Posts tagged ‘Selecção’

Sorteio – Mundial 2018

Rússia-2018

   Grupo A        Grupo B         Grupo C        Grupo D
RUS Rússia     POR Portugal   FRA França     ARG Argentina
URU Uruguai    ESP Espanha    PER Peru       Croácia Croácia
EGI Egipto     IRN Irão       Dinamarca Dinamarca  IS Islândia
A.SA A.Saudita  Marrocos.svg Marrocos   AUS Austrália  NGA Nigéria

    Grupo E       Grupo F         Grupo G        Grupo H
BRA Brasil     GER Alemanha   BEL Bélgica    Polónia Polónia
SUI Suíça      MEX México     ING Inglaterra COL Colômbia
CRC Costa Rica SUÉ Suécia     TUN Tunísia    SEN Senegal
SÉR Sérvia     KOR Cor. Sul   PAN Panamá     JPN Japão

Portugal jogará a sua partida de estreia na Fase Final do Mundial, a 15 de Junho, em Sochi, frente à Espanha (21 horas locais, 19 horas em Portugal); defrontará de seguida, a 20 de Junho, em Moscovo, a selecção de Marrocos (15 horas locais, 13 horas em Portugal); e, a concluir o grupo de apuramento, a 25 de Junho, em Saransk, jogará com o Irão (21 horas locais, 19 horas em Portugal continental).

O jogo de abertura do Mundial, a 14 de Junho, disputa-se entre o país anfitrião, Rússia, e a Arábia Saudita, em Moscovo (18 horas locais, 16 horas em Portugal).

1 Dezembro, 2017 at 5:03 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Qualificação – Zona Europeia

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10 Outubro, 2017 at 9:52 pm Deixe um comentário

Portugal – Suíça (Mundial 2018 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, José Fonte, Eliseu (68m – Antunes), William Carvalho, João Mário (90m – Danilo Pereira), João Moutinho, Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (75m – André Gomes)

Suíça Suíça – Yann Sommer, Stephan Lichtsteiner, Fabian Schär, Johan Djourou, Ricardo Rodríguez, Remo Freuler (45m – Denis Zakaria), Blerim Džemaili (66m – Steven Zuber), Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri, Haris Seferović e Admir Mehmedi (66m – Breel Embolo)

1-0 – Johan Djourou (p.b.) – 41m
2-0 – André Silva – 57m

Cartões amarelos – Eliseu (45m); Remo Freuler (27m) e Denis Zakaria (69m)

Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)

Culminando duas excelentes campanhas, em paralelo, com o pleno de vitórias face aos restantes adversários do grupo – pese embora se tenha revelado de nível geral bastante fraco, sobretudo no que respeita à Hungria e à Letónia, muito aquém das expectativas -, Portugal e Suíça tinham encontro marcado para esta espécie de “final”, que ditaria qual dos dois garantiria o apuramento directo, em prejuízo do outro, forçado a “horas extraordinárias”, num sempre imprevisível “play-off”.

A selecção suíça, com a vantagem teórica de poder jogar com dois resultados – apenas a derrota não servia as suas aspirações – apresentou-se muito coesa, com um forte sentido de colectivo, bem posicionada, jogando “olhos nos olhos” com os portugueses, mas, efectivamente, sem criar especial perigo.

Por seu lado, a equipa lusa, ambicionando a vitória, sabia que teria de ser paciente e não conceder qualquer espécie de facilidades ao oponente. Assim, com o jogo muito equilibrado a meio-campo, o primeiro lance de maior “frisson” surgiria já próximo dos 40 minutos, num remate de Bernardo Silva, a que o guardião suíço deu a melhor resposta para as suas cores.

Quando se esperava que o intervalo chegasse com o nulo no marcador, Portugal viria então a ser feliz: na sequência de um centro de Eliseu, João Mário atrapalhou Sommer e Djorou, tendo o guarda-redes desviado a bola contra o defesa, que, involuntariamente, fez auto-golo.

À saída para o descanso os papéis invertiam-se: era Portugal que passava a estar “qualificado”, cabendo aos suíços ir em busca do prejuízo.

Mas, contrariamente ao que sucedera há três dias em Andorra, desta feita o segundo tento surgiria cedo, ainda antes do quarto de hora da segunda metade, com André Silva, muito oportuno, a finalizar um lance criado por João Moutinho e Bernardo Silva.

Desde logo se sentiu que o apuramento já não nos escaparia. A equipa portuguesa, muito segura e confiante, controlou o jogo a seu bel-prazer, anulando qualquer veleidade que os suíços pudessem ter.

Ao invés, na parte final do desafio, seria inclusivamente Portugal a dispor de oportunidades para ampliar a marca, com Cristiano Ronaldo, isolado frente a Sommer, a permitir a defesa (80 minutos), e, já em período de compensação, Bernardo Silva, a perder o “timing” de uma assistência para Ronaldo, que, provavelmente, teria resultado em mais um golo, que lhe teria proporcionado igualar o polaco Lewandowski como melhor goleador desta fase de qualificação europeia para o Mundial.

Portugal, superior no momento decisivo, cumpria o seu destino: privilegiando o “jogar bem”, em detrimento do “jogar bonito”, completava uma série perfeita de nove vitórias, garantindo assim a 10.ª presença consecutiva em fases finais de grandes competições internacionais, desde 2000 (cinco Campeonatos da Europa e cinco Campeonatos do Mundo)!

GRUPO B        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Portugal    10   9   -   1  32 - 4  27
2º Suíça       10   9   -   1  23 - 7  27
3º Hungria     10   4   1   5  14 -14  13
4º I. Faroé    10   2   3   5   4 -16   9
5º Letónia     10   2   1   7   7 -18   7
6º Andorra     10   1   1   8   2 -23   4

10ª jornada

10.10.2017 – Hungria – I. Faroé – 1-0
10.10.2017 – Letónia – Andorra – 4-0
10.10.2017 – Portugal – Suíça – 2-0

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10 Outubro, 2017 at 9:35 pm Deixe um comentário

Andorra – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)

Andorra Andorra – Josep Antoni Gomes, Jesús “Chus” Rubio, Ildefons Lima, Max Llovera, Moisès San Nicolas, Victor Rodríguez (87m – Juli Sánchez), Marc Rebés, Marc Vales, Ludovic Clemente (79m – Alex Martínez), Márcio Vieira (90m – Sergi Moreno) e Jordi Aláez

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Luís Neto, Eliseu, Danilo, Gelson Martins (45m – Cristiano Ronaldo), João Mário, Ricardo Quaresma (79m – William Carvalho), Bernardo Silva e André Silva (90m – Gonçalo Guedes)

0-1 – Cristiano Ronaldo – 63m
0-2 – André Silva – 86m

Cartões amarelos – Jordi Aláez (37m), Moisès San Nicolas (57m), Victor Rodríguez (75m) e Sergi Moreno (90m)

Árbitro – Miroslav Zelinka  (R. Checa)

Não foi um bom jogo esta última etapa da selecção portuguesa, a caminho da “final” com a Suíça, mas, pode dizer-se “missão cumprida” na tarefa – que se confirmou ser imprescindível – de, após o “passo em falso” na estreia desta fase de qualificação, vencer todas as partidas, em ordem a continuar a depender exclusivamente de si própria.

Pese embora a imperiosa necessidade de vencer – caso tal não sucedesse, esvaziar-se-ia de conteúdo o derradeiro encontro, ante a Suíça, dado que tudo teria ficado já antecipadamente definido, a favor dos suíços – a realidade competitiva sobrepôs-se e Fernando Santos optou mesmo por preservar alguns dos titulares, poupando-os ao esforço e a eventuais “cartões amarelos”, que os poderiam afastar do prélio decisivo.

Num campo de dimensões reduzidas e com relvado sintético, a equipa portuguesa denotou muita dificuldade em contornar a barreira defensiva andorrana, muito compacta, preenchendo todos os espaços, não tendo conseguido impor a velocidade necessária para poder fazer desequilibrar a organização contrária.

No final do primeiro tempo podia dizer-se que se “alugava meio terreno”, mas as ocasiões de perigo junto da área de Andorra rarearam, destacando-se a tentativa de Quaresma, aos 26 minutos, e um remate de meia distância de Pepe, aos 40 minutos.

Com o nulo teimosamente a manter-se – nula altura em que, paralelamente, na Suíça, os nossos mais directos rivais tinham decidido já, em seu proveito, a contenda face aos húngaros -, Cristiano Ronaldo seria chamado a entrar em acção para o segundo tempo.

E, não obstante a toada do jogo não se tivesse alterado substancialmente, bastaria pouco mais de um quarto de hora para que, numa sobra de bola, Cristiano Ronaldo, muito eficaz, não perdoasse, apontando o seu 15.º tento nesta fase de qualificação, desbloqueando assim o problema que se vinha perfilando.

Inaugurado o marcador, Portugal beneficiaria então, na fase final da partida, de mais espaço, proporcionado também pela fadiga que se ia acumulando nos jogadores da casa, acabando por obter o golo da tranquilidade já bem próximo do termo do encontro.

Confirmava-se a “final”, com a Suíça, “pré-agendada” há mais de um ano…

GRUPO B        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Suíça        9   9   -   -  23 - 5  27
2º Portugal     9   8   -   1  30 - 4  24
3º Hungria      9   3   1   5  13 -14  10
4º I. Faroé     9   2   3   4   4 -15   9
5º Letónia      9   1   1   7   3 -18   4
6º Andorra      9   1   1   7   2 -19   4

9ª jornada

07.10.2017 – I. Faroé – Letónia – 0-0
07.10.2017 – Andorra – Portugal – 0-2
07.10.2017 – Suíça – Hungria – 5-2

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7 Outubro, 2017 at 9:34 pm Deixe um comentário

Hungria – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)

Hungria Hungria – Péter Gulácsi, Attila Fiola, Richárd Guzmics, Tamás Kádár, Mihály Korhut, Gergő Lovrencsics (78m – Roland Varga), Máté Pátkai, Ákos Elek (67m – Ádám Pintér), Balázs Dzsudzsák, Tamás Priskin e Márton Eppel (61m – Dániel Böde)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão (28m – Eliseu), Danilo Pereira, João Moutinho, Gelson Martins (63m – Bernardo Silva), João Mário, Cristiano Ronaldo e André Silva (86m – Ricardo Quaresma)

0-1 – André Silva – 48m

Cartões amarelos – Máté Pátkai (20m), Ákos Elek (45m), Balázs Dzsudzsák (82m) e Attila Fiola (89m); Cristiano Ronaldo (89m)

Cartão vermelho – Tamás Priskin (30m)

Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)

Num grupo que se revela bastante desequilibrado, com Suíça e Portugal a derrotarem todos os restantes adversários, a equipa portuguesa tinha esta noite (mais) um jogo crucial para as suas aspirações de qualificação directa.

Com a formação helvética, desde cedo a colocar-se em vantagem na Letónia, confirmava-se o que se antecipava já: a vitória portuguesa na Hungria era absolutamente imprescindível para manter o líder sob “mira”, à distância de três pontos, que poderão ser anulados no confronto directo.

Independentemente disso, a selecção nacional entrou em campo com boa atitude, de forma personalizada, assumindo o favoritismo que o seu estatuto de Campeão Europeu lhe confere, mas consciente dos riscos que esta deslocação acarretava.

Curiosamente, a uma meia hora inicial de supremacia lusa, seguir-se-ia, até final do primeiro tempo, e na sequência da expulsão de um jogador húngaro (cotovelada a Pepe), uma fase de grande dureza no jogo, sucessivamente interrompido, em consequência da elevada quantidade de faltas.

A jogar em superioridade numérica – mas, tendo sido expulso um avançado da Hungria, com a equipa da casa a manter a sua organização defensiva, acantonando-se -, Portugal necessitava manter “cabeça fria”, para não entrar numa toada de jogo precipitada, que só favoreceria o adversário.

Para o segundo tempo, a equipa vinha com essa orientação, de assentar o jogo, beneficiando do largo tempo que dispunha ainda; teria então a felicidade de chegar ao golo logo no terceiro minuto.

A partir daí, e até final, a equipa portuguesa oscilou sempre entre a ideia “racional” de prosseguir uma toada de jogo que lhe permitisse marcar novo golo e, assim, solidificar tão importante triunfo, e a pulsão mais “emocional”, de conservar a preciosa vantagem, minimizando o risco.

Tal dificultaria a fluidez do jogo português, para o que contribuía também o posicionamento da selecção húngara, sempre “especulativo”, na expectativa de um eventual erro para poder restabelecer o empate.

O conjunto português começaria então a gerir o tempo de jogo, trocando a bola à entrada do meio campo contrário, mas, paralelamente, deixando correr o tempo, subsistindo à mercê de um lance de contra-ataque rápido, ou de bola parada.

O maior “calafrio” chegaria mesmo já em tempo de compensação, com um desvio de cabeça, na área portuguesa, que Rui Patrício, com segurança, deteria, beneficiando também da sua imperfeita execução técnica.

Em síntese, com uma vitória justa, embora pudesse ter sido mais afirmativa, valeu o ultrapassar de mais um obstáculo de monta nesta caminhada para a fase final.

Somando o 7.º triunfo consecutivo, a selecção nacional necessitará, muito provavelmente, de chegar às nove vitórias, para confirmar o apuramento directo para o Mundial. Falta apenas a derradeira jornada dupla, em Outubro, com a deslocação a Andorra e a recepção à Suíça…

GRUPO B        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Suíça        8   8   -   -  18 - 3  24
2º Portugal     8   7   -   1  28 - 4  21
3º Hungria      8   3   1   4  11 - 9  10
4º I. Faroé     8   2   2   4   4 -15   8
5º Andorra      8   1   1   6   2 -17   4
6º Letónia      8   1   -   7   3 -18   3

8ª jornada

03.09.2017 – I. Faroé – Andorra – 1-0
03.09.2017 – Hungria – Portugal – 0-1
03.09.2017 – Letónia – Suíça – 0-3

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3 Setembro, 2017 at 9:37 pm Deixe um comentário

Portugal – I. Faroé (Mundial 2018 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, José Fonte, Eliseu, William Carvalho, João Mário (59m – Ricardo Quaresma), João Moutinho (72m – André Gomes), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (81m – Nélson Oliveira)

I. Faroé I. Faroé – Gunnar Nielsen, Jónas Tór Naes, Atli Gregersen, Odmar Faerø, Viljormur Davidsen, Sølvi Vatnhamar (66m – Kaj Bartalsstovu), Róaldur Jakobsen, Rógvi Baldvinsson, Gilli Sørensen, René Joensen (81m – Karl Løkin) e Joan Edmundsson (73m – Patrik Johannesen)

1-0 – Cristiano Ronaldo – 3m
2-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 29m
2-1 – Rógvi Baldvinsson – 38m
3-1 – William Carvalho – 58m
4-1 – Cristiano Ronaldo – 65m
5-1 – Nélson Oliveira – 84m

Cartão amarelo – Cédric Soares (14m)

Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)

Não seria de esperar que o jogo desta noite da selecção nacional tivesse “grande história”. Depois da goleada de 6-0 registada em Torshavn, há quase onze meses, a única dúvida que subsistia tinha a ver com a amplitude de uma anunciada nova vitória portuguesa.

Os ilhéus ainda tinham proclamado pretender “ganhar o jogo”, e anunciado “não conhecer” Cristiano Ronaldo (tinha marcado apenas um tento naquele triunfo português). Pois, bastariam pouco mais de dois minutos para que Cristiano se fizesse mostrar, com um golo de belo efeito, num remate em jeito de “pontapé de moinho”, o primeiro dos três que apontaria nesta partida, fazendo ampliar para 78 o seu registo pessoal ao serviço da principal selecção de Portugal.

Desta forma – para além da afirmativa exibição de Cristiano Ronaldo -, a notícia acabaria mesmo por ser o golo obtido pela formação das Ilhas Faroé, que lhe permitiu chegar ao intervalo com uma desvantagem tangencial no marcador.

De facto, depois do 2-0, sentindo que tinha a vitória “na mão”, a equipa portuguesa tirou o “pé do acelerador”, vindo a ser surpreendida, na sequência de um lançamento de linha lateral.

Voltando para a segunda parte com atitude mais concentrada, Portugal não teve dificuldade em, paulatinamente, ir dilatando o marcador, num bom (mas demasiado fácil) ensaio para o decisivo teste na Hungria, já no domingo, na perspectiva de não deixar aumentar a distância em relação à Suíça (que se desloca à Letónia), de forma a que tudo possa ser decidido na derradeira jornada, no confronto entre lusos e helvéticos.

GRUPO B        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Suíça        7   7   -   -  15 - 3  21
2º Portugal     7   6   -   1  27 - 4  18
3º Hungria      7   3   1   3  11 - 8  10
4º I. Faroé     7   1   2   4   3 -15   5
5º Andorra      7   1   1   5   2 -16   4
6º Letónia      7   1   -   6   3 -15   3

7ª jornada

31.08.2017 – Hungria – Letónia – 3-1
31.08.2017 – Portugal – I. Faroé – 5-1
31.08.2017 – Suíça – Andorra – 3-0

(mais…)

31 Agosto, 2017 at 9:33 pm Deixe um comentário

10.07.2016 – Campeões para a eternidade

10 Julho, 2017 at 10:27 pm Deixe um comentário

Chile – Alemanha (Taça Confederações – Final)

Chile Chile – Claudio Bravo, Mauricio Isla, Gary Medel, Gonzalo Jara, Jean Beausejour, Marcelo Diaz (53m – Leonardo Valencia), Charles Aranguiz (81m – Angelo Sagal), Arturo Vidal, Pablo Hernández, Eduardo Vargas (81m – Edson Puch) e Alexis Sanchez

Alemanha Alemanha – Marc-Andre Ter Stegen, Matthias Ginter, Shkodran Mustafi, Antonio Ruediger, Joshua Kimmich, Lars Stindl, Sebastian Rudy, Jonas Hector, Leon Goretzka (90m – Niklas Süle), Julian Draxler e Timo Werner (79m – Emre Can)

0-1 – Lars Stindl – 20m

Cartões amarelos – Arturo Vidal (59m), Gonzalo Jara (66m), Eduardo Vargas (75m) e Claudio Bravo (90m); Joshua Kimmich (59m), Emre Can (90m) e Sebastian Rudy (90m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Após uma avassaladora entrada em campo da selecção do Chile – muito mais experiente que a alemã, a qual apresentou um grupo muito jovem, com média de idade inferior em mais de cinco anos e meio ao adversário -, criando diversas ocasiões de perigo, bastaria afinal um erro da defesa chilena (um “brinde”, que Stindl, de “baliza aberta”, não desperdiçou) para que a Alemanha conquistasse o seu primeiro troféu nesta competição.

Na segunda parte, os sul-americanos, “vendendo cara a derrota”, porfiaram, tudo procurando fazer para chegar ao golo, mas, para além de se terem mostrado excessivamente perdulários, acabaram por se desequilibrar em campo, concedendo espaços para várias investidas da turma germânica, a justificar assim o triunfo na prova.

Palmarés da Taça das Confederações:

1992 – Argentina
1995 – Dinamarca
1997 – Brasil
1999 – México
2001 – França
2003 – França
2005 – Brasil
2009 – Brasil
2013 – Brasil
2017 – Alemanha

2 Julho, 2017 at 8:53 pm Deixe um comentário

Portugal – México (Taça Confederações – 3.º/4.º lugar)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Luís Neto, Eliseu, Danilo (82m – André Gomes), Gelson Martins, João Moutinho (82m – Adrien Silva), Pizzi (91m – William Carvalho), Nani (70m – Ricardo Quaresma) e André Silva

México México – Guillermo Ochoa, Miguel Layun, Néstor Araujo, Hector Moreno, Luis Reyes, Hector Herrera, Rafael Marquez (106m – Marco Fabián),   Andres Guardado (80m – Jonathan dos Santos), Carlos Vela, Javier Hernández “Chicharito” (85m – Raúl Jiménez) e Oribe Peralta (61m – Hirving Lozano)

0-1 – Luís Neto (p.b.) – 54m
1-1 – Pepe – 90m
2-1 – Adrien Silva (pen.) – 104m

Cartões amarelos – Nélson Semedo (26m); Rafael Marquez (16m), Raúl Jiménez (94m) e Hector Moreno (98m)

Cartões vermelhos – Nélson Semedo (106m); Raúl Jiménez (112m)

Árbitro – Fahad Al Mirdasi (Arábia Saudita)

Não valerá a pena perder muito tempo com este tal jogo “sem razão de existir”. Conseguiu-se (“in extremis”) o mais importante: ampliar para 14 o total de jogos consecutivos sem derrota em fases finais de grandes competições internacionais. Paralelamente, o triunfo final e consequente 3.º lugar do pódio dão também um sabor mais “doce” e confiante à selecção nacional, na saída desta prova e antes de se abalançar à derradeira e decisiva fase de qualificação para o Mundial de 2018.

Mas, ademais desses factores, relevante terá sido também a demonstração de que temos disponíveis muitas e válidas soluções para reforçar o grupo: foram oito as alterações face ao jogo anterior, frente ao Chile (para além guarda-redes, Rui Patrício, apenas dois jogadores de campo se mantiveram, Eliseu e André Silva – até porque não estavam já disponíveis alternativas para as posições específicas que ocupam, dadas as ausências de Raphaël Guerreiro e Cristiano Ronaldo).

Dando expressão à máxima de que “não há dois jogos iguais”, foi bastante distinto o cariz deste encontro, comparativamente ao desafio inicial antes esta mesma selecção do México (muito mais conservadora em termos de “rotação” de jogadores), com Portugal a entrar muito melhor no jogo, de forma desinibida, que poderia ter resultado numa posição de vantagem logo à passagem do quarto de hora, não fora André Silva ter sido o quarto jogador luso a desperdiçar, de forma sucessiva, neste torneio, uma grande penalidade, permitindo a defesa ao guardião contrário.

Até final da primeira metade, sentindo de alguma forma a “malapata”, a selecção não conseguiria manter o bom nível exibicional com se apresentara de início. Não obstante, continuava a controlar o jogo, com o México a procurar apostar no contra-ataque.

Na segunda parte, cedo a selecção nacional se viu em desvantagem, com mais um lance infeliz, num auto-golo, dado a bola ter tabelado em Luís Neto, traindo o guarda-redes português.

A equipa acusou o tento, de alguma forma descompensou-se, permitindo então espaços aos mexicanos, que, por mais de uma vez, poderiam ter ampliado o marcador, não fora a excelente actuação de Rui Patrício, com um par de soberbas intervenções, positivamente a negar o golo aos norte-americanos.

Até final, por vezes “mais com o coração que com a cabeça”, a formação portuguesa buscaria o golo que lhe possibilitasse evitar o desaire, acabando por ser premiada já no início do tempo de compensação (como que “retribuindo” o tento do empate mexicano na ronda inaugural, também averbado após os 90 minutos).

No prolongamento, agora impulsionado pela força mental de ter conseguido aquele golo tardio, foi o conjunto luso a entrar novamente mais afirmativo, arrancando nova grande penalidade, desta feita bem convertida por Adrien Silva, colocando Portugal em vantagem.

Depois de uma grande penalidade desperdiçada, um golo na própria baliza, Portugal conseguiria uma inédita e altamente improvável “tripla” conjugação adversa, com Nélson Semedo a ver o segundo cartão amarelo, sendo expulso, apenas dois minutos volvidos. Preparávamo-nos para sofrer de novo, quando, num lance entre dois benfiquistas, Jiménez, inadvertidamente, atingiu Eliseu, resultado no mesmo desfecho do seu colega na Luz, Nélson Semedo, ficando as equipas novamente igualadas em número de elementos, acabando dez contra dez.

Na parte final do prolongamento, os mexicanos, já de “cabeça perdida”, não teriam o discernimento para forçar nova igualdade, o que proporciona a Portugal uma saída airosa desta prova, em que – conforme o “balanço” já anteriormente realizado – registou bom desempenho, dignificando o título de Campeão Europeu que ostenta, dando alento para a continuidade de resultados muito positivos, beneficiando da renovação que se começa a fazer sentir, com jovens talentos de grande valor.

2 Julho, 2017 at 2:51 pm Deixe um comentário

Taça das Confederações – 1/2 Finais

Portugal – Chile – 0-0 (0-3 g.p.)
Alemanha – México – 4-1

29 Junho, 2017 at 9:57 pm Deixe um comentário

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