Benfica / FC Porto / Sporting – Títulos conquistados

Com a vitória por 6-2 na Final da Taça de Portugal, hoje disputada frente ao V. Guimarães, o FC Porto conquistou o seu 4º título da época, assim vencendo a sua 16ª Taça de Portugal, passando a somar um total de 69 títulos, igualando o número de troféus conquistados pelo Benfica, registando o Sporting 45 provas conquistadas.

Ao domínio benfiquista nas décadas de 60 e 70, o FC Porto impõe o seu domínio nas duas décadas mais recentes; se o Benfica continua a dispor de vantagem a nível das principais provas nacionais (32-25 no Campeonato e 24-16 na Taça), o FC Porto contrapõe as suas conquistas internacionais (7 a 3, considerando Taça/Liga dos Campeões, Taça UEFA/Liga Europa, Supertaça Europeia, Taça Intercontinental e Taça Latina).

        Liga  Taça  Supertaça T.Liga Camp.Port.   TCE   TVT   UEFA   S.Eur. Interc.  T.Lat.
1922					FCP
1923					SCP
1924
1925					FCP
1926
1927
1928
1929
1930					SLB
1931					SLB
1932					FCP
1933
1934					SCP
1935	FCP				SLB
1936	SLB				SCP
1937	SLB				FCP
1938	SLB				SCP
1939	FCP
1940	FCP	SLB
1941	SCP	SCP
1942	SLB
1943	SLB	SLB
1944	SCP	SLB
1945	SLB	SCP
1946		SCP
1947	SCP
1948	SCP	SCP
1949	SCP	SLB
1950	SLB										SLB
1951	SCP	SLB
1952	SCP	SLB
1953	SCP	SLB
1954	SCP	SCP
1955	SLB	SLB
1956	FCP	FCP
1957	SLB	SLB
1958	SCP	FCP
1959	FCP	SLB
1960	SLB
1961	SLB					SLB
1962	SCP	SLB				SLB
1963	SLB	SCP
1964	SLB	SLB					SCP
1965	SLB
1966	SCP
1967	SLB
1968	SLB	FCP
1969	SLB	SLB
1970	SCP	SLB
1971	SLB	SCP
1972	SLB	SLB
1973	SLB	SCP
1974	SCP	SCP
1975	SLB
1976	SLB
1977	SLB     FCP
1978	FCP	SCP
1979	FCP
1980	SCP	SLB	SLB
1981	SLB	SLB     FCP
1982	SCP	SCP	SCP
1983	SLB	SLB	FCP
1984	SLB     FCP	FCP
1985	FCP	SLB	SLB
1986	FCP	SLB	FCP
1987	SLB	SLB	SCP			FCP			FCP	FCP
1988	FCP	FCP
1989	SLB		SLB
1990	FCP		FCP
1991	SLB	FCP	FCP
1992	FCP
1993	FCP	SLB     FCP
1994	SLB	FCP	FCP
1995	FCP	SCP	SCP
1996	FCP	SLB	FCP
1997	FCP
1998	FCP	FCP	FCP
1999	FCP		FCP
2000	SCP	FCP	SCP
2001		FCP	FCP
2002	SCP	SCP	SCP
2003	FCP	FCP	FCP					FCP
2004	FCP	SLB	FCP			FCP				FCP
2005	SLB		SLB
2006	FCP	FCP	FCP
2007	FCP	SCP	SCP
2008	FCP	SCP	SCP
2009	FCP	FCP	FCP	SLB
2010	SLB	FCP	FCP	SLB
2011	FCP	FCP		SLB				FCP			

SLB	 32	 24	  4	 3	 3	 2	 0	 0	 0	 0	 1
FCP	 25	 16	 17	 0	 4	 2	 0	 2	 1	 2	 0
SCP	 18	 15	  7	 0	 4	 0	 1	 0	 0	 0	 0

22 Maio, 2011 at 11:02 pm 4 comentários

Escrita Política

Com (mais uma) campanha eleitoral prestes a iniciar-se, um novo blogue, da TSF: Escrita Política; com a participação de Francisco van Zeller, Paulo Baldaia, Paulo Tavares, Pedro Adão e Silva, Pedro Magalhães e Pedro Marques Lopes.

20 Maio, 2011 at 6:01 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Final – FC Porto – Braga

FC Porto – Helton, Sapunaru, Rolando, Otamendi, Alvaro Pereira, Fernando, Guarín (73m – Belluschi), João Moutinho, Hulk, Varela (79m – James Rodríguez) e Falcão

Braga – Artur Moraes, Miguel Garcia, Paulão, Alberto Rodríguez (45m – Kaká), Sílvio, Custódio, Vandinho, Hugo Viana (45m – Mossoró), Alan, Lima (66m – Meyong) e Paulo César

1-0 – Falcão – 44m

Cartões amarelos – Sapunaru (49m), Helton (90m) e Rolando (90m); Hugo Viana (24m), Sílvio (30m), Miguel Garcia (55m), Mossoró (59m) e Kaká (80m)

Árbitro – Carlos Velasco Carballo (Espanha)

Num dia histórico para o futebol português, com a primeira Final de competições europeias disputada exclusivamente por equipas nacionais, Custódio – autor do golo que proporcionou ao Braga a presença neste jogo decisivo, eliminando o Benfica – começou por dar, logo aos 4 minutos, o primeiro sinal de perigo por parte da equipa bracarense, surgindo a desmarcar-se, em movimento contrário ao da defesa portista, isolando-se frente a Helton, mas a rematar ao lado.

Porém, numa primeira metade que se revelaria morna – com o Braga, sem correr grandes riscos, a conseguir adormecer o jogo, apenas Varela, aos 14 minutos, e Lima, aos 20, teriam oportunidade de ensaiar o remate à baliza, mas sem consequências.

Aos 30 minutos, a equipa arsenalista beneficiou de alguma condescendência por parte do árbitro, perante uma entrada muito perigosa de Sílvio, por trás, às pernas de Hulk, apenas sancionada com o cartão amarelo.

Pouco depois, Varela surgia a antecipar-se à defesa bracarense, mas rematou, de cabeça, muito defeituosamente, com a bola a sair completamente desenquadrada da baliza.

E, logo de seguida, ao terceiro canto a favorecer o FC Porto, convertido por Hulk, do lado esquerdo do ataque portista, Artur Moraes a revelar-se atento, recolhendo a bola nas alturas. O mesmo Artur Moraes que, à passagem dos 40 minutos, provocaria um momento de frisson, na sequência de um atraso de um defesa para o guarda-redes, pontapeando o esférico contra o corpo de Falcão, com a bola a fazer ricochete e a sair ao lado da baliza, tendo entretanto o árbitro interrompido já o lance.

Praticamente a fechar o primeiro tempo, num lançamento em profundidade de Guarín, para as costas da defesa do Braga, surgiria Falcão na zona da área, a conseguir soltar-se, numa tão rápida como excelente execução, de cabeça, antecipando-se à marcação contrária, e desviando inapelavelmente para o fundo da baliza, assim quebrando o equilíbrio que até então fora tónica dominante em largo período do jogo.

E se houve golo mesmo antes do intervalo, podia ter havido outro logo após o descanso: Mossoró, entrado em campo há 40 segundos, conseguiu ludibriar Fernando, surgindo isolado em corrida frente ao aniversariante Helton (33 anos), rematando na passada, vendo porém essa soberana oportunidade de golo negada pela soberba estirada, com o pé, do guardião portista.

Paradoxalmente, com toda a etapa complementar por jogar, aquele lance representaria como que um “canto do cisne” do Braga, que não mais revelaria, ao longo do tempo restante, capacidade ofensiva para colocar a baliza do Porto em perigo; apenas aos 76 minutos, por intermédio de Meyong, tentaria de novo o remate, sem efeito.

Controlando com naturalidade e tranquilidade o jogo, numa Final sem grandes rasgos, e algo sem brilho, o FC Porto acabaria por não necessitar de procurar dilatar a vantagem, garantindo uma justa vitória nesta edição da Liga Europa, da equipa que se revelou mais afirmativa e poderosa no decurso das várias fases da competição, somando assim às 2 Taças dos Campeões Europeus conquistadas (1987 e 2004), também 2 na segunda principal competição europeia (Taça UEFA em 2003 e, agora, a Liga Europa, na sua segunda edição, sucedendo ao At. Madrid).

18 Maio, 2011 at 9:37 pm Deixe um comentário

Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2010-11

                    J     V     E     D    GM   GS     P
1º FC Porto        30    27     3     -    73 - 16    84
2º Benfica         30    20     3     7    61 - 31    63
3º Sporting        30    13     9     8    41 - 31    48
4º Sp. Braga       30    13     7    10    45 - 33    46
5º V. Guimarães    30    12     7    11    36 - 37    43
6º Nacional        30    11     9    10    28 - 31    42
7º Paços Ferreira  30    10    11     9    35 - 42    41
8º Rio Ave         30    10     8    12    35 - 33    38
9º Marítimo        30     9     8    13    33 - 32    35
10º U. Leiria      30     9     8    13    25 - 38    35
11º Olhanense      30     7    13    10    24 - 34    34
12º V. Setúbal     30     8    10    12    29 - 42    34
13º Beira-Mar      30     7    12    11    32 - 36    33
14º Académica      30     7     9    14    32 - 48    30
15º Portimonense   30     6     7    17    29 - 49    25
16º Naval          30     5     8    17    26 - 51    23

Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Benfica – Fase “Qualificação Não Campeões” pa/ Liga Campeões
3º classificado – Sporting – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
4º classificado – Braga – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Guimarães – 3ª eliminatória acesso Fase Grupos Liga Europa
6º classificado – Nacional – 2ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa

Vencedor Taça – FC Porto

Despromovidos – Portimonense e Naval
Promovidos – Gil Vicente e Feirense

Palmarés – Campeões:

Benfica (32) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10

FC Porto (25) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11

Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02

Belenenses (1) – 1945-46

Boavista (1) – 2000-01

14 Maio, 2011 at 11:58 pm Deixe um comentário

Justiça?

O mínimo que posso dizer é que me sinto envergonhado com isto… Absolutamente deplorável!

14 Maio, 2011 at 11:26 am Deixe um comentário

heterodoxias|21 e The Lisboners

São dois novos blogues, a enriquecer a blogosfera:

9 Maio, 2011 at 10:54 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão) – Braga – Benfica

Braga – Artur Moraes, Miguel Garcia, Paulão, Rodríguez, Sílvio, Custódio, Hugo Viana, Alan, Mossoró (80m – Kaká), Lima (73m – Leandro Salino) e Meyong (87m – Hélder Barbosa)

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi García, Nico Gaitán, Carlos Martins (81m – Alan Kardec), César Peixoto (58m – Franco Jara), Javier Saviola (86m – Felipe Menezes) e Óscar Cardozo

1-0 – Custódio – 19m

Cartões amarelos – Sílvio (3m), Paulão (60m) e Artur Moraes (90m); César Peixoto (50m), Maxi Pereira (59m), Fábio Coentrão (75m) e Luisão (90m)

Árbitro – Martin Atkinson (Inglaterra)

Com uma fase inicial de jogo em ritmo elevado, com ambas as equipas a procurar “jogar para a frente” (de que é indício a conta de 7 cantos nos primeiros 25 minutos, 5 dos quais a favor do Benfica), o primeiro momento de perigo surgiria à passagem do quarto de hora: Carlos Martins, na conversão de um livre, obrigou Artur Moraes a excelente intervenção; na sequência do canto, houve novo lance de atrapalhação na defesa bracarense, provocando novo pontapé de canto, mas igualmente sem consequências.

Porém, seria o Braga, praticamente de seguida, igualmente através de um canto, a inaugurar o marcador, colocando-se também, paralelamente, em vantagem na eliminatória.

Aos 29 minutos, numa jogada ensaiada, Hugo Viana marcou um livre atrasado, surgindo o remate de outro jogador do Braga, a sair a rasar o poste, num lance de grande perigo.

Dois minutos decorridos seria Artur Moraes a ter uma intervenção arrojada, fazendo uma barreira a Javi Garcia e Saviola que, já próximo da zona da pequena área, procuravam impelir a bola para a baliza.

Mas a maior perdida da primeira parte, já com 41 minutos, seria novamente protagonizada por Saviola, sem oposição, a rematar cruzado, mas com a bola a embater no poste.

Já em tempo de compensação, Artur Moraes voava para a bola, retirando-a da cabeça de Cardozo, que se preparava para consumar o golo.

A abrir o segundo tempo, o Benfica tentou fazer “filigrana” na grande área bracarense, mas a jogada acabou por se perder.

Porém, durante largos minutos, o Benfica denotaria uma enorme incapacidade de “pegar no jogo”, construir lances de ataque e, consequentemente, criar oportunidades de golo.

Só aos 72 minutos, num lance em velocidade, Fábio Coentrão, procurou aproveitar um ressalto de bola, mas Artur Moraes, de forma destemida, conseguiu uma oposição eficaz.

Aos 79 minutos, o Benfica conseguiria finalmente uma boa jogada, culminada com um potente remate de Nico Gaitán, a que Artur Moraes correspondeu com uma excelente defesa.

Quatro minutos depois o Braga podia ter feito o golo da tranquilidade, não fora as duas atentas (e quase consecutivas) intervenções do guarda-redes Roberto, a outros tantos remates de atacantes bracarenses.

Aos 88 minutos, numa jogada envolvente, que parecia destinada a golo, a bola foi salva quase sobre a linha por Paulão.

A partida chegava ao final; o Benfica somava o 17º jogo consecutivo a sofrer golos, ao mesmo tempo que via interrompida a sua série de 34 encontros a marcar (desde Novembro do ano passado), falhando precisamente quando a falha não era admitida, mesmo após ter disposto de cerca de 75 minutos para procurar o golo que o pudesse levar até à Final.

Que, de forma histórica, será integralmente portuguesa, a disputar em Dublin, entre FC Porto e Braga.

5 Maio, 2011 at 9:59 pm 1 comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)

                                         2ª mão    1ª mão    Total
Braga - Benfica                            1-0       1-2      2-2
Villarreal - FC Porto                      3-2       1-5      4-7

Está consumada a histórica Final da Liga Europa, integralmente portuguesa, a disputar em Dublin, entre Braga (que, com um enorme espírito de equipa, culmina uma extraordinária campanha europeia, em que eliminou equipas como o Celtic, Sevilla, Liverpool e D. Kiev, para além do Benfica, último adversário na caminhada para o jogo decisivo) e FC Porto (que, esta noite, depois de começar a perder, ainda deu a volta ao marcador, vindo a permitir contudo, na fase final, que o Villarreal confirmasse a vitória).

5 Maio, 2011 at 11:07 am Deixe um comentário

The Guardian – 190 anos

5 Maio, 2011 at 9:43 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/2 Finais (2ª mão)

                                          2ª mão    1ª mão    Total
04.05.2011 - Manchester United - Schalke    4-1       2-0      6-1
03.05.2011 - Barcelona - Real Madrid        1-1       2-0      3-1

Sem surpresas, Manchester United (de forma categórica) e Barcelona (com alguma tranquilidade) confirmaram a posição de vantagem adquirida na 1ª mão, garantindo o apuramento para a Final da Liga dos Campeões, a disputar no próximo dia 28 de Maio, em Londres, no Estádio de Wembley.

Numas 1/2 Finais que não foram isentas de polémica, o Real Madrid queixa-se da arbitragem em ambos os jogos com o Barcelona: depois das expulsões de Pepe e Mourinho em Madrid, um golo invalidado na 2ª mão, quando o resultado estava ainda empatado a zero, devido ao facto de Cristiano Ronaldo, em queda depois de um choque com um opositor, ter involuntariamente abalroado um defesa contrário.

Num reencontro entre dois colossos do futebol europeu, depois da Final de há dois anos (então com vitória dos catalães por 2-0), será a 7ª presença em finais da competição para o Barcelona, enquanto o Manchester United alcança o jogo decisivo pela 5ª vez (3ª nas últimas quatro épocas), em 56 edições da prova – é também a oportunidade para desempatar a nível de títulos conquistados, dado que ambas as equipas foram já vencedoras do troféu por 3 vezes: o conjunto inglês em 1967-68, 1998-99 e 2007-08; a turma espanhola em 1991-92, 2005-06 e 2008-09.

4 Maio, 2011 at 9:36 pm Deixe um comentário

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