Posts tagged ‘Liga Europa’
Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão) – AZ – Benfica
AZ – Esteban Alvarado, Mattias Johansson, Jeffrey Gouweleeuw, Nick Viergever, Simon Poulsen (49m – Jóhann Gudmundsson), Roy Beerens, Nemanja Gudelj (80m – Markus Henriksen), Celso Ortiz, Viktor Elm, Steven Berghuis e Aron Jóhannsson
Benfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Rúben Amorim (39m – André Almeida), André Gomes, Eduardo Salvio, Nico Gaitán, Rodrigo (77m – Lazar Marković) e Óscar Cardozo (64m – Lima)
0-1 – Eduardo Salvio – 48m
Cartões amarelos – Mattias Johansson (79m); Nico Gaitán (61m), Siqueira (90m), Eduardo Salvio (90m) e Maxi Pereira (90m)
Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)
Defrontando o 7.º classificado do campeonato holandês, a larga distância dos lugares de topo da tabela, o Benfica assumia-se como favorito, não só para a eliminatória, mas, inclusivamente, para este jogo.
Porém, nos minutos iniciais seria de alguma forma surpreendido por uma entrada determinada da equipa holandesa, apenas conseguindo reequilibrar a partida após o quarto de hora inicial. A partir daí, sempre numa toada repartida, o Benfica foi, não obstante, dando sinais de que poderia chegar ao golo, o que não conseguiria contudo concretizar até final do primeiro tempo.
Mas, logo a abrir a metade complementar do desafio, Eduardo Salvio regressava aos golos, após longa paragem, devido a lesão, colocando a equipa portuguesa em vantagem. Até final, o Benfica poderia ainda ter ampliado o marcador, mas não seria eficaz na concretização de algumas ocasiões de perigo de que dispôs. Acabaria por preocupar-se mais em gerir a vantagem do que aumentá-la.
Alcançou, não obstante, o terceiro triunfo em terreno alheio, em outras tantas eliminatórias da presente edição da “Liga Europa”, partindo assim, pela terceira vez, em vantagem para a partida da 2.ª mão, onde terá de confirmar a sua superioridade, de forma a evitar os sustos que passou na ronda anterior, face ao Tottenham.
Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão)
AZ - Benfica 0-1 Lyon - Juventus 0-1 Basel - Valencia 3-0 FC Porto - Sevilla 1-0
Ambas as equipas portuguesas obtiveram resultados positivos, duas vitórias que as colocam em posição de vantagem e de favoritas para o apuramento para as 1/2 Finais da Liga Europa, favoritismo que necessitarão confirmar na segunda mão desta eliminatória. Tal como nos 1/8 Final o Benfica começa a vencer fora, enquanto o FC Porto, repetindo o resultado obtido frente ao Napoli, espera que o desfecho seja idêntico.
Liga Europa – Sorteio dos 1/4 Final
AZ – Benfica
Lyon – Juventus
Basel – Valencia
FC Porto – Sevilla
Os jogos da primeira mão dos 1/4 Final serão disputados a 3 de Abril de 2014, estando a segunda mão agendada para 10 de Abril.
Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Anzhi - AZ 0-0 0-1 0-1 Valencia - Ludogorets 1-0 3-0 4-0 Napoli - FC Porto 2-2 0-1 3-2 Viktoria Plzen - Lyon 2-1 1-4 3-5 Betis - Sevilla (3-4 g.p.) 0-2 2-0 2-2 Benfica - Tottenham 2-2 3-1 5-3 Salzburg - Basel 1-2 0-0 1-2 Fiorentina - Juventus 0-1 1-1 1-2
Os clubes ibéricos continuam a “dar cartas” na Liga Europa, com um total de quatro das oito equipas apuradas para os 1/4 Final, equitativamente repartidas entre Portugal (Benfica e FC Porto – que, depois dos triunfos averbados na 1.ª mão, confirmaram o apuramento, curiosamente com duas igualdades pela mesma marca, a dois golos – num excelente resultado de conjunto para as equipas lusas) e Espanha (Valencia e Sevilla).
Itália (Juventus), França (Lyon), Holanda (AZ) e Suíça (Basel) são os outros países ainda com representação na prova, após uma eliminatória em que se destacam as perdas sofridas pela Itália (Napoli e Fiorentina), sendo também de notar que, nem Inglaterra, nem Alemanha, registam já qualquer representante na competição.
Para além do duelo fratricida entre Juventus e Fiorentina, destaque particular ainda para a acesa disputa entre os dois eternos rivais sevilhanos, com o Sevilla a responder na mesma moeda (vitória por 2-0 em terreno alheio, no Benito Villamarín, sob a arbitragem de Pedro Proença) à desfeita que sofrera no seu reduto, no Ramon Sanchez-Pizjuan, o que obrigou a um desempate da marca de grande penalidade, num particular duelo entre os guardiões Antonio Adán e o português Beto, em que o clube vermelho-e-branco acabaria por ser mais feliz, assim afastando da prova o destacado “lanterna vermelha” do campeonato espanhol.
Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão) – Benfica – Tottenham
Benfica – Jan Oblak, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Rúben Amorim, Filip Djuričić (71m – Enzo Pérez), Eduardo Salvio, André Gomes, Miralem Sulejmani (90m – Lazar Marković) e Óscar Cardozo (76m – Lima)
Tottenham – Brad Friedel, Kyle Naughton, Sandro, Zeki Fryers, Danny Rose, Aaron Lennon, Gylfi Sigurdsson, Nabil Bentaleb, Andros Townsend (76m – Christian Eriksen), Nacer Chadli e Roberto Soldado (71m – Harry Kane)
1-0 – Ezequiel Garay – 34m
1-1 – Chadli – 78m
1-2 – Chadli – 79m
2-2 – Lima (pen.) – 90m
Cartões amarelos – Luisão (10m) e Enzo Pérez (90m); Kyle Naughton (90m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Excessivamente confiante na sequência do categórico triunfo alcançado na semana passada em Londres, em pleno White Hart Lane, a que se somou o golo obtido por Garay, culminando uma primeira meia-hora de superioridade benfiquista, frente a um Tottenham algo desfalcado, nomeadamente por lesões, a equipa do Benfica (também a prosseguir a política de rotação de jogadores, continuando a dar prioridade ao campeonato nacional), limitando-se, no segundo tempo, a deixar correr o tempo, segura de que a eliminatória estava absolutamente garantida, acabaria por sofrer um grande susto no derradeiro quarto de hora.
De facto, ao tento do empate da formação inglesa, seguiu-se, no minuto imediato, segundo golo, que deixava o Tottenham a apenas um golo de, sensacionalmente, poder igualar a eliminatória. E, aí, com cerca de dez minutos para jogar, o Benfica tremeu, com os londrinos a reclamar ainda um lance de grande penalidade, praticamente a findar o tempo regulamentar, e com o guardião Oblak, com uma defesa de belo efeito, a preservar a preciosa vantagem no conjunto das duas mãos, assim evitando um imprevisível prolongamento.
Já em período de descontos, o penalty surgiria, sim, mas a favor da turma portuguesa, num lance indiscutível, em que Lima foi grosseiramente derrubado na grande área; o mesmo Lima, com uma serena conversão, possibilitaria, finalmente, o “respirar de alívio” de todos os benfiquistas.
Mais uma lição que deverá ser retida, a de que os jogos duram até aos 90 minutos (na realidade, para lá deles, mesmo), e que, em alta competição, não há lugar a poupanças excessivas, e, muito menos, ao “desligar dos motores”; é que, depois de as coisas se complicarem, é, geralmente, muito mais difícil, retomar o ritmo perdido.
No conjunto das duas mãos o Benfica foi claramente superior, merecendo, com toda a justiça, o apuramento para os 1/4 Final da Liga Europa, fase que atinge, a nível das provas europeias, pela quinta vez consecutiva, portanto em todos os anos do consulado do técnico Jorge Jesus. Apenas por distracção, se viu hoje obrigado a sofrer, durante cerca de um quarto de hora, sem qualquer necessidade de ter passado por tal. Um importante aviso para este final de época, de modo a não repetir erros de um passado recente.
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão) – Tottenham – Benfica
Tottenham – Hugo Lloris, Kyle Walker (76m – Danny Rose), Younès Kaboul, Jan Vertonghen, Kyle Naughton, Aaron Lennon, Paulinho, Sandro (82m – Nabil Bentaleb), Christian Eriksen, Harry Kane (75m – Roberto Soldado) e Emmanuel Adebayor
Benfica – Jan Oblak, Sílvio, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa, Lazar Marković, Rúben Amorim, Miralem Sulejmani (65m – Enzo Pérez), Rodrigo (87m – Lima) e Óscar Cardozo (66m – Nico Gaitán)
0-1 – Rodrigo – 30m
0-2 – Luisão – 58m
1-2 – Eriksen – 64m
1-3 – Luisão – 84m
Cartões amarelos – Sandro (9m) e Jan Vertonghen (81m); Sílvio (63m) e Rúben Amorim (81m)
Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)
Cerca de 52 anos depois da vitória nas 1/2 Finais da Taça dos Campeões Europeus, que proporcionou ao clube português o acesso à sua primeira Final nessa competição (que viria a vencer, frente ao Real Madrid, sagrando-se assim Campeão Europeu), o Benfica voltou hoje a defrontar a equipa do Tottenham, num regresso às grandes “noites europeias”, em que construiu e cimentou a sua glória, impondo-se, em pleno White Hart Lane, por categórica margem de 3-1 (que, inclusivamente, podia ter ainda ampliado, precisamente no derradeiro lance do desafio).
Uma equipa personalizada, com um grupo formando um verdadeiro colectivo, em que praticamente não se faz sentir a rotação de jogadores que o técnico Jorge Jesus vem colocando em prática (alinhando, de início, por exemplo, com Sílvio, na lateral direita, Rúben Amorim – que se viria a cotar com uma das principais figuras, com duas assistências para golo -, Sulejmani, ou o regressado Óscar Cardozo; e, desta forma, “poupando” Maxi Pereira, Enzo Pérez, Nico Gaitán ou Lima), o grande destaque vai para a solidariedade entre todos os jogadores, a par da invulgar proeza de Luisão, um defesa central a bisar, com dois golos de belo efeito.
Um magnífico resultado, que faz recordar um outro, precisamente pela mesma marca, obtido na época de 1991-92, igualmente em Londres, no terreno do Arsenal, e que, salvo um “cataclismo”, coloca o Benfica com “pé e meio” na eliminatória seguinte. Em Lisboa, bastará gerir a preciosa vantagem adquirida esta noite.
Denotando boa atitude desde início, num jogo bastante movimentado, em toada de parada e resposta, com o Tottenham a procurar a iniciativa do jogo, mas o Benfica a corresponder, acabaria por não surpreender o primeiro golo, à passagem da meia hora, numa excelente execução técnica de Rodrigo, a desmarcar-se em corrida, a partir da linha de meio-campo, e, ao aproximar-se da zona de acção do guarda-redes, a fazer a bola desferir uma trajectória, como que contornando o guardião adversário, para o poste mais distante, sem hipóteses.
No segundo tempo, o cariz do jogo não se alteraria significativamente, com a equipa portuguesa confiante, e a chegar mesmo ao 2-0, na sequência de um canto – após magnífica defesa de Lloris, a evitar o golo de Rúben Amorim -, em que Luisão, oportuno, surgiu a desviar de cabeça, inapelavelmente, para o fundo das redes.
O Tottenham procuraria reagir e, pouco depois, na sequência de um livre directo, próximo da grande área, o dinamarquês Eriksen, com uma execução perfeita, reduziu a desvantagem, dando ânimo à sua equipa, que, nos minutos imediatos, procurou carregar mais, em busca do tento da igualdade.
Mas a formação portuguesa rapidamente se recomporia, e, já depois de um primeiro remate, que o guardião francês, susteve com dificuldade, Luisão “encheu o pé” e disparou um remate fulminante, também sem hipótese de defesa, fixando o 3-1 final (que, conforme referido, poderia ter sido ainda dilatado no último lance do desafio).
Uma excelente exibição, de uma equipa confiante em si própria, a juntar mais uma noite de glória ao seu palmarés.
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)
AZ – Anzhi – 1-0
Ludogorets – Valencia – 0-3
FC Porto – Napoli – 1-0
Lyon – Viktoria Plzen – 4-1
Sevilla – Betis – 0-2
Tottenham – Benfica – 1-3
Basel – Salzburg – 0-0
Juventus – Fiorentina – 1-1
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – PAOK
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Rúben Amorim, Eduardo Salvio (60m – Lazar Marković), Filip Đjuričić (79m – Rodrigo), Nico Gaitán, André Gomes e Óscar Cardozo (60m – Lima)
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Lucas Martínez (74m – Zvonimir Vukić), Costin Lazăr, Sekou Oliseh (45m – Miroslav Stoch) (83m – Sotiris Ninis) e Stefanos Athanasiadis
1-0 – Nico Gaitán – 70m
2-0 – Lima (pen.) – 78m
3-0 – Lazar Marković – 79m
Cartões amarelos – Stelios Kitsiou (40m); Sílvio (76m)
Cartão vermelho – Kostas Katsouranis (69m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Uma vitória por margem folgada do Benfica, que não traduz as dificuldades que a equipa portuguesa experimentou, sem grandes oportunidades de golo ao longo de toda a primeira parte (apenas um potente remate de Cardozo, a que o guardião contrário correspondeu de forma espectacular), e tendo então passado por um susto, quando Artur, numa deficiente intervenção, apenas à segunda conseguiu deter a marcha da bola, evitando, praticamente em cima da linha de golo, que os gregos se tivessem adiantado.
No segundo tempo, a toada de jogo não se alterou muito, com o Benfica a assumir sempre as “despesas”, controlando o jogo, e procurando construir lances ofensivos.
Mas a incerteza no desfecho do resultado, e, por consequência da eliminatória – apesar de tudo “presa” por um fio algo ténue, de um único golo de vantagem, alcançada na Grécia – prolongar-se-ia, até aos 70 minutos. Só nos derradeiros vinte minutos, jogando contra dez, o Benfica construiria então a tal vantagem folgada, de três golos.
Tudo começou com a falta grosseira de Katsouranis, praticamente em cima da área, na zona frontal, que lhe custou a expulsão por cartão vermelho directo. Na sequência do correspondente livre directo, Nico Gaitán, com uma execução perfeita – uma espécie de “Panenka”, num remate em “folha seca”, a fazer a bola passar por sobre a barreira -, abria o activo e conferia à equipa portuguesa a (definitiva) tranquilidade que há tanto tempo buscava.
Poucos minutos depois, uma mão na bola em plena área, originaria uma grande penalidade, que Lima, com segurança, converteu no segundo golo. E, no minuto imediato, aproveitando mais uma falha da equipa grega, Marković, obteria mais um golo de belo efeito, selando uma goleada (4-0 no conjunto das duas mãos).
Uma bela homenagem ao “velho Capitão”, Senhor Mário Coluna, anteontem desaparecido.
O “segredo” desta eliminatória acabou por estar na solidez defensiva do Benfica, que praticamente não concedeu qualquer oportunidade de golo ao adversário.
Um aspecto a preservar, no contexto da difícil concorrência que o clube defrontará na próxima eliminatória, a equipa inglesa do Tottenham.
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Tottenham - Dnipro 3-1 0-1 3-2 Rubin Kazan - Betis 0-2 1-1 1-3 Napoli - Swansea 3-1 0-0 3-1 Trabzonspor - Juventus 0-2 0-2 0-4 Sevilla - Maribor 2-1 2-2 4-3 Shakhtar Donetsk - Viktoria Plzen 1-2 1-1 2-3 Lyon - Chernomorets Odessa 1-0 0-0 1-0 Ludogorets - Lazio 3-3 1-0 4-3 Fiorentina - Esbjerg 1-1 3-1 4-2 Salzburg - Ajax 3-1 3-0 6-1 Basel - Maccabi Tel-Aviv 3-0 0-0 3-0 E. Frankfurt - FC Porto 3-3 2-2 5-5 Genk - Anzhi 0-2 0-0 0-2 Valencia - D. Kyiv 0-0 2-0 2-0 Benfica - PAOK 3-0 1-0 4-0 AZ - Slovan Liberec 1-1 1-0 2-1
As duas equipas portuguesas conseguiram garantir o apuramento, de forma mais folgada o Benfica, mais “à tangente” o FC Porto, numa eliminatória algo esquisita, em que, em ambos os jogos, as equipas da casa desperdiçaram vantagem de 2-0 de que chegaram a dispor, permitindo aos adversários igualar a dois golos; sendo que, em Frankfurt, a equipa da casa chegaria ainda a nova vantagem (3-2), antes de conceder o tento decisivo a quatro minutos do final.
De entre os apurados, destaque para os contingentes espanhol (Valencia, Sevilla e Betis) e italiano (Juventus, Napoli e Fiorentina – que perdeu, nesta eliminatória, a Lazio), seguindo-se Portugal (único país com 2 clubes), para além de 8 outros países com apenas um representante cada (Inglaterra, França, Holanda, Rússia, Bulgária, R. Checa, Suíça e Áustria). De assinalar a ausência de clubes da Alemanha; por outro lado, houve uma razia completa nas equipas da Ucrânia (país, que a par da Itália, registava maior representação nesta eliminatória), com a eliminação de Chernomorets Odessa, Dnipro, D. Kyiv e Shakhtar Donetsk.
Dos clubes que transitaram da Liga dos Campeões mantêm-se em prova seis (Juventus, Benfica, Viktoria Plzeň, Basel, Napoli e FC Porto), apenas tendo sido afastados Shakhtar Donetsk e Ajax. Por seu lado, dos 12 vencedores da fase de grupos, prosseguem na competição Valencia, Ludogorets, Salzburg, Fiorentina, Sevilla, Lyon, Tottenham e AZ (apenas o Rubin Kazan, E. Frankfurt, Genk e Trabzonspor foram eliminados); os restantes dois apurados (Betis e Anzhi) tinham terminado a fase de grupos no 2.º lugar, respectivamente atrás de Lyon (grupo em que participou o V. Guimarães) e Tottenham.
Os encontros dos 1/8 Final, a disputar já nos próximos dias 13 e 20 de Março, têm o seguinte alinhamento:
AZ – Anzhi
Ludogorets – Valencia
FC Porto – Napoli
Lyon – Viktoria Plzen
Sevilla – Betis
Tottenham – Benfica
Basel – Salzburg
Juventus – Fiorentina
Destaque para o escaldante duelo entre os grandes rivais Sevilla e Betis, assim como para o confronto italiano, entre Juventus e Fiorentina, com as equipas portuguesas a defrontar adversários bastante poderosos, que implicarão uma necessidade de superação em ordem a permitir avançar na competição.
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – PAOK – Benfica
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Sotiris Ninis (63m – Lucas Martínez), Costin Lazăr (82m – Dimitris Salpingidis), Sekou Oliseh (76m – Miroslav Stoch) e Stefanos Athanasiadis
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Sílvio, Rúben Amorim, Filip Đjuričić, André Gomes (66m – Lazar Marković), Enzo Pérez (63m – Ljubomir Fejsa), Miralem Sulejmani (76m – Eduardo Salvio) e Lima
0-1 – Lima – 59m
Cartões amarelos – Ergys Kaçe (5m), Costin Lazăr (27m); Hedwiges Maduro (54m) e Miroslav Stoch (85m); André Gomes (45m)
Árbitro – Wolfgang Stark (Alemanha)
Colocando em marcha um plano de “rotatividade” nos antípodas do que praticara em anos anteriores, o treinador benfiquista, Jorge Jesus, terá pensado sobretudo em preservar a segurança defensiva, visando trazer a definição do desfecho da eliminatória para a 2.ª mão, no Estádio da Luz.
Embora sem que a equipa tivesse assumido, de forma decidida, uma toada ofensiva, o Benfica evidenciaria a sua superioridade, acabando por vencer mesmo em Salónica, vantagem importante para a definição do apuramento, mas que não é de modo a permitir quebras de concentração. A jogar em casa, a equipa portuguesa terá de enfrentar a partida da 2.ª mão com o fito de obter nova vitória, forma mais segura de garantir o precioso avanço alcançado na Grécia.



