O pulsar do campeonato – 22ª jornada

Pulsar-22

(“O Templário”, 17.04.2014)

O Campeonato Distrital da I Divisão parece ter-se tornado, à medida que se aproxima a sua fase derradeira, como que uma “prova a eliminar”, em que os candidatos ao título se vão “eliminando” uns aos outros: na semana anterior, fora o Torres Novas a afastar o Fazendense das aspirações ao título que pudesse ainda manter; no passado fim-de-semana, o próprio líder At. Ouriense – fazendo o seu trabalho, somando uma fantástica série de nove triunfos consecutivos, impondo-se por categórica margem de 3-0 – se encarregou de distanciar os torrejanos… os quais, curiosamente, poderão vir ainda a ter influência determinante na decisão do título, dado receberem, já na próxima ronda, o Coruchense.

De facto, nesta altura, a quatro jornadas do termo da competição, a turma de Coruche – que goleou a U. Abrantina por 5-0 – parece ser a única ainda com possibilidades de impedir a formação de Ourém de conquistar pela primeira vez no seu historial o título de Campeão Distrital, dado que se mantém a quatro pontos do líder (que, não obstante a aparentemente confortável margem de segurança de que dispõe, terá ainda, nomeadamente, de defrontar o Amiense, numa tradicionalmente difícil deslocação a Amiais de Baixo, e o Fazendense, equipa que recebe na última ronda).

Ao Torres Novas e ao Fazendense (no último fim-de-semana, com uma difícil vitória, por margem tangencial de 2-1, sobre o Pontével), registando agora atrasos face ao guia, respectivamente, de sete e nove pontos, pouco mais estará reservado que exercerem papel de “árbitros”, na disputa que oureenses e coruchenses continuam a dirimir.

Um papel que também o Amiense, embora bastante mais à distância, poderá igualmente assumir, dado deslocar-se, precisamente na derradeira jornada, a Coruche. O conjunto de Amiais de Baixo, recebendo o Benavente, obteve também um triunfo pela esclarecedora marca de 3-0, que acentua a crise de resultados do seu opositor (somou o quinto desaire nos últimos sete encontros), tendo caído em plena zona de alto risco da pauta classificativa.

A este nível, quem parece caminhar a passos largos para a tranquilidade é o grupo dos Empregados do Comércio, que, ganhando ao Assentis por 2-0, ampliou já para absolutamente seguros dez pontos a sua vantagem sobre esse adversário (que ocupa a penúltima posição, precisamente a que, no final, marcará a certeza da despromoção), pese embora registar um jogo a mais; e, porventura mais importante, dispõe agora de cinco pontos de avanço sobre Cartaxo e Benavente. Por seu lado, a equipa do U. Chamusca, recebendo o Mação, averbou um nulo, que, pelo menos no imediato, lhe permitiu também ultrapassar os benaventenses.

Resta-nos falar do jogo do União de Tomar, no Cartaxo, que, no final, deixou um forte “amargo de boca” aos unionistas. Depois de, com felicidade, terem começado por inaugurar o marcador, com um golo obtido através de um “chapéu de aba (muito) larga” (um remate da zona do meio-campo, a aproveitar o adiantamento do guardião contrário), e de, após terem sofrido o tento do empate, terem reposto quase de imediato a posição de vantagem (mantendo o 2-1 até ao quarto de hora final), viriam, já nos minutos finais, a consentir dois golos, que constituem um prémio para o esforço e empenhamento dos cartaxenses – tão carenciados de pontos –, que nunca deixaram de acreditar e de trabalhar, ao mesmo tempo que traduzem uma penalização porventura excessiva das falhas dos tomarenses, que dispuseram de ocasião soberana para alcançar o 2-0 (forte remate de Wemerson, isolado perante o guarda-redes, a embater com estrondo na trave), que poderia ter ditado uma história completamente diferente para este jogo.

Em função deste resultado, para o União – que aumentou para cinco o número de jogos sem vitória –, a possibilidade do 5.º lugar mais não é agora que uma quimera, tendo, inclusivamente, de procurar defender a 6.ª posição, face às ameaças consubstanciadas por Mação e Pontével, ambos a três pontos dos unionistas. De qualquer forma, em relação ao objectivo fundamental, mantém-se a situação de grande tranquilidade, dada a vantagem de oito pontos que subsiste em relação ao 10.º classificado, U. Chamusca.

No Campeonato Nacional de Seniores, as três equipas do Distrito registaram a terceira ronda consecutiva a empatar: Riachense e Fátima ficaram igualados a uma bola, em Riachos; o mesmo desfecho averbado pelo Alcanenense, na recepção ao líder, Caldas. Deste modo, as formações de Alcanena e de Fátima baixaram uma posição, tendo sido ultrapassadas pelo Torreense, partilhando agora o 3.º posto, mas mantendo uma “almofada” de oito pontos sobre o antepenúltimo (Carregado), quando restam disputar cinco jornadas. O Riachense continua a três pontos dessa posição, que lhe permitiria disputar ainda o “play-off” de manutenção.

Na II Divisão Distrital, triunfos caseiros, com destaque para os 3-0 aplicados pelo Barrosense ao U. Santarém, enquanto o Rio Maior (frente ao Atalaiense) e Ferreira do Zêzere (recebendo o Pego) triunfaram por 2-0. Na classificação, com quatro das dez jornadas desta fase de apuramento de Campeão já disputadas, Rio Maior e Barrosense repartem agora o comando, com o U. Santarém a dois pontos, e o Atalaiense já a cinco; Ferreira do Zêzere e Pego posicionam-se ainda um ponto mais abaixo.

Na próxima jornada, a realizar na Sexta-Feira Santa (tendo o U. Abrantina – Empregados do Comércio sido antecipado, com triunfo dos escalabitanos por 5-1), para além do já mencionado confronto que oporá Torres Novas e Coruchense, o líder At. Ouriense poderá ter um importante teste, na visita ao (acanhado) reduto do Pontével, com o Benavente a receber o Fazendense. O União de Tomar disputa o primeiro de três desafios em casa, nas quatro jornadas que restam, recebendo o U. Chamusca, esperando-se que possa enfim quebrar o “jejum” de vitórias.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 17 de Abril de 2014)

18 Abril, 2014 at 10:00 am Deixe o seu comentário

U. Tomar – Centenário (XXVIII)

Centenario - 28

(“O Templário”, 10.04.2014)

À entrada para a última jornada da época de 1972-73, o União de Tomar tinha já matematicamente sentenciada a sua (segunda) despromoção à II Divisão. Restava-lhe apenas procurar encerrar, de forma honrosa, esta equívoca temporada, recebendo a equipa do Beira-Mar. Mais de seis meses decorridos após o último triunfo para o campeonato, o União conseguiria enfim, a 10 de Junho de 1973, saborear nova vitória… E que vitória!

Agora já liberto de preocupações pontuais, consumada que estava a descida – «fazendo alarde de todos os seus recursos»(1) –, viria a obter uma impressionante goleada, a maior da sua história na I Divisão, vencendo por 8-1, com golos de Raul Águas (a fazer um “hat-trick”), Pavão e Fernando (ambos a bisarem) e Bolota – tendo sido seis dos tentos unionistas obtidos já no segundo tempo.

«De princípio ainda o sistema funcionou bem, com o Beira Mar a atacar e a carregar sobre a baliza de Nascimento. Mas esse funcionar bem não resistiu mais do que uns escassos minutos. Porque logo o União descia em rápido contra-ataque e obtinha o seu primeiro golo, facilitado, aliás, pela defesa adversária e mesmo pelos homens do meio do campo, que não procuravam marcar os avançados de Tomar. […]

Aos 21 minutos veio o segundo golo – que, enfim, bem poderia ter chegado um bocado mais cedo. E a partir daí, sim, as coisas complicaram-se decisivamente para os de Aveiro, que nunca mais conseguiram atinar com o futebol que já se lhes tem visto jogar. […]

Depois do intervalo as coisas precipitaram-se com o terceiro golo dos tomarenses, obtido logo no minuto terceiro, aqui também com responsabilidades para a defesa de Aveiro. E foi o estado de sítio que mais e mais se acentuava à medida que o jogo caminhava para o fim.

Ali já ninguém mais pensava em virar o resultado. Ou melhor: terão pensado nisso quando Alemão fez 1-3. Mas foi sol de pouca dura porque ao 3-1 sucedeu o 4-1 e depois o 5-1 e o 6-1… até ao 8-1. Enfim, não apareceu nem o 9.º nem o 10.º golo porque o jogo tinha só 90 minutos. Porque se metesse prolongamento por certo que a contagem não ficaria por ali…

De tudo isto, de todo este rosário de golos (houve-os para todos os gostos) uma coisa (inesperadamente) ressaltou: a capacidade da equipa de Tomar.

É evidente que exibições como a de agora e como a da Luz vai para algumas semanas não podem acontecer sempre durante um campeonato. Mas mesmo encarando-a pelo prisma da excepção, mesmo tomando em linha de conta que foi também excepcionalmente negativa a exibição da equipa de Aveiro, sem qualquer espécie de dúvidas capaz de produzir mais e melhor, ainda assim há que valorizar devidamente o triunfo dos homens do Nabão, aplaudir sem regateio este último brilharete na I Divisão e enfim, admitir que se não fossem certas circunstâncias que em determinados momentos bastante pesaram no rendimento da equipa havia ali madeira não já (é evidente) para garantir os tais lugares do topo que o meirinesco Medeiros reivindicava mas pelo menos para tornar possível a presença entre os grandes.»(2)

Era tarde demais para voltar atrás no tempo e corrigir algumas situações. Infelizmente, os “peixes do Nabão não se tinham querido curvar”… Mas, por vezes, “há males que vêm por bem”…

____________

(1) Cf. “Cidade de Tomar”, 16 de Junho de 1973 – Crónica de F. N. (Fonseca Nogueira)
(2) Cf. “A Bola”, 12 de Junho de 1973 – Crónica de Carlos Sequeira

13 Abril, 2014 at 12:00 pm Deixe o seu comentário

O pulsar do campeonato – 21ª jornada

Pulsar - 21a jornada

(“O Templário”, 10.04.2014)

A cinco jornadas do termo do Campeonato Distrital da I Divisão começa a estreitar-se o lote de candidatos ao título e consequente promoção ao Campeonato Nacional de Seniores. O principal destaque da ronda 21 vai necessariamente para o triunfo do Torres Novas, na recepção ao Fazendense, por 3-2, que praticamente afasta a formação de Fazendas de Almeirim de tal aspiração, dado registar agora um atraso já de nove pontos para o guia.

Um guia que não parece dar mostras de ceder, impondo-se categoricamente (goleada por 6-1) em Abrantes – ampliando assim a sua série de vitórias consecutivas para oito –, pese embora tal tenha sido obtido frente a um adversário (U. Abrantina) sem argumentos para contrapor (que, ao invés, somou o sétimo desaire sucessivo, 15.º nos últimos 16 jogos, em que apenas obteve um único empate – vindo aliás, de uma outra goleada sofrida em casa, ante os Empregados do Comércio, por 1-5, em partida antecipada da 23.ª jornada, disputada no fim-de-semana anterior).

Também o Coruchense alcançou uma vitória em terreno alheio, na deslocação a Assentiz, pela margem mínima de 2-1, obtida também perante um opositor que regista um ciclo de quatro derrotas consecutivas. Desta forma, mantém-se a distância de quatro pontos entre o duo perseguidor (Coruchense e Torres Novas) e o líder, At. Ouriense.

Numa “prova provada” de que “não há dois jogos iguais”, o União de Tomar – depois de, na primeira volta, na capital do Distrito, ter averbado a maior goleada de todo o seu historial em partidas fora do seu terreno, ganhando por 8-0 aos Empregados do Comércio – não foi, desta vez, e jogando em casa, além do nulo, num desafio em que não teve a felicidade pelo seu lado.

Podem assim os unionistas – a atravessar uma fase menos positiva, sem ganhar há quatro jogos – ter de alguma forma comprometido as aspirações ao 5.º lugar – não obstante a derrota sofrida pelo Amiense em Pontével, perdendo por 3-1 (com ambas as equipas a interromper ciclos de três jogos, uma de vitórias, a outra sem ganhar) –, ao mesmo tempo que assistem, em paralelo, a um aproximar, precisamente dos pontevelenses (agora só a três pontos) e do Mação (um degrau mais abaixo); para tal, os maçaenses aproveitaram o triunfo caseiro, averbado ante o Benavente, por 2-0, regressando às vitórias de que andavam arredados há cinco jornadas.

Por fim, na parte baixa da tabela, onde também muito se joga, na luta pela permanência, o último desfecho da ronda do fim-de-semana permitiu algum “respirar” da equipa do U. Chamusca, ganhando por 1-0 ao Cartaxo. Subsistindo a incerteza sobre o número de clubes a despromover (entre um mínimo de dois e um máximo de cinco, mas, mais provavelmente, três), a U. Abrantina viu já matematicamente confirmada a despromoção; mas há ainda cinco equipas fortemente envolvidas nesta disputa: os Empregados do Comércio (contando um jogo a mais), subiram ao 9.º posto da pauta classificativa, agora já com cinco pontos de vantagem sobre o antepenúltimo, Cartaxo, e sete pontos à maior em relação ao penúltimo, Assentis – sendo que Benavente e U. Chamusca, ambos dois pontos abaixo da turma de Santarém, se situam em posição intermédia.

No Campeonato Nacional de Seniores, de onde resultará a definição do número de clubes que descerão no Distrital, as três equipas representantes do Distrito somam duas jornadas sucessivas em que “só empatam” (depois de três empates também na ronda anterior); no último fim-de-semana, registou-se um nulo na recepção do Fátima ao Alcanenense, enquanto o Riachense – prosseguindo a boa fase que vem evidenciando – foi empatar a Torres Vedras, a duas bolas. Apenas a vitória do Carregado nas Caldas veio “atrapalhar as contas” do conjunto de Riachos.

As formações de Alcanena e Fátima mantêm, não obstante, uma vantagem aparentemente segura, de oito pontos, em relação ao antepenúltimo classificado, precisamente a equipa do Carregado; da qual o Riachense voltou a ver aumentar o atraso, agora de três pontos.

No Campeonato Distrital da II Divisão, destaque para o claro triunfo do U. Santarém ante o Ferreira do Zêzere (3-0), que lhe permitiu isolar-se na liderança, com três jornadas realizadas. As diferenças são, porém, ainda muito diminutas: Rio Maior (que venceu, em casa, ante o Barrosense, por 2-1), partilha com este adversário o 2.º lugar, ambos a um ponto dos escalabitanos; o Atalaiense (que foi vencer ao Pego por 2-1, está dois pontos mais atrás.

Na próxima jornada da I Divisão Distrital, saliência especial para o “escaldante” duelo que opõe, em Ourém, o At. Ouriense e Torres Novas, numa partida de cariz determinante na luta pelo título; na expectativa, com a “certeza” de que ganhará pontos pelo menos a um desses rivais (ou até aos dois), estará o Coruchense, grupo que recebe a U. Abrantina, não sendo expectáveis dificuldades significativas para levar de vencida essa partida.

Quanto ao União de Tomar desloca-se ao terreno de um “aflito” Cartaxo, onde – e depois do nulo registado em Tomar, na primeira volta –, não podendo esperar qualquer tipo de facilidades, deverá ao invés, procurar potenciar a sua tranquilidade, de forma a poder aproveitar alguma natural ansiedade que possa decorrer da necessidade de obtenção de um resultado positivo por parte da equipa da casa. Para os unionistas, a motivação será a de procurar garantir um lugar nos seis primeiros, e ficando ainda à espreita de algum eventual deslize do Amiense.

Por fim, o Amiense recebe o Benavente, enquanto o Fazendense terá a visita do Pontével, e os Empregados do Comércio são anfitriões do Assentis, sendo, em qualquer dos casos, os visitados favoritos; de desfecho mais repartido poderá ser o U. Chamusca-Mação.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 10 de Abril de 2014)

13 Abril, 2014 at 10:00 am Deixe o seu comentário

Liga dos Campeões e Liga Europa – Sorteio das 1/2 Finais

Liga dos Campeões

Real Madrid - Bayern
At. Madrid – Chelsea

Liga Europa

Sevilla - Valencia
Benfica – Juventus

As partidas das 1/2 Finais serão disputadas nos dias 22 e 23 de Abril (1.ª mão da Liga dos Campeões) e 29 e 30 de Abril (2.ª mão); no caso da Liga Europa, os jogos serão realizados nos dias 24 de Abril e 1 de Maio.

11 Abril, 2014 at 10:20 am Deixe o seu comentário

Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão) – Benfica – AZ

BenficaBenfica – Artur, Sílvio (4m – André Almeida), Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa (64m – Enzo Pérez), André Gomes, Miralem Sulejmani (70m – Lazar Marković), Eduardo Salvio, Rodrigo e Óscar Cardozo

AZAZ – Esteban Alvarado, Mattias Johansson, Jeffrey Gouweleeuw, Nick Viergever, Jan Wuytens, Roy Beerens (77m – Thom Haye), Nemanja Gudelj, Celso Ortiz (79m – Markus Henriksen), Viktor Elm, Steven Berghuis (77m – Jóhann Gudmundsson) e Aron Jóhannsson

1-0 – Rodrigo – 39m
2-0 – Rodrigo – 71m

Cartões amarelos – Eduardo Salvio (31m) e André Gomes (73m); Steven Berghuis (23m)

Árbitro – Pavel Královec (R. Checa)

Raramento o Benfica terá tido, em todo o seu longo historial nas competições europeias, e a este nível, de disputa de acesso às meias-finais, uma eliminatória tão tranquila, em que nunca esteve em causa a sua superioridade e a confirmação do favoritismo que lhe era atribuído.

Entrando na segunda mão já com o conforto do resultado alcançado em Alkmaar, a equipa portuguesa prosseguiu a sua política de gestão do plantel, com sistemática rotatividade e alternância de jogadores (face aos que alinham geralmente nos jogos do campeonato nacional, que continua – até à sua conquista matemática – a ser a prioridade fundamental).

Tal não impediu que demonstrasse o seu notório maior poderio e capacidade, aos mais variados níveis, pelo que foi sem surpresa que chegou ao primeiro golo, não obstante já na parte final do primeiro tempo. Esse golo praticamente “selava”, logo aí, a garantia do apuramento.

Até final, o Benfica manteve, sem dificuldade, o domínio do jogo, tendo disposto de mais oportunidades para além do segundo golo, também apontado por um Rodrigo a atravessar excelente período de forma.

Com esta vitória, e com os golos obtidos, o Benfica torna-se no clube mais vitorioso da história (ainda recente) da prova, com um excelente registo de 25 vitórias, 6 empates e apenas 6 derrotas, em 37 jogos disputados, em quatro edições em que participou, assim como a equipa com mais golos marcados (score global de 71-33).

Em paralelo, marca presença nas 1/2 Finais da competição pela terceira vez consecutiva (depois de 2010-11 e 2012-13), apenas tendo visto a sua carreira interrompida mais cedo (1/4 Final) na Liga dos Campeões de 2011-12 e na Liga Europa de 2009-10, isto no período das últimas cinco épocas, sob o comando técnico de Jorge Jesus. O Benfica amplia assim para 14 o número de meias-finais em que participa, partindo em busca da sua 10.ª Final europeia!

10 Abril, 2014 at 11:45 pm Deixe o seu comentário

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