Archive for 3 Setembro, 2017

Hungria – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)

Hungria Hungria – Péter Gulácsi, Attila Fiola, Richárd Guzmics, Tamás Kádár, Mihály Korhut, Gergő Lovrencsics (78m – Roland Varga), Máté Pátkai, Ákos Elek (67m – Ádám Pintér), Balázs Dzsudzsák, Tamás Priskin e Márton Eppel (61m – Dániel Böde)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão (28m – Eliseu), Danilo Pereira, João Moutinho, Gelson Martins (63m – Bernardo Silva), João Mário, Cristiano Ronaldo e André Silva (86m – Ricardo Quaresma)

0-1 – André Silva – 48m

Cartões amarelos – Máté Pátkai (20m), Ákos Elek (45m), Balázs Dzsudzsák (82m) e Attila Fiola (89m); Cristiano Ronaldo (89m)

Cartão vermelho – Tamás Priskin (30m)

Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)

Num grupo que se revela bastante desequilibrado, com Suíça e Portugal a derrotarem todos os restantes adversários, a equipa portuguesa tinha esta noite (mais) um jogo crucial para as suas aspirações de qualificação directa.

Com a formação helvética, desde cedo a colocar-se em vantagem na Letónia, confirmava-se o que se antecipava já: a vitória portuguesa na Hungria era absolutamente imprescindível para manter o líder sob “mira”, à distância de três pontos, que poderão ser anulados no confronto directo.

Independentemente disso, a selecção nacional entrou em campo com boa atitude, de forma personalizada, assumindo o favoritismo que o seu estatuto de Campeão Europeu lhe confere, mas consciente dos riscos que esta deslocação acarretava.

Curiosamente, a uma meia hora inicial de supremacia lusa, seguir-se-ia, até final do primeiro tempo, e na sequência da expulsão de um jogador húngaro (cotovelada a Pepe), uma fase de grande dureza no jogo, sucessivamente interrompido, em consequência da elevada quantidade de faltas.

A jogar em superioridade numérica – mas, tendo sido expulso um avançado da Hungria, com a equipa da casa a manter a sua organização defensiva, acantonando-se -, Portugal necessitava manter “cabeça fria”, para não entrar numa toada de jogo precipitada, que só favoreceria o adversário.

Para o segundo tempo, a equipa vinha com essa orientação, de assentar o jogo, beneficiando do largo tempo que dispunha ainda; teria então a felicidade de chegar ao golo logo no terceiro minuto.

A partir daí, e até final, a equipa portuguesa oscilou sempre entre a ideia “racional” de prosseguir uma toada de jogo que lhe permitisse marcar novo golo e, assim, solidificar tão importante triunfo, e a pulsão mais “emocional”, de conservar a preciosa vantagem, minimizando o risco.

Tal dificultaria a fluidez do jogo português, para o que contribuía também o posicionamento da selecção húngara, sempre “especulativo”, na expectativa de um eventual erro para poder restabelecer o empate.

O conjunto português começaria então a gerir o tempo de jogo, trocando a bola à entrada do meio campo contrário, mas, paralelamente, deixando correr o tempo, subsistindo à mercê de um lance de contra-ataque rápido, ou de bola parada.

O maior “calafrio” chegaria mesmo já em tempo de compensação, com um desvio de cabeça, na área portuguesa, que Rui Patrício, com segurança, deteria, beneficiando também da sua imperfeita execução técnica.

Em síntese, com uma vitória justa, embora pudesse ter sido mais afirmativa, valeu o ultrapassar de mais um obstáculo de monta nesta caminhada para a fase final.

Somando o 7.º triunfo consecutivo, a selecção nacional necessitará, muito provavelmente, de chegar às nove vitórias, para confirmar o apuramento directo para o Mundial. Falta apenas a derradeira jornada dupla, em Outubro, com a deslocação a Andorra e a recepção à Suíça…

GRUPO B        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Suíça        8   8   -   -  18 - 3  24
2º Portugal     8   7   -   1  28 - 4  21
3º Hungria      8   3   1   4  11 - 9  10
4º I. Faroé     8   2   2   4   4 -15   8
5º Andorra      8   1   1   6   2 -17   4
6º Letónia      8   1   -   7   3 -18   3

8ª jornada

03.09.2017 – I. Faroé – Andorra – 1-0
03.09.2017 – Hungria – Portugal – 0-1
03.09.2017 – Letónia – Suíça – 0-3

(mais…)

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3 Setembro, 2017 at 9:37 pm Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 1ª jornada

CAMPEONATO DO MUNDO

Grupo A
03.09.17 – França – Itália – 2-6
03.09.17 – Portugal – Argentina – 2-5
04.09.17 – Argentina – França –
04.09.17 – Itália – Portugal –
05.09.17 – Argentina – Itália –
05.09.17 – Portugal – França –

1.º Itália e Argentina, 3; 3.º Portugal e França, 0

Grupo B
03.09.17 – Chile – Moçambique – 3-5
03.09.17 – Alemanha – Espanha – 2-8
04.09.17 – Moçambique – Alemanha –
04.09.17 – Espanha – Chile –
05.09.17 – Chile – Alemanha –
05.09.17 – Espanha – Moçambique –

1.º Espanha e Moçambique, 3; 3.º Chile e Alemanha, 0

“FIRS CUP”

Grupo A
03.09.17 – Macau – Colômbia – 0-15
03.09.17 – Áustria – África do Sul – 5-3
04.09.17 – Colômbia – Áustria –
04.09.17 – África do Sul – Macau –
05.09.17 – Colômbia – África do Sul –
05.09.17 – Macau – Áustria –

1.º Colômbia e Áustria, 3; 3.º África do Sul e Macau, 0

Grupo B
03.09.17 – Egipto – EUA – 4-2
03.09.17 – Angola – Holanda – 18-1
04.09.17 – Holanda – Egipto –
04.09.17 – EUA – Angola –
05.09.17 – EUA – Holanda –
05.09.17 – Angola – Egipto –

1.º Angola e Egipto, 3; 3.º EUA e Holanda, 0

“TAÇA CONFEDERAÇÃO”

03.09.17 – Taiwan – N. Zelândia – 6-5
03.09.17 – Índia – Austrália – 6-6
03.09.17 – Israel – Japão – 6-1
04.09.17 – N. Zelândia – Índia –
04.09.17 – Japão – Taiwan –
04.09.17 – Austrália – Israel –
05.09.17 – Israel – N. Zelândia –
05.09.17 – Índia – Taiwan –
05.09.17 – Japão – Austrália –
07.09.17 – N. Zelândia – Austrália –
07.09.17 – Taiwan – Israel –
07.09.17 – Índia – Japão –
08.09.17 – Japão – N. Zelândia –
08.09.17 – Austrália – Taiwan –
08.09.17 – Israel – Índia –

1.º Israel e Taiwan, 3; 3.º Austrália e Índia, 1; 5.º N. Zelândia e Japão, 0

3 Setembro, 2017 at 1:07 pm Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 2017

Tem hoje início, em Nanjing (China), a 43.ª edição do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, a partir deste ano disputado em novo sistema, integrado nos “Jogos Mundiais de Patinagem” da Federação Internacional de “Roller Sports” (FIRS), os quais englobam ainda provas de patinagem artística, “freestyle”, patins em linha, velocidade e “skateboarding”.

No novo modelo competitivo agora introduzido, os títulos mundiais serão disputados, numa primeira fase, por oito selecções, repartidas em dois grupos de quatro equipas. As seguintes oito equipas do ranking internacional disputam a “FIRS Cup”, enquanto as restantes selecções participantes (no caso do Hóquei em Patins, nesta edição inaugural, seis) disputam uma denominada “Taça Confederação”.

Assim, na primeira fase do Mundial de Hóquei em Patins, os 8 países participantes foram repartidos nos seguintes grupos:

  • Grupo A – Argentina, Portugal, Itália e França (respectivamente 1.º, 3.º, 5.º e 6.º classificados na edição anterior do Campeonato do Mundo)
  • Grupo B – Espanha, Alemanha, Moçambique e Chile (respectivamente 2.º, 4.º, 7.º e 8.º classificados na edição anterior do Campeonato do Mundo)

Por seu lado, é o seguinte o ordenamento dos grupos da 1.ª edição da “FIRS Cup”:

  • Grupo A – Áustria, Colômbia, África do Sul e Macau (respectivamente 12.º, 13.º e 16.º classificados na edição anterior do Campeonato do Mundo; e 6.º do último “Mundial B”)
  • Grupo B – Angola, Holanda, EUA e Egipto (respectivamente 9.º e 14.º classificados na edição anterior do Campeonato do Mundo; e 4.º e 7.º do último “Mundial B”)

Por fim, participam na primeira edição da “Taça Confederação” as seguintes seis selecções (grupo único): Austrália, Índia, Israel, Japão, N. Zelândia e Taiwan.

Destacam-se as ausências de alguns dos países históricos na prática da modalidade, nomeadamente, Suíça, Brasil e Inglaterra.

Na 1.ª fase da prova, Portugal defrontará sucessivamente as seguintes selecções: o Campeão do Mundo em título, Argentina (hoje), Itália (amanhã) e França (terça-feira), sempre às 11h30 da manhã.

Num peculiar sistema de apuramento, qualificam-se para os 1/4 de final os três primeiros classificados de cada grupo, assim como os vencedores dos dois grupos da “FIRS Cup” (que, “promovidos” à fase do “Mundial”, defrontarão então os vencedores dos dois grupos do “Campeonato do Mundo”).

Nas 42 edições anteriores, Portugal sagrou-se Campeão do Mundo por 15 vezes (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1960, 1962, 1968, 1974, 1982, 1991, 1993 e 2003); tendo sido recentemente superado pela Espanha, que soma 16 títulos (1951, 1954, 1955, 1964, 1966, 1970, 1972, 1976, 1980, 1990, 2001, 2005, 2007, 2009, 2011 e 2013); a Argentina foi Campeã por 5 vezes (1978, 1984, 1995, 1999 e 2015); a Itália conquistou 4 títulos (1953, 1986, 1988 e 1997); e, por fim, a Inglaterra foi 2 vezes Campeã Mundial (1936 e 1939).

À excepção da edição disputada em 2007 na Suíça, a selecção de Portugal conseguiu alcançar um lugar de honra em todas as edições da prova; para além dos 15 títulos de Campeã do Mundo, foi vice-campeã mundial por 9 vezes (1951, 1953, 1954, 1964, 1966, 1970, 1972, 1990 e 1995); classificou-se em 3º lugar em 15 ocasiões (1936, 1939, 1955, 1976, 1978, 1980, 1984, 1986, 1988, 1999, 2005, 2009, 2011, 2013 e 2015); apenas por 3 vezes não atingiu o pódio, quedando-se na 4ª posição (1997 e 2001), e em 6º lugar (em 2007).

A última vez que a equipa portuguesa disputou a Final da competição foi, contudo, já há 14 anos, em 2003, em Oliveira de Azeméis, prova em que conquistou o seu último título Mundial.

Recorde-se, por outro lado, que Portugal se sagrou, já nos presentes “Jogos Mundiais”, tri-Campeão Mundial de Hóquei em Patins, no escalão de sub-20 anos.

3 Setembro, 2017 at 9:57 am Deixe um comentário


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