, Robin Koch, Waldemar Anton (71m – Felix Nmecha), Joshua Kimmich, Aleksandar Pavlović (71m – Karim-David Adeyemi), Leon Goretzka, Maximilian Mittelstädt (60m – Robin Gosens), Leroy Sané (60m – Serge Gnabry), Florian Wirtz e Nick Woltemade (60m – Niclas Füllkrug)

Portugal Diogo Costa, João Neves (58m – Nélson Semedo), Rúben Dias, Gonçalo Inácio, Nuno Mendes, Rúben Neves (58m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Bernardo Silva, Francisco Trincão (58m – Francisco Conceição), Bruno Fernandes, Pedro Neto (83m – Diogo José “Jota”) e Cristiano Ronaldo (90m – João Palhinha)

1-0 – Florian Wirtz – 48m
1-1 – Francisco Conceição – 63m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 68m

Cartões amarelos – Jonathan Tah (80m), Florian Wirtz (84m) e Niclas Füllkrug (85m); Roberto Martínez (Treinador – 52m), Rúben Neves (52m) e Rúben Dias (85m)

Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)

Allianz Arena, Munique – Alemanha

Desta vez nem sequer se terá tratado da velha máxima de um jogo com duas partes distintas. Porque, de facto, o que fez mudar a configuração do embate foi, na sequência do golo da Alemanha, a alteração promovida por Roberto Martínez, com as substituições operadas já próximo da hora de jogo, e que tão rapidamente frutificaria.

Com a “cabeça no cepo” (começaram a avolumar-se os rumores de que não resistirá, sequer, até à fase de qualificação para o Mundial, perante o perfilar de candidatos à sua sucessão, em especial, José Mourinho e Jorge Jesus), Martínez fez alinhar um “onze” inesperado e dificilmente compreensível, desde logo, com o relegar de Vitinha para o banco; e, acrescendo à estranheza, a colocação de João Neves como lateral direito…

Com um histórico muito desfavorável, surgindo a Alemanha como uma espécie de “papão”, as sensações não eram muito boas, não se antecipando que a estratégia pudesse resultar.

E, de facto, tal foi-se confirmando em campo, com a equipa portuguesa a evidenciar muitas dificuldades para chegar ao último terço do terreno, sem conseguir “ter bola”, vendo-se compelida a procurar explorar a profundidade (sobretudo a velocidade de Pedro Neto, que, um par de vezes, enfrentou o guardião contrário), enquanto a formação germânica se assenhoreava do jogo, e, à medida que o tempo ia avançando, ameaçava crescentemente a baliza de Diogo Costa, colocado à prova em duas ocasiões, a que deu notável resposta.

O nulo subsistiria até ao intervalo, mas, logo no recomeço, a Alemanha chegava mesmo ao golo, como, já há algum tempo, se podia ir antevendo.

Decorrendo talvez de uma alteração a nível mental, após ter alcançado a vantagem, e/ou incapaz de se adaptar às mudanças de posicionamento da equipa portuguesa, a turma da casa como que desapareceu do jogo, de forma algo inusitada. Em contraponto, sobressairiam as individualidades portuguesas.

Sob a batuta de Vitinha, com Nuno Mendes a dinamitar a organização contrária, Francisco Conceição – entrado em campo há cinco minutos –, inspirado decerto pelo “hat-trick” apontado pelo pai, há 25 anos (na, até agora, última vitória portuguesa), encheu-se de confiança, e, depois de ganhar posição, internando-se no terreno, visou a baliza, com um remate de longe, bem colocado, que resultou no golo do empate.

Apenas mais cinco minutos volvidos, outra jogada rápida, em que se destaca a brilhante arrancada de Nuno Mendes, Cristiano Ronaldo – em posição no limite do “fora de jogo” – surgiria isolado frente ao guardião contrário, não vacilando, conseguindo dar a melhor sequência ao lance, fazendo anichar a bola no fundo das redes. Portugal operava uma sensacional reviravolta, passando a ganhar por 2-1.

Até final, com a Alemanha, necessariamente, a procurar assumir maior risco, em busca de, pelo menos, restabelecer a igualdade, a equipa portuguesa, beneficiando de mais espaços, podia ter inclusivamente sentenciado o desfecho, com um terceiro golo, não fora duas incríveis paradas de ter Stegen, a remates, quase à “queima roupa”, de Diogo Jota e Francisco Conceição.

Alcançando um êxito com o seu quê de inesperado, frente a um adversário poderoso, e em reduto alheio, e mais, da forma convincente como foi obtido, Roberto Martínez terá conseguido, para já, afastar o “fantasma” do despedimento. Mas continuará a ser-lhe exigido muito, agora ante um outro rival, ainda mais temível, na que será apenas a quarta final da história da principal selecção portuguesa (depois de 2004, 2016 e 2019).

4 Junho, 2025 at 10:04 pm Deixe um comentário

Provas Europeias – Rankings actualizados – 2025

31 Maio, 2025 at 11:30 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Final – Paris Saint-Germain – Inter

Paris St.-GermainParis St.-Germain – Gianluigi Donnarumma, Achraf Hakimi, Marcos Corrêa “Marquinhos”, Willian Pacho, Nuno Mendes (78m – Lucas Hernández), João Neves (84m – Warren Zaïre-Emery), Vítor Ferreira “Vitinha”, Fabián Ruiz (84m – Senny Mayulu), Désiré Doué (66m – Bradley Barcola), Ousmane Dembélé e Khvicha Kvaratskhelia (84m – Gonçalo Ramos)

InterInter – Yann Sommer, Benjamin Pavard (53m – Yann Bisseck) (62m – Matteo Darmian), Francesco Acerbi, Alessandro Bastoni, Denzel Dumfries, Nicolò Barella, Hakan Çalhanoğlu (70m – Kristjan Asllani), Henrikh Mkhitaryan (62m – Carlos Augusto), Federico Dimarco (53m – Nicola Zalewski), Marcus Thuram e Lautaro Martínez

1-0 – Achraf Hakimi – 12m
2-0 – Désiré Doué – 20m
3-0 – Désiré Doué – 63m
4-0 – Khvicha Kvaratskhelia – 73m
5-0 – Senny Mayulu – 86m

Cartões amarelos – Désiré Doué (65m) e Achraf Hakimi (90m); Nicola Zalewski (56m), Simone Inzaghi (Treinador – 58m), Marcus Thuram (69m) e Francesco Acerbi (71m)

Árbitro – István Kovács (Roménia)

Allianz Arena, Munique – Alemanha

Foi um jogo praticamente “sem história” – na Final com o resultado mais desnivelado de sempre –, tal a supremacia manifestada pelo Paris Saint-Germain, que dominou de princípio a fim, não dando hipótese de resposta ao Inter.

Cedo se tendo colocado em vantagem, o 2-0, à passagem dos vinte minutos, sentenciou o desfecho da partida, com a equipa construída por Luis Enrique a evidenciar um notável sentido de colectivo, qual orquestra perfeitamente afinada, sob a batuta, dentro de campo, do “maestro” Vitinha, a jogar e a fazer jogar (fica na retina a sua magistral intervenção no terceiro golo, a iniciar o lance, ainda no seu meio-campo, para, mais à frente, fazer um passe “açucarado”, para o jovem talento Doué “encostar” para o golo).

Uma equipa com um relevante contingente português: desde logo, a nível directivo, Luís Campos, mas, também, no “onze inicial” de titulares, com Nuno Mendes, João Neves e Vitinha; tendo ainda Gonçalo Ramos sido o “quarto mosqueteiro”, dispondo de alguns minutos de jogo para saborear também a vitória.

O Inter terá, necessariamente, estado abaixo do seu potencial, mas, em qualquer caso, teria sempre dificuldades para poder contrariar a forte dinâmica vitoriosa da equipa francesa, que, tendo arrancado muito mal na fase de “Liga” (derrotas com o Arsenal, At. Madrid e Bayern, para além de empate caseiro com o PSV, entre a 2.ª e a 5.ª jornadas), arrancou para uma demolidora fase a eliminar (já depois de derrotar o Manchester City na penúltima ronda), afastando, sucessivamente, o Brest (com um agregado de 10-0!), e, depois, num encadeamento extraordinário, o Liverpool, Aston Villa e… Arsenal.

Há 63 anos (desde os 5-3 do Benfica ao Real Madrid, em 1962) que uma equipa não marcava cinco golos na Final da prova; nunca antes o Campeão Europeu ganhara por mais de quatro golos (4-0 no AC Milan-Barcelona, em 1994; no AC Milan-Steaua, em 1989; e no Bayern-At. Madrid, no desempate de 1974; e 7-3 no Real Madrid-Eintracht Frankfurt, de 1960)!

A lista de vencedores, nas 70 edições já disputadas da competição (sob as designações de Taça dos Campeões Europeus e, desde 1992-93, Liga dos Campeões), passou a ser assim ordenada:

  • Real Madrid – 15 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17, 2017-18, 2021-22 e 2023-24)
  • AC Milan – 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
  • Liverpool – 6 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84, 2004-05 e 2018-19)
  • Bayern München – 6 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01, 2012-13 e 2019-20)
  • Barcelona – 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
  • Ajax – 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
  • Inter – 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
  • Manchester United – 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
  • Benfica – 2 (1960-61 e 1961-62)
  • Nottingham Forest – 2 (1978-79 e 1979-80)
  • Juventus – 2 (1984-85 e 1995-96)
  • FC Porto – 2 (1986-87 e 2003-04)
  • Chelsea – 2 (2011-12 e 2020-21)
  • Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); Manchester City (2022-23); e Paris Saint-Germain (2024-25).

31 Maio, 2025 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Conferência – Final – Betis – Chelsea

O Chelsea venceu por categórica marca de 4-1, frente ao Betis, na Final da “Liga Conferência”, esta noite disputada em Wroclaw (Polónia), com golos apontados por Enzo Fernández, Nicolas Jackson, Jadon Sancho e Moisés Caicedo (tendo o golo do Betis sido marcado por Abdessamad “Abde” Ezzalzouli, a abrir o marcador, com a vantagem da equipa espanhola a subsistir até aos 65 minutos).

O clube londrino passa a ser o primeiro a ter conquistado todas as cinco principais competições da UEFA: Liga dos Campeões (2011-12 e 2020-21); Taça dos Vencedores de Taças (1970-71 e 1997-98); Liga Europa (2012-13 e 2018-19); Supertaça Europeia (1998 e 2021); e, agora, a Liga Conferência (2024-25). o Chelsea sagrou-se também “Campeão do Mundo” em 2022 (tendo batido, na Final, o Palmeiras).

Após a disputa de quatro edições da “Liga Conferência”, passamos a ter a seguinte lista de vencedores:

  • 2021-22 – Roma
  • 2022-23 – West Ham
  • 2023-24 – Olympiacos
  • 2024-25 – Chelsea

28 Maio, 2025 at 9:54 pm Deixe um comentário

Taça de Portugal – Palmarés

          Vencedor Finalista   Épocas (Vencedor / Finalista)

Benfica        26     13   1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49;
                           1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55;
                           1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64;
                           1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80;
                           1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86;
                           1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04;
                           2013-14; 2016-17
                           1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71;
                           1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97;
                           2004-05; 2012-13; 2019-20; 2020-21;
                           2024-25
FC Porto       20     14   1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77;
                           1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94;
                           1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03;
                           2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11;
                           2019-20; 2021-22; 2022-23; 2023-24
                           1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64;
                           1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83;
                           1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08;
                           2015-16; 2018-19
Sporting       18     13   1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48;
                           1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73;
                           1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95;
                           2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15;
                           2018-19; 2024-25
                           1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70;
                           1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94;
                           1995-96; 1999-00; 2011-12; 2017-18;
                           2023-24
Boavista        5      1   1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92;
                           1996-97/ 1992-93
V. Setúbal      3      7   1964-65; 1966-67; 2004-05
                           1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66
                           1967-68; 1972-73; 2005-06
Belenenses      3      5   1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40
                           1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07
Sp. Braga       3      5   1965-66; 2015-16; 2020-21/ 1976-77; 
                           1981-82; 1997-98; 2014-15; 2022-23
Académica       2      3   1938-39; 2011-12
                           1950-51; 1966-67; 1968-69
V. Guimarães    1      6   2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76;
                           1987-88; 2010-11; 2016-17
Leixões         1      1   1960-61/ 2001-02
Beira-Mar       1      1   1998-99/ 1990-91
E. Amadora      1      -   1989-90
D. Aves         1      -   2017-18
Atlético        -      2   1945-46; 1948-49
Marítimo        -      2   1994-95; 2000-01
Rio Ave         -      2   1983-84; 2013-14
Estoril         -      1   1943-44
Olhanense       -      1   1944-45
Torreense       -      1   1955-56
Covilhã         -      1   1956-57
Farense         -      1   1989-90
Campomaiorense  -      1   1998-99
U. Leiria       -      1   2002-03
Paços Ferreira  -      1   2008-09
Chaves          -      1   2009-10
Tondela         -      1   2021-22

25 Maio, 2025 at 10:38 pm Deixe um comentário

Finais da Taça de Portugal

Edição    Época     Vencedor      Finalista        Resultado
LXXXV    2024-25   Sporting      Benfica         3-1 (a.p.)
LXXXIV   2023-24   FC Porto      Sporting        2-1 (a.p.)
LXXXIII  2022-23   FC Porto      Sp. Braga       2-0
LXXXII   2021-22   FC Porto      Tondela         3-1
LXXXI    2020-21   Sp. Braga     Benfica         2-0
LXXX     2019-20   FC Porto      Benfica         2-1
LXXIX    2018-19   Sporting      FC Porto        2-2 (5-4 gp)
LXXVIII  2017-18   D. Aves       Sporting        2-1
LXXVII   2016-17   Benfica       V. Guimarães    2-1
LXXVI    2015-16   Sp. Braga     FC Porto        2-2 (4-2 gp)
LXXV     2014-15   Sporting      Sp. Braga       2-2 (3-1 gp)
LXXIV    2013-14   Benfica       Rio Ave         1-0
LXXIII   2012-13   V. Guimarães  Benfica         2-1
LXXII    2011-12   Académica     Sporting        1-0
LXXI     2010-11   FC Porto      V. Guimarães    6-2
LXX      2009-10   FC Porto      Chaves          2-1
LXIX     2008-09   FC Porto      Paços Ferreira  1-0
LXVIII   2007-08   Sporting      FC Porto        2-0 (a.p.)
LXVII    2006-07   Sporting      Belenenses      1-0
LXVI     2005-06   FC Porto      V. Setúbal      1-0
LXV      2004-05   V. Setúbal    Benfica         2-1
LXIV     2003-04   Benfica       FC Porto        2-1 (a.p.)
LXIII    2002-03   FC Porto      U. Leiria       1-0
LXII     2001-02   Sporting      Leixões         1-0
LXI      2000-01   FC Porto      Marítimo        2-0
LX       1999-00   FC Porto      Sporting        1-1  2-0
LIX      1998-99   Beira-Mar     Campomaiorense  1-0
LVIII    1997-98   FC Porto      Sp. Braga       3-1
LVII     1996-97   Boavista      Benfica         3-2
LVI      1995-96   Benfica       Sporting        3-1
LV       1994-95   Sporting      Marítimo        2-0
LIV      1993-94   FC Porto      Sporting        2-1 (a.p.)
LIII     1992-93   Benfica       Boavista        5-2
LII      1991-92   Boavista      FC Porto        2-1
LI       1990-91   FC Porto      Beira-Mar       3-1 (a.p.)
L        1989-90   E. Amadora    Farense         1-1  2-0
XLIX     1988-89   Belenenses    Benfica         2-1
XLVIII   1987-88   FC Porto      V. Guimarães    1-0
XLVII    1986-87   Benfica       Sporting        2-1
XLVI     1985-86   Benfica       Belenenses      2-0
XLV      1984-85   Benfica       FC Porto        3-1
XLIV     1983-84   FC Porto      Rio Ave         4-1
XLIII    1982-83   Benfica       FC Porto        1-0
XLII     1981-82   Sporting      Sp. Braga       4-0
XLI      1980-81   Benfica       FC Porto        3-1
XL       1979-80   Benfica       FC Porto        1-0
XXXIX    1978-79   Boavista      Sporting        1-1  1-0
XXXVIII  1977-78   Sporting      FC Porto        1-1  2-1
XXXVII   1976-77   FC Porto      Sp. Braga       1-0
XXXVI    1975-76   Boavista      V. Guimarães    2-1
XXXV     1974-75   Boavista      Benfica         2-1
XXXIV    1973-74   Sporting      Benfica         2-1 (a.p.)
XXXIII   1972-73   Sporting      V. Setúbal      3-2
XXXII    1971-72   Benfica       Sporting        3-2 (a.p.)
XXXI     1970-71   Sporting      Benfica         4-1
XXX      1969-70   Benfica       Sporting        3-1
XXIX     1968-69   Benfica       Académica       2-1 (a.p.)
XXVIII   1967-68   FC Porto      V. Setúbal      2-1
XXVII    1966-67   V. Setúbal    Académica       3-2 (a.p.)
XXVI     1965-66   Sp. Braga     V. Setúbal      1-0
XXV      1964-65   V. Setúbal    Benfica         3-1
XXIV     1963-64   Benfica       FC Porto        6-2
XXIII    1962-63   Sporting      V. Guimarães    4-0
XXII     1961-62   Benfica       V. Setúbal      3-0
XXI      1960-61   Leixões       FC Porto        2-0
XX       1959-60   Belenenses    Sporting        2-1
XIX      1958-59   Benfica       FC Porto        1-0
XVIII    1957-58   FC Porto      Benfica         1-0
XVII     1956-57   Benfica       Sp. Covilhã     3-1
XVI      1955-56   FC Porto      Torreense       2-0
XV       1954-55   Benfica       Sporting        2-1
XIV      1953-54   Sporting      V. Setúbal      3-2
XIII     1952-53   Benfica       FC Porto        5-0
XII      1951-52   Benfica       Sporting        5-4
XI       1950-51   Benfica       Académica       5-1
X        1948-49   Benfica       Atlético        2-1
IX       1947-48   Sporting      Belenenses      3-1
VIII     1945-46   Sporting      Atlético        4-2
VII      1944-45   Sporting      Olhanense       1-0
VI       1943-44   Benfica       Estoril         8-0
V        1942-43   Benfica       V. Setúbal      5-1
IV       1941-42   Belenenses    V. Guimarães    2-0
III      1940-41   Sporting      Belenenses      4-1
II       1939-40   Benfica       Belenenses      3-1
I        1938-39   Académica     Benfica         4-3

25 Maio, 2025 at 10:37 pm

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