Liga dos Campeões – Final – Bayern – Chelsea

Bayern – Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Philipp Lahm, Diego Contento, Thomas Müller (87m – Van Buyten), Arjen Robben, Bastian Schweinsteiger, Toni Kroos, Anatoliy Tymoshchuk, Mario Gómez e Franck Ribéry (96m – Ivica Olić)

Chelsea – Petr Čech, José Bosingwa, David Luiz, Gary Cahill, Ashley Cole, Frank Lampard, John Obi Mikel, Ryan Bertrand (73m – Florent Malouda), Juan Mata, Didier Drogba e Salomon Kalou (84m – Fernando Torres)

1-0 – Thomas Müller – 83m
1-1 – Didier Drogba – 88m

Desempate por grandes penalidades – 3-4: Philipp Lahm, Mario Gómez e Manuel Neuer marcaram nas três primeiras tentativas; tendo Ivica Olić permitido a defesa a Čech, e, por fim, Bastian Schweinsteiger rematado ao poste. Pelo Chelsea, Juan Mata começou por permitir a defesa a Manuel Neuer, tendo depois David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Didier Drogba marcado.

Cartões amarelos – Bastian Schweinsteiger (2m); Ashley Cole (81m), David Luiz (86m),  Didier Drogba (93m) e Fernando Torres (120m)

Árbitro – Pedro Proença (Portugal)

Numa Final em que ficou bem vincada a presença portuguesa, com uma equipa de arbitragem lusa, chefiada por Pedro Proença, e com Bosingwa, Paulo Ferreira, Raúl Meireles e Hilário a integrarem o plantel do Chelsea – durante larga parte da temporada, sob a orientação técnica de André Villas-Boas -, a equipa inglesa sagrou-se, inesperadamente, e pela primeira vez na sua história, Campeã Europeia, no desempate por via da marcação de pontapés da marca de grande penalidade, assim esconjurando o desaire de 2008, em Moscovo.

Depois de afastar Napoli, Benfica e Barcelona, o Chelsea defrontava, na Final, o Bayern, no seu próprio terreno. A equipa alemã, assumindo o favoritismo, tomou, ao longo de todo o encontro, a iniciativa do jogo, procurando o ataque, mas com o Chelsea sempre a fechar os caminhos para a sua baliza.

Quando, aos 83 minutos, Thomas Müller conseguiu finalmente quebrar a barreira defensiva, pensou-se que o Bayern iria conquistar a sua 5ª vitória da prova; contudo, com alguma felicidade, reagindo no curto espaço de tempo que lhe restava, Drogba igualaria o marcador, obrigando ao prolongamento (tendo tido ainda nos pés, no instante derradeiro do tempo regulamentar, a hipótese de definir logo aí o desfecho da Final; contudo, na marcação de um livre, remataria sem a direcção acertada).

Já no prolongamento, o Bayern voltaria a ter a Taça “à mercê”, com uma grande penalidade bem assinalada por Pedro Proença, por falta de Drogba… mas Arjen Robben permitiria a defesa a Petr Čech. Até final, o Chelsea apostaria no escoar do tempo, à espera do desempate por pontapés da marca de grande penalidade.

A equipa bávara teria ainda, por uma terceira vez, “as mãos na Taça”, quando, no referido desempate, Juan Mata começou por permitir a defesa Manuel Neuer, logo na primeira tentativa da equipa inglesa; mas se o clube inglês começou mal, O Bayern acabaria pior, desperdiçando as duas últimas oportunidades, permitindo ao Chelsea alcançar a felicidade, por via da conquista do título que, desde 2004, perseguia.

A lista de vencedores, nas 57 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada: Real Madrid (9); AC Milan (7); Liverpool (5); Bayern Munique, Ajax e Barcelona (4); Inter e Manchester United (3); Juventus, Benfica, FC Porto e Nottingham Forest (2); Celtic, Hamburgo, Marseille, Steaua Bucareste, Crvena Zvezda, Borussia Dortmund, PSV Eindhoven, Feyenoord, Aston Villa e Chelsea (1).

19 Maio, 2012 at 11:36 pm Deixe um comentário

Como se fazia um jornal em 1942


(via Clases de Periodismo)

17 Maio, 2012 at 5:30 pm Deixe um comentário

Convocados para o Europeu 2012

Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Eduardo (Benfica) e Beto (CFR Cluj)

Defesas – João Pereira (Sporting), Fábio Coentrão (Real Madrid), Miguel Lopes (Braga), Pepe (Real Madrid), Bruno Alves (Zenit), Rolando (FC Porto) e Ricardo Costa (Valencia)

Médios – Raúl Meireles (Chelsea), Miguel Veloso (Genoa), Carlos Martins (Granada), João Moutinho (FC Porto), Ruben Micael (Zaragoza), Silvestre Varela (FC Porto), Ricardo Quaresma (Besiktas) e Custódio (Braga)

Avançados – Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Nélson Oliveira (Benfica), Nani (Manchester United), Hélder Postiga (Zaragoza) e Hugo Almeida (Besiktas)

Acabam de ser anunciados os nomes dos 23 convocados para a selecção nacional de futebol na Fase Final do Europeu de 2012, com início no próximo dia 8 de Junho, na Polónia e Ucrânia.

Numa significativa remodelação em relação ao Mundial de 2010, entram nesta convocatória 11 jogadores: Rui Patrício, João Pereira, Miguel Lopes, Carlos Martins, João Moutinho, Ruben Micael, Silvestre Varela, Ricardo Quaresma, Custódio, Nélson Oliveira e Hélder Postiga (sendo que Rui Patrício, João Moutinho, Ricardo Quaresma e Hélder Postiga repetem a presença no anterior Europeu, de 2008). De notar as estreias absolutas de Miguel Lopes e Custódio.

Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados (face à pré-convocatória do Mundial): Daniel Fernandes, Miguel, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Duda, Pedro Mendes, Zé Castro, Tiago, Deco, Simão Sabrosa, Danny e Liedson. Para além das já esperadas ausências de Besiktas e Ricardo Carvalho, assinale-se a não convocatória de jogadores como Quim, Hugo Viana ou Manuel Fernandes, com boas épocas nos seus clubes.

Por exclusão de partes, repetem a convocatória de há dois anos: Eduardo, Beto, Bruno Alves, Rolando, Ricardo Costa, Fábio Coentrão, Pepe, Raúl Meireles, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, Nani (que viria a ser excluído da convocatória final, por lesão, já na África do Sul) e Hugo Almeida.

Na convocatória hoje anunciada, o FC Porto e Real Madrid contam com 3 jogadores cada, seguindo-se o Benfica, Braga, Sporting, Zaragoza e Besiktas (todos com 2 cada).

Os quatro primeiros classificados do campeonato contribuem com 9 dos seleccionados, provindo os restantes 14 de equipas estrangeiras (7 dos quais alinhando no campeonato de Espanha).

14 Maio, 2012 at 8:34 pm Deixe um comentário

Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2011-12

                      J     V     E     D    GM   GS     P
 1º FC Porto         30    23     6     1    69 - 19    75
 2º Benfica          30    21     6     3    66 - 27    69
 3º Sp. Braga        30    19     5     6    59 - 29    62
 4º Sporting         30    18     5     7    47 - 26    59
 5º Marítimo         30    14     8     8    41 - 38    50
 6º V. Guimarães     30    14     3    13    40 - 40    45
 7º Nacional         30    13     5    12    48 - 50    44
 8º Olhanense        30     9    12     9    36 - 38    39
 9º Gil Vicente      30     8    10    12    31 - 42    34
10º Paços Ferreira   30     8     7    15    35 - 53    31
11º V. Setúbal       30     8     6    16    24 - 49    30
12º Beira-Mar        30     8     5    17    26 - 38    29
13º Académica        30     7     8    15    27 - 38    29
14º Rio Ave          30     7     7    16    33 - 42    28
15º Feirense         30     5     9    16    27 - 49    24
16º U. Leiria        30     5     4    21    25 - 56    19

Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
3º classificado – Braga – “Play-off” de acesso à Fase Grupos Liga dos Campeões
4º classificado – Sporting – “Play-off” de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Marítimo – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa

Vencedor Taça – Académica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa

Despromovidos – Feirense e U. Leiria
Promovidos – Estoril e Moreirense

Palmarés – Campeões:

Benfica (32) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10

FC Porto (26) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12

Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02

Belenenses (1) – 1945-46

Boavista (1) – 2000-01

12 Maio, 2012 at 11:50 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Final – At. Madrid – Athletic Bilbao

Com mais um excelente desempenho do colombiano Radamel Falcão – a bisar a condição de melhor marcador da competição, assim como a presença na Final, em dois anos consecutivos, marcando, tal como no ano passado, golos decisivos para a conquista do troféu (na época anterior, ao serviço do FC Porto, o único golo da Final; hoje, mais dois golos) – o Atlético de Madrid sagrou-se hoje vencedor da Liga Europa, repetindo o triunfo alcançado na primeira edição da prova, em 2009-10.

Na Final de hoje, disputada em Bucareste, o Atlético de Madrid venceu categoricamente a equipa basca do Athletic Bilbao por 3-0, golos de Falcão aos 7 e 34 minutos, e de Diego, aos 85 minutos.

9 Maio, 2012 at 10:32 pm Deixe um comentário

Gilles Villeneuve

Passam hoje 30 anos (!) do desaparecimento de Gilles Villeneuve. Numa cerimónia evocativa, o filho, Jacques Villeneuve, Campeão do Mundo de Fórmula 1 em 1997, conduziu hoje o Ferrari 312 T4, com que o pai se sagrara vice-campeão do Mundo no ano de 1979.

(foto AP Photo/Ercole Colombo – via)

8 Maio, 2012 at 6:14 pm 1 comentário

Eleições na Grécia e em França

No mesmo dia (ontem) em que o Presidente cessante, Nicolas Sarkozy (48,6 %), foi derrotado por François Hollande (51,4 %) nas Eleições Presidenciais em França, da Grécia chegavam-nos notícias muito preocupantes, com os resultados eleitorais a ditarem um impasse, tendo o líder do partido vencedor (Antonis Samaras) reconhecido já a sua impotência para formar Governo, passando agora esse encargo para a segunda força mais votada, da extrema-esquerda (Syriza).

Os partidos que, tradicionalmente, vinham alternando na liderança do Governo (Nova Democracia e PASOK) – que integravam o Governo de coligação, o qual constituía o principal suporte ao plano de resgate com a Troika internacional do FMI / Comissão Europeia / BCE – perderam, respectivamente 14,6 % e 30,7 % (!), passando de um domínio hegemónico (no seu conjunto), de 77 %, para apenas 32 % dos votos – ficando aquém do número mínimo de deputados par obter a maioria no Parlamento (somam apenas 149, sendo a maioria alcançada com 151 – não obstante o partido vencedor ser premiado, pelo sistema eleitoral grego, com um bónus de 50 mandatos).

Tingindo ainda de tons mais sombrios esta votação, a força de extrema-direita, de inspiração “neo-nazi”, “Golden Dawn” praticamente atinge os 7 % dos votos, a que correspondem 21 deputados no Parlamento.

Para além do Syriza, quer os “Independentes” (de direita), quer o “Dimar” (“Esquerda Democrática”), assim como o KKE (Partido Comunista), são abertamente contrários ao acordo com a Troika e às medidas de austeridade a que a Grécia se encontra submetida.

Não se vislumbrando a possibilidade de formação de um Governo na sequência destes resultados, a única via de a Grécia escapar a uma catastrófica situação de ingovernabilidade deverá ser a de… realizar novas eleições a muito curto prazo!

7 Maio, 2012 at 10:42 pm 1 comentário

2 de Maio de 1962 – Benfica Bi-Campeão Europeu


Estádio Olímpico de Amesterdão – 02.05.1962

BenficaBenfica – Costa Pereira; Mário João e Ângelo; Cavém, Germano e Cruz; José Augusto, Eusébio, José Águas (cap.), Coluna e Simões

Real Madrid Real Madrid – Araquistáin; Casado, Miera, Felo, Santamaria; Pachín, Tejada, Del Sol, Di Stéfano; Puskas e Gento

0-1 – Puskas – 17m
0-2 – Puskas – 23m
1-2 – José Águas – 25m
2-2 – Cavém – 34m
2-3 – Puskas – 38m
3-3 – Coluna – 51m
4-3 – Eusébio (pen.) – 65m
5-3 – Eusébio – 68m

Árbitro – Leo Horn (Holanda)

2 Maio, 2012 at 2:14 pm Deixe um comentário

Razão e Liberdade – O pensamento político de James Madison

Numa época em que a Europa denota carecer imperiosamente de referências, revelando-se imprescindível superar preconceitos e buscar fonte de inspiração nos “founding fathers” dos EUA, o livro de José Gomes André, “Razão e Liberdade – O pensamento político de James Madison”, proporciona, para além da preservação, a divulgação de forma mais alargada – numa excelente obra em português -, do legado de Madison [1751-1836].

Um legado sintetizado por Viriato Soromenho-Marques, na apresentação do livro, no seguinte “Decálogo”, como que uma lista de 10 regras ou princípios fundamentais de serviço público:

1º Primado da Política – os problemas financeiros e económicos são, sempre, um problema de mau desenho das políticas respectivas;

2º Importância do realismo – a política faz-se com pessoas reais, concretas, e não com pessoais ideais; as boas leis implicam um conhecimento profundo da condição humana;

3º Ousadia intelectual e moral – muitas das soluções da engenharia política propostas por Madison, nomeadamente na defesa do federalismo, são completamente novas, inovadoras;

4º Racionalidade na política – a força dos argumentos racionais é estratégica, permitindo combinar o respeito pelos adversários com uma impiedosa capacidade argumentativa;

5º O federalismo é a forma superior de republicanismo – a forma superior de democracia representativa, garantindo a dupla cidadania e a dupla defesa dos direitos fundamentais;

6º O perigo da usurpação não vem da letra da lei, mas sim da força das coisas – a Constituição federal americana adquiriu um nível de visibilidade constitucional notável, servindo ainda hoje de paradigma;

7º A essência da política é o interesse comum (“salvação pública”) – defesa da propriedade, da segurança física, direito ao trabalho e ao futuro, sendo a política um mero instrumento;

8º A essência do federalismo consiste na prevenção de conflitos inúteis – acordos com quem vive ao nosso lado (por vezes, inimigos de ontem) e não, necessariamente, com quem gostamos, convertendo-os em “amigos funcionais”;

9º O federalismo proporciona que até os pequenos (Estados da União) podem atingir alguma grandeza – dando oportunidades a quem provém de áreas mais periféricas;

10º Combinação entre a paixão pela política e a paixão pelo conhecimento – o amor pela cultura, pelos livros (o regresso ao silêncio e “recolhimento” da leitura), associado a um conhecimento da herança mundial.

A que adiciono breves excertos de citações, expressando o pensamento e conceito federalista advogado por Madison, apresentadas por José Gomes André, neste indispensável livro:

«Os poderes delegados ao governo federal pela Constituição proposta são poucos e definidos. Os que irão permanecer nos governos estaduais são numerosos e indefinidos. Os primeiros serão exercidos principalmente sobre matérias externas, como a guerra, a paz, a negociação [de Tratados] e o comércio externo; […] Os poderes reservados aos vários Estados estender-se-ão a todas as questões que, no curso normal das coisas, dizem respeito à vida, liberdade e propriedade das pessoas, e à ordem interna, desenvolvimento e prosperidade do Estado.»

«Os elementos de um processo federal incluem um sentido de parceria [partnership] entre os membros de um pacto federal, manifesto através de uma cooperação negociada nos vários assuntos, […] e baseado num compromisso para uma negociação aberta [open bargaining] entre todas as partes em relação a qualquer tema, lutando de modo a se obter um consenso ou, caso isso não suceda, uma solução ajustada [accommodation] que proteja a integridade fundamental de todos os parceiros.»

«Se os homens fossem anjos nenhuma espécie de governo seria necessária. Se fossem os anjos a governarem os homens, não seriam necessários controlos externos nem internos sobre o governo. Ao construir um governo em que a administração será feita por homens sobre outros homens, a maior dificuldade reside nisto: primeiro é preciso habilitar o governo a controlar os governados; e, seguidamente, obrigar o governo a controlar-se a si próprio. A dependência do povo é, sem dúvida, o controlo primário sobre o governo; mas a experiência ensinou à humanidade a necessidade de precauções auxiliares.»

«Devemos referir-nos à seguinte reflexão admonitória: que nenhum governo criado e administrado por seres humanos poderá ser perfeito; que o governo menos imperfeito será por conseguinte o melhor governo; que os abusos verificados em todos os outros tipos de governo levou à preferência do governo republicano como sendo o melhor de todos eles, uma vez que é o menos imperfeito […].»

José Gomes André, “Razão e Liberdade – O pensamento político de James Madison”, pp. 93-94, 99, 109 e 122

2 Maio, 2012 at 8:58 am Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)

                                2ª mão      1ª mão      Total
Valencia - At. Madrid             0-1         2-4         2-5
Athletic Bilbao - Sporting        3-1         1-2         4-3

Depois da final lusa da temporada anterior, teremos esta época uma final espanhola, entre “Atléticos”. A equipa de Madrid confirmou a vitória da 1ª mão. Quanto ao Athletic Bilbao encontrou no Sporting um opositor mais difícil do que talvez esperasse; a equipa portuguesa, com uma boa exibição, nunca se “entregou”, mesmo sofrendo um golo pouco depois do quarto de hora inicial, conseguindo empatar o jogo (e colocar-se novamente em vantagem na eliminatória), já depois de Pereirinha ter desperdiçado uma soberana ocasião de golo. Porém, uma desconcentração defensiva do conjunto leonino permitiria à equipa basca ir para o intervalo novamente em vantagem. No segundo tempo, não obstante o intensificar da pressão, o Sporting resistiria… até 2 minutos do final do tempo regulamentar, quando já se aguardava o prolongamento; era então demasiado tarde para esboçar uma reacção…

26 Abril, 2012 at 11:49 pm Deixe um comentário

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