Leonel Vicente
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San Francisco Panorama – Homenagem à imprensa escrita

A editora McSweeney’s (EUA) publicará brevemente uma edição especial do “San Francisco Panorama“, em homenagem à imprensa escrita, com cerca de 380 páginas, resultado da participação de mais de 150 colaboradores, visando apontar o caminho para a sobrevivência dos jornais em papel: edições de luxo, com design cuidado e conteúdos de qualidade, incluindo trabalhos de investigação.

(via 233grados.com)

Liga Europa – 4ª Jornada

Everton – Tim Howard, Tony Hibbert, Joseph Yobo, Sylvain Distin, Leighton Baines, Jack Rodwell, Marouane Fellaini, Dan Gosling (69m – Jô), Tim Cahill, Diniyar Bilyaletdinov e Yakubu Ayegbeni (81m – Kieran Agard)

Benfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Di María, Ramires (45m – Maxi Pereira), Saviola (87m – Felipe Menezes), Fábio Coentrão (61m – Pablo Aimar) e Cardozo

0-1 – Saviola – 63m
0-2 – Cardozo – 76m

Cartões amarelos – Yakubu Ayegbeni (20m), Jack Rodwell (51m) e Tony Hibbert (79m); Júlio César (87m)

Árbitro – Said Ennjimi (França)

Depois da inesperada goleada no Estádio da Luz, o Benfica adoptou no início desta partida, disputada no famoso Goodison Park, em Liverpool (onde Eusébio havia marcado 6 golos, frente ao Brasil e à Coreia do Norte, no Mundial de 1966), uma atitude conservadora, concedendo a iniciativa ao Everton, que foi, ao longo da primeira parte, a equipa a criar mais perigo.

Apenas aos 40 minutos, o Benfica, começando a ganhar confiança, teria uma soberana oportunidade, primeiro com a bola a embater com estrondo no poste, e, logo de seguida, na recarga, uma extraordinária defesa do guarda-redes do Everton.

No segundo tempo, o Benfica entrou mais liberto, começando, em rápidas transições para o ataque, a ameaçar a baliza da equipa inglesa, acabando por alcançar o golo, numa expedita iniciativa de Saviola, aumentando para três a sua conta frente ao Everton…

Óscar Cardozo não quis “ficar atrás” e, pouco depois, ampliando a vantagem do Benfica, marcava também o seu terceiro golo nos dois jogos com a equipa inglesa.

Numa altura em que o Everton se apresentava já derrotado, acabaria por ter o seu “canto do cisne” aos 85 minutos, num bom remate de cabeça, com uma espectacular defesa de Júlio César.

Perante o 5º classificado do último campeonato inglês (apenas superado pelos “big four” Manchester United, Chelsea, Liverpool e Arsenal), o Benfica consegue duas excelentes e categóricas vitórias, que lhe permitem ascender à liderança isolada do Grupo.

Grupo D

Sporting – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Hertha Berlin – 2-3

1º Sporting, 10; 2º Hertha Berlin e Heerenveen, 4; 4º Ventspils, 3

Grupo I

AEK Athens – BATE Borisov – 2-2
Everton – Benfica – 0-2

1º Benfica, 9; 2º Everton, 6; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 4

Grupo L

Werder Bremen – Austria Wien – 2-0
Nacional – Athletic Bilbao – 1-1

1º Werder Bremen, 10; 2º Athletic Bilbao, 7; 3º Nacional e Austria Wien, 2

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New York Times – Innovation Portfolio


O New York Times apresenta o “Innovation Portfolio“, agregando algumas das suas melhores realizações a nível de infografia e de interactividade.

(via Journalism.co.uk)

Liga dos Campeões – 4ª Jornada

Grupo A
Bayern München – Bordeaux – 0-2
Maccabi Haifa – Juventus – 0-1

1º Bordeaux, 10; 2º Juventus, 8; 3º Bayern München, 4; 4º Maccabi Haifa, 0

Grupo B
Manchester United – CSKA Moscovo – 3-3
Beşiktaş – Wolfsburg – 0-3

1º Manchester United, 10; 2º Wolfsburg, 7; 3º CSKA Moscovo, 4; 4º Beşiktaş, 1

Grupo C
AC Milan – Real Madrid – 1-1
Olympique de Marseille – Zürich – 6-1

1º AC Milan e Real Madrid, 7; 3º Olympique de Marseille, 6; 4º Zürich, 3

Grupo D
APOEL – FC Porto – 0-1
Atlético Madrid – Chelsea – 2-2

1º Chelsea, 10; 2º FC Porto, 9; 3º Atlético Madrid, 2; 4º APOEL, 1

Chelsea e FC Porto garantiram já o apuramento para os 1/8 Final.

Grupo E
Fiorentina – Debreceni – 5-2
Olympique Lyonnais – Liverpool – 1-1

1º Olympique Lyonnais, 10; 2º Fiorentina, 9; 3º Liverpool, 4; 4º Debreceni, 0

Grupo F
Rubin Kazan – Barcelona – 0-0
Dynamo Kyiv – Inter – 1-2

1º Inter, 6; 2º Rubin Kazan e Barcelona, 5; 4º Dynamo Kyiv, 4

Grupo G
Unirea Urziceni – Glasgow Rangers – 1-1
Sevilla – Stuttgart – 1-1

1º Sevilla, 10; 2º Unirea Urziceni, 5; 3º Stuttgart, 3; 4º Glasgow Rangers, 2

Grupo H
Arsenal – AZ Alkmaar – 4-1
Standard Liège – Olympiakos – 2-0

1º Arsenal, 10; 2º Olympiakos, 6; 3º Standard Liège, 4; 4º AZ Alkmaar, 2

Minoria relativa

Minoria relativa é o nome de um novo blogue, da autoria de Madalena Duarte, Luís Branco, Miguel Cardina, Catarina Carneiro de Sousa, Hugo Dias e Tiago Ribeiro.

Jornalismo e Redes Móveis

Jornalismo e Redes Móveis é o nome de um novo blogue do Labcom (Universidade da Beira Interior – UBI), criado na sequência do “1º Encontro da Montanha”, exclusivamente dedicado a esta nova linha de investigação: jornalismo para dispositivos móveis.

Listas do Twitter: de filtros a factores de autoridade

Disponibilizadas publicamente esta semana, as listas do Twitter vêm finalmente dar resposta a uma necessidade há muito sentida pelos seus utilizadores, a de agrupar as suas preferências em diferentes categorias, personalizadas pelos próprios, facilitando o acompanhamento do imenso caudal que a ferramenta proporciona.

Nas palavras de Jose Luis Orihuela (@jlori), as listas deverão resultar num rápido crescimento do número de seguidores e de “RT’s”, dado que a timeline deixará de ser o único acesso às actualizações. Permitem filtrar os conteúdos, libertando os utilizadores da dependência face à referida timeline, ao mesmo tempo que constituem uma forma de “etiquetar” os nossos contactos.

Pedro Fonseca (@contrafactos) alerta também para o potencial multiplicador das listas: deixaremos de estar “limitados” a seguir determinados utilizadores, podendo passar também a acompanhar os interesses listados por cada um deles!

Por outro lado, vêm igualmente introduzir um novo factor de hierarquia de “autoridade” ou influência, por via do número de listas a que cada utilizador seja adicionado.

Noutro prisma, há quem antecipe que, num prazo de dois meses, as listas ficarão tão densas / “lotadas”, que acabarão por se tornar irrelevantes.

Para quem se possa mostrar ainda relutante em aderir ao Twitter, é agora possível acompanhar estas novas listas através de um leitor de feeds RSS.

Neste momento, a questão-chave que se coloca é a de onde encontrar as melhores listas? Para além daquelas que vão sendo criadas por alguns utilizadores de “referência” (por exemplo, as dos citados Jose Luis Orihuela e Pedro Fonseca, ou as de Dave Winer e Robert Scoble), foi também já apresentado um serviço independente, Listorious, facultando uma variedade de listas de diversas categorias ou temáticas, assim como as listas mais “populares”.

(também publicado no diário2.com)

40 anos de “Internet” (II)


(Público)

40 anos de “Internet”

(Guardian)

O que é a memória?
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