O Pulsar do Campeonato – 13ª Jornada

(“O Templário”, 27.05.2021)
Ainda com duas jornadas por disputar, num campeonato esta temporada reduzido a metade da sua extensão normal, o Coruchense, vencendo em Tomar, garantiu, desde já, matematicamente, a conquista do 1.º lugar, repetindo assim os triunfos obtidos em 2015 e 2017 – e depois de ter sido, entretanto, 2.º classificado em 2019 e 3.º na época passada, à data da interrupção da competição. O emblema do Sorraia consegue, desta forma, a terceira promoção aos campeonatos nacionais, nos últimos sete anos.
Destaques – O grande destaque da 13.ª e antepenúltima ronda foi, precisamente, a vitória (1-0) averbada pelo Coruchense perante o U. Tomar, que ocupava – depois do acerto de calendário de meio da semana passada – o 3.º posto da pauta classificativa.
A formação de Coruche, necessitando apenas de um ponto para confirmar o 1.º lugar, entrou praticamente a ganhar, tendo apontado o seu tento ainda antes de completados cinco minutos. Defrontando uma equipa tomarense privada de dois dos seus “elementos-chave” na estrutura defensiva (Nuno Rodrigues e Siaka Bamba), os visitantes foram muito eficazes, colocando-se em posição privilegiada logo desde a fase inicial da partida.
Os unionistas – outra vez com uma má entrada em jogo, tal como sucedera em Abrantes – sentiram o golo sofrido, tendo o adversário voltado a assustar, à passagem da meia hora, desta feita sem concretizar. Por seu lado, os nabantinos desperdiçariam soberana ocasião de empatar, por volta dos 35 minutos, não aproveitando momento de desconcentração do guardião contrário, tendo igualmente criado outras duas situações de perigo ainda antes do intervalo.
Na segunda metade o Coruchense adoptou uma toada de contenção, centrando-se sobretudo em ir gerindo o tempo – confiante que o objectivo (no mínimo, o empate) não lhe fugiria –, o que não impediria o União de criar ainda mais três boas oportunidades de golo, incluindo uma bola no ferro. Mas faltaria aos homens da casa um mínimo de eficácia para, pelo menos, evitar a derrota.
Destaca-se, igualmente, o triunfo averbado pelo Cartaxo, nas Fazendas de Almeirim, batendo o Fazendense (esta época com rendimento abaixo do que nos vinha habituando) por 2-0, ascendendo assim ao 2.º lugar, pese embora já a irrecuperáveis nove pontos do líder.
Realce, ainda, para mais um bom resultado do Mação, a confirmar o seu potencial, impondo-se por 2-0 em Samora Correia, subindo à 3.ª posição, que partilha agora com o Abrantes e Benfica, ambos somente a um ponto do Cartaxo, e, após esta jornada, dois pontos acima do U. Tomar.
Não tendo sido propriamente uma surpresa o desfecho do embate entre Rio Maior e Riachense, foi bem expressiva a goleada (6-0) imposta pelos riomaiorenses, o que lhes proporcionou ultrapassar igualar o Torres Novas na tabela, numa disputa muito apertada pela manutenção.
Surpresas – Ao invés, foram de alguma forma inesperados os empates registados no Abrantes e Benfica-Amiense (eram, antes deste encontro, respectivamente, 2.º e 10.º classificados), não tendo os abrantinos, actuando no seu reduto, conseguido desfazer o nulo; assim como no Glória do Ribatejo-Ferreira do Zêzere (neste caso, igualdade a duas bolas), sendo que os ferreirenses – a reagir muito bem à adversidade, que lhes provocara bem pesados desaires, por 0-7 (em Samora Correia) e 0-6 (em Alcanena, para a Taça), por duas vezes estiveram em vantagem, acabando por deixar escapar a vitória já nos derradeiros minutos.
Confirmações – Nos outros dois jogos os resultados enquadram-se no que seria expectável: vitória (3-1) do Entroncamento, na recepção ao Moçarriense, não desperdiçando a oportunidade de somar três preciosos pontos, recolando ao Ferreira do Zêzere e aproximando-se do Torres Novas, ao mesmo tempo que sentenciava o grupo da Moçarria, já virtualmente despromovido; e repartição de pontos (1-1) no Torres Novas-Alcanenense, bem mais vantajoso para os forasteiros, já tranquilos, que para os torrejanos, outra vez envolvidos na zona mais problemática da tabela.
II Divisão Distrital – Na série Norte, houve um resultado de “sensação”, com a goleada (4-1) obtida pelo Fátima no terreno do Espinheirense, a “devolver” a derrota (2-4) sofrida na primeira volta e “baralhando” as contas da promoção. O Caxarias-Vasco da Gama teve grande animação, com sucessivas cambiantes, terminando com triunfo dos visitados por 4-3.
A Sul, os dois primeiros ganharam e consolidaram posições: o Benavente, recebendo o Forense, venceu por 4-1; o Salvaterrense, também em casa, derrotou o Benfica do Ribatejo por 3-0, dispondo agora de uma margem de seis pontos face aos mais directos perseguidores (Forense e Porto Alto, tendo este vencido por 3-1 em Alpiarça).
Campeonato de Portugal – O U. Santarém, com um positivo empate a zero alcançado em Alverca, garantiu desde já – ainda com uma jornada por disputar –, tal como o seu adversário, o apuramento para a futura “Liga 3”.
Antevisão – Na I Divisão Distrital, com a questão do 1.º lugar já decidida, destaca-se, em especial, na disputa pelo 2.º posto, o Cartaxo-Abrantes e Benfica. O U. Tomar, que baixou à 5.ª posição, agora com remotas possibilidades de atingir ainda a vice-liderança, recebe o Amiense. Na luta pela “sobrevivência”, o Ferreira do Zêzere-Entroncamento afigura-se um embate cujo desfecho poderá vir a revelar-se crucial.
No escalão secundário, a Norte, teremos um único desafio, Vasco da Gama-At. Ouriense, o qual poderá permitir à turma de Ourém distanciar-se ainda mais na liderança. A Sul, o guia, Benavente, tem uma curta viagem até Coruche, para defrontar o “lanterna vermelha”, Rebocho, sendo amplamente favorito; por seu lado, o Salvaterrense desloca-se a Samora Correia, anotando-se ainda o Forense-Marinhais.
Na derradeira ronda da fase de qualificação para a “Liga 3”, com os dois lugares de apuramento da série já garantidos por Alverca e U. Santarém, os escalabitanos recebem o Marinhense, em partida que pouco mais traduzirá que “cumprir calendário”.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 27 de Maio de 2021)
Liga dos Campeões – Final – Manchester City – Chelsea
Manchester City – Ederson Moraes, Kyle Walker, John Stones, Rúben Dias, Oleksandr Zinchenko, Bernardo Silva (64m – Fernandinho), İlkay Gündoğan, Phil Foden, Riyad Mahrez, Kevin De Bruyne (60m – Gabriel Jesus) e Raheem Sterling (77m – Sergio Agüero)
Chelsea – Édouard Mendy, Reece James, César Azpilicueta, Thiago Silva (39m – Andreas Christensen), Antonio Rüdiger, Ben Chilwell, Jorge Frello Filho “Jorginho”, N’Golo Kanté, Kai Havertz, Mason Mount (80m – Mateo Kovačić) e Timo Werner (66m – Christian Pulišić)
0-1 – Kai Havertz – 42m
Cartões amarelos – İlkay Gündoğan (35m) e Gabriel Jesus (88m); Antonio Rüdiger (57m)
Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
Estádio do Dragão – Porto
Com a final da “Liga dos Campeões” a ser disputada, pelo segundo ano sucessivo, em Portugal, desta vez no Porto, no regresso do público ao estádio, com cerca de 1/3 da lotação (aproximadamente 15.000 adeptos, repartidos pelas duas equipas finalistas), registou-se um jogo de grande intensidade competitiva, com as duas equipas muito encaixadas.
Coube ao Manchester City – ao qual era creditado maior favoritismo, atendendo nomeadamente ao percurso de ambas as equipas na “Premier League”, sendo que, por outro lado, chegava a esta final com apenas um empate cedido (ante o FC Porto) em 12 jogos disputados na competição – procurar assumir a iniciativa, mas tais tentativas esbarraram sempre na solidez defensiva do Chelsea, que chega ao termo da competição, após 13 jogos, com apenas quatro golos sofridos (menos um que o adversário).
Em paralelo, a formação de Londres – apenas derrotada, na edição deste ano da prova, pelo FC Porto – ia “mantendo em sentido” o oponente, procurando explorar o contra-ataque, o que viria a frutificar já próximo do intervalo, com Havertz, após um lançamento em profundidade, a contornar Ederson, e a empurrar a bola para a baliza deserta.
Na segunda metade a toada de jogo não se alterou significativamente, pese embora o City tentasse “apertar” mais, tendo, entretanto, o Chelsea beneficiado de oportunidade para ampliar a marca, com Pulišić a rematar ao lado. A melhor ocasião da turma de Guardiola surgiria já em período de compensação – numa fase já algo “em desespero” -, mas o resultado não se alterou, sendo Tuchel a fazer a festa (assim se “desforrando” da final perdida no ano passado, ao comando do Paris Saint-Germain).
Ao invés, as duas equipas de Manchester, favoritas à partida, acabaram por perder, ambas, as finais europeias desta temporada.
A lista de vencedores, nas 66 edições já disputadas da competição (sob as designações de Taça dos Campeões Europeus e, desde 1992-93, Liga dos Campeões), passou a ser assim ordenada:
- Real Madrid – 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
- AC Milan – 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
- Liverpool – 6 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84, 2004-05 e 2018-19)
- Bayern München – 6 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01, 2012-13 e 2019-20)
- Barcelona – 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
- Ajax – 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
- Inter – 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
- Manchester United – 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
- Benfica – 2 (1960-61 e 1961-62)
- Nottingham Forest – 2 (1978-79 e 1979-80)
- Juventus – 2 (1984-85 e 1995-96)
- FC Porto – 2 (1986-87 e 2003-04)
- Chelsea – 2 (2011-12 e 2020-21)
- Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); e Borussia Dortmund (1996-97).
Liga Europa – Final – Villarreal – Manchester United
O Villarreal, clube que lidera o “ranking” histórico global da Liga Europa, culminou esse domínio com a conquista da edição desta época do troféu (sagrando-se assim vencedor, pela primeira vez, de uma grande prova europeia), em detrimento do Manchester United, no que constitui o 4.º título de Unai Emery na competição (depois dos obtidos pelo Sevilla, de 2014 a 2016).
Após um empate 1-1 no final do tempo regulamentar (pese embora o Manchester United ter procurado com mais insistência ganhar o jogo), o qual se manteve inalterado no prolongamento, teve lugar uma incrível série de 22 pontapés da marca de grande penalidade convertidos consecutivamente, até que – tendo, necessariamente, sido também os guarda-redes chamados a tentar marcar – David de Gea falhou a sua tentativa, proporcionando o triunfo da equipa espanhola por 11-10!
Foi o desfecho perfeito para uma excelente campanha do Villarreal, em que manteve a invencibilidade nos 14 jogos disputados (tendo somado 12 vitórias e 2 empates) – a que acresce ainda a vitória administrativa ante o Qarabağ, em encontro da última ronda da fase de grupos, não realizado devido a surto de “COVID” na rquipa do Azerbaijão.
No Palmarés da prova, após as 12 edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, é a seguinte a lista de vencedores: Sevilla (2014, 2015, 2016 e 2020), At. Madrid (2010, 2012 e 2018), Chelsea (2013 e 2019), FC Porto (2011), Manchester United (2017) e Villarreal (2021).
Nas 38 edições anteriores (nas temporadas de 1971-72 a 2008-09), com a denominação da Taça UEFA, sagraram-se vencedores: Juventus (1977, 1990 e 1993), Inter (1991, 1994 e 1998) e Liverpool (1973, 1976 e 2001), com três títulos cada; Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979), Tottenham (1972 e 1984), Real Madrid (1985 e 1986), Göteborg (1982 e 1987), Parma (1995 e 1999), Feyenoord (1974 e 2002) e Sevilla (2006 e 2007), cada um com dois troféus; PSV Eindhoven (1978), Eintracht Frankfurt (1980), Ipswich Town (1981), Anderlecht (1983), Bayer Leverkusen (1988), Napoli (1989), Ajax (1992), Bayern München (1996), Schalke 04 (1997), Galatasaray (2000), FC Porto (2003), Valencia (2004), CSKA Moscovo (2005), Zenit St. Petersburg (2008) e Shakhtar Donetsk (2009).
Antes disso, criada em 1955, a par com a Taça dos Campeões Europeus, disputou-se, até à época de 1970-71, em 13 edições, a designada Taça das Cidades com Feiras, prova que seria precursora da Taça UEFA, apesar de não ser reconhecida a nível oficial pela UEFA, que teve por vencedores: Barcelona (1958, 1960 e 1966); Valencia (1962 e 1963) e Leeds United (1968 e 1971); Roma (1961), Zaragoza (1964), Ferencvaros (1965), D. Zagreb (1967), Newcastle (1969) e Arsenal (1970).
Num exercício de “consolidação” dos vencedores da competição nas suas três fórmulas/designações, temos os seguintes clubes que conquistaram mais do que um troféu: Sevilla (6); Barcelona, Juventus, Inter, Liverpool, Valencia e At. Madrid (3 cada); Leeds United, Borussia Mönchengladbach, Tottenham, Real Madrid, Göteborg, Parma, Feyenoord, FC Porto e Chelsea (2 cada).
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 26 12 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14; 2016-17 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13; 2019-20; 2020-21 FC Porto 17 14 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11; 2019-20 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08; 2015-16; 2018-19 Sporting 17 12 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15; 2018-19 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12; 2017-18 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Sp. Braga 3 4 1965-66; 2015-16; 2020-21 1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 6 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11; 2016-17 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 D. Aves 1 - 2017-18 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXXI 2020-21 Sp. Braga Benfica 2-0 LXXX 2019-20 FC Porto Benfica 2-1 LXXIX 2018-19 Sporting FC Porto 2-2 (5-4 g.p.) LXXVIII 2017-18 D. Aves Sporting 2-1 LXXVII 2016-17 Benfica V. Guimarães 2-1 LXXVI 2015-16 Sp. Braga FC Porto 2-2 (4-2 g.p.) LXXV 2014-15 Sporting Sp. Braga 2-2 (3-1 g.p.) LXXIV 2013-14 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-13 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-12 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-11 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-10 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-09 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-08 Sporting FC Porto 2-0 (a.p.) LXVII 2006-07 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-06 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-05 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-04 Benfica FC Porto 2-1 (a.p.) LXIII 2002-03 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-02 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-01 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-00 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-99 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-98 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-97 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-96 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-95 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-94 FC Porto Sporting 0-0 2-1 (a.p.) LIII 1992-93 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-92 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-91 FC Porto Beira-Mar 3-1 (a.p.) L 1989-90 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-89 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-88 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-87 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-86 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-85 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-84 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-83 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-82 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-81 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-80 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-79 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-78 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-77 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-76 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-75 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-74 Sporting Benfica 2-1 (a.p.) XXXIII 1972-73 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-72 Benfica Sporting 3-2 (a.p.) XXXI 1970-71 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-70 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-69 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-68 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-67 V. Setúbal Académica 3-2 (a.p.) XXVI 1965-66 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-65 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-64 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-63 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-62 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-61 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-60 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-59 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-58 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-57 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-56 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-55 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-54 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-53 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-52 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-51 Benfica Académica 5-1 X 1948-49 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-48 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-46 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-45 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-44 Benfica Estoril 8-0 V 1942-43 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-42 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-41 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-40 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-39 Académica Benfica 4-3
O Pulsar do Campeonato – Taça do Ribatejo – 1/16 de final

(“O Templário”, 20.05.2021)
Na retoma da Taça do Ribatejo – cujo “pontapé de saída” (pré-eliminatória) tinha sido dado já em Outubro, portanto há sete meses! –, agora para disputa da 1.ª eliminatória, correspondente aos 1/16 avos de final, tendo, todavia, sido disputados apenas onze encontros, não houve “tomba-gigantes”, nem, sequer, grandes surpresas. Apuraram-se para os 1/8 avos de final nada menos de 13 clubes primodivisionários, a que se juntam três da divisão secundária (dois deles tendo eliminado adversários do mesmo escalão, e, o terceiro, beneficiando de desistência).
Os três clubes da I Divisão entretanto já afastados da prova (Amiense, Ferreira do Zêzere e Torres Novas) foram, pois, eliminados por rivais do mesmo campeonato.
Destaques – Ainda assim, estiveram em evidência, em especial, o Rio Maior e o Moçarriense. No primeiro caso, os riomaiorenses venceram por 2-1 o Amiense, afastando da prova a turma de Amiais de Baixo, emblema de grandes tradições nesta competição – que já por três vezes se sagrou vencedor do troféu – e que, pela primeira vez, pelo menos nas últimas 13 épocas, falhará a presença nos 1/8 avos de final.
No caso do Moçarriense, “lanterna vermelha” do campeonato, tendo imposto uma igualdade a um golo na deslocação a Torres Novas, revelou-se de plena eficácia no desempate da marca de grande penalidade (converteu seis em outras tantas tentativas), apurando-se também para a fase seguinte, contribuindo assim para agravar a “crise” de resultados dos torrejanos.
Em geral esta eliminatória foi marcada por um acentuado desnível entre as equipas, traduzido em múltiplas goleadas, de que se destacam: os 6-0 aplicados pelo Alcanenense ao Ferreira do Zêzere (conjunto a atravessar período muito difícil, tendo sido também já goleado, na retoma do campeonato, por 7-0, em Samora Correia); assim como as vitórias por 4-0 do U. Tomar em Marinhais e do Mação em Ourém, frente ao At. Ouriense (equipa que lidera a série Norte da II Divisão Distrital, mas que não conseguiu oferecer melhor réplica ao seu poderoso oponente).
No que respeita ao U. Tomar, a equipa unionista encarou este desafio com uma atitude de seriedade e responsabilidade, respeitando o adversário (5.º classificado na série Sul do escalão secundário), acabando por impor-se com naturalidade. Não esteve porém, a salvo de alguns sustos, com o grupo de Marinhais, logo na fase inicial do encontro, a ter duas ou três ocasiões de grande perigo junto da baliza tomarense. Por coincidência, os nabantinos tinham também eliminado, na época passada, este mesmo adversário, e, igualmente, na eliminatória de acesso aos 1/8 avos de final, então em Tomar, e pelo resultado de 4-1, o que, inclusivamente conseguiram agora superar, mesmo actuando em terreno alheio.
Com esta vitória, U. Tomar e Fazendense passam a ser os únicos “totalistas”, que garantiram o apuramento para os 1/8 avos de final em todas as últimas 13 edições da Taça do Ribatejo!.
Confirmações – Foram também por margem dilatada os triunfos obtidos pelos outros quatro clubes da I Divisão que defrontaram rivais do escalão inferior, mesmo tendo jogado também, todos eles, na condição de visitantes: 4-1 da Glória do Ribatejo no “derby”, em Benfica do Ribatejo; e vitórias por 3-0 do Cartaxo, do Abrantes e Benfica e do Entroncamento AC, respectivamente nas Caxarias, em Boleiros (Fátima), frente ao Vasco da Gama, e em Alpiarça, ante o Águias.
Realça-se, assim, o que será a 9.ª participação do grupo da Glória do Ribatejo nos 1/8 avos de final, portanto uma presença assídua em fases relativamente avançadas da prova. Por seu lado, o Entroncamento AC, em função da qualificação agora obtida, irá estrear-se em tal eliminatória.
Nas duas partidas entre formação da II Divisão, o Espinheirense goleou também, em Coruche, o grupo do Rebocho, por 5-2, apurando-se – apenas pela segunda vez nos últimos 13 anos –, para a próxima ronda, eliminatória na qual receberá o U. Tomar; por fim, no Porto Alto, houve lugar à reedição do confronto com o Salvaterrense, que, depois de ali ter vencido por 3-0 na semana anterior, para o campeonato, não foi agora além do empate a uma bola, mas acabando por superiorizar-se no desempate da marca de grande penalidade, conseguindo apurar-se também.
As equipas do Pego e do Pontével (que haviam abdicado da competição logo no início da temporada) e do Aldeiense, Ortiga e Tramagal, as quais decidiram não retomar a actividade neste final de época, desistiram da prova, pelo que Riachense, Samora Correia, Fazendense, Coruchense e Fátima tinham já antecipadamente assegurado presença nos 1/8 avos de final da Taça do Ribatejo, sem necessidade de entrar em campo.
Campeonato de Portugal – O U. Santarém, depois de ter atravessado fase mais difícil a meio da temporada, parece agora revigorado, tendo obtido um excelente triunfo em Condeixa, ganhando por 3-2, o que lhe proporcionou isolar-se no 2.º posto, colocando-se em posição de acesso à futura “Liga 3”, apresentando-se em situação privilegiada, com três pontos de vantagem sobre esse mesmo adversário, a duas rondas do termo desta competição.
Antevisão – No fim-de-semana estarão de regresso os campeonatos distritais. Na I Divisão, o “jogo-grande” da 13.ª (e antepenúltima) jornada será o que coloca frente-a-frente os dois primeiros da classificação, com o U. Tomar a receber o Coruchense, com a turma do Sorraia a poder festejar, desde já, a conquista do título, em caso de vitória, num desafio em que os tomarenses têm também em jogo a ambição de, pelo menos, conseguir alcançar o 2.º lugar final.
Outros encontros de interesse serão também, muito especialmente, o Fazendense-Cartaxo (respectivamente, 6.º e 3.º classificados) e o Samora Correia-Mação (no 8.º e 4.º lugares). Por seu lado, o Rio Maior, recebendo o Riachense, e o Entroncamento, que terá a visita do Moçarriense, enfrentam partidas cruciais na perspectiva da manutenção no escalão principal.
Na II Divisão, a Norte, realce para o Espinheirense-Fátima, actuais 2.º e 3.º classificados, na perseguição ao líder, At. Ouriense, o qual folgará nesta 12.ª ronda. A Sul, o guia, Benavente, recebe o Forense (3.º), enquanto o Salvaterrense (2.º) defronta o Benfica do Ribatejo (5.º).
Na penúltima jornada da fase de apuramento para a “Liga 3”, o U. Santarém terá deslocação de elevado grau de dificuldade, a Alverca, para defrontar o comandante da série, ao qual bastará um ponto para confirmar o apuramento para tal novo escalão, em estreia na próxima época.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 20 de Maio de 2021)
Convocados para o “EURO 2020”
Guarda-redes – Anthony Lopes (Lyon), Rui Patrício (Wolverhampton) e Rui Silva (Granada);
Defesas – João Cancelo (Manchester City), Nélson Semedo (Wolverhampton), José Fonte (Lille), Pepe (FC Porto), Rúben Dias (Manchester City), Nuno Mendes (Sporting) e Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund);
Médios – Danilo Pereira (Paris Saint-Germain), João Palhinha (Sporting), Rúben Neves (Wolverhampton), Bruno Fernandes (Manchester United), João Moutinho (Wolverhampton), Renato Sanches (Lille), Sérgio Oliveira (FC Porto) e William Carvalho (Bétis);
Avançados – Pedro Gonçalves (Sporting), André Silva (Eintracht Frankfurt), Bernardo Silva (Manchester City), Cristiano Ronaldo (Juventus), Diogo Jota (Liverpool), Gonçalo Guedes (Valencia), João Félix (Atlético Madrid) e Rafa Silva (Benfica).
O seleccionador nacional, Fernando Santos, anunciou esta noite o nome dos 26 jogadores convocados para a Fase Final do Campeonato da Europa de Futebol, a disputar de 11 de Junho a 11 de Julho em 12 cidades europeias.
Em relação à anterior competição (Mundial 2018) – em que o número de convocados era de 23 -, verifica-se uma significativa remodelação, com a entrada de treze jogadores: Rui Silva, João Cancelo, Nélson Semedo, Nuno Mendes, Danilo Pereira, João Palhinha, Rúben Neves, Renato Sanches, Sérgio Oliveira, Pedro Gonçalves, Diogo Jota, João Félix e Rafa Silva.
Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados os seguintes dez jogadores: Beto, Cédric Soares, Ricardo Pereira, Bruno Alves, Mário Rui, João Mário, Manuel Fernandes, Adrien Silva, Gelson Martins e Ricardo Quaresma.
Dos Campeões Europeus de há cinco anos, em França, mantêm-se os seguintes onze: os guardiões Rui Patrício e Anthony Lopes, Pepe, José Fonte, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Danilo Pereira, João Moutinho, Renato Sanches, Rafa Silva e Cristiano Ronaldo.
Na convocatória hoje anunciada, o Sporting conta com três jogadores, o FC Porto com dois, enquanto o Benfica tem somente um. Regista-se, portanto, um contingente de 20 elementos a actuar em clubes estrangeiros (nove do campeonato de Inglaterra, quatro de Espanha e de França, dois da Alemanha e um de Itália – face a um total de 17 na convocatória anterior -, com destaque para o Wolverhampton (com quatro representantes) e Manchester City (três).
I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra
Época Campeão 2º 3º 4º 2020-21 Sporting FC Porto Benfica Sp. Braga 2019-20 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2018-19 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2017-18 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2016-17 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 2015-16 Benfica Sporting FC Porto Sp. Braga 2014-15 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2013-14 Benfica Sporting FC Porto Estoril 2012-13 FC Porto Benfica P. Ferreira Sp. Braga 2011-12 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2010-11 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2009-10 Benfica Sp. Braga FC Porto Sporting 2008-09 FC Porto Sporting Benfica Nacional 2007-08 FC Porto Sporting V. Guimarães Benfica 2006-07 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2005-06 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2004-05 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2003-04 FC Porto Benfica Sporting Nacional 2002-03 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 2001-02 Sporting Boavista FC Porto Benfica 2000-01 Boavista FC Porto Sporting Sp. Braga 1999-00 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1998-99 FC Porto Boavista Benfica Sporting 1997-98 FC Porto Benfica V. Guimarães Sporting 1996-97 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 1995-96 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1994-95 FC Porto Sporting Benfica V. Guimarães 1993-94 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1992-93 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1991-92 FC Porto Benfica Boavista Sporting 1990-91 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1989-90 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1988-89 Benfica FC Porto Boavista Sporting 1987-88 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1986-87 Benfica FC Porto V. Guimarães Sporting 1985-86 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1984-85 FC Porto Sporting Benfica Boavista 1983-84 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 1982-83 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1981-82 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1980-81 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1979-80 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1978-79 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1977-78 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1976-77 Benfica Sporting FC Porto Boavista 1975-76 Benfica Boavista Belenenses FC Porto 1974-75 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1973-74 Sporting Benfica V. Setúbal FC Porto 1972-73 Benfica Belenenses V. Setúbal FC Porto 1971-72 Benfica V. Setúbal Sporting CUF 1970-71 Benfica Sporting FC Porto V. Setúbal 1969-70 Sporting Benfica V. Setúbal Barreirense 1968-69 Benfica FC Porto V. Guimarães V. Setúbal 1967-68 Benfica Sporting FC Porto Académica 1966-67 Benfica Académica FC Porto Sporting 1965-66 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1964-65 Benfica FC Porto CUF Académica 1963-64 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1962-63 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1961-62 Sporting FC Porto Benfica CUF 1960-61 Benfica Sporting FC Porto V. Guimarães 1959-60 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1958-59 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1957-58 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1956-57 Benfica FC Porto Belenenses Sporting 1955-56 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1954-55 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1953-54 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1952-53 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1951-52 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1950-51 Sporting FC Porto Benfica Atlético 1949-50 Benfica Sporting Atlético Belenenses 1948-49 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1947-48 Sporting Benfica Belenenses Estoril 1946-47 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1945-46 Belenenses Benfica Sporting Olhanense 1944-45 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1943-44 Sporting Benfica Atlético FC Porto 1942-43 Benfica Sporting Belenenses Unidos Lisboa 1941-42 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1940-41 Sporting FC Porto Belenenses Benfica 1939-40 FC Porto Sporting Belenenses Benfica 1938-39 FC Porto Sporting Benfica Belenenses 1937-38 Benfica FC Porto Sporting Carcavelinhos 1936-37 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1935-36 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1934-35 FC Porto Sporting Benfica Belenenses
Resumo:
– Benfica – 37 vezes Campeão / 29 vezes 2º / 16 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 29 vezes Campeão / 28 vezes 2º / 13 vezes 3º / 11 vezes 4º classif.
– Sporting – 19 vezes Campeão / 21 vezes 2º / 29 vezes 3º / 13 vezes 4º classif.
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 2 vezes 3º / 15 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– Paços Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Estoril – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado









