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Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Fenerbahce - Viktoria Plzen 1-1 1-0 2-1 Bordeaux - Benfica 2-3 0-1 2-4 Newcastle - Anzhi 1-0 0-0 1-0 Lazio - Stuttgart 3-1 2-0 5-1 Inter - Tottenham 4-1 (a.p.) 0-3 4-4 Rubin Kazan - Levante 2-0 (a.p.) 0-0 2-0 Zenit - Basel 1-0 0-2 1-2 Chelsea - Steaua 3-1 0-1 3-2
Para além da natural qualificação do Benfica, amplamente superior ao Bordeaux, o destaque vai para os apuramentos do Basel e Tottenham, eliminando os favoritos Zenit e Inter.
Nos 1/4 Final, a Inglaterra predomina, com um contingente de três clubes (o Campeão Europeu em título, Chelsea, Tottenham e Newcastle) – ao contrário do que sucede na Liga dos Campeões, em que deixou já de ter representação. Os restantes cinco apurados provêm de outros tantos países: Portugal, Itália, Rússia, Suíça e Turquia.
Também de forma inversa ao que se regista na Liga dos Campeões, a Espanha e a Alemanha ficaram sem representação na prova.
Uma curiosidade: das oito equipas que haviam transitado da Liga dos Campeões para a Liga Europa, apenas prosseguem na competição o Chelsea e o Benfica.
Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão) – Bordeaux – Benfica
Bordeaux – Cédric Carrasso, Mariano (72m – Fahid Ben Khalfallah), Ludovic Sané, Henrique, Benoît Trémoulinas, Jaroslav Plašil, Grégory Sertic (68m – André Poko), Ludovic Obraniak, Henri Saivet, Nicolas Maurice-Belay (78m – Hadi Sacko) e Cheick Diabaté
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Jardel, Roderick, Melgarejo, Nemanja Matić, Nico Gaitán, Enzo Pérez, Eduardo Salvio (88m – Maxi Pereira), Ola John (84m – Carlos Martins) e Rodrigo (66m – Óscar Cardozo)
0-1 – Jardel – 30m
1-1 – Cheick Diabaté – 74m
1-2 – Óscar Cardozo – 75m
2-2 – Jardel (p.b.) – 90m
2-3 – Óscar Cardozo – 90m
Cartões amarelos – Henrique (10m), Ludovic Obraniak (31m) e Fahid Ben Khalfallah (77m); Roderick (52m), Ola John (83m) e Maxi Pereira (90m)
Árbitro – Ovidiu Alin Hategan (Roménia)
Depois da má exibição da primeira mão, o Benfica terá tido esta noite em Bordéus um dos seus jogos mais “descansados” da época. De início, na expectativa, parecendo querer ir deixando correr o tempo, concedendo a iniciativa aos franceses – e não obstante jogasse com uma dupla de defesas centrais “improvisada” (dadas as ausências, por lesão, de Luisão e Garay) -, o Benfica teve em Artur Moraes o garante da confiança.
Quando, à passagem da meia hora, Jardel, na sequência de um pontapé de canto, antecipando-se ao guardião adversário, inaugurou o marcador, o desfecho da eliminatória ficou sentenciado.
A equipa do Bordéus continuaria a procurar ripostar conforme podia, em tímidas ofensivas, mas sem conseguir um domínio efectivo do jogo, com o meio-campo benfiquista sempre a conseguir, de forma tranquila, manter o controlo do jogo.
Nem o golo do empate do Bordéus assustaria o Benfica, que, no minuto imediato – curiosamente, de novo à meia hora, mas do segundo tempo – se recolocaria em vantagem.
Já em fase de descompressão, em que se aguardava o final da partida, em período de compensação, também na sequência de um canto, numa situação de atrapalhação na defesa benfiquista, Jardel (que inaugurara o marcador), de forma precipitada, virado para a sua baliza, numa precipitada tentativa de afastar a bola, marcaria o segundo golo da noite, mas, desta vez, na baliza errada…
E, numa rara coincidência, tal como acontecera após o primeiro golo dos franceses, o Benfica, novamente no minuto imediato, obteria mais um golo, assim selando a sua vitória na partida. Quanto à eliminatória – perante um frágil opositor, com evidente superioridade da equipa portuguesa, sem ter tido sequer a necessidade de se “empregar a fundo”, em ambos os jogos – essa já há muito havia sido ganha.
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)
Viktoria Plzen – Fenerbahce – 0-1
Benfica – Bordeaux – 1-0
Anzhi – Newcastle – 0-0
Stuttgart – Lazio – 0-2
Tottenham – Inter – 3-0
Levante – Rubin Kazan – 0-0
Basel – Zenit – 2-0
Steaua – Chelsea – 1-0
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão) – Benfica – Bordeaux
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Roderick, Nico Gaitán, Carlos Martins (64m – Enzo Pérez), Rodrigo, Ola John (74m – Lima) e Óscar Cardozo (63m – Eduardo Salvio)
Bordeaux – Cédric Carrasso, Mariano, Ludovic Sané, Henrique, Benoît Trémoulinas, Julien Faubert (43m – Abdou Traoré), Jaroslav Plašil, Grégory Sertic, Ludovic Obraniak, Nicolas Maurice-Belay (79m – Fahid Ben Khalfallah) e Diego Rolán (66m – David Bellion)
1-0 – Rodrigo (atribuído pela UEFA a Cédric Carrasso – p.b.) – 21m
Cartões amarelos – Carlos Martins (50m) e Rodrigo (53m)
Árbitro – Alon Yefet (Israel)
Muito pouco há a dizer sobre este jogo…
O Benfica entrou em campo algo adormecido, concedendo a iniciativa ao adversário, que não se fez rogado, aproveitando para se instalar no meio-terreno contrário.
Contra a chamada “corrente do jogo”, num potente remate de Rodrigo, à entrada da área, a “encher o pé”, a bola embateu na trave e, na queda, acabaria por tabelar nas costas do guarda-redes girondino, que confirmou o que viria a ser o único golo da partida.
E justifica-se que assim tenha acontecido: em noventa minutos de futebol, escassas foram as ocasiões de perigo e ainda menos as efectivas oportunidades de golo.
Se a primeira parte fora jogada a ritmo lento, sem interesse, o segundo tempo acabaria por ser verdadeiramente entediante.
Continuando a fazer a sua gestão de equipa, com constantes rotações e alternâncias – tendo passado do “8” para o “80” (ou seja, de jogar sempre o mesmo “11”, como sucedeu nas duas épocas anteriores, para um carrossel constante) – Jorge Jesus, assumindo definitivamente a óbvia opção pelo campeonato, em detrimento das restantes provas, é o responsável pela medíocre exibição do Benfica esta noite – inevitavelmente, sem as famosas “rotinas de jogo” –, frente a um adversário que, neste encontro, não evidenciou a qualidade apregoada pelo treinador benfiquista (e que somou, à série de quatro derrotas consecutivas averbadas no campeonato francês, mais um desaire…).
Uma eliminatória que o Benfica podia e devia ter resolvido já hoje, transita em aberto para a segunda mão, em Bordéus, onde a equipa portuguesa deverá confirmar o apuramento para os 1/4 Final… desde que “apareça em campo”!
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Fenerbahce - BATE Borisov 1-0 0-0 1-0 CFR Cluj - Inter 0-3 0-2 0-5 Olympiakos - Levante 0-1 0-3 0-4 Liverpool - Zenit 3-1 0-2 3-3 Bordeaux - D. Kyiv 1-0 1-1 2-1 Benfica - Bayer Leverkusen 2-1 1-0 3-1 Metalist Kharkiv - Newcastle 0-1 0-0 0-1 Genk - Stuttgart 0-2 1-1 1-3 Rubin Kazan - At. Madrid 0-1 2-0 2-1 Steaua - Ajax 2-0 0-2(4-2gp) 2-2 Dnipro - Basel 1-1 0-2 1-3 Hannover - Anzhi 1-1 1-3 2-4 Chelsea - Sparta Praha 1-1 1-0 2-1 Lazio - B. Monchengladbach 2-0 3-3 5-3 Lyon - Tottenham 1-1 1-2 2-3 Viktoria Plzen - Napoli 2-0 3-0 5-0
Numa eliminatória com algumas surpresas, como as eliminações do actual detentor do troféu, At. Madrid, e do Napoli (esmagado pela equipa checa que tinha vencido o Grupo da Académica… precisamente à frente do At. Madrid) – tendo o Tottenham evitado a eliminação no último minuto, tal como o Chelsea conseguiu evitar o prolongamento, já em período de descontos, frente a outra equipa checa – realce ainda para a eliminação de equipas de grande tradição, como Liverpool, Ajax, Lyon, Olympiakos e D. Kyiv, assim como do Bayer Leverkusen, num excelente desempenho competitivo do Benfica.
De entre as equipas que avançam para a eliminatória seguinte, destaque para os contingentes da Inglaterra e Rússia (ambas com três clubes cada, respectivamente Chelsea, Tottenham e Newcastle; e Zenit, Rubin Kazan e Anzhi – com as equipas russas a surgirem em grande forma neste seu novo arranque de temporada), mantendo a Itália dois emblemas em prova (Inter e Lazio); Portugal, Espanha, Alemanha, França, R. Checa, Roménia, Suíça e Turquia contam apenas com um único representante.
Ao invés, a Alemanha (com as eliminações de Bayer Leverkusen, B. Monchengladbach e Hannover) e a Ucrânia (D. Kyiv, Metalist Kharkiv e Dnipro) foram os maiores perdedores desta eliminatória.
Ainda duas curiosidades finais: das oito equipas que haviam transitado da Liga dos Campeões, apenas Benfica, Chelsea e Zenit conseguiram qualificar-se; por outro lado, dos 12 vencedores de Grupo da fase inicial da competição, foram agora já afastados Liverpool, Dnipro, Genk (que triunfara no Grupo do Sporting), Lyon, Metalist Kharkiv e Hannover.
Os 1/8 Final, a disputar já nos próximos dias 7 e 14 de Março, têm o seguinte alinhamento:
Viktoria Plzen – Fenerbahce
Benfica – Bordeaux
Anzhi – Newcastle
Stuttgart – Lazio
Tottenham – Inter
Levante – Rubin Kazan
Basel – Zenit
Steaua – Chelsea
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – Bayer Leverkusen
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Garay, Melgarejo, Carlos Martins (53m – Eduardo Salvio), Enzo Pérez, Nemanja Matić, Nico Gaitán, Ola John (90m – Jardel) e Óscar Cardozo (64m – Lima)
Bayer Leverkusen – Bernd Leno, Daniel Carvajal, Philipp Wollscheid, Omer Toprak, Sebastian Boenisch, Gonzalo Castro, Stefan Reinartz (74m – Arkadiusz Milik), Simon Rolfes, Lars Bender (57m – Jens Hegeler), André Schürrle e Stefan Kiessling
1-0 – Ola John – 60m
1-1 – André Schürrle – 75m
2-1 – Nemanja Matić – 77m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (54m), Ola John (61m) e Nemanja Matić (90m); Bender (28m) e Carvajal (45m)
Árbitro – Pavel Kralovec (R. Checa)
Num arriscado exercício de equilibrismo, visando a gestão da equipa, com legítimas ambições em várias competições, mas com ênfase particular no campeonato nacional (para além da Taça de Portugal e da Taça da Liga, em que, em ambos os casos, marca presença nas 1/2 finais), o Benfica jogou forte e ganhou.
Para tal teve de começar por sofrer, com a forte equipa alemã a entrar melhor no jogo, de forma pressionante, criando uma ou outra ocasião de perigo.
O Benfica ia concedendo a iniciativa ao adversário, nem sempre conseguindo controlar da melhor forma o jogo, mas, pacientemente, procurou, no segundo tempo, crescer no terreno – depois de passar por mais alguns calafrios, com o Bayer Leverkusen a poder ter inaugurado o marcador, o que foi também soberbamente impedido por duas excelentes intervenções de Artur Moraes -, acabando por ver as suas iniciativas de contra-ataque coroadas de êxito com um golo de excelente execução de Ola John.
Poderia pensar-se que a eliminatória estaria decidida, mas o resultado continuava a ser muito perigoso. Bastaria um golo dos alemães, para relançar a disputa do apuramento. E o golo surgiria mesmo, numa falha da defesa benfiquista.
O momento determinante da partida surgiria, para felicidade do Benfica, apenas dois minutos decorridos, em mais um lance rápido, com Matić a conseguir surgir desmarcado frente à baliza e a não desperdiçar a soberana ocasião de golo que se lhe proporcionou.
Com a formação alemã a tentar arriscar ainda uma última cartada, seria o Benfica a dispor então de algumas oportunidades para ampliar o marcador.
Uma equipa realista e concentrada, premiada pelo seu esforço e eficácia, justifica plenamente – tendo triunfado em ambos os jogos, das duas mãos – o apuramento para a eliminatória seguinte, frente a uma equipa muito consistente e poderosa (que ocupa o 3º lugar do campeonato alemão, a um escasso ponto do Campeão em título Borussia Dortmund), que nunca abdicou de discutir a eliminatória, assim valorizando o sucesso benfiquista.
Pela terceira vez consecutiva (depois das épocas 2009-10 e 2010-11), o Benfica cruza-se no seu caminho, nos 1/8 Final desta competição, com equipas francesas: depois de Marseille e Paris St.-Germain, será agora a vez do Bordeaux. Só podemos desejar que o desfecho se repita.
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão)
BATE Borisov – Fenerbahce – 0-0
Inter – CFR Cluj – 2-0
Levante – Olympiakos – 3-0
Zenit – Liverpool – 2-0
D. Kyiv – Bordeaux – 1-1
Bayer Leverkusen – Benfica – 0-1
Newcastle – Metalist Kharkiv – 0-0
Stuttgart – Genk – 1-1
At. Madrid – Rubin Kazan – 0-2
Ajax – Steaua – 2-0
Basel – Dnipro – 2-0
Anzhi – Hannover – 3-1
Sparta Praha – Chelsea – 0-1
B. Monchengladbach – Lazio – 3-3
Tottenham – Lyon – 2-1
Napoli – Viktoria Plzen – 0-3
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – Bayer Leverkusen – Benfica
Bayer Leverkusen – Bernd Leno, Hajime Hosogai (82m – Sebastian Boenisch), Philipp Wollscheid, Daniel Schwaab, Michal Kadlec, Lars Bender, Simon Rolfes, Jens Hegeler, Gonzalo Castro (70m – Arkadiusz Milik), André Schürrle (45m – Sidney Sam) e Stefan Kiessling
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Garay, Melgarejo, Urretavizcaya (57m – Eduardo Salvio), Nico Gaitán, Nemanja Matić, André Gomes (42m – Enzo Pérez), Ola John e Óscar Cardozo (72m – Lima)
0-1 – Óscar Cardozo – 61m
Cartões amarelos – Bender (53m), Kiessling (76m) e Milik (81m); Melgarejo (45m) e Nico Gaitán (73m)
Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
Num terreno sob a suave queda de neve, bastante apoiado pelos seus adeptos, o Benfica obteve, nesta primeira mão dos 1/16 Final da Liga Europa, uma excelente vitória (a segunda da sua história, em território germânico), que lhe pode abrir o caminho para a fase seguinte, assim a equipa consiga confirmar a boa atitude e desempenho hoje alcançados.
Numa primeira parte repartida, sem notórias oportunidades de golo para nenhum dos contendores, a primeira ocasião de golo surgiria logo a abrir o segundo tempo, com Kadlec a não conseguir aproveitar da melhor forma uma falha da defesa benfiquista.
Já depois de a equipa portuguesa ter ameaçado, por Urretavizcaya, na sequência de um livre, o Benfica chegaria mesmo ao golo, numa excelente execução técnica de Cardozo, a dar a melhor sequência a uma boa abertura de André Almeida, como que “picando” ligeiramente a bola sobre o guardião adversário, isto depois de já ter deixado fora do lance um defesa contrário.
Em situação de desvantagem, a equipa alemã procuraria intensificar as iniciativas atacantes, mas, em duas ocasiões em que foi chamado a intervir, Artur Moraes mostraria concentração. E, por outro lado, seria ainda Ola John a dispor de oportunidade para ampliar o marcador.
Já em período de compensação, o golo esteve iminente na baliza benfiquista, com Melgarejo, em esforço, a conseguir evitar – sobre a linha de golo, em arrojado golpe de cabeça, impelindo a bola por cima da barra – que o Bayer Leverkusen chegasse à igualdade, depois de o guarda-redes do Benfica se ter deixado antecipar.
Liga Europa – Sorteio dos 1/16 Final e dos 1/8 Final
1/16 Final
BATE Borisov – Fenerbahce
Inter – CFR Cluj
Levante – Olympiakos
Zenit – Liverpool
D. Kyiv – Bordeaux
Bayer Leverkusen – Benfica
Newcastle – Metalist Kharkiv
Stuttgart – Genk
At. Madrid – Rubin Kazan
Ajax – Steaua
Basel – Dnipro
Anzhi – Hannover
Sparta Praha – Chelsea
B. Monchengladbach – Lazio
Tottenham – Lyon
Napoli – Viktoria Plzen
1/8 Final
Napoli / Viktoria Plzen – BATE Borisov / Fenerbahce
Bayer Leverkusen / Benfica – D. Kyiv / Bordeaux
Anzhi / Hannover – Newcastle / Metalist Kharkiv
Stuttgart / Genk – B. Monchengladbach / Lazio
Tottenham / Lyon – Inter / CFR Cluj
Levante / Olympiakos – At. Madrid / Rubin Kazan
Basel / Dnipro – Zenit / Liverpool
Ajax / Steaua – Sparta Praha / Chelsea
Os jogos da primeira mão dos 1/16 Final serão disputados a 14 de Fevereiro de 2013, estando a segunda mão agendada para 21 de Fevereiro.
Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Garantiram o apuramento para os 1/16 Final da prova as equipas do Liverpool, Anzhi Makhachkala, Viktoria Plzen, At. Madrid, Fenerbahce, Borussia Monchengladbach, Bordeaux, Newcastle, Steaua, Stuttgart, Dnipro, Napoli, Genk, Basel, Rubin Kazan, Inter, Lyon, Sparta Praha, Lazio, Tottenham, Metalist Kharkiv, Bayer Leverkusen, Hannover e Levante.
A estas equipas juntam-se as 8 que transitam da Liga dos Campeões, 3º classificados nos respectivos Grupos: D. Kyiv, Olympiakos, Zenit, Ajax, Chelsea, BATE Borisov, Benfica e CFR Cluj.
Na próxima eliminatória (1/16 Final) destacam-se os contingentes de: Inglaterra (Liverpool, Newcastle, Tottenham e Chelsea); Alemanha (Borussia Monchengladbach, Stuttgart, Bayer Leverkusen e Hannover); Itália (Napoli, Inter e Lazio); Rússia (Anzhi, Rubin Kazan e Zenit); Ucrânia (Dnipro, Metalist Kharkiv e D. Kyiv); Espanha (At. Madrid e Levante); França (Bordeaux e Lyon); R. Checa (Viktoria Plzen e Sparta Praha); e Roménia (Steaua e CFR Cluj).
Em relação às equipas portuguesas, o balanço global não pode deixar de ser decepcionante, dado terem sido todas eliminadas – destaca-se, pela negativa, o desempenho do Sporting, remetido para a última posição de um grupo… que até era fácil; o Marítimo, com um grupo de maior dificuldade, acabaria por fixar-se no 3º lugar, tal como a Académica (no seu regresso às provas europeias, 41 anos depois da última participação), “cumprindo os mínimos”, tendo obtido um honroso triunfo sobre o At. Madrid, e empatando os outros dois jogos em Coimbra. Desta forma, apenas o Benfica – transitando da Liga dos Campeões – representará Portugal nos 1/16 Final da prova.
Destaque ainda para as eliminações da Udinese, Marseille, Brugge, PSV e Twente, Athletic Bilbao e Panathinaikos.
Grupo B
Viktoria Plzen – At. Madrid – 1-0
Happoel Tel-Aviv – Académica – 2-0
1º Viktoria Plzen, 13; 2º At. Madrid, 12; 3º Académica, 5; 4º Happoel Tel-Aviv, 4
Grupo D
Bordeaux – Newcastle – 2-0
Marítimo – Brugge – 2-1
1º Bordeaux, 13; 2º Newcastle, 9; 3º Marítimo, 6; 4º Brugge, 4
Grupo G
Sporting – Videoton – 2-1 (07.12.2012)
Genk – Basel – 0-0
1º Genk, 12; 2º Basel, 9; 3º Videoton, 6; 4º Sporting, 5



