Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Malmö – 2-0
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 4-0
1º Real Madrid e Paris St.-Germain, 3; 3º Malmö e Shakhtar Donestsk, 0
Grupo B
Wolfsburg – CSKA Moskva – 1-0
PSV – Manchester United – 2-1
1º PSV e Wolfsburg, 3; 3º Manchester United e CSKA Moskva, 0
Grupo C
Galatasaray – At. Madrid – 0-2
Benfica – Astana – 2-0
1º At. Madrid e Benfica, 3; 3º Astana e Galatasaray, 0
Grupo D
Manchester City – Juventus – 1-2
Sevilla – Borussia M’gladbach – 3-0
1º Sevilla e Juventus, 3; 3º Manchester City e Borussia M’gladbach, 0
Grupo E
Bayer Leverkusen – BATE Borisov – 4-1
Roma – Barcelona – 1-1
1º Bayer Leverkusen, 3; 2º Barcelona e Roma, 1; 4º BATE Borisov, 0
Grupo F
D. Zagreb – Arsenal – 2-1
Olympiakos – Bayern – 0-3
1º Bayern e D. Zagreb, 3; 3º Arsenal e Olympiakos, 0
Grupo G
D. Kyiv – FC Porto – 2-2
Chelsea – Maccabi Tel-Aviv – 4-0
1º Chelsea, 3; 2º D. Kyiv e FC Porto, 1; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Valencia – Zenit – 2-3
Gent – Lyon – 1-1
1º Zenit, 3; 2º Gent e Lyon, 1; 4º Valencia, 0
Os principais destaques desta ronda inaugural da fase de grupos da Liga dos Campeões vão para as goleadas do Real Madrid (com um hat-trick de Cristiano Ronaldo, a afirmar-se como melhor marcador de sempre da Liga dos Campeões Europeus, atingindo a fantástica marca de 80 golos) e Chelsea, assim como para os triunfos fora de portas da Juventus (em Manchester), do At. Madrid (em Istambul), do Bayern (em Atenas) e do Zenit (em Valencia).
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Astana
Benfica – Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris (85m – Ljubomir Fejsa), Gonçalo Guedes, Anderson Talisca (77m – Raúl Jiménez), Nico Gaitán, Kostas Mitroglou e Jonas (72m – Pizzi)
Astana – Nenad Eric, Branko Ilic (90m – Denys Dedechko), Evgeni Postnikov, Marin Anicic, Dmitri Shomko, Baurzhan Dzholchiyev (81m – Abzal Beysebekov), Roger Cañas, Georgi Zhukov, Nemanja Maksimovic, Foxi Kéthévoama e Junior Kabananga
1-0 – Nico Gaitán – 51m
2-0 – Kostas Mitroglou – 62m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (40m), Gonçalo Guedes (45m) e Jardel (83m); Marin Anicic (21m) e Baurzhan Dzholchiyev (24m)
Árbitro – Tasos Sidiropoulos (Grécia)
À semelhança do que tem sido regra neste início de época – a única excepção vem precisamente do jogo anterior para o campeonato, ante o Belenenses – o Benfica ficou mais uma vez em branco no primeiro tempo.
Um nulo que reflecte bem o que se passou dentro de campo nesses 45 minutos iniciais, com um jogo de toada lenta, denunciado, muito afunilado, sem rasgo nem chama.
Perante uma equipa de estatuto bem inferior, estreante nesta fase da competição, o Benfica, tendo necessariamente a responsabilidade de assumir a iniciativa e procurar a vitória – pese embora até tenha começado por passar por um grande susto, logo no minuto inicial após o recomeço, com a bola a embater no poste da baliza, com Júlio César a fazer a mancha, dificultando o remate do adversário – regressou para a segunda metade com outra atitude, muito mais dinâmica, tendo sobressaído nessa fase a acção do irrequieto Nico Gaitán, a puxar pelos seus companheiros, apontando o caminho, culminando mesmo com a obtenção do tento que consumava a abertura no marcador.
Até ao tento da confirmação, por Mitroglou, decorreram apenas mais cerca de 10 minutos. A partir daí, até final, o pensamento terá estado mais em gerir o resultado que em procurar ampliá-lo, até em função do confronto agendado para domingo, no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto, pelo que não houve mais eventos de relevo a assinalar.
Perante uma equipa que, após ter conseguido quebrar a resistência e a barreira defensiva, não colocou grandes problemas, acabou por ser um triunfo tranquilo do Benfica, a lançar positivamente esta campanha, que poderá beneficiar também do resultado da outra partida da ronda, com o Galatasaray a ser derrotado em casa pelo Atlético de Madrid.
O Pulsar do Campeonato – Taça de Portugal
(“O Templário”, 10.09.2015)
Com a retoma da competição para as equipas do distrito, inicia-se outro andamento deste “Pulsar” do futebol regional, com comentários à evolução dos campeonatos distritais, assim como à participação em provas de âmbito nacional. A volta desta coluna fica assinalada pelo retorno – 14 anos depois –, do União de Tomar a tais competições de cariz nacional, no caso à chamada “prova-rainha”, a Taça de Portugal, de que estava arredado desde a temporada de 2001-02, um justo prémio ao seu meritório desempenho na época finda, na sua condição de vice-campeão distrital.
É, todavia, um regresso com a ingrata missão de abordar um cruel desfecho, para as cores nabantinas, da 1.ª eliminatória da Taça de Portugal, com os “rubro-negros” tomarenses a serem desfeiteados por contundente 0-7, pela União de Leiria. Um desafio, aguardado com grande expectativa, mas em que ficou bem vincada a diferença de ritmo competitivo entre uma equipa profissional e outra amadora, com os leirienses a revelarem “outro andamento”.
Enfrentavam-se duas equipas de escalões diferentes, uma a militar na I Divisão Distrital, a outra, no Campeonato Nacional de Seniores, no qual se perfila como candidata à subida à II Liga. Uma repleta de juventude, outra com um plantel recheado de experiência, com jogadores de I Divisão, de que, aliás, o clube do Liz se despediu há apenas três anos. Antecipava-se que seriam fundamentais para a evolução da partida os minutos iniciais, nos quais o jovem grupo nabantino teria de procurar superar a natural ansiedade decorrente de se ver integrado num jogo de nível e responsabilidade acrescidos, de que carece de experiência, procurando em paralelo transferir, à medida que o tempo fosse avançando – e caso conseguisse manter a sua baliza inviolada – alguma intranquilidade e pressão para o adversário.
A equipa da casa entrou em campo com boa disposição, denotando uma atitude positiva, pertencendo-lhe mesmo as primeiras investidas no meio-campo contrário. Porém, tudo se esboroaria de pronto: praticamente com apenas um quarto de hora decorrido, o “placard” assinalava já um grande desnível, de 0-3. Logo aos 6 minutos, num lance de bola parada, o guardião Telmo ainda daria excelente resposta a um livre de boa execução, com atento desvio para canto… na sequência do qual, antecipando-se à defensiva local, os visitantes inaugurariam o marcador.
Agora, conhecido o resultado final, e apreciada a forma como o jogo decorreu em termos globais, será porventura escassa a legitimidade para falar de eventuais lapsos de arbitragem, mas o segundo tento, obtido aos 11 minutos, na sequência de uma grande penalidade, acabaria por se revelar determinante, na medida em que, ao contrário do desejado, não só tranquilizou de forma absoluta o U. Leiria, como teve o efeito oposto na equipa tomarense, que, a partir daí – vindo ainda a sofrer o terceiro golo, apenas mais cinco minutos volvidos –, teria grande dificuldade em voltar a serenar e a encontrar-se. E os leirienses nem necessitariam de tal lance, e nas circunstâncias em que ocorreu: num ataque tomarense, Diogo Moreira pareceu ser derrubado em falta, ficando a contorcer-se no terreno; os adversários, ao invés de pararem o jogo, colocando a bola fora de campo, para a assistência ao jogador “rubro-negro”, encetaram um rápido contra-ataque, que originaria, já dentro da área, um desarme, que o árbitro considerou em falta, portanto passível de ser sancionado com a tal penalidade máxima.
Até final do primeiro tempo, o União de Tomar conseguiria manter, durante cerca de meia hora, a sua baliza a salvo, pese embora as frequentes investidas dos leirienses. Contudo, numa tarde em que nada correu bem, o início do segundo tempo replicaria o sucedido na primeira metade, com o 0-4 a surgir logo aos cinco minutos, resultante de um lance de infelicidade, num desencontro entre o defesa central e o guarda-redes, com um atraso a originar um ressalto involuntário e a bola a encaminhar-se lentamente para o risco fatal… Depois, entre os 61 e os 72 minutos, mais três golos selaram o marcador final, que, nos derradeiros vinte minutos, não sofreria alteração, pese embora o “vendaval” a que os tomarenses se viram então sujeitos.
Procurando lutar contra a adversidade, com o meio-campo nabantino com grandes dificuldades para procurar suster o ritmo avassalador do opositor, perante uma desamparada linha defensiva, de sublinhar o brio e a dignidade com que a jovem turma nabantina, com grande abnegação, enfrentou todo o encontro, no qual, afinal, acabou por ter mais de “uma parte” sem sofrer golos, se somarmos a última meia hora do primeiro tempo e os derradeiros vinte minutos – podendo, por outro lado, ter inclusivamente chegado ao “ponto de honra”, caso tivesse sido mais feliz e eficaz num ou noutro lance.
É de ressalvar que o União de Tomar não ficou ainda definitivamente afastado da Taça de Portugal, dependendo de sorteio para repescagem de 14 equipas (das 59 agora derrotadas nesta 1.ª eliminatória), que transitarão para a fase seguinte, na qual participarão já os 19 clubes da II Liga (excluindo-se as equipas “B” de Benfica, FC Porto, Sporting, Sp. Braga e V. Guimarães).
Como nota final, esta não foi também a pior derrota do clube, bem longe disso… para além dos desaires sofridos ante o Tramagal na época de 1951-52 (0-13 no Tramagal e 0-9 em Tomar), recentemente (2007-08) o União perdeu também por 0-9 em Torres Novas – havendo ainda registo de outras goleadas por 0-7, nos últimos anos: igualmente em casa, com o Alcains (1999-00), em Cernache do Bonjardim (2001-02), e em Alcanena, ante o Alcanenense (2009-10).
Curiosamente, as duas equipas do distrital de Santarém sofreram das maiores goleadas nesta eliminatória: para além do União de Tomar, o Amiense foi derrotado por 0-9 em Castelo Branco, ante o Benfica local. No final da temporada se poderá aquilatar com maior propriedade se terão tido particular infelicidade no sorteio, defrontando eventualmente duas das equipas mais fortes do Campeonato Nacional de Seniores, candidatas à promoção à II Liga.
É agora altura de “virar agulha”, com o início do campeonato distrital da I Divisão agendado para o próximo fim-de-semana, com os unionistas a começarem com um sério teste, numa deslocação sempre de elevado grau de dificuldade, a Mação, numa prova em que se pré-anuncia haver também um concorrente com “outro andamento”…
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 10 de Setembro de 2015)
Albânia – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)
Albânia – Etrit Berisha, Berat Djimsiti, Lorik Cana, Arlind Ajeti, Ansi Agolli, Burim Kukeli, Taulant Xhaka, Sokol Çikalleshi (86m – Bekim Balaj), Amir Abrashi (54m – Migjen Basha), Shkelzen Gashi (70m – Odise Roshi) e Ermir Lenjani
Portugal – Rui Patrício, Vieirinha (54m – Cédric Soares), Pepe, Ricardo Carvalho, Eliseu, Danilo, Miguel Veloso, Bernardo Silva (65m – Ricardo Quaresma), Danny (76m – Éder), Nani e Cristiano Ronaldo
0-1 – Miguel Veloso – 90m
Cartões amarelos – Berat Djimsiti (23m) e Amir Abrashi (44m); Nani (82m)
Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)
No dia em que se cumpria exactamente um ano de um inesperado desaire caseiro ante a Albânia, a selecção de Portugal, com alguma felicidade – marcando novamente em período de compensação, tal como sucedera na Dinamarca, igualmente na sequência de um cruzamento de Ricardo Quaresma -, tirou a sua desforra, obtendo uma tão escassa como crucial vitória, que a coloca à beira da qualificação para a Fase Final do Europeu, necessitando apenas de um ponto nos dois jogos que lhe falta disputar.
Numa campanha que se tem pautado por um desempenho sofrível na generalidade dos desafios, mas que, não obstante, se tem traduzido numa boa série de (cinco) vitórias consecutivas, a primeira metade deste jogo na Albânia terá sido o período em que a selecção portuguesa melhor esteve, assumindo a iniciativa do jogo, sabendo que o empate poderia ser um desfecho arriscado, dado que deixaria os três primeiros classificados muito nivelados.
Dessa fase mais positiva, realce para um lance que deixou toda a ideia de grande penalidade não sancionada pela arbitragem. Pese embora as estatísticas do jogo continuassem a denotar a superioridade portuguesa em campo (no final, registaria uma vantagem de 7-1 em remates à baliza), a verdade é que, à medida que o tempo ia decorrendo, o nível exibicional foi decrescendo, tendo o guardião Rui Patrício apanhado um enorme susto, quando, sem hipóteses de defesa, viu a bola embater no poste da sua baliza.
Já na fase final do desafio, seria Eliseu, a não ser feliz, num subtil “chapéu” ao guarda-redes contrário, com a bola a sair muito ligeiramente ao lado do poste. E, quando porventura já não se acreditaria que o marcador funcionasse, na sequência de um canto, já no minuto 92, Miguel Veloso, antecipando-se a toda a defesa albanesa, cabecearia de forma imparável, obtendo o tento da vitória lusa.
Noutros grupos, garantiram já o apuramento a Inglaterra (até agora com uma campanha “perfeita”, com triunfos em todos os oito encontros realizados), R. Checa, Islândia (uma estreia absoluta em fases finais de grandes competições a nível do escalão de seniores) e Áustria. Para além de Portugal, também País de Gales, Bélgica, Espanha, Alemanha e Irlanda do Norte estão à beira de marcar presença em França no próximo ano.
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 5 - 1 8 - 4 15 2º Dinamarca 7 3 3 1 8 - 4 12 3º Albânia 6 3 2 1 7 - 3 11 4º Arménia 7 - 2 5 5 -11 2 5º Sérvia 6 1 1 4 5 -11 1*
* Sérvia penalizada em 3 pontos pela UEFA, devido aos acontecimentos do jogo com a Albânia
8ª jornada
07.09.15 – Arménia – Dinamarca – 0-0
07.09.15 – Albânia – Portugal – 0-1
Liga Europa – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Ajax Rubin Kazan B. Dortmund Napoli Celtic Liverpool PAOK Brugge Fenerbahce Bordeaux Krasnodar Legia Warsaw Molde Sion Gabala Midtjylland Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Villarreal Marseille Dnipro Sporting Viktoria Plzen Sp. Braga Lazio Besiktas Rapid Wien Slovan Liberec St.-Étienne Lok. Moskva D. Minsk Groningen Rosenborg Skënderbeu Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Basel Tottenham Schalke 04 At. Bilbao Fiorentina Anderlecht APOEL AZ Alkmaar Lech Poznan Monaco Sparta Praha Augsburg Belenenses Qarabag Asteras Tripolis Partizan
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 17 de Setembro, estando agendado para 10 de Dezembro o termo desta fase de Grupos. A Final da Liga Europa será disputada em Basileia a 18 de Maio de 2016.
Liga dos Campeões – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D P. St.-Germain PSV Benfica Juventus Real Madrid Man. United At. Madrid Man. City Shakhtar CSKA Moskva Galatasaray Sevilla Malmö Wolfsburg Astana B. M'gladbach Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Barcelona Bayern Chelsea Zenit B. Leverkusen Arsenal FC Porto Valencia Roma Olympiakos D. Kyiv Lyon BATE Borisov D. Zegreb M. Tel-Aviv Gent
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 15 e 16 de Setembro, estando agendado para 8 e 9 de Dezembro o termo desta fase de Grupos. A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se em Milão, a 28 de Maio de 2016.
Christopher Froome bisa vitória no “Tour de France”
O ciclista britânico (nascido no Quénia) Christopher Froome conquistou pela segunda vez a Volta a França em Bicicleta, bisando o triunfo alcançado há dois anos, numa prova, curiosamente, em que o 2.º classificado, o colombiano Nairo Quintana, repete igual posição obtida naquela mesma edição, com Alberto Contador, também de novo aquém das expectativas, a quedar-se pelo 5.º lugar. O vencedor do ano passado, o italiano Vincenzo Nibali não foi, desta vez, além da 4.ª posição.
Em relação aos portugueses, o destaque vai para nova desistência de Rui Costa, tal como sucedera na edição anterior, a ser forçado a abandonar por motivos de saúde, tendo Nelson Oliveira acabado por obter uma classificação positiva, dentro dos 50 primeiros.
1º Christopher Froome (Grã-Bretanha) – Team Sky – 83h 19′ 15”
2º Nairo Quintana (Colômbia) – Movistar Team – a 01′ 12”
3º Alejandro Valverde (Espanha) – Movistar Team – a 05′ 25”
4º Vincenzo Nibali (Itália) – Astana Pro Team – a 08′ 36”
5º Alberto Contador (Espanha) – Tinkoff-Saxo – a 09′ 48”
6º Robert Gesink (Holanda) – Team Lotto NL – Jumbo – a 10′ 47”
7º Bauke Mollema (Holanda) – Trek Factoring Race – a 15′ 14”
8º Frank Mathias (Suíça) – IAM Cycling – a 15′ 39”
9º Romain Bardet (França) – AG2R La Mondiale – a 16′ 00”
10º Pierre Roland (França) – Team Europcar – a 17′ 30′
…
47º Nelson Oliveira (Portugal) – Lampre-Merida – a 02h 15′ 32”
72º Tiago Machado (Portugal) – Team Katusha – a 02h 54′ 31”
140º José Mendes (Portugal) – Bora-Argon 18 – a 04h 07′ 47”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial: Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995); Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990); Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009) e Christopher Froome (2013 e 2015); Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012) e Vincenzo Nibali (2014).
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Mundial 2018 – Sorteio da Fase de Qualificação
Realizou-se hoje, em S. Petersburgo, na Rússia, o sorteio da Fase de Qualificação para o Mundial 2018 de Futebol. É a seguinte a constituição dos Grupos da Zona Europeia:
Grupo A Grupo B Grupo C Holanda Portugal Alemanha França Suíça R. Checa Suécia Hungria I. Norte Bulgária Ilhas Faroé Noruega Bielorrússia Letónia Azerbaijão Luxemburgo Andorra S. Marino Grupo D Grupo E Grupo F País de Gales Roménia Inglaterra Áustria Dinamarca Eslováquia Sérvia Polónia Escócia Irlanda Montenegro Eslovénia Moldávia Arménia Lituânia Geórgia Cazaquistão Malta Grupo G Grupo H Grupo I Espanha Bélgica Croácia Itália Bósnia-Herzegovina Islândia Albânia Grécia Ucrânia Israel Estónia Turquia Macedónia Chipre Finlândia Liechtenstein
Portugal – beneficiando da sua posição no ranking da FIFA (7.º lugar a nível mundial e 4.º europeu), o que lhe confere o estatuto de “cabeça-de-série” (juntamente com Alemanha, Bélgica, Holanda, Roménia, Inglaterra, País de Gales, Espanha e Croácia) – vê-se enquadrado num Grupo em que terá de se assumir como claro favorito à vitória e ao apuramento directo.
Tendo a Europa direito a 13 selecções na Fase Final do Mundial, das 52 participantes na qualificação, apenas o vencedor de cada um dos 9 Grupos de Qualificação terá acesso directo à referida Fase Final; os 8 melhores segundos classificados de entre os vários Grupos disputarão entre si (em sistema de “play-off”) mais 4 vagas de apuramento.
Portugal Campeão do Mundo de Futebol de Praia

A selecção de Portugal sagrou-se hoje Campeã Mundial de Futebol de Praia, ao vencer na final, disputada em Espinho, a selecção do Tahiti, por 5-3, com golos apontados por Madjer, Belchior, Rui Coimbra, Bruno Novo e Alan. Sob a orientação técnica do seleccionador Mário Narciso, alinharam ainda pela equipa nacional: Elinton Andrade, Jordan Santos,Tiago Petrony, Leonardo Martins, José Maria e Bernardo Martins.
É o seguinte o palmarés da competição, desde que a mesma passou a estar sob a égide da FIFA: 2005 – França; 2006 – Brasil; 2007 – Brasil; 2008 – Brasil; 2009 – Brasil; 2011 – Rússia; 2013 – Rússia; 2015 – Portugal.




