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Liga dos Campeões – Sorteio do “Play-off” intercalar
AS Monaco – Paris Saint-Germain
Galatasaray – Juventus
Benfica – Real Madrid
Borussia Dortmund – Atalanta
Qarabağ – Newcastle United
Club Brugge – Atlético de Madrid
Bodø/Glimt – Internazionale
Olympiacos – Bayer Leverkusen
Os jogos da primeira mão serão disputados a 17 e 18 de Fevereiro, estando a segunda mão agendada para dias 24 e 25 de Fevereiro.
Por seu lado, em função das classificações da “Fase de Liga”, o alinhamento dos 1/8 de final será o seguinte (jogos a disputar a 10, 11, 17 e 18 de Março):
AS Monaco/Paris Saint-Germain – FC Barcelona ou Chelsea
Galatasaray/Juventus – Liverpool ou Tottenham
Benfica/Real Madrid – Sporting ou Manchester City
Borussia Dortmund/Atalanta- Arsenal ou Bayern München
Qarabağ/Newcastle United – Chelsea ou FC Barcelona
Club Brugge/Atlético de Madrid – Tottenham ou Liverpool
Bodø/Glimt/Internazionale – Manchester City ou Sporting
Olympiacos/Bayer Leverkusen – Bayern München ou Arsenal
Liga dos Campeões – 2025-26 – 8ª Jornada – Resultados e Classificação
28.01.2026 - Ajax - Olympiacos 1-2 28.01.2026 - Arsenal - Kairat Almaty 3-2 28.01.2026 - AS Monaco - Juventus 0-0 28.01.2026 - Athletic Bilbao - Sporting 2-3 28.01.2026 - Atlético de Madrid - Bodø/Glimt 1-2 28.01.2026 - Bayer Leverkusen - Villarreal 3-0 28.01.2026 - Borussia Dortmund - Internazionale 0-2 28.01.2026 - Club Brugge - O. Marseille 3-0 28.01.2026 - Eintracht Frankfurt - Tottenham 0-2 28.01.2026 - FC Barcelona - F.C. Copenhagen 4-1 28.01.2026 - Liverpool - Qarabağ 6-0 28.01.2026 - Manchester City - Galatasaray 2-0 28.01.2026 - Pafos - Slavia Praha 4-1 28.01.2026 - Paris Saint-Germain - Newcastle United 1-1 28.01.2026 - PSV Eindhoven - Bayern München 1-2 28.01.2026 - Union Saint-Gilloise - Atalanta 1-0 28.01.2026 - Benfica - Real Madrid 4-2 28.01.2026 - Napoli - Chelsea 2-3
Liga dos Campeões – 8ª Jornada – Benfica – Real Madrid
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Leandro Barreiro, Fredrik Aursnes, Gianluca Prestianni (87m – João Rego), Heorhiy Sudakov (83m – Enzo Barrenechea), Andreas Schjelderup (90+3m – António Silva) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (90+3m – Franjo Ivanović)
Real Madrid – Thibaut Courtois, Federico Valverde, Raúl Asencio, Dean Huijsen (79m – David Alaba), Álvaro Carreras (79m – Brahim Díaz), Arda Güler (79m – Jorge Cestero), Aurélien Tchouaméni (55m – Eduardo Camavinga), Jude Bellingham, Franco Mastantuono (55m – Rodrygo de Goes), Vinícius Júnior e Kylian Mbappé
0-1 – Kylian Mbappé – 30m
1-1 – Andreas Schjelderup – 36m
2-1 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis (pen.) – 45m
3-1 – Andreas Schjelderup – 54m
3-2 – Kylian Mbappé – 58m
4-2 – Anatoliy Trubin – 90+8m
Cartões amarelos – Leandro Barreiro (11m) e Samuel Dahl (85m); Aurélien Tchouaméni (3m), Raúl Asencio (45m), Dean Huijsen (62m), Álvaro Carreras (67m) e Rodrygo de Goes (90+6m)
Cartões vermelhos – Raúl Asencio (90+2m) e Rodrygo de Goes (90+7m)
Árbitro – Davide Massa (Itália)
Liga dos Campeões – 2025-26 – 7ª Jornada – Resultados e Classificação
20.01.2026 - Kairat Almaty - Club Brugge 1-4 20.01.2026 - Bodø/Glimt - Manchester City 3-1 20.01.2026 - F.C. Copenhagen - Napoli 1-1 20.01.2026 - Internazionale - Arsenal 1-3 20.01.2026 - Olympiacos - Bayer Leverkusen 2-0 20.01.2026 - Real Madrid - AS Monaco 6-1 20.01.2026 - Sporting - Paris Saint-Germain 2-1 20.01.2026 - Tottenham - Borussia Dortmund 2-0 20.01.2026 - Villarreal - Ajax 1-2 21.01.2026 - Galatasaray - Atlético de Madrid 1-1 21.01.2026 - Qarabağ - Eintracht Frankfurt 3-2 21.01.2026 - Atalanta - Athletic Bilbao 2-3 21.01.2026 - Chelsea - Pafos 1-0 21.01.2026 - Bayern München - Union Saint-Gilloise 2-0 21.01.2026 - Juventus - Benfica 2-0 21.01.2026 - Newcastle United - PSV Eindhoven 3-0 21.01.2026 - O. Marseille - Liverpool 0-3 21.01.2026 - Slavia Praha - FC Barcelona 2-4
Liga dos Campeões – 7ª Jornada – Juventus – Benfica
Juventus – Michele Di Gregorio, Pierre Kalulu, Gleison Bremer, Lloyd Kelly, Andrea Cambiaso (70m – Juan Cabal), Manuel Locatelli (86m – Teun Koopmeiners), Khéphren Thuram-Ulien, Weston McKennie, Fabio Miretti (45m – Francisco Conceição), Kenan Yıldız (82m – Filip Kostić) e Jonathan David (70m – Ikoma-Loïs Openda)
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Leandro Barreiro, Fredrik Aursnes, Gianluca Prestianni (77m – João Rego), Heorhiy Sudakov (69m – Enzo Barrenechea), Andreas Schjelderup (69m – Franjo Ivanović) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
1-0 – Khéphren Thuram-Ulien – 55m
2-0 – Weston McKennie – 64m
Cartões amarelos – Manuel Locatelli (49m) e Lloyd Kelly (88m)
Árbitro – Serdar Gözübüyük (Países Baixos)
Quem não marca, sofre!… Ou como voltar a ser uma quimera o apuramento para a fase seguinte da “Champions”.
O jogo até começara com uma Juventus mais ameaçadora, com Otamendi e Trubin a ser chamados a oportunas intervenções em defesa da sua baliza, mas a verdade é que a primeira parte foi equilibrada, com as duas formações a ajustarem-se e a anularem-se.
O Benfica teria uma primeira oportunidade, ainda antes da meia hora, mas Sudakov não foi eficaz, não tendo tido êxito na tentativa de ludibriar o guardião contrário.
Ao invés, a segunda metade deixou entrever, logo de entrada, uma configuração diferente, com a equipa portuguesa a dispor de um par de claras ocasiões de marcar, porém sem ter conseguido materializar em golo sucessivas falhas defensivas da Juventus.
Seria, contudo, “sol de pouca dura”: numa desconcentração, que resultou numa perda de bola em “zona proibida”, à entrada da área, a formação italiana não perdoou, com Thuram a rematar para o fundo da baliza, sem apelo nem agravo, inaugurando o marcador, numa altura em que muito pouco parecia estar a fazer para tal desiderato.
O Benfica, que acreditara poder ter-se colocado em vantagem, sentiu sobremaneira o tento sofrido e como que se desorientou, desunindo-se. Não tardaria o segundo tento do conjunto italiano, a selar o desfecho da partida.
E seria ainda Trubin a negar o que poderia ter sido o terceiro, evitando “in extremis” o auto-golo de um seu colega.
E, quando tudo está mal, pode ficar “ainda pior”, pelo menos em termos anímicos: a machadada final, já dentro dos derradeiros dez minutos, seria uma infeliz tentativa de Pavlídis converter uma grande penalidade – a sancionar uma falta “desnecessária”, num lance sem perigo iminente –, com um remate desastrado, muito ao lado da baliza, consequência do facto de ter escorregado, não tendo conseguido apoiar-se devidamente no terreno.
Num balanço geral, o (maior) controlo do jogo por parte da turma portuguesa revelou-se improfícuo, e – para além das oportunidades logo no recomeço – nem se poderá dizer que tenha sido um problema, sobretudo, de eficácia; maior condicionante foi a falta de profundidade do futebol (incapaz de penetrar nos “últimos 20 metros”). Acresce, depois do primeiro golo sofrido, o bloqueio mental que pareceu ter-se apoderado da equipa, incapaz de voltar a pensar o jogo.
A dois pontos da zona de qualificação para o “play-off”, à entrada para a última jornada, o Benfica não só enfrenta a dificuldade inerente a um desafio com o “todo-poderoso” Real Madrid, como, adicionalmente, o facto de ter ficado dependente dos resultados de mais de meia dúzia de equipas (todas elas já com nove ou oito pontos, classificadas entre o 19.º e o 26.º lugares) – no limite, até do actual 30.º classificado, Pafos, em igualdade pontual e só com saldo negativo superior em dois golos.
Para poder ainda sonhar, teria de se materializar uma bastante improvável conjugação de resultados favoráveis às suas pretensões, quase que como que acertar no “Euromilhões”.
Liga dos Campeões – 2025-26 – 6ª Jornada – Resultados e Classificação
09.12.2025 - Kairat Almaty - Olympiacos 0-1 09.12.2025 - Bayern München - Sporting 3-1 09.12.2025 - AS Monaco - Galatasaray 1-0 09.12.2025 - Atalanta - Chelsea 2-1 09.12.2025 - FC Barcelona - Eintracht Frankfurt 2-1 09.12.2025 - Internazionale - Liverpool 0-1 09.12.2025 - PSV Eindhoven - Atlético de Madrid 2-3 09.12.2025 - Union Saint-Gilloise - O. Marseille 2-3 09.12.2025 - Tottenham - Slavia Praha 3-0 10.12.2025 - Qarabağ - Ajax 2-4 10.12.2025 - Villarreal - F.C. Copenhagen 2-3 10.12.2025 - Athletic Bilbao - Paris Saint-Germain 0-0 10.12.2025 - Bayer Leverkusen - Newcastle United 2-2 10.12.2025 - Borussia Dortmund - Bodø/Glimt 2-2 10.12.2025 - Club Brugge - Arsenal 0-3 10.12.2025 - Juventus - Pafos 2-0 10.12.2025 - Real Madrid - Manchester City 1-2 10.12.2025 - Benfica - Napoli 2-0
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Napoli
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Richard Ríos, Enzo Barrenechea, Fredrik Aursnes (90m – Tiago Freitas), Leandro Barreiro (90m – José Neto), Heorhiy Sudakov (76m – António Silva) e Franjo Ivanović (76m – Evangelos “Vangelis” Pavlídis)
Napoli – Vanja Milinković-Savić, Sam Beukema (45m – Matteo Politano), Amir Rrahmani, Alessandro Buongiorno (59m – Juan Jesus), Giovanni Di Lorenzo, Scott McTominay, Eljif Elmas (81m – Antonio Vergara), Mathías Olivera (45m – Leonardo Spinazzola), David Neres, Noa Lang (74m – Lorenzo Lucca) e Rasmus Højlund
1-0 – Richard Ríos – 20m
2-0 – Leandro Barreiro – 49m
Cartões amarelos – Amar Dedić (78m); Noa Lang (52m) e Antonio Vergara (87m)
Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)
É caso para questionar: onde estava este Benfica?
Em mais um jogo sem margem de erro, obrigada a ganhar para poder manter alguma esperança, defrontando o actual campeão de Itália, a equipa benfiquista realizou a sua melhor exibição desta temporada.
Assumindo, desde o começo, a iniciativa, fê-lo de forma assertiva, sem tibiezas, mesmo quando, ainda em fase prematura do desafio, desperdiçou dois golos “cantados”, primeiro por Ivanović (isolado na cara do guarda-redes, a fazer como que um “passe”) e, logo depois, por Aursnes, também sem marcação, a rematar ligeiramente ao lado, de tanto procurar colocar a bola.
Há que reconhecê-lo e dizê-lo: esta exibição teve “dedo” de Mourinho, desde logo pela forma como organizou a equipa dentro de campo, procedendo a algumas alterações cirúrgicas, para optimizar o rendimento perante o adversário em concreto: as entradas de Tomás Araújo, para o centro da defesa, e de Ivanović, pese embora em detrimento de um valor seguro como se tem revelado Pavlídis. Mourinho apostou e ganhou.
Numa conjugação de bons desempenhos, em que se anotam os de Ríos e Sudakov, mais do que as individualidades, foi o colectivo a sobressair.
Tal era a enxurrada de futebol ofensivo do Benfica, perante uma atónita equipa do Napoli, sem encontrar antídotos, que, aos vinte minutos, já a equipa portuguesa poderia estar a ganhar por 3-0!
Mesmo que só tivesse conseguido materializar um desses lances em golo, num toque subtil de Ríos, a desviar a bola do alcance do guardião – dando inegável (pese embora escassa) justiça ao resultado –, ficava a promessa que, mantendo a consistência, o desfecho só poderia ser favorável.
É verdade que a turma italiana procurou mostrar-se mais afoita após se ter visto em desvantagem, mas não causaria efectivo perigo.
Tal fora o desnível exibicional das duas formações durante a primeira parte, que Antonio Conte não hesitou em fazer duas mexidas no “onze” logo ao intervalo.
Contudo, não teriam tempo de “mostrar serviço”, dado que, ainda antes dos cinco minutos da metade complementar, já o Benfica ampliava a vantagem, passando a beneficiar de uma margem que lhe conferia bom conforto, num cruzamento (muito) bem medido de Richard Ríos, a assistir Leandro Barreiro, que, com um toque de calcanhar, direccionou a bola para o fundo da baliza.
O Napoli arriscou, passando a acercar-se mais amiúde do sector defensivo contrário, mas, em paralelo, concedendo também maiores espaços, que o Benfica poderia ter aproveitado, noutras duas ocasiões, em que, todavia, o guarda-redes Milinković-Savić esteve a grande “altura”, tapando o caminho para as suas redes.
As estatísticas valem o que valem: o Benfica conseguiu, por fim – após uma longa série de sete partidas sem ganhar na Luz, em jogos da “Champions League”, desde a goleada de 4-0 frente ao At. Madrid, no início de Outubro do ano passado (dois empates e cinco derrotas) –, voltar a triunfar em casa, mas, mais relevante foi a forma categórica como o fez, mandando no jogo.
Esta segunda vitória na presente edição da prova alimenta a esperança de um (ainda algo remoto) apuramento, que parecia estar já fora de causa. Será, muito provavelmente, necessário ganhar um jogo (em Turim, com a Juventus, ou ante o Real Madrid) – um eventual cenário de dois empates não deverá ser suficiente –, mas, se o Benfica conseguir dar continuidade a esta bitola exibicional, não será impossível…
Liga dos Campeões – 2025-26 – 5ª Jornada – Resultados e Classificação
25.11.2025 - Ajax - Benfica 0-2 25.11.2025 - Galatasaray - Union Saint-Gilloise 0-1 25.11.2025 - Borussia Dortmund - Villarreal 4-0 25.11.2025 - Chelsea - FC Barcelona 3-0 25.11.2025 - Bodø/Glimt - Juventus 2-3 25.11.2025 - Manchester City - Bayer Leverkusen 0-2 25.11.2025 - O. Marseille - Newcastle United 2-1 25.11.2025 - Slavia Praha - Athletic Bilbao 0-0 25.11.2025 - Napoli - Qarabağ 2-0 26.11.2025 - F.C. Copenhagen - Kairat Almaty 3-2 26.11.2025 - Pafos - AS Monaco 2-2 26.11.2025 - Arsenal - Bayern München 3-1 26.11.2025 - Atlético de Madrid - Internazionale 2-1 26.11.2025 - Eintracht Frankfurt - Atalanta 0-3 26.11.2025 - Liverpool - PSV Eindhoven 1-4 26.11.2025 - Olympiacos - Real Madrid 3-4 26.11.2025 - Paris Saint-Germain - Tottenham 5-3 26.11.2025 - Sporting - Club Brugge 3-0
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Ajax – Benfica
Ajax – Vítězslav Jaroš, Youri Regeer (83m – Raúl Moro), Josip Šutalo, Youri Baas, Owen Wijndal (60m – Jorthy Mokio), Davy Klaassen (74m – Kian Fitz-Jim), Ko Itakura, Kenneth Taylor, Rayane Bounida (74m – Oscar Gloukh), Mika Godts (74m – Kasper Dolberg) e Wout Weghorst
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Enzo Barrenechea, Richard Ríos, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro (90m – Rodrigo Rêgo), Heorhiy Sudakov (81m – Tomás Araújo) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (90m – Manuel “Manu” Silva)
0-1 – Samuel Dahl – 6m
0-2 – Leandro Barreiro – 90m
Cartões amarelos – Wout Weghorst (69m); Samuel Dahl (74m)
Árbitro – Sven Jablonski (Alemanha)
O fantasma dos zero pontos foi afastado, a vitória (os três pontos) – num desafio em que se defrontaram os dois últimos classificados, únicos ainda sem pontuar nesta edição da “Champions League” – era o resultado obrigatório para que o Benfica pudesse continuar a sonhar, mas a exibição foi muito pobre.
Frente a um rival combalido, não só pela frustrante campanha europeia, mas, principalmente, pela irreconhecível prestação no campeonato dos Países Baixos (actual 6.º classificado, já a 14 pontos do líder, PSV, quando estão disputadas apenas 13 jornadas) – sem vencer há três jogos, vindo, aliás, de duas derrotas, traduzindo-se a mais recente num desaire caseiro ante uma equipa do fundo da tabela –, a formação portuguesa não poderia esperar melhor do que, praticamente, entrar a ganhar em Amesterdão.
Na sequência de um canto, e beneficiando do alívio do guarda-redes para a sua frente (a bom remate de cabeça de Ríos), Dahl surgiu embalado, a disparar um míssil teleguiado, sem hipótese de defesa.
Porém, o Benfica não teria a capacidade para, aproveitando a fase de maior fragilidade do oponente, se “agigantar” e, porventura, de sentenciar o desfecho do jogo.
Ao invés, permitiria que, gradualmente, o Ajax de alguma forma se recompusesse em termos anímicos e viesse a tomar conta do jogo, sem que o conjunto benfiquista conseguisse ter posse de bola.
O Benfica teve então a sorte de não ter sofrido o golo do empate, numa excelente ocasião de Klaassen, negada por notável intervenção de Trubin.
Na primeira metade do segundo tempo a toada do jogo não se alterou, e a turma portuguesa continuou a sofrer, perante a ameaça neerlandesa, outra vez com o seu guardião a ser chamado a desviar um perigo remate de Bounida, logo à passagem dos cinco minutos; e, poucos minutos volvidos, em nova oportunidade de Klaassen, a falhar o remate, frente a Trubin.
A vitória só pareceu mais segura a partir do momento em que Mourinho apostou tudo no reforço do sector defensivo, com a entrada de Tomás Araújo, a formar uma defesa a cinco, momento a partir do qual passou a dominar por completo a zona mais recuada do campo, evitando maiores sustos, face a um adversário que ia descrendo, já sem soluções.
Nesses dez minutos finais o Benfica teria então um par de lances em que, por fim, conseguiu lançar a bola para as costas da defesa contrária, beneficiando dos espaços, um deles aproveitado da melhor forma por Leandro Barreiro, numa boa combinação com Aursnes, a conseguir isolar-se e a não vacilar frente a Jaroš, selando o triunfo benfiquista.
No cômputo geral, se a vitória se poderá aceitar como desfecho com alguma lógica, atendendo à improdutividade do futebol ofensivo do Ajax, o marcador acabou por ser claramente lisonjeiro para o Benfica. Um caso notório em que o resultado foi bem melhor que a exibição.
Veremos se a equipa terá possibilidade de dar a sequência desejada, dada a imperiosa necessidade de ganhar também o(s) próximo(s) jogo(s), a começar pela recepção ao Napoli.
Liga dos Campeões – 2025-26 – 4ª Jornada – Resultados e Classificação
04.11.2025 - Slavia Praha - Arsenal 0-3 04.11.2025 - Napoli - Eintracht Frankfurt 0-0 04.11.2025 - Atlético de Madrid - Union Saint-Gilloise 3-1 04.11.2025 - Bodø/Glimt - AS Monaco 0-1 04.11.2025 - Juventus - Sporting 1-1 04.11.2025 - Liverpool - Real Madrid 1-0 04.11.2025 - Olympiacos - PSV Eindhoven 1-1 04.11.2025 - Paris Saint-Germain - Bayern München 1-2 04.11.2025 - Tottenham - F.C. Copenhagen 4-0 05.11.2025 - Pafos - Villarreal 1-0 05.11.2025 - Qarabağ - Chelsea 2-2 05.11.2025 - Ajax - Galatasaray 0-3 05.11.2025 - Club Brugge - FC Barcelona 3-3 05.11.2025 - Internazionale - Kairat Almaty 2-1 05.11.2025 - Manchester City - Borussia Dortmund 4-1 05.11.2025 - Newcastle United - Athletic Bilbao 2-0 05.11.2025 - O. Marseille - Atalanta 0-1 05.11.2025 - Benfica - Bayer Leverkusen 0-1








