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Portugal – Holanda – Liga das Nações da UEFA – Final
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, José Fonte, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho (90m – Rúben Neves), Bruno Fernandes (81m – João Moutinho), Bernardo Silva, Gonçalo Guedes (75m – Rafa Silva) e Cristiano Ronaldo
Holanda – Jasper Cillessen, Denzel Dumfries, Matthijs de Ligt, Virgil van Dijk, Daley Blind, Marten de Roon (81m – Luuk de Jong), Frenkie de Jong, Georginio Wijnaldum, Steven Bergwijn (60m – Donny van de Beek), Ryan Babel (45m – Quincy Promes) e Memphis Depay
1-0 – Gonçalo Guedes – 60m
Cartões amarelos – Denzel Dumfries (88m) e Virgil van Dijk (90m)
Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)
Estádio do Dragão, Porto

(Foto via Twitter)
Portugal conquistou a edição inaugural da nova “Liga das Nações da UEFA” – troféu que junta ao título de Campeão Europeu -, ao vencer na Final da prova a selecção da Holanda.
Dando a aparência de ter entrado em campo algo retraída, começando por conceder a iniciativa de jogo ao adversário, a equipa portuguesa conseguiu “soltar-se” a partir do quarto de hora, dominando, até final, em praticamente todas as vertentes (pese embora o maior tempo de posse de bola por parte dos holandeses), tendo chegado ao intervalo com uma dúzia de remates e seis cantos, contra apenas um remate e um canto a favor do seu opositor.
No primeiro tempo, esteve em evidência Bruno Fernandes, pela espontaneidade de remate, porém sem conseguir materializar as várias tentativas em golo, com Cilessen a mostrar-se concentrado. Perante uma posse de bola inconsequente por parte da Holanda, Portugal, com um futebol mais vertical, em transições rápidas, beneficiou da liberdade concedida por Fernando Santos a Bernardo Silva, grande desequilibrador desta Final.
Na segunda metade, com os holandeses sem profundidade no seu futebol, não conseguindo penetrar na área portuguesa, com Rúben Dias a destacar-se no comando da defensiva portuguesa, bem apoiada, na zona intermediária, pela dupla Danilo Pereira e William Carvalho, a turma portuguesa aproveitou para imprimir mais intensidade no jogo, frente a um adversário que começava a denotar o efeito de menos 24 horas de recuperação (e um prolongamento jogado, na meia-final).
À passagem da hora de jogo, dando sequência a uma excelente triangulação com Bernardo Silva, Gonçalo Guedes, de primeira, sem preparação, rematou forte e colocado, batendo inapelavelmente Cilessen, que, estirando-se, ainda tocaria na bola, mas impotente para travar a sua marcha para as redes da baliza.
A equipa nacional, que dominara a partida durante a maior parte do tempo, tendo criado oportunidades para alcançar marca mais tranquilizadora, acabaria, na parte final, por, algo instintivamente, ir recuando, na defesa da preciosa vantagem, tendo, então, a Holanda, com espaço para progredir no terreno, chegado ainda a assustar, em especial por Depay e van de Beek, com Rui Patrício a negar o golo.
A formação “laranja”, já em fase de desespero, terminaria o encontro com os centrais de Ligt e van Dijk, quais “ponta-de-lança”, mas sem conseguir criar outras situações de perigo, tendo Portugal sustido esse ímpeto final.
Com inteiro mérito – mercê de uma substancial melhoria exibicional, da meia-final para a Final – e justiça, Portugal repete a glória da conquista de um título europeu, numa competição que, pese embora a novidade, foi encarada com grande seriedade e ambição pelos quatro semi-finalistas, também louváveis vencedores dos respectivos grupos de qualificação, depois de terem deixado para trás selecções como a da França (actual Campeã do Mundo), Alemanha, Espanha, Itália, Croácia ou Bélgica.
Aureolada com os últimos dois troféus disputados a nível europeu, a selecção lusa – a atravessar a fase mais exuberante da sua história – afirma-se, assim, definitivamente, como “grande”, entre as “maiores” da Europa.
Europeu 2020 – Qualificação – 3ª Jornada
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 3 2 1 - 7 - 1 7 2º Luxemburgo 3 1 1 1 4 - 4 4 3º Portugal 2 - 2 - 1 - 1 2 4º Lituânia 2 - 1 1 2 - 3 1 5º Sérvia 2 - 1 1 1 - 6 1
3ª jornada
07.06.2019 – Lituânia – Luxemburgo – 1-1
07.06.2019 – Ucrânia – Sérvia – 5-0
(mais…)
Portugal – Suíça – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe (63m – José Fonte), Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Bruno Fernandes (90m – João Moutinho), Rúben Neves, William Carvalho, Bernardo Silva, João Félix (70m – Gonçalo Guedes) e Cristiano Ronaldo
Suíça – Yann Sommer, Kevin Mbabu, Fabian Schär, Manuel Akanji, Ricardo Rodríguez, Denis Zakaria (71m – Edimilson Fernandes), Granit Xhaka, Remo Freuler (89m – Josip Drmić), Steven Zuber (83m – Renato Steffen), Xherdan Shaqiri e Haris Seferović
1-0 – Cristiano Ronaldo – 25m
1-1 – Ricardo Rodríguez (pen.) – 57m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 88m
3-1 – Cristiano Ronaldo – 90m
Cartões amarelos – Granit Xhaka (66m), Fabian Schär (68m) e Xherdan Shaqiri (85m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
Estádio do Dragão, Porto
Tudo parecia indicar que a selecção de Portugal ia, mais uma vez, empatar o jogo, como tem sido praticamente regra no consulado de Fernando Santos, em fases finais de provas internacionais, quando Cristiano Ronaldo tirou, não um, mas dois “coelhos da cartola”, dando a estocada final numa bastante sólida equipa da Suíça.
Actuando “em casa”, apoiada pelo seu público, com a perspectiva de poder atingir a terceira final de uma grande competição (depois do “EURO 2004” e do “EURO 2016”), frente a um adversário bem conhecido – com o qual disputámos, “palmo a palmo”, a fase de qualificação para o Mundial de 2018 -, a equipa portuguesa tencionaria procurar assumir a iniciativa.
Porém, com uma exibição a denotar alguma descoordenação a nível colectivo, com algumas das suas principais figuras (em especial, Bruno Fernandes ou João Félix, este em estreia absoluta) falhas de inspiração, ou a actuar fora da posição ou do sistema em que poderão render mais, a selecção nacional teve grande dificuldade em controlar a posse de bola, com a Suíça a impor-se, mas com a pecha da falta de eficácia na concretização, com Seferović também a não conseguir aproveitar as oportunidades de que dispôs.
A primeira ocasião de “frisson” chegaria logo aos três minutos, com Shaqiri a obrigar Rui Patrício a mostrar a sua concentração. Pouco depois dos dez minutos, Cristiano Ronaldo beneficiou de uma falha da defesa contrária para criar perigo, mas sem sucesso.
A Suíça voltaria a assustar por mais duas vezes antes de, logo aos 25 minutos, com um lance de excelente execução de Cristiano Ronaldo, na conversão de um livre directo, com um “míssil teleguiado”, a sobrevoar a barreira, sem hipótese de defesa para Sommer, Portugal inaugurar o marcador, colocando-se – algo “contra a corrente” do jogo – em vantagem.
O conjunto helvético não deu mostras de acusar o tento sofrido, tendo Seferović rematado à barra, ainda no primeiro tempo.
Na segunda metade, a Suíça continuou a ser mais equipa, vindo a empatar, ainda bastante cedo, na sequência de uma grande penalidade, que, mesmo após revisão pelo “VAR”, não ficou evidente.
Nos minutos imediatos, a turma portuguesa manteria a dificuldade em procurar reverter a tendência do jogo, até que, chegada a fase de substituições, a partir dos 70 minutos, o ritmo de jogo cairia bastante, parecendo ter ambas as formações praticamente abdicado de correr riscos nos derradeiros dez minutos.
Não obstante, quando já se aguardava o prolongamento, começando numa boa abertura de Rúben Neves, com um lançamento em profundidade para Bernardo Silva, este, com um passe atrasado, fez a assistência que permitiu a Cristiano Ronaldo, antecipando-se à defesa, com um remate bem colocado, de primeira, bisar. Já em período de compensação, então com a Suíça, “em desespero”, à procura de um lance que lhe pudesse proporcionar o restabelecer da igualdade, o mesmo Cristiano conseguiu isolar-se sobre a esquerda, tirando ainda um adversário do caminho, antes de finalizar com um remate cruzado, com a bola a fugir do alcance do guardião contrário.
A partida chegava ao termo, com um resultado bem melhor que a exibição, com uma extremamente invulgar eficácia da equipa de Portugal, com três golos em outros tantos remates à baliza!
Uma penalização severa para a Suíça que, pelo menos, fez por merecer o prolongamento, mas que acabaria derrotada pela conjugação da sua inoperância ofensiva com o talento de um génio do futebol, que apontou o seu 7.º “hat-trick” ao serviço da selecção portuguesa, passando a somar um total de 88 golos, sendo o melhor marcador de sempre a nível de selecções europeias, depois de ter superado já o lendário Ferenc Puskás.
Portugal – Sérvia (Europeu 2020 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Danilo Pereira, Rafa Silva (84m – Gonçalo Guedes), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo (31m – Pizzi) e Dyego Sousa (57m – André Silva)
Sérvia – Marko Dmitrović, Antonio Rukavina, Nikola Milenković, Uroš Spajić, Filip Mladenović, Darko Lazović (69m – Andrija Živković), Mijat Gaćinović (21m – Nemanja Radonjić), Dušan Tadić, Nemanja Maksimović, Adem Ljajić (87m – Sergej Milinković-Savić) e Aleksandar Mitrović
0-1 – Dušan Tadić (pen.) – 7m
1-1 – Danilo Pereira – 42m
Cartões amarelos – Pepe (45m); Filip Mladenović (77m), Uroš Spajić (79m) e Dušan Tadić (87m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
O nulo registado ante a Ucrânia ficara já longe de poder considerar-se um resultado positivo, mas a selecção nacional parece não ter extraído grandes ensinamentos desse encontro inaugural desta fase de qualificação, persistindo em muitas das carências apresentadas frente à Sérvia.
Com a agravante de, desta feita, ter começado por se ver em desvantagem logo ao sétimo minuto, por via da conversão de uma grande penalidade, a sancionar uma saída extemporânea de Rui Patrício, a “chocar” com um atacante contrário em plena área.
Com três alterações no “onze” inicial (entradas de Danilo Pereira, Rafa Silva e Dyego Sousa), Portugal até podia ter inaugurado o marcador, logo a abrir, por William Carvalho.
A equipa portuguesa até reagiu bem ao golo sofrido, procurando manter a lucidez, construindo jogo, o que resultaria em alguns bons lances, com Cristiano Ronaldo e Rafa Silva a colocarem à prova Dmitrović.
À meia hora de jogo, outra contrariedade, com Cristiano Ronaldo a lesionar-se, tendo sido substituído por Pizzi. A insistência portuguesa acabaria por resultar, de forma algo inesperada, num fantástico remate de Danilo Pereira, a culminar uma arrancada desde a zona intermediária, com o médio, sem oposição, a avançar até às imediações da grande área, e a colocar a bola no fundo da baliza, sem hipótese para o guarda-redes sérvio.
Pensou-se que o mais difícil tinha sido alcançado e que, no segundo tempo, Portugal poderia consumar a reviravolta no marcador, em mais um desafio em que esteve “sempre por cima”, instalado no meio-campo contrário, o que, paralelamente, dava espaço a rápidos e perigosos contra-ataques da Sérvia, num jogo mais aberto do que o anterior, com a Ucrânia.
Na frente de ataque, Fernando Santos faria a opção inversa, fazendo sair Dyego Sousa, para a entrada de André Silva, que teve o que seria uma boa oportunidade para marcar, contudo tendo chegado algo atrasado a um centro de Rafa Silva. A equipa portuguesa poderia ter também marcado por volta do minuto 70, mas a bola, cortada praticamente em cima da linha, não entraria na baliza, numa jogada em que faltou a William conseguir dar o toque final para o golo.
André Silva, de novo, estaria noutro lance que poderia ter sido crucial, ao cabecear uma bola que embateu no braço de Rukavina, tendo o árbitro, em primeira instância, apontado para a marca de grande penalidade, acabando por vir a desdizer-se, após ter consultado o árbitro assistente, no que constituiu um erro grave, assumido pelo próprio no final do jogo.
Já algo em desespero de causa, Portugal intensificou a pressão, mas não conseguiria ter a serenidade necessária para transpor a bem organizada barreira defensiva sérvia.
Com uma exibição globalmente mais positiva que a do encontro anterior, tendo criado ocasiões mais do que suficientes para justificar a vitória, a verdade é que, em dois jogos, em casa, ante os principais adversários na disputa pelo apuramento para a fase final do Europeu, a selecção de Portugal cedeu dois comprometedores empates, o que implica, desde já, a habitual necessidade de começar a “fazer contas”, passando, no caso, por ter de, pelo menos, fazer replicar aos seus adversários estas perdas de pontos, nos respectivos redutos, quando se voltarem a cruzar…
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 2 1 1 - 2 - 1 4 2º Luxemburgo 2 1 - 1 3 - 3 3 3º Portugal 2 - 2 - 1 - 1 2 4º Sérvia 1 - 1 - 1 - 1 1 5º Lituânia 1 - - 1 1 - 2 -
2ª jornada
25.03.2019 – Luxemburgo – Ucrânia – 1-2
25.03.2019 – Portugal – Sérvia – 1-1
(mais…)
Portugal – Ucrânia (Europeu 2020 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Rúben Neves (62m – Rafa Silva), João Moutinho (87m – João Mário), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (73m – Dyego Sousa)
Ucrânia – Andriy Pyatov, Oleksandr Karavaev, Sergii Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Vitaliy Mykolenko, Taras Stepanenko, Marlos (66m – Viktor Tsygankov), Ruslan Malinovskyi, Oleksandr Zinchenko, Yehven Konoplyanka (87m – Vitaliy Buyalskiy) e Roman Yaremchuk (76m – Júnior Moraes)
Cartão amarelo – Taras Stepanenko (86m)
Árbitro – Clément Turpin (França)
Não se trata propriamente de uma novidade esta aparente incapacidade da selecção portuguesa de, em jogos em casa, assumir o favoritismo, dominar e vencer com clareza, nomeadamente no arranque destas fases de apuramento para grandes competições internacionais.
Na abertura da campanha de qualificação para o Campeonato da Europa – de que é o presente Campeão título -, assinalando-se o regresso de Cristiano Ronaldo ao “onze”, depois da ausência na fase de grupos da “Liga das Nações”, Portugal denotou muitas dificuldades para superar a organização defensiva contrária, surgindo notoriamente desinspirado.
Desde cedo, perante a falta de ritmo e velocidade na circulação de bola, numa equipa porventura excessivamente conservadora, com três médios de características mais defensivas (casos de William Carvalho, Rúben Neves e João Moutinho), a alternativa encontrada para procurar chegar ao golo foi uma incessante sequência de lançamentos em profundidade e de cruzamentos, contudo sem a devida finalização, com André Silva, única referência de ataque, impotente para superar a poderosa defesa adversária, aliás organizada em duas linhas muito próximas, na qual se aglomeravam nove jogadores (para além do guarda-redes).
A Ucrânia não teve, pois, qualquer problema em “oferecer” a iniciativa de jogo à equipa portuguesa, privilegiando a inviolabilidade da sua baliza, na expectativa de algum lance de contra-ataque que lhe pudesse possibilitar chegar ao golo. Perante este sistema, Portugal insistiu muito no ataque, mas quase sempre de forma ineficaz, com muitos remates para a estatística, mas sem constituir efectivo perigo, à excepção de duas tentativas de Cristiano Ronaldo, já no final do primeiro tempo, negadas pelo guardião ucraniano.
Na segunda metade, Fernando Santos ainda tentou abrir o jogo, com a entrada de Rafa Silva e estreando o recém-naturalizado português Dyego Sousa, em substituição de André Silva, o qual tivera uma única ocasião de perigo, a que Pyatov, uma vez mais, respondeu com espectacular intervenção.
O domínio português tornara-se ainda mais notório – chegando a “alugar-se” meio-campo, no qual sobrava quase como “espectador” Rui Patrício -, mas manteve-se inconsequente.
Já na parte derradeira da partida, os ucranianos ameaçariam mesmo poder chegar ao golo, na melhor ocasião de todo o jogo, por Júnior Moraes, com Rúben Dias a antecipar-se no momento preciso. Do mal, o menos…
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Luxemburgo 1 1 - - 2 - 1 3 2º Portugal 1 - 1 - 0 - 0 1 2º Ucrânia 1 - 1 - 0 - 0 1 4º Sérvia - - - - - - - - 5º Lituânia 1 - - 1 1 - 2 -
1ª jornada
22.03.2019 – Luxemburgo – Lituânia – 2-1
22.03.2019 – Portugal – Ucrânia – 0-0
EURO 2020 – Sorteio da Fase de Qualificação
Realizou-se hoje, em Dublin, o sorteio da Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol de 2020, cuja fase final será disputada em 12 cidades, de diversos países: Amesterdão (Holanda), Baku (Azerbaijão), Bilbau (Espanha), Bucareste (Roménia), Budapeste (Roménia), Copenhaga (Dinamarca), Dublin (Irlanda), Glasgow (Escócia), Londres (Inglaterra), Munique (Alemanha), Roma (Itália) e São Petersburgo (Rússia).
É a seguinte a constituição dos 10 Grupos:
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Inglaterra Portugal Holanda Suíça R. Checa Ucrânia Alemanha Dinamarca Bulgária Sérvia I. Norte Irlanda Montenegro Lituânia Estónia Geórgia Kosovo Luxemburgo Bielorrússia Gibraltar Grupo E Grupo F Grupo G Croácia Espanha Polónia P. Gales Suécia Áustria Eslováquia Noruega Israel Hungria Roménia Eslovénia Azerbaijão I. Faroé Macedónia Malta Letónia Grupo H Grupo I Grupo J França Bélgica Itália Islândia Rússia Bósnia-Herzegovina Turquia Escócia Finlândia Albânia Chipre Grécia Moldávia Cazaquistão Arménia Andorra S. Marino Liechtenstein
Serão apurados para a fase final os dois primeiros classificados de cada Grupo – decorrendo a fase de qualificação de Março a Novembro de 2019, em cinco jornadas duplas – , sendo as restantes quatro vagas a atribuir por via dos play-off da “Liga das Nações” (a disputar em Março de 2020).
Portugal, que defende o título de Campeão Europeu, reencontra a Sérvia, depois de ter integrado o mesmo grupo da fase de apuramento para o EURO 2016, devendo, em teoria, estas duas selecções disputar com a Ucrânia os dois lugares de qualificação.
Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 6ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Alemanha-Holanda – 2-2
1.º Holanda, 7; 2.º França, 7; 3.º Alemanha, 2
Grupo 2 – Suíça-Bélgica – 5-2
1.º Suíça, 9; 2.º Bélgica, 9; 3.º Islândia, 0
Grupo 3 – Portugal-Polónia – 1-1
1.º Portugal, 8; 2.º Itália, 5; 3.º Polónia, 2
Grupo 4 – Inglaterra-Croácia – 2-1
1.º Inglaterra, 7; 2.º Espanha, 6; 3.º Croácia, 4
Holanda, Suíça, Portugal e Inglaterra são os apurados para a fase final (“final four”) desta edição inaugural da Liga das Nações da UEFA, a qual deverá disputar-se em Portugal (Guimarães e Porto), de 5 a 9 de Junho de 2019. São despromovidos à Liga B (edição de 2020/21): Alemanha, Islândia, Polónia e Croácia.
Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.
Portugal – Polónia (Liga das Nações – 6.ª Jornada)
Portugal – Beto, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Kevin Rodrigues, Renato Sanches, Danilo Pereira, William Carvalho, Raphaël Guerreiro (61m – João Mário), Rafa Silva (70m – Bruma) e André Silva (87m – Éder)
Polónia – Wojciech Szczęsny, Tomasz Kędziora, Thiago Cionek, Jan Bednarek, Bartosz Bereszyński, Kamil Grosicki (79m – Damian Kądzior), Mateusz Klich (75m – Jacek Góralski), Piotr Zieliński (90m – Damian Szymański), Grzegorz Krychowiak, Przemysław Frankowski e Arkadiusz Milik
1-0 – André Silva – 34m
1-1 – Arkadiusz Milik (pen.) – 66m
Cartões amarelos – Rúben Dias (64m) e João Mário (90m); Thiago Cionek (11m), Jan Bednarek (28m) e Przemysław Frankowski (78m)
Cartão vermelho – Danilo Pereira (63m)
Árbitro – Sergei Karasev (Rússia)
Tendo garantido, já de antemão, o apuramento para a fase final da prova, sem outros grandes objectivos que não o de manter a invencibilidade, a selecção de Portugal não foi além de um empate na recepção a uma selecção da Polónia, que, não obstante estar já virtualmente despromovida à “Liga B”, tinha em jogo neste desafio o estatuto de “cabeça-de-série” no sorteio para a fase de qualificação do EURO 2020, o que viria a alcançar, em detrimento da Alemanha.
A equipa portuguesa até entrou bem no jogo, colocando-se em vantagem pouco depois da meia hora, que conservaria até meio da etapa complementar. Então, com a expulsão de Danilo Pereira e a sanção com uma grande penalidade, que proporcionou a igualdade aos polacos, a tendência da partida virou a favor dos visitantes, tendo, até final, a formação nacional privilegiado a manutenção do resultado.






