Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Chelsea – D. Kyiv – 3-0
E. Frankfurt – Inter – 0-0
D. Zagreb – Benfica – 1-0
Napoli – RB Salzburg – 3-0
Valencia – Krasnodar – 2-1
Sevilla – Slavia Praha – 2-2
Rennes – Arsenal – 3-1
Zenit – Villarreal – 1-3
Liga Europa – 1/8 de final – D. Zagreb – Benfica
Dinamo Zagreb – Dominik Livaković, Petar Stojanović, Kévin Théophile-Catherine, Emir Dilaver, Marin Leovac, Mislav Oršić, Ivan Šunjić, Amer Gojak (78m – Nikola Moro), Damian Kądzior (84m – Mario Šitum), Dani Olmo e Bruno Petković (88m – Mario Gavranović)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (70m – Andrija Živković), Florentino Luís (58m – Rafael “Rafa” Silva), Gabriel Pires, Filip Krovinović, João Félix e Haris Seferović (35m – Franco Cervi)
1-0 – Bruno Petković (pen.) – 38m
Cartões amarelos – Marin Leovac (68m), Petar Stojanović (75m) e Ivan Šunjić (83m)
Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)
Depois do empate caseiro ante o Galatasaray, numa abordagem conservadora, privilegiando a preservação da vantagem trazida de Istambul, o Benfica voltou a ficar em branco em Zagreb, mas pior, perdendo o jogo.
Procurando continuar a fazer a gestão do esforço, Bruno Lage fez alinhar Corchia, Gedson, Florentino e Krovinović, dando algum descanso a André Almeida, Samaris, Pizzi e Rafa.
A equipa portuguesa até começou bem, assumindo a posse de bola, dispondo mesmo de uma boa ocasião de golo, logo aos oito minutos, por Grimaldo, desmarcado por João Félix, a isolar-se perante o guardião croata, o qual, todavia, conseguiria sacudir a bola com o pé.
O Dínamo cedo começou a reagir, proporcionando a Vlachodimos uma boa intervenção, à passagem do minuto 20, a remate de Dani Olmo, um elemento que levou o perigo junto da área contrária por mais de uma vez.
As coisas passavam a correr mal para o Benfica, primeiro com a lesão de Seferović, e, escassos minutos volvidos, com Rúben Dias a provocar uma falta “escusada” sobre Dani Olmo, sancionada com grande penalidade, o que resultaria no que viria a ser o solitário tento desta partida.
Mas o desfecho podia ter sido mais desfavorável para as cores portuguesas, caso Vlachodimos não tivesse, outra vez, dado boa resposta, a suster o remate de Gojak, já em tempo de compensação da primeira parte.
Na segunda metade, depois de mais um lance de perigo logo a abrir, por Oršić (a rematar por alto), a turma croata começou a denotar estar agradada com o “placard”, adotando postura mais compacta, nas zonas de meio-campo e defensiva.
Uma equipa do Benfica a denotar alguma falta de frescura física ainda se esforçaria por alterar a tendência do jogo, com Rúben Dias, de cabeça, aos 68 minutos, ou num livre por Grimaldo, mas, de facto, os lances de maior perigo pertenceriam, de novo, ao D. Zagreb, mesmo em cima do final do encontro, por Oršić e Gavranović, com Ferro a salvar a sua baliza.
O Pulsar do Campeonato – 19ª Jornada

(“O Templário”, 28.02.2019)
Apresentando agora – a par do líder Coruchense – o melhor desempenho nas seis jornadas já realizadas na segunda volta do campeonato da I Divisão Distrital, o Cartaxo ascendeu (à condição, dependendo do resultado do Amiense-U. Tomar, adiado para o mês de Março) à 3.ª posição, tendo ultrapassado, para além da turma de Amiais de Baixo, o U. Almeirim, ao mesmo tempo que voltou a encurtar, agora para cinco pontos, a distância face ao comandante.
Destaques – O principal destaque vai precisamente para a forma categórica como os cartaxeiros se vêm, agora, desembaraçando dos adversários: depois da goleada por 5-0 em Samora Correia e de terem quebrado a invencibilidade do Fazendense (3-1), nova goleada, em Ourém, ante o At. Ouriense, por 4-0, com a particularidade daquele que será porventura o melhor jogador do Distrital, Wemerson Silva, ter marcado um total de nove golos nesses três desafios, somando agora quinze tentos, destacando-se já, largamente, na liderança dos melhores marcadores.
Pese embora o calendário difícil que a fase final da prova lhe reserva (deslocações a Tomar, Amiais de Baixo, Coruche e Ferreira do Zêzere, recebendo ainda o U. Almeirim), o Cartaxo teima em mostrar que não pode ser ainda arredado da luta pelo título.
Naquela que era uma jornada de “todos os riscos”, Coruchense e U. Almeirim não lograram superar os difíceis obstáculos que se lhes deparavam, tendo cedido terreno em relação aos seus mais directos competidores: no caso do grupo do Sorraia, vendo recolar-se o U. Santarém, outra vez somente a um ponto; os almeirinenses, ficando em situação periclitante a nível do que serão as suas aspirações, tendo baixado ao 4.º posto, agora já a cinco pontos do vice-líder e a seis pontos do guia (sendo que defrontarão, nas duas derradeiras rondas, Cartaxo e Coruchense).
De facto, deslocando-se às Fazendas de Almeirim, o Coruchense não conseguiu melhor que a repartição de pontos, com uma igualdade a um golo, no que constitui o sétimo empate do Fazendense nas últimas nove jornadas; por seu lado, em Samora Correia, o U. Almeirim não conseguiu desfazer o nulo, constatando-se que venceu um único dos seus cinco últimos encontros na prova, e com inesperadas dificuldades (por tangencial 1-0), frente ao “lanterna vermelha”, na passada semana.
Confirmações – Nas outras três partidas confirmaram-se as expectativas, com os empates nos dois confrontos que agrupavam quatro dos cinco últimos classificados – aliás, numa jornada marcada por essa tendência de equilíbrio, com nada menos de quatro empates em seis jogos realizados –, para além do esperado triunfo do U. Santarém na Glória do Ribatejo.
Em Marinhais, a formação da casa continua a registar uma única vitória (com o At. Ouriense), em dez desafios já disputados na condição de visitante, tendo empatado a uma bola na recepção ao Torres Novas, o que possibilitou aos torrejanos – invictos nos seis jogos da segunda volta, tendo somado terceira igualdade sucessiva, depois de outros tantos triunfos – manter uma importante margem de seis pontos de vantagem em relação à “linha de água”, tendo ampliado para cinco pontos a diferença em relação ao seu mais próximo perseguidor, Glória do Ribatejo.
O último classificado, Alcanenense, enfrentava também um desafio que poderia ser crucial em ordem a procurar empreender a ansiada recuperação na tabela, recebendo o Ferreira do Zêzere. Num encontro com diferentes cambiantes, ora com uma, ora com outra equipa a superiorizarem-se, em determinadas fases do jogo, o nulo subsistiu também até final, um desfecho muito mais da conveniência dos ferreirenses, que, com os sete pontos de vantagem que dispõem em relação à zona de despromoção – a sete jornadas do final –, estarão prestes a garantir a tranquilidade.
Na Glória do Ribatejo, o U. Santarém cedo resolveu a contenda a seu favor, com o resultado final (3-1) estabelecido ainda na primeira metade do encontro, tendo passado assim sem maiores sobressaltos mais esta deslocação – seguindo numa série de dez jornadas de invencibilidade –, tendo voltado, de imediato, a pressionar o líder e a afirmar a sua candidatura.
II Divisão Distrital – Com a competição a aproximar-se do termo da sua primeira fase (faltando apenas disputar a derradeira jornada), o primeiro destaque vai para a goleada obtida pela equipa “B” do U. Tomar no terreno do Aldeiense (6-1), como que a “desforrar-se” do desaire da semana anterior; realce ainda para a vitória (3-2) da equipa da Ortiga no Pego, assim como para mais um triunfo (1-0) do Abrantes e Benfica, frente ao Riachense; ao invés, o Caxarias, depois de dez jornadas invicto, soçobrou no Tramagal, batido por 3-0. A Sul, o Rio Maior confirmou o 1.º lugar final, com uma imponente goleada (8-1) em Salvaterra de Magos.
Campeonato de Portugal – Mais uma semana com as preocupações a adensar-se para os clubes do Distrito, pese embora o que, noutras circunstâncias, teria sido um positivo empate (0-0) do Mação em Torres Vedras, perante o 6.º classificado, Torreense. Por seu lado, o Fátima apenas cedeu por escasso 0-1 na visita ao reduto do já líder destacado, U. Leiria.
Ora, se, por um lado, tal se traduz na manutenção de uma situação extremamente precária por parte do conjunto maçaense, penúltimo, a onze pontos da “linha de água”, já sem perspectivas realistas de conseguir melhor do que um digno final de época, por outro, a quarta derrota sucessiva dos fatimenses reflecte-se numa contínua queda da sua vantagem em relação a tal zona delimitadora: de doze para nove, depois para oito, sete, e, agora, já só de cinco pontos…
Antevisão – Os campeonatos distritais sofrem novo interregno neste fim-de-semana, para disputa da 1.ª mão das meias-finais da Taça do Ribatejo, com o seguinte cartaz: Abrantes e Benfica-Coruchense, uma autêntica “cimeira de líderes”, entre os comandantes da I e da II Divisão, na qual a invencibilidade dos abrantinos nesta temporada poderá ser colocada à prova, isto sem esquecer que haverá ainda depois o jogo de volta, em Coruche; e U. Santarém-Marinhais, em que os escalabitanos assumem integral dose de favoritismo.
No Campeonato de Portugal, as duas equipas do Distrito actuarão ambas em casa, com o Fátima a receber o Sintrense, actual 5.º classificado, ainda na disputa das duas vagas de acesso ao “play-off” de promoção (dista cinco pontos do Vilafranquense), urgindo estancar a abrupta queda que os fatimenses vêm atravessando; enquanto o Mação terá a visita do “vizinho” Oleiros, formação que ocupa tranquila posição a meio da pauta classificativa.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 28 de Fevereiro de 2019)
Roger Federer – 100 títulos em Torneios ATP


(imagem via Jeu, Set et Maths)
- Grand Slam – 20 títulos: 8 em Wimbledon; 6 na Austrália; 5 no US Open; e 1 em Roland Garros
- Masters Finals – 6 títulos: 2 em Houston; 2 em Xangai; 2 em Londres
- ATP 1000 – 27 títulos: 7 em Cincinnati; 5 em Indian Wells; 4 em Hamburgo; 3 em Madrid e em Miami; 2 em Xangai e em Toronto; 1 em Paris
- ATP 500 – 22 títulos: 8 no Dubai; 6 em Basileia; 3 em Roterdão; 2 em Halle e em Viena; 1 em Tóquio
- ATP 250 – 25 títulos: 7 em Halle; 3 em Basileia e em Doha; 2 em Bangkok; 1 em Brisbane, Estocolmo, Estoril, Estugarda, Gstaad, Istambul, Marselha, Milão, Munique e Sydney.
Óscares – 2019 – Vencedores
E os vencedores dos Óscares foram:
- Melhor filme – “Green Book – Um Guia para a Vida” – Green Book
- Melhor realizador – Alfonso Cuarón (“Roma”)
- Melhor actor – Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”)
- Melhor actriz – Olivia Colman (“A Favorita” – The Favourite)
- Melhor actor secundário – Mahershala Ali (“Green Book – Um Guia para a Vida” – Green Book)
- Melhor actriz secundária – Regina King (“Se Esta Rua Falasse” – If Beale Street Could Talk)
Consultar a lista completa aqui.
O Pulsar do Campeonato – 18ª Jornada

(“O Templário”, 21.02.2019)
Depois de quatro jornadas com a liderança presa por um escasso ponto, sem vacilar, o Coruchense tornou a ampliar, para três pontos, a sua vantagem no comando, o que não sucedia já desde a 11.ª ronda, no início de Dezembro. Para tal beneficiou de um empolgante “derby” municipal, em Santarém, repleto de golos, em que os seus concorrentes se neutralizaram.
Destaque – O destaque da jornada 18 vai precisamente para o confronto que opunha o 2.º e 3.º classificados, respectivamente U. Santarém e Amiense, em partida disputada na capital do Distrito, na qual o grupo de Amiais de Baixo, continuando a elevar bem alto a sua ambição, quase surpreendeu os donos da casa, chegando a dispor de vantagem de dois tentos (3-1). Tal como sucedera no desafio ante o Coruchense, de há três jornadas, os escalabitanos conseguiriam forçar a igualdade, a três bolas, já em período de compensação, o que, por seu lado, deixa o Amiense agora a seis pontos do guia.
Surpresa – Vindo de uma pesada goleada sofrida em Santarém (0-6), o Ferreira do Zêzere foi surpreendido no seu reduto pela aguerrida formação da Glória do Ribatejo, não tendo conseguido melhor que o empate a um golo, com o conjunto do Sul do Distrito a confirmar o resultado positivo que obtivera na semana anterior, frente ao U. Almeirim, pela mesma marca. Mantém-se, assim, a distância entre ambos (cinco pontos, a favor dos ferreirenses, mas que não lhes permite ainda “respirar” com definitiva tranquilidade).
Confirmação – Numa jornada sem grande “turbulência”, nos restantes cinco encontros confirmaram-se as expectativas, com os favoritos a ditarem a sua lei, a par de uma igualdade num repartido embate em Torres Novas.
Começando pelo U. Almeirim, ainda em “convalescença” de três resultados sucessivos menos conseguidos – empates cedidos, por curiosidade, nos terrenos do Ferreira do Zêzere e da Glória do Ribatejo, intervalados por uma goleada sofrida no seu próprio reduto ante o rival U. Santarém –, venceu, mas com maiores dificuldades do que seria expectável, por margem tangencial (1-0), na recepção ao “lanterna vermelha”, Alcanenense.
Em partida entre adversários com forças potenciais menos desiguais, o Cartaxo deu sequência ao bom desempenho deste início de segunda volta (segundo mais produtivo em termos pontuais, a par do Torres Novas, só superados pelo líder), impondo-se por convincente 3-1 frente ao Fazendense, que, desta forma, viu enfim quebrada a sua longa série de onze jogos de invencibilidade (nove para o campeonato e dois na Taça do Ribatejo), desde 11 de Novembro!
O Coruchense, recebendo o Samora Correia, voltou a fazer pairar a incerteza no marcador em determinadas fases do desafio, mas acabaria por triunfar, por 4-2, somando terceira vitória sucessiva, quarta nos cinco jogos disputados na segunda volta, em que apenas consentiu um empate, em Santarém, no reduto do vice-líder, já “fora de horas”.
Em Tomar, o União conseguiu voltar a ganhar, colocando termo a um ciclo negativo de três desaires, batendo o Marinhais por 3-1. Uma vez mais, os unionistas sentiram grande dificuldade em quebrar a resistência do adversário, com o primeiro tento a demorar, também fruto de uma primeira parte de reduzida produtividade do seu futebol. Depois de alcançar a vantagem, os tomarenses ampliariam a marca para o que se supunha fosse um confortável 2-0, o que não impediria que viessem a sofrer ainda alguns calafrios, após o ponto de honra do adversário, apenas conseguindo o golo da tranquilidade definitiva já em tempo de compensação.
Foram mais três pontos somados que proporcionam, paralelamente, serenar e encarar com maior confiança o que falta do campeonato, agora já com a “linha de água” a distantes 13 pontos, tendo, entretanto, subido uma posição, por troca com o Samora Correia, para o 8.º lugar.
Por fim, entre dois clubes históricos, agora a atravessar fase mais positiva no campeonato, o Torres Novas e o At. Ouriense não desfizeram o nulo, com os torrejanos a ampliar para cinco a sua série de jogos sem perder, passando a dispor também de margem de seis pontos em relação à zona de despromoção, na qual se mantêm Marinhais e Alcanenense.
II Divisão Distrital – Depois de ter visto interrompida a sua fantástica série 100% vitoriosa em Caxarias, o Abrantes e Benfica reagiu em força, indo golear a Tomar, a equipa “B” dos unionistas, por categórica marca de 6-0. Numa ronda em que o Pego goleou também (7-1) o Sardoal, o desfecho mais importante foi, não obstante, o da partida entre Riachense e Ortiga, com a vitória dos homens dos Riachos (3-1) a permitir-lhes já, ainda com duas jornadas por disputar, a garantia matemática de qualificação para a fase final, de disputa do título de Campeão e das vagas de acesso à promoção, fechando assim o lote dos seis clubes apurados.
A Sul, a competição prossegue já sem especiais motivos de interesse, com o Rio Maior, tendo ganho por 1-0 ao Benavente, e beneficiando da folga de Forense e Moçarriense, prestes a garantir também a conquista do 1.º lugar da sua série (dispõe agora de cinco pontos de avanço).
Campeonato de Portugal – A notícia da semana foi a estreia do Mação a vencer em casa, ante o Nogueirense, por 2-1, após ter operado reviravolta no marcador, passando assim a contar três vitórias na prova (depois de ter ganho também em Alverca e na Sertã). Os maçaenses trespassaram, assim, a “lanterna vermelha” ao Alcains, mas mantêm-se a inacessíveis dez pontos da zona de manutenção. Por seu lado, o Fátima prossegue numa trajectória descendente, tendo perdido em casa, por 1-2, frente ao Torreense, no que constitui a terceira derrota sucessiva. Nestas três últimas rondas, os fatimenses viram a sua margem de segurança em relação à “linha de água” reduzir-se de forma continuada, primeiro de doze para nove pontos, depois para oito e, agora, para sete pontos… quando faltam disputar (ainda) doze jornadas.
Antevisão – Na I Divisão Distrital, com o Amiense-U. Tomar adiado para daqui a um mês, a próxima parece ser a jornada de todos os perigos, com os candidatos ao título a enfrentar sérios riscos: o Coruchense, nas Fazendas de Almeirim; o U. Santarém na Glória do Ribatejo; o U. Almeirim em Samora Correia; e o Cartaxo em Ourém. Veremos quem conseguirá “sobreviver”.
No escalão secundário, já com tudo praticamente definido nesta primeira fase, o Abrantes e Benfica recebe o Riachense, enquanto o U. Tomar “B” se desloca ao terreno do Aldeiense.
No Campeonato de Portugal, o Fátima tem uma curta deslocação até Leiria, para desafiar o líder, cabendo ao Mação viajar até Torres Vedras, enfrentando o último opositor dos fatimenses.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 21 de Fevereiro de 2019)
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
Chelsea – D. Kyiv
E. Frankfurt – Inter
D. Zagreb – Benfica
Napoli – RB Salzburg
Valencia – Krasnodar
Sevilla – Slavia Praha
Arsenal – Rennes
Zenit – Villarreal
Os jogos da primeira mão serão disputados a 7 de Março de 2019, estando a segunda mão agendada para 14 de Março.
Liga Europa – 1/16 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total D. Zagreb - Viktoria Plzeň 3-0 1-2 4-2 RB Salzburg - Brugge 4-0 1-2 5-2 Inter - Rapid Wien 4-0 1-0 5-0 Genk - Slavia Praha 1-4 0-0 1-4 Bayer Leverkusen - Krasnodar 1-1 0-0 1-1 Napoli - Zürich 2-0 3-1 5-1 Chelsea - Malmö 3-0 2-1 5-1 E. Frankfurt - Shakhtar Donetsk 4-1 2-2 6-3 Valencia - Celtic 1-0 2-0 3-0 Betis - Rennes 1-3 3-3 4-6 D. Kyiv - Olympiakos 1-0 2-2 3-2 Sevilla - Lazio 2-0 1-0 3-0 Zenit - Fenerbahçe 3-1 0-1 3-2 Villarreal - Sporting 1-1 1-0 2-1 Arsenal - BATE Borisov 3-0 0-1 3-1 Benfica - Galatasaray 0-0 2-1 2-1
Espanha, com três representantes (Valencia, Sevilla e Villarreal) apresentará o maior contingente nos 1/8 de final, seguindo-se Itália (Inter e Napoli), Inglaterra (Chelsea e Arsenal) e Rússia (Krasnodar e Zenit), cada um com dois clubes apurados.
Das equipas que transitaram da Liga dos Campeões mantêm-se em prova Inter, Napoli, Valencia e Benfica, tendo sido eliminados o Viktoria Plzeň, Brugge, Shakhtar Donetsk e Galatasaray.
Por seu lado, dos 12 vencedores da Fase de Grupos, foram eliminados: Bayer Leverkusen, Betis, Genk. Ao invés, qualificaram-se para os 1/8 de final três clubes que haviam terminado a Fase de Grupos no 2.º lugar: Slavia Praha, Krasnodar e Rennes.
Liga Europa – 1/16 de final – Benfica – Galatasaray
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (83m – Gabriel Pires), Gedson Fernandes, Florentino Luís, Franco Cervi (59m – Rafael “Rafa” Silva), João Félix (76m – Jonas Gonçalves) e Haris Seferović
Galatasaray – Fernando Muslera, Mariano Ferreira, Christian Luyindama, Marcão, Yuto Nagatomo, Sofiane Feghouli (83m – Emre Akbaba), Ryan Donk (78m – Sinan Gümüş), Younès Belhanda, Papa “Badou” Ndiaye, Henry Onyekuru (83m – Yunus Akgün) e Mbaye Diagne
Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (90m); Marcão (4m) e Papa “Badou” Ndiaye (90m)
Árbitro – Ovidiu Alin Haţegan (Roménia)
Prosseguindo a gestão do plantel, Bruno Lage fez alinhar, nesta 2.ª mão da eliminatória, um misto dos considerados titulares na defesa (agora com a inclusão de Ferro), mantendo um trio de elementos da zona intermediária que tinha jogado em Istambul (Florentino, Gedson e Cervi), chamando Pizzi, mas fazendo repousar Gabriel, Samaris e Rafa.
Adoptando uma toada conservadora, procurando jogar pelo seguro, a iniciativa de jogo coube, ainda assim, em maior escala, ao Benfica, perante uma formação do Galatasaray que ia denotando muitas dificuldades em elaborar jogadas com “princípio, meio e fim”, que pudessem colocar em risco a linha defensiva contrária.
Assim, ainda antes dos dez minutos, beneficiando de uma falha da equipa turca, Pizzi ofereceu uma oportunidade que, porém, Cervi, isolado frente ao guardião adversário, não aproveitou.
Sem grandes ocasiões dignas de registo, anota-se ainda um outro lance, com um corte temerário de Marcão, que podia ter resultado na introdução da bola na sua própria baliza.
No reatamento, o Benfica apostou ainda em chegar ao golo, tendo tido, por volta da hora de jogo, a principal ocasião de perigo, com a bola a sobrar para João Félix, na pequena área, mas este a rematar desenquadrado, por alto.
Não obstante, e à medida que o tempo ia decorrendo, o Benfica foi, gradualmente, privilegiando o minorar do risco, como que abdicando da busca da vitória neste jogo, mas sem deixar de ter a situação sob controlo, apesar de o Galatasaray ter forçado, nos minutos finais, a trabalhos extra, chegando inclusivamente a provocar um ou outro susto.
Mas, efectivamente, a equipa turca apenas a cinco minutos do final do desafio teria ocasião para marcar, a remate de cabeça de Diagne, defendido por Vlachodimos, com Akbaba a recarregar para a baliza, num lance invalidado pelo árbitro, que terá ajuizado mal. Antes, ainda na primeira metade, também o Benfica reclamara de um grande penalidade não assinalada.
Ficando em branco pela primeira vez no “consulado” de Bruno Lage, após onze jogos sempre a marcar (total de 35 golos), nos quais obteve dez vitórias, esta foi a exibição menos conseguida da equipa benfiquista, que, ainda assim, justifica plenamente a vitória na eliminatória, pela forma como conseguiu controlar a preciosa vantagem trazida de Istambul.
Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)
20.02.2019 – Schalke 04 – Manchester City – 2-3
20.02.2019 – At. Madrid – Juventus – 2-0
12.02.2019 – Manchester United – Paris St.-Germain – 0-2
13.02.2019 – Tottenham – B. Dortmund – 3-0
19.02.2019 – Lyon – Barcelona – 0-0
12.02.2019 – Roma – FC Porto – 2-1
13.02.2019 – Ajax – Real Madrid – 1-2
19.02.2019 – Liverpool – Bayern – 0-0



