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Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Valencia, Ludogorets, Salzburg, Esbjerg, Rubin Kazan, Fiorentina, Dnipro e Tottenham são as primeiras oito equipas que garantiram já o apuramento para os 1/16 Final da Liga Europa.
Grupo E
Dnipro – Paços Ferreira – 2-0
Pandurii – Fiorentina – 1-2
1º Fiorentina, 12; 2º Dnipro, 9; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1
Grupo H
Sevilla – Slovan Liberec – 1-1
Estoril – Freiburg – 0-0
1º Sevilla, 8; 2º Slovan Liberec, 6; 3º Freiburg, 3; 4º Estoril, 2
Grupo I
Rijeka – Lyon – 1-1
Guimarães – Betis – 0-1
1º Betis, 8; 2º Lyon, 6; 3º Guimarães, 4; 4º Rijeka, 2
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Paços Ferreira – Dnipro – 0-2
Fiorentina – Pandurii – 3-0
1º Fiorentina, 9; 2º Dnipro, 6; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1
Grupo H
Slovan Liberec – Sevilla – 1-1
Freiburg – Estoril – 1-1
1º Sevilla, 7; 2º Slovan Liberec, 5; 3º Freiburg, 2; 4º Estoril, 1
Grupo I
Lyon – Rijeka – 1-0
Betis – Guimarães – 1-0
1º Betis e Lyon, 5; 3º Guimarães, 4; 4º Rijeka, 1
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Paços Ferreira – Pandurii – 1-1
Dnipro – Fiorentina – 1-2
1º Fiorentina, 6; 2º Dnipro, 3; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1
Grupo H
Slovan Liberec – Estoril – 2-1
Sevilla – Freiburg – 2-0
1º Sevilla, 6; 2º Slovan Liberec, 4; 3º Freiburg, 1; 4º Estoril, 0
Grupo I
Lyon – Guimarães – 1-1
Rijeka – Betis – 1-1
1º Guimarães, 4; 2º Betis e Lyon, 2; 4º Rijeka, 1
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
O V. Guimarães obteve – a par do Salzburg – a vitória mais expressiva desta ronda inaugural da Liga Europa, em que as duas outras equipas portuguesas saíram derrotadas, com o Paços de Ferreira a somar a 7ª derrota consecutiva em outros tantos jogos oficiais disputados na presente época; mesmo sabendo que defrontou já o FC Porto, Benfica, Sp. Braga, Zenit (duas vezes) e Fiorentina, pior arranque de temporada seria impossível…
Grupo E
Pandurii – Dnipro – 0-1
Fiorentina – Paços Ferreira – 3-0
1º Fiorentina e Dnipro, 3; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 0
Grupo H
Estoril – Sevilla – 1-2
Freiburg – Slovan Liberec – 2-2
1º Sevilla, 3; 2º Freiburg e Slovan Liberec, 1; 4º Estoril, 0
Grupo I
Guimarães – Rijeka – 4-0
Betis – Lyon – 0-0
1º Guimarães, 3; 2º Betis e Lyon, 1; 4º Rijeka, 0
Liga Europa – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Valencia PSV St. Liège Rubin Kazan Swansea D. Zagreb Salzburg Wigan Kuban Chernomorets Elfsborg Maribor St. Gallen Ludogorets Esbjerg Zulte Waregem Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Fiorentina Bordeaux D. Kyiv Sevilla Dnipro APOEL Genk Freiburg P. Ferreira E. Frankfurt Rapid Wien Estoril Pandurii M. Tel-Aviv Thun Liberec Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Lyon Lazio Tottenham AZ Betis Trabzonspor Anzhi PAOK Guimarães Legia Sheriff M. Haifa Rijeka Apollon Tromsø Shakther
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 19 de Setembro, estando agendado para 12 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
Liga Europa – Final – Benfica – Chelsea
Amsterdam Arena, Amesterdão – Holanda
Benfica –Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay (78m – Jardel), Melgarejo (66m – Ola John), Nemanja Matić, Eduardo Salvio, Enzo Peréz, Nico Gaitán, Rodrigo (66m – Lima) e Óscar Cardozo
Chelsea – Petr Čech, César Azpilicueta, Branislav Ivanović, Gary Cahill, Ashley Cole, Ramires, David Luiz, Frank Lampard, Oscar, Juan Mata e Fernando Torres
0-1 – Fernando Torres – 60m
1-1 – Óscar Cardozo (pen.) – 68m
1-2 – Branislav Ivanović – 90m
Cartões amarelos – Oscar (14m); Ezequiel Garay (45m) e Luisão (61m)
Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)
Contrariando o favoritismo atribuído ao ainda Campeão Europeu em título, Chelsea, o Benfica entrou melhor nesta Final, com uma dinâmica ofensiva apreciável: logo aos dez minutos, só a excessiva cerimónia de Melgarejo – que, frente a Petr Čech, hesitou no remate, acabando por soltar para Cardozo, o qual não conseguiria também alvejar a baliza – evitou a possibilidade de concretização de uma boa oportunidade de golo; no minuto imediato, nova jogada de ataque benfiquista, a ameaçar a baliza da equipa inglesa, mas com Gaitán a rematar por alto; aos 15 minutos, um lance muito confuso na área do Chelsea, com vários ressaltos de bola… que não quis levar a direcção certa…
A partir do quarto de hora, o Chelsea começaria a equilibrar, passando o controlo do jogo a ser repartido, sem que uma das equipas se superiorizasse à outra em termos de domínio. Só próximo da meia hora o Benfica voltaria a acercar-se da baliza do Chelsea, mas sem perigo. Aos 33 minutos, em mais uma boa iniciativa do ataque do Benfica, Gaitán ensaiaria um remate em habilidade, mas a bola sairia ligeiramente ao lado.
Até que, aos 38 minutos, de forma inesperada, num contra-ataque rápido, com um remate traiçoeiro de Lampard, o Chelsea obrigou Artur a defesa apertada, no lance mais perigoso da partida até então. Aos 42 minutos, num bom cruzamento para a área, Cardozo surgiu a tentar rematar de cabeça, mas a deixar-se antecipar pela defesa contrária.
Num balanço sintético da primeira metade do encontro, o Chelsea não denotou nunca capacidade de “pegar no jogo”, cuja iniciativa concedeu, praticamente na íntegra, à equipa portuguesa; curiosamente, por seu lado, o Benfica parecia não acreditar na facilidade como se conseguiu superiorizar ao adversário, sempre muito receoso de rematar à baliza, e com uma flagrante falta de objectividade. Excelente nota artística, mas com o pejo da falta de tradução dessa qualidade de jogo em algo de tangível.
No segundo tempo, o Benfica surgiu, de entrada, com o mesmo espírito e atitude, assumindo o controlo do jogo e a iniciativa do ataque. Logo ao quinto minuto, um lance perigoso, com Rodrigo com oportunidade de criar perigo junto à baliza adversária, mas a deixar-se antecipar pela defesa adversária. De imediato, na sequência do canto, a bola seria mesmo introduzida na baliza do Chelsea por Cardozo, mas o lance estava já interrompido, por posição de fora-de-jogo.
Porém, a partir dos dez minutos, subitamente, o Chelsea – que até aí parecia ter estado “ausente” da Final – começou finalmente a jogar, imprimindo velocidade, aumentando significativamente o ritmo e desequilibrando a estrutura defensiva do Benfica, que até aí com tanta tranquilidade controlara o jogo.
E bastaram cinco minutos de alguma desorientação benfiquista, enquanto tentava acertar novamente as marcações, para o Chelsea, num lance de futebol directo (lançamento em profundidade do guarda-redes), com Fernando Torres a surgir isolado frente a Artur e, com muita frieza, a conseguir tirá-lo do lance, inaugurar o marcador.
Jorge Jesus compreendeu que era necessário mexer na equipa, procurando a reacção ao tento adversário, e trocou Rodrigo por Lima, fazendo entrar também Ola John para o lugar de Melgarejo. E o Benfica seria então feliz, arrancando, apenas dois minutos volvidos, uma grande penalidade, por mão na bola, oportunidade que Cardozo, seguro, não desperdiçaria, empatando esta empolgante Final.
Aos 81 minutos, Óscar Cardozo rematou de meia distância, obrigando Petr Čech a difícil estirada, para socar a bola por cima da trave, para canto, do qual não resultaria maior perigo. Perdia-se uma boa oportunidade para ganhar a Final.
O Benfica voltaria a ter felicidade quando, aos 88 minutos, Lampard, com um potente remate, acertou com estrondo na trave da baliza de Artur.
Só que, tal como há quatro dias no Estádio do Dragão, acabaria por ser extremamente infeliz, aos 92 minutos, na sequência de um canto, com Ivanović a antecipar-se de cabeça a toda a defesa benfiquista, e a bater inapelavelmente o guardião brasileiro. Incrivelmente, haveria ainda tempo para nova infelicidade do Benfica, ao minuto 93, quando Cardozo, na pequena área do Chelsea, bastante apertado, não conseguiu desviar a bola para o golo… que teria permitido restabelecer de novo a igualdade.
O Benfica perdia, de forma injusta, esta sua nona Final europeia, de que sai de cabeça bem erguida, numa partida em que foi sempre, praticamente, a única equipa a procurar a vitória.
Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Benfica - Fenerbahçe 3-1 0-1 3-2 Chelsea - Basel 3-1 2-1 5-2
Apesar de o Basel ter começado por inaugurar o marcador em Londres, o Chelsea acabaria, com naturalidade, por vencer o jogo, confirmando o triunfo da 1.ª mão, e o apuramento dos Campeões Europeus em título para a Final de uma prova europeia, em que marcam presença pelo segundo ano consecutivo.
Por seu lado, o Benfica conseguiu operar a reviravolta na eliminatória, garantindo também o apuramento para a Final da Liga Europa, a disputar em Amesterdão já no próximo dia 15 de Maio, no que constituirá a nona presença benfiquista em finais das competições europeias, 23 anos depois da sua última participação.
Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão) – Benfica – Fenerbahçe
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, André Almeida, Nemanja Matić, Enzo Peréz, Eduardo Salvio, Nico Gaitán (90m – Roderick), Lima e Óscar Cardozo (87m – Urretavizcaya)
Fenerbahçe – Volkan Demirel, Gökhan Gönül (61m – Bekir İrtegün), Joseph Yobo (75m – Miroslav Stoch), Egemen Korkmaz, Reto Ziegler, Selçuk Şahin (45m – Mehmet Topuz), Caner Erkin, Cristian Baroni, Dirk Kuyt, Salih Uçan e Moussa Sow
1-0 – Nico Gaitán – 9m
1-1 – Dirk Kuyt (pen.) – 23m
2-1 – Óscar Cardozo – 35m
3-1 – Óscar Cardozo – 66m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (29m) e Enzo Peréz (33m); Cristian Baroni (31m) e Caner Erkin (85m)
Árbitro – Stéphane Lannoy (França)
Com grande tranquilidade e, de alguma forma, surpreendente naturalidade, o Benfica garantiu hoje o apuramento para a nona Final das competições europeias do seu historial, 23 anos depois da última presença, regressando assim a Amesterdão, precisamente no dia em que se completam 51 anos sobre a conquista da sua segunda Taça dos Campeões Europeus, obtida nesta cidade holandesa ante o Real Madrid.
Esta foi uma noite (quase) perfeita, com os três (diria mesmo os quatro…) golos a surgirem nos momentos ideais: a abertura do marcador logo aos 9 minutos; o tento do empate do Fenerbahçe, disponibilizando ainda cerca de 70 minutos para a recuperação benfiquista (o que não deixa de ser de crucial importância para a evolução do jogo e da eliminatória, quando necessitava, adicionalmente, de marcar dois golos); o segundo golo do Benfica menos de um quarto de hora decorrido; e, depois de uma intensa primeira parte, quando as coisas pareciam começar a arrefecer e se podia temer algum eventual esmorecimento, o terceiro golo benfiquista, ainda antes da metade do segundo tempo, a colocar a equipa portuguesa, pela primeira vez, em vantagem na eliminatória.
Tudo isto como corolário lógico da clara superioridade evidenciada pelo Benfica ao longo de todo o encontro, não apenas controlando, mas também dominando sempre o jogo, em todas as suas vertentes, apenas tendo sido surpreendido por um lance fortuito, que originou uma grande penalidade.
Uma exibição segura, de uma equipa confiante nas suas capacidades, que sabe que, em condições normais, marca golos – numa noite em que ultrapassou os 600 golos nas provas europeias -, que, entrando em campo com um forte ritmo, não revelou nunca ansiedade, nem se perturbou, mesmo com o golo sofrido. Que, depois do 2-1, confiou que o terceiro golo acabaria por surgir, mais tarde ou mais cedo, como viria a acontecer, mesmo que tivesse havido uma natural baixa de intensidade.
E, depois de se ter colocado em posição de vantagem na eliminatória, conseguindo um bom equilíbrio entre a procura do golo – que, compreensivelmente, viria a refrear à medida que o tempo ia avançando – e a necessidade de manter a segurança defensiva, sem que a equipa turca, objectivamente, tenha beneficiado de qualquer ocasião de perigo, junto da baliza benfiquista.
O Fenerbahçe apenas se poderá queixar de algum infortúnio a nível de lesões e sanções disciplinares, que haviam já retirado desta 2.ª mão três elementos (Raul Meireles, Mehmet Topal e Pierre Webó); tendo hoje, adicionalmente, perdido, também por lesão, Selçuk Şahin e Gökhan Gönül.
Consequência ou não destas faltas de alguns elementos-chave no seu conjunto, a verdade é que a equipa turca se apresentou esta noite a larga distância da formação ofensiva que se exibira na partida disputada em casa, sempre algo tolhida de movimentos, parecendo nunca ter efectivamente acreditado na possibilidade de apuramento.
E isso terá também de ser creditado à forma assertiva como o Benfica “pegou no jogo”, afirmando categoricamente a sua superioridade, sublimada pelo excelente golo de Gaitán, em mais uma “obra de arte”, com Cardozo, que desde início revelara grandes “ganas”, a marcar dois golos decisivos, que permitem o regresso do Benfica aos maiores palcos do futebol europeu, para defrontar o Campeão Europeu em título, Chelsea, numa possibilidade de “desforra” relativamente à eliminatória da temporada anterior.
Liga Europa – 1/2 Finais (1ª mão) – Fenerbahçe – Benfica
Fenerbahçe – Volkan Demirel, Gökhan Gönül, Joseph Yobo, Egemen Korkmaz, Reto Ziegler, Raul Meireles (64m – Salih Uçan), Mehmet Topal, Dirk Kuyt, Cristian Baroni (86m – Selçuk Şahin), Moussa Sow (87m – Miloš Krasić) e Pierre Webó
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, Ola John (64m – Rodrigo), André Gomes (81m – Carlos Martins), Pablo Aimar (45m – Nico Gaitán), Eduardo Salvio e Óscar Cardozo
1-0 – Egemen Korkmaz – 72m
Cartões amarelos – André Gomes (31m), Pablo Aimar (37m), Maxi Pereira (41m) e Ola John (45m); Cristian Baroni (38m), Mehmet Topal (50m) e Pierre Webó (90m)
Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)
Tal como na eliminatória anterior, o Benfica estava perfeitamente avisado do ambiente que iria encontrar em Istambul, e da intensa pressão que a equipa turca iria exercer.
Não obstante, Jesus, continuando dividido entre “dois amores” – com uma partida na Madeira, que pode ser decisiva para o campeonato, agendada já para segunda-feira –, optou por arriscar, mantendo Gaitán, Lima e Rodrigo no banco, lançando no encontro a surpresa Pablo Aimar.
No final, num jogo sempre dominado pelo Fenerbahçe, o Benfica não se pode queixar do resultado: três bolas no poste – uma delas na sequência da conversão de uma grande penalidade, mesmo no termo da primeira parte, por Cristian Baroni – e um punhado de grandes defesas de Artur, dão uma ideia das aflições e sustos a que a equipa se sujeitou…
A seu favor, apenas um lance de destaque, com Gaitán, pouco depois de ter entrado em campo, a rematar a bola em arco, que viria também a embater no poste.
Mesmo já em posição de desvantagem, o Benfica (o seu treinador) pareceu dar indícios de estar satisfeito com o resultado – a primeira derrota na competição esta época -, confiante de que terá capacidade para operar uma reviravolta na segunda mão, o que ficou expresso em mais uma opção táctica, com a entrada de Carlos Martins, para “segurar” o meio-campo, e sem que Lima tivesse saído do banco.
Um resultado de alto risco – devido ao facto de não ter marcado qualquer golo – que obriga o Benfica a vencer por dois golos de diferença na segunda mão (se quiser evitar uma decisão por via de desempate da marca de grande penalidade), ao mesmo tempo que terá de demonstrar grande concentração e rigor, para manter a sua baliza inviolada.
Liga Europa – 1/2 Finais (1ª mão)
Fenerbahçe – Benfica – 1-0
Basel – Chelsea – 1-2
Com Chelsea e Fenerbahçe a partirem em vantagem para a segunda mão, esperemos que seja possível ao Benfica inverter o rumo da eliminatória, de forma a marcar presença na Final em Amesterdão.



