Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo E
Estoril – D. Moskva – 1-2
PSV – Panathinaikos – 1-1

1º D. Moskva, 9; 2º PSV, 4; 3º Estoril, 3; 4º Panathinaikos, 1

Grupo J
AaB Aalborg – D. Kyiv – 3-0
Steaua – Rio Ave – 2-1

1º Steaua, D. Kyiv e AaB Aalborg, 6; 4º Rio Ave, 0

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23 Outubro, 2014 at 6:53 pm Deixe o seu comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
At. Madrid – Malmö – 5-0
Olympiakos – Juventus – 1-0

1º At. Madrid e Olympiakos, 6; 3º Juventus e Malmö, 3

Grupo B
Ludogorets – Basel – 1-0
Liverpool – Real Madrid – 0-3

1º Real Madrid, 9; 2º Ludogorets, Liverpool e Basel, 3

Grupo C
Bayer Leverkusen – Zenit – 2-0
Monaco – Benfica – 0-0

1º Bayer Leverkusen, 6; 2º Monaco, 5; 3º Zenit, 4; 4º Benfica, 1

Grupo D
Anderlecht – Arsenal – 1-2
Galatasaray – B. Dortmund – 0-4

1º B. Dortmund, 9; 2º Arsenal, 6; 3º Anderlecht e Galatasaray, 1

Grupo E
CSKA Moskva – Manchester City – 2-2
Roma – Bayern – 1-7

1º Bayern, 9; 2º Roma, 4; 3º Manchester City, 2; 4º CSKA Moskva, 1

Grupo F
APOEL – Paris St.-Germain – 0-1
Barcelona – Ajax – 3-1

1º Paris St.-Germain, 7; 2º Barcelona, 6; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1

Grupo G
Schalke 04 – Sporting – 4-3
Chelsea – Maribor – 6-0

1º Chelsea, 7; 2º Schalke 04, 5; 3º Maribor, 2; 4º Sporting, 1

Grupo H
BATE Borisov – Shakthar Donetsk – 0-7
FC Porto – At. Bilbao – 2-1

1º FC Porto, 7; 2º Shakthar Donetsk, 5; 3º BATE Borisov, 3; 4º At. Bilbao, 1 

22 Outubro, 2014 at 8:40 pm Deixe o seu comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada (Monaco – Benfica)

MonacoMonaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, Nabil Dirar, João Moutinho (82m – Bernardo Silva), Geoffrey Kondogbia, Lucas Ocampos (62m – Yannick Ferreira-Carrasco) e Dimitar Berbatov (34m – Anthony Martial)

BenficaBenfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Lisandro López, Eliseu, André Almeida, Eduardo Salvio, Enzo Pérez (88m – Andreas Samaris), Anderson Talisca (68m – Tiago “Bebé”), Nico Gaitán (79m – César) e Lima

Cartões amarelos – Ricardo Carvalho (71m), Layvin Kurzawa (78m) e Yannick Ferreira-Carrasco (90m); Eliseu (8m), Lisandro López (26m) e Eduardo Salvio (36m)

Cartão vermelho – Lisandro López (76m)

Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)

Depois de alguma infelicidade no primeiro jogo – pagando caro as falhas de desconcentração cometidas – e da péssima apresentação em Leverkusen, o Benfica abordava este terceiro desafio da Liga dos Campeões já em posição delicada, condicionado pela necessidade imperiosa de  não poder perder a partida.

Mas, uma vez mais, começaria mal, demorando a “entrar no jogo”, concedendo espaços e a iniciativa ao adversário – o que só não resultou em golo logo nos minutos iniciais devido a uma inacreditável deficiente execução de Ocampos, com a baliza escancarada à sua mercê -, denotando um complexo dificilmente compreensível (e aceitável) face à que é, indubitavelmente, a equipa menos forte do grupo, e, uma vez mais, uma indisfarçável falta de ambição.

Tal foi ainda mais flagrante quando, no segundo tempo, depois de a equipa ter conseguido enfim serenar, ter “pegado no jogo”, e levar o perigo até próximo da área monegasca, nunca se resolvendo contudo a correr maiores riscos, retardando as substituições – e, mesmo, independentemente disso -, a fazer alterações no sistema de jogo, que pudessem conferir maior dinâmica e provocar desequilíbrios na estrutura defensiva do adversário.

É verdade que, nessa fase do jogo, o Benfica dispôs também de ocasiões de perigo e, pelo menos, de uma soberana oportunidade de golo. Mas, uma vez mais, a imagem que transpareceu foi a de que o Benfica se contentaria com o empate.

Tal percepção reforçar-se-ia, inevitavelmente, a partir do minuto 76, com a equipa em inferioridade numérica, acabando os últimos vinte minutos (incluindo tempo de compensação) por ter de sofrer, recuar as linhas, em busca de preservar o pontinho, que, veremos mais adiante, se poderá ter servido de algo.

Para já, com a configuração que o grupo apresenta, a continuidade na Liga dos Campeões, para a fase de eliminatórias, parece à distância de um milagre, que corresponderia a uma segunda volta quase perfeita (no mínimo, 7 pontos, de duas vitórias e um empate, esperando uma conjugação favorável de resultados nos jogos entre os outros três concorrentes); mas, mais preocupante, a própria continuidade nas provas europeias (por via da transição para a Liga Europa) encontra-se seriamente ameaçada, e, previsivelmente, dependente de um indispensável triunfo, já no próximo jogo, perante este mesmo opositor.

Mas, para tal, o Benfica vai ter de jogar muito mais…

22 Outubro, 2014 at 8:40 pm Deixe o seu comentário

O pulsar do campeonato – 4.ª jornada

Pulsar - 4

(“O Templário”, 16.10.2014)

Quando, na passada semana, aqui escrevi que o principal destaque da jornada teria de ir, inteirinho, para o grande desafio que colocava frente a frente, talvez os dois principais candidatos ao título, estava longe de imaginar que o desfecho do Coruchense-Fazendense pudesse ser uma extraordinária goleada (5-0) obtida pelos visitantes, dado o equilíbrio de forças que se poderia antever. Mas o futebol é fértil em “fenómenos” desta natureza, em que a equipa supostamente mais “confortável” (jogando em casa e em posição vantajosa na tabela classificativa), rapidamente deixa de o ser, após sofrer um golo, que a desestabiliza, na exacta medida em que, inversamente, o adversário, adquirindo confiança, se agiganta (veja-se o recente exemplo do Brasil-Alemanha do Mundial).

E, depois, outro cenário clássico nestas circunstâncias: quando uma equipa se vê em desvantagem por dois ou três golos, perante uma da sua igualha, o que fazer? Procurar evitar que o marcador se continue a avolumar? Ou continuar a correr riscos, em busca – mais com o “coração” do que com a cabeça – de um golo que possa de alguma forma suscitar uma inversão da tendência. Ou, mais simplesmente – não tendo assistido ao jogo –, possivelmente um dia em que tudo sai bem a um dos contendores, enquanto ao outro, pelo contrário, tudo corre mal.

Reflexos imediatos deste resultado: para além do mais evidente – o facto de o Coruchense se ter visto igualado na classificação pelo Fazendense, portanto voltando praticamente à “estaca zero” neste duelo particular (com a vantagem anímica agora a pender para o grupo de Fazendas de Almeirim) –, o União de Tomar, mercê de um triunfo categórico (goleando também, por 4-0) no tradicional clássico frente à agora ainda relativamente inexperiente equipa do U. Santarém, isolou-se no segundo lugar. Com uma campanha bastante segura, é agora, a par dos Empregados do Comércio, um dos únicos dois clubes a manter a invencibilidade. A destacar o pendor goleador de Pelé (quarto golo apontado) e de Nuno Rodrigues, a marcar em dois jogos sucessivos.

Por falar em Empregados do Comércio, continua a afirmar a sua liderança, tendo vencido com tranquilidade o Barrosense (3-0); quatro jogos, quatro vitórias, 10-0 em golos (ataque mais concretizador, a par do Torres Novas; defesa menos batida), tem os candidatos Fazendense e Coruchense já a cinco pontos de distância… Por curiosidade, um desempenho perfeitamente simétrico face ao do rival escalabitano, U. Santarém, este, para já, somando por derrotas todos os quatro desafios disputados.

Nesta ronda, uma nota de saliência também para o Torres Novas, que depois de um arranque “em falso” – se assim se pode chamar à derrota tangencial em Amiais de Baixo –, somou o terceiro triunfo consecutivo, ascendendo ao 3.º posto, a um ponto do União de Tomar, e a três do comandante, com a tal particularidade de ser uma das duas equipas mais concretizadoras.

Esta era uma jornada repleta de aliciantes, incluindo ainda o derby municipal do Cartaxo, com o Pontével a impor-se, no seu também difícil terreno (em função das suas reduzidas dimensões), ganhando por 1-0, dando um pulo na pauta classificativa, ascendendo ao 6.º lugar. Falta-nos apenas referir os empates (2-2 em ambos os casos) registados no Benavente-Mação e no U. Chamusca-Amiense, jogos em que era já antevisto o equilíbrio, que acabaria por predominar.

Em função dos resultados desta ronda, as equipas do Cartaxo e do Amiense ocupam posições abaixo das expectativas, partilhando o 10.º posto, ambos com quatro pontos. Os três novos primodivisionários estão, para já, instalados nos indesejáveis três lugares da cauda da tabela.

Na II Divisão Distrital, que teve a sua segunda jornada, a Norte, temos três equipas que somaram segundo triunfo (Alferrarede – considerando a vitória administrativa da ronda inaugural, no Rossio ao Sul do Tejo –, Pego e U. Abrantina), enquanto, a Sul, apenas o Glória do Ribatejo conseguiu tal feito. O regressado (?) Rossiense continua sem comparecer nos campos, tendo adiado a sua partida (desta feita no Tramagal). Os grupos de Assentis, Sabacheira, Porto Alto e Pernes registaram segundo desaire.

Subindo até ao Campeonato Nacional de Seniores, o destaque vai para um empolgante desafio entre Fátima e Riachense (que somou o primeiro ponto, graças ao empate a três bolas). O At. Ouriense, que continua de “casa às costas”, foi goleado pelo Caldas (0-4), afundando-se na classificação (regista também, somente, um ponto) – estando portanto riachenses e ourienses já a cinco pontos dos mais próximos competidores (sendo um deles o Fátima); por fim, o Alcanenense foi derrotado em casa pelo líder (U. Leiria), por 1-2, repartindo agora a 3.ª posição com Eléctrico de Ponte de Sôr e Caldas, todos com dez pontos.

No próximo fim-de-semana, os campeonatos estarão em pausa, para disputa dos 1/32 avos de final da Taça de Portugal (ainda com dois “sobreviventes” do distrito, Alcanenense, que se desloca à Madeira, para defrontar o Nacional, da I Liga, e Riachense, que recebe a visita do Benfica de Castelo Branco, numa ronda em que se destaca o FC Porto-Sporting) e da 1.ª jornada da fase de grupos da Taça Ribatejo, neste caso, com algumas partidas de particular interesse, como o União de Tomar-Assentis, a reedição do Amiense-Torres Novas, o Fazendense-Pontével, e, espera-se, a estreia do Rossiense, em Ferreira do Zêzere.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 16 de Outubro de 2014)

19 Outubro, 2014 at 11:00 am Deixe o seu comentário

Dinamarca – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)

Dinamarca Dinamarca –  Kasper Schmeichel, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Nicolai Boilesen (58m – Simon Poulsen), Pierre Højbjerg, William Kvist, Christian Eriksen (84m – Thomas Kahlenberg), Michael Krohn-Dehli,  Lasse Vibe (45m – Uffe Bech) e Nicklas Bendtner

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric, Pepe, Ricardo Carvalho, Eliseu, William Carvalho, Tiago (84m – Quaresma), Moutinho, Danny (77m – Éder), Ronaldo e Nani (68m – João Mário)

0-1 – Cristiano Ronaldo – 90m

Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (90m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Qualquer análise e percepção que se possa associar a um jogo de futebol é sempre, inevitavelmente, condicionada pelo seu resultado final.

Tal ficou bem patente neste desafio, repleto de particularidades de interesse, desde logo com a estreia, a nível oficial, de um novo seleccionador nacional, Fernando Santos, em substituição de Paulo Bento, traduzindo-se paralelamente na abertura de um novo ciclo, com o regresso à selecção de um conjunto de jogadores que há vários anos andavam dela afastados, casos de Tiago ou Ricardo Carvalho (e, há menos tempo, Danny), mas também, com a novidade do debute ao mais alto nível de Cédric ou João Mário, dando corpo à tão falada renovação da selecção.

Ou, por outra, mais que uma renovação, teremos tido uma golfada de “ar fresco”, bem a propósito para o recomeço que se revelava necessário, depois da “falsa partida” do jogo inaugural nesta fase de qualificação, com a fracassada recepção à Albânia.

Perante este enquadramento, ainda que a “margem de erro” estivesse longe de se esgotar – até em função do novo sistema de apuramento, e do número de países a qualificar para a fase final (23), abrindo a porta a cinco dos 3.º classificados -, era naturalmente de toda a conveniência sair da Dinamarca com um resultado positivo.

E, a verdade é que não seria necessário um grande decurso de tempo, para se aceitar que o empate poderia – no mínimo, claro está… – ser uma forma de resultado positivo. Desde logo porque a equipa portuguesa – receosa, algo desconfiada ainda de si própria, em particular a nível defensivo (depois das falhas evidenciadas no particular com a França de apenas três dias antes – demorou algum tempo a encaixar-se no sistema dinamarquês, que começou por assumir o controlo do jogo e algumas iniciativas de maior pendor ofensivo.

Depois, à medida que o grupo foi conseguindo estabilizar psicologicamente e os índices de confiança começaram a melhorar – uma palavra para a excelente exibição de Ricardo Carvalho, o veterano desta selecção, já com os seus 36 anos, mas com uma actuação praticamente sem falhas, a par da cobertura que William Carvalho e Tiago possibilitaram, no sentido de resguardar de situações de maior risco, a defesa, em particular o flanco esquerdo, a cargo de Eliseu, que com tantas dificuldades se debatera em Paris – Portugal como que “tomou conta” do jogo, passando a assumir a iniciativa, controlando e dominando, e podendo ter chegado, numa ou noutra oportunidade, ao golo.

Que, não surgindo, vinha avolumando – à medida que o desafio se aproximava do seu termo -, a tal percepção de que o empate poderia ser um resultado positivo.

E isto leva-nos de volta ao início… Quando já se pensaria talvez que a prioridade seria a de salvaguardar o nulo, Fernando Santos acabaria por ser feliz nas substituições por que optou – as quais transmitiram sinais para dentro do campo, de que, até ao último segundo, se poderia acreditar ainda em algo de mais positivo: primeiro, a entrada de um avançado, Éder, para o lugar de um Danny ainda em sub-rendimento, à procura de se reencontrar com a selecção; e, já na fase final, Quaresma a render Tiago.

Sobre o resto da história, foi o perfeito “happy ending”: virtualmente no derradeiro momento do encontro – já com 4 minutos e 50 segundos decorridos dos cinco minutos de tempo de compensação determinado pelo árbitro -, Quaresma a fazer um excelente cruzamento, Éder a atrair os defesas contrários, abrindo espaço para a entrada fulgurante de Cristiano Ronaldo, de cabeça, ainda num lance dividido com um outro defesa, a introduzir a bola na baliza da Dinamarca, garantindo a vitória e três importantíssimos pontos, que, praticamente, permitem desde já anular o efeito do malfadado jogo com a Albânia.

Um bom recomeço…

GRUPO I        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Albânia      2   1   1   -   2 - 1   4
2º Dinamarca    3   1   1   1   3 - 3   4
3º Portugal     2   1   -   1   1 - 1   3
4º Sérvia       1   -   1   -   1 - 1   1
5º Arménia      2   -   1   1   2 - 3   1

3ª jornada

14.10.14 – Dinamarca – Portugal – 0-1
14.10.14 – Sérvia – Albânia – Jogo interrompido aos 41m (0-0)

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14 Outubro, 2014 at 8:40 pm 1 comentário

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