Archive for 1 Julho, 2012

Ana Dulce Félix Campeã da Europa de 10.000 metros

A portuguesa Ana Dulce Félix (actual vice-campeã europeia de corta-mato), sagrou-se hoje Campeã da Europa de atletismo, na prova dos 10 000 metros, nos Europeus disputados em Helsínquia, completando a prova com o tempo de 31.44,88 minutos (novo record pessoal), à frente da britânica Jo Pavey e da ucraniana Olha Skrypak.

Esta foi a 11ª medalha de ouro conquistada por atletas portugueses na história dos diversos Europeus, depois dos 3 títulos de Rosa Mota, na Maratona (em Atenas, 1982; Estugarda, 1986; e Split, 1990); também dos 3 triunfos de Francis Obikwelu, nos 100 metros (em Munique, 2002; e Gotemburgo, 2006), e nos 200 metros (também em 2006); dos 2 de Manuela Machado, igualmente na Maratona (em Helsínquia, 1994; e Budapeste, 1998); de Fernanda Ribeiro, nos 10 000 metros (em Helsínquia, 1994); e de António Pinto, nos 10 000 metros (em Budapeste, 1998).

Na presente edição da prova, Portugal obteve um pecúlio de 3 medalhas: a de ouro, de Ana Dulce Félix; a de prata, no triplo-salto, por Patrícia Mamona; e a de bronze, nos 5 000 metros, por Sara Moreira.

1 Julho, 2012 at 10:19 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – 1/4 Final – 1/2 Finais – Final

     1/4 FINAL               1/2 FINAIS              FINAL

R. ChecaPortugal0-1 PortugalEspanha0-0 EspanhaFrança2-0 Espanha4


AlemanhaGrécia4-2 Itália0 AlemanhaItália1-2 InglaterraIália0-0

Melhores marcadores – Fernando Torres (Espanha – declarado vencedor, por ter feito ainda uma assistência para golo, para além de ter sido o que jogou menos minutos de entre os jogadores com o maior número de golos), Mario Gomez (Alemanha), Alan Dzagoev (Rússia), Mario Mandžukić (Croácia), Mario Balotelli (Itália) e Cristiano Ronaldo (Portugal), todos com 3 golos cada.

1 Julho, 2012 at 9:36 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Final – Espanha – Itália

EspanhaItália4-0

O resultado diz quase tudo…

Porventura a Final mais fácil da história de uma grande competição internacional de selecções, com a Itália praticamente a fazer “hara-kiri”, oferecendo, desde início, o completo domínio do jogo aos Campeões do Mundo e (agora) bi-Campeões da Europa, com a Espanha a ser a primeira selecção a conseguir triunfar em três torneios consecutivos.

Entrando em campo desconcentrada, falha de ritmo de jogo, dando toda a iniciativa e liberdade de acção ao adversário, a Itália, tendo sofrido dois ou três “sustos” logo nos primeiros 10 minutos, aguentaria o empate apenas durante 13 minutos.

A partir daí, com a Espanha em vantagem, e a poder controlar o jogo a seu bel-prazer, com a tradicional superioridade a nível de posse de bola que vem evidenciando em todos os jogos, pouco restaria à Itália. Tentaria ainda “remar contra a maré”, durante cerca de 20 minutos, mas cedo se percebeu que seria uma… missão impossível.

Com o segundo golo da Espanha, o desfecho desta Final estava decidido.

O que não se poderia adivinhar é que a Itália iria entrar numa espécie de “auto-flagelação”, primeiro pela infelicidade de ver um jogador acabado de entrar, sofrer, praticamente de imediato, uma lesão muscular, vendo-se assim obrigada a jogar em inferioridade numérica durante mais de meia hora.

Depois, mesmo sem a Espanha, durante largos minutos, forçar muito – limitava-se a ir gerindo o tempo, que passava demasiado lentamente, para ambas as equipas (uns ansiando a hora dos festejos, outros, esperando ver-se livre deste pesadelo) -, cometendo sucessivos erros defensivos, com os espanhóis, com naturalidade, a ampliarem o resultado, até uns esmagadores 4-0, que, sem dificuldade, poderiam ter atingido números ainda mais humilhantes.

Depois dos feitos obtidos, eliminando selecções como as da Inglaterra e da Alemanha, a Itália saía pela “porta pequena” deste Europeu.

A Espanha havia já superado, nas 1/2 Finais, contra Portugal, o seu maior obstáculo à reconquista do título.

A arbitragem de Pedro Proença – atingindo, apenas com 41 anos, o cume da carreira, ao juntar, num só ano, as Finais da Liga dos Campeões e do Campeonato da Europa – foi segura, sóbria, quase exemplar… não fosse um daqueles sempre duvidosos lances de contacto da bola com o braço, na área italiana, de interpretação necessariamente subjectiva.

Espanha Iker Casillas, Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos, Jordi Alba, Xavi Hernández, Sergio Busquets, Xabi Alonso, David Silva (59m – Pedro Rodríguez), Andrés Iniesta (87m – Juan Mata) e Cesc Fàbregas (75m – Fernando Torres)

Itália Gianluigi Buffon, Ignazio Abate, Andrea Barzagli, Leonardo Bonucci, Giorgio Chiellini (21m – Federico Balzaretti), Andrea Pirlo, Claudio Marchisio, Riccardo Montolivo (57m – Thiago Motta), Daniele De Rossi, Mario Balotelli e Antonio Cassano (45m – Antonio Di Natale)

1-0 – David Silva – 14m
2-0 – Jordi Alba – 41m
3-0 – Fernando Torres – 84m
4-0 – Juan Mata – 88m

“Melhor em campo” – Andrés Iniesta (Espanha)

Amarelos – Gerard Piqué (25m); Andrea Barzagli (45m)

Árbitro – Pedro Proença (Portugal)

Estádio Olímpico de Kiev – Kiev (19h45)

1 Julho, 2012 at 9:36 pm Deixe um comentário


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