Posts tagged ‘Liga Campeões’
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Benfica – Spartak Moskva
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen (45m – Felipe Silva “Morato”), Diogo Gonçalves (77m – Gilberto Moraes), João Mário, Julian Weigl, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (64m – Everton Soares), Rafael “Rafa” Silva (86m – Adel Taarabt) e Gonçalo Ramos (64m – Roman Yaremchuk)
Spartak Moskva – Aleksandr Maksimenko, Nikolai Rasskazov, Georgi Dzhikiya, Samuel Gigot, Ayrton Lucas Medeiros, Nail Umyarov (65m – Alex Král), Roman Zobnin, Aleksandr Lomovitski, Zelimkhan Bakaev (65m – Reziuan Mirzov), Jordan Larsson (81m – Mikhail Ignatov) e Ezequiel Ponce (81m – Aleksandr Sobolev)
1-0 – João Mário – 58m
2-0 – Samuel Gigot (p.b.) – 90m
Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (16m) e Julian Weigl (71m); Aleksandr Lomovitski (25m) e Jordan Larsson (68m)
Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)
Em completo contraponto ao que se verificara na época anterior, foi de absoluta tranquilidade a passagem do Benfica pela 3.ª eliminatória prévia de acesso à “Liga dos Campeões”. Depois do categórico triunfo obtido em Moscovo, não houve o menor indício de que pudesse vir a suceder alguma surpresa nesta 2.ª mão.
No regresso do público ao Estádio da Luz – desde Março de 2020, apenas havia sido efectuada uma experiência, na recepção ao Standard de Liège, no final de Outubro, então com acesso limitado a menos de 5.000 adeptos -, tendo contado com mais de 15.000 espectadores nas bancadas (com certificado de vacinação ou de teste negativo à “COVID-19”), o Benfica repetiu o desfecho da partida disputada na Rússia, selando o apuramento para a fase seguinte com um score agregado de 4-0, o qual poderia ter sido ainda mais dilatado.
E isto apesar de o Benfica não ter feito uma grande exibição, nem sequer ter beneficiado de tantas oportunidades como na semana passada.
O técnico da equipa russa, Rui Vitória, optou por privilegiar a acção defensiva, procurando bloquear as investidas adversárias, na expectativa de que um hipotético golo a favor do Spartak pudesse ainda fazer duvidar o seu opositor. Mas, se tal estratégia permitiu suster as ofensivas benfiquistas, revelar-se-ia absolutamente estéril em termos de criação de lances de perigo, com Vlachodimos a ser pouco mais que um “espectador”.
O Benfica voltou a exercer flagrante superioridade em termos de posse de bola e de domínio territorial, empurrando o grupo russo para o seu meio-campo. E, confirmando o ditado, “água mole em pedra dura…”, a formação portuguesa acabaria mesmo por chegar ao(s) golo(s): primeiro, com Rafa a combinar com Diogo Gonçalves, acabando por ser João Mário, na recarga, a abrir o activo; já em período de compensação, o estreante Yaremchuk rematou, com a bola aparentemente desenquadrada da baliza, mas a tabelar em Gigot.
Conjugando o mérito próprio com algum demérito alheio – o Spartak revelou-se um adversário muito acessível, completamente inofensivo – o Benfica garantiu o apuramento para o play-off com grande segurança defensiva (mantendo a sua baliza a “zeros”), que terá de estar no seu máximo, perante um ameaçador PSV Eindhoven (já com quatro triunfos em quatro jogos nas eliminatórias prévias desta temporada, frente a Galatasaray e Midtjylland, brindados, respectivamente, com sete e quatro golos).
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Spartak Moskva – Benfica
Spartak Moskva – Aleksandr Maksimenko, Nikolai Rasskazov, Samuel Gigot, Georgi Dzhikiya, Ayrton Lucas Medeiros, Roman Zobnin (59m – Mikhail Ignatov), Jorrit Hendrix (77m – Ezequiel Ponce), Nail Umyarov, Zelimkhan Bakaev (68m – Victor Moses), Jordan Larsson (77m – Alex Král) e Aleksandr Sobolev
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Diogo Gonçalves (65m – Gilberto Moraes), Julian Weigl, João Mário, Alejandro “Álex” Grimaldo (84m – Gil Dias), Luís Fernandes “Pizzi” (65m – Everton Soares), Rafael “Rafa” Silva (83m – Adel Taarabt) e Haris Seferović (37m – Gonçalo Ramos)
0-1 – Rafael “Rafa” Silva – 51m
0-2 – Gilberto Moraes – 74m
Cartões amarelos – Aleksandr Sobolev (33m) e Mikhail Ignatov (87m); Jan Vertonghen (48m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Com uma exibição bastante bem conseguida em jogo inaugural de temporada, o Benfica impôs-se categoricamente ao Spartak de Moscovo, equipa que denotou debilidades, acabando mesmo por, de alguma forma, se desestruturar após ter sofrido o primeiro golo.
Ao longo de toda a partida, a turma portuguesa foi sempre claramente superior, instalando-se no meio campo adversário, não concedendo margem de manobra para que o Spartak pudesse sequer ameaçar a zona defensiva portuguesa.
Por seu lado, para além dos dois golos marcados, o Benfica ficou ainda a dever a si próprio mais um par de boas ocasiões (com uma entrada muito afirmativa, logo no quarto de hora inicial, para além de poder ter também selado já o desfecho da eliminatória na fase final desta 1.ª mão), assim como apresentou motivos de queixa da arbitragem, a não sancionar lance passível de grande penalidade.
Apostando na estabilidade no “onze” inicial, face ao que apresentara nas provas europeias na época passada, a nota de principal realce foi a forma como João Mário se integrou no grupo, formando boa parceria com Weigl.
A primeira etapa desta fase de qualificação para a Liga dos Campeões parece praticamente decidida, salvo alguma espécie de “hecatombe”, a premiar uma atitude bem mais positiva do que a demonstrada em idêntica fase da temporada anterior.
Liga dos Campeões – Final – Manchester City – Chelsea
Manchester City – Ederson Moraes, Kyle Walker, John Stones, Rúben Dias, Oleksandr Zinchenko, Bernardo Silva (64m – Fernandinho), İlkay Gündoğan, Phil Foden, Riyad Mahrez, Kevin De Bruyne (60m – Gabriel Jesus) e Raheem Sterling (77m – Sergio Agüero)
Chelsea – Édouard Mendy, Reece James, César Azpilicueta, Thiago Silva (39m – Andreas Christensen), Antonio Rüdiger, Ben Chilwell, Jorge Frello Filho “Jorginho”, N’Golo Kanté, Kai Havertz, Mason Mount (80m – Mateo Kovačić) e Timo Werner (66m – Christian Pulišić)
0-1 – Kai Havertz – 42m
Cartões amarelos – İlkay Gündoğan (35m) e Gabriel Jesus (88m); Antonio Rüdiger (57m)
Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
Estádio do Dragão – Porto
Com a final da “Liga dos Campeões” a ser disputada, pelo segundo ano sucessivo, em Portugal, desta vez no Porto, no regresso do público ao estádio, com cerca de 1/3 da lotação (aproximadamente 15.000 adeptos, repartidos pelas duas equipas finalistas), registou-se um jogo de grande intensidade competitiva, com as duas equipas muito encaixadas.
Coube ao Manchester City – ao qual era creditado maior favoritismo, atendendo nomeadamente ao percurso de ambas as equipas na “Premier League”, sendo que, por outro lado, chegava a esta final com apenas um empate cedido (ante o FC Porto) em 12 jogos disputados na competição – procurar assumir a iniciativa, mas tais tentativas esbarraram sempre na solidez defensiva do Chelsea, que chega ao termo da competição, após 13 jogos, com apenas quatro golos sofridos (menos um que o adversário).
Em paralelo, a formação de Londres – apenas derrotada, na edição deste ano da prova, pelo FC Porto – ia “mantendo em sentido” o oponente, procurando explorar o contra-ataque, o que viria a frutificar já próximo do intervalo, com Havertz, após um lançamento em profundidade, a contornar Ederson, e a empurrar a bola para a baliza deserta.
Na segunda metade a toada de jogo não se alterou significativamente, pese embora o City tentasse “apertar” mais, tendo, entretanto, o Chelsea beneficiado de oportunidade para ampliar a marca, com Pulišić a rematar ao lado. A melhor ocasião da turma de Guardiola surgiria já em período de compensação – numa fase já algo “em desespero” -, mas o resultado não se alterou, sendo Tuchel a fazer a festa (assim se “desforrando” da final perdida no ano passado, ao comando do Paris Saint-Germain).
Ao invés, as duas equipas de Manchester, favoritas à partida, acabaram por perder, ambas, as finais europeias desta temporada.
A lista de vencedores, nas 66 edições já disputadas da competição (sob as designações de Taça dos Campeões Europeus e, desde 1992-93, Liga dos Campeões), passou a ser assim ordenada:
- Real Madrid – 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
- AC Milan – 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
- Liverpool – 6 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84, 2004-05 e 2018-19)
- Bayern München – 6 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01, 2012-13 e 2019-20)
- Barcelona – 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
- Ajax – 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
- Inter – 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
- Manchester United – 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
- Benfica – 2 (1960-61 e 1961-62)
- Nottingham Forest – 2 (1978-79 e 1979-80)
- Juventus – 2 (1984-85 e 1995-96)
- FC Porto – 2 (1986-87 e 2003-04)
- Chelsea – 2 (2011-12 e 2020-21)
- Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); e Borussia Dortmund (1996-97).
Liga dos Campeões – 1/2 finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Manchester City - P. St.-Germain 2-0 2-1 4-1 Chelsea - Real Madrid 2-0 1-1 3-1
A final será disputada no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, a 29 de Maio, entre Manchester City e Chelsea.
Liga dos Campeões – 1/2 finais (1.ª mão)
Paris Saint-Germain – Manchester City – 1-2
Real Madrid – Chelsea – 1-1
Liga dos Campeões – 1/4 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total B. Dortmund - Manchester City 1-2 1-2 2-4 Chelsea - FC Porto 0-1 2-0 2-1 Paris St.-Germain - Bayern 0-1 3-2 3-3 Liverpool - Real Madrid 0-0 1-3 1-3
As meias-finais da Liga dos Campeões, agendadas para 27 e 28 de Abril (1.ª mão) e 4 e 5 de Maio (2.ª mão), terão o seguinte alinhamento (previamente sorteado):
Paris Saint-Germain – Manchester City
Real Madrid – Chelsea
Liga dos Campeões – 1/4 de final (1.ª mão)
Manchester City – Borussia Dortmund – 2-1
FC Porto – Chelsea – 0-2
Bayern München – Paris Saint-Germain – 2-3
Real Madrid – Liverpool – 3-1
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 de final e das 1/2 finais
Realizou-se hoje o sorteio dos 1/4 de final e das 1/2 finais da Liga dos Campeões:
1/4 de final
Manchester City – Borussia Dortmund
FC Porto – Chelsea
Bayern München – Paris Saint-Germain
Real Madrid – Liverpool
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos próximos dias 6 e 7 (1.ª mão) e 13 e 14 de Abril (2.ª mão).
1/2 finais
Bayern München/Paris Saint-Germain – Manchester City/Borussia Dortmund
Real Madrid/Liverpool – FC Porto/Chelsea
Os jogos das meias-finais estão agendados para 27 e 28 de Abril (1.ª mão) e 4 e 5 de Maio (2.ª mão).
Liga dos Campeões – 1/8 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Manchester City - B. M’Gladbach 2-0 2-0 4-0 Bayern - Lazio 2-1 4-1 6-2 Chelsea - At. Madrid 1-0 1-0 2-0 Liverpool - RB Leipzig 2-0 2-0 4-0 Juventus - FC Porto 3-2 (a.p.) 1-2 4-4 Paris St.-Germain - Barcelona 1-1 4-1 5-2 B. Dortmund - Sevilla 2-2 3-2 5-4 Real Madrid - Atalanta 3-1 1-0 4-1
Três clubes ingleses, dois alemães, um de Espanha, França e Portugal marcarão presença nos quartos-de-final da “Liga dos Campeões”, após terem superado uma eliminatória na qual ficou pelo caminho todo o contingente (de três equipas) italiano. Dos restantes eliminados, também a Espanha perdeu três dos seus representantes, sendo os restantes dois da Alemanha.
Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)
24.02.2021 – B. M’Gladbach – Manchester City – 0-2 (1.ª mão em Bucareste)
23.02.2021 – Lazio – Bayern – 1-4
23.02.2021 – At. Madrid – Chelsea – 0-1 (1.ª mão em Bucareste)
16.02.2021 – RB Leipzig – Liverpool – 0-2 (1.ª mão em Budapeste)
17.02.2021 – FC Porto – Juventus – 2-1
16.02.2021 – Barcelona – Paris St.-Germain – 1-4
17.02.2021 – Sevilla – B. Dortmund – 2-3
24.02.2021 – Atalanta – Real Madrid – 0-1



