Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/2 Finais
Espanha – Alemanha – 6-2
Argentina – Portugal – 5-2
Pela terceira vez consecutiva, Portugal é afastado nas 1/2 finais do Campeonato do Mundo pela Argentina. Na partida de hoje, foram os sul-americanos a marcar primeiro, à passagem do décimo minuto, resultado com que se atingiu o intervalo, numa primeira parte muito equilibrada, em que a selecção portuguesa desperdiçou algumas boas oportunidades.
No segundo tempo, a equipa nacional, entrando muito bem, com um inspirado Hélder Nunes, operou a reviravolta no marcador, entre o 5.º e o 6.º minutos, colocando-se em vantagem. Porém, a Argentina igualaria o marcador apenas dois minutos volvidos, acabando por vir a superiorizar-se na parte final, com muito bom aproveitamento dos lances de bola parada; depois de se recolocar em vantagem aos 14 minutos, o resultado desnivelar-se-ia de forma que não traduz o que se passou em rinque, com mais dois tentos nos dois derradeiros minutos, já numa fase de descrença do grupo português.
A equipa de Portugal terminará esta prova, uma vez mais, a disputar o 3.º lugar, curiosamente, fechando a competição com o adversário com que a abriu, a Alemanha, aliás tal como ocorrera na edição anterior (então com o Chile).
Apuramento do 5º ao 8º lugar:
Moçambique – Itália – 2-5
França – Chile – 2-2 (3-2 a.p.)
Apuramento do 9º ao 12º lugar:
Angola – Brasil – 3-2
Suíça – Áustria – 5-2
Apuramento do 13º ao 16º lugar:
Inglaterra – Colômbia – 1-7
Holanda – África do Sul – 9-3
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/4 Final
Espanha – Moçambique – 9-0
Argentina – França – 5-0
Portugal – Chile – 6-0
Itália – Alemanha – 6-7
Nas 1/2 Finais, a disputar amanhã, sexta-feira, Portugal defrontará a Argentina. Por seu lado, a Espanha joga com a Alemanha, que, de forma surpreendente, eliminou a actual Campeã da Europa em título, Itália.
Resultados dos jogos de apuramento do 9º ao 16º lugar:
Angola – Inglaterra – 12-0
Suíça – Holanda – 6-5
Áustria – África do Sul – 5-1
Colômbia – Brasil – 1-3
Referendo ao “Acordo Ortográfico” de 1990
O “Acordo Ortográfico” de 1990 (AO90) não é, em rigor, um “Acordo”, uma vez que, internamente, não tem consistência ao nível da “unificação” da ortografia; e, externamente, não foi ratificado por todos os Países de Língua oficial portuguesa; nem é “Ortográfico”, pois o seu texto prevê a existência de facultatividades.
1. Não foram produzidos quaisquer estudos prévios para justificar as relações de custo-benefício advenientes da adopção do AO90. Não houve qualquer discussão pública sobre o AO90, nos seus vários momentos. Por exemplo, entre 2005 e 2008, durante o processo de aprovação do 2.º Protocolo Modificativo ao AO90, foram emitidos 27 Pareceres, dos quais 25 foram negativos em relação à ratificação. Tais Pareceres negativos de Especialistas e das entidades consultadas não foram minimamente tidos em conta pelos governantes, que aprovaram e ratificaram o 2.º Protocolo Modificativo ao AO90, ao mesmo tempo que corria uma Petição-manifesto contra o mesmo, subscrita por 113.000 cidadãos. Ou seja, quer a opinião negativa da maioria das entidades consultadas, quer a movimentação da contra a sociedade civil foram totalmente escamoteadas, por parte dos decisores políticos.
2. Não há nenhum argumento de carácter linguístico, pedagógico ou cultural que justifique a adopção de mais uma reforma ortográfica em Portugal. Bem pelo contrário.
Os resultados da imposição forçada do AO90, por via da Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, estão à vista: o “AO”90 falhou os seus objectivos, nomeadamente o objectivo quimérico da unificação das variantes do Português (objectivo impossível, dado que o AO90 regula apenas certos aspectos da ortografia, não incidindo sobre nenhum dos restantes aspectos da linguagem escrita: o léxico, a sintaxe, a morfossintaxe e a semântica), bem como uma alegada “simplificação” da “língua”, a que corresponde a uma total insegurança ortográfica.
O caos ortográfico grassa nos vários dicionários, correctores e conversores, gerando, amiúde, erros ortográficos anteriormente inexistentes.
Os efeitos do AO90 reflectem-se também na linguagem falada, adulterando a forma como os Portugueses pronunciam as palavras alteradas pelo “Acordo”.
Nos últimos 4 anos, foi criada uma língua artificial “orwelliana”, com centenas de palavras novas, até aí inexistentes em qualquer das ortografias (“conceção”, por “concepção”; “receção”, por “recepção”; “perceção”, por “percepção”).
Além disso, existem na ortografia brasileira casos de duplas grafias, nas quais, porém, a variante do uso das consoantes etimológicas “c” e “p” é mais frequente: “perspectiva”, “respectivo”, “aspecto”.
De qualquer dos modos, a eliminação arbitrária das consoantes “c” e “p”, ditas “mudas”, em boa verdade afasta as ortografias do Português europeu e do Brasil.
E, mais grave do que isso, as “aplicações” do AO90, com as entorses referidas, afastam a ortografia do Português-padrão da ortografia das principais Línguas europeias, de matriz ou influência greco-latina. Quereremos nós afastar-nos da civilização global e da identidade de matriz europeia, protegida constitucionalmente (artigo 7.º, n.º 5)?
A situação actual, de anarquia gráfica, é insustentável e lesa inapelavelmente a Língua Portuguesa, o nosso Património Cultural imaterial, bem como a estabilidade ortográfica.
A riqueza de uma Língua está na sua diversidade. O AO90 não corresponde a uma “evolução natural” da língua, mas a uma alteração forçada, em sentido negativo e empobrecedor.
3. Há muito que a maioria dos Portugueses vê como indispensável um Referendo Nacional, de modo a dar a voz ao Povo nesta matéria.
Ora, a Constituição da República Portuguesa (CRP) permite justamente a submissão a Referendo das questões de relevante interesse nacional que sejam objecto de Tratado internacional (artigo 115.º, n.º 3, da CRP); o que é o caso do Tratado do AO90 e das alterações que sofreu (através dos seus Protocolos Modificativos).
A Iniciativa poderá provir dos cidadãos (artigo 115.º, n.º 2, da Constituição), como é o caso da presente.
4. Antes da realização de eleições (ou, se for o caso, após estas), os agentes políticos deverão dizer qual o seu sentido de voto, na Assembleia da República, em relação à presente Iniciativa de Referendo: se votarão a favor; ou se, no mínimo, viabilizarão esta Iniciativa, através da abstenção na AR.
5. Convocado o Referendo Nacional, faremos campanha.
Os resultados reflectirão o modo como todos os utentes da Língua pensam acerca da ortografia que melhor corresponde a um uso sustentado da mesma, no quadro das línguas europeias da mesma família.
6. Apelamos a cada Português para que assine esta Iniciativa de Referendo; e, na medida do possível, pedimos que angarie assinaturas (dentro do seu meio, da sua família, do seu círculo social; ou até, mais latamente, de forma pública).
Após o folheto ser impresso, preenchido e assinado, tais subscrições deverão ser digitalizadas (em frente e verso) e enviadas para o email referendoao90@gmail.com.
(via)
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 3ª jornada
Grupo A
20.06.15 – Angola – Holanda – 7-2
20.06.15 – França – Espanha – 1-6
21.06.15 – Espanha – Angola – 1-1 (2-0 g.p.)
21.06.15 – Holanda – França – 0-7
23.06.15 – Espanha – Holanda – 12-0
23.06.15 – França – Angola – 3-1
1º Espanha, 9; 2º França, 6; 3º Angola, 3; 4º Holanda, 0
Grupo B
20.06.15 – Argentina – Suíça – 7-1
20.06.15 – Moçambique – Inglaterra – 6-3
21.06.15 – Inglaterra – Argentina – 1-8
21.06.15 – Suíça – Moçambique – 1-3
23.06.15 – Suíça – Inglaterra – 7-1
23.06.15 – Argentina – Moçambique – 5-4
1º Argentina, 9; 2º Moçambique, 6; 3º Suíça, 3; 4º Inglaterra, 0
Grupo C
21.06.15 – Brasil – Áustria – 2-3
21.06.15 – Portugal – Alemanha – 5-2
22.06.15 – Alemanha – Brasil – 6-2
22.06.15 – Áustria – Portugal – 0-13
23.06.15 – Alemanha – Áustria – 7-2
23.06.15 – Portugal – Brasil – 8-2
1º Portugal, 9; 2º Alemanha, 6; 3º Áustria, 3; 4º Brasil, 0
Grupo D
21.06.15 – Chile – África do Sul – 14-1
21.06.15 – Itália – Colômbia – 3-2
22.06.15 – África do Sul – Itália – 1-16
22.06.15 – Colômbia – Chile – 2-4
23.06.15 – África do Sul – Colômbia – 1-4
23.06.15 – Chile – Itália – 4-5
1º Itália, 9; 2º Chile, 6; 3º Colômbia, 3; 4º África do Sul, 0
Em função das classificações nesta fase de Grupos, é já conhecido o alinhamento dos encontros dos 1/4 Final, a disputar na próxima quinta-feira:
Espanha – Moçambique
Argentina – França
Portugal – Chile
Itália – Alemanha
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 2ª jornada
Grupo A
20.06.15 – Angola – Holanda – 7-2
20.06.15 – França – Espanha – 1-6
21.06.15 – Espanha – Angola – 1-1 (2-0 g.p.)
21.06.15 – Holanda – França – 0-7
23.06.15 – Espanha – Holanda –
23.06.15 – França – Angola –
1º Espanha, 6; 2º Angola e França, 3; 4º Holanda, 0
Grupo B
20.06.15 – Argentina – Suíça – 7-1
20.06.15 – Moçambique – Inglaterra – 6-3
21.06.15 – Inglaterra – Argentina – 1-8
21.06.15 – Suíça – Moçambique – 1-3
23.06.15 – Suíça – Inglaterra –
23.06.15 – Argentina – Moçambique –
1º Argentina e Moçambique, 6; 3º Suíça e Inglaterra, 0
Grupo C
21.06.15 – Brasil – Áustria – 2-3
21.06.15 – Portugal – Alemanha – 5-2
22.06.15 – Alemanha – Brasil – 6-2
22.06.15 – Áustria – Portugal – 0-13
23.06.15 – Alemanha – Áustria –
23.06.15 – Portugal – Brasil –
1º Portugal, 6; 2º Alemanha e Áustria, 3; 4º Brasil, 0
Grupo D
21.06.15 – Chile – África do Sul – 14-1
21.06.15 – Itália – Colômbia – 3-2
22.06.15 – África do Sul – Itália – 1-16
22.06.15 – Colômbia – Chile – 2-4
23.06.15 – África do Sul – Colômbia –
23.06.15 – Chile – Itália –
1º Itália e Chile, 6; 3º Colômbia e África do Sul, 0
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 1ª/2ª jornada
Grupo A
20.06.15 – Angola – Holanda – 7-2
20.06.15 – França – Espanha – 1-6
21.06.15 – Espanha – Angola – 1-1 (2-0 g.p.)
21.06.15 – Holanda – França – 0-7
23.06.15 – Espanha – Holanda –
23.06.15 – França – Angola –
1º Espanha, 6; 2º Angola e França, 3; 4º Holanda, 0
Grupo B
20.06.15 – Argentina – Suíça – 7-1
20.06.15 – Moçambique – Inglaterra – 6-3
21.06.15 – Inglaterra – Argentina – 1-8
21.06.15 – Suíça – Moçambique – 1-3
23.06.15 – Suíça – Inglaterra –
23.06.15 – Argentina – Moçambique –
1º Argentina e Moçambique, 6; 3º Suíça e Inglaterra, 0
Grupo C
21.06.15 – Brasil – Áustria – 2-3
21.06.15 – Portugal – Alemanha – 5-2
22.06.15 – Alemanha – Brasil –
22.06.15 – Áustria – Portugal –
23.06.15 – Alemanha – Áustria –
23.06.15 – Portugal – Brasil –
1º Portugal e Áustria, 3; 3º Brasil e Alemanha, 0
Grupo D
21.06.15 – Chile – África do Sul – 14-1
21.06.15 – Itália – Colômbia – 3-2
22.06.15 – África do Sul – Itália –
22.06.15 – Colômbia – Chile –
23.06.15 – África do Sul – Colômbia –
23.06.15 – Chile – Itália –
1º Chile e Itália, 3; 3º Colômbia e África do Sul, 0
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 1ª jornada
Grupo A
20.06.15 – Angola – Holanda – 7-2
20.06.15 – França – Espanha – 1-6
21.06.15 – Espanha – Angola –
21.06.15 – Holanda – França –
23.06.15 – Espanha – Holanda –
23.06.15 – França – Angola –
1º Angola e Espanha, 3; 3º Holanda e França, 0
Grupo B
20.06.15 – Argentina – Suíça – 7-1
20.06.15 – Moçambique – Inglaterra – 6-3
21.06.15 – Inglaterra – Argentina –
21.06.15 – Suíça – Moçambique –
23.06.15 – Suíça – Inglaterra –
23.06.15 – Argentina – Moçambique –
1º Argentina e Moçambique, 3; 3º Inglaterra e Suíça, 0
Grupo C
21.06.15 – Brasil – Áustria –
21.06.15 – Portugal – Alemanha –
22.06.15 – Alemanha – Brasil –
22.06.15 – Áustria – Portugal –
23.06.15 – Alemanha – Áustria –
23.06.15 – Portugal – Brasil –
1º Portugal, Brasil, Alemanha e Áustria, 0
Grupo D
21.06.15 – Chile – África do Sul –
21.06.15 – Itália – Colômbia –
22.06.15 – África do Sul – Itália –
22.06.15 – Colômbia – Chile –
23.06.15 – África do Sul – Colômbia –
23.06.15 – Chile – Itália –
1º Chile, Itália, Colômbia e África do Sul, 0
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 2015
Teve hoje início, em La Roche-sur-Yon (França), a 42ª edição do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, com os 16 países participantes repartidos nos seguintes grupos:
- Grupo A – Espanha, França, Angola e Holanda
- Grupo B – Argentina, Moçambique, Suíça e Inglaterra
- Grupo C – Portugal, Brasil, Alemanha e Áustria
- Grupo D – Chile, Itália, África do Sul e Colômbia
Na 1ª fase da prova, Portugal defrontará sucessivamente as seguintes selecções: Alemanha (amanhã); Áustria (segunda-feira); e Brasil (terça-feira).
Os 2 primeiros classificados de cada grupo apuram-se para os 1/4 Final – a disputar na quinta-feira -, cruzando-se os apurados do Grupo A com os do Grupo B, e os do Grupo C com os do Grupo D.
Nas 41 edições anteriores, Portugal sagrou-se Campeão do Mundo por 15 vezes (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1960, 1962, 1968, 1974, 1982, 1991, 1993 e 2003); tendo sido recentemente superado pela Espanha, que soma 16 títulos (1951, 1954, 1955, 1964, 1966, 1970, 1972, 1976, 1980, 1990, 2001, 2005, 2007, 2009, 2011 e 2013); a Argentina foi Campeã por 4 vezes (1978, 1984, 1995 e 1999); a Itália conquistou igualmente 4 títulos (1953, 1986, 1988 e 1997); e, por fim, a Inglaterra foi 2 vezes Campeã Mundial (1936 e 1939).
À excepção da edição disputada em 2007 na Suíça, a selecção de Portugal conseguiu alcançar um lugar de honra em todas as edições da prova; para além dos 15 títulos de Campeã do Mundo, foi vice-campeã mundial por 9 vezes (1951, 1953, 1954, 1964, 1966, 1970, 1972, 1990 e 1995); classificou-se em 3º lugar em 14 ocasiões (1936, 1939, 1955, 1976, 1978, 1980, 1984, 1986, 1988, 1999, 2005, 2009, 2011 e 2013); apenas por 3 vezes não atingiu o pódio, quedando-se na 4ª posição (1997 e 2001), e em 6º lugar (em 2007).
A última vez que a equipa portuguesa disputou a Final da competição foi, contudo, já há doze anos, em 2003, em Oliveira de Azeméis, prova em que conquistou o seu último título Mundial. Na última edição, realizada há dois anos em Angola, os quatro primeiros lugares foram ocupados por Espanha, Argentina, Portugal e Chile.
Arménia – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)
Arménia – Roman Berezovski, Hrayr Mkoyan, Robert Arzumanyan, Gael Andonyan, Levon Hayrapetyan, Karlen Mkrtchyan (29m – Rumyan Hovsepyan), Kamo Hovhannisyan (61m – Aras Ozbiliz), Henrikh Mkhitaryan, Marcos Pizzelli, Gevorg Ghazaryan e Artur Sarkisov (72m – Ruslan Korian)
Portugal – Rui Patrício, Vieirinha, Ricardo Carvalho (78m – José Fonte), Bruno Alves, Eliseu, Tiago, João Moutinho, Fábio Coentrão (72m – Adrien Silva), Danny (63m – William Carvalho), Nani e Ronaldo
1-0 – Marcos Pizzelli – 14m
1-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 29m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 55m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 58m
2-3 – Hrayr Mkoyan – 72m
Cartões amarelos – Rumyan Hovsepyan (85m); Tiago (33m) e Rui Patrício (90m)
Cartão vermelho – Tiago (62m)
Árbitro – Serge Gumienny (Bélgica)
Num desafio que se antevia difícil – até em função do histórico, não tendo Portugal conseguido vencer nos dois encontros disputados na Arménia – e de possível cariz determinante para a qualificação, a selecção portuguesa estava bem consciente da importância da vitória.
Porém, entrando em campo com um esquema táctico que visava libertar Cristiano Ronaldo para um papel de “ponta-de-lança”, a equipa nacional não conseguiu, logo desde nos minutos iniciais, encontrar o antídoto para obstar à superioridade revelada pela formação da casa na área nevrálgica do terreno, de tal maneira que, quando o primeiro golo chegou, aos 14 minutos, já a defesa portuguesa tinha passado por alguns calafrios.
E, no imediato, os portugueses não conseguiram inverter o cariz do jogo, acabando por beneficiar de um lance esporádico, do qual resultaria uma grande penalidade, para restabelecer a igualdade, o que possibilitaria o readquirir da confiança. Até final do primeiro tempo, não haveria grandes ocasiões de golo.
A selecção de Portugal teria então, no primeiro quarto de hora do segundo tempo, um inspirado, concentrado e determinado Cristiano Ronaldo, acreditando e porfiando sempre, o que lhe valeria a obtenção de mais dois golos, repetindo assim o “hat-trick” do jogo na Suécia, de apuramento para o Mundial 2014, oferecendo à equipa portuguesa uma confortável vantagem de 3-1.
Todavia, pouco depois, Tiago veria o segundo cartão amarelo, ficando a equipa lusa reduzida a dez elementos, o que permitiria à Arménia voltar a acreditar, ainda mais quando recolocou o marcador num tangencial 2-3.
Até final, a equipa portuguesa, mais uma vez bastante pragmática, privilegiando o resultado em detrimento da exibição, conseguiria suster as investidas adversárias, também em função das adaptações tácticas que tinha entretanto operado.
Com uma campanha nada exuberante, longe de deslumbrar, Portugal, somando o quarto triunfo consecutivo, é – caso se confirme a sanção à Sérvia – a primeira selecção a garantir, no mínimo, a presença no “play-off” (no que foi entretanto já também acompanhado pela Eslováquia), tendo o apuramento bastante bem encaminhado.
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Portugal 5 4 - 1 7 - 4 12 2º Dinamarca 5 3 1 1 8 - 4 10 3º Albânia 4 2 1 1 4 - 5 7 4º Sérvia 5 1 1 3 6 - 8 1* 5º Arménia 5 - 1 4 5 - 9 1
* Sérvia penalizada em 3 pontos pela UEFA, devido aos acontecimentos do jogo com a Albânia
6ª jornada
13.06.15 – Arménia – Portugal – 2-3
13.06.15 – Dinamarca – Sérvia – 2-0
Liga dos Campeões – Final – Barcelona – Juventus
Entrando praticamente a ganhar, com um golo de Rakitic ao quarto minuto, o favorito Barcelona teria contudo de superar porventura inesperadas dificuldades, tendo consentido o empate, por Morata, na fase inicial da segunda parte, tendo a equipa italiana chegado a ameaçar. Porém, um golo de Suárez, e, já no final do período de compensação, outro tento de Neymar, permitiram aos catalães ganhar por 3.1, assim conquistando o troféu pela quinta vez na sua história, enquanto o clube de Turim perdeu a sua sexta final da Liga / Taça dos Campeões, passando a ser a equipa com mais finais perdidas.
No Palmarés da prova, após a disputa da 60.ª edição da Liga dos Campeões / Taça dos Campeões Europeus, são os seguintes os vencedores: Real Madrid, 10 (1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000, 2002 e 2014); AC Milan, 7 (1963, 1969, 1989, 1990,1994, 2003 e 2007); Liverpool, 5 (1977, 1978, 1981, 1984 e 2005); Bayern München, 5 (1974, 1975, 1976, 2001 e 2013); Barcelona, 5 (1992, 2006, 2009, 2011 e 2015); Ajax, 4 (1971, 1972, 1973 e 1995); Manchester United, 3 (1968, 1999 e 2008); Inter, 3 (1964, 1965 e 2010); Benfica, 2 (1961 e 1962); Nottingham Forest, 2 (1978 e 1979); Juventus, 2 (1985 e 1996); FC Porto, 2 (1987 e 2004); Celtic (1967); Feyenoord (1970); Aston Villa (1982); Hamburger (1983); Steaua București (1986); PSV Eindhoven (1988); Crvena Zvezda (1991); Marseille (1993); Borussia Dortmund (1997); e Chelsea (2012).
Numa análise por países dos clubes que se sagram Campeões Europeus, a Espanha somou o 15.º titulo (obtidos por 2 equipas), face a 12 da Itália (3 equipas) e da Inglaterra (5 equipas), 7 da Alemanha (3 equipas), 6 da Holanda (3 equipas), 4 de Portugal (2 equipas), e 1 da Escócia, Roménia, Jugoslávia e França.



