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Liga Europa – 1/8 de final – Benfica – D. Zagreb

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Yuri Ribeiro (45m – Alejandro “Álex” Grimaldo), Luís Fernandes “Pizzi” (119m – Gedson Fernandes), Ljubomir Fejsa, Gabriel Pires, Andrija Živković (45m – Jonas Gonçalves), Rafael “Rafa” Silva e João Filipe “Jota” (62m – João Félix)

Dinamo ZagrebDinamo Zagreb – Dominik Livaković, Petar Stojanović, Kévin Théophile-Catherine, Emir Dilaver, Amir Rrahmani, Damian Kądzior (75m – Mario Šitum), Amer Gojak (97m – Iyayi Atiemwen), Nikola Moro, Dani Olmo, Mislav Oršić (109m – Dino Perić) e Bruno Petković (86m – Mario Gavranović)

1-0 – Jonas Gonçalves – 71m
2-0 – Francisco Ferreira “Ferro” – 94m
3-0 – Alejandro “Álex” Grimaldo – 105m

Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (67m), João Félix (74m), Alejandro “Álex” Grimaldo (90m) e Gabriel Pires (114m); Nikola Moro (14m), Bruno Petković (45m), Petar Stojanović (104m) e Kévin Théophile-Catherine (110m)

Cartão vermelho – Petar Stojanović (104m)

Árbitro – Deniz Aytekin (Alemanha)

O resultado da 1.ª mão (derrota por 0-1) era muito perigoso para o Benfica, que estava “proibido” de sofrer golos em casa, numa fase em que o acumular de jogos (praticamente de três em três dias, há mais de dois meses) implica a necessidade contínua de uma cuidada gestão do plantel. Assim, Bruno Lage procurou “poupar” Grimaldo, João Félix e Jonas (que iniciaram a partida no banco), voltando a ir a jogo Yuri Ribeiro e Andrija Živković, para além do regressado Fejsa, dando-se a estreia absoluta de Jota, elemento mais avançado, a par de Rafa, visando potenciar a rapidez desta dupla.

Mas, desde cedo, a formação croata mostrou ao que vinha, privilegiando uma estratégia de risco mínimo, em busca de manter a sua baliza inviolada, preservando assim a preciosa vantagem trazida de Zagreb, concentrando um número significativo de jogadores nas imediações do seu sector defensivo.

Não obstante o flagrante domínio territorial exercido, o Benfica experimentava, assim, grandes dificuldades para conseguir transpor a barreira croata, com a primeira nota de realce apenas aos 38 minutos, num remate de Pizzi, mas sem dificuldade acrescida para o guardião contrário.

Logo no recomeço da partida, Bruno Lage arriscou, fazendo entrar Grimaldo e Jonas, de forma a conseguir desbloquear o nulo. Para, por volta da hora de jogo, ser também chamado João Felix. E – depois de Vlachodimos ter feito já boa intervenção, a remate de Dani Olmo – a aposta seria premiada, aos 71 minutos, num lance em que Pizzi (com um cabeceamento atrasado) assistiu Jonas, o qual, transpondo a linha divisória da grande área, com um remate algo “enrolado”, mas bem colocado, não desperdiçou a oportunidade de voltar aos golos, repondo a igualdade na eliminatória.

Na parte final do tempo regulamentar, seria ainda o Benfica a única equipa a arriscar, em busca do golo que lhe proporcionasse a qualificação, procurando evitar as “horas extra” do prolongamento. Primeiro, por Rafa, a criar uma boa oportunidade, seguindo-se Jonas, com Livaković, outra vez, a negar o golo.

Chegava-se mesmo à meia hora adicional, com Gavranović e Pizzi, logo a abrir, a testarem a concentração dos dois guarda-redes. Jogava-se apenas o quarto minuto, quando Ferro, ainda fora da área, próximo da meia-lua, rematou forte e certeiro, para a baliza, com a bola a desferir um arco, batendo inapelavelmente Livaković,conseguindo um golo de belo efeito, colocando, pela primeira vez, o Benfica em vantagem na eliminatória.

Porém, um golo do D. Zagreb poderia colocar tudo em causa. E tal até poderia ter acontecido, quase de imediato, quando Gojak, de forma incrível, desperdiçou uma flagrante ocasião.

Numa primeira parte de prolongamento jogada a alta intensidade, o Benfica tranquilizaria definitivamente os seus adeptos, alcançando o golo da tranquilidade, ampliando o “placard” para um categórico 3-0, num bom remate de Grimaldo,com uma espécie de “chapéu”, com a bola primeiro a subir muito e, repentinamente, ao aproximar da linha de baliza, a cair bruscamente, sem reacção possível por parte do guarda-redes.

Na etapa final, já disputada a ritmo bastante mais reduzido, o grupo croata teria ainda nova oportunidade para reduzir a desvantagem, mas, desta vez, seria Atiemwen a não conseguir desfeitear Vlachodimos. Situação análoga se registaria ainda com Pizzi, com Livaković a impedir o que teria sido o 4-0.

Em qualquer caso, coroando a boa exibição realizada na segunda parte do tempo regulamentar e, sobretudo, na metade inicial do prolongamento, o marcador final evidencia de forma ajustada a superioridade do Benfica, que não “tinha necessidade” de ter sofrido (e de se desgastar) tanto para confirmar o apuramento, perante um adversário que lhe é notoriamente inferior.

14 Março, 2019 at 11:37 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)

Chelsea – D. Kyiv – 3-0
E. Frankfurt – Inter – 0-0
D. Zagreb – Benfica – 1-0
Napoli – RB Salzburg – 3-0
Valencia – Krasnodar – 2-1
Sevilla – Slavia Praha – 2-2
Rennes – Arsenal – 3-1
Zenit – Villarreal – 1-3

7 Março, 2019 at 10:51 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 de final – D. Zagreb – Benfica

Dinamo ZagrebDinamo Zagreb – Dominik Livaković, Petar Stojanović, Kévin Théophile-Catherine, Emir Dilaver, Marin Leovac, Mislav Oršić, Ivan Šunjić, Amer Gojak (78m – Nikola Moro), Damian Kądzior (84m – Mario Šitum), Dani Olmo e Bruno Petković (88m – Mario Gavranović)

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (70m – Andrija Živković), Florentino Luís (58m – Rafael “Rafa” Silva), Gabriel Pires, Filip Krovinović, João Félix e Haris Seferović (35m – Franco Cervi)

1-0 – Bruno Petković (pen.) – 38m

Cartões amarelos – Marin Leovac (68m), Petar Stojanović (75m) e Ivan Šunjić (83m)

Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)

Depois do empate caseiro ante o Galatasaray, numa abordagem conservadora, privilegiando a preservação da vantagem trazida de Istambul, o Benfica voltou a ficar em branco em Zagreb, mas pior, perdendo o jogo.

Procurando continuar a fazer a gestão do esforço, Bruno Lage fez alinhar Corchia, Gedson, Florentino e Krovinović, dando algum descanso a André Almeida, Samaris, Pizzi e Rafa.

A equipa portuguesa até começou bem, assumindo a posse de bola, dispondo mesmo de uma boa ocasião de golo, logo aos oito minutos, por Grimaldo, desmarcado por João Félix, a isolar-se perante o guardião croata, o qual, todavia, conseguiria sacudir a bola com o pé.

O Dínamo cedo começou a reagir, proporcionando a Vlachodimos uma boa intervenção, à passagem do minuto 20, a remate de Dani Olmo, um elemento que levou o perigo junto da área contrária por mais de uma vez.

As coisas passavam a correr mal para o Benfica, primeiro com a lesão de Seferović, e, escassos minutos volvidos, com Rúben Dias a provocar uma falta “escusada” sobre Dani Olmo, sancionada com grande penalidade, o que resultaria no que viria a ser o solitário tento desta partida.

Mas o desfecho podia ter sido mais desfavorável para as cores portuguesas, caso Vlachodimos não tivesse, outra vez, dado boa resposta, a suster o remate de Gojak, já em tempo de compensação da primeira parte.

Na segunda metade, depois de mais um lance de perigo logo a abrir, por Oršić (a rematar por alto), a turma croata começou a denotar estar agradada com o “placard”, adotando postura mais compacta, nas zonas de meio-campo e defensiva.

Uma equipa do Benfica a denotar alguma falta de frescura física ainda se esforçaria por alterar a tendência do jogo, com Rúben Dias, de cabeça, aos 68 minutos, ou num livre por Grimaldo, mas, de facto, os lances de maior perigo pertenceriam, de novo, ao D. Zagreb, mesmo em cima do final do encontro, por Oršić e Gavranović, com Ferro a salvar a sua baliza.

7 Março, 2019 at 8:47 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final

Chelsea – D. Kyiv
E. Frankfurt – Inter
D. Zagreb – Benfica
Napoli – RB Salzburg
Valencia – Krasnodar
Sevilla – Slavia Praha
Arsenal – Rennes
Zenit – Villarreal

Os jogos da primeira mão serão disputados a 7 de Março de 2019, estando a segunda mão agendada para 14 de Março.

22 Fevereiro, 2019 at 1:18 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2.ª mão)

                                  2ª mão     1ª mão      Total
D. Zagreb - Viktoria Plzeň          3-0        1-2        4-2
RB Salzburg - Brugge                4-0        1-2        5-2
Inter - Rapid Wien                  4-0        1-0        5-0
Genk - Slavia Praha                 1-4        0-0        1-4
Bayer Leverkusen - Krasnodar        1-1        0-0        1-1
Napoli - Zürich                     2-0        3-1        5-1
Chelsea - Malmö                     3-0        2-1        5-1
E. Frankfurt - Shakhtar Donetsk     4-1        2-2        6-3
Valencia - Celtic                   1-0        2-0        3-0
Betis - Rennes                      1-3        3-3        4-6
D. Kyiv - Olympiakos                1-0        2-2        3-2
Sevilla - Lazio                     2-0        1-0        3-0
Zenit - Fenerbahçe                  3-1        0-1        3-2
Villarreal - Sporting               1-1        1-0        2-1
Arsenal - BATE Borisov              3-0        0-1        3-1
Benfica - Galatasaray               0-0        2-1        2-1

Espanha, com três representantes (Valencia, Sevilla e Villarreal) apresentará o maior contingente nos 1/8 de final, seguindo-se Itália (Inter e Napoli), Inglaterra (Chelsea e Arsenal) e Rússia (Krasnodar e Zenit), cada um com dois clubes apurados.

Das equipas que transitaram da Liga dos Campeões mantêm-se em prova Inter, Napoli, Valencia e Benfica, tendo sido eliminados o Viktoria Plzeň, Brugge, Shakhtar Donetsk e Galatasaray.

Por seu lado, dos 12 vencedores da Fase de Grupos, foram eliminados: Bayer Leverkusen, Betis, Genk. Ao invés, qualificaram-se para os 1/8 de final três clubes que haviam terminado a Fase de Grupos no 2.º lugar: Slavia Praha, Krasnodar e Rennes.

21 Fevereiro, 2019 at 10:53 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 de final – Benfica – Galatasaray

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (83m – Gabriel Pires), Gedson Fernandes, Florentino Luís, Franco Cervi (59m – Rafael “Rafa” Silva), João Félix (76m – Jonas Gonçalves) e Haris Seferović

GalatasarayGalatasaray – Fernando Muslera, Mariano Ferreira, Christian Luyindama, Marcão, Yuto Nagatomo, Sofiane Feghouli (83m – Emre Akbaba), Ryan Donk (78m – Sinan Gümüş), Younès Belhanda, Papa “Badou” Ndiaye, Henry Onyekuru (83m – Yunus Akgün) e Mbaye Diagne

Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (90m); Marcão (4m) e Papa “Badou” Ndiaye (90m)

Árbitro – Ovidiu Alin Haţegan (Roménia)

Prosseguindo a gestão do plantel, Bruno Lage fez alinhar, nesta 2.ª mão da eliminatória, um misto dos considerados titulares na defesa (agora com a inclusão de Ferro), mantendo um trio de elementos da zona intermediária que tinha jogado em Istambul (Florentino, Gedson e Cervi), chamando Pizzi, mas fazendo repousar Gabriel, Samaris e Rafa.

Adoptando uma toada conservadora, procurando jogar pelo seguro, a iniciativa de jogo coube, ainda assim, em maior escala, ao Benfica, perante uma formação do Galatasaray que ia denotando muitas dificuldades em elaborar jogadas com “princípio, meio e fim”, que pudessem colocar em risco a linha defensiva contrária.

Assim, ainda antes dos dez minutos, beneficiando de uma falha da equipa turca, Pizzi ofereceu uma oportunidade que, porém, Cervi, isolado frente ao guardião adversário, não aproveitou.

Sem grandes ocasiões dignas de registo, anota-se ainda um outro lance, com um corte temerário de Marcão, que podia ter resultado na introdução da bola na sua própria baliza.

No reatamento, o Benfica apostou ainda em chegar ao golo, tendo tido, por volta da hora de jogo, a principal ocasião de perigo, com a bola a sobrar para João Félix, na pequena área, mas este a rematar desenquadrado, por alto.

Não obstante, e à medida que o tempo ia decorrendo, o Benfica foi, gradualmente, privilegiando o minorar do risco, como que abdicando da busca da vitória neste jogo, mas sem deixar de ter a situação sob controlo, apesar de o Galatasaray ter forçado, nos minutos finais, a trabalhos extra, chegando inclusivamente a provocar um ou outro susto.

Mas, efectivamente, a equipa turca apenas a cinco minutos do final do desafio teria ocasião para marcar, a remate de cabeça de Diagne, defendido por Vlachodimos, com Akbaba a recarregar para a baliza, num lance invalidado pelo árbitro, que terá ajuizado mal. Antes, ainda na primeira metade, também o Benfica reclamara de um grande penalidade não assinalada.

Ficando em branco pela primeira vez no “consulado” de Bruno Lage, após onze jogos sempre a marcar (total de 35 golos), nos quais obteve dez vitórias, esta foi a exibição menos conseguida da equipa benfiquista, que, ainda assim, justifica plenamente a vitória na eliminatória, pela forma como conseguiu controlar a preciosa vantagem trazida de Istambul.

21 Fevereiro, 2019 at 10:52 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 de final (1.ª mão)

Viktoria Plzeň – D. Zagreb – 2-1
Brugge – RB Salzburg – 2-1
Rapid Wien –  Inter – 0-1
Slavia Praha – Genk – 0-0
Krasnodar – Bayer Leverkusen – 0-0
Zürich – Napoli – 1-3
Malmö – Chelsea – 1-2
Shakhtar Donetsk – E. Frankfurt – 2-2
Celtic – Valencia – 0-2
Rennes – Betis – 3-3
Olympiakos – D. Kyiv – 2-2
Lazio – Sevilla – 0-1
Fenerbahçe – Zenit – 1-0 (12.02.2019)
Sporting – Villarreal – 0-1
BATE Borisov – Arsenal – 1-0
Galatasaray – Benfica – 1-2

14 Fevereiro, 2019 at 10:58 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 de final – Galatasaray – Benfica

GalatasarayGalatasaray – Fernando Muslera, Martin Linnes (73m – Mariano Ferreira), Christian Luyindama, Marcão, Yuto Nagatomo, Younès Belhanda, Fernando, Papa “Badou” Ndiaye (73m – Sinan Gümüş), Sofiane Feghouli, Mbaye Diagne e Henry Onyekuru

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Yuri Ribeiro, Florentino Luís, Gedson Fernandes (87m – Andreas Samaris), Franco Cervi (81m – Filip Krovinović), Eduardo Salvio (48m – Gabriel Pires), João Félix e Haris Seferović

0-1 – Eduardo Salvio (pen.) – 27m
1-1 – Christian Luyindama – 54m
1-2 – Haris Seferović – 64m

Cartões amarelos – Fernando (40m), Badou Ndiaye (50m) e Yuto Nagatomo (70m); Gedson Fernandes (41m), Gabriel Pires (53m) e João Félix (90m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Na estreia europeia de Bruno Lage como técnico principal do Benfica, encerrado que foi o consulado de Rui Vitória, uma desassombrada aposta na formação benfiquista, com seis jogadores no “onze” inicial (Rúben Dias, Ferro, Yuri Ribeiro, Florentino, Gedson e João Félix) – num dia em que se estrearam também, a este nível, Corchia e Krovinovic (este a ser precisamente o 400.º jogador a alinhar pelo Benfica na história das competições europeias), para além dos jovens Ferro, Yuri Ribeiro e Florentino, assim, como na presente temporada, Samaris -, num grupo com a mais baixa média etária da prova (22 anos).

Uma verdadeira “revolução”, que, para além da ausência dos lesionados Jardel, Fejsa e Jonas (este, em processo de recuperação da forma física), prescindindo ainda dos habituais titulares André Almeida, Grimaldo, Rafa e Pizzi – o qual viu assim interrompida uma fantástica série de 35 jogos consecutivos pelo Benfica nas competições europeias (todos os disputados pelo clube, desde a sua estreia, a 09.12.2014, frente ao Bayer Leverkusen), não tendo conseguido, pois, alcançar os “recordistas” Nené e Artur Moraes, ambos com 37 jogos sucessivos pelo Benfica nas provas da UEFA -, acabaria por ser bem sucedida, com a primeira vitória benfiquista na Turquia, ao oitavo confronto.

Tendo abordado a partida com atitude positiva, a verdade é que, naturalmente bastante mais rotinado, e potenciando o factor casa, o Galatasaray começaria por assumir a iniciativa do jogo, tendo tido um primeiro lance de perigo, num remate de Onyekuru, desviado por Corchia.

Para além de alguns lances de bola parada, os turcos procuravam aproveitar também algumas desconcentrações da jovem equipa portuguesa, com perdas de bola a meio campo, pelo que seria algo “contra a corrente” que o Benfica inauguraria o marcador, ainda antes da meia hora de jogo, na conversão de uma grande penalidade, a sancionar um pretenso toque com o braço de Marcão (defesa que alinhou no Rio Ave e no Chaves) na área de rigor, após cruzamento de Yuri Ribeiro, a solicitar Salvio.

Com o 12.º golo apontado, Eduardo Salvio igualou Simão Sabrosa, a fechar o “top ten” de marcadores do Benfica na Europa, apenas a um tento do brasileiro Isaías, como terceiro melhor goleador estrangeiro (numa lista liderada, de forma destacada, por Óscar Cardozo, com 34 golos).

De seguida, Fernando colocaria ainda à prova o guardião do Benfica, mas o resultado manter-se-ia até ao termo da metade inicial.

Na etapa complementar, o Galatasaray surgiu ainda mais agressivo, rapidamente chegando ao tento do empate, por Luyindama, depois de se ter libertado de Yuri Ribeiro.

Mas, contrariamente ao que poderia supor-se à relativa inexperiência da equipa portuguesa, a reacção à adversidade (Salvio saíra por lesão, ainda antes do tento sofrido) foi bastante boa, com Seferović, apenas dez minutos volvidos, a dar a melhor sequência a um bom lançamento de Rúben Dias, a superar Marcão e a recolocar o Benfica em vantagem no marcador e em posição ainda mais favorável no contexto da eliminatória.

Com Florentino a notabilizar-se pela sua acção a meio-campo, bem apoiado por Gabriel, o cada vez mais personalizado conjunto português soube preservar tão preciosa vantagem, para o que contou também com decisivo contributo de Vlachodimos, com uma excelente intervenção, a impedir que Luyindama pudesse bisar, já próximo do termo do desafio.

Em síntese, a ousadia de Bruno Lage – perfeito conhecedor do clube e dos seus recursos disponíveis -, bem interpretada pelos seus “meninos do Seixal” foi justamente premiada, saindo de Istambul “aprovados com louvor e distinção”, com caminho aberto para poder seguir em frente na Liga Europa, condição necessariamente a confirmar em Lisboa.

14 Fevereiro, 2019 at 8:50 pm Deixe um comentário

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