Posts tagged ‘Liga Campeões’
Liga dos Campeões – 2ª Jornada
Grupo A
CFR Cluj – Chelsea – 0-0
Bordeaux – Roma – 1-3
1º Chelsea e CFR Cluj, 4; 3º Roma, 3; 4º Bordeaux, 0
Grupo B
Anorthosis Famagusta – Panathinaikos – 3-1
Inter – Werder Bremen – 1-1
1º Inter e Anorthosis, 4; 3º Werder Bremen, 2; 4º Panathinaikos, 0
Grupo C
Sporting – Basel – 2-0
Shakhtar Donetsk – Barcelona – 1-2
1º Barcelona, 6; 2º Shakhtar Donetsk e Sporting, 3; 4º Basel, 0
Grupo D
Liverpool – PSV Eindhoven – 3-1
Atlético Madrid – Marseille – 2-1
1º Atlético Madrid e Liverpool, 6; 3º Marseille e PSV Eindhoven, 0
Grupo E
AaB Aalborg – Manchester United – 0-3
Villarreal – Celtic – 1-0
1º Manchester United e Villarreal, 4; 3º Celtic e AaB Aalborg, 1
Grupo F
Fiorentina – Steaua Bucureşti – 0-0
Bayern Munchen – Lyon – 1-1
1º Bayern Munchen, 4; 2º Lyon e Fiorentina, 2, 4º Steaua Bucureşti, 1
Grupo G
Arsenal – FC Porto – 4-0
Fenerbahçe – Dynamo Kyiv – 0-0
1º Arsenal, 4; 2º FC Porto, 3; 3º Dynamo Kyiv, 2; 4º Fenerbahçe, 1
Grupo H
Zenit St. Petersburg – Real Madrid – 1-2
BATE Borisov – Juventus 2-2
1º Real Madrid, 6; 2º Juventus, 4; 3º BATE Borisov, 1; 4º Zenit St. Petersburg, 0
Depois da deriva do FC Porto na partida de ontem em Londres – não recordo um jogo em que a equipa portista se tenha apresentado tão destroçada, só por acaso o resultado não atingindo números verdadeiramente escandalosos (o Arsenal podia perfeitamente ter marcado pelo menos mais 3 ou 4 golos…) – esta noite o Sporting teve de sofrer para garantir a vitória, acabando por ter no lance do golo (resultado de um ressalto em Romagnoli de uma tentativa de alívio de um defesa) a felicidade que lhe faltou noutras oportunidades (duas bolas no ferro da baliza do Basileia), apenas alcançando a… tranquilidade, a 4 minutos do fim, num esforçado golo de Derlei.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada
Grupo A
Chelsea – Bordeaux – 4-0
Roma – CFR Cluj – 1-2
Grupo B
Panathinaikos – Inter – 0-2
Werder Bremen – Anorthosis Famagusta – 0-0
Grupo C
Basel – Shakhtar Donetsk – 1-2
Barcelona – Sporting – 3-1
Grupo D
PSV Eindhoven – Atlético Madrid – 0-3
Marseille – Liverpool – 1-2
Grupo E
Manchester United – Villarreal – 0-0
Celtic – AaB Aalborg – 0-0
Grupo F
Steaua Bucureşti – Bayern Munchen – 0-1
Lyon – Fiorentina – 2-2
Grupo G
FC Porto – Fenerbahçe – 3-1
Dynamo Kyiv – Arsenal – 1-1
Grupo H
Juventus – Zenit St. Petersburg – 1-0
Real Madrid – BATE Borisov – 2-0
Manchester United Campeão Europeu
Num jogo pleno de intensidade, altamente competitivo, o Manchester United acaba de sagrar-se Campeão da Europa de clubes pela terceira vez no seu historial.
Entre duas equipas com um perfeito conhecimento mútuo, o Manchester United entrou melhor no jogo, assumindo o controlo e uma toada ofensiva, que seria coroada com o primeiro golo, ainda antes da meia hora, na sequência de uma excelente jogada de envolvência, com um magnífico trabalho de Paul Scholes, a cruzar para o poste mais longe, onde surgiu, nas costas da defesa, um desmarcado Cristiano Ronaldo, a impulsionar a bola com um soberbo golpe de cabeça, desviando-a do alcance de Petr Cech.
E, poucos minutos volvidos, a equipa de Ronaldo poderia ter mesmo ampliado o marcador, com uma sequência de dois remates de grande perigo no mesmo lance, com Cech a fazer uma defesa impossível à recarga.
Só que, com alguma felicidade – que lhe faltaria na segunda parte e, novamente no prolongamento, quando, por duas vezes, a bola embateu nos ferros da baliza -, ao findar a primeira parte, aproveitando um ressalto num defesa do Manchester, o Chelsea conseguiria, por intermédio de Lampard, igualar a partida.
À medida que o segundo tempo ia decorrendo, o Chelsea parecia mais forte fisicamente, começando gradualmente a impor o seu ritmo e o seu jogo. Não obstante, o marcador não sofreria alteração, sendo as equipas forçadas ao prolongamento.
No qual o Chelsea começaria por enviar uma bola ao ferro, para, à passagem dos 100 minutos, John Terry salvar o golo adversário, num espectacular corte de cabeça, na sequência de um rápido contra-ataque do Manchester, culminado com um remate de Giggs… com a equipa do norte de Inglaterra parecendo querer reincidir nessa toada, chegando novamente com perigo à baliza dois minutos depois, desta feita com uma intervenção segura de Cech.
Com 120 minutos jogados em “alta rotação”, os jogadores de ambas as equipas começavam a denotar sinais de esgotamento, indiciando falta de discernimento para conseguir elaborar jogadas que permitissem chegar ao golo da vitória… de que seria cabal exemplo o desentendimento que ditaria a expulsão de Drogba a cerca de 4 minutos do final do prolongamento. O desempate por via de pontapés da marca da grande penalidade revelar-se-ia uma inevitabilidade.
E o dilema recorrente: uma Final assim não merecia ser decidida desta forma algo aleatória vs. nenhuma das equipas merecia sair derrotada… (seria muito duro ver a tristeza e o rito de desilusão na face do capitão John Terry, com uma falha que não deixará de lhe marcar a carreira, tornando “inútil” – fazendo esquecer? – a intervenção “miraculosa” que tivera anteriormente).
Uma Final emocionante, de alta tensão, definida da seguinte forma:
1-0 – Tévez
1-1 – Ballack
2-1 – Carrick
2-2 – Belletti
– Cristiano Ronaldo fez a paradinha, Cech não se deixou enganar… e defendeu o remate fraco (sem balanço)
2-3 – Lampard
3-3 – Hargreaves
3-4 – Ashley Cole
4-4 – Nani
– John Terry escorrega no momento do remate, perdendo apoio, com a bola a sair ligeiramente ao lado da baliza, deixando o Chelsea a centímetros do título de Campeão Europeu
5-4 – Anderson
5-5 – Kalou
6-5 – Giggs
– Anelka permite a defesa a van der Sar… o Manchester United é Campeão!
Quanto à participação dos portugueses, jogaram de início apenas Cristiano Ronaldo e Ricardo Carvalho. Entrando bem na partida – à semelhança da sua equipa – Cristiano Ronaldo teria o auge no lance do golo, para, na parte complementar do jogo, ir perdendo fulgor, acabando em plano relativamente discreto… não fora a falha no pontapé da marca de grande penalidade. Ricardo Carvalho teria uma intervenção mais arrojada sobre Cristiano Ronaldo (que o poderia ter lesionado…), sendo mesmo admoestado com o cartão amarelo. Nani apenas entraria em campo perto da hora de jogo, procurando dinamizar o ataque do Manchester, mas a equipa apresentava já bastante fadiga.
Pode consultar o palmarés completo (Finalistas e semi-finalistas da Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões) aqui.
Chelsea na Final da Liga dos Campeões
À terceira foi de vez! O Chelsea conseguiu finalmente afastar o fantasma Liverpool, ao mesmo tempo que ultrapassou a síndrome das 1/2 Finais perdidas (3 nas 4 anteriores edições da Liga dos Campeões).
Entrando em campo com uma atitude determinada, assumindo o risco – não obstante o empate da 1ª mão, que lhe conferia vantagem na eliminatória – o Chelsea cedo dilataria essa vantagem, inaugurando o marcador graças a um magnífico golo de Drogba, num potente remate, fazendo a bola “passar pelo buraco da agulha”, entre o guarda-redes e o primeiro poste.
Não obstante, numa segunda parte em que o Liverpool “saiu a jogar”, o fantasma chegou a pairar ao longo desse período complementar, em particular a partir do momento em que Fernando Torres – numa excelente desmarcação, com uma execução perfeita, desviando a bola do alcance de Petr Cech, tornando inútil a saída do guarda-redes da baliza – igualou o jogo e a eliminatória.
No derradeiro quarto de hora do tempo regulamentar, o receio de perder apoderou-se de ambas as equipas, como que tolhendo as suas iniciativas, crescentemente avessas ao risco. Uma vez mais o prolongamento perfilava-se como uma inevitabilidade.
Logo a abrir o prolongamento, o Liverpool provocaria dois fortes sustos, criando muito perigo junto à baliza da equipa londrina.
Para, de imediato (tudo isto num espaço de 6 minutos), primeiro Drogba a aparecer isolado frente a Reina, com Carragher a surgir a fazer o desarme no último instante; logo de seguida, Essien, com um potente remate, a colocar a bola no fundo da baliza, para – numa muito polémica decisão – o árbitro (o italiano Roberto Rossetti) não validar o golo, por fora de jogo posicional de Drogba, alegadamente por ocultar parcialmente a visibilidade ao guarda-redes adversário; e, a culminar a sequência, em nova ofensiva do Chelsea, ser assinalada grande penalidade a seu favor, que Lampard converteria então no segundo golo.
E, praticamente a fechar uma electrizante primeira parte do prolongamento, Drogba, fulgurante, entrando de rompante, marcava o terceiro tento para o Chelsea.
Quando tudo parecia resolvido, a 3 minutos do termo da partida, em mais um forte remate de fora da área – num lance em que Cech não foi feliz -, Babel reduzia para 3-2. Não haveria tempo para mais…
Numa inédita Final inglesa, Chelsea e Manchester United – em acesa disputa pelo título nacional – acabam de marcar também encontro no cume do futebol continental, a 21 de Maio, em Moscovo, com seis portugueses (Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira, Hilário, Cristiano Ronaldo, Nani e Carlos Queirós) à conquista do ceptro de Campeão da Europa de clubes.
Manchester United na Final da Liga dos Campeões
Ao vencer, em partida disputada em Old Trafford, o Barcelona, por 1-0, o Manchester United é a primeira equipa apurada para a Final da Liga dos Campeões… este ano, pela primeira vez na história, falada em inglês, com o outro contendor a sair do par Chelsea/Liverpool (a definir amanhã).
O encontro desta noite, de cariz muito táctico, não proporcionou um grande espectáculo de futebol, não possibilitando grandes primores técnicos de alguns dos melhores executantes a nível mundial (casos de Cristiano Ronaldo e de Lionel Messi), tendo ambas as equipas privilegiado a vertente competitiva, sem assumir grandes riscos, à excepção dos minutos finais, em que o Barcelona procurou atacar com praticamente todos os jogadores (na jogada final, inclusivamente com o guarda-redes).
Um golo solitário de Paul Scholes, aproveitando um erro de um defesa da equipa catalã (Zambrotta), permitiria desequilibrar os pratos da balança desta 1/2 Final a favor do clube onde militam os portugueses Cristiano Ronaldo e Nani (titulares no jogo de hoje), e de que Carlos Queirós é técnico adjunto, assim se concretizando o triunfo do conjunto que reunia maior favoritismo.
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1ª mão)
Liverpool – Chelsea – 1-1
Barcelona – Manchester United – 0-0
Dois momentos marcam particularmente os jogos da 1ª mão das 1/2 Finais da Liga dos Campeões; dois momentos infelizes para os seus protagonistas, mas obviamente felizes para os respectivos adversários: o auto-golo de um defesa do Liverpool (o norueguês Riise), precisamente no termo do último dos 4 minutos de tempo de compensação, permitindo ao Chelsea um excelente empate a um golo; a grande penalidade falhada por Cristiano Ronaldo no início do jogo em Barcelona, acabando por proporcionar que o nulo no marcador não tivesse sido desfeito no Nou Camp.
Chelsea parte em vantagem para a 2ª mão, na sua terceira tentativa para, afastando o Liverpool, chegar à Final da competição; na outra eliminatória, a vantagem apenas ilusoriamente pertencerá ao Manchester United, com o Barcelona a poder colocar a equipa inglesa em dificuldades na eventualidade de marcar fora de casa.
Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão)
Manchester United – Roma – 1-0 / 2-0 (3-0)
Barcelona – Schalke – 1-0 / 1-0 (2-0)
Liverpool – Arsenal – 4-2 / 1-1 (5-3)
Chelsea – Fenerbahçe – 2-0 / 1-2 (3-2)
Depois das vitórias de ontem do Liverpool e Chelsea, Manchester United e Barcelona confirmaram o favoritismo, repetindo as vitórias obtidas na semana passada, tendo portanto imperado a lógica.
À semelhança da época passada, as 1/2 Finais da Liga dos Campeões contarão com (as mesmas) 3 equipas inglesas (Manchester, Liverpool e Chelsea), para além do Barcelona (na edição precedente, a única equipa não inglesa a atingir essa fase foi o AC Milan… que se viria a sagrar Campeão Europeu). O alinhamento das partidas das 1/2 Finais é o seguinte (jogos a disputar a 22 e 23 e a 29 e 30 de Abril):
Liverpool – Chelsea
Barcelona – Manchester United
Chelsea e Liverpool nas 1/2 Finais da Liga dos Campeões
Pela terceira vez nos últimos 4 anos, Chelsea e Liverpool defrontrar-se-ão nas 1/2 Finais da Liga dos Campeões, numa oportunidade para desfazer a magna questão sobre se “à terceira é de vez” ou se “não há duas sem três” (dadas as 2 vitórias do Liverpool nas eliminatórias disputadas em 2005 e 2007). Nas últimas 4 épocas, apenas uma equipa conseguiu travar a caminhada triunfal do Liverpool em eliminatórias da Liga dos Campeões: em 2006, o Benfica afastou a equipa inglesa nos 1/4 Final da prova (já depois de, antes, ter eliminado o Manchester United, na Fase Grupos).
Num jogo intenso e vibrante – o terceiro consecutivo entre Liverpool e Arsenal, no espaço de uma semana! -, repleto de sensações fortes, e após dois empates a 1 golo, o Liverpool conseguiu vencer por 4-2, depois de – começando por perder 0-1 e deixando-se empatar a 2-2 – por duas vezes ter permitido que a equipa londrina liderasse a eliminatória.
Em Londres, o Chelsea venceu, de forma segura, a equipa turca do Fenerbahçe, por 2-0 (golos de Ballack a abrir e de Lampard… a fechar), invertendo a desvantagem que trazia da Turquia (1-2), numa partida em que o guarda-redes português Hilário foi chamado a substituir Cudicini aos 25 minutos de jogo. A equipa onde jogou também o central Ricardo Carvalho alcança – pela quarta vez nos últimos 5 anos – as 1/2 Finais da prova (apenas tendo falhado, também em 2006, eliminada nos 1/8 Final pela equipa que viria a conquistar o troféu nessa época, o Barcelona).
Amanhã, nova dose dupla, com o Barcelona a receber o Schalke e o Manchester United a jogar em casa perante a Roma, com catalães e ingleses beneficiando das vitórias alcançadas na pretérita semana.
Liga dos Campeões – 1/4 Final
Manchester United, Barcelona, Liverpool e o surpreendente Fenerbahçe partem em vantagem para a 2ª mão dos 1/4 Final da Liga dos Campeões.
Mas se as vitórias ontem obtidas pelo Manchester (com mais um golo de Cristiano Ronaldo, o 36ª da época, que o coloca também como melhor marcador da competição) e pelo Barcelona parecem poder vir a ser decisivas (não obstante subsistir a possibilidade de Roma e Schalke poderem ainda vir a inverter o rumo da eliminatória), já o Arsenal e o Chelsea mantêm legítimas aspirações a prosseguir para as 1/2 Finais.
Nas partidas de hoje, duas curiosidades: o brasileiro Deivid, antigo jogador do Sporting, marcou dois golos na partida frente ao Chelsea… tendo contudo o primeiro sido marcado na própria baliza, com o segundo a dar a vitória à equipa turca; em Londres, o Arsenal ficou a dever a si mesmo a vitória, quando um seu jogador (Bendtner), num lance caricato, actuando qual verdadeiro defesa, praticamente em cima da linha de baliza, se atrapalhou com a bola, impedindo-a de concluir a sua trajectória para golo, na sequência de um remate de um companheiro (Fabregas). Só visto!
Roma – Manchester United – 0-2
Schalke – Barcelona – 0-1
Arsenal – Liverpool – 1-1
Fenerbahçe – Chelsea – 2-1
Sorteio da Liga dos Campeões e da Taça UEFA
Realizou-se hoje em Nyon, na Suíça, o sorteio das próximas eliminatórias da Liga dos Campeões e da Taça UEFA, tendo resultado na seguinte agenda de jogos:
LIGA DOS CAMPEÕES
1/4 Final (1 e 2 / 8 e 9 de Abril)
Arsenal – Liverpool
Roma – Manchester United
Schalke – Barcelona
Fenerbahçe – Chelsea
1/2 Finais (22 e 23 / 29 e 30 de Abril)
Arsenal/Liverpool – Fenerbahçe/Chelsea
Roma/Manchester United – Schalke/Barcelona
(Final em Moscovo a 21 de Maio)
Taça UEFA
1/4 Final (3 / 10 de Abril)
Bayer Leverkusen -Zenit
Glasgow Rangers – Sporting
Bayern Munich – Getafe
Fiorentina – PSV Eindhoven
1/2 Finais (24 Abril / 1 de Maio)
Bayern Munich/Getafe – Bayer Leverkusen/Zenit
Glasgow Rangers/Sporting – Fiorentina/PSV Eindhoven
(Final em Manchester a 14 de Maio)



