Posts tagged ‘Liga Campeões’

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais

1/4 de final

Arsenal – Bayern München
At. Madrid – Borussia Dortmund
Real Madrid – Manchester City
Paris St.-Germain – Barcelona

Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 9 e 10 de Abril. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 16 e 17 de Abril.

1/2 finais

At. Madrid / Borussia Dortmund – Paris St.-Germain / Barcelona
Arsenal / Bayern München – Real Madrid / Manchester City

Os jogos das meias-finais estão agendados para 30 de Abril e 1 de Maio (1.ª mão) e 7 e 8 de Maio (2.ª mão).

15 Março, 2024 at 12:17 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 de final – Rangers – Benfica

RangersRangers – Jack Butland, James Tavernier, Connor Goldson, John Souttar, Rıdvan Yılmaz, Mohamed Diomande (86m – Nicolas Raskin), John Lundstram, Scott Wright (73m – Rabbi Matondo), Thomas Lawrence (73m – Todd Cantwell), Fábio Silva e Cyriel Dessers (77m – Kemar Roofe)

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, João Neves, Florentino Luís, Ángel Di María (89m – João Mário), Rafael “Rafa” Silva (90m – Tiago Gouveia), David Neres (65m – Orkun Kökçü) e Marcos Leonardo (45m – Casper Tengstedt)

0-1 – Rafael “Rafa” Silva – 66m

Cartões amarelos – Connor Goldson (55m); Casper Tengstedt (90m)

Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)

O Benfica ganhou – pela primeira vez em 12 partidas disputadas por clubes portugueses em Glasgow, frente ao Rangers, que somava, até agora, oito vitórias, obtidas frente ao FC Porto (três), Sp. Braga (duas), Sporting, Boavista, Marítimo; para além de três empates (dois com o Sporting e um com o Benfica). E ganhou porque é melhor. Bastante melhor, aliás.

Porém, ainda não foi desta que ficou patente a grande diferença a nível de qualidade individual entre as duas formações. Não foi, claro, uma exibição brilhante, nem, ainda menos, um jogo extraordinário do Benfica, como a ele se referiu Roger Schmidt.

Logo de entrada, o jogo parecia aberto, com “bola cá, bola lá”, mas sem efectivas ocasiões. À medida que o tempo ia avançando, o Rangers ia deixando transparecer – como já mostrara na Luz – as dificuldades dos seus jogadores a nível técnico, recorrendo, sobretudo, a bolas pelo ar e tentativas de lançamentos em profundidade.

Por seu lado, o Benfica, também com uma primeira metade bastante fraca, teria apenas uma oportunidade para criar perigo junto da baliza contrária.

A turma escocesa veio mais agressiva para a segunda metade, procurando colocar mais intensidade e a equipa benfiquista passou uma fase em que pareceu algo perdida em campo, podendo mesmo o Rangers ter chegado ao golo.

Com o avançar do relógio, o Rangers foi esmorecendo, e, ao contrário, o Benfica ia-se animando.

Até que, num repente, numa jogada com início ainda antes da linha divisória de meio-campo (o que o árbitro assistente pareceu não ter vislumbrado…), num toque subtil de cabeça, Di María, desmarcou um rapidíssimo Rafa, que correu todo o meio-campo contrário, para, isolado na cara do guardião, não vacilar, fazendo anichar a bola no fundo das redes. Uma vez mais seria ainda necessário um longo compasso de espera, até que o “VAR” confirmasse a posição regular de Rafa, no momento do passe.

Faltavam jogar cerca de 25 minutos, mas logo se percebeu que o golo tinha sido a “estocada final” no Rangers, a partir daí absolutamente incapaz de criar algum lance com “pés e cabeça”.

O Benfica estava, agora, muito mais confiante, e confortável na defesa do seu sector recuado, tendo disposto, aliás, de boa ocasião para ampliar a contagem a seu favor.

Num desafio sem grandes primores técnicos, acabou por prevalecer a lei do mais forte – mesmo que, durante larga fatia do encontro, sem a fluidez de jogo que seria expectável, como que algo desconfiado de si próprio…

Pela terceira época consecutiva o Benfica avança para os 1/4 de final (desta vez na Liga Europa, depois de duas temporadas em que alcançou tal fase na Liga dos Campeões), esperando-se que seja possível melhorar ainda este desempenho, mas, necessariamente, com outra qualidade de jogo, em especial a nível colectivo.

14 Março, 2024 at 8:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 de Final (2.ª mão)

                               2ª mão      1ª mão       Total
Arsenal - FC Porto               1-0 (4-2gp) 0-1         1-1
Barcelona - Napoli               3-1         1-1         4-2
Real Sociedad - P. St.-Germain   1-2         0-2         1-4
At. Madrid - Inter               2-1 (3-2gp  0-1         2-2
B. Dortmund - PSV Eindhoven      2-0         1-1         3-1
Bayern München - Lazio           3-0         0-1         3-1
Manchester City - København      3-1         3-1         6-2
Real Madrid - RB Leipzig         1-1         1-0         2-1

13 Março, 2024 at 10:53 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 de final – Benfica – Rangers

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (84m – Álvaro Carreras), António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, João Neves, Florentino Luís, David Neres (84m – Tiago Gouveia), Rafael “Rafa” Silva, Ángel Di María e Arthur Cabral (65m – Marcos Leonardo)

RangersRangers – Jack Butland, James Tavernier, Connor Goldson, John Souttar, Rıdvan Yılmaz, Mohamed Diomande (83m – Nicolas Raskin), John Lundstram, Dujon Sterling (76m – Cole McKinnon), Thomas Lawrence (76m – Ryan Jack), Fábio Silva (90m – Ross McCausland) e Cyriel Dessers (76m – Kemar Roofe)

0-1 – Thomas Lawrence – 7m
1-1 – Ángel Di María (pen.) – 45m+2
1-2 – Dujon Sterling – 45m+5
2-2 – Connor Goldson (p.b.) – 67m

Cartões amarelos – Ángel Di María (35m) e Alexander Bah (72m); Dujon Sterling (27m), Jack Butland (45m) e Rıdvan Yılmaz (67m)

Árbitro – Tobias Stieler (Alemanha)

Pouco mais de três anos volvidos, os caminhos de Benfica e Rangers voltam a cruzar-se na Liga Europa, e, tal como em Novembro de 2020 (na altura, com dois empates, a três golos, em Lisboa, e a dois tentos, em Glasgow – tendo, de ambas as vezes, recuperado, nos minutos finais, desvantagens de dois golos), só a custo a formação benfiquista conseguiu forçar nova igualdade, outra vez a duas bolas (depois de, por duas vezes, ter visto o adversário colocar-se à frente no marcador).

Vindo de dois desaires, ante o Sporting (para a Taça), e, logo de seguida, a traumática goleada (0-5) sofrida no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto, o Benfica pareceu entrar em campo determinado a esconjurar os fantasmas, em busca de, rapidamente, chegar ao golo.

A equipa encarnada, bastante pressionante, instalou-se no meio-campo contrário e, logo nos minutos iniciais, ganhou vários cantos… só que, na primeira vez que o Rangers conseguiu libertar-se e chegar próximo da área benfiquista, marcou!

Não se descompondo, o Benfica tentou manter a toada, continuando a conquistar mais cantos, todos eles improfícuos. A melhor oportunidade surgiria a remate de David Neres, com o guardião Butland, a negar o golo, e a evitar ainda que a recarga de Arthur Cabral pudesse ser bem-sucedida.

Com Rafa muito apagado, era Di María a tentar pautar o jogo, mas usando e abusando de sucessivos cruzamentos, que, sistematicamente, saíam mal.

Tal como sucedera na eliminatória anterior, com o Toulouse, valeria outra grande penalidade “de VAR”, quando um defesa escocês, inadvertidamente, tocou na bola com o braço. Di María, chamado novamente a converter, não falhou, empatando, já em período de compensação da primeira parte.

Ninguém esperaria o “golpe de teatro” que, quase de imediato, se seguiria: ao quinto minuto desse tempo adicional, aproveitando a desconcentração e as falhas defensivas oferecidas, o Rangers recolocava-se em vantagem.

O Benfica ia para o intervalo, outra vez, a necessitar de se reerguer. Voltou para a segunda metade, de novo, pressionante – perante um adversário que, à medida que o tempo ia avançando, cada vez mais se ia acantonando na sua zona mais recuada.

A posse de bola era, praticamente, um exclusivo da equipa da casa. Mas o esférico era muito “mal tratado”, com iniciativas bastante atabalhoadas, sem um “fio de jogo”.

Numa das raras saídas da turma escocesa, Fábio Silva teve ainda mais uma oportunidade para marcar, com Trubin, atento, a dar boa resposta a um perigoso remate.

E acabaria por ser em mais um dos inúmeros “cruzamentos falhados” de Di María, que viria a surgir o golo que permitia restabelecer a igualdade, e, ainda assim, levar a eliminatória em aberto para a Escócia: na sequência de um livre, a bola sobrevoou a área, onde o infeliz Goldson, ao tentar a intercepção, cabeceando-a desastradamente para trás, marcou – pela segunda vez em dois jogos no Estádio da Luz, ao serviço do Rangers – na sua própria baliza!

Como que “jogando sobre brasas”, com níveis de confiança muito afectados, seriam os adeptos na bancada a tentar “empurrar” a equipa benfiquista para a frente, nos minutos finais. Mas o dia era um “dia não” e Di María desperdiçaria ainda oportunidade para consumar a reviravolta.

Para a segunda mão, em Glasgow, será necessário um importante trabalho de mentalização, para que o Benfica consiga “assentar” o seu jogo, perante um adversário que, esta noite, denotou grandes fragilidades, mas que, no seu reduto, adoptará certamente outro posicionamento e atitude dentro de campo.

7 Março, 2024 at 11:01 pm Deixe um comentário

Liga Europa – “Play-off” intercalar – Toulouse – Benfica

ToulouseToulouse – Guillaume Restes, Mikkel Desler (30m – Warren Kamanzi), Logan Costa, Rasmus Nicolaisen, Moussa Diarra (23m – Kévin Keben), Stijn Spierings, Vincent Sierro, Aron Dønnum, Yann Gboho (80m – Frank Magri), Gabriel Suazo (80m – Shavy Babicka) e Thijs Dallinga

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato” (45m – Álvaro Carreras), João Neves, Rafael “Rafa” Silva, João Mário, Ángel Di María (85m – Orkun Kökçü), David Neres (68m – Fredrik Aursnes) e Casper Tengstedt (45m – Arthur Cabral)

Cartões amarelos – Aron Dønnum (15m), Gabriel Suazo (74m) e Warren Kamanzi (83m); Alexander Bah (84m)

Árbitro – Maurizio Mariani (Itália)

O Benfica garantiu – como esperado – o apuramento para os 1/8 de final da Liga Europa. Mas conseguiu-o com uma muito grande dose de sorte… Se já a tinha tido, em Lisboa, ganhando mercê de duas grandes penalidades (a decisiva, ao minuto 97), esta tarde/noite, em Toulouse, a sorte foi ainda mais necessária.

E, não obstante, o Benfica até começou por ter, na primeira parte, ocasiões para, definitivamente, “fechar” a eliminatória. Porém, na segunda metade, a exibição da formação portuguesa foi absolutamente desastrosa, sem conseguir “pegar no jogo”, completamente à mercê dos incríveis falhanços do Toulouse, em lances de perigo que se sucediam uns atrás dos outros – para além dos ferros da baliza, valeu, também, a concentração de Trubin, a negar um par de “golos” ao adversário.

Com um Estádio a galvanizar a sua equipa, os jogadores do Toulouse, empolgados, deram tudo o que tinham, tendo estado à beira da que teria sido, porventura, a maior proeza do historial do clube (a par da conquista da Taça de França da época passada, que lhe abriu as portas de acesso a esta competição europeia).

Depois de ter experimentado Carreras na lateral esquerda na 1.ª mão, Roger Schmidt retornou à fórmula inicial, fazendo alinhar Morato, mas as coisas voltaram a não correr bem, nem em termos ofensivos, como, sobretudo, a nível defensivo.

A turma francesa até começara, bem cedo no jogo, por ter a infelicidade de ver os seus dois defesas laterais lesionarem-se, o que, durante um curto período, de necessário ajustamento, após as alterações forçadas, proporcionaria ao Benfica as tais ocasiões para marcar, beneficiando, em especial, da velocidade de Neres.

Logo aos 25 minutos, Rafa rematara por alto, para, dez minutos depois, ser Di María a chegar atrasado, não conseguindo dar o melhor efeito ao desvio da bola, que saiu a rasar o poste. A fechar o primeiro tempo, poderíamos ter tido um “herói improvável”, quando António Silva surgiu isolado frente ao guardião contrário, mas não conseguindo sair vencedor desse duelo, com o jovem Restes a oferecer o corpo à bola.

Para a segunda metade, voltava a ser chamado Carreras, entrando também Arthur Cabral, para o lugar de Tengstedt. Mas, contrariamente ao que seriam as expectativas, as coisas só piorariam… e muito!

O Toulouse assenhoreou-se do jogo, o Benfica deixou de “ter bola”, vindo o conjunto francês a instalar-se no meio-campo benfiquista, dominando a seu bel-prazer, pecando na eficácia, uma vez mais pagando caro o preço da inexperiência a este nível.

“Tantas vezes o cântaro vai à fonte”… Entre os 60 e os 70 minutos, o Benfica esteve à deriva, enquanto, em paralelo, a turma da casa desperdiçava “golos feitos”: aos 65 minutos, Dallinga, isolado, rematou ao poste; apenas dois minutos volvidos, Spierings tinha tudo para marcar, mas Trubin salvou “in extremis” a sua baliza; de imediato Nicolaisen rematou para fora.

O Benfica recuava cada vez mais no terreno, impotente para travar as investidas adversárias. Efectivamente, só nos derradeiros cinco minutos poderá ter começado a acreditar que “sairia vivo” de Toulouse, quando se percebeu que a equipa da casa lutava, já então, algo em desespero, contra o tempo.

O Toulouse tinha deixado fugir o “momentum”. O Benfica, sem brilho, garantia – de forma algo envergonhada, sem dar azo a grandes comemorações – o nulo, e consequente qualificação.

22 Fevereiro, 2024 at 8:44 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 de Final (1.ª mão)

21.02.2024 – FC Porto – Arsenal – 1-0
21.02.2024 – Napoli – Barcelona – 1-1
14.02.2024 – Paris Saint-Germain – Real Sociedad – 2-0
20.02.2024 – Inter – At. Madrid – 1-0
20.02.2024 – PSV Eindhoven – Borussia Dortmund – 1-1
14.02.2024 – Lazio – Bayern München – 1-0
13.02.2024 – København – Manchester City – 1-3
13.02.2024 – RB Leipzig – Real Madrid – 0-1

21 Fevereiro, 2024 at 10:55 pm Deixe um comentário

Liga Europa – “Play-off” intercalar – Benfica – Toulouse

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras (59m – Alexander Bah), João Neves, Orkun Kökçü, Ángel Di María, Rafael “Rafa” Silva, João Mário (59m – David Neres) e Arthur Cabral (87m – Marcos Leonardo)

ToulouseToulouse – Guillaume Restes, Mikkel Desler, Logan Costa, Rasmus Nicolaisen, Moussa Diarra (70m – Christian Mawissa), Stijn Spierings (77m – Cristian Cásseres), Vincent Sierro, Aron Dønnum (70m – Shavy Babicka), Yann Gboho (86m – Naatan Skyttä), Gabriel Suazo e Thijs Dallinga (77m – Frank Magri)

1-0 – Ángel Di María (pen.) – 68m
1-1 – Mikkel Desler – 75m
2-1 – Ángel Di María (pen.) – 90m+8

Cartões amarelos – Orkun Kökçü (90m); Stijn Spierings (37m), Mikkel Desler (43m), Guillaume Restes (58m), Naatan Skyttä (90m), Christian Mawissa (90m) e Frank Magri (90m)

Cartão vermelho – Christian Mawissa (90m)

Árbitro – Donatas Rumšas (Lituânia)

Defrontando um adversário com uma experiência muito limitada a nível das competições europeias (de que, aliás, estava ausente há 14 temporadas), o Benfica voltou a ter uma exibição muito cinzenta, denotando enormes dificuldades para superar a (reforçada) barreira defensiva do Toulouse.

Há que dizer que a equipa francesa – em situação difícil na sua Liga, a procurar escapar à zona de despromoção – foi praticamente inofensiva, limitando-se a procurar preservar a sua baliza, e a ensaiar algumas transições rápidas.

E que, logicamente, coube ao Benfica assumir a iniciativa, com grande domínio em termos de posse de bola, mas que, ao longo do tempo, se ia revelando infrutífero. Faltou intensidade, ritmo, variações de jogo, para desmontar a teia do Toulouse, com um significativo número de elementos aglomerados no seu sector mais recuado.

À medida que o tempo ia correndo, sem que se pudessem assinalar flagrantes oportunidades de golo, o conjunto francês ia ganhando confiança, atrevendo-se mesmo a fazer algumas investidas no meio-campo contrário.

O treinador do Benfica viu-se forçado a mexer no “onze”, para acelerar o jogo, fazendo entrar David Neres (e, em simultâneo, Bah, a ocupar o lugar de lateral direito, passando Aursnes para o lado esquerdo, em detrimento do jovem Carreras, que se estreara como titular).

A equipa ganhou alguma dinâmica, mas o golo só surgiria, já em fase adiantada, na sequência de uma grande penalidade, a sancionar um contacto com o braço, quando o cabo-verdiano Logan Costa saltava para procurar aliviar uma bola na área.

Pensou-se que o mais difícil estaria feito, e, certamente, ninguém esperaria o que, escassos minutos volvidos, viria a ocorrer, aproveitando alguma passividade do meio-campo benfiquista: o golo do Toulouse, a restabelecer a igualdade!

Até final, foi já mais em desespero que o Benfica procurou repor a vantagem, de forma atabalhoada e precipitada, sem um fio de jogo, sem uma jogada com princípio, meio e fim.

Valeu, uma vez mais, ter vindo ao de cima – já “in extremis”, com sete minutos decorridos de tempo de compensação – a tal inexperiência da formação francesa. Num lance confuso na área, mas sem perigo aparente, um defesa do Toulouse falhou o tempo de entrada, acabando por pisar a bota do adversário.

A equipa portuguesa teve a “sorte” de deparar com um árbitro muito atento, que voltou a sancionar os franceses com outra grande penalidade. Dois “penalties”, dois remates de Di María, dois golos. Assim se conseguia evitar o que teria sido uma grande surpresa, para enorme desconsolo do Toulouse.

Perante tão pouco labor, ou, melhor dito, tão pouca qualidade no labor exercido, o Benfica acabou premiado com a vitória, salvo pelos tais “penalties”. Não será todos os dias que terá duas grandes penalidades a seu favor…

Partindo em vantagem (mesmo que tangencial) para a segunda mão, a equipa portuguesa é favorita a seguir em frente, mas terá de trabalhar mais e melhor, em França, onde esperará, porventura, um adversário menos contido do que o que se mostrou na Luz.

15 Fevereiro, 2024 at 10:59 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de Final

FC Porto – Arsenal
Napoli – Barcelona
Paris Saint-Germain – Real Sociedad
Inter – At. Madrid
PSV Eindhoven – Borussia Dortmund
Lazio – Bayern München
København – Manchester City
RB Leipzig – Real Madrid

Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 13, 14, 20 e 21 de Fevereiro de 2024. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 5, 6, 12 e 13 de Março.

18 Dezembro, 2023 at 12:26 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
København – Galatasaray – 1-0
Manchester United – Bayern München – 0-1

1º Bayern München, 16; 2º København, 8; 3º Galatasaray, 5; 4º Manchester United, 4

Grupo B
Lens – Sevilla – 2-1
PSV Eindhoven – Arsenal – 1-1

1º Arsenal, 13; 2º PSV Eindhoven, 9; 3º Lens, 8; 4º Sevilla, 2

Grupo C
Union Berlin – Real Madrid – 2-3
Napoli – Sp. Braga – 2-0

1º Real Madrid, 18; 2º Napoli, 10; 3º Sp. Braga, 4; 4º Union Berlin, 2

Grupo D
FC Salzburg – Benfica – 1-3
Inter – Real Sociedad – 0-0

1º Real Sociedad, 12; 2º Inter, 12; 3º Benfica, 4; 4º FC Salzburg, 4

Grupo E
Celtic – Feyenoord – 2-1
At. Madrid – Lazio – 2-0

1º At. Madrid, 14; 2º Lazio, 10; 3º Feyenoord, 6; 4º Celtic, 4

Grupo F
Newcastle – AC Milan – 1-2
Borussia Dortmund – Paris Saint-Germain – 1-1

1º Borussia Dortmund, 11; 2º Paris Saint-Germain, 8; 3º AC Milan, 8; 4º Newcastle, 5

Grupo G
RB Leipzig – Young Boys – 2-1
Crvena zvezda – Manchester City – 2-3

1º Manchester City, 18; 2º RB Leipzig, 12; 3º Young Boys, 4; 4º Crvena zvezda, 1

Grupo H
Royal Antwerp – Barcelona – 3-2
FC Porto – Shakhtar Donetsk – 5-3

1º Barcelona, 12; 2º FC Porto, 12; 3º Shakhtar Donetsk, 9; 4º Royal Antwerp, 3

As equipas do Bayern München, København, Arsenal, PSV Eindhoven, Real Madrid, Napoli, Real Sociedad, Inter, At. Madrid, Lazio, Borussia Dortmund, Paris Saint-Germain, Manchester City, RB Leipzig, Barcelona e FC Porto garantiram o apuramento para os 1/8 de final.

Transitam para a Liga Europa (play-off de apuramento para os 1/8 de final): Galatasaray, Lens, Sp. Braga, Benfica, Feyenoord, AC Milan, Young Boys e Shakhtar Donetsk.

13 Dezembro, 2023 at 10:59 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – FC Salzburg – Benfica

FC Salzburg – Alexander Schlager, Amar Dedić, Kamil Piątkowski, Strahinja Pavlović, Samson Baidoo, Luka Sučić, Lucas Gourna-Douath, Mads Bidstrup (90+5m – Roko Šimić), Oscar Gloukh (82m – Dijon Kameri), Petar Ratkov (55m – Fernando dos Santos Pedro) e Dorgeles Nene (55m – Sékou Koïta)

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, João Neves, Orkun Kökçü (68m – Gonçalo Guedes), Ángel Di María, João Mário (90+1m – Arthur Cabral), Rafael “Rafa” Silva (90+4m – Florentino Luís) e Casper Tengstedt (45m – Petar Musa)

0-1 – Ángel Di María – 32m
0-2 – Rafael “Rafa” Silva – 45m
1-2 – Luka Sučić – 57m
1-3 – Arthur Cabral – 90+2m

Cartões amarelos – Lucas Gourna-Douath (10m), Petar Ratkov (51m), Dijon Kameri (82m) e Alexander Schlager (90m); Felipe Silva “Morato” (45m) e Petar Musa (72m)

Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)

O Benfica abordava este último jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões, como que a necessitar de um “milagre”. Mas, ao mesmo tempo, um daqueles “milagres” que, racionalmente, até se afigurava ter alguma razoável dose de probabilidade de poder vir a ser alcançado. Afinal, em primeira instância, do que se tratava era de ganhar o jogo, e, daí à imprescindível diferença de dois golos… seria só mais um “pulinho”.

Um objectivo que, por paradoxal que possa parecer, demoraria apenas 45 minutos a ser alcançado – para depois, acabar por estar à beira de se ter gorado, não fosse o consumar de tal “milagre”, já fora de horas, através de um “mal-amado” Arthur Cabral.

Roger Schmidt teve, uma vez mais, de fazer adaptações no sector defensivo, desde logo com Aursnes e Morato no papel de laterais, mas, desta feita, também com a necessidade de mexer no eixo central, dado o castigo de António Silva, substituído por Tomás Araújo.

A formação austríaca, com todas as vantagens “na mão” (mais pontos, jogando em casa, e podendo inclusivamente perder… por um golo de diferença), começou por ter maior iniciativa nos primeiros minutos, exercendo forte pressão, como se o Benfica tivesse necessitado de algum tempo para perceber como poderia encontrar o antídoto para contrariar o adversário.

A acção de João Neves e de Tengstedt viria a revelar-se determinante para uma exibição personalizada do colectivo. Claro, a sorte também faz parte do jogo, mesmo que possa ser daquela que dá muito trabalho: pouco passava da meia hora, quando, num canto directo, Di María (que, no minuto precedente, ensaiara já um perigoso remate em arco), com um “golo olímpico”, fazia como o código postal: era meio caminho andado.

Marcar primeiro era o segredo para que fosse possível concretizar o indispensável “milagre”: naturalmente, os austríacos sentiram o golo e o perigo, e vacilaram. Perante o maior ritmo imposto pela turma portuguesa, não surpreenderia o ampliar da vantagem, para os tais dois golos de diferença, já em período de compensação do primeiro tempo, por Rafa – que, aliás, logo no quarto de hora inicial, tinha desperdiçado excelente oportunidade –, desta vez a conseguir tirar partido da sua velocidade, antecipando-se à defesa contrária.

Ao intervalo, Schmidt trocaria Tengstedt por Musa, talvez buscando o refrescar de uma posição que, nesta noite, se antecipava ser muito exigente. Não obstante, a toada de jogo não se alteraria significativamente, com o Benfica, mantendo o domínio, a parecer estar mais perto do terceiro golo, não fosse a noite “desinspirada” de Rafa, a nível da concretização, nomeadamente com um remate, já na pequena área, a sair à figura do guardião austríaco.

Seria um pouco “contra a corrente do jogo” que o Salzburg, num remate de longe, tendo sofrido ainda um desvio em Tomás Araújo, reduziria para a desvantagem mínima, ainda antes do quarto de hora da segunda metade, num “balde de água fria” para as aspirações benfiquistas.

Sentindo, ainda assim, que tudo continuava em aberto, o Benfica, denotando uma confiança que lhe tinha faltado noutras ocasiões, não abdicaria, agora com Aursnes em realce, a arriscar nas subidas pelo lado direito. Pouco passava da hora de jogo quando, noutro canto apontado por Di María, Otamendi, com um desvio subtil, fez com que a bola esbarrasse contra o poste. E, ainda antes dos 70 minutos, o mesmo Di María, a rematar, outra vez em arco, outra vez com a bola a embater no poste.

Tudo chegou a parecer “perdido”, quando, o Salzburg introduziu, pela segunda vez, a bola na baliza de Trubin, em lance, contudo, invalidado, por fora-de-jogo.

O tempo ia-se escoando a velocidade acelerada, e, porventura, seriam então já poucos os que confiariam que o Benfica podia ainda “sair vivo” nas competições europeias desta temporada, no que, a ter sucedido, seria dura penalização para a sua falta de eficácia (para além de Rafa, Otamendi e Di María, também Musa desperdiçaria flagrante ocasião de golo).

Foi então, já “nos descontos”, que Arthur Cabral – o qual acabara de entrar em campo, ao minuto 91 –, com um toque de calcanhar, seria feliz, tornando-se no “herói improvável”, a conferir a possibilidade de a sua equipa transitar para a Liga Europa.

Com uma exibição notoriamente diferente – para muito melhor – do que fora o seu padrão nesta fase de grupos (à excepção, apenas, do primeiro tempo da partida frente ao Inter), o Benfica acabaria por, evidenciando a sua notória superioridade, obter uma tão justa quanto categórica vitória, na exacta medida das suas necessidades, a terminar da melhor forma uma algo “sombria” campanha na Liga dos Campeões desta época.

12 Dezembro, 2023 at 10:58 pm Deixe um comentário

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