Archive for Setembro, 2003
AMIGOS vs. COLEGAS (II)
Noutro plano, no que respeita à .dicotomia. colega / amigo, qual o seu .modus operandi.? Onde / Como é estabelecida a fronteira?
Se nos ativermos apenas à questão da regularidade / frequência do contacto, os colegas sairão vencedores .de goleada.: enquanto a família (por exemplo, pais / sogros) pode eventualmente ser vista apenas aos fins-de-semana; o marido / mulher e os filhos, diariamente (mas apenas, no máximo, talvez 4/5 horas); os colegas do trabalho, também diariamente, mas, pelo menos, 8 a 10 (ou mais) horas…
Passando ao tipo de encontros, inevitavelmente haverá jantares (quanto mais não seja o .jantar anual de Natal.) e muitos .cafés., eventualmente .saídas à noite.; concerteza, incontáveis almoços.
Os interesses em comum poderão ser em maior ou menor grau, mas algum ponto de contacto, de afinidade social, desportiva, política, cultural, religiosa, sempre acabará por existir.
Em trabalhos em equipa, espera-se que haja alguma empatia ou o resultado final poderá estar irremediavelmente comprometido.
A confiança será naturalmente edificada e solidificada com o passar do tempo.
E, afinal, é com os colegas de trabalho que mais conversamos, que rimos, que nos .aborrecemos. (para não dizer .chateamos.), que apoiamos, que amuamos, que compartilhamos os sucessos, que invejamos; finalmente, com quem competimos nesta espécie de .lei da selva., onde apenas os mais fortes vingam.
Poderá ser esse um factor distintivo no binómio colega / amigo?
Ou será a primeira .qualificação. (.colega.) um estado ou uma etapa na transição para a segunda (.amigo.), por via do reforço da confiança e da cumplicidade?
Ou não será .nada disto, antes pelo contrário.: amigos são amigos; colegas são colegas; vamos mas é “back to work”?.
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AMIGOS vs. COLEGAS (I)
.Poucos mas bons., é uma expressão recorrente quando se fala do tema .Amigos..
Como se define o .conceito.? O que releva para a classificação de amigo?
Será a regularidade ou frequência do contacto (diária, semanal, ocasional, rara)?
O tipo de encontros mantidos (jantares, café, “saídas à noite”)?
Os interesses em comum (sociais, desportivos, afinidades culturais, políticas, religiosas)?
O tipo de conversas (sobre o trabalho, sobre futebol, sobre homens/mulheres, sobre os amigos)?
A empatia (sentir-se bem na companhia do outro)?
A confiança (a quem se empresta o carro, dinheiro, ou põe a casa à disposição)?
A cumplicidade (estar em sintonia nos pensamentos)?
O saber da existência de um .ombro à disposição.?
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FUTUROS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA – ESLOVÉNIA (III)
Com o final da guerra e a vitória dos Aliados em 1945, e na sequência de eleições, em que os comunistas venceram, foi proclamada a República Federal Popular da Jugoslávia (tornando-se a Eslovénia uma das 6 repúblicas federadas).
Em 1953, Tito marca a ruptura com os países comunistas, passando, em 1956, a ser um dos fundadores do .Bloco dos Não-Alinhados..
Em 1963 a federação altera a sua designação para República Federal Socialista da Jugoslávia, passando, a partir de 1971, a presidência a ser rotativa, de modo a que todas as repúblicas pudessem presidir ao país. Após a morte de Tito, em 1980, a Jugoslávia continuou a ser presidida por dirigentes de cada uma das repúblicas, rotativamente, até ao fim da década, assistindo-se, não obstante, ao aumento crescente do nacionalismo dos povos que constituíam a federação Jugoslava.
A instabilidade fazia-se sentir por toda a Jugoslávia, sobretudo porque, em 1989, Slobodan Milosevic, entretanto eleito presidente da Sérvia, com a pretensão de unir num só estado – a “Grande Sérvia” – todos os Sérvios, retirou a autonomia concedida por Tito ao Kosovo e a Vojvodina e respondeu com violência aos protestos dos albaneses do Kosovo perante esta medida.
Em 1990, realizaram-se eleições – livres, pela primeira vez – na Jugoslávia, tendo Milan Kucan assumido o poder na Eslovénia. A 23 de Dezembro desse ano foi realizado um referendo no qual mais de 88% dos Eslovenos afirmou querer a independência e três dias depois os resultados foram divulgados. É nessa data, 26 de Dezembro, que os Eslovenos celebram o Dia da Independência.
A 25 de Junho de 1991, a Eslovénia declarava independência, a que se seguiram dez dias de guerra (de 27 de Junho a 7 de Julho), passando então a Eslovénia a ser o primeiro estado independente de entre as repúblicas da ex-Jugoslávia.
Em Janeiro de 1992 a União Europeia reconheceu oficialmente a Eslovénia como estado independente e em Maio do mesmo ano a Eslovénia tornou-se membro permanente da Organização das Nações Unidas.
O final de 1995 foi marcado pela retirada dos ex-comunistas do governo de coligação. Nas eleições de Janeiro de 1997, com a vitória dos liberais-democratas, liderados pelo primeiro-ministro Janez Drnovsek, a adesão à União Europeia passou então a ser claramente assumida como prioridade do Governo.
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1940 – CONCORDATA
“Assinada entre o governo português e o Vaticano. São restituídos à Igreja os bens nacionalizados pelos republicanos, o ensino público passa a orientar-se pelos princípios da doutrina cristã.”
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1940 – BATALHA DE INGLATERRA
“A Inglaterra é bombardeada pela Luftwaffe, que não poupa Londres. Os ingleses ripostam, bombardeando Berlim, enquanto a Alemanha investe no ataque às instalações portuárias ao longo da costa sul da Grã-Bretanha.”
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1940 – BATALHA DE FRANÇA
“Aviação e artilharia alemãs bombardeiam as linhas francesas de Somme e Aisne. O Governo muda-se para Tours e depois para Bordéus. O marechal Pétain, novo “senhor” da França ocupada, assina um armistício, com as condições ditadas por Hitler. A Itália assume partido pela Alemanha e considera-se em guerra com Paris e Londres.”
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ACESSO À UNIVERSIDADE
Alguém é capaz de explicar qual a lógica de admissão à Universidade de alunos com médias inferiores a 10 valores?
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O “PODER DA NET”
A propósito do curioso artigo que “circulou” profusamente nos “blogues” na passada semana (também neste…), que referia um “estudo da Universidade de Cambridge” sobre a (reduzida) importância da ordem das letras nas palavras (ver abaixo uma versão em francês), uma reflexão sobre o facto de aquela mensagem se ter difundido pelo mundo inteiro (vidé as “entradas” do Aba de Heisenberg), sem qualquer referência, nenhum link para a referida Universidade que pudesse contribuir para a credibilização daquela “notícia”.
Finalmente, depreende-se que tal estudo não existiria efectivamente… Este é um bom exemplo do “poder” da Internet (tratando-se embora, neste caso, de uma curiosa “brincadeira”, sem grandes consequências) e da facilidade com que se pode utilizar esta ferramenta para eventuais fins “menos bem intencionados”.
Sleon une édtue de l’Uvinertisé de Cmabrigde, l’odrre des ltteers dnas un mtos n’a pas d’ipmrotncae, la suele coshe ipmrotnate est que la pmeirère et la drenèire soit à la bnnoe pclae. Le rsete peut êrte dnas un dsérorde ttoal et vuos puoevz tujoruos lrie snas porlblème.
C’est prace que le creaveu hmauin ne lit pas chuaqe ltetre elle-mmêe, mias le mot cmome un tuot …”
(Em francês, parece mais difícil…).
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FUTUROS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA – ESLOVÉNIA (II)
Em 1867 o imperador Francisco José concedeu autonomia à Hungria, e o Império passou a ser chamado de Austro-Húngaro. Com a ocupação da Bósnia em 1878 e a sua anexação em 1908, cresceram as esperanças Eslavas na instituição de uma monarquia tripartida (Austríacos-Húngaros-Eslavos), o que não veio contudo a acontecer.
A Eslovénia viria a sofrer bastante com a primeira Guerra mundial, sobretudo a partir do ataque da Itália a Áustria em 1915. Como uma grande parte da fronteira entre o Império Austro-Húngaro e a Itália se situava na parte Eslovena, foi nesse local que, durante dois anos, se travaram as mais terríveis batalhas entre Italianos e Austro-Húngaros.
Com o termo do conflito, em 1918, assiste-se então à queda do Império Austro-Húngaro e à formação de vários países no espaço que era dominado pelos Habsburgos, como a Hungria, Polónia e Checoslováquia. Também os pan-Eslavistas conseguiram finalmente unir todos os Eslavos do Sul num Estado único e soberano, o .Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos., que incluía ainda a Bósnia-Herzegovina, a Macedónia, o Montenegro e as províncias de Vojvodina e Kosovo . integrava seis nações (Sérvios, Croatas, Eslovenos, Macedónios, Montenegrinos e Bósnios), três religiões (católicos, ortodoxos e muçulmanos), três línguas (Esloveno, Macedónio e Servo-croata) e até dois alfabetos (cirílico e latino). A relação entre os diversos povos nunca foi totalmente pacífica, tendo os Sérvios imposto o centralismo.
Em 1929, o reino passou a chamar-se Jugoslávia (.terra dos Eslavos do Sul.), realçando a característica comum, na procura de unificação do povo.
Com a Segunda Guerra Mundial, o território da Jugoslávia foi dividido entre os invasores alemães e italianos, cabendo ainda uma parte à Bulgária e à Hungria.
Na Croácia, os Ustachi (que tinham ideologia de extrema-direita), receberam o apoio dos seus aliados Alemães e Italianos e proclamaram a independência. Nos outros países da Jugoslávia, o movimento de resistência à ocupação de maior predomínio foi o liderado por Jozip Broz (que mais tarde passaria a ser conhecido pelo apelido “Tito”) . inicialmente com o apoio da URSS, tendo recebido posteriormente também o apoio do Reino Unido e dos EUA.
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1939 – “E TUDO O VENTO LEVOU”
“Estreia do filme “Gone With the Wind” (“E Tudo o Vento Levou”), bsaeado num romance de Margareth Mitchell sobre a guerra civil americana. É um dos maiores êxitos cinematográficos de sempre, constituindo a sua realização uma odisseia com vários intervenientes.”
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