Posts filed under ‘Cultura, Artes e Letras’

CUBO MÁGICO PERFEITO (IV)

Eis então o desenho do “cubo mágico perfeito”, imaginando a sobreposição de 5 planos horizontais:

1º plano (topo):

2º plano:

3º plano (intermédio):

4º plano:

5º plano (base):

Poderá facilmente confirmar-se que (para além das 25 linhas e das 25 colunas…) também as 25 “pilhas” verticais somam (cada uma delas) o total de 315:

Pilha 1: 25 + 91 + 47 + 31+ 121 = 315
Pilha 2: 16 + 77 + 61 + 53 + 108 = 315
Pilha 3: 80 + 71 + 45 + 112 + 7 = 315
Pilha 4: 104 + 6 + 76 + 109 + 20 = 315
Pilha 5: 90 + 70 + 86 + 10 + 59 = 315

Pilha 13: 85 + 21 + 63 + 105 + 41 = 315

Pilha 25: = 5 + 95 + 79 + 35 + 101 = 315

31 Agosto, 2005 at 8:41 am Deixe um comentário

CUBO MÁGICO PERFEITO (III)

As 25 colunas “mágicas”, somando (cada uma delas) 315:

    6     7    10    16    20    25    31    45    47    53    59    61
   69   122   100    98   125   115    12    38   107    82    11    43
  123    41    96   111   124    42   103    63    89     3    84    68
   44    99    74    72    24    66   113    88    32    57    60    93
   73    46    35    18    22    67    56    81    40   120   101    50
  315   315   315   315   315   315   315   315   315   315   315   315

70 71 76 77 80 86 90 91 104 108 109 112 121 13 117 33 64 4 94 97 52 1 28 87 34 29 23 21 58 118 85 37 75 30 2 15 8 105 51 114 92 83 39 27 19 48 26 102 54 62 9 78 95 14 65 17 119 79 5 116 106 110 49 55 36 315 315 315 315 315 315 315 315 315 315 315 315 315

30 Agosto, 2005 at 1:43 pm Deixe um comentário

CUBO MÁGICO PERFEITO (II)

As 25 linhas “mágicas”, somando (cada uma delas) 315:

 12	 82	 34	 87	100	315
25 16 80 104 90 315
26 39 92 44 114 315
29 28 122 125 11 315
30 118 21 123 23 315
31 53 112 109 10 315
32 93 88 83 19 315
36 110 46 22 101 315
40 50 81 65 79 315
42 111 85 2 75 315
47 61 45 76 86 315
51 15 41 124 84 315
52 64 117 69 13 315
56 120 55 49 35 315
66 72 27 102 48 315
67 18 119 106 5 315
78 54 99 24 60 315
89 68 63 58 37 315
91 77 71 6 70 315
103 3 105 8 96 315
107 43 38 33 94 315
113 57 9 62 74 315
115 98 4 1 97 315
116 17 14 73 95 315
121 108 7 20 59 315

29 Agosto, 2005 at 12:34 pm Deixe um comentário

“EQUADOR PASSA EM S. TOMÉ E PRÍNCIPE"

O livro “Equador” foi o tema da primeira entrada deste blogue; foi tal o entusiasmo com que li o romance que, logo aquando da sua publicação, senti um irreprimível impulso a escrever sobre ele, a divulgá-lo, recomendando-o a todos como uma obra imperdível. Miguel Sousa Tavares tem todos os motivos para sentir orgulho do seu trabalho e pretender preservá-lo.

A companhia de teatro “Fatias de Cá” (criada em Tomar em 1979), grupo de grande humildade, onde “todos fazem de tudo”, utilizando de uma forma interactiva o património construído (de que é exemplo o Convento de Cristo) e paisagístico, tem já uma longa história de labor em prol da descentralização de acções culturais, tendo levado à cena, entre muitos outros espectáculos, obras como T de Lempicka, O Nome da Rosa, Rapariga com brinco de pérola, Diálogo das Compensadas, Tempestade, Sonho de uma noite de Verão e A Flauta Mágica, de autores que vão de Karl Valentim a Choderlos de Laclos, passando por Dario Fo, Frati, Gil Vicente, Yourcenar, Shakespeare, Lorca, Mozart.

Desde há meses que o grupo desenvolvia o projecto de levar à cena o romance “Equador”, teatralização da obra de Miguel Sousa Tavares, o que, necessariamente, seria do conhecimento do autor.

Um mês antes da estreia, o autor não permitiu a adaptação teatral do seu romance.

Dado o investimento já realizado, nomeadamente em adereços e guarda-roupa de época, decidiu o grupo criar uma nova história, passada no mesmo local e época – e, obviamente, com uma temática comum à do livro – a que deu o título “EQUADOR passa em S. Tomé e Príncipe”, em cena de 19 de Agosto a 4 de Setembro, às Sextas, Sábados e Domingos, às 19h18, no Parque Ambiental de Constância.

Sendo admirador do trabalho de ambas as partes, não poderia deixar de expressar o meu sincero lamento por esta situação.

É pena que Miguel Sousa Tavares não tenha permitido a adaptação teatral da sua obra; é minha firme convicção que todos teríamos a ganhar com isso: autor, leitores, companhia de teatro e espectadores.

Não terá agido correctamente o “Fatias de Cá”; a adaptação “forçada” a que recorreu não deixará de ser apercebida como uma forma de oportunismo, eventualmente com consequências a nível jurídico, dada a possível alegação de plágio.

Mas tal como considero que o “Fatias de Cá” não tomou a decisão correcta, não posso também concordar com aqueles que, ignorando o percurso da companhia e o seu notável papel ao nível da promoção do desenvolvimento cultural de uma região, pretendam, mesmo que involuntariamente, arrastar o seu nome para a “lama”.

29 Agosto, 2005 at 8:40 am 1 comentário

CUBO MÁGICO PERFEITO (I)

No regresso de férias e numa altura em que estão tão em voga os passatempos “Su Doku”, será oportuno falar aqui esta semana de um “Cubo Mágico”, em que a “perfeição” foi atingida, dado que não será possível fazer melhor!…

Com base numa regra aritmética simples, a de que a soma dos números integrantes de uma linha, coluna ou diagonal deverá ser constante, desde 1640 que se procurava o “cubo mágico perfeito de ordem 5” (5 casas de altura, de largura e de profundidade, ou seja 125 células, incluindo todos os números, de 1 a 125), o mais pequeno (e portanto, mais difícil!) que é possível concretizar (não é possível construir um cubo de ordem 2 com os números de 1 a 8; os cubos de ordem 3 não são perfeitos; é impossível construir um cubo de ordem 4).

Apenas em 2003 seria descoberta a sua composição perfeita, pelo engenheiro informático Christian Boyer e pelo professor de matemática Walter Trump.

Adicionando-se os 5 números de qualquer uma das 25 linhas, das 25 colunas, das 25 “pilhas”, das 4 grandes diagonais ou até mesmo de cada uma das 30 pequenas diagonais presentes nos 15 quadrados paralelos às faces do cubo – ou seja, num total de 109 combinações possíveis… –, o resultado será sempre igual a 315!

O ponto central deste cubo perfeito será naturalmente o número 63 (semi-soma de 1 e 125).

28 Agosto, 2005 at 10:02 pm 9 comentários

50 FILMES PARA JOVENS

Uma lista de 50 filmes que os jovens (até aos 14 anos) “deveriam ver”:

1. Spirited Away (2001)
2. The Wizard of Oz (1939)
3. Les Quatre Cents Coups (1959)
4. The Night of the Hunter (1955)
5. Where is My Friend’s House? (1987)
6. Show Me Love (1998)
7. Toy Story (1995)
8. E.T. the Extra-Terrestrial (1982)
9. Bicycle Thieves (1948)
10. Kes (1969)

A lista completa, aqui.

(uma selecção do British Film Institute, via Días Estranhos)

5 Agosto, 2005 at 1:42 pm 1 comentário

BALLET GULBENKIAN

Num fim de semana de “despedidas”, a Companhia de Bailado da Fundação Gulbenkian fez hoje a sua última actuação.

Depois do “fim” de “A Capital” e de “O Comércio do Porto”, a extinção desta Companhia faz com que a cultura em Portugal fique ainda um pouco mais pobre…

P. S. Os jornalistas de “O Comércio do Porto” criaram entretanto um “blogue”, onde vão escrevendo “o que lhes vai na alma”.

P. P. S. Também os jornalistas de “A Capital” criaram o seu “blogue”.

31 Julho, 2005 at 9:58 pm

MACAU – PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE

“A UNESCO aprovou esta sexta-feira a inclusão de zonas históricas de Macau na lista de Património Mundial da Humanidade, numa decisão tomada na reunião que decorre em Durban, na África do Sul, revelou fonte oficial.

Do Largo da Barra, onde está situado o Templo de A-Má, a deusa protectora dos pescadores e da cidade, passando pelo Largo do Lilau, junto ao qual se ergue a denominada Casa do Mandarim e que marca as recordações da comunidade macaense, seguindo pelo Largo de Santo Agostinho, do Senado, da Sé, S.Domingos e da Companhia de Jesus atravessamos parte da cidade marcada por construções chinesas misturadas com a traça europeia.

Essa influência europeia está vincada nas fachadas das igrejas como S. Lourenço ou São José.

Entre templos chineses, igrejas católicas, edifícios antigos, como o do Leal Senado, e fortalezas como o Quartel dos Mouros, a Fortaleza do Monte ou a Fortaleza da Guia, em redor da qual estavam situados alguns dos principais pontos de defesa da cidade, a história de Macau é revisitada e deixa à vista a evolução da cidade e convivência das culturas.

«O património histórico de Macau é produto único de mais de 400 anos de intercâmbio cultural entre o Mundo ocidental e a civilização chinesa», lê-se na apresentação da candidatura de Macau.

Segundo o documento, a candidatura macaense justifica-se porque o «património arquitectónico predominantemente de raiz portuguesa, ergue-se por entre construções de arquitectura tradicional chinesa no povoado histórico, evidenciando um notório contraste».

«Parte dos monumentos existentes constituem o grupo de monumentos arquitectónicos de raiz europeia mais antigo, mais completo e mais bem consolidado que ainda se mantém intacto em solo chinês», refere o texto da candidatura.”

Diário Digital/ Lusa

15 Julho, 2005 at 5:00 pm

EXPOGUADIANA

A “ExpoGuadiana”, a decorrer no Parque de Feiras e Exposições no Alandroal até ao próximo dia 10 de Julho, apresenta algumas mostras de fotografias, nomeadamente:

– Exposição “Arquitectura y Vida en la Frontera”, tendo por tema as paisagens e os estilos arquitectónicos da raia do Alentejo e da Extremadura espanhola;

– “Fotografias dos Moinhos do Guadiana no Concelho de Alandroal”;

– “Barcos e Redes de Pesca”.

Esta organização conta ainda com espectáculos musicais, nomeadamente com a participação, na quarta-feira (6 de Julho), do grupo galego de música celta Luar na Lubre, com a presença da sua vocalista, a portuguesa Sara Vidal.

A iniciativa contempla ainda um encontro de bandas filarmónicas, música tradicional da Extremadura espanhola, fados, festival luso-espanhol de folclore e um espectáculo que combina a dança sevilhana com a arte equestre.

4 Julho, 2005 at 1:55 pm

“ESPELHO MEU”

A partir de hoje e até 28 de Agosto, na Galeria 2 do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém, entre as 10 e as 19 horas (de Terça a Domingo), decorre a exposição “Espelho Meu“: uma mostra de mais de 1 000 imagens sobre Portugal existentes nos arquivos da Agência Magnum (França), muitas delas nunca expostas ou publicadas.

São fotografias captadas ao longo dos últimos 50 anos, num retrato histórico e cultural de Portugal, desde trabalhos de Henri Cartier-Bresson e Inge Morath nos anos 50, a imagens de Gilles Peress ou Guy Le Querrec sobre o período revolucionário, até às fotos mais recentes, de Martin Parr e Georgui Pinkhassov, entre outros.

O preço dos bilhetes é de 3,50 euros; para crianças até 12 anos ou grupos escolares, é de apenas 50 cêntimos.

1 Julho, 2005 at 12:30 pm

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