Posts tagged ‘Liga Europa’

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão) – Braga – Benfica

Braga – Artur Moraes, Miguel Garcia, Paulão, Rodríguez, Sílvio, Custódio, Hugo Viana, Alan, Mossoró (80m – Kaká), Lima (73m – Leandro Salino) e Meyong (87m – Hélder Barbosa)

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi García, Nico Gaitán, Carlos Martins (81m – Alan Kardec), César Peixoto (58m – Franco Jara), Javier Saviola (86m – Felipe Menezes) e Óscar Cardozo

1-0 – Custódio – 19m

Cartões amarelos – Sílvio (3m), Paulão (60m) e Artur Moraes (90m); César Peixoto (50m), Maxi Pereira (59m), Fábio Coentrão (75m) e Luisão (90m)

Árbitro – Martin Atkinson (Inglaterra)

Com uma fase inicial de jogo em ritmo elevado, com ambas as equipas a procurar “jogar para a frente” (de que é indício a conta de 7 cantos nos primeiros 25 minutos, 5 dos quais a favor do Benfica), o primeiro momento de perigo surgiria à passagem do quarto de hora: Carlos Martins, na conversão de um livre, obrigou Artur Moraes a excelente intervenção; na sequência do canto, houve novo lance de atrapalhação na defesa bracarense, provocando novo pontapé de canto, mas igualmente sem consequências.

Porém, seria o Braga, praticamente de seguida, igualmente através de um canto, a inaugurar o marcador, colocando-se também, paralelamente, em vantagem na eliminatória.

Aos 29 minutos, numa jogada ensaiada, Hugo Viana marcou um livre atrasado, surgindo o remate de outro jogador do Braga, a sair a rasar o poste, num lance de grande perigo.

Dois minutos decorridos seria Artur Moraes a ter uma intervenção arrojada, fazendo uma barreira a Javi Garcia e Saviola que, já próximo da zona da pequena área, procuravam impelir a bola para a baliza.

Mas a maior perdida da primeira parte, já com 41 minutos, seria novamente protagonizada por Saviola, sem oposição, a rematar cruzado, mas com a bola a embater no poste.

Já em tempo de compensação, Artur Moraes voava para a bola, retirando-a da cabeça de Cardozo, que se preparava para consumar o golo.

A abrir o segundo tempo, o Benfica tentou fazer “filigrana” na grande área bracarense, mas a jogada acabou por se perder.

Porém, durante largos minutos, o Benfica denotaria uma enorme incapacidade de “pegar no jogo”, construir lances de ataque e, consequentemente, criar oportunidades de golo.

Só aos 72 minutos, num lance em velocidade, Fábio Coentrão, procurou aproveitar um ressalto de bola, mas Artur Moraes, de forma destemida, conseguiu uma oposição eficaz.

Aos 79 minutos, o Benfica conseguiria finalmente uma boa jogada, culminada com um potente remate de Nico Gaitán, a que Artur Moraes correspondeu com uma excelente defesa.

Quatro minutos depois o Braga podia ter feito o golo da tranquilidade, não fora as duas atentas (e quase consecutivas) intervenções do guarda-redes Roberto, a outros tantos remates de atacantes bracarenses.

Aos 88 minutos, numa jogada envolvente, que parecia destinada a golo, a bola foi salva quase sobre a linha por Paulão.

A partida chegava ao final; o Benfica somava o 17º jogo consecutivo a sofrer golos, ao mesmo tempo que via interrompida a sua série de 34 encontros a marcar (desde Novembro do ano passado), falhando precisamente quando a falha não era admitida, mesmo após ter disposto de cerca de 75 minutos para procurar o golo que o pudesse levar até à Final.

Que, de forma histórica, será integralmente portuguesa, a disputar em Dublin, entre FC Porto e Braga.

5 Maio, 2011 at 9:59 pm 1 comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)

                                         2ª mão    1ª mão    Total
Braga - Benfica                            1-0       1-2      2-2
Villarreal - FC Porto                      3-2       1-5      4-7

Está consumada a histórica Final da Liga Europa, integralmente portuguesa, a disputar em Dublin, entre Braga (que, com um enorme espírito de equipa, culmina uma extraordinária campanha europeia, em que eliminou equipas como o Celtic, Sevilla, Liverpool e D. Kiev, para além do Benfica, último adversário na caminhada para o jogo decisivo) e FC Porto (que, esta noite, depois de começar a perder, ainda deu a volta ao marcador, vindo a permitir contudo, na fase final, que o Villarreal confirmasse a vitória).

5 Maio, 2011 at 11:07 am Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (1ª mão) – Benfica – Braga

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi García, Carlos Martins (65m – Franco Jara), Pablo Aimar, César Peixoto (65m – Nico Gaitán), Javier Saviola (86m – Airton) e Óscar Cardozo

Braga – Artur Moraes, Miguel Garcia, Rodríguez, Paulão, Sílvio, Alan, Vandinho, Hugo Viana (62m – Mossoró), Leandro Salino, Meyong (55m – Custódio) e Lima (84m – Kaká)

1-0 – Jardel – 50m
1-1 – Vandinho – 53m
2-1 – Óscar Cardozo – 59m

Cartões amarelos – Pablo Aimar (53m); Rodríguez (6m), Vandinho (39m) e Miguel Garcia (43m)

Árbitro – Craig Thomson (Escócia)

Neste inédito confronto entre equipas portuguesas nas provas europeias, o Benfica entrou com boa disposição, parecendo pretender marcar cedo, com o Braga a colaborar logo nos primeiros segundos, numa atrapalhação na sua defesa, com um corte arriscado, para canto, com a bola a passar por cima da trave da baliza.

Aos 11 minutos, Javi Garcia teria uma boa iniciativa, mas o guarda-redes Artur Moraes correspondeu com atenção. Na sequência, Cardozo, numa oportuna recarga, introduziria mesmo a bola na baliza bracarense, mas o lance não foi validado por fora-de-jogo.

Mais 10 minutos decorridos, seria Saviola a tentar a sorte, também sem resultados práticos, dada nova intervenção do guarda-redes do Braga. E, uma vez mais, pouco depois da meia-hora de jogo, foi Cardozo a não conseguir ser eficaz. As tentativas do Benfica prosseguiam, aos 41 minutos, por intermédio de Aimar, novamente detida por Artur Moraes.

Já a atingir o último minuto, a mais flagrante ocasião, desperdiçada por Cardozo, que, depois de se isolar, rematou ao poste; na recarga, o pontapé de Carlos Martins embateu na defesa contrária. E, mesmo já em período de compensação, Fábio Coentrão fez um cruzamento-remate, mas não apareceu ninguém para desviar para a baliza…

Em toda a primeira parte, não obstante ter procurado ensaiar alguns contra-ataques, o Braga apenas por uma vez assustou o Benfica, obrigando Roberto a intervir.

Curiosamente, abriria o segundo tempo com um novo grande susto para o Benfica, com Roberto a não segurar a bola, e no ressalto, a surgir também uma recarga bracarense, igualmente em fora-de-jogo, como acontecera com Cardozo, só que, desta vez, Roberto detera já a bola.

Aos 5 minutos, numa boa iniciativa de Maxi Pereira, novo remate de Cardozo, agora de cabeça, a embater no poste, mas, desta feita, a surgir Jardel no sítio certo, a fazer a recarga para o fundo da baliza, inaugurando o marcador. As coisas pareciam começar finalmente correr de feição para o Benfica…

Só que, apenas 3 minutos decorridos, o Braga surpreenderia, num livre convertido por Hugo Viana, com Vandinho a antecipar-se à defesa benfiquista e a restabelecer a igualdade, assim consumando uma incrível série de 15 jogos consecutivos com o Benfica a sofrer golos!

O empate duraria pouco tempo: aos 59 minutos, também na conversão de um livre, Cardozo, com um potente e colocado remate, introduziria a bola no fundo das redes bracarenses, recolocando o Benfica em vantagem.

Depois deste reinício frenético, o jogo acalmaria, desde logo, começando com as paragens provocadas pelas 4 substituições efectuadas até aos 65 minutos.

Aos 75 minutos, o Braga, por intermédio de Lima, teria mais um remate traiçoeiro, a testar a concentração de Roberto. E, novamente, aos 81 minutos, com um remate de longe, com o guarda-redes benfiquista a defender sem dificuldade. Na jogada imediata, Cardozo, em plena área do Braga, atrapalhou-se com a bola, não tendo a capacidade de dar a melhor finalização ao lance, que pedia um remate de primeira. Logo de seguida, seria também Saviola a não acertar da melhor forma na bola, que saiu por alto e ao lado da baliza.

Já em período de descontos, Jara desceu pelo corredor direito, cruzou, mas Paulão impediu que os avançados do Benfica pudessem fazer o desvio final.

Com um extraordinário festival de golos no segundo tempo no Estádio do Dragão, invertendo o resultado de 0-1 para 5-1 (com quatro golos de Falcão!), o FC Porto terá dado um passo definitivo para garantir uma final lusa em Dublin, no próximo dia 18 de Maio. Parece restar apenas saber quem terá por adversário…

Estádio da Luz coberto de granizo, no dia seguinte (29.04.2011 – via DN)

28 Abril, 2011 at 10:00 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (1ª mão)

Benfica – Braga – 2-1
FC Porto – Villarreal – 5-1

Com uma excepcional avalancha de golos (5 em apenas 45 minutos), numa categórica exibição, o FC Porto, repetindo o resultado que alcançara já nos 1/4 Final, no Estádio do Dragão, frente ao Spartak de Moscovo, goleando o Villarreal por 5-1, parece praticamente consumada a final lusa em Dublin, no próximo dia 18 de Maio.

Na outra eliminatória, num inédito confronto luso ao fim de 55 anos de provas europeias, o Benfica parte para a 2ª mão com a vantagem mínima, face ao Braga (com um potencialmente comprometedor golo sofrido em casa), num jogo em que, depois de um frenético início de segunda parte, com três golos em menos de 10 minutos, o calculismo imperou, com ambas as equipas mais preocupadas em não sofrer do que marcar mais golos.

28 Abril, 2011 at 9:58 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão) – PSV – Benfica

PSV Eindhoven – Andreas Isaksson, Stanislav Manolev (85m – Stefan Nijland), Marcelo (72m – Marcus Berg), Francisco Rodríguez, Abel Tamata (73m – Jagos Vukovic), Otman Bakkal, Atiba Hutchinson, Stijn Wuytens, Zakaria Labyad, Balázs Dzsudzsák e Jeremain Lens

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi García, César Peixoto, Eduardo Salvio (19m – Carlos Martins), Nico Gaitán (79m – Airton), Javier Saviola (67m – Pablo Aimar) e Óscar Cardozo

1-0 – Balázs Dzsudzsák – 17m
2-0 – Jeremain Lens – 25m
2-1 – Luisão – 45m
2-2 – Óscar Cardozo (pen.) – 63m

Cartões amarelos – Abel Tamata (8m), Balázs Dzsudzsák (27m) e Marcelo (35m)

Árbitro – Wolfgang Stark (Alemanha)

Duas oportunas defesas de Isaksson, a remates de Gaitán (5 minutos) e Saviola (10 minutos), impossibilitando que o Benfica desde logo inaugurasse o marcador, denotavam não obstante ilusórias facilidades para este jogo, e, sobretudo, para a eliminatória, que ia ganha de Lisboa.

Porém, passado o primeiro quarto de hora em que a defesa do PSV se mostrou muito oscilante, o golo surgiria… mas para os holandeses. A lesão de Salvio, ainda nesta fase inicial do jogo, terá feito a equipa desconcentrar-se. E, poucos minutos depois, uma boa intervenção de Roberto não seria suficiente para evitar, na recarga, o segundo golo da equipa de Eindhoven.

Ao mesmo tempo que o PSV adquiria confiança, acreditando que, afinal, “era possível”, o Benfica passaria então por um período de cerca de um quarto de hora, de grande desnorte, não acertando com as marcações, não conseguindo “pegar no jogo”. A equipa só conseguiria, de alguma forma, acalmar, já próximo do final do primeiro tempo.

E, quando tudo parecia indicar que sairia para o intervalo no “fio da navalha”, surpreendente e inesperadamente com a eliminatória suspensa por um fio… no último lance da primeira parte, um excelente trabalho de Carlos Martins, superiormente finalizada por Luisão, a conseguir um golo de belo efeito, que se revelaria absolutamente determinante, conferindo ao Benfica o imenso estímulo da necessária tranquilidade para encarar, sem maiores sobressaltos, a etapa complementar.

No recomeço, logo de início, seria novamente o Benfica a criar mais perigo junto da baliza do PSV, por duas ocasiões, mas inconsequentes. A partida entraria então numa toada que era a que mais convinha à equipa portuguesa: jogo algo mastigado, na zona do meio-campo, com o tempo a começar a correr a favor dos benfiquistas.

E Luisão teria mesmo, à passagem da hora de jogo, oportunidade para bisar, na sequência de um pontapé de canto, mas a cabeçada não saiu com a melhor direcção. Praticamente na jogada seguinte, numa excelente arrancada de César Peixoto, pela esquerda, foi ceifado dentro da área, já quase na linha de fundo.

Na conversão da grande penalidade, Cardozo empatava o jogo e confirmava a vitória na eliminatória e consequente apuramento do Benfica para as 1/2 Finais, 17 anos depois da última presença nessa fase de uma competição europeia (então na Taça dos Vencedores de Taças).

Pela primeira vez na história das provas europeias – ao fim de 55 anos – um inédito triplo apuramento de clubes lusos para as 1/2 Finais, também com uma estreia absoluta de confronto entre duas equipas nacionais: Benfica e Braga disputarão entre si a presença na Final de Dublin. FC Porto, frente ao Villarreal, poderá proporcionar um epílogo extraordinário, o de uma Final portuguesa!

14 Abril, 2011 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão)

                                         2ª mão    1ª mão    Total
Spartak Moskva - FC Porto                  2-5       1-5      3-10
PSV Eindhoven - Benfica                    2-2       1-4      3-6
Twente - Villarreal                        1-3       1-5      2-8
Braga - D. Kyiv                            0-0       1-1      1-1

As equipas portuguesas conseguiram o pleno: um fantástico e inédito apuramento de três clubes para as 1/2 Finais de uma prova europeia, com destaque para a forma como o FC Porto esmagou o Spartak de Moscovo, mas sem esquecer a fantástica proeza do Braga (jogando hoje, desde os 30 minutos, apenas com 10), nem a desforra conseguida pelo Benfica face ao PSV.

As 1/2 Finais, a disputar a 28 de Abril e a 5 de Maio – com a garantia, desde já, de, pelo menos, um finalista português, dada também a estreia absoluta de um confronto entre clubes lusos nas competições europeias (ao fim de 55 anos) – têm o seguinte alinhamento:

Benfica – Braga
FC Porto – Villarreal

14 Abril, 2011 at 9:50 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão) – Benfica – PSV

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi García, Eduardo Salvio, Pablo Aimar (78m – César Peixoto), Nico Gaitán (78m – Franco Jara), Javier Saviola e Óscar Cardozo (90m – Felipe Menezes)

PSV Eindhoven – Andreas Isaksson, Stanislav Manolev, Marcelo, Wilfred Bouma, Erik Pieters (72m – Stijn Wuytens), Atiba Hutchinson, Otman Bakkal, Orlando Engelaar, Jeremain Lens, Balázs Dzsudzsák e Marcus Berg (78m – Zakaria Labyad)

1-0 – Pablo Aimar – 37m
2-0 – Eduardo Salvio – 45m
3-0 – Eduardo Salvio – 52m
3-1 – Zakaria Labyad – 80m
4-1 – Javier Saviola – 90m

Cartões amarelos – Orlando Engelaar (54m) e Erik Pieters (68m); Javi García (86m)

Árbitro – Paolo Tagliavento (Itália)

Um remate de belo efeito, de Saviola, ao poste, dava o mote, logo aos 7 minutos, evidenciando uma atitude de conquista por parte do Benfica. Que manteria o controlo do jogo pelo tempo fora, com o PSV a dar o primeiro sério aviso, apenas já com 20 minutos decorridos, numa desconcentração da defesa benfiquista, com Berg a falhar o alvo.

Por volta da meia-hora, o Benfica intensificaria a pressão, e, de forma quase consecutiva, fez perigar por várias vezes o último reduto da equipa holandesa.

Aos 29 minutos, Cardozo, “enchendo o pé”, rematou do “meio da rua”, obrigando Isaksson a mostrar toda a sua atenção, com uma bela estirada. E, no minuto seguinte, um remate de Saviola, a cruzar a pequena área a meia altura, com Gaitán, de cabeça, a não conseguir desviar da melhor forma, numa jogada de grande perigo. E, mais 3 minutos decorridos, Cardozo a introduzir mesmo a bola na baliza, mas em clara posição de “fora-de-jogo”, já na pequena área.

Tanto ameaçou a equipa benfiquista, que o golo acabaria mesmo por chegar, estavam decorridos 37 minutos, com Aimar, muito oportuno, a aproveitar uma bola que Cardozo, em queda, não conseguira dominar.

Culminando um quarto de hora de bom nível, já mesmo a fechar o primeiro tempo, e após mais um lance sem a melhor finalização, por parte de Salvio, seria o próprio a conseguir finalizar uma boa jogada colectiva, ampliando a vantagem para 2-0, estabelecendo uma margem bastante apetecível na eliminatória.

Na abertura da etapa complementar, o Benfica continuaria a mostrar uma boa disposição; aos 6 minutos, criou mais uma boa oportunidade, a que faltou apenas a finalização, para, no minuto imediato, surgir novamente Salvio, com uma excelente execução, tirando dois adversários do caminho, e rematando cruzado, sem hipóteses de defesa para Isaksson, elevando a marca para 3-0.

Ao longo de todo o período até então decorrido, a equipa do PSV parecia ausente do jogo, sem evidenciar capacidade para criar qualquer lance ofensivo; apenas já próximo da hora de jogo voltaria a criar perigo, com Luisão a evitar que Berg pudesse marcar.

Aos 63 minutos, mais uma bela iniciativa de Salvio, com Saviola, do lado esquerdo, a não conseguir cabecear da melhor forma. O jogo animava, e o PSV criaria então, no minuto seguinte, de forma consecutiva, dois lances de muito perigo para a baliza benfiquista.

Para aos 66 minutos, mais um excelente pontapé de Cardozo, e Isaksson, de novo,  a corresponder com uma magnífica intervenção. Pouco depois, aos 69, um livre, rematado em força por Cardozo, cruzou toda a área do PSV, entre uma “floresta de pernas”, sem tabelar em ninguém… que a fizesse anichar nas redes.

Aos 73 minutos, ocorreria um lance com alguma similitude, mas agora na defesa benfiquista, com a bola a percorrer de forma transversal, toda a área, sem que ninguém aparecesse a desviar.

O Benfica não teria então a capacidade para acalmar o ritmo de jogo, refreando o impulso de atacar, que, em contraponto, começava a proporcionar a PSV a possibilidade de rápidos contra-ataques… que acabariam por frutificar, aos 80 minutos, com mais uma intervenção deficiente de Roberto, a não segurar uma bola centrada do lado esquerdo, deixando-a à mercê do desvio fatal de Labyad, já na zona da pequena área.

Mas o melhor estava guardado para o fim: uma fantástica execução de Javier Saviola, dando a melhor sequência a mais uma assistência de Fábio Coentrão (que também oferecera já um golo a Salvio) a fixar o resultado final em 4-1, assim conferindo ao marcador uma expressão mais ajustada ao efectivo desenrolar desta partida.

7 Abril, 2011 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão)

FC Porto – Spartak Moskva – 5-1
Benfica – PSV Eindhoven – 4-1
Villarreal – Twente – 5-1
D. Kyiv – Braga – 1-1

Numa jornada extraordinariamente produtiva em termos de golos (19 hoje, a somar aos 18 da Liga dos Campeões, com uma média global de 4,63 golos por jogo!), mais um excelente desempenho das equipas portuguesas, numa eloquente prova de afirmação na Europa – ocupando o 3º lugar no ranking da presente época, a seguir à Inglaterra e próximo da Espanha -, com goleadas do FC Porto e Benfica e um bom resultado do Braga em Kiev, a caminho das 1/2 Finais, sendo que uma delas se encontra já praticamente definida: a que oporá FC Porto e Villarreal. Na outra, está mais próxima a possibilidade de um inédito confronto entre duas equipas portuguesas – Benfica-Braga -, que aspiramos seja confirmada nos jogos da 2ª mão.

7 Abril, 2011 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Sorteio dos 1/4 Final e das 1/2 Finais

1/4 Final (07 e 14.04.2011)

FC Porto – Spartak Moskva
Benfica – PSV Eindhoven
Villarreal – Twente
Braga – D. Kyiv

1/2 Finais (28.04.2011 e 05.05.2011)

Braga/D. Kyiv – Benfica/PSV Eindhoven
FC Porto/Spartak Moskva – Villarreal/Twente

18 Março, 2011 at 12:16 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão) – Paris St.-Germain – Benfica

Paris St.-Germain – Apoula Edel, Ceará (78m – Jean-Eudes Maurice), Sylvain Armand, Mamadou Sakho, Siaka Tiéné, Claude Makélélé, Clément Chantôme, Christophe Jallet, Nenê, Mathieu Bodmer (68m – Ludovic Giuly) e Mevlüt Erdinç (68m – Guillaume Hoarau)

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Javi García, Eduardo Salvio, Pablo Aimar (80m – César Peixoto), Nico Gaitán (90m – Jardel), Javier Saviola (64m – Carlos Martins) e Óscar Cardozo

0-1 – Nico Gaitán – 27m
1-1 – Mathieu Bodmer – 35m

Cartões amarelos – Clément Chantôme (72m) e Sylvain Armand (82m); Pablo Aimar (29m) e Maxi Pereira (78m)

Árbitro – William Collum (Escócia)

A partida decorria em toada morna, sem uma tendência definida, quando – já com 27 minutos de jogo – um remate cruzado de NIco Gaitán, mas que saiu ao primeiro poste, traiu o guarda-redes da equipa francesa, parecendo ser o tónico ideal para elevar os níveis de confiança do Benfica (que chegava a Paris com a vantagem mínima e com a ameaça de ter concedido um golo em casa), não obstante, no entretanto, Roberto tenha sido chamado a intervenção apertada no minuto imediato ao golo benfiquista.

Porém, poucos minutos depois, o Paris St.-Germain, numa boa iniciativa, num remate de boa execução de Bodmer, chegaria mesmo ao golo, restabelecendo o empate, assim prontamente reentrando na disputa da eliminatória.

E o Benfica voltaria a mostrar alguma intranquilidade e desconcentração defensiva quase ao findar da primeira parte, por duas vezes, primeiro numa bola que cruzou toda a área, acabando por se perder, e, pouco depois, com um remate perigoso que não saiu muito distante da baliza.

O mínimo que se poderia dizer era que o resultado de 1-1 ao intervalo não era mau para o Benfica… que, numa atitude de expectativa, muito pouco tinha feito para merecer mais, perante uma enorme falange de apoio de adeptos nas bancadas (estimada em cerca de 30 mil, do total de 44 mil espectadores). Até porque, um hipotético segundo golo benfiquista, sentenciaria muito provavelmente o desfecho da eliminatória.

No reinício, o Benfica teria a sua melhor iniciativa de jogo, logo aos 52 minutos, com Cardozo e Fábio Coentrão a levarem o perigo até bem perto da baliza da equipa da casa, mas Saviola a não conseguir concretizar. Pouco depois, beneficiaria ainda, de forma consecutiva, de dois pontapés de canto, mas que seriam inconsequentes.

E, aos 60 minutos, numa boa combinação, envolvendo uma vez mais Fábio Coentrão e Cardozo, o avançado benfiquista obrigaria o guardião adversário a uma boa intervenção, a que se seguiu novo canto, em mais uma ocasião de perigo.

Logo depois de uma perigosa ofensiva do Paris St.-Germain, um endiabrado Coentrão conseguiria fugir aos alas do lado direito, mas o companheiro que seguia a jogada não compreendeu o lance, não se tendo desmarcado para o local apropriado. E, de imediato, novamente Cardozo a rematar à baliza.

O ritmo de jogo tivera uma forte aceleração; começariam então as substituições. Apenas aos 78 e 79 minutos, voltaria a haver frisson, primeiro com uma jogada já em plena pequena área, com uma atabalhoada defesa benfiquista com grandes dificuldades para aliviar a bola, e, de imediato, na sequência do respectivo canto.

Em mais uma imparável arrancada de Coentrão, já jogando pelo meio (depois da entrada de César Peixoto para lateral esquerdo), o benfiquista só seria parado pelo recurso a uma falta grosseira (que custou um cartão amarelo / alaranjado a Sylvain Armand), de cuja conversão do respectivo livre resultaria mais um lance de perigo, todavia não aproveitado pelo Benfica.

Já a 3 minutos do final, Nico Gaitán ainda ensaiaria uma imitação da jogada antes protagonizada pelo companheiro, mas não seria bem sucedido.

Ao longo de 5 compridos minutos de período de compensação, um Parque dos Príncipes verdadeiramente ao rubro começara já a festejar exuberantemente a sofrida (até ao último segundo…) passagem do Benfica aos 1/4 Final da Liga Europa.

17 Março, 2011 at 7:53 pm 1 comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Abril 2026
S T Q Q S S D
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.