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Liga Europa – 5ª Jornada
BATE Borisov – Sergei Veremko, Aleksandr Yurevich, Sergei Sosnovski, Aleksandr Volodko, Maksim Bordachov, Dmitri Likhtarovich (61m – Maksim Skavysh), Aleksandr Pavlov (56m – Aleksandr Alumona), Sergei Krivets, Vitali Rodionov (79m – Hovannes Goaryan), Pavel Nekhaychik e Artyom Radkov
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira (90m – Ruben Amorim), David Luiz, Miguel Vítor, César Peixoto, Javi García, Ramires, Felipe Menezes, Fábio Coentrão (79m – Di María), Saviola (67m – Pablo Aimar) e Cardozo
0-1 – Saviola – 46m
0-2 – Fábio Coentrão – 63m
1-2 – Miguel Vítor (p.b.) – 68m
Cartões amarelos – Maksim Bordachov (70m) e Pavel Nekhaychik (80m); David Luiz (23m) e Ramires (84m)
Árbitro – Thomas Einwaller (Áustria)
Numa partida em que o Benfica apenas necessitava de um ponto para garantir matematicamente, e de forma antecipada, o apuramento para a fase seguinte da prova, a primeira parte seria jogada em toada “morna”, sem grandes eventos a registar, não obstante o predomínio benfiquista (com uma oportunidade de Cardozo, à passagem do quarto de hora).
Logo a abrir o segundo tempo, o Benfica chegaria à vantagem, por intermédio de Javier Saviola, com um excelente golo, colocando termo à resistência dos tetra-campeões da Bielorrussia.
A equipa portuguesa, sempre mais dominadora, ampliaria a marca, com um golo de Fábio Coentrão (que tivera já acção determinante no primeiro tento, e combinando novamente com Saviola), pouco antes de Miguel Vítor, num lance infeliz, ter marcado na própria baliza – na sequência de mais uma combinação entre a dupla Krivets e Sosnovski -, fixando o resultado em 2-1.
Daí até final, a equipa do BATE procuraria ainda evitar a derrota, mas sem efectivas ocasiões de perigo; o Benfica confirmava o triunfo, que lhe permite assegurar desde já a vitória no Grupo.
Grupo D
Sporting – Heerenveen – 1-1
Ventspils – Hertha Berlin – 0-1
1º Sporting, 11; 2º Hertha Berlin, 7; 3º Heerenveen, 5; 4º Ventspils, 3
Sporting garantiu já o apuramento para os 1/16 Final.
Grupo I
BATE Borisov – Benfica – 1-2
AEK Athens – Everton – 0-1
1º Benfica, 12; 2º Everton, 9; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 4
Benfica e Everton garantiram já o apuramento para os 1/16 Final.
Grupo L
Austria Wien – Athletic Bilbao – 0-3
Werder Bremen – Nacional – 4-1
1º Werder Bremen, 13; 2º Athletic Bilbao, 10; 3º Nacional e Austria Wien, 2
Werder Bremen e Athletic Bilbao garantiram já o apuramento para os 1/16 Final.
Liga Europa – 4ª Jornada
Everton – Tim Howard, Tony Hibbert, Joseph Yobo, Sylvain Distin, Leighton Baines, Jack Rodwell, Marouane Fellaini, Dan Gosling (69m – Jô), Tim Cahill, Diniyar Bilyaletdinov e Yakubu Ayegbeni (81m – Kieran Agard)
Benfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Di María, Ramires (45m – Maxi Pereira), Saviola (87m – Felipe Menezes), Fábio Coentrão (61m – Pablo Aimar) e Cardozo
0-1 – Saviola – 63m
0-2 – Cardozo – 76m
Cartões amarelos – Yakubu Ayegbeni (20m), Jack Rodwell (51m) e Tony Hibbert (79m); Júlio César (87m)
Árbitro – Said Ennjimi (França)
Depois da inesperada goleada no Estádio da Luz, o Benfica adoptou no início desta partida, disputada no famoso Goodison Park, em Liverpool (onde Eusébio havia marcado 6 golos, frente ao Brasil e à Coreia do Norte, no Mundial de 1966), uma atitude conservadora, concedendo a iniciativa ao Everton, que foi, ao longo da primeira parte, a equipa a criar mais perigo.
Apenas aos 40 minutos, o Benfica, começando a ganhar confiança, teria uma soberana oportunidade, primeiro com a bola a embater com estrondo no poste, e, logo de seguida, na recarga, uma extraordinária defesa do guarda-redes do Everton.
No segundo tempo, o Benfica entrou mais liberto, começando, em rápidas transições para o ataque, a ameaçar a baliza da equipa inglesa, acabando por alcançar o golo, numa expedita iniciativa de Saviola, aumentando para três a sua conta frente ao Everton…
Óscar Cardozo não quis “ficar atrás” e, pouco depois, ampliando a vantagem do Benfica, marcava também o seu terceiro golo nos dois jogos com a equipa inglesa.
Numa altura em que o Everton se apresentava já derrotado, acabaria por ter o seu “canto do cisne” aos 85 minutos, num bom remate de cabeça, com uma espectacular defesa de Júlio César.
Perante o 5º classificado do último campeonato inglês (apenas superado pelos “big four” Manchester United, Chelsea, Liverpool e Arsenal), o Benfica consegue duas excelentes e categóricas vitórias, que lhe permitem ascender à liderança isolada do Grupo.
Grupo D
Sporting – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Hertha Berlin – 2-3
1º Sporting, 10; 2º Hertha Berlin e Heerenveen, 4; 4º Ventspils, 3
Grupo I
AEK Athens – BATE Borisov – 2-2
Everton – Benfica – 0-2
1º Benfica, 9; 2º Everton, 6; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 4
Grupo L
Werder Bremen – Austria Wien – 2-0
Nacional – Athletic Bilbao – 1-1
1º Werder Bremen, 10; 2º Athletic Bilbao, 7; 3º Nacional e Austria Wien, 2
Liga Europa – 3ª Jornada
Benfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Aimar (69m – Carlos Martins), Saviola (84m – Weldon), Di María e Cardozo (77m – Fábio Coentrão)
Everton – Tim Howard, Dan Gosling, Tony Hibbert, Sylvain Distin, Seamus Coleman, Marouane Fellaini, Tim Cahill, Jack Rodwell, Diniyar Bilyaletdinov (60m – Louis Saha), Jô e Yakubu Ayegbeni (71m – Jose Baxter)
1-0 – Saviola – 14m
2-0 – Cardozo – 47m
3-0 – Cardozo – 48m
4-0 – Luisão – 52m
5-0 – Saviola – 83m
Cartões amarelos – Gosling (32m) e Louis Saha (76m)
Árbitro – Nikolay Ivanov (Rússia)
Há dias assim: em que tudo (ou quase tudo) “sai bem”!
Desde cedo o Benfica revelou uma atitude determinada, procurando o golo e a vitória, com a primeira ocasião de perigo a surgir por intermédio de Luisão, logo a abrir o encontro. Nos primeiros minutos, o Everton parecia ser capaz de responder à altura, enfrentando a equipa portuguesa de “olhos nos olhos”.
Até ao minuto 14, em que, na segunda oportunidade, o Benfica não desperdiçou, com Saviola a inaugurar o marcador. Até final da primeira parte, o ritmo de jogo seria mais pausado, sem grandes ocasiões de golo a assinalar.
Até que, subitamente, no recomeço, passado apenas 1 minuto e meio, Cardozo ampliava para 2-0… para, no minuto imediato, dilatar para 3-0. De forma fulminante, perante uma atónita e completamente sem reacção equipa do Everton, o Benfica chegaria ainda, decorridos mais 5 minutos, ao quarto golo!
E não parecia ir ficar por aí, dado que, pouco depois, remataria ainda à trave, criando nova situação de perigo ainda antes do quarto de hora.
Passada a hora de jogo, Jorge Jesus começaria a gerir o jogo, substituindo alguns dos elementos que têm registado maior carga de esforço nesta fase inicial da época, dando oportunidade a jogadores menos “rodados”.
Apenas aos 78 minutos, já com Saha em campo, o Everton daria finalmente “sinal de si”, com o francês a rematar, de forma acrobática, ao poste.
E, quando se pensaria que o resultado estava feito, Saviola, bisando (tal como Cardozo), fixaria a goleada nuns absolutamente imprevisíveis 5-0, resultado mais dilatado do Benfica a nível europeu dos últimos 11 anos, desde a vitória de 6-0 ao Beitar de Jerusalém, em Agosto de 1998!
Grupo D
Ventspils – Sporting – 1-2
Hertha Berlin – Heerenveen – 0-1
1º Sporting, 9; 2º Heerenveen, 4; 3º Ventspils, 2; 4º Hertha Berlin, 1
Grupo I
BATE Borisov – AEK Athens – 2-1
Benfica – Everton – 5-0
1º Benfica e Everton, 6; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 3
Grupo L
Austria Wien – Werder Bremen – 2-2
Athletic Bilbao – Nacional – 2-1
1º Werder Bremen, 7; 2º Athletic Bilbao, 6; 3º Austria Wien, 2; 4º Nacional, 1
Liga Europa – 2ª Jornada
A.E.K. – Diego Sebastian Saja, Nikos Georgeas, Daniel Majstorovic, Nicolas Bianchi Arce, Juanfran, Sanel Jahic, Youssouf Hersi (78m – Leonardo), Pantelis Kafes (69m – Savvas Gentzoglou), Manduca, Ignacio Martin Scocco (89m – Nikos Karabelas) e Ismael Blanco
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira (59m – Fábio Coentrão), Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Aimar (80m – Nuno Gomes), Saviola (59m – Weldon), Di María e Cardozo
1-0 – Majstorovic – 43m
Cartões amarelos – Georgeas (9m), Jahic (66m) e Gentzoglou (87m); Maxi Pereira (48m), Ramires (74m) e Cardozo (87m)
Cartão vermelho – Georgeas (86m)
Árbitro – Stefan Johannesson (Suécia)
Perante uma equipa a atravessar um período de alguma quebra de confiança e descrença (duas derrotas consecutivas em casa, frente aos grandes rivais Olympiakos e Panathinaikos – a par da goleada sofrida em Liverpool, frente ao Everton, na jornada inaugural desta competição), o Benfica não quis ou não soube aproveitar a retracção inicial do A.E.K., algo receoso do poder ofensivo demonstrado no Benfica nesta fase de arranque da época.
Ao longo da primeira parte, a maior ocasião do Benfica seria o remate ao poste de Di María. Em paralelo, o A.E.K. foi-se soltando, subindo no terreno, começando a empurrar a equipa portuguesa para a sua zona defensiva, ameaçando uma, duas, três vezes, até que, peranta a apatia adversária, acabaria mesmo por chegar ao golo, já prestes a findar o primeiro tempo.
No início da etapa complementar, o Benfica parecia denotar uma nova atitude, obrigando o guarda-redes Saja – num intervalo de apenas dois minutos – a duas extraordinárias intervenções, a evitar o golo, na sequência de remates de Di María e Saviola.
Contudo, o A.E.K. recompôs-se, e voltaria a sair do seu meio-campo, com algum perigo, numa fase em que a partida se apresentou mais dividida, com Saja a nova defesa de elevado grau de dificuldade, à passagem dos 65 minutos, numa altura em que Jorge Jesus pretendera já transmitir um claro sinal de inconformismo, fazendo entrar Fábio Coentrão e Weldon.
Nos derradeiros minutos do encontro, encontro cartões amarelos e vermelho, e substituições, pouco se jogou efectivamente. O Benfica acabaria por não dispor de novas oportunidades para evitar a derrota, numa das suas mais cinzentas exibições da temporada.
Grupo D
Ventspils – Heerenveen – 0-0
Sporting – Hertha Berlin – 1-0
1º Sporting, 6; 2º Ventspils, 2; 3º Heerenveen e Hertha Berlin, 1
Grupo I
BATE Borisov – Everton – 1-2
AEK Athens – Benfica – 1-0
1º Everton, 6; 2º AEK Athens e Benfica, 3; 4º BATE Borisov, 0
Grupo L
Austria Wien – Nacional – 1-1
Werder Bremen – Athletic Bilbao – 3-1
1º Werder Bremen, 6; 2º Athletic Bilbao, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 1
Liga Europa – 1ª Jornada
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Di María (77m – Ruben Amorim), Felipe Menezes (59m – Fábio Coentrão), Cardozo e Nuno Gomes (65m – Saviola)
BATE Borisov – Veremko, Yurevich, Rzhevski, Sosnovski, Bordachov, Likhtarovich (63m – Volodko), Pavlov, Krivets, Rodionov (81m – Alumona), Nekhaychik e Skavysh (55m – Goaryan)
1-0 – Nuno Gomes – 36m
2-0 – Óscar Cardozo – 41m
Cartões amarelos – Yurevich (32m) e Volodko (90m)
Árbitro – Knut Kircher (Alemanha)
Na estreia da Fase Grupos da nova Liga Europa, o Benfica recebia o BATE Borisov, prestes a sagrar-se tetra-campeão da Bielorússia, e que, na época passada, somara três empates na Liga dos Campeões (dois com a Juventus e em S. Petersburgo, frente ao Zenit)
Não obstante uma primeira meia hora de jogo em que a equipa bielorrussa menteve o nulo, sem que tivessem sido criadas efectivas ocasiões de perigo junto à grande área, o Benfica conseguiria tranquilizar-se, obtendo dois golos em apenas 5 minutos, expondo as fragilidades do adversário.
Na segunda parte, o Benfica, mantendo o controlo do jogo, optaria por uma toada de contenção, fazendo a “gestão de esforço”, poupando alguns jogadores. Não obstante, Nuno Gomes desperdiçaria ainda uma clara oportunidade para ampliar o marcador, enquanto a equipa adversária apenas cerca dos 70 minutos, por duas vezes, chegou à área defensiva do Benfica com maior acuidade, porém sem constituir uma real ameaça.
Grupo D
Hertha Berlin – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Sporting – 2-3
1º Sporting, 3; 2º Hertha Berlin e Ventspils, 1; 4º Heerenveen, 0
Grupo I
Benfica – BATE Borisov – 2-0
Everton – AEK Athens – 4-0
1º Everton e Benfica, 3; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 0
Grupo L
Athletic Bilbao – Austria Wien – 3-0
Nacional – Werder Bremen – 2-3
1º Athletic Bilbao e Werder Bremen, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 0
Liga Europa – Benfica – Vorskla Poltava
Vorskla Poltava – Benfica – 2-1
27.08.2009 – Liga Europa – Play-off (2ª mão)
Vorskla Poltava – Serhiy Dolganskyy, Filip Despotvski, Armend Dallku, Oleg Krasnoporov, Jovan Markoski (88m – Volodymyr Chesnakov), Denys Kulakov, Vasyl Sachko (72m – Olexiy Chychykov), Debatik Curri, Gennadiy Medvediev, Grigoriy Yarmash (45m – Roman Bezus) e D. Esin
Benfica – Moreira, Luís Filipe, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Fábio Coentrão (63m – Angel Di María), Keirrison, César Peixoto, Ramires (71m – Ruben Amorim) e Nuno Gomes (45m – Javier Saviola)
1-0 – Vasyl Sachko – 48m
1-1 – Javier Saviola – 59m
2-1 – Dmitry Esin – 74m
Cartões amarelos – Grigoriy Yarmash (22m), Debatik Curri (47m) e Roman Bezus (86m); Nuno Gomes (10m), Javier Saviola (68m) e Javi García (75m)
Árbitro – Claudio Circhetta (Suíça)
Com a eliminatória praticamente resolvida a seu favor, o Benfica aproveitou para fazer rodar alguns elementos com menos tempo de jogo.
Conforme referiu o treinador, um “risco calculado”, mas em que a derrota poderia ter sido naturalmente evitada, não fora a fragilidade defensiva evidenciada, frente a uma equipa que nunca revelou capacidade para assumir um claro domínio do jogo, nem, por maioria de razão, para buscar a anulação da desvantagem da 1ª mão.
De facto, após o tento do Vorskla Poltava, a abrir a segunda parte, o golo de Saviola, rapidamente repondo o empate, anulou qualquer veleidade nesse sentido, o que fez com que o Benfica “desligasse” por completo do jogo, acabando por, já em fase de alguma desconcentração, conceder novo golo, que resultaria no triunfo do adversário.
Até final da partida, nem uma nem outra equipa demonstraram capacidade anímica ou de reacção para alterar o marcador.
Benfica – Vorskla Poltava – 4-0
20.08.2009 – Liga Europa – Play-off (1ª mão)
Benfica – Quim, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Shaffer, Javi García, Angel Di María, Pablo Aimar, Fábio Coentrão (62m – Ramires), Javier Saviola (80m – César Peixoto) e Óscar Cardozo (75m – Weldon)
Vorskla Poltava – Serhiy Dolganskyy, Filip Despotvski, Armend Dallku, Oleg Krasnoporov, Jovan Markoski (87m – Olexiy Chychykov), Denys Kulakov, Vasyl Sachko (45m – Ahmed Januzi), Debatik Curri, Gennadiy Medvediev, Grigoriy Yarmash (60m – Roman Bezus) e Dmitry Esin
1-0 – Angel Di María – 31m
2-0 – Óscar Cardozo – 55m (pen.)
3-0 – Javier Saviola – 57m
4-0 – Weldon – 77m
Cartões amarelos – Shaffer (30m) e Ramires(84m); Grigoriy Yarmash (37m), Denys Kulakov (44m), Armend Dallku (51m) e Ahmed Januzi (74m)
Árbitro – Darko Ceferin (Eslovénia)
Embalada pelos bons resultados da pré-época, em que, agora sob o comando de Jorge Jesus, a equipa do Benfica se viu restituída da (auto-)confiança que lhe tem faltado noutras ocasiões, e frente a uma equipa jovem, inexperiente a nível de provas europeias – não obstante, vencedora da Taça da Ucrânia, superando clubes conceituados como o D. Kiev ou o Shakhtar Donetsk – a vitória no jogo da 1ª mão, praticamente definindo o desfecho da eliminatória, acabou por surgir com naturalidade.
Quebrando a resistência ucraniana à passagem da meia hora de jogo, o Benfica confirmaria o triunfo com dois golos no espaço de dois minutos, rapidamente dilatando a vantagem para um inequívoco 3-0, que viria a ser ainda ampliada no quarto de hora fnal da partida.




