Posts tagged ‘Liga Nações’
Suíça – Portugal (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Suíça – Jonas Omlin, Silvan Widmer (45m – Renato Steffen), Manuel Akanji, Nico Elvedi, Ricardo Rodríguez (79m – Leonidas Stergiou), Remo Freuler, Granit Xhaka, Djibril Sow (79m – Michel Aebischer), Xherdan Shaqiri (21m – Noah Okafor), Breel Embolo (65m – Steven Zuber) e Haris Seferović
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Danilo Pereira, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (74m – Mattheus Nunes), Rúben Neves (82m – Ricardo Horta), Otávio (45m – Gonçalo Guedes), Rafael Leão (62m – Diogo Jota), Vítor Ferreira “Vitinha” (62m – Bernardo Silva) e André Silva
1-0 – Haris Seferović – 1m
Cartões amarelos – Silvan Widmer (34m) e Jonas Omlin (80m); Danilo Pereira (13m) e João Cancelo (59m)
Árbitro – Fran Jović (Croácia)
Bastou um golo de Seferović, ainda antes de completado o minuto inicial da partida, para a configuração do grupo de Portugal ter mudado bastante, com a Espanha a assumir a liderança, o que deverá ditar a necessidade de a equipa portuguesa derrotar os espanhóis, na derradeira ronda desta fase de apuramento, para poder qualificar-se para a “Final Four”.
Entrando a perder, a selecção nacional não conseguiria, durante toda a primeira parte, assentar o jogo, de forma a poder impor a sua superioridade técnica. Na segunda metade, perante uma já inofensiva equipa da Suíça, Portugal insistiu bastante na tentativa de ataque à baliza contrária, mas acabaria por se impor a segurança defensiva, em especial com o guardião Omlin a negar uma “mão cheia” de oportunidades de golo aos avançados portugueses, também desinspirados na finalização.
O desfecho – que vem complicar bastante as contas – acaba por ser um castigo pesado para a inoperância atacante da turma portuguesa, em contraponto à grande eficácia suíça. A Liga das Nações apenas será retomada em Setembro, com Portugal a passar a necessitar, agora, de empatar na R. Checa e ganhar à Espanha, em casa.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Áustria-França – 1-1 / Dinamarca-Croácia – 0-1
1º Dinamarca, 6; 2º Áustria e Croácia, 4; 4º França, 2
Grupo 2 – Portugal-R. Checa – 2-0 / Suíça-Espanha – 0-1
1º Portugal, 7; 2º Espanha, 5; 3º R. Checa, 4; 4º Suíça, 0
Grupo 3 – Inglaterra-Itália – 0-0 / Hungria-Alemanha – 1-1
1º Itália, 5; 2º Hungria, 4; 3º Alemanha, 3; 4º Inglaterra, 2
Grupo 4 – Países Baixos-Polónia – 2-2 / País Gales-Bélgica – 1-1
1º Países Baixos, 7; 2º Bélgica e Polónia, 4; 4º País Gales, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).
Portugal – R. Checa (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Pepe, Danilo Pereira, Raphaël Guerreiro, Gonçalo Guedes (88m – João Palhinha), William Carvalho (68m – Bruno Fernandes), Rúben Neves (88m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva (68m – Vítor Ferreira “Vitinha”) e Diogo Jota (80m – Rafael Leão)
R. Checa – Jindřich Staněk, David Zima, Jakub Brabec, Aleš Matějů (80m – Alex Král), Vladimír Coufal, Tomáš Souček, Michal Sadílek, Milan Havel (45m – Václav Jemelka), Ondřej Lingr (45m – Jakub Pešek), Adam Hložek (73m – Adam Vlkanova) e Jan Kuchta (45m – Václav Jurečka)
1-0 – João Cancelo – 33m
2-0 – Gonçalo Guedes – 38m
Cartões amarelos – William Carvalho (3m), Cristiano Ronaldo (52m), Rafael Leão (87m) e João Cancelo (90m); Tomáš Souček (24m) e Aleš Matějů (35m)
Árbitro – Matej Jug (Eslovénia)
Noutro bom jogo da selecção portuguesa – mesmo que sem a consistência exibicional do desafio anterior ante a Suíça – ficam, em especial, na retina, as excelentes assistências de Bernardo Silva, a combinar na perfeição com João Cancelo, primeiro, e Gonçalo Guedes, depois. Dois momentos de grande perfume do futebol de Bernardo, hoje por hoje, um dos melhores futebolistas do Mundo.
De resto, os dois golos de Portugal foram marcados, em termos de tempo decorrido, praticamente a “papel químico” do que sucedera com a Suíça (nesse caso, os dois tentos de Cristiano Ronaldo, segundo e terceiro da equipa nacional), desta vez com um intervalo de cinco minutos, ditando, praticamente, o que viria a ser o desfecho da partida.
Finda a primeira volta do torneio, Portugal encontra-se em posição privilegiada, destacado na liderança, e tendo defrontado já a Espanha em terreno alheio. Mas, claro, a margem é ainda estreita, continuando também os espanhóis a depender de si próprios – sendo que, para além de receber a Espanha, caberá à formação portuguesa deslocar-se, na segunda volta, à Suíça e à R. Checa.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 2.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Áustria-Dinamarca – 1-2 / Croácia-França – 1-1
1º Dinamarca, 6; 2º Áustria, 3; 3º França e Croácia, 1
Grupo 2 – R. Checa-Espanha – 2-2 / Portugal-Suíça – 4-0
1º Portugal e R. Checa, 4; 2º Espanha, 2; 4º Suíça, 0
Grupo 3 – Alemanha-Inglaterra – 1-1 / Itália-Hungria – 2-1
1º Itália, 4; 2º Hungria, 3; 3º Alemanha, 2; 4º Inglaterra, 1
Grupo 4 – Bélgica-Polónia – 6-1 / País Gales-Países Baixos – 1-2
1º Países Baixos, 6; 2º Bélgica e Polónia, 3; 4º País Gales, 0
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).
Portugal – Suíça (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Danilo Pereira, Nuno Mendes, Otávio (77m – Rafael Leão), William Carvalho (84m – Mattheus Nunes), Rúben Neves (77m – João Palhinha), Cristiano Ronaldo, Diogo Jota (67m – Ricardo Horta) e Bruno Fernandes (67m – Bernardo Silva)
Suíça – Gregor Kobel, Kevin Mbabu, Fabian Schär, Fabian Frei, Ricardo Rodríguez (62m – Noah Okafor), Djibril Sow (81m – Mario Gavranović), Granit Xhaka, Renato Steffen (69m – Mattia Bottani), Xherdan Shaqiri (69m – Remo Freuler), Jordan Lotomba e Haris Seferović (62m – Breel Embolo)
1-0 – William Carvalho – 15m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 35m
3-0 – Cristiano Ronaldo – 39m
4-0 – João Cancelo – 68m
Cartões amarelos – Bruno Fernandes (32m); Fabian Schär (14m), Renato Steffen (49m) e Breel Embolo (80m)
Árbitro – Orel Grinfeeld (Israel)
A equipa portuguesa entrou mal no jogo, parecendo como que perdida dentro de campo, a correr atrás da bola, nos dez minutos iniciais, tendo começado mesmo por sofrer um susto, estavam apenas decorridos cinco minutos, quando Seferović introduziu a bola na baliza de Rui Patrício; porém, o golo não seria validado, por contacto com a mão de um jogador suíço, antes da finalização do avançado do Benfica.
O golo de William Carvalho – muito oportuno, a fazer a recarga a um livre apontado por Cristiano Ronaldo, com um remate potente, que, com a bola a passar pela barreira, o guarda-redes defendera com dificuldade, deixando-a, contudo, escapar para a sua frente –, à passagem do quarto de hora, viria transfigurar tudo.
A partir daí a formação nacional ganhou confiança, em contraponto a um conjunto helvético, que, algo descompensado, ia abrindo espaços. Os dois golos de Cristiano Ronaldo, obtidos em menos de cinco minutos, foram apenas uma pequena parte das inúmeras oportunidades de que Portugal beneficiou, para poder ter alcançado um resultado (ainda mais) histórico.
Na segunda parte o rumo da partida não se alteraria, sempre com a selecção portuguesa mais perto de ampliar a vantagem, do que a suíça de chegar ao golo e, por essa via, poder esboçar uma tentativa de reentrar no jogo.
Mas, naturalmente, o ritmo baixaria, a intensidade seria menor, com o resultado a fixar-se num 4-0, que é, ainda assim, notável, frente a um adversário cuja característica distintiva é precisamente a consistência defensiva – coroando uma das melhores exibições da equipa nacional em anos recentes.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 1.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Croácia-Áustria – 0-3 / França-Dinamarca – 1-2
1º Áustria e Dinamarca, 3; 3º França e Croácia, 0
Grupo 2 – R. Checa-Suíça – 2-1 / Espanha-Portugal – 1-1
1º R. Checa, 3; 2º Espanha e Portugal, 1; 4º Suíça, 0
Grupo 3 – Hungria-Inglaterra – 1-0 / Itália-Alemanha – 1-1
1º Hungria, 3; 2º Itália e Alemanha, 1; 4º Inglaterra, 0
Grupo 4 – Polónia-País Gales – 2-1 / Bélgica-Países Baixos – 1-4
1º Países Baixos e Polónia, 3; 3º País Gales e Bélgica, 0
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).
Espanha – Portugal (Liga das Nações – 1.ª Jornada)
Espanha – Unai Simón, César Azpilicueta, Diego Llorente, Pau Torres, Jordi Alba, Carlos Soler (62m – Koke), Sergio Busquets, Gavi (81m – Marcos Llorente), Ferran Torres (62m – Dani Olmo), Pablo Sarabia e Álvaro Morata (70m – Raúl de Tomás)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Pepe, Danilo Pereira, Raphaël Guerreiro, Bruno Fernandes (81m – Matheus Nunes), João Moutinho (45m Rúben Neves), Otávio (62m – Cristiano Ronaldo), Bernardo Silva, Rafael Leão (72m – Ricardo Horta) e André Silva (62m – Gonçalo Guedes)
1-0 – Álvaro Morata – 25m
1-1 – Ricardo Horta – 82m
Cartões amarelos – Pablo Sarabia (37m), Diego Llorente (72m) e Sergio Busquets (90m); João Moutinho (38m), Bernardo Silva (39m), Matheus Nunes (84m) e Pepe (90m)
Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)
Este foi mais um típico exemplo de resultado bem melhor que a exibição realizada, no que respeita à selecção portuguesa, incapaz de encontrar o antídoto face a uma equipa espanhola sempre mais dominadora e a assumir iniciativa.
Mesmo que o golo da formação espanhola tenha resultado de uma falha do sector defensivo português, pareceu sempre estar mais perto o segundo tento da Espanha que a possibilidade de empatar.
Portugal teve a sua melhor fase no início da segunda parte, na qual procurou, de alguma forma, pressionar o adversário, mas, curiosamente, acabaria mesmo por restabelecer a igualdade, já na parte final do encontro, numa altura em que a Espanha voltara a controlar o jogo.
No balanço final um desfecho positivo, o quinto empate sucessivo nos últimos cinco desafios entre as duas selecções (no EURO 2012, no Mundial 2018 e após dois amigáveis, em 2020 e 2021), correspondendo, em paralelo, à sexta vez consecutiva em que Portugal empata em Espanha, onde não perde desde 1958!
Espanha – França – Liga das Nações da UEFA – Final
Espanha – Unai Simón, César Azpilicueta, Aymeric Laporte, Eric García, Marcos Alonso, Pablo Gavira “Gavi” (75m – Jorge Merodio “Koke”), Sergio Busquets, Rodrigo Hernández Cascante “Rodri” (84m – Pablo Fornals), Ferran Torres (84m – Mikel Merino), Mikel Oyarzabal e Pablo Sarabia (61m – Yéremi Pino)
França – Hugo Lloris, Jules Koundé, Raphaël Varane (43m – Dayot Upamecano), Presnel Kimpembe, Benjamin Pavard (79m – Léo Dubois), Paul Pogba, Aurélien Tchouaméni, Theo Hernández, Antoine Griezmann (90m – Jordan Veretout), Kylian Mbappé e Karim Benzema
1-0 – Mikel Oyarzabal – 64m
1-1 – Karim Benzema – 66m
1-2 – Kylian Mbappé – 80m
Cartões amarelos – Aymeric Laporte (86m); Paul Pogba (46m), Jules Koundé (55m), Kylian Mbappé (90m)
Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)
Stadio Giuseppe Meazza (San Siro), Milão
O Campeão do Mundo, França, sucede a Portugal como vencedor da “Liga das Nações”, na segunda edição desta novel competição da UEFA.
Numa partida jogada com altíssima intensidade competitiva – em determinadas fases um verdadeiro “hino ao futebol” -, a Espanha, fiel ao seu estilo de jogo, assumiu maior domínio e controlo durante a metade inicial, mas sem que tivessem sido registadas flagrantes ocasiões de golo.
Na segunda parte, apertando ainda mais o ritmo, a equipa francesa foi desgastando o adversário. Numa fase “louca”, à passagem dos 63 minutos, os franceses remataram ao poste, para, no lance imediato, ser a Espanha a inaugurar o marcador. Mas não estavam volvidos dois minutos quando a França restabeleceu a igualdade.
Quando se poderia começar a antecipar o prolongamento, à entrada dos derradeiros dez minutos, a turma gaulesa sentenciou o desafio, com Mbappé a beneficiar de uma controversa interpretação da lei do fora-de-jogo, uma vez que, encontrando-se em posição claramente mais avançada no terreno, acabou por receber a bola depois de um (algo inadvertido) toque de “raspão” de Eric García (que se esticara para tentar fazer a intercepção da bola). Na leitura que prevaleceu, a posição irregular do avançado francês teria sido sancionada caso o defesa espanhol não se tivesse feito ao lance…
Independentemente da forma como se materializou o triunfo, a selecção gaulesa demonstrou maior consistência, perante um adversário, de grande nível, mas ainda em construção, integrando muita (e muito promissora) juventude.
Itália – Bélgica – Liga das Nações da UEFA – 3.º/4.º lugar
Itália – Gianluigi Donnarumma, Giovanni Di Lorenzo, Francesco Acerbi, Alessandro Bastoni, Emerson dos Santos, Nicolò Barella (70m – Bryan Cristante), Manuel Locatelli, Lorenzo Pellegrini (70m – Jorge Frello Filho “Jorginho”), Domenico Berardi (90m – Lorenzo Insigne), Federico Chiesa (90m – Federico Bernardeschi) e Giacomo Raspadori (65m – Moise Kean)
Bélgica – Thibaut Courtois, Toby Alderweireld, Jason Denayer, Jan Vertonghen, Timothy Castagne, Axel Witsel, Youri Tielemans (59m – Kevin De Bruyne), Alexis Saelemaekers (59m – Charles De Ketelaere), Hans Vanaken, Yannick Ferreira-Carrasco (87m – Leandro Trossard) e Michy Batshuayi
1-0 – Nicolò Barella – 46m
2-0 – Domenico Berardi (pen.) – 65m
2-1 – Charles De Ketelaere – 86m
Cartões amarelos – Giovanni Di Lorenzo (30m) e Emerson dos Santos (82m); Jan Vertonghen (14m), Axel Witsel (56m) e Toby Alderweireld (63m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Allianz Stadium, Turim
Bélgica – França – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais
Bélgica – Thibaut Courtois, Toby Alderweireld, Jason Denayer, Jan Vertonghen, Timothy Castagne (90m – Michy Batshuayi), Axel Witsel, Youri Tielemans (70m – Hans Vanaken), Yannick Ferreira-Carrasco, Kevin De Bruyne, Eden Hazard (74m – Leandro Trossard) e Romelu Lukaku
França – Hugo Lloris, Jules Koundé, Raphaël Varane, Lucas Hernández, Benjamin Pavard (90m – Léo Dubois), Paul Pogba, Adrien Rabiot (75m – Aurélien Tchouaméni), Theo Hernández, Antoine Griezmann, Kylian Mbappé e Karim Benzema (90m – Jordan Veretout)
1-0 – Yannick Ferreira-Carrasco – 37m
2-0 – Romelu Lukaku – 40m
2-1 – Karim Benzema – 62m
2-2 – Kylian Mbappé (pen.) – 69m
2-3 – Theo Hernández – 90m
Cartão amarelo – Jan Vertonghen (67m)
Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)
Allianz Stadium, Turim
De forma análoga ao sucedido no uencontro de ontem também estas duas selecções se tinham defrontado, há não muito tempo, neste caso nas meias-finais do Mundial 2018, então com os franceses a saírem vitoriosos mercê de um tento solitario.
Esta noite, a Bélgica, com dois golos de “rajada”, num intervalo de apenas três minutos, parecia ter os Campeões do Mundo à sua mercê. Porém, não se descompondo, os franceses voltaram para a segunda parte com grande atitude, em forte pressão, empurrando a formação belga para o seu meio-campo, conseguindo, também com dois golos apontados num curto espaço de tempo, restabelecer a igualdade.
Num jogo de grande intensidade, a equipa da Bélgica assustaria ainda o adversário, ao marcar, já muito próximo do final, o que teria sido o terceiro golo… invalidado pelo VAR. Cerca de três minutos volvidos, acabaria por ser a França a chegar ao golo, culminando uma espectacular reviravolta, vencendo de novo, garantindo, outra vez, o apuramento para a Final de uma grande competição.



