EURO 2012 – Grupo B – 1ª jornada – Holanda – Dinamarca

0-1
Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel (85m – Dirk Kuyt), John Heitinga, Ron Vlaar, Jetro Willems, Nigel de Jong (71m – Rafael van der Vaart), Mark van Bommel, Arjen Robben, Wesley Sneijder, Ibrahim Afellay (71m – Klaas-Jan Huntelaar) e Robin van Persie
Stephan Andersen, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Simon Poulsen, William Kvist, Niki Zimling, Dennis Rommedahl (84m – Tobias Mikkelsen), Christian Eriksen (74m – Lasse Schøne), Michael Krohn-Dehli e Nicklas Bendtner
0-1 – Michael Krohn-Dehli – 24m
“Melhor em campo” – Michael Krohn-Dehli (Dinamarca)
Amarelos – Mark van Bommel (67m); Simon Poulsen (78m) e William Kvist (81m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Estádio Metalist – Kharkiv (17h00)
EURO 2012 – Grupo A – 1ª jornada – Rússia – R. Checa

4-1
Não obstante a R. Checa ter entrado melhor no jogo, com algum predomínio na fase inicial da partida, sofreria duas “estocadas”, em rápidos contra-golpes da equipa russa, com uma eficácia assinalável, adquirindo desde muito cedo uma confortável vantagem.
No segundo tempo, a equipa checa, marcando cedo, daria a sensação de poder voltar a “entrar no jogo”. Contudo, a Rússia começaria por voltar a impor uma toada mais “morna” no encontro, embora sem abdicar de tomar a iniciativa, e mantendo sempre o controlo, para, repetindo a dose do primeiro tempo, de forma cínica, num curto intervalo de três minutos, acelerando o ritmo, voltar a marcar mais dois golos, assim arrumando definitivamente a contenda.
Uma vitória justa da Rússia, porventura por números algo exagerados, considerando a réplica que, a espaços, a R. Checa procurou dar, acabando penalizada pelas suas falhas a nível defensivo.
Vyacheslav Malafeev, Aleksandr Anyukov, Aleksei Berezutskiy, Sergei Ignashevich, Yuri Zhirkov, Roman Shirokov, Igor Denisov, Konstantin Zyryanov, Alan Dzagoev (84m – Aleksander Kokorin), Andrei Arshavin e Aleksandr Kerzhakov (73m – Roman Pavlyuchenko)
Petr Cech, Theodor Gebre Selassie, Roman Hubník, Tomás Sivok, Michal Kadlec, Jaroslav Plašil, Petr Jirácek (76m – Milan Petržela), Václav Pilař, Tomáš Rosický, Jan Rezek (45m – Tomáš Hübschman) e Milan Baroš (85m – David Lafata)
1-0 – Alan Dzagoev – 15m
2-0 – Roman Shirokov – 24m
2-1 – Václav Pilař – 52m
3-1 – Alan Dzagoev – 79m
4-1 – Roman Pavlyuchenko – 82m
“Melhor em campo” – Alan Dzagoev (Rússia)
Amarelos – Não houve
Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)
Estádio Municipal de Wroclaw – Wroclaw (19h45)
EURO 2012 – Grupo A – 1ª jornada – Polónia – Grécia

1-1
Uma primeira parte em que a Polónia impôs o seu ritmo, com a Grécia a denotar enormes dificuldades em “entrar no jogo”, como se os seus jogadores estivessem algo “perros” (com destaque, pela negativa, para Samaras, muito mal no flanco esquerdo) terminou com o desfecho lógico, a vantagem polaca.
Em todo este período, os gregos apenas por uma vez levaram o perigo até à baliza contrária, com Gekas a desviar de cabeça um cruzamento de Karagounis, na sequência de um livre, mas a bola sairia ligeiramente ao lado. Pelo contrário, os polacos, sempre mais rápidos, tiveram pelo menos mais duas ou três ocasiões de perigo junto da área grega.
Fernando Santos não foi também feliz, primeiro com a lesão do central Avraam Papadopoulos, que obrigaria a mexida na dupla de centrais, com a entrada do outro Papadopoulos (Kyriakos); mas este duo também pouco tempo estaria em campo: decorridos apenas 8 minutos, a expulsão de Sokratis Papastathopoulos (vendo dois cartões amarelos em menos de dez minutos…) forçaria o improviso de nova dupla, agora formada por Kyriakos Papadopoulos e Katsouranis.
Tendo ainda reclamado uma grande penalidade, por contacto (acidental) com a mão na área polaca, reclamação não atendida pelo árbitro, os gregos sairiam para o intervalo completamente de “cabeça perdida”…
Viria o técnico português a ter a felicidade de, fazendo entrar em campo, para o segundo tempo, Salpingidis, ver esta sua aposta – de forma muito oportuna, aproveitando uma falha de comunicação entre o guardião polaco e a sua defesa – marcar o golo que igualava o marcador.
E, num ápice, a configuração do jogo podia inverter-se radicalmente: culminando um rápido contra-ataque da Grécia, novamente com Salpingidis como protagonista, o guarda-redes polaco Szczesny teve de fazer falta, sendo expulso, proporcionando à Grécia passar para a frente do marcador… só que o guardião suplente Tytoń entraria para defender a grande penalidade, apontada de forma denunciada por Karagounis!
Até final, com os polacos sem conseguirem encontrar o antídoto para contrariar a então bem organizada defensiva grega, seria inclusivamente a Grécia, em contra-ataque, a criar mais perigo.
Numa partida com cambiantes diversas, o empate acaba por se ajustar ao que ambas as equipas conseguiram fazer de melhor.
Wojciech Szczesny, Lukasz Piszczek, Marcin Wasilewski, Damien Perquis, Sebastian Boenisch, Rafal Murawski, Eugen Polanski, Jakub Błaszczykowski, Ludovic Obraniak, Maciej Rybus (70m – Przemysław Tytoń) e Robert Lewandowski
Kostas Chalkias, Vasilis Torosidis, Sokratis Papastathopoulos, Avraam Papadopoulos (36m – Kyriakos Papadopoulos), José Holebas, Giannis Maniatis, Kostas Katsouranis, Giorgos Karagounis, Sotiris Ninis (45m – Dimitris Salpingidis), Georgios Samaras e Theofanis Gekas (68m – Kostas Fortounis)
1-0 – Robert Lewandowski – 17m
1-1 – Dimitris Salpingidis – 52m
“Melhor em campo” – Robert Lewandowski (Polónia)
Amarelos – Sokratis Papastathopoulos (35m), Jose Holebas (45m) e Giorgos Karagounis (54m)
Vermelhos – Wojciech Szczesny (69m); Sokratis Papastathopoulos (44m)
Árbitro – Carlos Velasco Carballo (Espanha)
Estádio Nacional Narodowy – Varsóvia (17h00)
«A culpa não é só de Merkel»
A possibilidade de a Zona Euro não se estilhaçar nas próximas cinco semanas dependerá daquilo que a chanceler Angela Merkel, decidir, face à pressão europeia e internacional a favor de uma resposta integrada à conjugação dos três problemas vitais que ameaçam letalmente o futuro da Europa: Grécia, bancos e juros da dívida pública. […]
[…] a escolha é entre uma Europa fragmentada, empobrecida, casulo de muitos e incertos conflitos, ou uma estratégia que combina as obrigações europeias, um Fundo europeu de garantia bancária, a manutenção integral da Zona Euro (incluindo Atenas), o alargamento temporal das metas de equilíbrio das finanças públicas, e um caminho que aponte para uma constituição federal europeia, no prazo de 3 a 5 anos, votada por todos os cidadãos europeus.
(Viriato Soromenho-Marques, Diário de Notícias – ler artigo completo).
Una cuestión de confianza
En fin, aprendí que una de las pocas cosas buenas que tienen las crisis es que demuestran de qué madera está hecha la gente.
Hoy, me entristece ver en España a tantas personas quejándose y lamentándose todo el día: en los medios, en la red y en la calle. Ya está bien. Dejemos de llorar.
No podremos salir de la crisis mientras sigamos siendo una sociedad quejumbrosa, ni mientras sigamos pensando que siempre la culpa de todo es de los demás.
Hay que ponerse a trabajar para cambiar nuestra suerte y abandonar de una vez el coro de los lamentos.
Los políticos, como dice un colega, hacen mal algo que nadie hace mejor que ellos. Hay que dejar que lo hagan, hay que controlarlos desde la oposición y desde los medios, y hay que cambiarlos en las elecciones, pero no podemos cifrar en ellos nuestro futuro, ni como sociedad, ni como personas.
He aprendido que la confianza (no el resentimiento, la envidia, la sospecha, ni la venganza) es lo que nos hace avanzar, lo que nos impulsa a crear, a cambiar y a innovar. La confianza es el aceite de nuestras relaciones (personales, sociales y profesionales), y es también el lubricante de los mercados.
Tenemos que recuperar la confianza y no dejarla escapar. Y tenemos que hacerlo antes de tocar fondo, ya que entonces será demasiado tarde y estará minada.
O ‘joker’ europeu
[…] Esse ponto é que dois anos e meio de impasses constituem a prova cabal que a crise do euro e da União Europeia decorre, mais do que do descontrolo financeiro grego, da impotência da própria governação europeia. […]
Realizaram-se 24 cimeiras desde o começo da crise, o que dá um bom filme da contumaz impotência europeia: todas elas foram, ou de conversa inconclusiva, ou de anúncio de decisões que, na maior parte dos casos, nunca passaram à prática. Como se todos soubessem o que há a fazer, mas ninguém soubesse como.
Lux in Arcana
100 documentos originais dos Arquivos Secretos do Vaticano – a visitar, em Roma, nos “Museus Capitolinos”, até 9 de Setembro.
Compte-rendu
Bastante trabalho, a consequente escassez de tempo e a canalização dessa pouca disponibilidade para um projecto entusiasmante (agora a começar a ganhar efectivo corpo…), que me vem ocupando nos últimos tempos (e continuará, pelo menos durante mais cerca de dois anos!…), levam a que este blogue tenha ficado algo ao abandono. Espero que possa voltar a dar “prova de vida” em breve…
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Benfica 24 9 FC Porto 16 12 Sporting 15 11 Boavista 5 1 Setúbal 3 7 Belenenses 3 5 Académica 2 3 Braga 1 3 Leixões 1 1 Beira-Mar 1 1 E. Amadora 1 - Guimarães - 5 Marítimo - 2 Atlético - 2 U. Leiria - 1 Campomaiorense - 1 Farense - 1 Rio Ave - 1 Covilhã - 1 Torreense - 1 Olhanense - 1 Estoril - 1 Paços Ferreira - 1 Chaves - 1
Finais da Taça de Portugal

Época Vencedor Finalista 2011-2012 Académica Sporting 1-0 2010-2011 FC Porto Guimarães 6-2 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 1987-1988 FC Porto Guimarães 1-0 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 1975-1976 Boavista Guimarães 2-1 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 1968-1969 Benfica Académica 2-1 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 1962-1963 Sporting Guimarães 4-0 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 1950-1951 Benfica Académica 5-1 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 1941-1942 Belenenses Guimarães 2-0 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 1938-1939 Académica Benfica 4-3




